MRV ANUNCIA RESULTADOS DO 1T12

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1 MRV ANUNCIA RESULTADOS DO 1T12 Recorde de repasses: clientes no 1T12, 58% superior ao 1T11 Receita líquida atinge R$ milhões no 1T12, 26% superior ao 1T11 Belo Horizonte, 14 de maio de 2012 MRV Engenharia e Participações S.A. (BM&FBovespa: MRVE3 ADR OTCQX: MRVNY), anuncia hoje seus resultados do primeiro trimestre de 2012 (1T12). As informações financeiras são apresentadas em milhões de Reais (R$ milhões), exceto onde indicado o contrário, e têm como base as informações contábeis consolidadas, preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), que considera a Orientação OCPC 04 sobre a aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e com todos os pronunciamentos emitidos pelo CPC. Destaques Melhor trimestre no volume de repasses, crescimento de 58% no 1T12, quando comparado ao 1T11. Maior Banco de Terrenos histórico, com VGV potencial de R$ 18,3 bilhões. Melhor primeiro trimestre em unidades produzidas, com crescimento de 44 % em relação ao 1T11, atingindo unidades. Cash Burn no segmento residencial foi de R$ 109 milhões no 1T12, representando uma queda de 23% em relação à média trimestral de 2011, a despeito do crescimento de unidades produzidas e do Banco de Terrenos. Demanda forte possibilitando aumento de preço superior à variação do INCC. LOG Commercial Properties: Mercado forte e com grandes oportunidades possibilitaram que o agressivo plano de expansão siga se materializando. No 1T12 foram entregues mais m 2 de ABL para a operação, representando um crescimento de 82% em três meses. Receita líquida, EBITDA e lucro líquido no 1T12 atingiram R$ milhões, R$ 191 milhões e R$ 116 milhões, respectivamente. Margem bruta, margem EBITDA e margem líquida foram de 26,9%, 19,0% e 11,5% no 1T12, respectivamente. Maior operação do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) no Brasil. 1

2 Outros destaques do 1T12 Em maio de 2012, realizamos a sexta emissão de debêntures da Companhia no valor de R$ 500 milhões. Os recursos captados serão destinados para o alongamento do perfil da dívida. As amortizações ocorrerão no 4º e 5º ano e os juros serão pagos semestralmente; A MRV Engenharia foi premiada pelo Jornal Estado de São Paulo e pelo Secovi, com o Top Imobiliário pelo seu desempenho na região metropolitana de São Paulo em A companhia obteve a maior pontuação no ranking de classificação entre as construtoras; A brasileira MRV Engenharia é a empresa do setor de construção de edifícios residenciais com o maior lucro na América Latina e Estados Unidos, segundo estudo da consultoria Economatica, com base nas demonstrações financeiras de 2011; Segundo ranking elaborado pela IstoÉ Dinheiro e Brand Analytics em 2012, a MRV ocupa a 39º posição entre as marcas mais valiosas do Brasil, sendo a empresa de construção civil residencial mais bem colocada. TELECONFERÊNCIAS RESULTADO 1T12 Português Inglês 15 de Maio de de Maio de h00 (Brasília) / 09h00 (Nova York) 12h00 (Brasília) / 11h00 (Nova York) Telefone: +55 (11) Telefone: +1 (412) Código: MRV Código: MRV 2

3 Principais Indicadores Indicadores Financeiros (em R$ milhões) 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 Receita Operacional Líquida ,8% 25,5% Lucro Bruto ,4% 6,0% % Margem Bruta 26,9% 29,1% 31,8% 2,2 p.p. 5,0 p.p. Lucro Líquido ,5% 23,9% % Margem Líquida 11,5% 17,9% 19,0% 6,4 p.p. 7,5 p.p. EBITDA ,3% 4,9% % Margem EBITDA 19,0% 24,6% 25,1% 5,6 p.p. 6,1 p.p. Retorno sobre Patrimônio Líquido (a.a.) 13,3% 24,5% 20,7% 11,2 p.p. 7,3 p.p. Lucro por Ação (R$) 0,242 0,436 0,316 44,4% 23,4% Receita Bruta de Vendas a Apropriar ,2% 8,9% Custo de Unidades Vendidas a Apropriar (1.878) (1.909) (1.722) 1,6% 9,1% Resultado a Apropriar ,8% 8,7% % Margem do Resultado a Apropriar 44,2% 44,5% 44,3% 0,3 p.p. 0,1 p.p. Dívida líquida (caixa líquido) ,3% 102,7% Dívida líquida/pl 45,0% 42,5% 26,1% 2,5 p.p. 18,9 p.p. Dívida líquida/ebitda anualizado 2,23 1,49 1,05 49,2% 113,0% Banco de Terrenos 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 %MRV Landbank (em R$ bilhões) 18,3 17,0 14,1 7,2% 29,8% Número de Unidades ,8% 19,9% Área Útil (m 2 mil) ,2% 19,5% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,2% 8,3% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,4 2,3 2,2 4,8% 8,6% 100% Número de Empreendimentos ,0% 7,6% Landbank (em R$ bilhões) 19,6 18,3 14,9 7,0% 31,4% Número de Unidades ,5% 21,1% Unidades por projeto ,5% 12,6% Área Útil (m 2 mil) ,0% 20,8% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,4% 8,5% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,4 2,3 2,2 4,9% 8,8% Lançamentos 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 %MRV VGV (em R$ milhões) ,7% 38,3% Número de Unidades ,1% 27,6% Tamanho médio dos lançamentos (unidades) ,9% 12,2% Área Útil (m 2 mil) ,5% 31,9% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,3% 14,7% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,4 2,3 2,6 6,4% 9,4% 100% Número de Empreendimentos ,3% 35,5% VGV (em R$ milhões) ,8% 38,7% Número de Unidades ,7% 27,5% Área Útil (m 2 mil) ,5% 31,8% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,1% 15,4% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,4 2,3 2,6 4,0% 10,1% Vendas Contratadas 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 %MRV Vendas (em R$ milhões) ,4% 1,9% Número de Unidades ,1% 2,0% Área Útil (m 2 mil) ,8% 4,6% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,3% 0,1% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,5 2,4 2,4 0,9% 2,8% 100% Vendas (em R$ milhões) ,0% 1,6% Número de Unidades ,4% 1,6% Área Útil (m 2 mil) ,6% 5,6% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,7% 0,0% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,4 2,3 2,3 5,1% 4,2% Nota: Exceto quando mencionado o contrário, todos os valores incluídos nesta divulgação de resultados consideram o lucro líquido e patrimônio líquido atribuído aos acionistas da controladora. 3

4 Comentários da Administração O primeiro trimestre de 2012 foi um período de muitos desafios e resultados financeiros inferiores ao padrão e expectativas de nossa Companhia. Os números do 1T12 apresentados em nosso relatório apresentam impactos sazonais já conhecidos e variáveis até então pouco relevantes em nossos demonstrativos. O menor número de dias úteis, férias de verão, carnaval e período de chuvas contribuem para os primeiros trimestres de cada ano ser sazonalmente mais fraco que os demais. A despeito desta sazonalidade, tivemos avanços importantes em nossa área de produção e principalmente no repasse de clientes. Unidades produzidas (unidades) Unidades concluídas (unidades) Repasses (unidades) 44% 71% -1% -11% 58% 16% Em 2011, a CEF realizou diversos investimentos para aumentar a eficiência e produtividade de seus procedimentos e sistemas, benefícios que apareceram com destaque em nossos repasses do primeiro trimestre de 2012, estabelecendo um novo recorde trimestral. Seguimos com o ritmo de crescimento da produção, atingimos o maior Banco de Terrenos da história da Companhia e, devido ao contínuo ganho de eficiência em nossos processos, mantivemos a tendência de queda do consumo de caixa. 216 Cash Burn operacional MRV Residencial (R$ milhões) 84 Cash Burn MRV Residencial por unidade produzida (R$ mil) Média Trimestral 2008 Média Trimestral 2009 Média Trimestral 2010 Média Trimestral T T12 Em contrapartida aos resultados operacionais, neste trimestre, tivemos impactos negativos de variáveis até então pouco relevantes em nossos resultados que refletiram em menores margens, sendo eles: 1) Reconhecemos custos adicionais referentes a um maior volume de contrapartidas a prefeituras e autoridades; 2) Temos um projeto de qualidade total, cujo objetivo é o de superar as expectativas dos nossos clientes no momento da entrega das chaves. Para seguir com o nosso contínuo esforço de encantar 4

5 o cliente, seja com o projeto de qualidade total ou antecipação dos gastos de assistência técnica, tivemos dispêndios adicionais para os empreendimentos em fase mais avançada de construção. 3) Os atrasos de obras tem se tornado um dos principais problemas da indústria de construção civil no Brasil, sendo motivo de grande desgaste frente aos clientes. Neste sentido, seguimos com a nossa estratégia de manter nossas obras adiantadas em relação aos seus cronogramas. Atualmente, temos aproximadamente 85% de nossas obras adiantadas, 10% no cronograma e cerca de 5% atrasadas, nas quais, em respeito a nossos clientes, não fazemos qualquer correção e/ou ajuste dos preços vendidos independente de direitos contratuais. 4) Conforme procedimentos da Companhia, realizamos trimestralmente uma revisão de nossas premissas orçamentárias, independente do estágio de obra, em linha com as pressões de custos que afetam a indústria. Em relação aos pontos acima, ações específicas têm sido endereçadas. Na área de qualidade e custos de construção, os grandes canteiros têm contribuído através da padronização crescente para uma maior uniformização dos custos e temos disseminado as melhores práticas da Companhia aos empreendimentos com menor desempenho. Nosso objetivo é diminuir a discrepância de qualidade e custo entre os vários empreendimentos garantindo o encantamento dos nossos clientes e reduzindo desembolsos adicionais no término das obras e assistência técnica. Em paralelo e independentemente, seguimos constituindo provisão para manutenção de imóveis, cujo valor chegou a R$163 milhões ao final do 1T12, provisão proporcionalmente acima da média da indústria. Expandimos nossa operação para 26 novas cidades no último ano. Consequentemente, estas cidades já vêm contribuindo com despesas G&A, sem ainda contribuírem com vendas e ou recebimentos. Esta expansão está em linha com nossa estratégia de explorarmos cidades de grande potencial e com menor nível de concorrência e estas novas cidades estarão, em breve, adicionando novas receitas e recebimentos, diluindo nossos custos G&A. No futuro, como já construímos nossa malha de cidades, a expansão deverá ser substancialmente menor. Os processos de contratação dos financiamentos a construção e de clientes junto aos bancos estão mais fluidos. A aceleração da obra, em conjunto com os prazos de construção adequados nos contratos de venda e com a fluidez do processo de contratação implicarão em não termos mais atrasos de entrega, eliminando potenciais custos e ou desgastes com clientes. Embora os resultados financeiros do primeiro trimestre tenham ficado aquém de nossas expectativas e o desafio para o atingimento do Guidance de Margem Ebitda tenha aumentado, acreditamos que nossa operação balanceada, nossos controles e cultura de custos nos colocarão de volta aos patamares de rentabilidade anteriores no devido tempo. O mercado imobiliário continua aquecido no segmento econômico, com oferta inferior à demanda e disponibilidade de crédito de qualidade para os nossos clientes. Estes sólidos fundamentos possibilitam a elevação de preços e pautarão o crescimento de nossas vendas contratadas. 5

6 Desempenho Operacional Lançamentos (%MRV) Lançamentos (%MRV) (R$ milhões) Lançamentos por Fonte de Financiamento 1T12 - %MRV (em unidades) -38% % FGTS 79% SBPE 21% Durante o 1T12, a Companhia lançou unidades. A Companhia continua focando suas operações majoritariamente no Programa Habitacional do Governo, Minha Casa Minha Vida. Lançamentos no 1T12 por Distribuição Geográfica %MRV (R$) Interior 65% Capitais 6% Reg. Metropol itanas 29% Lançamentos 1T12 por Estado %MRV (R$ milhões) Estado R$ milhões % São Paulo ,5% Minas Gerais ,2% Espírito Santo 80 12,5% Mato Grosso 77 12,0% Rio de Janeiro 38 5,9% Total ,0% 6

7 Vendas Contratadas (%MRV), líquidas de permutas Vendas Contratadas (%MRV) (R$ milhões) Vendas Contratadas por Fonte de Financiamento 1T12 - %MRV (em unidades) -2% % FGTS 81% SBPE 19% As vendas contratadas (%MRV) em 1T12 totalizaram R$ 815 milhões (7.273 unidades). 81% das vendas do trimestre foram elegíveis ao programa MCMV. Vendas Contratadas no 1T12 por Distribuição Geográfica %MRV (R$) Capitais 20% Interior 48% Reg. Metropo litanas 32% Vendas por Período de Lançamento (%MRV) Período de Vendas Contratadas %MRV (em %) Lançamento T10 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 1T12 3% 4T11 11% 23% 3T11 16% 25% 20% 2T11 9% 14% 8% 10% 1T11 17% 16% 12% 9% 8% 4T10 31% 38% 34% 24% 16% 15% 3T10 21% 23% 11% 13% 7% 6% 6% 2T10 26% 35% 15% 9% 8% 5% 6% 5% 1T10 11% 27% 8% 4% 3% 3% 2% 2% 1% % 60% 32% 19% 12% 11% 9% 9% 8% 4% % 44% 22% 12% 13% 11% 9% 8% 7% 6% 2% Antes de % 9% 7% 3% 4% 4% 3% 3% 3% 3% 1% Total 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% Os lançamentos do 1T12 foram concentrados em março. 7

8 Vendas sobre Oferta 39% 40% 34% 33% 37% 33% 32% 24% 26% 22% 15% 22% 21% 25% 25% 29% 19% Vendas sobre oferta = Vendas / (Estoque Inicial + Lançamentos) Estoque a Valor de Mercado (%MRV) Em 31 de março de 2012, o estoque a valor de mercado totalizava R$ 3,91 bilhões (R$ 3,74 bilhões em 31 de dezembro de 2011). Deste total, 84% das unidades em estoque eram elegíveis ao programa MCMV. Vale ressaltar que foram realizadas atualizações de preços das unidades em estoque. Estoque a Valor de Mercado por Fonte de Recurso de Financiamento %MRV (unidades) (31/03/2012) Estoque a Valor de Mercado por Fase de Construção %MRV (R$) (31/03/2012) FGTS 84% SBPE 16% 34% 3% 63% Não iniciada Em andamento Encerrada Ao final do 1T12 detínhamos aproximadamente 5 trimestres de vendas em estoque Duração do Estoque (trimestres) Duração do Estoque = Estoque final / Vendas 8

9 Banco de Terrenos (%MRV) Vale ressaltar que foram realizadas atualizações de preços dos projetos em nosso banco de terrenos. Banco de Terrenos Banco de Terrenos inicial (em R$ milhões) Aquisições/Ajustes (R$ milhões) Lançamentos (R$ milhões) Banco de Terrenos final (em R$ milhões) Banco de Terrenos (unidades em milhares) Nº de unidades por empreendimento (média) Preço Médio (em R$ mil) (1.043) (1.389) (644) Banco de Terrenos %MRV (R$ bilhões) 17,0 18,3 9,0 10,6 13,6 Dez-08 Dez-09 Dez-10 Dez-11 Mar-12 Em 1T12, 50% de nossos terrenos foram adquiridos através de permuta, modalidade que beneficia o ciclo financeiro e permite um volume maior de aquisições sem queima de caixa. Produção Unidades produzidas (unidades) 44% -1% Unidades concluídas (unidades) 71% -11%

10 Atualmente, gerenciamos 330 canteiros de obras, com um número médio de 290 unidades por canteiro, um aumento de 2% quando comparado ao tamanho médio de nossos canteiros em 31 de dezembro de Nº de unidades por Canteiro de Obra Dez-07 Dez-08 Dez-09 Dez-10 Dez-11 Mar-12 Banco de Terrenos Mar/12 Crédito Imobiliário 285% Unidades contratadas % Repasses (em unidades) 58% 16% O número de repasses de clientes no 1T12 foi de unidades, uma evolução de 58% quando comparados aos repasses de 1T11. Consumo de caixa (Cash Burn) O consumo de caixa (cash burn) das operações da MRV no segmento residencial, no primeiro trimestre de 2012, foi de R$ 109 milhões, apresentando uma queda de 23% em relação à média trimestral de Em relação aos R$ 339 milhões consumidos no 4T11, a queda foi de 68%. Com o contínuo ganho de eficiência em nossos processos, o consumo específico de caixa por unidade produzida manteve a tendência de queda. 10

11 216 Cash Burn operacional MRV Residencial (R$ milhões) 84 Cash Burn MRV Residencial por unidade produzida (R$ mil) Média Trimestral 2008 Média Trimestral 2009 Média Trimestral 2010 Média Trimestral T T12 A MRV considera a operação de CRI como dívida até o momento do efetivo desligamento dos clientes ou vencimento das obrigações. Cash Burn Operacional LOG (% MRV) (em R$ milhões) Média Trimestral 2008 Média Trimestral 2009 Média Trimestral 2010 Média Trimestral T12 A LOG é uma empresa de propriedades comerciais e industriais, cujo segmento é de capital intensivo e o cash burn não é uma métrica utilizada neste segmento. Apresentamos o consumo de caixa de nossa subsidiária LOG Commercial Properties apenas para fins de esclarecimento de cálculo do valor constante no balanço consolidado da Companhia. LOG Commercial Properties Indicadores Operacionais No primeiro trimestre de 2012, a LOG deu continuidade ao seu plano de crescer a fim de se consolidar como o maior player de propriedades imobiliárias industriais do país. Foram incorporadas novas áreas ao portfólio da Companhia que representaram um crescimento do 7,2%, totalizando 1,1 milhão m² de ABL 1 entre projetos de galpões logísticos, shopping centers e lajes comerciais. 1 ABL - Área Bruta Locável vide glossário no anexo 8 11

12 Evolução do Portfólio LOG (em m 2 ABL) - %LOG ,8% 10,8% ,3% 7,1% ,0% 6,8% 80,4% 81,7% 85,2% dez/10 dez/11 mar/12 Galpões Shopping/Strip Mall Office O gráfico acima não considera o projeto de loteamento industrial localizado em Betim, estado de Minas Gerais. Este projeto conta com área de aproximadamente 6 milhões de m 2, sendo aproximadamente 2,8 milhões de m 2 de área comercializável, possuindo grande potencial de valorização e retornos para a LOG Commercial Properties. Este é, atualmente, o único projeto da LOG Commercial Properties cujas unidades são intencionadas para venda e não locação. ABL em Operação (em m 2 ABL) - %LOG dez/10 dez/11 mar/12 jun/12e A LOG Commercial Properties totalizou m 2 de ABL entregue para locação em 31 de março de 2012, um aumento de 81,6% em relação ao final de Foram entregues novas áreas de projetos que já possuíam fases em operação ao fim de 2011 e também foram entregues novas áreas de novos projetos. As áreas entregues pela Companhia até o fim do primeiro trimestre de 2012 estavam localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. As perspectivas de crescimento para o setor de propriedades industriais e comerciais garantem o otimismo na expansão dos negócios durante Até o final do 1T12, do total de áreas entregues, A LOG possuía mais de 125 mil m² de área locada além de mais 10 mil m² de área pré-locada de projetos em construção. As áreas entregues próximas do final do primeiro trimestre de 2012 estão em avançadas negociações para fechamento dos contratos de locação e a estimativa é de alcançar 100% de ocupação das áreas entregues pela Companhia até o fim de maio de As altas taxas de absorção de áreas de galpões no país contribuíram para o crescimento nos preços de locação de forma positiva. O yield on cost 2 dos projetos entregues durante o 1T12 foi de 18,1% totalizando um yield on cost médio dos projetos entregues até 31 de março de 2012 de 17,2%. 2 Yield on cost vide glossário no anexo 8 12

13 Desempenho Econômico-Financeiro Receita Operacional Líquida 802 Receita Líquida (em R$ milhões) 26% -14% (em R$ milhões) 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 Receita operacional líquida ,6% 21,9% Resultado financeiro alocado à receita líquida ,6% 100,9% Receita operacional líquida total ,8% 25,5% Lucro Bruto Lucro Bruto (em R$ milhões) e Margem Bruta (%) MRV - Consolidado 31,8% 29,1% 26,9% ,0% 6% -20% 400 5,0% ,0% ,0% -55,0% -75,0% - A margem bruta do 1T12 está impactada em 3,5 p.p. pelos encargos financeiros alocados no CMV (custo dos imóveis vendidos). Excluindo-se os encargos financeiros, a margem bruta do 1T12 foi de 30,4% comparado com 32,3% no 4T11 e 35,2% no 1T11. No quadro abaixo demonstramos os encargos financeiros alocados no CMV:

14 Custo Financeiro alocado ao CMV (em R$ milhões) 1T12 4T11 1T11 Custo Financeiro alocado ao CMV % da Receita Líquida 3,6% 3,3% 3,4% Despesas Comerciais Despesas Comerciais (em R$ milhões) 34% 67-7% 63 % Desp. Comerciais / Vendas Contratadas (%MRV) e % Desp. Comerciais / Receita Líquida 5,8% 5,8% 7,7% 47 5,6% 4,7% 6,2% % Rec. Líquida % Vendas Despesas Gerais e Administrativas (G&A) Despesas Gerais e Administrativas (em R$ milhões) 34% -13% % Desp. G&A / Vendas Contratadas (%MRV) e % Desp. G&A / Receita Líquida 4,8% 5,0% 5,3% 5,3% 4,3% 6,6% % Rec. Líquida % Vendas Outras Receitas Operacionais, Líquidas (em R$ milhões) 1T12 4T11 1T11 Outras receitas operacionais, líquidas (4)

15 EBITDA* *Vide definição no Glossário EBITDA (em R$ milhões) e Margem EBITDA (%) ,1% 24,6% 19,0% ,0% 400-5% 5,0% % ,0% ,0% ,0% ,0% - Segue abaixo a abertura do cálculo do EBITDA: em R$ milhões 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 Lucro antes dos impostos (38,4%) (20,2%) Depreciações e Amortizações (25,7%) 72,0% Resultado Financeiro 4 5 (12) (11,5%) (133,9%) Encargos financeiros incluídos no CMV (5,6%) 32,4% EBITDA (33,3%) (4,9%) Margem EBITDA 19,0% 24,6% 25,1% (5,6 p.p.) (6,1 p.p.) Resultado Financeiro (em R$ milhões) 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 Despesas financeiras (34) (34) (24) 1,0% 41,5% Receitas financeiras ,2% 20,3% Receitas financeiras provenientes de clientes ,5% 3,0% Total (4) (5) 12 11,5% 133,9% Abaixo estão demonstrados os resultados financeiros totais ajustados pelos encargos financeiros alocados ao custo dos imóveis vendidos: (em R$ milhões) 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 Resultado financeiro (4) (5) 12 11,5% 133,9% Custo Financeiro alocado ao CMV (36) (38) (27) 5,6% 32,4% Total ajustado (40) (43) (15) 6,3% 168,9% 15

16 Lucro Líquido 25,0% 5,0% -15,0% -35,0% -55,0% -75,0% Lucro Líquido (em R$ milhões) e Margem Líquida (%) 19,0% 17,9% % % 11,5% ROE (anualizado) (7,3 p.p.) 24,5% 20,7% (11,2 p.p.) 13,3% Para o cálculo do ROE, utilizamos o lucro líquido do trimestre atribuído aos acionistas da controladora anualizado, dividido pela média do patrimônio líquido atribuído aos acionistas da controladora no período. Resultado a Apropriar (em R$ milhões) mar/12 dez/11 mar/11 Var. Mar-12 x Dez-11 Var. Mar-12 x Mar-11 Receita Bruta de Vendas a apropriar ,2% 8,9% (-) Custo de Unidades Vendidas a apropriar (1.878) (1.909) (1.722) 1,6% 9,1% Resultado a apropriar ,8% 8,7% Margem do Resultado a apropriar % 44,2% 44,5% 44,3% 0,3 p.p. 0,0 p.p. 16

17 Balanço Patrimonial Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras (Títulos e valores mobiliários) Em 31 de março de 2012, possuíamos um saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações financeiras (Títulos e valores mobiliários) no montante de R$ milhões, um acréscimo de 5,3% em relação aos R$ milhões em 31 de dezembro de Mantemos uma posição sólida de caixa e uma baixa alavancagem, dando tranquilidade para nossas operações em períodos de incertezas da economia global e possíveis impactos na economia brasileira. Clientes por Incorporação de Imóveis (em R$ milhões) mar/12 dez/11 Adiantamento de Clientes Estoques (Imóveis a comercializar) Var. Mar-12 x Dez meses ,0% 13 a 24 meses ,0% 25 a 36 meses ,7% 37 a 48 meses ,6% 49 meses em diante ,4% Total ,6% Clientes por incorporação de imóveis ,7% Receita de vendas a apropriar ,2% Total ,6% (em R$ milhões) mar/12 dez/11 Var. Mar-12 x Dez meses ,0% 13 a 24 meses ,6% Após 24 meses ,1% Total ,7% Adiantamentos por recebimentos ,3% Adiantamentos por permutas ,8% Total ,7% (em R$ milhões) mar/12 dez/11 Var. Mar-12 x Dez-11 Imóveis em construção ,2% Imóveis concluídos ,4% Estoque de terrenos ,8% Adiantamento a fornecedores ,5% Estoque de materiais ,1% Total ,2% Circulante ,6% Não circulante ,4% 17

18 Endividamento Em 31 de março de 2011, o endividamento total da Companhia era de R$ milhões e totalmente denominado em reais, substancialmente indexados à variação do certificado de depósito interbancário e taxa referencial. Em maio de 2012, realizamos a sexta emissão de debêntures da Companhia no valor de R$ 500 milhões. Os recursos captados serão destinados para o alongamento do perfil da dívida. As amortizações ocorrerão no 4º e 5º ano e os juros serão pagos semestralmente. Com o avanço da eficiência na contratação do Apoio a Produção/Plano Empresário, o mix da dívida entre dívida corporativa e SFH irá paulatinamente se alterar, tendo um crescimento de participação do financiamento a construção. Abaixo seguem os detalhes de nossas dívidas: Cronograma de Vencimento da Dívida (em R$ milhões) Empréstimo - Financiamento* Debêntures Total 12 meses a 24 meses a 36 meses a 48 meses meses em diante Dívida Total Em 31 de março de 2012, o duration 3 da dívida da MRV era de 24 meses. Detalhamento da Dívida (em R$ milhões) Vencimento Encargos Saldo Devedor Mar-12 Dez-11 Capital de Giro Debêntures - 1ª emissão - 1ª série CDI + 1,5% a.a Debêntures - 1ª emissão - 2ª série IPCA + 10,8% a.a Debêntures - 3ª emissão CDI + 1,6% a.a Debêntures - 5ª emissão CDI + 1,5% a.a Capital de Giro - CDI 06/01/2011 a 21/08/2013 CDI + 1,02% a 2,80% a.a CCB que lastrearam a operação de CRI 16/3/2013 a 16/3/2015 CDI + 1,15% a.a Financiamento à construção Debêntures - 4ª emissão TR + 8,25% a 10,25% a.a Financiamento à construção 10/01/2011 a 15/11/2013 TR + 8% a 10,5% a.a Outros Debêntures - MRV LOG CDI + 2,20 % a.a Total Duration vide glossário no anexo 8. 18

19 Dívida Líquida (R$ Milhões) Custo médio ponderado da Dívida Saldo Devedor Mar/12 Saldo Devedor /Total (%) Custo Médio CDI % CDI + 1,5% TR % TR + 8,1% Outros (IPCA + 10,8%, Pré Fixada 4,5%, outros) 29 1% - Total % - (em R$ milhões) mar/12 dez/11 Var. Mar-12 x Dez-11 Dívida total ,6% (-) Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras (1.177) (1.117) 5,3% Dívida Líquida ,3% Patrimônio Líquido Total ,3% Dívida Líquida / PL Total 45,0% 42,5% 2,5 p.p. EBITDA Anualizado ,8% Dívida Líquida / EBITDA Anualizado 2,23 1,49 49,2% (em R$ milhões) mar/12 dez/11 Var. Mar-12 x Dez-11 Dívida MRV residencial ,9% (-) Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras MRV Residencial (1.104) (1.033) 6,8% Dívida Líquida MRV Residencial ,0% Dívida MRV LOG (% MRV) ,2% (-) Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras MRV LOG (% MRV) (73) (84) 13,1% Dívida Líquida MRV LOG (% MRV) ,2% Dívida Líquida Total ,3% Programa de Recompra de Ações Plano de Recompra Aprovação RCA 10/08/2011 Duração do Plano 1 ano Status Ativo Quantidade aprovada Quantidade adquirida até 31/ % adquirida 30,9% Custo Total (R$ mil) Preço médio de aquisição (R$) 11,67 19

20 Guidance Guidance 2012 Vendas Contratadas (%MRV) - R$ milhões ~ Margem EBITDA* 24% ~ 28% * considerando as práticas contábeis brasileiras vigentes Relações com Investidores Leonardo Corrêa Diretor Executivo de Finanças Tel.:+(55 31) Mônica Simão Diretora Executiva de Relações com Investidores Tel.: +(55 31) Gerson Mazer Gestor Executivo de Relações com Investidores Tel.: +(55 31)

21 Anexo 01 Demonstração do Resultado Consolidada (R$ milhões) em R$ milhões 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (13,8%) 25,5% CUSTO DOS IMÓVEIS VENDIDOS (737) (829) (547) (11,1%) 34,7% LUCRO BRUTO (20,4%) 6,0% Margem Bruta 26,9% 29,1% 31,8% (2,2 p.p.) (5,0 p.p.) RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Despesas comerciais (63) (67) (47) (6,7%) 33,7% Despesas gerais e administrativas (54) (62) (40) (13,3%) 34,1% Outras receitas operacionais, líquidas (4) 32 3 (111,4%) (234,9%) LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO (37,9%) (12,0%) RESULTADO FINANCEIRO Despesas financeiras (34) (34) (24) 1,0% 41,5% Receitas financeiras (5,2%) (20,3%) Receitas financeiras provenientes dos clientes por incorporação ,5% 3,0% de imóveis LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (38,4%) (20,2%) Imposto de renda e contribuição social (15) (14) (18) 8,7% (14,1%) LUCRO DO EXERCÍCIO (41,3%) (20,8%) LUCRO ATRIBUÍVEL A PARTICIPAÇÕES NÃO CONTROLADORAS ,4% 14,4% LUCRO LÍQUIDO ATRIBUÍVEL AOS PROPRIETÁRIOS DA CONTROLADORA (44,5%) (23,9%) Margem líquida 11,5% 17,9% 19,0% (6,4 p.p.) (7,5 p.p.) EBITDA (R$ milhões) em R$ milhões 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 Lucro antes dos impostos (38,4%) (20,2%) Depreciações e Amortizações (25,7%) 72,0% Resultado Financeiro 4 5 (12) (11,5%) (133,9%) Encargos financeiros incluídos no CMV (5,6%) 32,4% EBITDA (33,3%) (4,9%) Margem EBITDA 19,0% 24,6% 25,1% (5,6 p.p.) (6,1 p.p.) 21

22 Anexo 02 Balanço Patrimonial Consolidado (R$ milhões) ATIVO 31/03/ /12/2011 Var. Mar/12 x Dez/11 CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa ,0% Aplicações financeiras (Títulos e valores mobiliários) (23,1%) Clientes por incorporação de imóveis ,8% Clientes por prestação de serviços 1 1 (6,8%) Clientes por locação ,6% Estoques (Imóveis a comercializar) ,6% Aplicações vinculadas em poupança ,7% Tributos Correntes a Recuperar (1,5%) Outros ativos ,4% Total do ativo circulante ,2% NÃO CIRCULANTE Clientes por incorporação de imóveis ,8% Estoques (Imóveis a comercializar) ,4% Créditos com empresas ligadas ,6% Impostos diferidos ativos 1 1 (10,6%) Depósitos judiciais e outros ,8% Total do realizável a longo prazo ,8% Propriedades para investimentos ,1% Imobilizado ,7% Intangível ,8% Total do ativo não circulante ,7% TOTAL DO ATIVO ,4% 22

23 Anexo 02 Balanço Patrimonial Consolidado (R$ milhões) continuação PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 31/03/ /12/2011 PASSIVO CIRCULANTE Var. Mar/12 x Dez/11 Fornecedores ,9% Empréstimos e financiamentos ,7% Contas a pagar por aquisição de terrenos (1,5%) Adiantamentos de clientes ,0% Obrigações sociais e trabalhistas ,6% Obrigações fiscais ,2% Provisão para manutenção de imóveis ,9% Dividendos propostos Outras contas a pagar ,7% Total do passivo circulante ,1% PASSIVO NÃO CIRCULANTE Empréstimos e financiamentos (2,6%) Contas a pagar por aquisição de terrenos ,5% Adiantamentos de clientes ,1% Provisão para manutenção de imóveis ,0% Provisões para riscos cíveis, trabalhistas e tributários ,6% Impostos diferidos passivos ,9% Total do passivo não circulante ,2% PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio líquido atribuível a proprietários da Controladora ,5% Participações não controladoras ,5% Total do Patrimônio Líquido ,3% TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO ,4% 23

24 Anexo 03 Demonstração do Fluxo de Caixa Consolidada (R$ milhões) Consolidado (R$ milhões) 1T12 4T11 1T11 4T11 1T11 FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO (41,3%) (20,8%) Ajustes para reconciliar o lucro líquido do exercício com o caixa aplicado 45 (22) 47 (298,3%) (4,1%) nas atividades operacionais: Redução (aumento) nos ativos operacionais: (227) (584) (258) (61,2%) (12,3%) Aumento (redução) nos passivos operacionais: (50) (265,7%) (480,6%) Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais (101) (352) (33) (71,4%) 205,8% FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO (Aumento) redução em títulos e valores mobiliários (9) (30,4%) (634,2%) Adiantamentos a partes relacionadas (15) (24) (84) (36,4%) (82,0%) Recebimento de partes relacionadas (35,0%) (83,8%) Aquisição de propriedades para investimento (34) (81) (29) (57,6%) 18,6% Aumento líquido com a entrada de novo acionista Aquisição de ativo imobilizado e intangível (17) (16) (7) 3,7% 138,4% Recebimento pela venda de ativo imobilizado e imóveis destinados a venda Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento (5) 51 (43) (110,1%) (87,9%) FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Recebimentos líquidos pela emissão de ações ,7% - Gasto com a Emissão de Ações - (1) Ações em Tesouraria Ganho (perda) em alienação parcial de participação em controlada Valores recebidos de empréstimos e financiamentos ,8% (16,1%) Recebimento por debêntures Amortização de empréstimos, financiamentos e debêntures (125) (155) (173) (18,9%) (27,3%) Dividendos pagos Juros de Capital Próprio Pagos Aportes líquidos de acionistas não controladores (14) 10 3 (237,5%) (501,8%) Caixa líquido gerado pelas atividades de financiamento ,9% (14,3%) AUMENTO (REDUÇÃO) LÍQUIDO NO CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 103 (265) 168 (138,7%) (38,7%) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA No início do exercício (22,2%) 7,6% No fim do exercício ,0% 0,1% 24

25 Anexo 04 Indicadores Financeiros LOG CP 100% (R$ milhões) Indicadores Financeiros (em R$ milhões) 1T12 4T11 1T11 Var. % 1T12 x 4T11 Var. % 1T12 x 1T11 Receita Operacional Líquida 3,6 3,3 0,5 9,1% 596,3% Lucro Bruto 2,8 2,7 0,4 5,9% 615,4% Margem Bruta 78,8% 81,2% 76,7% -2,4 p.p. 2,1 p.p. Lucro Líquido 3,9 5,0 (0,0) -22,4% ,0% Margem Líquida 107,5% 151,2% -0,2% -43,7 p.p. 107,7 p.p. EBITDA 1,4 1,1 (0,5) 36,7% -412,6% Margem EBITDA 40,2% 32,1% -89,5% 8,1 p.p. 129,7 p.p. FFO 4,6 5,6 0,1-17,4% 3778,2% Margem FFO 128,7% 170,0% 23,1% -41,3 p.p. 105,6 p.p. Dívida Líquida 133,3 45,2 76,2 195,2% 74,9% Dívida Líquida / PL 0,3 0,1 1,0 192,5% -68,5% Anexo 05 Demonstração do Resultado Consolidada LOG CP 100% (R$ milhões) DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO 1T12 4T11 1T11 Var. % 1T12 x 4T11 Var. % 1T12 x 1T11 RECEITA LÍQUIDA DE ALUGUÉIS ,1% 596,3% CUSTO DOS ALUGUÉIS (1) (1) (0) 23,0% 533,3% LUCRO BRUTO ,9% 615,4% RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Despesas comerciais (0) (0) (0) 140,9% 1937,5% Despesas gerais e administrativas (2) (2) (1) -14,4% 82,5% Outras despesas operacionais, líquidas 0 (0) (0) -209,8% -325,0% (PREJUÍZO) LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO 1 0 (1) 56,2% -217,2% RESULTADO FINANCEIRO Encargos financeiros (0) (0) (0) 221,1% -4,1% Receitas financeiras ,2% 505,5% (PREJUÍZO) LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 5 7 (0) -28,2% -4511,2% IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Correntes (1) (0) (0) 159,8% 1869,8% Diferidos (0) (2) 0-77,4% -362,7% LUCRO (PREJUÍZO) DOS PERÍODOS 4 5 (0) -22,4% ,0% LUCRO (PREJUÍZO) ATRIBUÍVEL A Acionistas controladores 4 5 (0) -22,4% ,5% Acionistas não controladores ,0% -100,0% 25

26 Anexo 06 Balanço Patrimonial Consolidado LOG CP 100% (R$ milhões) ATIVO 31/03/12 31/12/11 Var. % mar/12 x PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 31/03/12 31/12/11 Var. % mar/12 x CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa ,1% Fornecedores ,2% Clientes por aluguel ,7% Empréstimos e debêntures ,9% Impostos a recuperar ,3% Salários, encargos sociais e benefícios ,0% Despesas antecipadas ,7% Impostos e contribuições a recolher ,9% Estoques 2 5 0,0% Contas a pagar por aquisição de terrenos ,7% Outros ativos ,0% Adiantamentos - Permutas ,4% Total do ativo circulante ,5% Dividendos a pagar 1 1 0,0% Obrigações com empresas relacionadas ,4% NÃO CIRCULANTE Outros ,3% Despesas antecipadas 1 1-9,2% Total do passivo circulante ,7% Estoques ,7% Créditos com empresas relacionadas - - 0,0% PASSIVO NÃO CIRCULANTE Impostos a recuperar 4-0,0% Empréstimos e debêntures ,8% Imposto de renda e contribuição social Contas a pagar por aquisição de ,5% diferidos terrenos ,7% Depósitos judiciais ,7% Adiantamentos - Permutas ,0% Propriedades para investimento ,7% Imposto de renda e contribuição social diferidos ,3% Imobilizado ,0% Outros 1 1 0,0% Total do ativo não circulante ,8% Total do passivo não circulante ,0% Total dos passivos ,0% TOTAL DOS ATIVOS ,9% PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio líquido atribuível aos acionistas da Controladora ,9% Participações dos acionistas não controladores 0 0 5,9% Total do patrimônio líquido ,9% TOTAL DOS PASSIVOS E DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO ,9% 26

27 Anexo 07 Demonstração do Fluxo de Caixa Consolidada LOG CP 100% (R$ milhões) DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA 1T12 1T11 Var. % 1T12 x 1T11 FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro Liquido do Exercício 4 (0) ,0% Ajustes para reconciliar o lucro liq. com o caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades operacionais 1 (0) ,5% (Aumento) redução nos ativos operacionais: (6) (0) 1179,7% Aumento nos passivos operacionais: ,3% Caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades operacionais (1) (0) 789,3% FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Redução (aumento) com empresas relacionadas ,0% Aquisição de propriedades para investimento (79) (53) 47,4% Outros (0) - 0,0% Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento (79) (52) 49,8% FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Amortização de empréstimo - - 0,0% Captação de empréstimo e debêntures, líquido ,9% Pagamento de juros (0) - 0,0% Aporte (compra) de acionistas não controladores ,8% Caixa líquido gerado pelas atividades de financiamento ,2% (REDUÇÃO) AUMENTO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (26) 9-386,0% CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA No início do exercício ,5% No fim do período ,7% INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES (Pagamentos de saldos em aberto de períodos anteriores) aquisição de propriedades para investimento não pagas no período, líquido. 14-0,0% 27

28 Anexo 08 Glossário ABL - Área Bruta Locável, que corresponde às áreas disponíveis para locação. Banco de Terrenos (Landbank) terrenos mantidos em estoque com a estimativa de VGV futuro dos mesmos. Cash Burn consumo de caixa medido pela variação da dívida líquida, excluindo-se os aumentos de capital, recompra de ações mantidas em tesouraria e os dividendos pagos, quando houver. Duration Prazo médio ponderado de vencimento da dívida. EBITDA - é o lucro líquido antes do resultado financeiro, encargos financeiros incluídos na rubrica de custo dos imóveis vendidos, do imposto de renda e da contribuição social, das despesas de depreciação e amortização e da participação de acionistas não controladores. A MRV entende que a reversão do ajuste a valor presente das contas a receber de unidades vendidas e não entregues registrada como receita operacional bruta faz parte de suas atividades operacionais e, portanto, esta receita não foi excluída no cálculo do EBITDA. O EBITDA não é uma medida de desempenho financeiro segundo as Práticas Contábeis Adotadas no Brasil e as IFRS, tampouco deve ser considerado isoladamente, ou como alternativa ao lucro líquido, como medida de desempenho operacional, ou alternativa aos fluxos de caixa operacionais, ou como medida de liquidez. Outras empresas podem calcular o EBITDA de uma maneira diferente da MRV. Em razão de não serem consideradas, para o seu cálculo, o resultado financeiro, encargos financeiros incluídos na rubrica de custo dos imóveis vendidos, o imposto de renda e a contribuição social, as despesas de depreciação e amortização e a participação de acionistas não controladores, o EBITDA funciona como indicador do desempenho econômico geral da MRV, que não é afetado por alterações da carga tributária do imposto de renda e da contribuição social ou dos níveis de depreciação e amortização. O EBITDA, no entanto, apresenta limitações que prejudicam a sua utilização como medida da lucratividade da MRV, em razão de não considerar determinados custos decorrentes dos negócios da MRV, que poderiam afetar, de maneira significativa, os lucros da MRV, tais como resultado financeiro, tributos, depreciação e amortização, despesas de capital e outros encargos relacionados. FFO Funds From Operations, que é igual ao Lucro Líquido menos depreciação. INCC Índice Nacional de Custos da Construção refere-se ao índice de inflação atrelado aos custos de construção de unidades residenciais. LOG Commercial Properties Empresa subsidiária, controlada em conjunto, com atuação em propriedades comerciais e industriais. Lucro por ação - O lucro básico por ação é calculado por meio da divisão do lucro líquido do trimestre atribuído aos detentores de ações ordinárias da controladora pela quantidade média ponderada de ações ordinárias disponíveis durante o período, excluídas as ações em tesouraria, se houver. Margem FFO Margem calculada dividindo o resultado do FFO pela Receita Operacional Líquida. Minha Casa Minha Vida - O Programa Minha Casa Minha Vida, conhecido como MCMV, é o programa nacional de habitação do Governo Federal, que tem como objetivo a redução do Déficit Habitacional. O programa prevê a construção de três milhões de moradias para famílias com renda mensal de até R$ 5 mil. Este programa está na segunda fase. O Minha Casa Minha Vida 1, lançado em abril de 2009, com o objetivo de construir um milhão de moradias, que foram contratadas até 2010 e atualmente está em vigor o Minha Casa Minha Vida 2, lançado em 2010, com o objetivo de construir dois milhões adicionais de moradias, a serem contratadas entre 2011 e Novo Mercado - Segmento especial de listagem da BOVESPA, com regras diferenciadas de governança corporativa, do qual a Companhia faz parte a partir de 23 de julho de

29 OCPC 04 e Método POC (Percentage of Completion) A receita, bem como os custos e despesas relativos à atividade de incorporação, são apropriados ao resultado ao longo do período de construção do empreendimento imobiliário, à medida da evolução do custo incorrido, de acordo com o OCPC 04. A maior parte das nossas vendas é realizada a prazo, com os recebimentos em parcelas. Em geral, recebemos o valor (ou parte do valor, no caso de vendas a prazo) dos contratos de venda antes da apropriação da receita. A receita de incorporação relativa a um período reflete a apropriação de vendas contratadas anteriormente. Permuta física sistema de compra de terreno pelo qual o proprietário do terreno recebe um determinado número de unidades do empreendimento a ser construído no mesmo. Portfólio LOG Commercial Properties contempla a ABL dos projetos em operação, em construção e a ABL potencial em desenvolvimento. Recursos do SFH Recursos do SFH são originados do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e dos depósitos de caderneta de poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo SBPE). Resultados de Vendas de Imóveis a Apropriar Se refere ao resultado do saldo de transações de vendas de imóveis já contratadas, referentes a imóveis não concluídos e seus respectivos custos orçados a incorrer. ROE - Return On Equity (em português: Retorno sobre o Patrimônio Líquido). O ROE é definido pelo quociente entre o lucro líquido (depois de juros e impostos) e o valor médio do patrimônio dos acionistas. Starwood Capital Global Group - O Starwood é um gestor de Private Equity com sede em Greenwich, nos Estados Unidos. Criado em 1991, o Starwood já investiu mais de US$ 8 bilhões em capital, representando mais de US$ 26 bilhões em ativos. O Starwood possui aproximadamente US$ 16 bilhões em ativos sob gestão, tendo investido em praticamente todos os ramos imobiliários de forma global, incluindo escritórios, shoppings, residencial, golf, hotéis, resorts e ativos industriais. SBPE Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo Financiamento bancário que tem como fonte os recursos da poupança. Venda Contratada Valor dos contratos firmados com os clientes, referentes à venda de Unidades prontas ou para entrega futura. VGV Valor Geral de Vendas - O valor do VGV equivale ao total de Unidades potenciais de lançamento, multiplicado pelo preço médio de venda estimado da Unidade. Yield on cost Taxa de retorno calculada pela divisão das receitas de aluguel pelo investimento total. 29

30 Aviso Exceto quando mencionado o contrário, os dados operacionais se referem ao percentual da MRV nos empreendimentos. As afirmações contidas neste documento relacionadas a perspectivas sobre os negócios, projeções sobre resultados operacionais e financeiros e aquelas relacionadas a perspectivas de crescimento da MRV são meramente projeções e, como tais, são baseadas exclusivamente nas expectativas da diretoria sobre o futuro dos negócios. Essas expectativas dependem, substancialmente, das aprovações e licenças necessárias para homologação dos projetos, condições de mercado, do desempenho da economia brasileira, do setor e dos mercados internacionais e, portanto, sujeitas a mudanças sem aviso prévio. O presente relatório de desempenho inclui dados não contábeis como operacionais, financeiros e projeções com base na expectativa da Administração da Companhia. Os dados não contábeis tais como quantitativos e valores de Lançamentos, Vendas Contratadas, valores do programa do MCMV, estoque a valor de mercado, Banco de Terrenos, Resultado a apropriar, EBITDA, consumo de caixa, e projeções não foram objeto de revisão por parte dos auditores independentes da Companhia. O EBITDA indicado neste relatório representa o lucro líquido antes do resultado financeiro, encargos financeiros incluídos na rubrica de custo dos imóveis vendidos, do imposto de renda e da contribuição social, das despesas de depreciação e amortização e da participação de acionistas não controladores. A MRV entende que a reversão do ajuste a valor presente das contas a receber de unidades vendidas e não entregues registrada como receita operacional bruta faz parte de suas atividades operacionais e, portanto, esta receita não foi excluída no cálculo do EBITDA. O EBITDA não é uma medida de desempenho financeiro segundo as Práticas Contábeis Adotadas no Brasil e as IFRS, tampouco deve ser considerado isoladamente, ou como alternativa ao lucro líquido, como medida de desempenho operacional, ou alternativa aos fluxos de caixa operacionais, ou como medida de liquidez. Outras empresas podem calcular o EBITDA de uma maneira diferente da MRV. Em razão de não serem consideradas, para o seu cálculo, o resultado financeiro, encargos financeiros incluídos na rubrica de custo dos imóveis vendidos, o imposto de renda e a contribuição social, as despesas de depreciação e amortização e a participação de acionistas não controladores, o EBITDA funciona como indicador do desempenho econômico geral da MRV, que não é afetado por alterações da carga tributária do imposto de renda e da contribuição social ou dos níveis de depreciação e amortização. O EBITDA, no entanto, apresenta limitações que prejudicam a sua utilização como medida da lucratividade da MRV, em razão de não considerar determinados custos decorrentes dos negócios da MRV, que poderiam afetar, de maneira significativa, os lucros da MRV, tais como resultado financeiro, tributos, depreciação e amortização, despesas de capital e outros encargos relacionados. Relacionamento com Auditores Independentes Em conformidade com a Instrução CVM nº 381/03 informamos que os nossos auditores independentes - Deloitte Touche Tohmatsu - não prestaram durante o ano de 2010 e 2011 outros serviços que não os relacionados a auditoria externa. A política da empresa na contratação de serviços de auditores independentes assegura que não haja conflito de interesses, perda de independência ou objetividade. Sobre a MRV A MRV Engenharia e Participações S.A. é a maior incorporadora e construtora brasileira no segmento de Empreendimentos Residenciais Populares, com mais de 32 anos de atuação, presente em 111 cidades, em 18 estados brasileiros e no Distrito Federal. A MRV integra o Novo Mercado da BM&FBovespa e é negociada com o código MRVE3. Os ADRs são negociados no OTCQX International Premier do Mercado de Balcão (OTC), sob o código MRVNY. 30

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