Fusões e cisões transfronteiras

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fusões e cisões transfronteiras"

Transcrição

1 Fusões e cisões transfronteiras Fusões e cisões transfronteiras Consulta organizada pela Comissão Europeia (DG MARKT) INTRODUÇÃO Observações preliminares O presente questionário tem por objetivo recolher informações que poderão ajudar a Direção-Geral do Mercado Interno e dos Serviços a avaliar o funcionamento do atual quadro jurídico da UE que rege as operações transfronteiras das empresas, bem como a eventual necessidade de alterar as regras em vigor. As perguntas dizem respeito à melhoria do quadro que rege atualmente as fusões transfronteiras e à eventual criação de um novo quadro para as cisões transfronteiras de empresas. As perguntas não refletem a posição oficial da Comissão Europeia e não condicionam de modo algum as decisões que esta possa adotar no futuro sobre a melhoria do quadro que rege as operações transfronteiras das empresas. O plano de ação sobre o direito e o governo das sociedades salienta que a Diretiva 2005/56/CE (Diretiva Fusões Transfronteiras) constituiu um grande passo em frente na mobilidade das empresas na UE, mas reconhece que poderá ser necessário adaptá-lo de modo a acompanhar a evolução das necessidades do mercado único. O estudo sobre a aplicação desta diretiva assinalou uma série de problemas/dificuldades relacionadas com a sua aplicação concreta. Revelou, por exemplo, que as regras processuais são uma fonte de incerteza e de complexidade, especialmente as regras relativas à proteção dos credores e dos acionistas minoritários e à avaliação dos ativos. No que respeita às cisões, as regras pertinentes foram harmonizadas há alguns anos a nível nacional pela Diretiva 82/891/CEE. No entanto, até à data, não existe nenhum quadro jurídico a nível da UE para as cisões transfronteiras. As empresas que pretendem proceder a uma cisão deste tipo devem efetuar várias operações, tais como uma cisão a nível nacional seguida de uma fusão transfronteiras ou a criação de uma filial seguida de uma transferência de ativos. Assim, o plano de ação de 2012 anunciava que a Comissão iria ponderar a possibilidade de estabelecer um quadro para as cisões transfronteiras, eventualmente através de uma alteração da Diretiva Fusões Transfronteiras, dado que esta já é conhecida das partes interessadas e constituiria um quadro já comprovado para as reestruturações transfronteiras. Os resultados da consulta de 2012 sobre o futuro do direito europeu das sociedades demonstraram que a maioria das partes interessadas é favorável a uma maior harmonização no domínio das fusões e cisões transfronteiras. O objetivo da presente consulta é recolher informações mais precisas sobre as seguintes questões: a) Atuais obstáculos às operações transfronteiras; b) Alterações ao atual quadro jurídico consideradas necessárias pelas partes interessadas;

2 b) Alterações ao atual quadro jurídico consideradas necessárias pelas partes interessadas; c) Custos que uma ação a nível da UE poderia evitar. As respostas serão tidas em conta na avaliação da necessidade de uma ação da UE neste domínio. As respostas à consulta devem ser concisas e cingir-se às questões abordadas, devendo ser enviadas, o mais tardar, até 1/12/2014. O questionário deve ser preenchido em linha e, caso seja necessário incluir anexos, o respetivo ficheiro deve ser carregado na secção IV, a seguir ao questionário. Quaisquer perguntas ou comentários sobre a consulta devem ser enviados para o seguinte endereço: A Comissão agradece a todas as partes interessadas a sua participação na consulta e reserva-se o direito de as contactar para obter informações complementares ou esclarecimentos. Consultar a Declaração específica de confidencialidade I. Informações gerais 1. País do inquirido a) País da UE b) País terceiro

3 Especifique o país: Áustria Bélgica Bulgária Croácia Chipre República Checa Dinamarca Estónia Finlândia França Alemanha Grécia Hungria Irlanda Itália Letónia Lituânia Luxemburgo Malta Polónia Portugal Roménia Eslováquia Eslovénia Espanha Suécia Países Baixos Reino Unido Países do EEE: País terceiro Especifique o país: Islândia Liechtenstein Noruega Indique o seu país:

4 2. Indique o seu nome e o seu endereço: 3. Responde a esta consulta na qualidade de/em nome de um(a): a) Entidade pública (incluindo administrações públicas) b) Universidade/instituto de investigação/grupo de reflexão ou organismo equiparável c) Advogado/notário d) Associação empresarial/organização profissional/câmara de comércio/associação de consumidores ou outra associação ou organização e) Sindicato/órgão de representação dos trabalhadores ou organismo equiparável f) empresa g) particular h) Outro A sua organização está inscrita no Registo de Transparência? (se não for o caso, pode regi stá-la aqui, embora essa inscrição não seja obrigatória para participar na consulta) Sim Não Não sei Em caso afirmativo, indique o seu número de identificação no Registo: 4. Informações sobre a sua empresa. Trata-se de uma empresa: a) à qual presta aconselhamento b) da qual faz parte (enquanto trabalhador ou gestor, por exemplo) c) da qual é proprietário ou coproprietário d) não aplicável 4.1. Dimensão da empresa a) Microempresa (0-9 trabalhadores) b) Pequena (10-49 trabalhadores) c) Média ( trabalhadores) d) Grande (mais de 250 trabalhadores)

5 4.2. Forma jurídica da empresa a) Sociedade de responsabilidade limitada b) Sociedade anónima c) Sociedade europeia (SE) d) Outra (especifique) 4.3. Domínio de atividade da empresa a) Bens b) Serviços c) Outro 4.4. A sua empresa exerce atualmente atividades transfronteiras na UE? Que percentagem das atividades comerciais da empresa representam as atividades transfronteiras na UE? a) 1-10 % b) % c) % d) mais de 50 % e) Não sei 4.5. A empresa participou numa fusão a nível nacional ou transfronteiras nos últimos 5 anos?, a nível nacional b) Sim, a nível transfronteiras c) Não 4.6. A empresa participou numa cisão a nível nacional ou transfronteiras nos últimos 5 anos?, a nível nacional b) Sim, a nível transfronteiras c) Não

6 4.7. A empresa tenciona participar numa fusão a nível nacional ou transfronteiras num futuro próximo?, a nível nacional b) Sim, a nível transfronteiras c) Não 4.8. A empresa tenciona participar numa cisão a nível nacional ou transfronteiras num futuro próximo?, a nível nacional b) Sim, a nível transfronteiras c) Não 4.9. A empresa tem conhecimento das possibilidades de proceder a uma cisão transfronteiras em conformidade com a legislação nacional em vigor? II. Fusões transfronteiras A Diretiva Fusões Transfronteiras define um quadro harmonizado de regras em matéria de fusões de empresas de Estados-Membros diferentes. Na consulta de 2012, a maioria das partes interessadas considerou que as regras da UE que regem as fusões transfronteiras devem ser adaptadas de modo a acompanhar a evolução das necessidades do mercado único. Além disso, o estudo sobre a aplicação da diretiva realizado em 2013 apresenta uma série de propostas concretas para melhorar o quadro jurídico em vigor. As perguntas que se seguem baseiam-se nesse trabalho de investigação e dizem respeito a medidas concretas que poderiam ser tomadas a nível da UE. 1. A Diretiva Fusões Transfronteiras deveria ser aplicada às fusões transfronteiras de empresas que, embora não tenham sido constituídas na UE/EEE, adotaram uma forma jurídica em vigor na UE/EEE?

7 2. Em geral, deveria ser possível proceder a fusões transfronteiras entre diferentes tipos de empresas, por exemplo entre uma sociedade de responsabilidade limitada e uma sociedade anónima? 3. Em caso de fusão transfronteiras, deveriam ser harmonizados os direitos dos credores? 3.1. Que forma deveria assumir essa harmonização? a) Harmonização total dos direitos dos credores em todos os Estados-Membros b) Duas opções possíveis, podendo os Estados-Membros aplicar um dos dois conjuntos de direitos dos credores previstos no direito da UE c) Várias opções possíveis, podendo os Estados-Membros aplicar um dos dois conjuntos de direitos dos credores previstos no direito da UE, não sendo nenhum deles obrigatório 3.2. Os credores deveriam ter o direito de: [pergunta de escolha múltipla] a) impedir a fusão b) exigir à empresa a prestação de uma garantia ou caução ao credor c) solicitar ao tribunal que imponha à empresa a obrigação de prestar uma garantia ou caução d) exercer outros direitos (especifique) e) Não sei 4. Deveriam harmonizar-se os requisitos a que estão sujeitas as empresas durante o período de proteção dos direitos dos credores?

8 4.1. Que requisitos impostos às empresas deveriam ser harmonizados? Os que dizem respeito: [pergunta de escolha múltipla] a) às assembleias de credores b) às garantias/cauções c) à gestão separada dos ativos e dos passivos d) outros (especifique) e) Não sei 5. Deveria harmonizar-se a data que determina o início do período de proteção dos direitos dos credores das empresas participantes na fusão? 5,1. O período de proteção deveria começar: a) antes de a fusão transfronteiras produzir efeitos («ex ante») b) depois de a fusão transfronteiras produzir efeitos («ex poste») d) outro (especifique) 6. Em caso de fusão transfronteiras, deveriam ser harmonizados os direitos dos acionistas minoritários? 6.1. Que forma deveria assumir essa harmonização? a) Harmonização total dos direitos dos acionistas minoritários em todos os Estados-Membros b) Duas opções possíveis, podendo os Estados-Membros aplicar apenas um dos dois conjuntos de direitos dos acionistas minoritários previstos no direito da UE c) Várias opções possíveis, podendo os Estados-Membros aplicar um dos dois conjuntos de direitos dos acionistas minoritários previstos no direito da UE, não sendo nenhum deles obrigatório

9 6.2. Os acionistas minoritários deveriam ter o direito de: [pergunta de escolha múltipla] a) impedir a fusão b) exercer um direito de inquérito c) exigir uma indemnização d) exercer outros direitos (especifique) e) Não sei 7. Deveria harmonizar-se a data que determina o início do período durante o qual os acionistas minoritários das empresas participantes na fusão poderiam exercer os seus direitos? 7.1. Que «acontecimento» deveria determinar o início desse período? [pergunta de escolha múltipla] a) Uma assembleia geral b) Na ausência de assembleia geral, a publicação do projeto comum de fusão transfronteiras no registo ou no sítio Web da empresa c) Na ausência de assembleia geral, o pedido às autoridades competentes do certificado prévio à fusão d) Na ausência de assembleia geral, a inscrição da fusão no registo comercial d) Outro (especifique) 8. Deveria harmonizar-se a duração do período durante o qual os acionistas minoritários das empresas participantes na fusão podem exercer os seus direitos?

10 8.1. Que duração deveria ter esse período? a) Um mês b) Dois meses c) Mais de dois meses (especificar) 9. Quando uma fusão transfronteiras implica a emissão de novas ações, pode ser necessária uma avaliação dos ativos e passivos. Os Estados-Membros utilizam dois métodos diferentes de avaliação: o método do justo valor e o método do valor contabilístico. Dado que os dois métodos podem conduzir a resultados diferentes, deveriam ser estabelecidas regras comuns para todos os Estados-Membros? 9.1. Que método deveria ser utilizado? a) A empresa deveria poder escolher o justo valor ou o valor contabilístico b) O valor contabilístico deveria ser imposto como norma comum c) O justo valor deveria ser imposto como norma comum d) Outro e) Não sei 10. Deveria harmonizar-se a data a partir da qual as operações das empresas participantes na fusão transfronteiras são consideradas, para efeitos contabilísticos, operações da sociedade resultante da fusão? Que tipo de data se deveria ter em conta? a) A data jurídica efetva («data de registo») da fusão, ou seja, a data em que a fusão é inscrita no registo comercial b) A data contabilística («data determinante») da fusão, a especificar no projeto comum de fusão transfronteiras, ou seja, a data a partir da qual as operações da empresa adquirida são consideradas, para efeitos contabilísticos, operações da empresa adquirente c) Outra data (especifique)

11 11. Se, em certos casos, não for necessária uma assembleia geral, deveria harmonizar-se a data de publicação do projeto comum de fusão transfronteiras? Que «acontecimento» deveria servir de referência para determinar a data de publicação do projeto de fusão transfronteiras? a) A apresentação dos documentos comprovativos à autoridade nacional responsável pelo controlo da legalidade da fusão transfronteiras b) A apresentação dos documentos comprovativos ao registo comercial c) A divulgação da fusão no registo comercial d) Outros (especifique) e) Não sei 12. Deveria introduzir-se, em determinados casos, um procedimento acelerado harmonizado para as fusões transfronteiras? Em que casos se deveria aplicar um procedimento desse tipo? [pergunta de escolha múltipla] a) Se a empresa não tiver pessoal b) Se todos os acionistas estiverem de acordo c) Se 90 % dos acionistas estiverem de acordo d) Se o procedimento não tiver quaisquer consequências para os credores d) Outras (especifique)

12 13. As autoridades competentes em cada Estado-Membro envolvido numa fusão transfronteiras deveriam limitar-se a verificar o cumprimento dos requisitos impostos pelo seu próprio país? Nesse caso, ambas as autoridades nacionais deveriam verificar os documentos provenientes dos dois países?, todos os documentos b) Sim, certos documentos (especifique quais) c) Não Especifique os documentos em causa: 14. Deveriam ser alteradas as regras em vigor em matéria de participação dos trabalhadores previstas na Diretiva Fusões Transfronteiras? III. Cisões transfronteiras As cisões a nível nacional são atualmente regidas por regras harmonizadas pela Diretiva 82/891/CEE, mas o direito europeu das sociedades não prevê quaisquer regras para as cisões transfronteiras. A consulta de 2012 sobre o futuro do direito europeu das sociedades mostrou a necessidade de dispor de um quadro jurídico europeu claro que especifique as condições aplicáveis às cisões transfronteiras.

13 1. O que levaria uma empresa a optar por uma cisão transfronteiras? [pergunta de escolha múltipla] a) Tirar partido de novas oportunidades do mercado interno b) Mudar/simplificar a sua estrutura organizativa c) Adaptar-se à evolução das condições do mercado d) Outras razões (especifique) e) Não sei 2. Em que medida a harmonização a nível da UE dos requisitos legais em matéria de cisões transfronteiras poderia ajudar as empresas e contribuir para o aumento das suas atividades transfronteiras na UE? [pergunta de escolha múltipla] a) Redução dos custos regulamentares (taxas) b) Redução dos custos diretamente relacionados com a cisão transfronteiras (por exemplo, custos de tradução, assessoria, etc.) c) Redução dos custos operacionais da empresa ou grupo de empresas d) Outro (especifique) e) Não sei 3. Indique os eventuais obstáculos às cisões transfronteiras comparativamente aos das cisões a nível nacional? [pergunta de escolha múltipla] a) Custos de uma cisão transfronteiras efetuada através de uma cisão nacional seguida de uma fusão transfronteiras b) Dificuldades de financiamento das cisões transfronteiras c) Incerteza jurídica devido à falta de regras europeias d) Duração e complexidade dos procedimentos atualmente necessários para efetuar uma cisão transfronteiras e) Aspetos fiscais f) Outros obstáculos (especifique) g) Não sei

14 3.1. Que custos considera mais importantes? [pergunta de escolha múltipla] a) Traduções b) Requisitos para registo/taxas c) Custos das diferentes regras relativas à avaliação dos ativos no âmbito de uma cisão transfronteiras d) Custos de assessoria no âmbito de uma cisão transfronteiras e) Custos relacionados com a elaboração de relatórios destinados aos acionistas e outras partes interessadas (credores, trabalhadores) f) Custos operacionais relacionados com a preparação e realização de assembleias gerais g) Outros custos h) Não sei Apresente uma estimativa desses custos. [pergunta de escolha múltipla] Percentagem do custo total de uma cisão: Apresente uma estimativa desses custos. [pergunta de escolha múltipla] Percentagem do custo total de uma cisão: Apresente uma estimativa desses custos. [pergunta de escolha múltipla]

15 Percentagem do custo total de uma cisão: Apresente uma estimativa dos custos de consultoria jurídica. [pergunta de escolha múltipla] Percentagem do custo total de uma cisão: Apresente uma estimativa dos custos notariais. [pergunta de escolha múltipla] Percentagem do custo total de uma cisão: Apresente uma estimativa dos custos de contabilidade. [pergunta de escolha múltipla]

16 Percentagem do custo total de uma cisão: Apresente uma estimativa desses custos. [pergunta de escolha múltipla] Percentagem do custo total de uma cisão: Apresente uma estimativa desses custos. [pergunta de escolha múltipla] Percentagem do custo total de uma cisão: Quais seriam os outros custos? Apresente uma estimativa desses custos [pergunta de escolha múltipla]

17 Percentagem do custo total de uma cisão: 3.2. Quanto poderia poupar uma empresa se, em vez de efetuar uma cisão nacional seguida de uma fusão transfronteiras, pudesse optar diretamente por uma cisão transfronteiras? Percentagem do custo total de uma cisão: 4. Quais os principais aspetos das cisões transfronteiras que deveriam ser regulamentados a nível da UE? [pergunta de escolha múltipla] a) Questões relacionadas com os credores b) Questões relacionadas com os acionistas minoritários c) Questões relacionadas com as partes interessadas d) Questões processuais e) Aspetos contabilísticos f) Participação dos trabalhadores d) Outros (especifique) h) Não sei 5. As regras harmonizadas em matéria de cisões transfronteiras deveriam ser integradas no quadro estabelecido pela Diretiva relativa às fusões transfronteiras? (especifique porquê) (especifique porquê) Indique as razões da sua resposta:

18 Indique as razões da sua resposta: 6. A introdução de regras harmonizadas em matéria de cisões transfronteiras implicaria custos adicionais para as autoridades públicas? 6.1. Que tipo de custos deveriam ser suportados pelas autoridades públicas? [pergunta de escolha múltipla] a) Investimentos para adaptar os sistemas informáticos existentes b) Custos em termos de recursos humanos g) Outros custos Que avaliação/estimativa faz desses custos? sei Que avaliação/estimativa faz desses custos? sei Quais seriam esses custos? (especifique) Que avaliação/estimativa faz desses custos? sei

19 7. Quantas cisões transfronteiras foram efetuadas no seu Estado-Membro nos últimos 5 anos (na sequência das quais a empresa cindida ou uma das empresas resultantes da cisão foi registada no seu Estado-Membro)? a) 0-10 b) C) mais de 20 (especifique) 8. Quantas cisões nacionais foram efetuadas no seu Estado-Membro nos últimos 5 anos? a) 0-10 b) c) mais de 20 (especifique) IV. Observações gerais Se desejar formular observações de caráter geral sobre o questionário ou levantar quaisquer questões específicas não abordadas na consulta, carregue aqui o respetivo ficheiro.

ANEXOS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. relativa à iniciativa de cidadania «Um de nós»

ANEXOS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. relativa à iniciativa de cidadania «Um de nós» COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 28.5.2014 COM(2014) 355 final ANNEXES 1 to 5 ANEXOS à COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO relativa à iniciativa de cidadania «Um de nós» PT PT ANEXO I: ASPETOS PROCESSUAIS DA INICIATIVA

Leia mais

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos ESTE ANO VOU CONHECER NOVAS PESSOAS ESTE ANO VOU ALARGAR CONHECIMENTOS ESTE ANO VOU FALAR OUTRA LÍNGUA ESTE ANO VOU ADQUIRIR NOVAS COMPETÊNCIAS ESTE ANO VOU VIAJAR ESTE ANO VOU SER ERASMUS Guia do Estudante

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Cartão Europeu de Seguro de Doença Nº: 20/DSPCS DATA: 18/05/04 Para: Todos os serviços dependentes do Ministério da Saúde Contacto

Leia mais

SEPA - Single Euro Payments Area

SEPA - Single Euro Payments Area SEPA - Single Euro Payments Area Área Única de Pagamentos em euros APOIO PRINCIPAL: APOIO PRINCIPAL: Contexto O que é? Um espaço em que consumidores, empresas e outros agentes económicos poderão efectuar

Leia mais

A solução. para os seus problemas. na Europa. ec.europa.eu/solvit

A solução. para os seus problemas. na Europa. ec.europa.eu/solvit A solução para os seus problemas na Europa ec.europa.eu/solvit CONHEÇA OS SEUS DIREITOS Viver, trabalhar ou viajar em qualquer país da UE é um direito fundamental dos cidadãos europeus. As empresas também

Leia mais

NOTA INFORMATIVA SINGLE EURO PAYMENTS AREA. 1. O que é a SEPA?

NOTA INFORMATIVA SINGLE EURO PAYMENTS AREA. 1. O que é a SEPA? 1 NOTA INFORMATIVA 1. O que é a SEPA? Para harmonização dos sistemas de pagamento no espaço europeu no sentido de impulsionar o mercado único, foi criada uma Área Única de Pagamentos em Euro (denominada

Leia mais

CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV

CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV DOCUMENTO 3 DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS TITULARES DOS CARTÕES EUROPEUS DE SEGURO DE DOENÇA OU DE DOCUMENTOS EQUIVALENTES NA SEQUÊNCIA DAS ALTERAÇÕES DO PONTO I DA ALÍNEA A)

Leia mais

E R A S M U S + ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Apresentação

E R A S M U S + ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Apresentação ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Apresentação ERASMUS+ - Ensino Superior O Erasmus+ é o novo programa da UE dedicado à educação, formação, juventude e desporto. O programa tem início

Leia mais

Áustria, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Noruega, Suécia, Reino Unido

Áustria, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Noruega, Suécia, Reino Unido PROGRAMA ERASMUS+ AÇÃO 1 MOBILIDADE INDIVIDUAL PARA FINS DE APRENDIZAGEM ENSINO SUPERIOR 2015 TABELA DE BOLSAS DE MOBILIDADE ESTUDANTES PARA ESTUDOS E ESTÁGIOS TABELA 1 De Portugal Continental para: Valor

Leia mais

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS:

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: Acesso a cuidados de saúde programados na União Europeia, Espaço Económico Europeu e Suiça. Procedimentos para a emissão do Documento

Leia mais

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO. sobre os passivos implícitos com impacto potencial nos orçamentos públicos

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO. sobre os passivos implícitos com impacto potencial nos orçamentos públicos COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.6.2015 COM(2015) 314 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO sobre os passivos implícitos com impacto potencial nos orçamentos públicos PT PT RELATÓRIO

Leia mais

GOLDEN VISA Junho 2013 AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA ATRAVÉS DE INVESTIMENTO EM PORTUGAL

GOLDEN VISA Junho 2013 AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA ATRAVÉS DE INVESTIMENTO EM PORTUGAL GOLDEN VISA Junho 2013 AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA ATRAVÉS DE INVESTIMENTO EM PORTUGAL Portugal já está a atribuir os Golden Residence Permit a cidadãos não- Europeus no caso de realização de determinados

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427 NOTA de: para: Assunto: Presidência Grupo de Avaliação de Schengen Projecto de decisão do

Leia mais

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO 7.6.2008 C 141/27 V (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO Convite à apresentação de propostas de 2008 Programa Cultura (2007-2013) Execução das seguintes acções do programa: projectos plurianuais

Leia mais

HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes

HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes Este folheto explica as regras que se aplicam ao Benefício de

Leia mais

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES) (ÍNDICE)

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES) (ÍNDICE) 3.1. Cartões de crédito Comissões (Euros) Redes onde o cartão é aceite 1. Anuidades 1 1.º Titular Outros Titulares 2. Emissão de cartão 1 3. Substituição de cartão 2 4. Inibição do cartão 5. Pagamentos

Leia mais

Mobilidade de Estudantes Sessão de Esclarecimento 2015/2016 janeiro 2015 Núcleo de Relações Internacionais do ISEL

Mobilidade de Estudantes Sessão de Esclarecimento 2015/2016 janeiro 2015 Núcleo de Relações Internacionais do ISEL Changing lives. Opening minds. Mobilidade de Estudantes Sessão de Esclarecimento 2015/2016 janeiro 2015 Núcleo de Relações Internacionais do ISEL ERASMUS + Uma porta aberta para a Europa : O novo programa

Leia mais

Notas sobre o formulário Acto de Oposição

Notas sobre o formulário Acto de Oposição INSTITUTO DE HARMONIZAÇÃO NO MERCADO INTERNO (IHMI) Marcas, Desenhos e Modelos Notas sobre o formulário Acto de Oposição 1. Observações gerais 1.1 Utilização do formulário O formulário pode ser obtido

Leia mais

Resultados da consulta pública TOP10 relativa aos atos legislativos mais onerosos para as PME

Resultados da consulta pública TOP10 relativa aos atos legislativos mais onerosos para as PME Resultados da consulta pública TOP10 relativa aos atos legislativos mais onerosos para as PME 1. Introdução A consulta pública relativa aos dez atos legislativos mais onerosos para as PME («Consulta pública

Leia mais

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2014 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 23 6 44

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2014 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 23 6 44 Quadro Número de empresas de seguros a operar em Portugal 24 Vida Não Vida Mistas Total Em regime de estabelecimento 2 46 2 78 Empresas de seguros de direito português 5 23 6 44 Empresas de seguros 5 2

Leia mais

Serviço de Assistência Tutelar Serviço de Tutelas

Serviço de Assistência Tutelar Serviço de Tutelas Portugees - Portugais Serviço de Assistência Tutelar Serviço de Tutelas Como podemos ajudar-te? À tua chegada à Bélgica Tens menos de 18 anos e chegaste à Bélgica sem o teu pai ou a tua mãe? Estás a procurar

Leia mais

Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente. Nome Completo B.I./ Cartão Cidadão Nº Contribuinte Código Repartição Finanças Morada de residência

Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente. Nome Completo B.I./ Cartão Cidadão Nº Contribuinte Código Repartição Finanças Morada de residência 1 Proposta de Adesão de Crédito - Particulares Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ Identificação do titular Nome Completo B.I./ Cidadão Nº Contribuinte

Leia mais

Espanha continuou a ser o país com maior peso nas transações comerciais de bens com o exterior (23,5% nas exportações e de 32,5% nas importações).

Espanha continuou a ser o país com maior peso nas transações comerciais de bens com o exterior (23,5% nas exportações e de 32,5% nas importações). Estatísticas do Comércio Internacional 214 7 de julho de 215 Resultados preliminares do Comércio Internacional em 214: em termos nominais, as exportações aumentaram 1,8% e as importações aumentaram 3,2%

Leia mais

Preçário AGENCIA DE CAMBIOS CENTRAL, LDA AGÊNCIAS DE CÂMBIOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 27-Abr-2015

Preçário AGENCIA DE CAMBIOS CENTRAL, LDA AGÊNCIAS DE CÂMBIOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 27-Abr-2015 Preçário AGENCIA DE CAMBIOS CENTRAL, LDA AGÊNCIAS DE CÂMBIOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS O Preçário completo da Agência de Câmbios Central, Lda., contém o Folheto de e Despesas (que incorpora

Leia mais

CUIDADOS DE SAÚDE PARA PENSIONISTAS DE UM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA, ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU OU DA SUÍÇA QUE VENHAM RESIDIR PARA PORTUGAL

CUIDADOS DE SAÚDE PARA PENSIONISTAS DE UM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA, ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU OU DA SUÍÇA QUE VENHAM RESIDIR PARA PORTUGAL CUIDADOS DE SAÚDE PARA PENSIONISTAS DE UM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA, ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU OU DA SUÍÇA QUE VENHAM RESIDIR PARA PORTUGAL abril 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição de crédito 1.1. Denominação Banco BPI, Sociedade

Leia mais

Newsletter Informação Semanal 31-08 a 06-09-2015

Newsletter Informação Semanal 31-08 a 06-09-2015 EUR / Kg Peso Vivo CONJUNTURA SEMANAL - AVES Newsletter Informação Semanal 31-08 a 06-09- As Newsletter do SIMA podem também ser consultadas no facebook em: https://www.facebook.com/sima.portugal Na semana

Leia mais

11. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (OUTROS CLIENTES) ( ÍNDICE)

11. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (OUTROS CLIENTES) ( ÍNDICE) 11.1. Cartões de crédito Designação do Redes onde o é 3. Substituição de 4. Inibição do 5. Comissão pela recuperação de valores em dívida 6. Não pagamento até à data limite Cartão Business 43,27 43,27

Leia mais

11. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (OUTROS CLIENTES) ( ÍNDICE)

11. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (OUTROS CLIENTES) ( ÍNDICE) 11.1. Cartões de crédito Designação do Redes onde o é 3. Substituição de 4. Inibição do 5. Comissão pela recuperação de valores em dívida 6. Não pagamento até à data limite Cartão Business Estrangeiro:

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Dr. José Timóteo Montalvão Machado. Programa ERASMUS+ Acção-chave 1 Mobilidade para aprendizagem

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Dr. José Timóteo Montalvão Machado. Programa ERASMUS+ Acção-chave 1 Mobilidade para aprendizagem ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Dr. José Timóteo Montalvão Machado Programa ERASMUS+ Acção-chave 1 Mobilidade para aprendizagem GUIA DE CANDIDATURA PARA MOBILIDADE DE ESTUDANTES PARA ESTÁGIOS ERASMUS+ (SMP)

Leia mais

INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA SERVIÇO DE SERVIÇO DE ACESSO À INTERNET ATRAVÉS DE BANDA LARGA

INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA SERVIÇO DE SERVIÇO DE ACESSO À INTERNET ATRAVÉS DE BANDA LARGA http://www.anacom.pt/template12.jsp?categoryid=168982 INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA DO SERVIÇO DE SERVIÇO DE ACESSO À INTERNET ATRAVÉS DE BANDA LARGA 3º TRIMESTRE DE 2005 NOTA: O presente documento constitui

Leia mais

É UM CIDADÃO EUROPEU A RESIDIR NA BÉLGICA? Então venha votar no dia 25 de Maio de 2014 para o Parlamento Europeu!

É UM CIDADÃO EUROPEU A RESIDIR NA BÉLGICA? Então venha votar no dia 25 de Maio de 2014 para o Parlamento Europeu! F É UM CIDADÃO EUROPEU A RESIDIR NA BÉLGICA? Então venha votar no dia 25 de Maio de 2014 para o Parlamento Europeu! 1 QUEM PODE VOTAR A 25 DE MAIO DE 2014? Para poder participar nesta eleição na qualidade

Leia mais

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/17 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pedido de

Leia mais

UM NOVO DIREITO PARA OS CIDADÃOS EUROPEUS PARTICIPE NA DEFINIÇÃO DA AGENDA! Guia da iniciativa de. cidadania europeia

UM NOVO DIREITO PARA OS CIDADÃOS EUROPEUS PARTICIPE NA DEFINIÇÃO DA AGENDA! Guia da iniciativa de. cidadania europeia UM NOVO DIREITO PARA OS CIDADÃOS EUROPEUS PARTICIPE NA DEFINIÇÃO DA AGENDA! Guia da iniciativa de cidadania europeia Comissão Europeia Secretariado-Geral 1049 Bruxelles BÉLGICA Texto original concluído

Leia mais

Uma Rede de apoio à competitividade das empresas. 30 de abril de 2014, ISCTE-IUL, Lisboa

Uma Rede de apoio à competitividade das empresas. 30 de abril de 2014, ISCTE-IUL, Lisboa Uma Rede de apoio à competitividade das empresas 30 de abril de 2014, ISCTE-IUL, Lisboa Quem somos Quem somos? Onde estamos? Criada pela Comissão Europeia no âmbito do Programa Quadro para a Competitividade

Leia mais

2. Emissão de. Outros Titulares. seguintes. 1.º ano. Anos. cartão. Grátis 28,85 -- -- -- 19,23 26,44. Grátis 28,85 -- -- -- 19,23 26,44

2. Emissão de. Outros Titulares. seguintes. 1.º ano. Anos. cartão. Grátis 28,85 -- -- -- 19,23 26,44. Grátis 28,85 -- -- -- 19,23 26,44 11.1. Cartões de crédito Designação do Redes onde o é aceite 1.º Titular Outros Titulares de (5) (1) 5. Recuperação de valores em divida (6) Millennium bcp Business Silver 28,85 19,23 26,44 Millennium

Leia mais

3. Substituiçã o de cartão. 4. Inibição do cartão. 2. Emissão do Cartão. Isento Isento -- -- 25,00 (4) Ver Nota (2).

3. Substituiçã o de cartão. 4. Inibição do cartão. 2. Emissão do Cartão. Isento Isento -- -- 25,00 (4) Ver Nota (2). 3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (CLIENTES PARTICULARES) - FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Entrada em vigor: 04-agosto-2015 3.1. Cartões de Crédito Designação do cartão Redes onde o cartão é aceite Barclays

Leia mais

Atualidades. Blocos Econômicos, Globalização e União Européia. 1951 - Comunidade Européia do Carvão e do Aço (CECA)

Atualidades. Blocos Econômicos, Globalização e União Européia. 1951 - Comunidade Européia do Carvão e do Aço (CECA) Domínio de tópicos atuais e relevantes de diversas áreas, tais como política, economia, sociedade, educação, tecnologia, energia, ecologia, relações internacionais, desenvolvimento sustentável e segurança

Leia mais

Newsletter Informação Semanal 21-09 a 27-09-2015

Newsletter Informação Semanal 21-09 a 27-09-2015 EUR / Kg Peso Carcaça CONJUNTURA SEMANAL Newsletter Informação Semanal 21-09 a 27-09- As Newsletter do SIMA podem também ser consultadas no facebook em: https://www.facebook.com/sima.portugal Na semana

Leia mais

Geografia Econômica Mundial. Organização da Aula. Aula 4. Blocos Econômicos. Contextualização. Instrumentalização. Tipologias de blocos econômicos

Geografia Econômica Mundial. Organização da Aula. Aula 4. Blocos Econômicos. Contextualização. Instrumentalização. Tipologias de blocos econômicos Geografia Econômica Mundial Aula 4 Prof. Me. Diogo Labiak Neves Organização da Aula Tipologias de blocos econômicos Exemplos de blocos econômicos Algumas características básicas Blocos Econômicos Contextualização

Leia mais

GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016

GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016 GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016 Esclarecimentos de dúvidas/informações adicionais: Carolina Peralta/Isabel Silva Gabinete de Relações Internacionais - GRI Rua de Santa Marta, 47, 1º Piso sala 112-1169-023

Leia mais

O DIREITO DAS SOCIEDADES

O DIREITO DAS SOCIEDADES O DIREITO DAS SOCIEDADES Apesar de não existir um Direito das sociedades elaborado como tal, normas mínimas impostas pela legislação europeia são aplicáveis às empresas em toda a União Europeia. Dois importantes

Leia mais

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS 5.5.2012 Jornal ficial da União Europeia L 120/1 II (Atos não legislativos) REGULAMENTS REGULAMENT (UE) N. o 383/2012 DA CMISSÃ de 4 de maio de 2012 que estabelece os requisitos técnicos relativos às cartas

Leia mais

Geografia 03 Tabata Sato

Geografia 03 Tabata Sato Geografia 03 Tabata Sato IDH Varia de 0 a 1, quanto mais se aproxima de 1 maior o IDH de um país. Blocos Econômicos Economia Globalizada Processo de Regionalização Tendência à formação de blocos econômicos

Leia mais

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/20 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pedido de

Leia mais

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS EM POUCAS PALAVRAS OS PRIMEIROS PASSOS DATA/LOCAL DE ASSINATURA E ENTRADA EM VIGOR PRINCIPAIS MENSAGENS QUIZ 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS OS PRIMEIROS PASSOS No século XX depois das Guerras No século XX, depois

Leia mais

DIREITO COMUNITÁRIO. Aula 4 As revisões dos instrumentos fundamentais: o aprofundamento 2

DIREITO COMUNITÁRIO. Aula 4 As revisões dos instrumentos fundamentais: o aprofundamento 2 DIREITO COMUNITÁRIO Aula 4 As revisões dos instrumentos fundamentais: o aprofundamento 2 As revisões dos tratados fundadores 07/02/1992: Assinatura do Tratado sobre a União Européia,, em Maastricht; 20/10/1997:

Leia mais

Golden Residence Permit Program BES IMÓVEIS AREA GESTÃO IMOBILIÁRIA

Golden Residence Permit Program BES IMÓVEIS AREA GESTÃO IMOBILIÁRIA Golden Residence Permit Program BES IMÓVEIS AREA GESTÃO IMOBILIÁRIA Em que consiste, razões para a existência do programa e benefício principal Quem pode beneficiar do programa Como beneficiar do programa

Leia mais

CENTRO EUROPEU DO CONSUMIDOR - PORTUGAL EUROPEAN CONSUMER CENTRE

CENTRO EUROPEU DO CONSUMIDOR - PORTUGAL EUROPEAN CONSUMER CENTRE ECC-Net: Travel App Uma nova aplicação para telemóveis destinada aos consumidores europeus que se deslocam ao estrangeiro. Um projeto conjunto da Rede de Centros Europeus do Consumidor Nome da app: ECC-Net:

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 3.8.2009 COM(2009) 411 final Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à assinatura do Acordo sobre certos aspectos dos serviços aéreos entre a Comunidade

Leia mais

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES) ( ÍNDICE)

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES) ( ÍNDICE) 3.1. Cartões de crédito Designação do Redes onde o é 5. Comissão pela recuperação de valores em dívida 6. Não pagamento até à data limite Cartão Classic Estrangeiro: Rede 28,85 28,85 19,23 19,23 Isenção

Leia mais

Informação ao Utente sobre Preço dos Medicamentos Situação Europeia

Informação ao Utente sobre Preço dos Medicamentos Situação Europeia que não requerem PVP na embalagem dos medicamentos Alemanha Informação sobre preços é fornecida às farmácias e seguradoras pelo IFA (Information Centre for Pharmaceutical Specialities). Identificação do

Leia mais

A formação da União Europeia

A formação da União Europeia A formação da União Europeia A EUROPA DOS 28 Como tudo começou? 1926: 1º congresso da União Pan- Europeia em Viena (Áustria) 24 países aprovaram um manifesto para uma organização federativa na Europa O

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 11 de Julho de 2007 (18.07) (OR. en) 11722/07 SCH-EVAL 131 SIRIS 133 COMIX 659

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 11 de Julho de 2007 (18.07) (OR. en) 11722/07 SCH-EVAL 131 SIRIS 133 COMIX 659 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 11 de Julho de 2007 (18.07) (OR. en) 11722/07 SCH-EVAL 131 SIRIS 133 COMIX 659 NOTA de: para: Assunto: Presidência Grupo de Avaliação de Schengen Projecto de decisão

Leia mais

NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA

NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 31 de Março de 2005 (OR. en) AA 23/2/05 REV 2 TRATADO DE ADESÃO: ACTA FINAL PROJECTO DE ACTOS LEGISLATIVOS E OUTROS INSTRUMENTOS

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA. Artigo 7.º, n.º 3, da Diretiva 2002/21/CE: Sem observações

COMISSÃO EUROPEIA. Artigo 7.º, n.º 3, da Diretiva 2002/21/CE: Sem observações COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.7.2015 C(2015) 5529 final Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) Avenida José Malhoa n.º 12 1099-017 Lisboa Portugal Ao cuidado da Sr.ª D.ª Fátima Barros Presidente

Leia mais

Em Portugal o Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder de Compra situou-se em 79,0% da média da União Europeia em 2013

Em Portugal o Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder de Compra situou-se em 79,0% da média da União Europeia em 2013 Paridades de Poder de Compra 2013 11 de dezembro de 2014 Em Portugal o Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder de Compra situou-se em 79,0% da média da União Europeia em 2013 O

Leia mais

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL Índice Investimento público e privado no Ensino Superior Propinas Investimento público e privado

Leia mais

PEDIDO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS AO DIREITO ÀS PRESTAÇÕES FAMILIARES NO ESTADO DE RESIDÊNCIA DOS FAMILIARES

PEDIDO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS AO DIREITO ÀS PRESTAÇÕES FAMILIARES NO ESTADO DE RESIDÊNCIA DOS FAMILIARES A COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A SEGURANÇA SOCIAL DOS TRABALHADORES MIGRANTES Ver «Instruções» na página 4 E 411 ( 1 ) PEDIDO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS AO DIREITO ÀS PRESTAÇÕES FAMILIARES NO ESTADO DE RESIDÊNCIA

Leia mais

PT PRIME PREÇÁRIOS DE VOZ EMPRESARIAL 2006. PT Prime Preçário Voz Empresarial 2006

PT PRIME PREÇÁRIOS DE VOZ EMPRESARIAL 2006. PT Prime Preçário Voz Empresarial 2006 PT PRIME PREÇÁRIOS DE VOZ EMPRESARIAL 2006 Versão: 1.0 Pág.: 1/7 1. ACESSO DIRECTO Chamadas DENTRO DO PAÍS Não Corp Corp Local 0,0201 0,0079 Local Alargado 0,0287 0,0105 Nacional 0,0287 0,0105 FIXO MÓVEL

Leia mais

SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR. Viana do Castelo, 11de Fevereiro

SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR. Viana do Castelo, 11de Fevereiro SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR Viana do Castelo, 11de Fevereiro www.cosec.pt COSEC Companhia de Seguro de Créditos, S.A. 2014 Índice Sobre a COSEC Seguro de Créditos Soluções à medida em resumo

Leia mais

Formação Inicial de Professores na União Europeia. Florbela Lages Antunes Rodrigues Instituto Politécnico da Guarda

Formação Inicial de Professores na União Europeia. Florbela Lages Antunes Rodrigues Instituto Politécnico da Guarda Formação Inicial de Professores na União Europeia Florbela Lages Antunes Rodrigues Instituto Politécnico da Guarda 1999 - O Processo de Bolonha Um Espaço Europeu de Ensino Superior (EEES) globalmente harmonizado

Leia mais

A difícil concretização do processo de Bolonha no Ensino Superior

A difícil concretização do processo de Bolonha no Ensino Superior A difícil concretização do processo de Bolonha no Ensino Superior O SNESup e o Núcleo de Estudantes de Sociologia da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra realizaram mais um debate integrado

Leia mais

Reembolso em espécie das prestações acumuladas na Previdência Profissional ao deixar definitivamente a Suíça a partir de 1 de Junho de 2007

Reembolso em espécie das prestações acumuladas na Previdência Profissional ao deixar definitivamente a Suíça a partir de 1 de Junho de 2007 Sicherheitsfonds BVG Geschäftsstelle Postfach 1023 3000 Bern 14 Tel. +41 31 380 79 71 Fax +41 31 380 79 76 Fonds de garantie LPP Organe de direction Case postale 1023 3000 Berne 14 Tél. +41 31 380 79 71

Leia mais

PESQUISA DOCUMENTAL SOBRE AS ELEIÇÕES EUROPEIAS DE 2009 Abstenção e comportamentos eleitorais nas eleições europeias de 2009

PESQUISA DOCUMENTAL SOBRE AS ELEIÇÕES EUROPEIAS DE 2009 Abstenção e comportamentos eleitorais nas eleições europeias de 2009 Direção-Geral da Comunicação Unidade do Acompanhamento da Opinião Pública Bruxelas, 13 de novembro de 2012 PESQUISA DOCUMENTAL SOBRE AS ELEIÇÕES EUROPEIAS DE 2009 Abstenção e comportamentos eleitorais

Leia mais

Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas

Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas Fórum novo millenium Nuno Mangas Covilhã, 22 Setembro 2011 Índice 1 Contextualização 2 Os CET em Portugal 3 Considerações Finais 2 Contextualização

Leia mais

Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente

Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente 1 Proposta de Adesão Particulares Cartão de Crédito Miles & More Gold da Caixa (para residentes no estrangeiro) Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

Leia mais

ACTA FINAL. FA/TR/EU/HR/pt 1. 1717 der Beilagen XXIV. GP - Staatsvertrag - 36 portugiesische Schlussakte (Normativer Teil) 1 von 20

ACTA FINAL. FA/TR/EU/HR/pt 1. 1717 der Beilagen XXIV. GP - Staatsvertrag - 36 portugiesische Schlussakte (Normativer Teil) 1 von 20 1717 der Beilagen XXIV. GP - Staatsvertrag - 36 portugiesische Schlussakte (Normativer Teil) 1 von 20 ACTA FINAL FA/TR/EU/HR/pt 1 2 von 20 1717 der Beilagen XXIV. GP - Staatsvertrag - 36 portugiesische

Leia mais

Seminário. 12 novembro 2013. Iniciativa conjunta INE LNEC

Seminário. 12 novembro 2013. Iniciativa conjunta INE LNEC Seminário 12 novembro 2013 Iniciativa conjunta INE LNEC Casa própria ou arrendamento perfil da ocupação residencial emportugal Bárbara Veloso INE 12 novembro 2013 Iniciativa conjunta INE LNEC Sumário Aumentaram

Leia mais

3. EDUCAÇÃO. O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º).

3. EDUCAÇÃO. O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º). 3. EDUCAÇÃO Quadro legal O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º). A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86, de 14 de

Leia mais

Exercício de stress test na União Europeia. Principais resultados para os bancos portugueses. 23 Julho 2010

Exercício de stress test na União Europeia. Principais resultados para os bancos portugueses. 23 Julho 2010 Exercício de stress test na União Europeia Principais resultados para os bancos portugueses 23 Julho 2010 Esta nota resume as principais características e resultados do exercício de stress test realizado

Leia mais

A Participação do Conselho Superior da Magistratura em Organizações Internacionais

A Participação do Conselho Superior da Magistratura em Organizações Internacionais A Participação do Conselho Superior da Magistratura em Organizações Internacionais O Conselho Superior da Magistratura é membro de duas organizações internacionais que promovem a cooperação e concertação

Leia mais

1. 2. 3. 4. PASSO A PASSO. Links para saber mais. A União Europeia. Ano Europeu: o que é? o que se comemora em 2012?

1. 2. 3. 4. PASSO A PASSO. Links para saber mais. A União Europeia. Ano Europeu: o que é? o que se comemora em 2012? junho 2012 PASSO A PASSO 1. 2. 3. 4. A União Europeia Ano Europeu: o que é? o que se comemora em 2012? Ano Europeu 2012: curiosidades iniciativas quiz Links para saber mais 1. A União Europeia 27 Estados-Membros

Leia mais

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE Durante muito tempo os países da Europa andaram em guerra. A segunda Guerra Mundial destruiu grande parte do Continente Europeu. Para evitar futuras guerras, seria

Leia mais

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO EUROPEIA

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO EUROPEIA 28.10.2014 C 382/1 V (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO EUROPEIA CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS EACEA/31/2014 Programa Erasmus+, Ação-chave 3 Apoio à reforma de políticas Cooperação com

Leia mais

http://www.dgs.pt/wwwbase/raiz/mlkimprimir.aspx?codigoms=0

http://www.dgs.pt/wwwbase/raiz/mlkimprimir.aspx?codigoms=0 Página Web 1 de 5 Mobilidade de Doentes imprimir adicionar aos favoritos Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) Aconselhamos vivamente que leve consigo o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD)

Leia mais

Luxemburgo-Luxemburgo: BEI - Assistência em serviços de documentação, biblioteca, gestão de documentos e arquivos para o Grupo BEI 2015/S 016-023877

Luxemburgo-Luxemburgo: BEI - Assistência em serviços de documentação, biblioteca, gestão de documentos e arquivos para o Grupo BEI 2015/S 016-023877 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:23877-2015:text:pt:html Luxemburgo-Luxemburgo: BEI - Assistência em serviços de documentação, biblioteca, gestão de documentos

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático -Subsídio para Assistência a Filho

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA A CRIAÇÃO EUROPEIA. Maria do Rosário Baeta Neves Professora Coordenadora

UNIÃO EUROPEIA A CRIAÇÃO EUROPEIA. Maria do Rosário Baeta Neves Professora Coordenadora UNIÃO EUROPEIA A CRIAÇÃO EUROPEIA 1952 CECA (TRATADO DE PARIS 18 de Abril 1951) Países aderentes: França Alemanha Bélgica Holanda Luxemburgo Itália Objectivos do Tratado de Paris: Criação do Mercado Comum

Leia mais

A estabilidade de preços é importante porquê? Brochura informativa para os alunos

A estabilidade de preços é importante porquê? Brochura informativa para os alunos A estabilidade de preços é importante porquê? Brochura informativa para os alunos O que é que podes comprar com uma nota de 10? Que tal dois CD-singles ou talvez a tua revista preferida todas as semanas,

Leia mais

Em 2007, por cada indivíduo nascido em Portugal, foram criadas 1,6 empresas

Em 2007, por cada indivíduo nascido em Portugal, foram criadas 1,6 empresas Em 2007, por cada indivíduo nascido em Portugal, foram criadas 1,6 empresas O Instituto Nacional de Estatística apresentou os primeiros resultados 1 sobre o empreendedorismo em Portugal para o período

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA INSTITUTO DA DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático - Subsídio

Leia mais

Preçário dos Cartões Telefónicos PT

Preçário dos Cartões Telefónicos PT Preçário dos Cartões Telefónicos PT Cartão Telefónico PT 5 e (Continente)... 2 Cartão Telefónico PT 5 e (Região Autónoma dos Açores)... 6 Cartão Telefónico PT 5 e (Região Autónoma da Madeira)... 10 Cartão

Leia mais

Preçário ONEY - INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Instituição Financeira de Crédito

Preçário ONEY - INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Instituição Financeira de Crédito Preçário ONEY - INSTITUIÇÃO FINCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Instituição Financeira de Crédito Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Data

Leia mais

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO Portugal situa-se no extremo sudoeste da Europa e é constituído por: Portugal Continental ou Peninsular (Faixa Ocidental da Península Ibérica) Parte do território

Leia mais

CONSILIUM. Schengen. A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011

CONSILIUM. Schengen. A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011 PT CONSILIUM Schengen A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011 Índice INTRODUÇÃO 1 LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS 2 COOPERAÇÃO POLICIAL E ADUANEIRA 2 Fronteiras internas 2 Fronteiras

Leia mais

Bélgica-Bruxelas: Estudo sobre a legislação aplicável aos contratos de seguro 2014/S 149-267125. Anúncio de concurso. Serviços

Bélgica-Bruxelas: Estudo sobre a legislação aplicável aos contratos de seguro 2014/S 149-267125. Anúncio de concurso. Serviços 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:267125-2014:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Estudo sobre a legislação aplicável aos contratos de seguro 2014/S 149-267125

Leia mais

Luxemburgo-Luxemburgo: BEI - Equipamento e serviços centrais de digitalização de documentos 2014/S 236-414235. Anúncio de concurso

Luxemburgo-Luxemburgo: BEI - Equipamento e serviços centrais de digitalização de documentos 2014/S 236-414235. Anúncio de concurso 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:414235-2014:text:pt:html Luxemburgo-Luxemburgo: BEI - Equipamento e serviços centrais de digitalização de documentos

Leia mais

VERSÕES CONSOLIDADAS

VERSÕES CONSOLIDADAS 9.5.2008 PT Jornal Oficial da União Europeia C 115/1 VERSÕES CONSOLIDADAS DO TRATADO DA UNIÃO EUROPEIA E DO TRATADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA (2008/C 115/01) 9.5.2008 PT Jornal Oficial da

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu

Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu 1- O que é o Certificado Sucessório Europeu (CSE)? 2- Que instrumento jurídico criou o CSE? 3- Quem pode pedir o CSE? 4- Um credor pode pedir

Leia mais

O contributo do Sistemas de Informação Geográfica na Gestão da Informação Estatística

O contributo do Sistemas de Informação Geográfica na Gestão da Informação Estatística O contributo do Sistemas de Informação Geográfica na Gestão da Informação Estatística 31 de Maio e 1 de Junho de 2007 Angra do Heroísmo ana.oliveira@ine.pt AGENDA 1. Enquadramento 2. Informação Geográfica

Leia mais

LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS - GUIA PRÁTICO PARA UMA UNIÃO EUROPEIA ALARGADA ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...2

LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS - GUIA PRÁTICO PARA UMA UNIÃO EUROPEIA ALARGADA ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...2 COMISSÃO EUROPEIA Direcção-Geral Alargamento LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS - GUIA PRÁTICO PARA UMA UNIÃO EUROPEIA ALARGADA ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...2 2. DIREITOS DOS TRABALHADORES SEGUNDO A LEGISLAÇÃO DA UE

Leia mais

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA 1950 9 de Maio Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, profere um importante discurso em que avança propostas inspiradas nas ideias de Jean Monnet.

Leia mais

Seminário. Regulamento dos Produtos de Construção: Novas exigências para a marcação CE. O que muda em 1 de julho de 2013?

Seminário. Regulamento dos Produtos de Construção: Novas exigências para a marcação CE. O que muda em 1 de julho de 2013? Seminário Regulamento dos Produtos de Construção: Novas exigências para a marcação CE. O que muda em 1 de julho de 2013? Ordem Dos Engenheiros, 2012-09-27 O Subsistema da Normalização do SPQ (Sistema Português

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO

PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO 1 QUANDO É QUE O BCE ASSUMIRÁ A SUPERVISÃO DOS BANCOS? O BCE assumirá

Leia mais

OS NÚMEROS DA ORDEM 2015 ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS

OS NÚMEROS DA ORDEM 2015 ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS 1 OS NÚMEROS DA ORDEM 2015 OS NÚMEROS DA ORDEM 2015 ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS 3 OS NÚMEROS DA ORDEM 2015 PREFÁCIO INTRODUÇÃO MEMBROS ATIVOS ESTUDANTES MEMBROS INATIVOS CONCLUSÕES OS NÚMEROS DA ORDEM

Leia mais

Módulo de Gestão Proposta de Seguro

Módulo de Gestão Proposta de Seguro Esta proposta de seguro é válida para Sociedades com faturação superior a 50 Milhões Euros. Excluem-se também desta proposta qualquer entidade seguradora e/ou financeira regulada pelos organismos competentes.

Leia mais

MAIS-VALIAS E OUTROS INCREMENTOS PATRIMONIAIS

MAIS-VALIAS E OUTROS INCREMENTOS PATRIMONIAIS MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2009 ORIGINAL PARA A DGCI MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS - IRS 3 0 02 03 0 05 06 07 08 ALIENAÇÃO

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

Leia mais