Psicossociologia do Trabalho

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Psicossociologia do Trabalho"

Transcrição

1 Psicossociologia do Trabalho Valores e Atitudes Valores Atitudes 1

2 Valores Um valor é uma crença duradoura de que um modo de conduta específico ou um estado de existência, é pessoalmente ou socialmente preferível a outros opostos ou concorrentes Rokeach Sistema de valores Hierarquia baseada na graduação dos valores do indivíduo em termos da sua intensidade. IMPORTÂNCIA DOS VALORES Estão na base das atitudes e motivações Influenciam as percepções Pode haver choque entre valores pessoais e os da empresa/outros grupos 2

3 Fonte dos valores (2º Robbins) - Genética (40% da variação???) - Ambiental Cultura nacional Educação dos pais Professores Amigos Taxonomias de Valores Allport (1951) - 6 Tipos de valores 1. Teóricos Dão importância à descoberta da verdade através de uma abordagem crítica e racional. 2. Económicos Dão ênfase ao prático e útil. 3. Estéticos Dão o valor máximo à forma e harmonia 4. Sociais Dão o valor mais elevado ao amor às pessoas 5. Políticos Dão ênfase à obtenção de poder e influência 6. Religiosos/Espirituais Preocupam-se com a unidade da experiência e a compreensão dos cosmos como um todo. 3

4 Rokeach (1973) 2 conjuntos de VALORES Fundamentais Estados de existência desejáveis (Os objectivos que as pessoas gostariam de alcançar durante a vida) Instrumentais Modos de comportamento preferíveis (formas de alcançar os valores fundamentais) Rokeach (1973) 2 FUNDAMENTAIS conjuntos de VALORES Uma vida confortável, próspera. Uma vida emocionante, activa e estimulante. Um sentido de Realização (Contribuição duradoura). Um Fundamentais mundo em paz (Sem guerra nem conflitos) Instrumentais Um mundo de beleza (Beleza da natureza Modos e das artes). de comportamento Estados de existência Igualdade (Irmandade, igualdade de oportunidades). preferíveis (formas de desejáveis (Os objectivos que as Segurança familiar (Tomar conta daqueles alcançar de que se gosta). valores pessoas gostariam de alcançar Liberdade (Independência e liberdade de fundamentais) escolha) durante a vida) Felicidade, contentamento. Harmonia interna (Liberto de conflitos internos) Amor maduro (Intimidade sexual e espiritual) Segurança nacional (Protecção de ataques) Prazer (Uma vida agradável e calma) Salvação (Vida eterna) Auto-respeito (Auto-estima) Reconhecimento social (Respeito admiração). Amizade verdadeira (Companheirismo). Sabedoria (Um entendimento completo da vida) 4

5 Rokeach (1973) 2 conjuntos de VALORES Instrumentais Ambicioso (Trabalhador, ascendente) Tolerante Capaz (Eficaz, competente). Alegre Fundamentais (Contente). Estados Limpo (Arrumado, de ordenado). existência desejáveis Corajoso (Lutar (Os objectivos pelos seus que ideais). as pessoas Clemente gostariam (Disposto a de perdoar alcançar os outros). fundamentais) durante Prestável a vida) (Trabalhar para o bem estar dos outros). Honesto (Sincero, verdadeiro). Imaginativo (Ousado e criativo). Independente (Confiante e auto suficiente). Intelectual (Inteligente e que reflecte). Lógico (Consistente e racional). Amoroso (Afectuoso, sensível). Obediente (Cumpridor, respeitador). Educado (Cortês, com boas maneiras). Responsável (De confiança). Controlado (Contido, disciplinado).v Instrumentais Modos de comportamento preferíveis (formas de alcançar os valores Valores no trabalho (Robbins) Quatro fases históricas (Consoante a geração os autores encontraram uma especificidade de valores no trabalho e uma correspondência com o sistema de valores de Rokeach. A cada geração atribuíram uma fase e uma denominação correspondente). 5

6 ATITUDES Afirmações avaliativas relativas a objectos, pessoas ou acontecimentos (Robbins, 1996) Atitude é um estado de preparação mental ou neural, organizado através da experiência e exercendo uma influência dinâmica sobre as respostas individuais a todos os objectos ou situações com que se relaciona (Allport, 1935) Os pontos em comuns das diversas posições sobre as atitudes são: 1. As atitudes referem-se a experiências subjectivas - as atitudes expressam o posicionamento de um indivíduo ou de um grupo, construído a partir da sua história e, portanto, com um carácter aprendido. 2. As atitudes são sempre referidas a um objecto - quando se fala de uma atitude, refere-se sempre essa atitude relativamente a algo. 3. As atitudes incluem sempre uma dimensão avaliativa - uma atitude traduz sempre uma posição que, face a um determinado objecto social pode ser expressa por, gosto/não gosto, concordo/discordo. (c.f. Lima 1993 in Vala & Monteiro) Componentes das atitudes (Modelo dos três componentes das atitudes de Rosenberg & Hovland, 1960) V.I. Mensuráveis Variáveis Intervenientes V.D. Mensuráveis Respostas do sistema AFECTIVA nervoso simpático Afirmações verbais de afecto Objecto de atitude e.g. indivíduo, situação, grupo social ATITUDE COGNITIVA Respostas perceptivas Afirmações verbais crenças COMPORTAMENTAL Comportamentos observáveis Afirmações verbais relativas a acções 6

7 Componentes das atitudes (c.f. Robbins p. 180) 1. Cognitivas ou informativas Consistem em crenças e informações que os indivíduos têm sobre o objecto, independentemente de serem correctas ou não. Ex: A discriminação é errada 2. Afectivas ou emocionais Incluem os sentimentos ou afecto (positivos, neutrais ou negativos) relativos a um objecto Ex: Eu não gosto do João porque ele discrimina as minorias Inferíveis Directamente observáveis 3. Comportamentais Consiste na intenção que uma pessoa tem de se comportar de uma determinada maneira relativamente a alguém ou alguma coisa Ex: Eu vou evitar encontrar-me com o João devido a não gostar dele. Funções das atitudes (c.f. Luthans p.141) Função de ajustamento As atitudes ajudam no ajustamento dos empregados ao ambiente de trabalho, e servem de base para comportamentos futuros. Face a um estímulo externo adopta-se uma atitude positiva ou negativa, o que nos faz ficarmos ajustados. Função Ego-defensiva Defesa da auto imagem. As atitudes servem para justificar a acção e defender o ego. As nossas atitudes relativas a um objecto justificam o nosso comportamento. Função de expressão dos valores A expressão das atitudes servem para expressar os valores das pessoas Função de conhecimento As atitudes podem ser estruturantes da realidade, como sendo fornecedoras de conhecimento relativamente ao objecto de atitude. 7

8 Atitudes e consistência (EQUILIBRIO DE TENSÃO) Teoria da Dissonância Cognitiva de Leon Festinger Uma incompatibilidade entre duas ou mais atitudes ou entre uma atitude e um comportamento Os indivíduos não suportam a tensão e farão algo para diminuir a dissonância. A força para querer reduzir a dissonância é determinada por três factores:.1 Importância dos elementos que criam a dissonância; - Se a importância dos elementos que criam a dissonância é alta a pressão para diminuir a tensão é alta. Exemplo (Importância dos elementos elevada): 1º Nenhuma empresa deve poluir o ar e a agua 2º Despejar os esgotos da fábrica no rio local é o melhor para o interesse económico da fábrica Soluções para diminuir tensão: - Mudar comportamento - parar de poluir o rio - Diminuir importância da dissonância - eu tenho que ganhar a vida e como responsável da fábrica eu tenho que por os seus interesses acima dos ambientais. - Mudar a atitude - não há mal nenhum em poluir o rio! - Procurar elementos consonantes que enfraqueçam os dissonantes - Os benefícios que a sociedade tem da fábrica são maiores do que a poluição do rio 8

9 2. O grau de influência que os indivíduos acreditam ter sobre os elementos; - Se a dissonância é percebida como imposta, sem se ter controle sobre os seus resultados, a probabilidade de mudança de atitude é baixa, apesar de a dissonância se manter, pode-se racionalizar e justificar (exemplo, uma ordem superior). 9

10 3. As recompensas que possam estar envolvidas na dissonância. - Recompensas elevadas acompanhando dissonâncias elevadas tendem a diminuir a tensão inerente à dissonância. Experiência de dissonância Factores moderadores 1 Importância 2 Influência 3 Recompensa Mudança de atitudes Relação Atitude - Comportamento (Variáveis moderadoras que aumentam relação A-C) 1. Uso de atitudes e comportamentos específicos Quanto mais específica for a atitude que medimos e quanto mais específicos formos a identificar um comportamento relacionado, maior é probabilidade de termos uma relação forte A-C 2. Constrangimentos sociais -A pressão do grupo pode fazer a pessoa ter comportamentos contra as suas atitudes 3. Experiência com a atitude em questão - A relação C-A é maior se a atitude a ser avaliada se referir a algo que já tenhamos experiência. Ex: Somos capazes de responder a qualquer questionário, mas será que o facto de termos uma atitude a favor da preservação das espécies marinhas na Amazónia, tem capacidade de prever o nosso comportamento quanto a fazermos uma doação a favor essa causa? 10

11 Avaliação das atitudes.1 Escalas de atitudes - Pressuposto - Podemos medir as atitudes através das crenças, opiniões e avaliações do sujeito através da auto-descrição do posicionamento individual. - Escala de Thurstone Caracterização da atitude do sujeito através do seu posicionamento face a atitudes previamente cotadas por júris. - Escala de Likert Apresenta atitudes ou claramente favoráveis ou desfavoráveis relativamente a um objecto. Ex: Todos os psicólogos são complicados. Aprovo Aprovo Indeciso Desaprovo Desaprovo plenamente plenamente - Diferenciador semântico Bom Mau Bonito Feio.2 Medidas corporais - Pressuposto - é possível avaliar as atitudes através de sinais corporais. - Respostas naturais manifestas Sinais posturais ou ou expressões faciais dos interlocutores. Exs: - nas atitudes interpessoais - Correlação negativa entre a distância em que se situam dois interlocutores a a atitude positiva que manifestam; Correlação positiva entre a frequência do contacto visual e atracção interpessoal sentida - Respostas naturais escondidas Alterações corporais de nível fisiológico Exs: Resposta galvânica da pele (RGP) - Mudança na condutibilidade eléctrica da pele devido à actividade diferencial das glândulas suporíferas, controladas pelo sistema nervoso simpático. Estudos com palavras com carga emocional forte. Resposta pupilar - aumento ou diminuição da pupila. Estudos com apresentação de slides de lideres políticos diferenciados. - Respostas fisiológicas condicionadas - Falso indicador fisiológico 11

12 .3 Medidas comportamentais - Observações de comportamentos reveladores de atitudes, observações essas que passam despercebidas aos sujeitos. Ex: (Wallace 1966) Avaliação das atitudes raciais de estudantes brancos, através da distância que se sentavam de indivíduos negros. Mudança de Atitudes (c.f. Luthans, p. 142) 1. Identificar as barreiras à mudança de atitudes. - Comprometimento prévio - Informação insuficiente 2. Fornecer informação nova 3. Usar o medo : Nível - para mudar crenças das pessoas. - Elevado - Pessoas rejeitam a mensagem por ser demasiado assustadora/ameaçadora, deixa de ser credível - Médio - Pessoas tomam consciência da situação - Baixo - As pessoas ignoram, não é suficiente para chamar a atenção. 4. Reduzir as discrepâncias - Pode-se mudar as atitudes reduzindo a dissonância 5. Influência de amigos e colegas 6. Abordagem de cooperação - Fazer com que uma pessoa que está insatisfeita com uma determinada situação, se envolva nessa situação, para assim a melhor compreender e poder mudar as suas atitudes 12

13 Mudança de Atitudes - Factores influentes (c.f. Mitchell & Larson 1987, pp ) 1. Características do comunicador - Prestigio e/ou conhecimento - Imparcialidade do comunicador - Familiaridade e sentimentos positivos 2. Construção da mensagem - Extremismo (Moderado ou elevado) - Apresentação dos prós e contras - Apelos com medo 3. Características do alvo: - Comprometimento com a atitude - Nível de auto-estima 4. Factores situacionais - Antecipação da persuasão - Suporte social do comunicador 13

Psicossociologia do Trabalho

Psicossociologia do Trabalho Psicossociologia do Trabalho 159 000 000 pnoriega@fmh.utl.pt 1 pnoriega@fmh.utl.pt 2 pnoriega@fmh.utl.pt 3 Liderança Introdução - Liderança, natureza e necessidade Teorias dos traços de liderança Teoria

Leia mais

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL Escola Secundária com 3º CEB de Coruche 0 EDUCAÇÃO SEXUAL INTRODUÇÃO A Educação da sexualidade é uma educação moral porque o ser humano é moral. É, também, uma educação das atitudes uma vez que, com base

Leia mais

COMUNICAÇÃO EM PEQUENOS GRUPOS

COMUNICAÇÃO EM PEQUENOS GRUPOS PSICOLOGIA DA COMUNICAÇÃO Ciências da Comunicação CONTEXTOS DE COMUNICAÇÃO: COMUNICAÇÃO EM PEQUENOS GRUPOS Aspectos gerais Definição de pequeno grupo Tipos de grupos Estrutura e Dinâmica de grupo Resolução

Leia mais

José Octávio Serra Van-Dúnem PhD Professor/ Consultor Setembro 2014

José Octávio Serra Van-Dúnem PhD Professor/ Consultor Setembro 2014 José Octávio Serra Van-Dúnem PhD Professor/ Consultor Setembro 2014 Organizações Positivas LOGOS ou razão, princípio e explicação. HOLI, a comemoração da harmonia. Conjugamos conhecimento e sabedoria,

Leia mais

ÁREA COMPORTAMENTAL E DESENVOLVIMENTO PESSOAL

ÁREA COMPORTAMENTAL E DESENVOLVIMENTO PESSOAL ÁREA COMPORTAMENTAL E DESENVOLVIMENTO PESSOAL COMUNICAÇÃO E IMAGEM COMO FACTORES COMPETITIVOS A sua empresa tem problemas ao nível da comunicação interna? Promover a Comunicação assertiva no relacionamento

Leia mais

Saber dar e receber Feedback

Saber dar e receber Feedback Saber dar e receber Feedback Imagem de http://sestudo.blogspot.com/ Um presidente da Câmara de Nova Iorque, Ed Koch, passeava nas ruas da cidade e perguntava às pessoas o que achavam do seu desempenho

Leia mais

Psicossociologia do Trabalho. I didn t say that I didn t say it. I said that I didn t say that I said it. I Want to make that very clear

Psicossociologia do Trabalho. I didn t say that I didn t say it. I said that I didn t say that I said it. I Want to make that very clear Psicossociologia do Trabalho COMUNICAÇÃO I didn t say that I didn t say it. I said that I didn t say that I said it. I Want to make that very clear Comunicação Funções Processo da comunicação. Emissor.

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALMEIDA GARRETT VILA NOVA DE GAIA CÓDIGO 400798 FORMAÇÃO CÍVICA

ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALMEIDA GARRETT VILA NOVA DE GAIA CÓDIGO 400798 FORMAÇÃO CÍVICA ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALMEIDA GARRETT VILA NOVA DE GAIA CÓDIGO 400798 FORMAÇÃO CÍVICA Para uma Educação e Formação Social, Humana e Profissional dos alunos da Escola Secundária Almeida Garrett 1. Orientações

Leia mais

Comunicação Não Violenta

Comunicação Não Violenta Comunicação Não Violenta Ana Paula Franke Eder Conrado de Oliveira Mariangela Marini SIPAT 2013 21 de outubro O QUE É CNV? A Comunicação Não-Violenta é um processo de entendimento que facilita a harmonização

Leia mais

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO DEFINIÇÕES OPERACIONAIS E INDICADORES COMPORTAMENTAIS Pag. 1 Elaborada por Central Business Abril 2006 para o ABRIL/2006 2 COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

Fundamentos do Comportamento de Grupo

Fundamentos do Comportamento de Grupo Fundamentos do Comportamento de Grupo 1: Motivação no trabalho e suas influências sobre o desempenho: Definir e classificar os grupos; Analisar as dinâmicas presentes nos grupos; Refletir sobre a influência

Leia mais

TREINO DE APTIDÕES SOCIAIS

TREINO DE APTIDÕES SOCIAIS APTIDÕES SOCIAIS TREINO DE APTIDÕES SOCIAIS Objectivo: aumentar as competências do sujeito para lidar com situações sociais e diminuir a sua ansiedade ou desconforto nestas Teorias acerca da etiologia

Leia mais

Comportamento social de Personagens Sintéticos: Dinâmica de Grupo. Rui Prada rui.prada@tagus.ist.utl.pt GAIPS, INESC-ID IST UTL

Comportamento social de Personagens Sintéticos: Dinâmica de Grupo. Rui Prada rui.prada@tagus.ist.utl.pt GAIPS, INESC-ID IST UTL Comportamento social de Personagens Sintéticos: Dinâmica de Grupo Rui Prada rui.prada@tagus.ist.utl.pt GAIPS, INESC-ID IST UTL Sumário Introdução Exemplos Problema Modelo Estudo Conclusões Introdução É

Leia mais

Vós sois deuses, pois brilhe a vossa a luz! Jesus

Vós sois deuses, pois brilhe a vossa a luz! Jesus CURSO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E ESPIRITUAL DESCUBRA A ASSINATURA DE SUAS FORÇAS ESPIRITUAIS Test Viacharacter AVE CRISTO BIRIGUI-SP Jul 2015 Vós sois deuses, pois brilhe a vossa a luz! Jesus I SABER

Leia mais

ATITUDES: são sentimentos pró ou contra pessoas e coisas com quem entramos em contato. Atitudes são formadas durante o processo de

ATITUDES: são sentimentos pró ou contra pessoas e coisas com quem entramos em contato. Atitudes são formadas durante o processo de ATITUDES: são sentimentos pró ou contra pessoas e coisas com quem entramos em contato. Atitudes são formadas durante o processo de interação/socialização Definição: Organização duradoura de crenças e cognições

Leia mais

Competir na Economia do Conhecimento

Competir na Economia do Conhecimento Competir na Economia do Conhecimento Formação Outdoor 17 de Outubro de 2007 S. Pedro de Moel Nesta acção de formação outdoor, de cariz comportamental, será dada ênfase ao trabalho em equipa, muito importante

Leia mais

LEARNING MENTOR. Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219. Perfil do Learning Mentor. Módulos da acção de formação

LEARNING MENTOR. Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219. Perfil do Learning Mentor. Módulos da acção de formação LEARNING MENTOR Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219 Perfil do Learning Mentor Módulos da acção de formação 0. Pré-requisitos para um Learning Mentor 1. O papel e a função que um Learning Mentor

Leia mais

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR Estímulos de Marketing Outros Estímulos Características do comprador Processo de decisão do comprador Produto Preço Praça Promoção Econômicos Tecnológicos Políticos Culturais Culturais Sociais Pessoais

Leia mais

COACHING COMERCIAL. - Um PROCESSO ao serviço do. DESENVOLVIMENTO Pessoal e. Profissional - DESENVOLVIMENTO DA PERFORMANCE COMERCIAL LACOSTE P/V 2008

COACHING COMERCIAL. - Um PROCESSO ao serviço do. DESENVOLVIMENTO Pessoal e. Profissional - DESENVOLVIMENTO DA PERFORMANCE COMERCIAL LACOSTE P/V 2008 COACHING COMERCIAL LACOSTE P/V 2008 - Um PROCESSO ao serviço do DESENVOLVIMENTO Pessoal e Profissional - 1 COACHING: do que se trata! Existem variadas definições para caracterizar o Coaching, no entanto

Leia mais

care XIII meeting Dra. Adriana Vidal Schmidt Médica Alergista - Mestre pela UFPR Professora do Ambulatório de Cosmiatria SBME - Regional Paraná

care XIII meeting Dra. Adriana Vidal Schmidt Médica Alergista - Mestre pela UFPR Professora do Ambulatório de Cosmiatria SBME - Regional Paraná XIII meeting care Dra. Adriana Vidal Schmidt Médica Alergista - Mestre pela UFPR Professora do Ambulatório de Cosmiatria SBME - Regional Paraná Se o seu coração é absoluto e sincero, você naturalmente

Leia mais

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência)

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência) SEREI UM EMPREENDEDOR? Este questionário pretende estimular a sua reflexão sobre a sua chama empreendedora. A seguir encontrará algumas questões que poderão servir de parâmetro para a sua auto avaliação

Leia mais

Inteligência Emocional. A importância de ser emocionalmente inteligente

Inteligência Emocional. A importância de ser emocionalmente inteligente Inteligência Emocional A importância de ser emocionalmente inteligente Dulce Sabino, 2008 Conceito: Inteligência Emocional Capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos

Leia mais

MODUSS VIVENDI. Meio através do qual você poderá conquistar o estilo de vida almejado.

MODUSS VIVENDI. Meio através do qual você poderá conquistar o estilo de vida almejado. MODUSS VIVENDI Meio através do qual você poderá conquistar o estilo de vida almejado. LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO Novas sugestões para o Administrador de uma empresa mais do que especial O SÍNDICO Ênfase na

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO INTERPESSOAL

O DESENVOLVIMENTO INTERPESSOAL O DESENVOLVIMENTO INTERPESSOAL A Motivação : a força geradora do comportamento Quando nos interrogamos sobre a razão pela qual o indivíduo age de determinada maneira, estamonos a interrogar pelos motivos,

Leia mais

Marketing Ambiental. Abril, 2011

Marketing Ambiental. Abril, 2011 Baseado em: Marketing Ambiental, de Joaquim Caetano, Marta Soares, Rosa Dias, Rui Joaquim e Tiago Robalo Gouveia, Plátano Editores, 2008 Abril, 2011 O ambiente de hoje Ao longo das últimas décadas têm

Leia mais

Reforce o seu próprio PODER PESSOAL Introdução à Gestão do Stress e ao Treino do Controlo Emocional

Reforce o seu próprio PODER PESSOAL Introdução à Gestão do Stress e ao Treino do Controlo Emocional Não Tenho tempo para WORKSHOPS! Reforce o seu próprio PODER PESSOAL Introdução à Gestão do Stress e ao Treino do Controlo Emocional Reforce o seu próprio PODER PESSOAL Objectivos Reconhecer a faculdade

Leia mais

Psicologia da Educação

Psicologia da Educação Psicologia da Educação A dimensão pessoal do ensinar PROFESSOR COMO PESSOA ATITUDES FACE AO ENSINO E APRENDIZAGEM ATITUDES FACE AOS ALUNOS ATITUDES FACE A SI PRÓPRIO Copyright, 2006 José Farinha, Prof.

Leia mais

O QUE MAIS TE DRESCREVE

O QUE MAIS TE DRESCREVE O QUE MAIS TE DRESCREVE 1 A B C D 2 A B C D 3 A B C D 4 A B C D 5 A B C D 6 A B C D 7 A B C D 8 A B C D 9 A B C D 10 A B C D 11 A B C D 12 A B C D 13 A B C D 14 A B C D 15 A B C D 16 A B C D 17 A B C D

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

BestKIDS&Teens BestKIDS&Teens Espaço e Centro de Estudos e Explicações em Porto Salvo

BestKIDS&Teens BestKIDS&Teens Espaço e Centro de Estudos e Explicações em Porto Salvo A BestKIDS&Teens tem por objetivo desenvolver em cada criança, adolescente ou jovem o melhor de si próprio, contribuindo para o seu enriquecimento pessoal e emocional, através do reforço da sua autoestima,

Leia mais

ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE

ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE ADOLESCÊNCIA E SEXUALIDADE Adolescência É o período de transição entre a infância e a idade adulta. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS),o período da adolescência situa-se entre os 10 e os 20 anos.

Leia mais

Work$hop Ciência do $uce$$o E Pro$peridade

Work$hop Ciência do $uce$$o E Pro$peridade PROF. MARCELINO FERNANDE$ Work$hop Ciência do $uce$$o E Pro$peridade professormarcelino@hotmail.com WORK$HOP CIÊNCIA DO $UCE$$O E PRO$PERIDADE Objetivo do workshop Entregar ferramentasda Ciênciado Sucessocom

Leia mais

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E.

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. Empresa e Serviço Público Empresa Missão Visão Função Social e Responsabilidades Sociais 2. Princípios e Valores Estruturantes

Leia mais

CENTRO SOCIAL SANTA CRUZ DO DOURO MANUAL DE GESTÃO DE CONFLITOS

CENTRO SOCIAL SANTA CRUZ DO DOURO MANUAL DE GESTÃO DE CONFLITOS CENTRO SOCIAL SANTA CRUZ DO DOURO Você deve ser a mudança que deseja ver no mundo. (Mahatma Gandhi) GESTÃO DE CONFLITOS Gestão de Conflitos é a arte de identificar, lidar e minimizar/resolver situações

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DE BOA CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E DE BOA CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E DE BOA CONDUTA FICHA TÉCNICA TÍTULO Código de É tica de e Boa Conduta (2014 v.0) PROPRIEDADE Copyright Instituto dos Registos e do Notariado, I.P. Documento não controlado após impressão

Leia mais

4. Interacções sociais. 4.1. Atracção interpessoal 4.2. Ajuda e altruísmo 4.3. Ajuda em situação de perigo ou catástrofe

4. Interacções sociais. 4.1. Atracção interpessoal 4.2. Ajuda e altruísmo 4.3. Ajuda em situação de perigo ou catástrofe 4. Interacções sociais 4.1. Atracção interpessoal 4.2. Ajuda e altruísmo 4.3. Ajuda em situação de perigo ou catástrofe Licenciatura em Ciências da Comunicação 1 Atracção, amizade e amor A atracção por

Leia mais

Aula 9. Liderança e Gestão de Equipes

Aula 9. Liderança e Gestão de Equipes Aula 9 Liderança e Gestão de Equipes Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br Trabalho em Equipe Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; Cada homem é parte do continente, parte do

Leia mais

Corpo e Fala EMPRESAS

Corpo e Fala EMPRESAS Corpo e Fala EMPRESAS A Corpo e Fala Empresas é o braço de serviços voltado para o desenvolvimento das pessoas dentro das organizações. Embasado nos pilares institucionais do negócio, ele está estruturado

Leia mais

AUTO-DIAGNÓSTICO DE COMPETÊNCIAS EMPREENDEDORAS

AUTO-DIAGNÓSTICO DE COMPETÊNCIAS EMPREENDEDORAS D O S S I E R D O E M P R E E N D E D O R AUTO-DIAGNÓSTICO DE COMPETÊNCIAS EMPREENDEDORAS PROJECTO PROMOÇÃO DO EMPREENDEDORISMO IMIGRANTE P E I AUTO-DIAGNÓSTICO DE COMPETÊNCIAS EMPREENDEDORAS Competências

Leia mais

IV Seminário Nacional do Programa Bandeira Azul. Educação ambiental Planear e avaliar em educação:

IV Seminário Nacional do Programa Bandeira Azul. Educação ambiental Planear e avaliar em educação: IV Seminário Nacional do Programa Bandeira Azul Educação ambiental Planear e avaliar em educação: revendo conceitos para mudar conceções e práticas Enquadramento As campanhas/projectos/actividades começam

Leia mais

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Mário Jorge Silva (psicólogo clínico) e Marli Godinho (psicóloga clínica)

Leia mais

Ficha de trabalho nº 9 Psicologia B Prof. António Paulo

Ficha de trabalho nº 9 Psicologia B Prof. António Paulo 1 Qual é a importância dos grupos nas relações interpessoais? Nós vivemos, dentro da nossa sociedade, no interior de vários grupos sociais onde mantemos relações com os outros. Aí interagimos com outras

Leia mais

Perfil de estilos de personalidade

Perfil de estilos de personalidade Relatório confidencial de Maria D. Apresentando Estilos de venda Administrador: Juan P., (Sample) de conclusão do teste: 2014 Versão do teste: Perfil de estilos de personalidade caracterizando estilos

Leia mais

ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO. 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades...

ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO. 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades... ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades... 19 2. AUTOESTIMA... 23 2.1 Autoaceitação... 24 2.2 Apreço por si... 26

Leia mais

REGULAMENTO DE ÉTICA DA ANSR

REGULAMENTO DE ÉTICA DA ANSR REGULAMENTO DE ÉTICA DA ANSR Oeiras, Agosto de 2010 Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária Regulamento interno de ética e boas práticas Introdução O presente regulamento de ética e deontologia elaborado

Leia mais

As fontes da nossa auto-imagem

As fontes da nossa auto-imagem AUTO IMAGEM O QUE EU ACHO DE MIM MESMO QUEM SOU EU E QUAL E O MEU VALOR? NARCISISMO (deus da mitologia grega que se apaixonou por si mesmo ao ver sua imagem refletida na água) AS FONTES DA NOSSA AUTO -

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais

Inclusão. Oportunidades de Prática Desportiva para Todos. António Rosado

Inclusão. Oportunidades de Prática Desportiva para Todos. António Rosado Inclusão Oportunidades de Prática Desportiva para Todos António Rosado Técnicas Básicas de Inclusão Processo de desenvolvimento de um ambiente de aprendizagem efectivo e aberto a todos os praticantes cujas

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS

CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS DEZEMBRO DE 2008 PREÂMBULO O presente Código visa clarificar as normas de conduta que devem orientar os comportamentos e as atitudes de todos os Colaboradores da GEBALIS, independentemente

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL DG 02.30 CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Resposta Social: Estrutura Residencial para Idosos Prestamos Serviços de Qualidade Aldeia de S. Sebastião ADCS Aldeia de S. Sebastião, Largo da Igreja

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

Psicossociologia Do Trabalho

Psicossociologia Do Trabalho Relação de dados biográficos com factores de avaliação do trabalho. Psicossociologia Do Trabalho Resumo Relação de dados biográficos com factores de avaliação do trabalho. Importância de dados biográficos

Leia mais

António Amaro Marketing Digital Junho 2014 INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS

António Amaro Marketing Digital Junho 2014 INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS FACTOS A Internet mudou profundamente a forma como as pessoas encontram, descobrem, compartilham, compram e se conectam. INTRODUÇÃO Os meios digitais, fazendo hoje parte do quotidiano

Leia mais

OPQ Perfi l OPQ. Relatório para as Vendas. Nome Sra. Exemplo 3

OPQ Perfi l OPQ. Relatório para as Vendas. Nome Sra. Exemplo 3 OPQ Perfi l OPQ Relatório para as Vendas Nome Sra. Exemplo 3 Data 28 Agosto 2014 www.ceb.shl.com www.transformece.com.br INTRODUÇÃO O Relatório para as Vendas da SHL ajuda a compreender a adequação potencial

Leia mais

ESCOLA DE PAIS.nee. Programa Escola de Pais.nee Formadora: Celmira Macedo

ESCOLA DE PAIS.nee. Programa Escola de Pais.nee Formadora: Celmira Macedo 1 PROGRAMA DA ESCOLA DE PAIS I. Introdução A escola de pais apresenta-se com um espaço de formação para famílias (preferencialmente famílias de crianças com necessidades especiais), estando igualmente

Leia mais

Coaching: um novo olhar. Maria José Tenreiro

Coaching: um novo olhar. Maria José Tenreiro Coaching: um novo olhar Maria José Tenreiro Ampliar a visão Desenvolver aptidões Abrir perspetivas O que é o Coaching? Expandir recursos Alterar rotinas de pensamento Descobrir que somos capazes mudando

Leia mais

Comportamento Organizacional

Comportamento Organizacional Instituto Superior de Economia e Gestão Comportamento Organizacional M.B.A. Maria Eduarda Soares Tema 1 - Conceito e Âmbito do Comportamento Organizacional Definição de comportamento organizacional. Objectivos

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

Relações Humanas e Marketing Pessoal

Relações Humanas e Marketing Pessoal Relações Humanas e Marketing Pessoal Realização: Projeto Ser Tão Paraibano Parceiros: Elaboração: Deusilandia Soares Professor-Orientador: Vorster Queiroga Alves PRINCÍPIOS DE RELAÇÕES HUMANAS Em qualquer

Leia mais

Liderança: Seja a pessoa certa, no lugar certo.

Liderança: Seja a pessoa certa, no lugar certo. Liderança: Seja a pessoa certa, no lugar certo. Suelen Teixeira Martins Master Coach, membro da Academia Brasileira de Coach, Certificada Internacionalmente pelo BCI (BEHAVIORAL COACH INSTITUTE). Musicista

Leia mais

Comunicação Não-Violenta

Comunicação Não-Violenta Comunicação Não-Violenta Setembro 2014, São Paulo Palestrante: Sven Fröhlich Archangelo XII Congresso Latino-Americano de PNL Julgamentos Egoista, incompetente, dono da verdade, mentirosa, grosseiro,

Leia mais

Os Sete Níveis de Consciência da Liderança

Os Sete Níveis de Consciência da Liderança Os Sete Níveis de Consciência da Liderança Existem sete níveis bem definidos de liderança, que correspondem aos sete níveis de consciência organizacional. Cada nível de liderança se relaciona com a satisfação

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.10.2007 SEC(2007)907 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO documento de acompanhamento da Comunicação da Comissão sobre um programa para ajudar as

Leia mais

CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS

CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS O álcool é a «droga recreativa» mais utilizada em contexto universitário. Estudos recentes revelam que mais de metade dos estudantes universitários tiveram,

Leia mais

Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report

Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report Avaliação de: Sr. João Vendedor Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Copyright 2012 Caliper & Tekoare. Todos os direitos

Leia mais

Receitas para a Escola e Família na. ou provocação? Orlanda Cruz

Receitas para a Escola e Família na. ou provocação? Orlanda Cruz Receitas para a Escola e Família na melhoria do processo educativo: verdade ou provocação? Orlanda Cruz Promovendo a Parentalidade Positiva Cruz Orlanda Parentalidade (positiva) Criar as condições (necessárias,

Leia mais

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m CASO CLINICO Cliente : A. G - 21 anos - Empresa familiar - Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m Motivo da avaliação: Baixa auto estima, dificuldade em dormir, acorda várias vezes a noite. Relatou

Leia mais

Planeamento e estratégia

Planeamento e estratégia Planeamento e estratégia Tipos de planos e vantagens Etapas do processo de planeamento Informação para o planeamento Análise SWOT Definir missão e objectivos Processo de gestão estratégica Níveis da estratégia

Leia mais

workshop Ciência do Sucesso

workshop Ciência do Sucesso PROF. MARCELINO FERNANDES workshop Ciência do Sucesso professormarcelino@hotmail.com Objetivo do workshop Revelar aos participantes as chaves do segredo do sucesso 2 1 Referências Bibliográficas 3 Referências

Leia mais

Ano Letivo 2011/2012 2º Ciclo 5º Ano

Ano Letivo 2011/2012 2º Ciclo 5º Ano AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Anual EMRC Ano Letivo 2011/2012 2º Ciclo 5º Ano Tema Conteúdos Competências Específicas Avaliação Lectiva 1 Viver Juntos Mudança de ano

Leia mais

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar eficiência os objectivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. com eficácia e 1

Leia mais

Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP

Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP Federação Europeia de Associações de Psicólogos Código Geral de Ética Aceite pela Assembleia Geral, Atenas, 1 Julho 1995. 1. Preâmbulo. Os Psicólogos

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

Natureza e dimensões do. Natureza e dimensões do

Natureza e dimensões do. Natureza e dimensões do Preconceito Natureza e dimensões do preconceito Preconceito e categorização social Efeitos do preconceito Factores explicativos do preconceito e discriminação Copyright, 2006 José Farinha Natureza e dimensões

Leia mais

Características da publicidade

Características da publicidade Nível B1 B2 B3 X Secundário Área de competência chave Cultura, Língua e Comunicação UFCD CLC-5 Cultura, Comunicação e Média Conteúdo O texto publicitário Tema A publicidade Breve história da publicidade

Leia mais

Modelos de Intervenção em PEA

Modelos de Intervenção em PEA Braga 2008 1 de Março o de 2008 Modelos de Intervenção em PEA João Teixeira Centro de Estudos e Apoio à Criança a e Família APPDA-Norte Modelos de Intervençao em PEA 1943 Kanner e Asperger identificam

Leia mais

Sobre Nós. Contamos com sua participação! Cordialmente, Patrícia Caires

Sobre Nós. Contamos com sua participação! Cordialmente, Patrícia Caires Sobre Nós A qualificação profissional tornouse mais do que um requisito essencial e determinante para o nosso futuro. O mercado de trabalho está cada dia mais exigente e concorrido. Nesse sentindo, muitas

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Introdução No âmbito da sua actividade, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovou a Recomendação n.º 1/2009,

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010. Imagem Corporal no Envelhecimento. Maria João Sousa e Brito

9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010. Imagem Corporal no Envelhecimento. Maria João Sousa e Brito 9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010 Imagem Corporal no Envelhecimento Maria João Sousa e Brito Envelhecimento Envelhecer não é difícil difícil é ser-se velho Goethe O prolongamento da vida coloca novos cenários,

Leia mais

#CRIESEUCAMINHO AULA 1 - EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO MEDO DE MUDAR VONTADE DE MUDAR

#CRIESEUCAMINHO AULA 1 - EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO MEDO DE MUDAR VONTADE DE MUDAR CRIE SEU CAMINHO AULA 1 - EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO Na primeira aula do curso introdutório do Programa Crie seu Caminho, você pôde compreender a origem da dor que se manifesta em todas as pessoas que desejam

Leia mais

Psicossociologia do Trabalho

Psicossociologia do Trabalho Diferenças Individuais Psicossociologia do Trabalho Diferenças individuais (Categorização dos indivíduos) 2 Quantificação objectiva das características dos indivíduos numa determinada população Exemplos

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

Estratégias de promoção da autoestima e da capacidade de tomada de decisão

Estratégias de promoção da autoestima e da capacidade de tomada de decisão Estratégias de promoção da autoestima e da capacidade de tomada de decisão -RELAÇÃO ENTRE A AUTO-ESTIMA E A AUTONOMIA -ESTRATÉGIAS DE PROMOÇÃO/REFORÇO DA AUTO-ESTIMA ANA TORRES Componentes da Auto-Estima

Leia mais

Mensagem do presidente

Mensagem do presidente Mensagem do presidente A giroflex-forma está em um novo momento. Renovada, focada em resultados e nas pessoas, ágil e mais competitiva no mercado de assentos e de mobiliário corporativo. Representando

Leia mais

CONSULTORIA POSITIVA

CONSULTORIA POSITIVA O consultor é uma pessoa que, pela sua habilidade, postura e posição, tem o poder de influenciar as pessoas, grupos e organizações, mas não tem o poder directo para produzir mudanças ou programas de implementação.

Leia mais

Antecedentes individuais do comportamento organizacional

Antecedentes individuais do comportamento organizacional Antecedentes individuais do comportamento organizacional Capacidades - Intelectuais - Físicas Personalidade Valores Percepções Atribuições Atitudes Motivação Stress Comportamento Desempenho Satisfação

Leia mais

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e Ética 6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e de Ética ETICA COMPROMISSO CONDUTA EMPRESAS PROFISSIONAL PRINCÍPIOS INDEPENDÊNCIA DEVERES CLIENTES EXIGÊNCIAS PÚBLICO

Leia mais

Agenda. A Tríade. Relacionamento e Comunicação

Agenda. A Tríade. Relacionamento e Comunicação São Paulo agosto 2012 A Tríade Corpo Relacionamento e Comunicação A busca de resultados através das pessoas Alma Mente 1 2 Agenda "Não há maior sinal de LOUCURA do que fazer uma coisa repetidamente e esperar

Leia mais

Elementos das Organizações

Elementos das Organizações Elementos das Organizações > Teoria das Organizações > Teoria dos Sistemas (TGS) > Componentes das Organizações / Ambiente Recursos Estratégia Objectivos Estrutura Processos Regras Cultura Politica Pessoas

Leia mais

José Costa Ramos UATLA 1

José Costa Ramos UATLA 1 A. INTRODUÇÃO 1. Objectivos 2. Conteúdos programáticos 3. Evolução do estudo do desenvolvimento B. CONCEITOS BÁSICOS 1. Períodos do ciclo de vida 2. Métodos e Modelos de Investigação José Costa Ramos UATLA

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Por estar inserida em uma sociedade, a Interact Solutions preza por padrões de conduta ética em suas atividades, quando se relaciona com clientes, fornecedores, canais de distribuição,

Leia mais

Formação na Metodologia do Coaching em Resiliência Material do Participante. Eu me posicionei como. Isso desencadeia/ repercute em mim.

Formação na Metodologia do Coaching em Resiliência Material do Participante. Eu me posicionei como. Isso desencadeia/ repercute em mim. Eu me posicionei como Isso desencadeia/ repercute em mim Conjunção ENCONTRO Data: / / Horário: Nome do Coachee: Nome do Coach: Local: Empresa: CONSIDERO QUE APÓS O MEU PROCESSO DE PROMOÇÃO DA RESILIÊNCIA

Leia mais

Perfil de Competências de Gestão. Nome: Exemplo

Perfil de Competências de Gestão. Nome: Exemplo Perfil de Competências de Gestão Nome: Exemplo Data: 8 maio 2008 Perfil de Competências de Gestão Introdução Este perfil resume como é provável que o estilo preferencial ou os modos típicos de comportamento

Leia mais

Organizações Modernas Visão da Sociologia - Giddens. Psicossociologia do trabalho 1

Organizações Modernas Visão da Sociologia - Giddens. Psicossociologia do trabalho 1 Organizações Modernas Visão da Sociologia - Giddens Psicossociologia do trabalho 1 Sumário As organizações modernas A transferência do papel da comunidade para as organizações O processo de interdependência

Leia mais

Resumo Aula-tema 04: Eu e os outros (Competência Social)

Resumo Aula-tema 04: Eu e os outros (Competência Social) Resumo Aula-tema 04: Eu e os outros (Competência Social) Os seres humanos são, por natureza, seres sociais, que interagem a todo instante nos diferentes ambientes (familiar, escolar, profissional etc.).

Leia mais

Inovação Tecnológica!

Inovação Tecnológica! Inovação Tecnológica! Engraçado, costumam dizer que tenho sorte, só eu sei que quanto mais eu me preparo Mais sorte eu tenho. A nthony Robbins Consultora Cássia Ghelfi Raza Marcelo Como você vai mover-se

Leia mais

FACTORES INDIVIDUAIS ASSOCIADOS AO PRATICANTE

FACTORES INDIVIDUAIS ASSOCIADOS AO PRATICANTE FACTORES INDIVIDUAIS ASSOCIADOS AO PRATICANTE FACTORES ANSIÓGENOS, DE STRESS E ACTIVAÇÃO NA AFD Aspectos introdutórios Quadro conceptual Avaliação da ansiedade e estresse Modelos explicativos da ansiedade

Leia mais