INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FUNORTE / SOEBRÁS. Leonardo Bueno Orsi SISTEMA AUTOLIGÁVEL

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1 INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FUNORTE / SOEBRÁS Leonardo Bueno Orsi SISTEMA AUTOLIGÁVEL Alfenas MG 2010

2 INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FUNORTE / SOEBRÁS Leonardo Bueno Orsi SISTEMA AUTOLIGÁVEL Monografia apresentada ao Programa de Especialização em Ortodontia do ICS-FUNORTE/SOEBRÁS (Núcleo Alfenas) como parte dos requisitos para obtenção do título de Especialista em Ortodontia. Orientadora: Dra. Marina Pedreira Alfenas MG 2010

3 INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FUNORTE / SOEBRÁS Leonardo Bueno Orsi SISTEMA AUTOLIGÁVEL Monografia aprovada por banca examinadora em / /2010 conferindo ao autor o título de Especialista em Ortodontia. Banca Examinadora: Profa. Dra. Marina Pedreira (Orientadora) Prof. Dr. Marcelo Pedreira Profa. Dra. Ana Carla Junqueira Pereira Alfenas MG 2010

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5 15 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho à minha amada esposa, Fabiana, por quem tenho um amor incondicional. Você é a razão da minha vida e minha maior incentivadora. Desculpe-me pelas horas roubadas de nosso convívio e pelo tempo dedicado aos estudos. Obrigado pela paciência. Te amo forever!

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8 A Deus e Nossa Senhora Aparecida, por todas as graças recebidas. 18 AGRADECIMENTOS Aos meus pais, Túlio e Valderez, pelo apoio, incentivo e amor dedicado aos filhos. O esforço e o exemplo de sempre lutarem frente a todas as dificuldades da vida, a fim de oferecer o que há de melhor aos seus filhos é, e sempre, será invejável por todos. Sem o amor de vocês eu não chegaria a nenhum lugar. Ao meu irmão Rodolfo, pelo apoio, dedicação e incentivo constante, sempre mostrando-me que à busca a excelência é importante em todas as atividades por mim exercidas. Sem a sua ajuda e o seu amor esse sonho não teria sido realizado! Ao meu irmão Rafael, amigo, parceiro e confidente. Que nossa irmandade se fortaleça cada dia mais. Conte sempre comigo, como sei que sempre poderei contar com você. Obrigado por tudo. E a minha segunda mãe Piça, pelo amor. Por tudo que fez e fará por mim, sempre juntos nessa caminhada, em busca da felicidade suprema.

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10 20 PENSAMENTO Se monto um touro na sexta-feira à noite e caio de outro no sábado, é no sucesso de sexta à noite que vou me concentrar. Temos que voltar a

11 nossa mente e o nosso coração para aquilo que soubermos fazer bem e corretamente. 21 (Adriano Moraes, Tricampeão Mundial de Rodeio).

12 22 LISTA DE FIGURAS Figura 01 - The treatment of maloclusion of the teeth Figura 02 - Modelo de Sistemas autoligaveis Figura 03 - Russell Look Figura 04 - Ormco Edgelok Figura 05 - Móbil-lock Forestadent Figura 06 - Speed Figura 07 - Activa Figura 08 - Time (Adenta) Figura 09 - Damon SL Figura 10 - Twin-Lock Figura 11 - In-Ovation-R Figura 12 - Damom SL Figura 13 - Oyster Figura 14 - Evolution Figura 15 - Opal Figura 16 - Damon Figura 17 - Smart-Clip Figura 18 - Damon Mx Figura 19 - In-Ovation C Figura 20 - Modelos de Braquetes Autoligáveis Figura 21 - In-Ovation L Figura 22 - Clarity SL Figura 23 - Easy Clip Figura 24 - Time 2, Vision LP e Time Figura 25 - Damon Q Figura 26 - Big Foot Figura 27 - Braquete Easy Clip Figura 28 - Sistema de Abertura Figura 29 - Sistema de Fechamento Figura 30 - Seqüência de Fios... 45

13 Figura 31 - Especificações dos Braquetes Figura 32 - Stop

14 24 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 01 - Força máxima necessária para iniciar o movimento Gráfico 02 - Resistência a Fricção Gráfico 03 - Avaliação do atrito durante mecânica de deslizamento com elástico 39 Gráfico 04 - Teste de Flexão... 44

15 25 RESUMO O interesse em corrigir uma má posição dentária sempre esteve presente, mesmo antes da era de Angle. Sempre se procuraram maneiras de diminuir os níveis de atrito durante um tratamento ortodôntico. Visando, assim, um tratamento mais rápido e com o menor número de visitas ao dentista. Com o surgimento dos braquetes autoligavéis, observou-se que uma das características principais destes dispositivos seria uma redução nos níveis de atrito entre os braquetes e fios. E com isso poderia se obter um movimento de deslizamento eficiente com a aplicação de forças menores, quando comparado com o uso de braquetes que tenham sistemas de amarração convencionais. A combinação desses fatores confere ao Sistema de Braquetes Autoligados eficiência e resultados mais previsíveis de tratamento. Palavras-chave: autoligável; ortodontia

16 26 ABSTRACT The interest in correcting a bad position tooth was present even before the era Angle. Has always sought ways to reduce the levels of friction during orthodontic treatment to a more rapid way and with the least number of the dentist visits. With the introduction of self-lighted brackets, it was observed that one of these devises main characteristics would be a reduction levels reduction of friction between brackets and wires, and because this the movement could be more efficient, with the application of low forces when compared the using of brackets with conventional ligation systems. The combination of these factors confers to the System of Braquetes Autoligados, efficiency and more previsible results of treatment. Key-words: self-ligations; orthodontics

17 27 SUMÁRIO 1 Introdução Proposição Revisão de Literatura Evolução dos Braquetes Autoligáveis A Ciência do Sistema Autoligável A filosofia autoligável assenta em três pilares fundamentais Tipos de resposta por pressão durante um tratamento ortodôntico Estudos comparativos entre os sistemas autoligáveis Prescrição Arcos do sistema autoligável EASY CLIP Diferença entre CONTOUR NITI e COOPER NITI Sequência do sistema de arcos EASY CLIP Especificações dos braquetes Acessório STOP Sistema autoligável ativo e passivo Braquetes com clip ativo Braquetes com clip passivo Fricção Atrito Emprego de fios de níquel-titânio termo-ativados Emprego de fios de baixo calibre nas fases iniciais do nivelamento Aumento nos intervalos de consulta e troca dos fios Mecânica de deslize com molas de níquel-titânio Diagnóstico baseado na análise facial Dicas clínicas Discussão Conclusão Referências Bibliográficas... 64

18 28 1 Introdução A Ortodontia é a ciência que estuda a etiologia, o desenvolvimento e o tratamento das más oclusões e trabalha com a movimentação dentária através do osso alveolar em direção a posicionamentos considerados mais estéticos, funcionais e estáveis. Os dispositivos utilizados para esse fim são inúmeros e é a Ortodontia Fixa que proporciona o melhor controle e possibilita a movimentação em todas as direções. Com o desenvolvimento de braquetes totalmente programados na década de 70, houve uma grande revolução e evolução, pois se criou a simplificação da mecânica, possibilitando a utilização de arcos com menos dobras, tornando a mecânica mais simples e prática, compatível com a dinâmica moderna de atendimento a pacientes, diminuindo o tempo de tratamento e de atendimento clínico (VANARSDALL, 1985). Entretanto, para a utilização do sistema de arco contínuo, foram necessárias modificações clínicas para adaptação aos recursos que os braquetes totalmente programados disponibilizavam. Assim, fios de alta tecnologia, de níquel-titânio, foram desenvolvidos e popularizados, para que permitissem grandes deflexões, sem aumento significativo na tensão/carga acumulada. Dessa forma, poderiam ser empregados no início do tratamento, para que os fios de aço inoxidável de baixo calibre, com alças de nivelamento, pudessem ser substituídos e o sistema de arco reto pudessem então ser literalmente utilizado. Atualmente, a tendência na Europa e Estados Unidos é de se fazer o tratamento ortodôntico com um menor número de manutenções. Isto é, ter períodos entre manutenções mais longos, em média, manutenções a cada 45 ou 60 dias. Enquanto, no Brasil, notamos manutenções normalmente a cada 15 ou 21 dias. Porém, agora contamos com os braquetes autoligados que foram idealizados de diversos tipos, com variações de forma, tamanho e materiais (FIORET, 2005). Por dispensar qualquer tipo de amarração, inúmeras vantagens foram atribuídas a este sistema, como a redução da fricção superficial na interface braquete/fio ortodôntico. Com esta redução, são necessárias forças de menor

19 29 intensidade para o estabelecimento da movimentação dentária realizada, assim, de uma forma mais rápida e eficiente (ARAÚJO, 2008). Com todas essas qualidades, estes artefatos nunca se difundiram de maneira permanente no cotidiano ortodôntico. Depois do ano de 2000, com o surgimento de braquetes autoligáveis de menores dimensões, melhor qualidade e melhor praticidade de manipulação estes artefatos tornaram-se interessantes ao uso diário do ortodontista (ARAÚJO, 2008).

20 30 2 Proposição Realizar uma revisão de literatura sobre o Sistema Autoligável, mostrando suas vantagens, desvantagens, prescrições, eficiência e os modelos de braquetes existentes no mercado.

21 31 3 Revisão de Literatura 3.1 Evolução dos Braquetes Autoligáveis Os primeiros trabalhos em ortodontia datam de 1728, quando Pierre Fauchard fez a primeira tentativa científica de movimentar dentes, utilizando uma tira de metal perfurada (Fig. 1). Figura 01 - The treatment of maloclusion of the teeth. 7th Ed. Philadelphia: SS White. Fonte: ANGLE, E. H., 1901 Tempos depois, em 1841, foi inventada a primeira banda de grampo ajustável com a introdução do parafuso lingual e, a partir daí, diversos aparelhos removíveis foram desenvolvidos. Somente em 1887 a ortodontia conheceu grande avanço, quando o Dr. Edward Hartley Angle criou um sistema mais confiável, com melhor controle da movimentação dentária, o que resultou na introdução do Aparelho Edgewise de múltiplas bandas. Tweed continuou o trabalho de Angle, tendo publicado seu primeiro artigo em Após a morte de Tweed, Merrifield, um dos seus mais brilhantes alunos, assumiu a instituição que pertencia a seu mestre, em Tucson, no Arizona, tendo devotado 40 anos de sua vida ao estudo da ortodontia (VANARSDALL, 1985).

22 32 O conceito de braquetes autoligaveis surgiu em 1935 (Fig. 2) e descreve o dispositivo de Russell Look, como sendo o primeiro sistema de braquetes nos quais era dispensado o uso de amarrilhos para fixação de arco (BERGER, 2000). Figura 02 Modelo de Sistemas autoligáveis Fonte: Harradine, 2008 O dispositivo de Russel Look (Fig. 3) dispunha de uma retenção do arco no interior da ranhura do braquete. Esta ranhura era obtida através de um sistema mecânico ajustado na superfície vestibular do artefato, funcionando como uma quarta parede da ranhura e com um sistema de parafuso horizontal com rosca que fixava no arco, permitindo grudar sua pressão sobre o mesmo (BERGER, 2000).

23 33 Figura 03 - Russell Look. Fonte: Harradine, Outra tentativa de inovação no sistema de fixação do arco na canaleta ocorreu somente em 1971, com o lançamento do braquete Edgelok, (Fig. 4) idealizado por Wildman e patenteado pela ORMCO. Figura 04 Ormco Edgelok Fonte: Harradine, Estes braquetes eram moldados em liga de cromo, que possui dureza superior ao aço inoxidável. Sua diferença em relação ao tradicional braquete Edgewise, é que apresentava uma tampa vestibular a qual deslizava para fechar a canaleta do braquete em um tubo de quatro paredes. Sendo considerado como um sistema passivo, visto que se baseava na relação do arco com a canaleta para controle do dente e não era armazenada energia no próprio braquete (WILDMAN, 1972). Seguindo os princípios de Edgelok, dois anos depois, surgiu na Alemanha em 1972, o Mobil-lock da Forestadent (Fig.5) que tinha inúmeras desvantagens, como o controle de rotação muito pobre e o difícil acesso para abertura e fechamento da tampa. Este braquete utilizava um instrumental para fechar e abrir uma canaleta, por meio da rotação de uma tampa semicircular do braquete dos dentes anteriores (BERGER, 2000).

24 34 Figura 05 - Móbil-lock Forestadent Fonte: Harradine, 2008 Em 1980, idealizado por Hanson, foi o lançamento do sistema de braquetes, diferente dos anteriores, chamado de Speed (Fig. 6). O Speed, além de ter dimensões mais reduzidas que as dos anteriores possuía uma tampa que deslizava no sentido vertical para fechamento da canaleta (BERGER, 2000). Figura 06 Speed Fonte: Harradine, 2008 Ao longo dos anos, algumas características desses braquetes foram se modificando no intuito de melhorar a eficiência dos sistemas. A principal característica dessa tampa é ter sido confeccionada originalmente em aço inoxidável e uma liga de níquel titânio resiliente, o que a torna extremamente flexível. Desta forma, o fio inserido na canaleta está sob ativação constante, resultando em movimentos dentários preciosos e controlados. Essa tampa superelástica é capaz de orientar o fio até que ele esteja completamente ajustado dentro da canaleta, para evitar movimentações indesejadas subsequentes de rotação, inclinação e torque durante a movimentação dentária. Foi demonstrado, por meio de experimentos científicos, que existe grande facilidade no fechamento das tampas dos braquetes, ocasionando redução do tempo de trabalho na clínica ortodôntica, em até quatro

25 35 vezes, com relação aos sistemas convencionais que utilizam elásticos (HARRADINE, 1996). Foi lançado, em 1986, o braquete Activa. Este foi originalmente desenhado por Irwin Pletcher, com o principal objetivo de acelerar o processo de fricção do arco nos braquetes (Fig. 7). Esse braquete apresentava-se de forma cilíndrica, com uma tampa curva rígida que, por meio do giro ocluso-gengival, abria e fechava a canaleta (HARRADINE E BIRNEI, 1996). Figura 07 Activa Fonte: Harradine, 2008 Em 1995, foi lançado o braquete Time (Adenta) idealizado pelo Dr. Wolfisang H. de Innsbruck e que se assemelhava ao tradicional Speed na aparência e na maneira ativa de atuação (Fig. 8). Seu tamanho era semelhante ao dos braquetes convencionais, e a tampa que abre na canaleta no sentido ocluso-gengival era curva e menos rígida do que as do primeiro sistemas, mesmo sendo de aço inoxidável (HARRADINE E BIRNEI, 1996). Figura 08 - Time (Adenta) Fonte. : Harradine, 2008

26 36 Em 1996, a American lançou o braquete com tampa ativa chamado Sigma e a Ormco lançou os sistemas passivos Damon SL 1 (Fig. 9) (DAMON,1998). Figura 09 - Damon SL 1 Fonte. : Harradine, 2008 Em 1999, foi lançado no mercado o braquete Damon SL 2, que são braquetes Edgewise geminados com uma tampa lisa e retangular deslizante entre as aletas. Nos braquetes do arco dentário superior, a tampa desliza no sentido incisal e, nos do arco inferior, no sentido gengival. Seu desenho permitia um rápido nivelamento e alinhamento, em virtude da reduzida fricção entre o braquete e a canaleta, desta forma os dentes deslizavam mais facilmente. Também em 1999, foi lançado pela A- Company mais um braquete passivo chamado Twin-Lock, semelhante ao Damon SL 2 (Fig. 10) (DAMON, 1998). Figura 10 - Twin-Lock Fonte: Harradine, 2008 Um dos últimos lançamentos desse tipo foi proposto pela GAC com o In- Ovation-R (Fig. 11), que combina com o controle dos sistemas geminados tamanho mini, porém com formato rombóide e com as demais características dos sistemas autoligados (Catálogo - GAC, 2003).

27 37 Figura 11 - In-Ovation-R Fonte: Harradine, 2008 Durante o alinhamento e nivelamento, utilizando-se fios redondos e de menor calibre, os braquetes são considerados passivos, pois a tampa está distante do fio dentro da canaleta. À medida que aumenta o calibre do arco e se passa a usar fios retangulares, o contato justo do fio com a tampa torna o ativo. O movimento dentário implica no contato de partes do aparelho, gerando atrito (embricamento das superfícies de contato). Com a evolução da Ortodontia, novas técnicas, designs e sistemas de aparelhos ortodônticos tinham sido desenvolvidos para aperfeiçoar os resultados dos tratamentos ortodônticos. Os braquetes autoligaveis (In-Ovation ) chegaram ao mercado com uma proposta inovadora e prática, pois conseguia reunir profissionais interessados em dar maior qualidade a seus tratamentos e pacientes em busca de conforto e rapidez de resultados (Catálogo - GAC, 2003). Em 1999, quando foi lançado o Damon SL 2 (Fig. 12), Figura 12 Damom SL 2 Fonte: Harradine, 2008.

28 38 Damon (1998) e Bagden (2006) sugeriram uma sequência de arcos para ser usado neste sistema: Fase de Alinhamento e Nivelamento: Niti Arco inicial - Inicia com movimento de alinhamento e nivelamento Niti Utilizado, ocasionalmente, como segundo arco em casos de adultos com apinhamento severo, quando não se está totalmente alinhado para passar a segunda fase. Fase de Arco de Canto de Alta Tecnologia: X.025 Niti Utiliza-se em arcos superiores e inferiores bem preparados. Quando este arco está difícil de ser inserido, utiliza-se o.014 X.025 Niti X.025 Niti Excelente arco de transição. Amplamente utilizado em arcos inferiores com distância inter braquete diminuída X.025 Niti Utilizado com 20 de torque anterior e curva reversa. Excelente como segundo arco para o tratamento de maloclusão de classe II subdivisão 2. Quando só requer intrusão deve-se usar o mesmo arco, sem torque no segmento anterior X.025 Niti Próximo arco a utilizar quando previamente se utilizou o.014 X.025 Niti SE. Excelente para a preparação prévia e a inserção do arco transição de aço.

29 39 Fase Mecânica Principal: X.025 Aço Excelente arco para manter a integridade do arco dental durante a correção ânteroposterior X.025 Aço Utiliza este arco inferior quando se requer um maior atrito entre o arco e a ranhura do braquete. Este arco é empregado para finalizar o caso e quando todos os torques são aceitos Fase Inicial: X.025 ou.017 X.025 TMA Na maioria dos casos, os arcos de trabalho também são mantidos na fase final. Quando se necessita de mais torque para detalhar esses casos, os arcos de TMA são uma ótima opção. O Sistema Damon aumenta a eficiência, efetividade e conforto na terapia ortodôntica. O tempo de tratamento diminui consideravelmente e o alinhamento inicial ocorre com excepcional velocidade e conforto. Estas eficiências, combinados com o intervalo de 10 semanas entre visitas, além da redução da necessidade de extrações, facilita aos pacientes viajar longas distâncias para serem tratados com os benefícios do Sistema Damon. Outra evidência adicional da aceitação do sistema pelos pacientes é o aumento substancial na quantidade de indicações de pacientes (DAMON, 1998). Em 2001, foi lançado o único sistema autoligável estético, ou seja, feito não de aço inoxidável, mas de fibra de vidro reforçado por um polímero, dando transparência ao braquete, é o Oyster fabricado pela Gestenco International AB (Fig.13). A tampa fecha sobre a canaleta, no sentido cérvico-oclusal, funcionando de forma ativa. No entanto, pode-se removê-la para que o braquete funcione como um sistema convencional, sendo necessária a utilização de amarrilhos metálicos ou elásticos para manter o fio dentro da canaleta (GESTENCO, 2003).

30 40 Figura 13 Oyster Fonte: GESTENCO, Em 2002, a GAC, lançou o sistema In-Ovation R, com pequenas melhorias. Este sistema ofereceu braquetes menores nos anteriores, o que tornou a distância interbraquetes maior e é considerado um sistema ativo, à medida que se aumenta o calibre do fio (Catálogo - GAC, 2003). A Adenta, neste mesmo ano, para a utilização da técnica lingual, foi quem desenvolveu um sistema autoligado chamado Evolution (Fig. 14), cuja proposta foi facilitar a fixação dos arcos, com a tampa de fechamento exercendo pressão ativa sobre o fio e funcionando como plano de mordida para os incisivos inferiores. Este sistema tem a prescrição Roth (BERGER, 1994). Figura 14 Evolution Fonte: Harradine, 2008 O sistema autoligado se diferencia pela maneira com que a tampa do braquete fecha a canaleta, podendo ter uma ação passiva ou ativa. Os sistemas atualmente encontrados no mercado, são considerados ativos, uma vez que o arco é

31 41 constantemente pressionado contra a canaleta do braquete, permitindo um maior controle de rotações e de torque já na fase de alinhamento e nivelamento. Em algumas tampa o controle se torna mais intenso à medida que o calibre do arco é aumentado. No entanto, a fricção se intensifica uma vez que a superfície toda da canaleta do braquete está em contato com o arco retangular. Existem sistemas passivos os quais possuem tapas que fecham a canaleta sem, no entanto, ficar constantemente pressionando o arco. Nestes casos não existe um controle imediato das rotações como nos ativos. Porém, ocorre menos fricção em mecânicas de deslizamento. A intenção dos passivos é de não ajustar o arco completamente na canaleta permitindo assim um maior deslizamento dos dentes com toque apenas nos cantos do arco retangular (CLOSS, 2005). Em 2004, foi introduzido um sistema autoligável estético chamado Opal, produzido pela Ultradent. É considerado um sistema passivo e tem prescrição Roth (Fig. 15). Figura 15 Opal Fonte: Harradine, 2008 Houve também, neste ano, o lançamento do sistema Damon 3, sendo este confeccionado com a base estética, a canaleta e a tampa de metal (Fig. 16). O surgimento dos braquetes autoligados passivos se diferenciam dos anteriores por diminuírem a fricção entre o fio e o braquete para quase zero (DAMON, 1998).

32 42 Figura 16 Damon 3 Fonte: Harradine, Em 2004 também, a 3M UNITEK lançou um sistema de braquete autoligável chamado Smart Clip, possuindo um avanço no design dos braquetes, revolucionando os métodos de encaixe e desencaixe dos fios. Desenvolveu-se um clip de nitinol com memória, que permitia fácil inserção dos fios na canaleta e a remoção dos mesmos. O clip deixava o fio livre dentro do slot, eliminando fricção nas fases iniciais do tratamento e proporcionando um movimento mais rápido do dente. Este braquete poderia receber ligaduras, tornando-se assim ativo quando necessário. Forças leves proporcionavam maior conforto ao paciente e sem comportas para abrir ou fechar, a inserção e remoção do arco eram muito mais rápidas e fáceis. O clip mantinha o arco dentro do slot até que a força recomendada para uma movimentação segura fosse excedida, contando assim também com uma maior eficiência na colagem (TREVISI, 2007) (Fig. 17). E esse processo ocorre ainda nos dias de hoje. Figura 17 Smart-Clip Fonte: Catálogo Unitek 3M

33 43 No ano de 2005, o sistema Damon introduziu no mercado um novo sistema de braquetes definido como Damon Mx (Fig. 18), um modelo mais avançado. Figura 18 Damon Mx Fonte: Harradine, Esse sistema possui um slot chanfrado para reduzir a fricção em casos muito apinhados (DAMON, 1998). Em 2006, a GAC introduziu no mercado o único modelo de braquete autoligável translúcido, o In-Ovation C. Somente o clipe deste braquete é metálico (Fig. 19) (KOCHENBORGER, 2009). Figura 19 - In-Ovation C Fonte: KOCHENBORGER, Neste mesmo ano foram lançados (Fig. 20) os sistemas Quick 2.0, com uma tecnologia aprimorada e um design inovador, da Forestadent, sistema Praxis da

34 44 Lancer Ortodontics, o sistema Opal Metálico da Ultradent e o sistema Carriére, este da A. Class One Ortodontics (MALTAGLIATI, 2008). Quick Carriere LX Praxis Opal Metálico Carriere SLB Figura 20 Modelos de Braquetes Autoligáveis Fonte: Harradine, 2008

35 45 Em 2007, a GAC lançou o sistema In-Ovation L, com braquetes bem pequenos usados para a técnica lingual. Podendo ser de colagem indireta ou direta. Para esses braquetes as indicações são apinhamentos de 6 mm ou menos, diastemas de 3 mm ou menos e rotação de canino de 25 ou menos (Catálogo - GAC, 2007) (Fig. 21). Figura 21 - In-Ovation L Fonte: CATÀLAGO GAC, 2007 Também em 2007, foi lançado pela 3M Unitek, um braquete cerâmico, chamado de Clarity SL com slot metálico (Fig. 22). É um sistema totalmente passivo e tem uma mecânica de deslize similar ao braquete metálico com prescrições no sistema MBT e Roth (UNITEK, 2007). Figura 22 - Clarity SL Fonte: Harradine, Em 2008, foi introduzido no mercado o primeiro braquete 100% brasileiro, o sistema Easy Clip, da Aditek, (Fig. 23). Este possui o desenho de um braquete

36 46 convencional, possibilita qualquer acessório ou auxiliar e usam-se fios de alta tecnologia, com os quais possuem uma deflexão maior e são chamados de Contour Niti. Na fabricação do protótipo diferentes materiais foram testados. A escolha do clipe de Niti foi devido à sua performace ideal na liberação de forças biocompatíveis programadas, mantendo a memória de forma. Com seu desempenho comprovado dentro dos princípios de precisão e durabilidade. Após a montagem, cada braquete é submetido a uma intervenção final onde seus cantos são arredondados (ADITEK, 2009). Figura 23 Easy Clip Fonte: Aditek, Também em 2008, foi introduzido o sistema Vision LP, pela American Ortodontics, sendo considerado um sistema passivo. Ela também lançou o sistema de braquetes autoligados chamado de Time 2 com prescrições Roth, MBT e Andrews, possuindo clip de aço. E, na terceira geração da categoria de autoligados, a American Orthodontics lançou o T3 (Fig. 24) (AMERICAN ORTHODONTICS, 2008). Figura 24: Time 2, Vision LP e Time 3. Fonte: American Orthodontics, 2008

37 47 Em 2009, foi lançado pela Ormco um dos braquetes autoligáveis mais modernos do mercado. Ele veio abrir novas portas para a prática de eficiência, flexibilidade clínica, estética e conforto do paciente, todo em metal, o Damon Q (Fig. 25) - um passo importante no sentido de baixo atrito, e uma tecnologia de ligadura passiva que oferece muito mais do que os dentes retos. Perfil de suporte e de tamanho pequeno, com suaves cantos arredondados, ajudam a prevenir interferência oclusal nos pacientes, oferecendo maior conforto e estética. Slots verticais e horizontais (podendo ser colocados até dois fios no mesmo braquete) proporcionam maior versatilidade para o tratamento (ORMCO, 2009). Figura 25 Damon Q Fonte: Ormco Corporation, Em 2009, a Forestadent lança um tubo autoligável o BIG FOOT. Este tubo proporciona um ajuste perfeito e garante a resistência ao máximo devido aos contornos gengivais, principalmente mesial, distal e oclusal. Eles são feitos de material extrafino o que torna o espaço entre o dente e o tubo extra e fácil para adaptá-lo (Fig. 26). Suas principais características são as almofadas (Base), entalhes especiais em cada lado dessa almofada, fácil adaptação e remoção. Esses

38 48 tubos autoligáveis são encontrados na prescrição Roth e MTB (www.forestadent.com). Figura 26 Big Foot Fonte:

39 A ciência do Sistema Autoligável A filosofia autoligável em conjunto com o novo sistema de alta tecnologia desenvolvida pela NASA, proporciona tratamentos ortodônticos mais rápidos e biologicamente mais seguros (BAGDEN, 2006). Essa filosofia fundamentada em dados científicos com comprovado sucesso no tratamento corretivo de casos complexos, também permite melhores condições de planejamento e execução dos tratamentos ortodônticos (BAGDEN, 2006). O sistema autoligável é um conceito completamente novo, que proporciona um posicionamento dentário ideal e uma melhoria na simetria da face, sem necessidade de extrações dentárias, expansão palatina e reduzindo em 70% o número de cirurgias dos maxilares (BAGDEN, 2006) A filosofia autoligável assenta em três pilares fundamentais - Braquetes Autoligáveis passivos ou ativos que oferecem baixa fricção, maior conforto e melhor higiene. - Nova tecnologia em arcos que usam forças mais leves e necessitam de menos ajustes. - Menor necessidade de mecânicas invasivas como extrações de dentes, expansão palatina rápida e eliminação do arco extra-oral. Isso tudo acontece quando ocorre uma importante e surpeendente ação da musculatura orbicular sobre os dentes, quando houver espaços interdentais, sejam estes diastemas ou espaços de extrações. Esse efeito denominado de autocinése, caracterizada por uma movimentação sempre no sentido posterior. Dessa forma, qualquer espaço tende a ser fechado, sempre de anterior para posterior, minimizando em muito a já tradicional vestibularização dos incisivos nos casos de apinhamento, ou a perda de ancoragem nos casos de exodontias de pré-molares (PROFFIT, 1993). A maioria dos casos com extração são feitos para criar espaço de modo a eliminar o apinhamento. Com a filosofia autoligável usa-se forças leves para converter o apinhamento em desenvolvimento lateral posterior dos maxilares, permitindo um posicionamento ideal dos dentes e uma melhor estética facial.

40 50 Também existe a evidência científica que este tipo de abordagem resulta numa menor reabsorção radicular e melhor resposta dos tecidos moles e da face (BAGDEN, 2006). O objetivo do sistema autoligável é alcançar o posicionamento dentário ideal e harmonia facial, ao mesmo tempo em que se mantêm a integridade vascular do osso alveolar cortical, mostrando como o uso de forças leves estimula o rápido movimento dentário. Entretanto, os aparelhos convencionais forçam os clínicos a usar forças muito mais pesadas, devido às ligas dos arcos e sua fricção devido à forma como o fio é preso ao braquete no sistema de borrachinhas ou amarrilhos metálicos (BAGDEN, 2006). Os níveis de força ótima para mover um dente de maneira ortodôntica deveriam ser apenas o suficiente para estimular a atividade sem ocluir por completo os vasos sanguíneos no ligamento periodontal (PROFFIT, 1993) Tipos de resposta por pressão durante um tratamento ortodôntico Reabsorção minante, que ocorre devido às forças pesadas usadas no tratamento ortodôntico convencional e reabsorção frontal que ocorre devido às forças leves usadas no movimento dentário. O oxigênio é o gatilho do mecanismo de remodelação do periodonto. Se a força aplicada sobre os dentes for muito grande, há a interrupção da vascularização do espaço periodontal, o oxigênio deixa de estar disponível e atividade celular diminui ou para (PROFFIT, 1993). Se a força aplicada é alta o suficiente para fechar por completo os vasos sanguíneos e cortar o suprimento, uma área necrótica avascular é formada. Esta área deve ser revascularizada antes dos dentes começarem a mover. A fricção deve ser eliminada de modo a alcançar forças leves e biologicamente ótimas (PROFFIT, 1993).

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