O Futuro da Internet

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1 O Futuro da Internet Conferência W3C egov Brasil Teatro da Caixa,Brasília, 22 de novembro de 2010 Demi Getschko

2 Conceitos: Rede Internet é a coleção de redes interligadas que usam: - um esquema de numeração IP coordenado; - a tecnologia TCP/IP; TCP Transmission Control Protocol IP Internet Protocol Rede internet é uma rede ou segmento de rede que usa tecnologia TCP/IP

3 Futurologia Se queres prever o futuro, estuda o passado. Confúcio, circa 500 AC No Brasil até o passado é incerto. Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central A melhor maneira de predizer o futuro é inventá-lo. Alan Kay, prêmio Turing 2003 e inventor do SmallTalk

4 Breve Histórico 1961 Leonard Kleinrock, MIT formulação matemática de redes de comunicação comutadas e princípios da teoria das filas 1962 Licklider, MIT prognóstico sobre o futuro das redes Galactic Network 1969 Arpanet (DARPA, DoD), primeiros quatro nós: UCLA, Stanford, UCSanta Barbara e Utah 1973 University College, Londres, entra na Arpanet, agora com cerca de 30 nós, Metcalfe (Stanford) propõe o padrão ethernet 1974 Kahn, Cerf definição e projeto de um protocolo para redes de pacotes. BBN inicia operação da Telenet

5 Algumas datas para o Brasil: Conexão a redes: Bitnet: LNCC-CNPq (out/88), FAPESP/ANSP nov/88 HEPNet (FAPESP/ANSP-FermiLab), fev/89 Internet (FAPESP/ANSP-ESNet), jan/91 Domínio.BR: registrado em 19/04/89 Pré-definição do DNS brasileiro: maio de 1991 Primeiro backbone Nacional : RNP, 1991 A Web chega ao Brasil: 1993 Bloco de endereços IP para Brasil: 1994 (1/2 classe A) Início da operação comercial: Embratel dezembro de 1994 Criação do Comitê Gestor: maio de 1995 Automatização do Registro.br: outubro de 1997

6 Crescimento do Número de Domínios Count_Domains.gif

7 Dezembro de 1994: Embratel anuncia serviço de acesso à Internet para pessoa física Via RENPAC

8 Internet evolução - Rede que liga computadores (período experimental, pesquisa) - Rede que liga indivíduos e comunidades ( , newsgroups, listas de discussão) - Rede que oferece serviços e multimeios (Web, portais, serviços e transações) - Rede como ambiente amplo de colaboração e criação coletiva (Web 2.0, redes sociais)

9 Internet evolução - Rede que liga computadores (usuários da Academia) - Rede que liga indivíduos e comunidades (terceiro setor, disseminação, provedores) - Rede que oferece serviços e multimeios (governo, operadoras de telecomunicação) - Rede, sua regulação, governança e controle (legisladores, sociedade civil em geral)

10 nternet evolução ovas aplicações Pv6 plenamente disseminado Rede das coisas?

11

12 Privacidade ainda temos alguma? qual a linha de defesa possível, se é que existe uma? Segurança...conselhos de Millor Fernandes sobre como ter uma vida segura... 1) Não saia de casa. 2) Se possível, não saia do quarto. 3) De preferência, não saia do cofre.

13 Segurança na Internet. É possível? Segurança vs Controle Novos Delitos vs Novas Formas de Investigação Tratamos a Internet de forma mais dura do que os meios tradicionais??..... Marco Civil!

14 ...Problemas criados pela Tecnologia podem/devem ser resolvidos pela Tecnologia...Os efeitos da Internet atingem todos os setores da sociedade, não apenas conectividade e informação (cultural, econômico, propriedade intelectual etc) Pirataria é crime. Não aborde navios em alto-mar. Sérgio Amadeu Silveira

15 Otimistas vs Pessimistas Otimista: Leibniz Leibniz foi talvez um dos últimos universalistas, porque tratou de todos os ramos da filosofia e da ciência (incluindo-se aí a Ciência da Computação, ao tratar de números binários). Para ele, nosso Universo é o melhor possível que poderia ter sido criado. Uma caricatura bem-humorada do pensamento de Leibniz é Cândido, de Voltaire. Lá o Dr. Pangloss, conselheiro de Cândido e otimista incorrigível, diz: vivemos no melhor dos mundos possíveis, pois tudo concorre para o nosso bem.

16 Otimistas vs Pessimistas Pessimista: Schopenhauer But against the palpably sophistical proofs of Leibniz that this is the best of all possible worlds, we may even oppose seriously and honestly the proof that it is the worst of all possible worlds. Schopenhauer argumenta que nosso mundo é tão instável que qualquer pequena alteração o fará desaparecer, por exemplo se a temperatura subir alguns graus na Terra, o mundo que conhecemos colapsa. E conclui: Therefore the individual life is a ceaseless struggle for existence itself, while at every step it is threatened with destruction. < > Consequently, the world is as bad as it can possibly be, if it is to exist at all. Q.E.D.

17 Governança da Internet

18 Internet, características Colaboração A Internet é uma coleção de milhares de redes que compartilham um protocolo comum e colaboram na interconexão e nos recursos centrais Sinergias técnicas Software aberto e criado coletivemente Integração com redes locais Regulação Não segue os padrões tradicionais de regulação das telecomunicações Criação de Padrões IETF

19

20 Conceitos: A forma de identificar um equipamento/serviço na Internet é através de uma quadra de números: o Endereço IP, que na versão 4 vai de a Números IP estão diretamente relacionados com as políticas de acesso e roteamento adotadas e tem, portanto, forte vinculação com a topologia da rede. O DNS Domain Name System é um sistema de tradução que permite usar mnemônicos ( nomes ) para referir-se ao endereço IP. O nome equivalente é uma constituido por uma n-upla de identificadores alfanuméricos: nome1.nome2.nome3...nomex. Cada um destes identificadores, exceto o primeiro é conhecido como domínio ou sub-domínio; Domínios são relacionados com a administração de uma família de máquinas e não guardam relação com a topologia da rede.

21 Administração clássica da Internet IAB Internet Architecture Board (1982) IESG Internet Engineering Steering Group IETF Internet Engineering Task Force (1986) RFC Request For Comments (abril 1969 RFC 1 Host Software, Steve Crocker) IRTF Internet Research Task Force (1986) IANA Internet Assigned Numbers Authority (1988)

22 DNS - Domain Name System O DNS é uma base de dados hierárquica, distribuída globalmente e gerenciada localmente. A raíz dessa hierarquia distribuída é constituída pelos servidores-raíz root servers. Inicialmente os root servers eram apenas sete, todos localizados nos Estados Unidos da América, e geridos pela IANA - Internet Assigned Number Authority. Hoje existem 13 root-servers, dois dos quais estão localizados na Europa, um no Japão e os demais nos EUA.

23 Servidores-Raíz A B C D E F (46) G H I (32) J (52) K (17) L M(4) Verisign Information Sciences Institute/USC Cogent Communications University of Maryland NASA Ames Internet Systems Consortium, Inc US DoD US Army Research Lab Autonomica/NORDUnet Verisign RIPE-NCC ICANN Wide Project Dulles VA Marina del Rey CA Herndon VA College Park VA Montain View CA San Francisco CA Vienna VA Aberdeen MD Stockholm SE Sterling VA Amsterdam NL Marina del Rey CA Tokyo JP

24 Root Servers

25 Internet - fundamentos Jon Postel s law: Be liberal in what you accept and conservative in what you do A divisa do IETF (Dave Clark) "We reject kings, presidents and voting. We believe in rough consensus and running code.

26 Internet (auto)regulação? A Personal History of Internet Policy, Joseph Reagle, W3C "The Internet could be characterized as anarchic. And, just to state the obvious, anarchy does not mean chaos nor do anarchists seek to create chaos or disorder. Instead, we wish to create a society based upon individual freedom and voluntary co-operation. In other words, order from the bottom up, not disorder imposed from the top down by authorities.

27 "Cybernetics" comes from a Greek word meaning "the art of steering". Cybernetics is about having a goal and taking action to achieve that goal. Knowing whether you have reached your goal (or at least are getting closer to it) requires feedback, a concept that comes from cybernetics. From the Greek, "cybernetics" evolved into Latin as "governor". Draw your own conclusions. Paul Pangaro,

28 Alterações no cenário mundial: 1994 Surgem root-servers alternativos, não oficiais, que conseguiram em alguns casos contaminar os root servers reais. O caso Kashpuroff é o mais conhecido. Havia propostas de raízes alternativas, o que poderia colocar em risco a conectividade global da Internet; Como resposta a estes problemas citados, é criado um comitê - o IaHC (Internet ad Hoc Committee) que propõe a adoção de mais gtlds, a criação figura dos registrars e um processo de mediação de conflitos a cargo da OMPI, em Genebra; O Governo Americano, através do Departamento de Comércio, encabeça um trabalho de recebimento de sugestões, em contraposição à iniciativa do IaHC. Essa iniciativa ira gerar o surgimento do Green Paper, White Paper e, depois, ICANN;

29 IAhC (Internet Ad hoc Committee, ) (www.iahc.org) a) the Internet Top Level Domain (TLD) name space is a public resource and is subject to the public trust; b) any administration, use and/or evolution of the Internet TLD space is a public policy issue and should be carried out in the interests and service of the public; ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers, 1996) (www.icann.org) Organização de direito privado, estabelecida na Califórnia e sem fins lucrativos, para assumir o papel da antiga IANA coordenar o registro de números (e nomes) na Internet.

30 ICANN A Constituição inicial da ICANN baseava-se em três organizações de suporte e mais uma Assembléia Geral e o GAC (Government Advisory Board): ASO, Address Support Organization com o objetivo primário de cuidar da distribuição de números IP DNSO, Domain Names Support Organization que, além de gerir os servidores-raíz, cuidaria dos assuntos referentes a nomes de domínio: (novos gtlds, redelegação de cctlds, políticas de resolução de conflitos etc) PSO, Protocol Support Organization que englobaria as instituições responsáveis por protocolos (IETF) e mais a GA (General Assembly) e o GAC (Government Advisory Board)

31 Reorganização da ICANN Em 2002, a ICANN reexaminou e reorganizou sua estrutura: - eliminou-se a GA Assembléia Geral e criou-se uma estrutura para representar o usuário: ALAC At-large Advisory Committee ; - o DNSO tornou-se gnso e passou a cuidar dos TLDs genéricos; - surgiu o ccnso a partir de um segmento do antigo DNSO. O ccnso se constituiu formalmente em março de 2004; - o PSO saiu da estrutura e criaram-se os: RSSAC Root-Server System Advisory Committee, SSAC Security and Stability Advisory Committee e TLG Technical Liaison Group - a ASO tornou-se a organização dos distribuidores regionais de números IP (ARIN, RIPE, APNIC, LACNIC e, o mais recente, AFNIC)

32 ICANN

33 Governança na Internet WSIS World Summit on the Information Society Cúpula de Genebra, dezembro de 2003 Cúpula de Túnis, dezembro de WGIG - Working Group on Internet Governance Genebra, novembro de 2003 a julho IGF Internet Governance Forum 1.0 IGF Atenas, Grécia novembro IGF Rio de Janeiro, Brasil novembro IGF Hyderabad, India dezembro IGF Sharm El-Sheik, Egito - novembro IGF Vilna, Lituânia setembro 2010

34 CGI.BR O CGI.br - Comitê Gestor da Internet no Brasil foi criado pela Portaria Interministerial Nº 147 de 31/05/1995, alterada pelo Decreto Presidencial Nº de 03/09/2003, para: I - estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil; II - estabelecer diretrizes para a organização das relações entre o Governo e a sociedade, para: - execução do registro de Nomes de Domínio, - alocação de Endereço IP (Internet Protocol) - administração do cctld.br, no interesse do desenvolvimento da Internet no País

35 e, ainda III - propor programas de pesquisa e desenvolvimento que visem a qualidade técnica e inovação, bem como estimular a sua disseminação no país, com agregação de valor; IV - promover estudos e recomendar procedimentos, normas e padrões técnicos e operacionais, para a segurança das redes e serviços de Internet; V - articular a proposição de normas e procedimentos relativos à regulamentação das atividades inerentes à Internet; VII - adotar os procedimentos administrativos e operacionais necessários para que a gestão da Internet no Brasil se dê segundo os padrões internacionais.

36 Comitê Gestor da Internet no Brasil Ministério da Ciência e Tecnologia 2.- Ministério das Comunicações 3.- Casa Civil da Presidência da República 4.- Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 5.- Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão 6.- Ministério da Defesa 7.- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico 8.- Agência Nacional de Telecomunicações 9.- Fórum Nacional dos Secretários Estaduais da Ciência e Tecnologia 10.- Notório Saber Setor Empresarial - Provedores de Acesso e Conteúdo 12.- Setor Empresarial - Provedores de InfraEstrutura de Telecomunicações 13.- Setor Empresarial - Bens de Informática, de Telecomunicações e de Software 14.- Setor Empresarial - Usuários 15.- Terceiro Setor 16.- Terceiro Setor 17.- Terceiro Setor 18.- Terceiro Setor 19.- Setor Acadêmico 20.- Setor Acadêmico 21.- Setor Acadêmico

37 NIC.br Conselho de Administração (7) Diretoria Executiva REGISTRO CEPTRO CERT CETIC W3C

38 NIC.br Atividades permanentes: Registro.br CEPTRO.br (PTT.br, NTP.br) CERT.br CETIC.br Escritório Regional do W3C Apoio a Grupos de Trabalho GT- ER Engenharia e Operação de Redes GT- S Segurança GT- RH Recursos Humanos Os GTs são constituidos por voluntários da comunidade de usuários

39 Atividades dos Centros Registro.br Registro de Domínios sob o.br, e distribuição de números IP (v4) Disseminar DNSSEC na árvore de DNS brasileira Estimular a transição para IPv6 CEPTRO: Criar pontos de troca de tráfego e fomentar seu uso (PTT.br) Disseminar da hora oficial brasileira via NTP (NTP.br) Participar do projeto de medição da qualidade da Banda Larga Catalogar conteúdos em português e estimular sua digitalização (zappiens.br) CETIC Levantamento anual de estatísticas de interesse sobre a Internet no Brasil

40 Atividades dos Centros CERT: Articular as ações em tratamento de incidentes no País Manter estatísticas sobre incidentes de segurança e sua evolução Desenvolver documentos de boas práticas para usuários e administradores de redes; W3C Brasil Manter o escritório brasileiro do W3C Estimular o uso de padrões adequados para a Web no Brasil Disseminar os conceitos de acessibilidade e de web para todos

41 Alguns dados sobre Internet no Brasil

42 Registro de nomes de Domínios no Brasil

43 Crescimento dos nomes de Domínios no Brasil O.br é o 7º. Subdomínios no.br Pessoas Jurídicas, sem retrição Pessoas Jurídicas restrito; Pessoas Jurídicas (DNSSEC); (jus.br, b.br) Pessoas Físicas; Profissionais Liberais; Universidades; Genéricos.

44 Tópicos em transição (slide de 2005) Hoje Amanhã Interação baseada em microcomputador Todos os dispositivos servem para a interação Interface para leitura e escrita Usaremos todos nossos sentidos buscas por sintaxe ( match ) buscas por semântica banda limitada banda ilimitada mobilidade restrita mobilidade ampla e-serviços aparecendo e-educação, e-saúde e-etc 5% da população conectada 70% da população conectada

45 Crescimento do uso do Computador e da Internet no Brasil 2005 ~ 2009 Um terço dos domicílios brasileiros têm computadores e um quarto têm acesso à Internet. Hoje existem no Brasil aproximadamente 5 milhões de domicílios com computador e sem acesso à Internet.

46 Usuários de Computador e Internet Percentual sobre sobre o total da população brasileira A evolução da Internet no Brasil 26 de março de 2009 São Paulo

47 Uso da Internet no Celular Percentual sobre o total de usuários de celular O uso da Internet no celular está estável e a principal barreira é o custo do acesso. Crescimento somente na classe A. Aumento expressivo do uso do celular para envio de mensagens de texto (SMS) e de fotos.

48 Princípios para a Governança e Uso da Internet (www.cgi.br /regulamentacao/resolucao htm) onsiderando a necessidade de embasar e orientar suas ações e decisões, segundo princípios fundamentais, o CGI.br resolve aprovar os seguintes Princípios: 1. Liberdade, privacidade e direitos humanos O uso da Internet deve guiar-se pelos princípios de liberdade de expressão, de privacidade do indivíduo e de respeito aos direitos humanos, reconhecendo-os como fundamentais para a preservação de uma sociedade justa e democrática. 2. Governança democrática e colaborativa A governança da Internet deve ser exercida de forma transparente, multilateral e democrática, com a participação dos vários setores da sociedade, preservando e estimulando o seu caráter de criação coletiva. 3. Universalidade O acesso à Internet deve ser universal para que ela seja um meio para o desenvolvimento social e humano, contribuindo para a construção de uma sociedade inclusiva e não discriminatória em benefício de todos.

49 Princípios 4. Diversidade A diversidade cultural deve ser respeitada e preservada e sua expressão deve ser estimulada, sem a imposição de crenças, costumes ou valores.surgimento da Internet. 5. Inovação A governança da Internet deve promover a contínua evolução e ampla difusão de novas tecnologias e modelos de uso e acesso. 6. Neutralidade da rede Filtragem ou privilégios de tráfego devem respeitar apenas critérios técnicos e éticos, não sendo admissíveis motivos políticos, comerciais, religiosos, culturais, ou qualquer outra forma de discriminação ou favorecimento. 7. Inimputabilidade da rede O combate a ilícitos na rede deve atingir os responsáveis finais e não os meios de acesso e transporte, sempre preservando os princípios maiores de defesa da liberdade, da privacidade e do respeito aos direitos humanos.

50 Princípios 8. Funcionalidade, segurança e estabilidade A estabilidade, a segurança e a funcionalidade globais da rede devem ser preservadas de forma ativa através de medidas técnicas compatíveis com os padrões internacionais e estímulo ao uso das boas práticas. 9. Padronização e interoperabilidade A Internet deve basear-se em padrões abertos que permitam a interoperabilidade e a participação de todos em seu desenvolvimento. 10. Ambiente Legal e Regulatório O ambiente legal e regulatório deve preservar a dinâmica da Internet como espaço de colaboração.

51 The Web is critical not merely to the digital revolution but to our continued prosperity and even our liberty. Like democracy itself, it needs defending. Open, royalty-free standards do not mean that a company or individual cannot devise a blog or photo-sharing program and charge you to use it. < > The point is that open standards allow for many options, free and not. In contrast, not using open standards creates closed world. Tim Berners-Lee, November 22, 2010

52 Problemas inerentes ao comportamento humano e à Sociedade devem ser tratados, como sempre o foram no mundo tradicional. Todos concordamos que a Internet se comporta como um que espelho da sociedade humana. Se você olha para o espelho e não gosta do que vê, não quebre o espelho! Vinton G. Cerf

53 O que faz da Internet uma rede que tanto valorizamos e que pretendemos preservar? -Valores inatos da rede? -Conceitos de abertura, de liberdade, de inclusão? -O valor intrínseco das informações e ferramentas que nela existem? -O poder de expressão individual e de cooperação? Não amamos Roma por ela ser grande, mas o fato de a amarmos é que a fez ser grande. G. K. Chesterton

54 e quanto a legislação específica para a Internet, Festina lente! (Apressa-te devagar!)

55 Obrigado!

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