PROMOEX. Programa de Modernização e Excelência do SME

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROMOEX. Programa de Modernização e Excelência do SME"

Transcrição

1 PROMOEX Programa de Modernização e Excelência do SME

2 MENSAGEM MENSAGEM Angola é um país em franco desenvolvimento que atravessa uma fase de prosperidade económica inédita e uma evolução sócio-cultural acelerada. É cada vez mais forte a atracção que o país exerce sobre os investidores, trabalhadores e estudantes que pretendem ligar o seu futuro a Angola. O Serviço de Migração e Estrangeiros, como organismo responsável por assegurar a soberania e a segurança das fronteiras de Angola, assume um papel fundamental na regulação dos fluxos migratórios e no acompanhamento daqueles que os pretendem integrar. Num mundo globalizado e impregnado de informação, o SME pretende distinguir-se pela qualidade do seu trabalho sendo que tal só é possível através da procura da excelência, ao nível dos serviços, das estruturas humanas, tecnológicas e comunicacionais que o sustentam. O Promoex constitui-se como resposta integrada a estas necessidades e como onda impulsionadora de uma fase cada vez mais eficaz no trabalho desenvolvido pelo SME. DIRECTOR DO SERVIÇO DE MIGRAÇÃO E ESTRANGEIROS Dr. FREITAS NETO

3 ÍNDICE Índice Nota Introdutória Pilar 1- Estratégia para a Identidade Institucional Acções e Projectos Em detalhe Pilar 2- Tecnologias de Informação Acções e Projectos Em detalhe Pilar 3 Recursos Humanos Acções e Projectos Em detalhe Ficha Técnica

4 PROMOEX - Programa de Modernização e Excelência do SME Nota Introdutória Falar de excelência na Administração Pública de Angola, como noutra parte do Mundo, significa sempre, em última instância, falar de qualidade. E são múltiplos os campos de actuação em que é possível e recomendável primar pela qualidade. A área dos serviços migratórios, pela sensibilidade da matéria que engloba e pelo impacto internacional das suas acções é, sem dúvida, uma das mais relevantes. O Serviço de Migração e Estrangeiros tem vindo a desenvolver, desde a sua criação, um trabalho de aperfeiçoamento contínuo, zelando pela soberania e segurança de Angola e dos cidadãos que vivem no país, quer tenham nele nascido, quer o tenham escolhido para investir, trabalhar ou estudar. É chegado, porém, o momento de realizar um salto qualitativo nesse caminho evolutivo: o de perseguir, com firmeza, e atingir, o nível da excelência. Foi com esta ambição que o SME desenvolveu o Promoex Programa de Modernização e Excelência do SME, um plano estratégico de acção, concebido para intervir em áreas-chave consideradas prioritárias, e redefinir padrões de exigência, metodologias e rumos de acção. Pretende-se, assim, tornar o SME num serviço mais inovador, eficaz e próximo do cidadão. Clientes/ Utentes stakeholders Estado de Angola Fornecedores Qualidade da relação Qualidade dos serviços Parceiros 4

5 NOTA INTRODUTÓRIA O percurso que se inicia através deste programa insere-se numa visão a médio prazo, rumo a um SME em sintonia com as melhores práticas internacionais, beneficiando de importantes sinergias e maximizando recursos presentes e futuros, enquanto investe na sua sustentabilidade. Pretende-se que todos os stakeholders Estado, utentes, fornecedores, parceiros possam beneficiar de uma comunicação facilitada e aberta com o SME, em simultâneo com um incremento da eficácia com que o organismo recebe os seus inputs e os traduz em serviços com um nível superior de qualidade. Na prática, o Promoex tem três objectivos estratégicos primordiais: Atingir um nível de excelência na prestação de serviços aos stakeholders; Posicionar o SME como um serviço de apoio, orientado para o cidadão e aberto à sociedade; Garantir a consolidação de uma política de transparência. A metodologia e práticas necessárias para alcançar estes objectivos traduzem-se em três pilares de actuação, cada um com objectivos muito próprios: Imagem Institucional: normalização e padronização da identidade corporativa, desenvolvimento de uma plataforma de comunicação virtual bidireccional, através do alinhamento da comunicação e dos comportamentos individuais com valores da organização e objectivos de marketing; Tecnologias da Informação: aumento da sustentabilidade dos sistemas de informação, garantindo mais e melhor segurança da informação arquivada ou comunicada electronicamente e assegurando a sua acessibilidade universal a todos os que dela necessitem; Recursos Humanos: aumentar o nível de competência dos seus novos colaboradores e garantir a sua capacidade e formação intelectual para que estes se adaptem aos desafios do futuro, avaliando o seu desempenho de forma transparente e promovendo um clima de meritocracia. 5

6 PROMOEX - Programa de Modernização e Excelência do SME IMAGEM INSTITUCIONAL TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO RECURSOS HUMANOS MODERNIZAÇÃO E EXCELÊNCIA Por sua vez, os três pilares de actuação sustentam-se em eixos de acção, com acções e projectos que serão detalhados nas próximas páginas. O Promoex apresenta-se como uma força impulsionadora ao nível do investimento e da índole de actuação, que demonstrará, de forma bem patente, a capacidade do SME de se reinventar rumo a um futuro mais próspero e justo. MINISTÉRIO DO INTERIOR Serviço de Migração e Estrangeiros 6

7 PILAR 1 Pilar 1 Estratégia para a Identidade Institucional A imagem institucional de um organismo público espelha o papel que este desempenha na sociedade. Para tal, adaptar e melhorar as boas práticas de génese empresarial no que à imagem institucional diz respeito, significa investir num futuro mais credível perante o Mundo e mais próximo dos cidadãos.

8 PROMOEX - Programa de Modernização e Excelência do SME Pilar 1- Estratégia para a Identidade Institucional Visão e Objectivos Cidadãos cada vez mais exigentes e um panorama internacional cada vez mais sensível e em constante mutação exigem uma imagem institucional forte, visível tanto a nível gráfico como nas atitudes e nos comportamentos dos colaboradores, bem como em acções de comunicação institucional. É importante adoptar uma atitude de marketing quotidiana e antecipar as necessidades dos stakeholders. O presente pilar concretiza-se em acções concretas tendo em vista os seguintes objectivos estratégicos: Dotar o SME de uma imagem corporativa forte e coerente, em todos os suportes de comunicação; Promover a adopção entre os colaboradores, de um comportamento organizacional alinhado com a imagem institucional do SME; Desenvolver uma plataforma de comunicação virtual interactiva e eficaz; Delinear um Plano Estratégico de Marketing e Comunicação ambicioso e realista. stakeholders MARKETING SME Imagem Corporativa Comportamento Organizacional Comunicação Virtual 8

9 PILAR 1 Pilar 1 Estratégia para a Identidade Institucional Imagem Corporativa Eixo 1.1 Comportamento Organizacional Eixo 1.2 Comunicação Virtual Eixo 1.3 Plano de Marketing e Comunicação Eixo 1.4 9

10 PROMOEX - Programa de Modernização e Excelência do SME Projectos e Acções Eixo 1.1 Imagem Corporativa Normalização e Uniformização da Imagem Corporativa Manual de Normas da Identidade Corporativa Estacionário Eixo 1.2 Comportamento Organizacional Manual de Acolhimento Compilação da legislação vigente (e respectiva explicação) Brochura Institucional Video Institucional Eixo 1.3 Comunicação Virtual Portal Institucional Área de acesso público Serviços online Prestadores de serviços Área de acesso reservado Newsletter Redes Sociais Eixo 1.4 Plano Estratégico de Marketing e Comunicação Interno Externo 10

11 PILAR 1 Em detalhe: Eixo Imagem Corporativa A imagem corporativa de um organismo público é o espelho do papel que este desempenha na sociedade. Numa imagem institucional do SME normalizada e uniforme, o logótipo e peças de comunicação como banners, estacionário, (todos os templates para comunicação escrita em formato físico e electrónico), documentos oficiais e merchandising devem respeitar valores e regras comuns. A elaboração de um Manual de Normas da Imagem Corporativa (normas gráficas), deve conter todos os estudos de construção e aplicações da marca, mostrando a sua lógica construtiva, as suas variações formais, a organização dos seus elementos, as especificações técnicas das cores utilizadas, demonstrando, ainda, situações de aplicação da marca que devem ser evitadas. Eixo Comportamento organizacional A assimilação de comportamentos padrão em múltiplas situações de trabalho e o respeito por procedimentos com sucesso garantido, bem como o conhecimento das regras da instituição contribuem para um maior envolvimento dos colaboradores e, consequentemente, um nível de serviço superior. O desenvolvimento de um Manual de Acolhimento, uma compilação de legislação vigente (e respectiva explicação), e a criação de uma brochura e de um vídeo institucionais potenciam um comportamento organizacional alinhado com os valores da instituição. 11

12 PROMOEX - Programa de Modernização e Excelência do SME Eixo Comunicação Virtual A Sociedade de Informação exige que o SME assegure um fluxo de comunicação bidireccional com a sociedade, orientado para o cidadão. Como resposta a esta necessidade, concebe-se um Portal Institucional na Internet que terá toda a informação necessária aos stakeholders, prestação de serviços online, uma área de acesso reservado e outra de comunicação institucional com os colaboradores. Ligada ao portal nascerá uma Newsletter electrónica, que levará as novidades mais recentes aos interessados, sendo de apostar, igualmente, na presença nas Redes Sociais, para que a informação se propague de forma célere e alargada. Eixo Plano Estratégico de Marketing e Comunicação A elaboração de um plano para todo o posicionamento de marketing e comunicação do SME, com uma estratégia, objectivos e acções pragmáticas, flexíveis e eficazes, é a melhor forma de antecipar as necessidades dos stakeholders, bem como será, igualmente, uma grande vantagem para a detecção e suprimento das suas necessidades internas. 12

13 PILAR 2 Pilar 2 Tecnologias de Informação A presença das tecnologias de informação no funcionamento das organizações é imprescindível. Assegurar a acessibilidade, a segurança e a sustentabilidade dos sistemas de informação e, em especial, das informações confidênciais dos organismos públicos é uma necessidade imperiosa.

14 PROMOEX - Programa de Modernização e Excelência do SME Pilar 2 Tecnologias da Informação Visão e Objectivos A estratégia organizacional do SME necessita de um suporte tecnológico. Uma realidade cada vez mais tecnológica exige uma resposta proactiva e funcional. A fiabilidade dos fluxos de informação digitais, a segurança na produção e troca de informação em canais electrónicos e a transição da máquina administrativa para o mundo digital são passos fundamentais para o futuro de Angola. O presente pilar concretiza-se em acções concretas tendo em vista os seguintes objectivos estratégicos: Assegurar ao SME a utilização de um servidor de hospedagem para o seu portal e sistema de gestão de s; Adoptar mecanismos e instrumentos que assegurem a segurança de toda a informação do SME em circulação por via electrónica ou arquivada, online e offline; Operar a desmaterialização para plataformas digitais de todo o arquivo documental convencional, presente e futuro, do SME. stakeholders Portal Institucional Segurança Informação Comunicação SME Arquivos 14

15 PILAR 2 Pilar 2 Tecnologias da Informação Hospedagem do Portal e Gestão de s Eixo 2.1 Segurança da Informação Eixo 2.2 Encriptação da Informação Assinatura Digital Sistema Digital de Arquivo Eixo

16 PROMOEX - Programa de Modernização e Excelência do SME Projectos e Acções Eixo 2.1 Servidor de Hospedagem do Portal e Gestão de s Eixo 2.2 Segurança de Informação Encriptação de Informação Assinatura Digital Eixo 2.3 Sistema Digital de Arquivo Desenvolvimento de processos e workflow Gestão documental Datawarehouse 16

17 PILAR 2 Em detalhe: Eixo Servidor de Hospedagem do Portal e Gestão de s As redes informáticas são ambientes hostis onde a informação pode ser facilmente violada e corrompida. A hospedagem do servidor que suporta o Portal Institucional, bem como a gestão das comunicações electrónicas ( ) do SME em Datacenter seguro oferecem uma solução robusta e eficaz. Eixo Segurança de Informação Quebras de confidencialidade, adulteração de informação, replicação de informação, utilização indevida de remetentes, envio de spam, ou intercepção de comunicações para obtenção de informação confidencial são algumas das consequências de uma gestão da informação digital que não tenha em conta as ameaças que se colocam. A utilização de aplicativos de detecção de Troianos, vírus, spywares, spam, entre outros, previne algumas das principais ameaças existentes online, bem como em suportes físicos Encriptação de Informação A criptografia com chaves assimétricas aplicada às comunicações electrónicas garante a identidade de quem envia a mensagem, a sua não adulteração e a confidencialidade da comunicação, permitindo que a informação enviada seja codificada e a sua descodificação só possa ser feita pelo destinatário correcto Assinatura digital A assinatura digital utiliza os mesmos processos dos sistemas de encriptação e é utilizada para garantir ao destinatário que a mensagem recebida é a que foi, efectivamente, redigida pelo remetente. Através da utilização da assinatura digital a garantia da identidade e da veracidade da mensagem é assegurada. 17

18 PROMOEX - Programa de Modernização e Excelência do SME Eixo 2.3 Sistema Digital de Arquivo A informação em papel, guardada em pastas (sistema convencional), sofre o desgaste do tempo, da corrosão, e fica exposta a perigos externos que podem levar à sua destruição incêndios, inundações, temperatura, roedores, entre outros. A acessibilidade é também dificultada: apenas pode ser consultada no local, de forma muito demorada e pouco prática. O desenvolvimento de um Sistema Digital de Arquivo garante a longevidade da informação, assim como a optimização de custos relativos ao seu armazenamento e a sua acessibilidade em qualquer local, de forma imediata. Com a implementação, nesta área, da encriptação e da assinatura digital, mantêm-se todas as funcionalidades de pesquisa imediata de informação acrescidas de ganhos de segurança. Através do backup da informação, é possível garantir a perenidade dos dados armazenados, que ficam a salvo do efeito de factores físicos de desgaste que possam afectar os originais, e garantir a sua acessibilidade a partir de qualquer local. Com software adequado, pretende-se implementar um sistema de controlo que permita a quem o integra saber, em tempo real, qual o estado e tipo de tratamento dado a cada documento, desde a sua produção (digital de origem, ou digitalizada a partir de suportes físicos). O sistema permite, igualmente, diferenciar níveis de permissão e cadastrar os acessos e a utilização dos documentos realizados por cada um. Este sistema integra-se harmoniosamente no Sistema Digital de Arquivo e trabalha sobre dados armazenados em datawarehouse construído para o efeito. 18

19 PILAR 3 Pilar 3 Recursos Humanos Numa sociedade em mudança permanente, dotar os vários organismos de recursos humanos qualificados e com perfil cognitivo e emocional adequado às tarefas que desempenham é fundamental para assegurar a qualidade do serviço prestado e sustentar a ambição da excelência.

20 PROMOEX - Programa de Modernização e Excelência do SME Pilar 3 Recursos Humanos Visão e Objectivos As necessidades dos cidadãos e um mercado cada vez mais competitivo exigem recursos humanos capazes de se superar a cada dia, fazendo mais e melhor. Assegurar um recrutamento exigente, uma avaliação rigorosa e formação profissional contínua são caminhos a percorrer para alcançar a excelência na prestação dos serviços e a sustentabilidade dos organismos públicos. O presente pilar concretiza-se em acções concretas tendo em vista os seguintes objectivos estratégicos: Adequar os recursos humanos presentes e futuros às necessidades e tarefas a desempenhar; Avaliar de forma cada vez mais rigorosa e transparente todos os colaboradores; Assegurar uma formação profissional contínua adequada às necessidades e tendências do mercado ; Implementar um sistema de reclamações e louvores transparente e à prova de fraude. stakeholders Formação Profissional Avaliação SME Qualificação Colaboradores 20

21 PILAR 3 Pilar 3 Recursos Humanos Recrutamento Eixo 3.1 Avaliação de Desempenho dos Colaboradores Eixo 3.2 Formação Profissional Contínua Eixo 3.3 Gestão de Louvores e Reclamações Eixo

22 PROMOEX - Programa de Modernização e Excelência do SME Projectos e Acções Eixo 3.1 Recrutamento Aplicação de testes psicotécnicos Actualização das técnicas de recrutamento Eixo 3.2 Avaliação de Desempenho dos Colaboradores Aplicação de testes psicotécnicos Inclusão na avaliação de inputs dos stakeholders Eixo 3.3 Formação Profissional Contínua Eixo 3.4 Gestão de Louvores e Reclamações Em detalhe: Eixo 3.1 Recrutamento A actualização dos instrumentos utilizados nas práticas de selecção de colaboradores para o SME, promovendo a adequação progressiva dos perfis de cada um às funções que desempenham, é um factor crítico para melhorar o seu desempenho e a qualidade dos serviços prestados. A aplicação de testes psicotécnicos - questionários, que combinam provas numéricas, de raciocínio lógico, semântica, percepção visual, espacial e questões relacionadas com traços de personalidade - em conjunto com as mais recentes técnicas de recrutamento, pode assegurar um salto qualitativo ao nível da eficácia dos serviços. Eixo 3.2 Avaliação de Desempenho dos Colaboradores A implementação de instrumentos de avaliação de desempenho em sintonia com as melhores práticas internacionais e a actualização permanente dos métodos utilizados é essencial para uma boa gestão de recursos humanos. Pretende-se que a avaliação continue a ter um carácter interno contando, no entanto também com inputs dos vários stakeholders, onde se incluem os utentes dos serviços. 22

23 PILAR 3 Eixo 3.3 Formação Profissional Contínua A aprendizagem constante e a preparação teórico-prática são essenciais no desempenho de qualquer profissional, num mercado cada vez mais competitivo. O apetrechamento dos colaboradores do SME com os melhores instrumentos de trabalho e práticas internacionais de referência, através da aprendizagem e actualização constante de conhecimentos e competências, ministrada por profissionais de instituições de referência, constitui-se como solução para um desempenho distintivo e de qualidade superior. Eixo 3.4 Gestão de Louvores e Reclamações A progressão dos colaboradores na carreira, assente em instrumentos de referência, apoiada por mecanismos que integrem a opinião dos utentes dos serviços, através de processos de avaliação isentos e à prova de fraude, contribui para premiar o mérito e um ambiente favorável ao aperfeiçoamento diário de práticas de trabalho. 23

24 Ficha técnica Elaborado por: Serviço de Migração e Estrangeiros Supervisão Geral: Dr. Freitas Neto - Director do SME Coordenação Técnica: Sr. Milagres Tchitungo - Assessor de Impressa Consultoria: Ticmeta Serviço de Migração e Estrangeiros 2011

25 Rua Amílcar Cabral, LUANDA ANGOLA Tlm.: /380

BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS

BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS APLICAÇÃO DA METODOLOGIA BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS -1- AGENDA Quem somos Modelo de Gestão Gestão por Objectivos - BSC Conclusões e Resultados -2- AGENDA Quem somos -3- O QUE FAZEMOS

Leia mais

» apresentação. WORKFLOW que significa?

» apresentação. WORKFLOW que significa? » apresentação WORKFLOW que significa? WORKFLOW não é mais que uma solução que permite sistematizar de forma consistente os processos ou fluxos de trabalho e informação de uma empresa, de forma a torná-los

Leia mais

WePeopleValueYourPeople

WePeopleValueYourPeople WePeopleValueYourPeople e info@peoplevalue.com.pt w www.peoplevalue.com.pt Actualizado em 2010Jan14 quem somos? Somos a consultora sua parceira focada nas Pessoas e na sua valorização. Através da especialização

Leia mais

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTARÉM - R EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA A Autarquia de Santarém, em parceria com a PT Prime, desenvolveu um sistema de soluções integradas e inter-operantes que lhe possibilitaram operacionalizar

Leia mais

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos 27 LEADERSHIP AGENDA a inovação na gestão do relacionamento compensa Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos A participação activa dos cidadãos é vital para a promoção

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Exposição de motivos Tendo em consideração que a Administração Pública tem como objectivo fundamental

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

T&E Tendências & Estratégia

T&E Tendências & Estratégia FUTURE TRENDS T&E Tendências & Estratégia Newsletter número 1 Março 2003 TEMA deste número: Desenvolvimento e Gestão de Competências EDITORIAL A newsletter Tendências & Estratégia pretende ser um veículo

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

Guia de Websites para a Administração Pública

Guia de Websites para a Administração Pública Guia de Websites para a Administração Pública Portugal precisa de um desafio de exigência e de conhecimento que nos eleve aos níveis de competência e de produtividade dos países mais desenvolvidos, de

Leia mais

w w w. y e l l o w s c i r e. p t

w w w. y e l l o w s c i r e. p t consultoria e soluções informáticas w w w. y e l l o w s c i r e. p t A YellowScire iniciou a sua atividade em Janeiro de 2003, é uma empresa de consultoria de gestão e de desenvolvimento em tecnologias

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI)

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) Setembro de 2009/ Dezembro de 2010 Índice Introdução.. 3 Etapas de intervenção... 4 Âmbito de intervenção.. 5 Objectivos estratégicos..... 5 Metas.. 5 Equipa....

Leia mais

NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE

NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE A LINK THINK AVANÇA COM PROGRAMA DE FORMAÇÃO PROFISSONAL PARA 2012 A LINK THINK,

Leia mais

Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência da Oferta de Serviços ao Cidadão

Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência da Oferta de Serviços ao Cidadão MTTI/CNTI 2015 Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação Centro Nacional das Tecnologias de Informação Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 AUDIÊNCIA 3 IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO E DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 3 POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 5 RESPONSABILIDADES NA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 6 MANUTENÇÃO E COMUNICAÇÃO DAS

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. AUDIÊNCIA 3 3. VALOR DA INFORMAÇÃO 4 4. IMPORTÂNCIA DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 5 5. MODELO DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 6 6. RESPONSABILIDADES NA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 7 7. MANUTENÇÃO

Leia mais

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO PERFIL PROFISSIONAL DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO ÁREA DE ACTIVIDADE - HOTELARIA, RESTAURAÇÃO E TURISMO OBJECTIVO GLOBAL - Planear, dirigir e controlar as actividades de produção e de serviço de alimentos

Leia mais

Agenda Norte Região Digital: Diagnóstico, Estratégia e Plano de Acção

Agenda Norte Região Digital: Diagnóstico, Estratégia e Plano de Acção : Diagnóstico, Estratégia e Plano de Acção Mário Jorge Leitão INESC Porto / FEUP Sumário Enquadramento e-governo Local e Regional Cartão do Cidadão e Plataforma de Serviços Comuns da Administração Pública

Leia mais

Comissão Interministerial para a Sociedade da Informação

Comissão Interministerial para a Sociedade da Informação Comissão Interministerial para a Sociedade da Informação ANEXO AO CADERNO DE ENCARGOS MÉTODO DE AVALIAÇÃO DOS WEB SITES DA ADMINISTRAÇÃO DIRECTA E INDIRECTA DO ESTADO Documento disponível em www.si.mct.pt

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

QUALIDADE E EXCELÊNCIA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO. Manuel Antunes

QUALIDADE E EXCELÊNCIA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO. Manuel Antunes Microfil QUALIDADE E EXCELÊNCIA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO ÃO Manuel Antunes Faculdade de Letras da Universidade do Porto 4 de Novembro de 2005 Tema A transferência de suporte e o desenvolvimento de software

Leia mais

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação 2011-2015 Maputo, Janeiro de 2011 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO......... 3 1.1 Contextualização............ 3 1.2 Justificativa (Porquê

Leia mais

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News 28 PME Líder CRITÉRIOS Bloomberg News CRITÉ RIOS COMO CHEGAR A PME LÍDER Atingir o Estatuto PME Líder é a ambição de muitas empresas. É este o primeiro passo para chegar a PME Excelência. Saiba o que precisa

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino por ocasião da Cerimónia de Abertura do Diálogo Estratégico sobre as Tecnologias da Informação e

Leia mais

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo

Leia mais

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Sumário País Portugal Sector Saúde Perfil do Cliente O Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho envolve

Leia mais

Simplificação nas PMEs

Simplificação nas PMEs Simplificação nas PMEs Aproveitamento das Novas Tecnologias DGITA Portal Declarações Electrónicas Dezembro 2007 Simplificação nas PMEs - Aproveitamento das Novas Tecnologias 1 Agenda O que é a DGITA? Estratégia

Leia mais

sistemas de informação nas organizações

sistemas de informação nas organizações sistemas de nas organizações introdução introdução aos sistemas de objectivos de aprendizagem avaliar o papel dos sistemas de no ambiente empresarial actual definir um sistema de a partir de uma perspectiva

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE IRREGULARIDADES

POLÍTICA DE GESTÃO DE IRREGULARIDADES POLÍTICA DE GESTÃO DE IRREGULARIDADES GEWISS Departamento de Auditoria Interna Corporate 8 de Maio de 2014 ÍNDICE 1. OBJECTIVO E ÂMBITO... 3 2. REGRAS DE REFERÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES... 3 4. PRINCÍPIOS

Leia mais

O controlo de gestão nas unidades de saúde: o Balanced Scorecard

O controlo de gestão nas unidades de saúde: o Balanced Scorecard O controlo de gestão nas unidades de saúde: o Balanced Scorecard P o r C a r l o s M a n u e l S o u s a R i b e i r o O Balanced Scorecard apresenta-se como alternativa viável aos tradicionais sistemas

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA EMPRESA

APRESENTAÇÃO DA EMPRESA APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 Índice 1. A Projectos Globais 2. Motivação e Abordagem Metodológica 3. Modalidades de Prestação de Serviços 4. Áreas de Actuação 5. Objectivos e Resultados a Atingir 6. Prazos

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Decreto n.º4/01 De 19 de Janeiro Considerando que a investigação científica constitui um pressuposto importante para o aumento da produtividade do trabalho e consequentemente

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

A Gestão de Competências na Modernização da Administração Pública

A Gestão de Competências na Modernização da Administração Pública A Gestão de Competências na Modernização da Administração Pública 4º Congresso Nacional da Administração Pública 2 e 3 Novembro de 2006 José Alberto Brioso Pedro Santos Administração Pública Contexto Perspectiva

Leia mais

Fundo de Garantia Automóvel. Fundo de Garantia Automóvel

Fundo de Garantia Automóvel. Fundo de Garantia Automóvel INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL Rigor e Transparência Rigor e Transparência COSTUMAMOS DIZER NO FGA QUE O UTENTE, AINDA QUE NÃO TENHA RAZÃO, É A RAZÃO DA NOSSA EXISTÊNCIA E DIZEMOS TAMBÉM QUE UM PROCESSO

Leia mais

A Nossa Oferta Formativa para a Administração Pública

A Nossa Oferta Formativa para a Administração Pública A Nossa Oferta Formativa para a Administração Pública 2011 DESIGNAÇÃO A inscrição poderá DO CURSO ser efectuada Nº através DE do PREÇO site POR www.significado.pt Para mais informações, por favor contacte

Leia mais

Discurso de Sua Excelência o Governador do Banco de Cabo Verde, no acto de abertura do XIII Encontro de Recursos Humanos dos Bancos Centrais dos

Discurso de Sua Excelência o Governador do Banco de Cabo Verde, no acto de abertura do XIII Encontro de Recursos Humanos dos Bancos Centrais dos Discurso de Sua Excelência o Governador do Banco de Cabo Verde, no acto de abertura do XIII Encontro de Recursos Humanos dos Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa 24 e 25 de Março de 2011 1 Senhor

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015 REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DA OPERAÇÃO SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (SAMA2020) Página 1 de 16

Leia mais

QiDEIA C O M U N I C A Ç Ã O

QiDEIA C O M U N I C A Ç Ã O QiDEIA CREATE WHAT YOU SEE. CREATE WHAT YOU FEEL. CREATE WHAT YOU HAVE NEVER SEEN. JUST CREATE. NATHAN SAWAYA QUEM SOMOS A Qideia é uma agência de comunicação, vocacionada para a estratégia e implementação

Leia mais

DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004)

DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004) DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004) por Mónica Montenegro, Coordenadora da área de Recursos Humanos do MBA em Hotelaria e

Leia mais

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação A transcrição ou reprodução deste documento não é permitida sem a prévia autorização escrita do IGIF PRINCIPAIS MENSAGENS O IGIF, na vertente SI,

Leia mais

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM por Engº João Barata (jbarata@ctcv.pt), CTCV Inovação Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro 1. - INTRODUÇÃO Os sub-sistemas de gestão, qualquer que seja o seu

Leia mais

A IQSIUS disponibiliza aos seus clientes a criação de um Plano de

A IQSIUS disponibiliza aos seus clientes a criação de um Plano de Vivemos numa era de informação, onde a concorrência é grande, o espaço de manobra é cada vez mais reduzido, e o tempo escasso. Nestas condições, com facilidade são descurados aspectos que podem inviabilizar

Leia mais

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar eficiência os objectivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. com eficácia e 1

Leia mais

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator

Leia mais

PLANO TIC ano lectivo 2006/2007

PLANO TIC ano lectivo 2006/2007 PLANO TIC ano lectivo 2006/2007 O Coordenador TIC João Teiga Peixe Índice Índice...2 1. Introdução... 3 2. Objectivos... 3 3. Sectores Afectos... 4 1. Salas de Aulas... 4 2. Administrativo... 4 3. Outras

Leia mais

Reengenharia de Processos

Reengenharia de Processos Reengenharia de Processos 1 Enquadramento 2 Metodologia 3 Templates 1 Enquadramento 2 Metodologia 3 Templates Transformação da Administração Pública É necessário transformar a Administração Pública de

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

Factura Electrónica by Carlos Costa Tavares Executive Manager da Score Innovation

Factura Electrónica by Carlos Costa Tavares Executive Manager da Score Innovation Factura Electrónica by Carlos Costa Tavares Executive Manager da Score Innovation Desafios da Facturação Electrónica A facturação electrónica (e-invoicing) poderá fazer parte das iniciativas emblemáticas

Leia mais

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 127 (Março/Abril de 2000) KÉRAMICA N.º 251 (Janeiro/Fevereiro 2002)

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 127 (Março/Abril de 2000) KÉRAMICA N.º 251 (Janeiro/Fevereiro 2002) TÍTULO: Formação e Informação em Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 127 (Março/Abril de 2000) KÉRAMICA N.º 251 (Janeiro/Fevereiro 2002) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

PHC Recursos Humanos CS

PHC Recursos Humanos CS PHCRecursos Humanos CS DESCRITIVO Optimize a selecção e recrutamento, proceda à correcta descrição de funções, execute as avaliações de desempenho e avalie as acções de formação. PHC Recursos Humanos CS

Leia mais

Formação Gestão de Armazéns. Formação. Gestão de Armazéns. Página1. Logisformação Andreia Campos. Empresa acreditada por:

Formação Gestão de Armazéns. Formação. Gestão de Armazéns. Página1. Logisformação Andreia Campos. Empresa acreditada por: Página1 Formação Gestão de Armazéns Empresa acreditada por: Página2 A Logisformação A Logisformação é o resultado de 20 anos de experiência da Logistema Consultores de Logística S.A. no apoio ao desenvolvimento

Leia mais

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Centro Cultural de Belém, Lisboa, 11 de Outubro de 2006 Intervenção do Secretário

Leia mais

Consultoria de Gestão Sistemas Integrados de Gestão Contabilidade e Fiscalidade Recursos Humanos Marketing e Comunicação Consultoria Financeira JOPAC SOLUÇÕES GLOBAIS de GESTÃO jopac.pt «A mudança é a

Leia mais

Os Sistemas de Informação Regionais das Cidades e Regiões Digitais na vertente Infraestrutural

Os Sistemas de Informação Regionais das Cidades e Regiões Digitais na vertente Infraestrutural Os Sistemas de Informação Regionais das na vertente Infraestrutural 1, 2 1 Instituto Politécnico de Tomar Tomar, Portugal 2 Centre of Human Language Tecnnology and Bioinformatics Universidade da Beira

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Uma Questão de Atitude...

Uma Questão de Atitude... Uma Questão de Atitude... Catálogo de Formação 2014 1 Introdução 3 Soluções de Formação 3 Áreas de Formação 4 Desenvolvimento Pessoal 5 Comercial 12 Secretariado e Trabalho Administrativo 15 Indústrias

Leia mais

Proposta para Formataça o de Franquia

Proposta para Formataça o de Franquia Proposta para Formataça o de Franquia 1- O sistema de franchising para o seu negócio Quando falamos de franchising, não estamos falando de algum modismo e, sim, de um sistema de negócios que veio para

Leia mais

Gestão Documental na Administração Pública

Gestão Documental na Administração Pública Gestão Documental na Administração Pública 6 de dezembro de 2012 Auditório da Torre do Tombo Patrocínio Gold Patrocinadores Globais APDSI Patrocínio Prata Polícia Judiciária: Gestão de Documentos, Processos,

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Alteração ao Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior Num momento em que termina o ciclo preliminar de avaliação aos ciclos de estudo em funcionamento por parte da Agência de Avaliação e Acreditação

Leia mais

Nuno Fernandes Mara Ferreira & João Grilo. HR BPO Desafios nos próximos anos. 14 de Março 2012 Centro Congressos do Estoril

Nuno Fernandes Mara Ferreira & João Grilo. HR BPO Desafios nos próximos anos. 14 de Março 2012 Centro Congressos do Estoril Nuno Fernandes Mara Ferreira & João Grilo HR BPO Desafios nos próximos anos Agenda Enquadramento Serviços HR BPO Selecção de parceiros Implementação e operação do HR BPO Exemplo prático Meta4 Agenda Enquadramento

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

CR.Doc. Management Platform for Clients and Documents

CR.Doc. Management Platform for Clients and Documents CR.Doc Management Platform for Clients and Documents Agenda Introdução O que é o CR.Doc? Principais funcionalidades Demonstração O que é o CR.Doc? O CR.doc é um novo conceito de Sistema Integrado de CRM

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

quidgest@quidgest.com www.quidgest.com

quidgest@quidgest.com www.quidgest.com A metodologia Balanced Scorecardem em Portugal Case Study Quidgest Ingeniería de Software Calle Floridablanca, 98 Ent. 1.º 2.ª 08015 Barcelona España tel. (+34) 616 893 789 quidgest@quidgest.com www.quidgest.com

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

TEXTO FINAL DOS PROJECTOS DE LEI N.º 389/XI (BE) E N.º 421/XI (PCP) «Estabelece a adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado»

TEXTO FINAL DOS PROJECTOS DE LEI N.º 389/XI (BE) E N.º 421/XI (PCP) «Estabelece a adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado» TEXTO FINAL DOS PROJECTOS DE LEI N.º 389/XI (BE) E N.º 421/XI (PCP) «Estabelece a adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado» Artigo 1.º Objecto A presente lei estabelece a adopção de

Leia mais

Biblioteca Virtual. BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007

Biblioteca Virtual. BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007 Biblioteca Virtual BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007 A. Introdução A Biblioteca Virtual da Universidade do Porto (BVUP) continuará no ano de 2007 com a sua missão

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades.

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades. A Protteja Seguros surge da vontade de contribuir para o crescimento do mercado segurador nacional, através da inovação, da melhoria da qualidade de serviço e de uma política de crescimento sustentável.

Leia mais

Plano de Sustentabilidade e Gestão da Segurança Social PSGSS

Plano de Sustentabilidade e Gestão da Segurança Social PSGSS Plano de Sustentabilidade e Gestão da Segurança Social PSGSS Manuel Moreira Coordenador do PSGSS Benguela, 22 e 23 de Maio Agenda Objetivos Gerais Objectivos Estratégicos Estrutura do Projecto Inciativas

Leia mais

A Construção Sustentável e o Futuro

A Construção Sustentável e o Futuro A Construção Sustentável e o Futuro Victor Ferreira ENERGIA 2020, Lisboa 08/02/2010 Visão e Missão O Cluster Habitat? Matérias primas Transformação Materiais e produtos Construção Equipamentos Outros fornecedores

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA Quem Somos Somos um grupo de empresas de prestação de serviços profissionais nas áreas das Tecnologias de Informação, Comunicação e Gestão. Estamos presente em Portugal,

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS

CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS MENSAGEM DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Caros Colaboradores, A missão de Jerónimo Martins é promover a eficiência em todas as suas áreas de negócio,

Leia mais

IDERANÇA E GESTÃO. Desenvolver competências que permitam acompanhar, motivar, desenvolver e avaliar equipas de trabalho

IDERANÇA E GESTÃO. Desenvolver competências que permitam acompanhar, motivar, desenvolver e avaliar equipas de trabalho L DE PESSOAS IDERANÇA E GESTÃO Desenvolver competências que permitam acompanhar, motivar, desenvolver e avaliar equipas de trabalho Coordenadores e Chefias Intermédias Adquirir técnicas de Liderança, de

Leia mais

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI (1) PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI Docente: Turma: T15 Grupo 5 Mestre António Cardão Pito João Curinha; Rui Pratas; Susana Rosa; Tomás Cruz Tópicos (2) Planeamento Estratégico de SI/TI Evolução dos SI

Leia mais

1. Agência Nacional de Compras Públicas - Enquadramento. 2. Estratégia para as Compras Públicas. 3. Modelo de Compras Públicas Electrónicas

1. Agência Nacional de Compras Públicas - Enquadramento. 2. Estratégia para as Compras Públicas. 3. Modelo de Compras Públicas Electrónicas Agenda 1. Agência Nacional de Compras Públicas - Enquadramento 2. Estratégia para as Compras Públicas 3. Modelo de Compras Públicas Electrónicas 4. Desafios para 2009 2 Propósito Estratégico: Agência Nacional

Leia mais

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial.

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. POWERING BUSINESS QUEM SOMOS A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. Desde 1987 que desenvolvemos um trabalho

Leia mais

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA APRESENTAÇÃO CORPORATIVA 2015 Quem é a 2VG? A Empresa A 2VG Soluções Informáticas SA., é uma empresa tecnológica portuguesa, fundada em 2009, que surgiu para colmatar uma necessidade detetada no mercado

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional

Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional 1024036 - PROFIFORMA, GABINETE DE CONSULTADORIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, LDA Missão É missão do CQEP Profiforma: -

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE . Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral

Leia mais

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE?

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? 1 O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? A globalização dos mercados torna cada vez mais evidente as questões da qualidade. De facto a maioria dos nossos parceiros económicos não admite a não qualidade.

Leia mais

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e Ética 6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e de Ética ETICA COMPROMISSO CONDUTA EMPRESAS PROFISSIONAL PRINCÍPIOS INDEPENDÊNCIA DEVERES CLIENTES EXIGÊNCIAS PÚBLICO

Leia mais

Apresentação de Solução

Apresentação de Solução Apresentação de Solução Solução: Gestão de Altas Hospitalares Unidade de negócio da C3im: a) Consultoria e desenvolvimento de de Projectos b) Unidade de Desenvolvimento Área da Saúde Rua dos Arneiros,

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética Código de Conduta Ética MENSAGEM DO PRESIDENTE O Código de Conduta Ética das Empresas Concremat contempla os princípios que devem estar presentes nas relações da empresa com seus colaboradores, clientes,

Leia mais

O Arquivo Municipal de Lisboa: novos suportes, novos desafios.

O Arquivo Municipal de Lisboa: novos suportes, novos desafios. O Arquivo Municipal de Lisboa: novos suportes, novos desafios. Inês Viegas, Irene Catarino Os principais organismos internacionais, incluindo a UNESCO e a União Europeia, consideram os arquivos, bibliotecas

Leia mais

Apresentação. Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Oliveira de Azeméis Novembro 2007

Apresentação. Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Oliveira de Azeméis Novembro 2007 Apresentação Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares Oliveira de Azeméis Novembro 2007 Apresentação SABE 12-11-2007 2 Apresentação O conceito de Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) que se

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade

Manual de Gestão da Qualidade Manual de Gestão da Qualidade A Índice A Índice... 2 B Manual da Qualidade... 3 C A nossa Organização... 4 1 Identificação... 4 2 O que somos e o que fazemos... 4 3 Como nos organizamos internamente -

Leia mais

Termos de Referência

Termos de Referência MAPEAMENTO DE PARTES INTERESSADAS (PARCEIROS E DOADORES) Termos de Referência 1. Contexto O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) tem vindo a trabalhar em Moçambique desde os meados dos anos 90 em áreas-chave

Leia mais

European Foundation for Quality Management na Secretaria-Geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

European Foundation for Quality Management na Secretaria-Geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior European Foundation for Quality Management na Secretaria-Geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 1 ÍNDICE 1. A Secretaria-Geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

Sociedade e Tecnologia

Sociedade e Tecnologia Unidade de Aprendizagem 15 Empresas em Rede Ao final desta aula você será capaz de inovações influenciam na competitividade das organizações, assim como compreender o papel da Inteligência Competitiva

Leia mais

SI Sistema de Informação Anexo 4

SI Sistema de Informação Anexo 4 onselho oordenador omo implementar? No actual quadro da dministração Pública torna-se necessário avaliar o desempenho dos serviços, o que implica, para os gestores públicos, desenvolver (os seus) sistemas

Leia mais