UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Mestrado em Ciência da Computação CENTRO DE INFORMÁTICA Análise comparativa entre os diferentes tipos De protocolos para transmissão de dados Grupo: Professora: Disciplina: Daniel Brito Oliveira Carvalho Igor Marcel Leal de Morais José Ivson Soares da Silva Thyago Neves Porpino Renata Cardoso Princípios e Técnicas da Análise Estatística Experimental

2 1. Introdução Na era da internet das coisas, tudo precisa estar conectado o tempo todo. Essa necessidade pelo conteúdo sempre presente demanda que as informações sejam trocadas na velocidade mais rápida possível [1]. O usuário não quer esperar para saber sobre o trânsito, jogo ou notícia. Nesse contexto, em que a troca de dados torna-se uma questão essencial é necessário que haja protocolos para atender aos mais diversos tipos de tráfegos. Para tal, existem alguns protocolos que se fazem mais presentes e que podem atender ao requisito de realizar o envio da informação. Alguns exemplos desses protocolos são: FTP (File Transfer Protocol), TFTP (Trivial File Transfer Protocol), HTTP (Hypertext Transfer Protocol) e o SCP (Secure Copy). O FTP, como o próprio nome diz, foi desenvolvido para que fosse usado em transferências de arquivo [2]. Juntamente com o HTTP são os protocolos mais conhecidos entre os usuários da internet. Diferentemente dos descritos anteriormente, o SCP utiliza-se do SSH (Secure Shell) para realizar o envio de informação. Já o TFTP, semelhante ao FTP, é muito utilizado para realizar transferência de pequenos ficheiros entre os usuários de uma rede [3]. Com uma variedade grande de possibilidades para a transferência de arquivos é importante que se tenha conhecimento sobre o comportamento dos protocolos para que a melhor escolha seja feita. No caso do tráfego em uma rede local, seja para fins de backup, controle de versão ou compartilhamento de arquivos, torna-se bastante necessária. Quanto menor o tempo de utilização da rede, menor o tráfego e consequentemente maior é a banda disponível [4]. A rapidez no envio alia-se à urgência que os arquivos têm que estar para os destinatários. 1.1 Objetivos O principal objetivo deste trabalho é realizar análises acerca do tempo que os protocolos FTP, TFTP, SCP e HTTP demandam para realizar a transferência de arquivo em uma rede local. Através da informação do tempo podem ser feitas algumas elucidações sobre o protocolo que é mais indicado de acordo com o tamanho do arquivo a ser enviado. Podem ocorrer situações em que não haverá diferença na utilização de certos protocolos em detrimento de outros.

3 Os resultados do experimento serão interessantes para que uma rede possa ser mais bem gerenciada e eficiente quanto possível. 1.2 Metodologia Para a realização dos testes, foram definidos três tamanhos de arquivos, sendo esses: pequeno (1 MB), médio (256 MB) e grande (512 MB). Um nó da rede foi configurado como servidor em ambiente Ubuntu Linux com o kernel , possuindo desta forma as respectivas configurações para os protocolos FTP, TFTP, SCP e HTTP. Outro nó da rede, desta vez como cliente em ambiente Ubuntu Linux com o kernel , faz a requisição para o servidor em cada um dos quatro protocolos. Para cada protocolo, é realizado o experimento 40 vezes com o tamanho de arquivo fixado. O experimento é realizado em uma rede local, onde todo o tráfego tem que obrigatoriamente passar por um roteador. O ambiente é controlado permitindo que cada teste seja realizado dentro do mesmo contexto. Com os dados coletados, foram desenhados gráficos boxplot e histograma para verificar o comportamento de cada um dos protocolos. Após isso, foram realizados os testes de hipótese em pares de amostra de arquivos com mesmo tamanho, mas com protocolos distintos. Com isso, pôde ser verificado se o tempo médio das amostras mostrava diferença significativa entre os protocolos testados. 2. Avaliação da normalidade dos dados Logo após os dados dos experimentos serem coletados é interessante que haja verificação quanto à normalidade dos dados, ou seja, se a amostra apresenta um comportamento semelhante à distribuição normal. A partir dessa constatação, os testes de hipóteses podem ser realizados. Para a verificação quanto à normalidade das amostras, foi utilizada a ferramenta R Project [5]. Inicialmente, foram desenhados alguns gráficos, como o histograma, Q-Q plot e boxplot, para que pudesse haver uma melhor análise em relação aos dados. A partir disso, pode-se ter uma ideia mais clara sobre a normalidade dos dados. Como o experimento possui muitas amostras é importante que a verificação da normalidade seja feita em cada uma dessas amostras. Para cada protocolo têm-se três

4 tamanhos de arquivo e todos eles passarão pelo teste de normalidade. Assim que todas as verificações forem feitas pode-se começar a próxima etapa. 2.1 Arquivos de 1 MB Na Figura 1 estão presentes os gráficos relativos ao protocolo FTP com tamanho de arquivo de 1 MB. Existem evidências que essa amostra não segue uma distribuição normal. Primeiramente, na Figura 1a, os dados não seguem nem se aproximam da linha diagonal teórica que deveria cruzar todo o gráfico, mostrando que os dados divergem muito da normalidade. Logo depois, na Figura 1b, os dados não acompanham o formato de sino, que é característica da distribuição normal. Por fim, na Figura 1c, não existe simetria ao redor da média.

5 Figura 1 - Gráficos indicadores da distribuição dos dados para o procolo FTP com tamanho de arquivo de 1 MB. Q-Q plot. Histograma. Boxplot. A Figura 2 mostra os gráficos relativos ao protocolo SCP com tamanho de arquivo de 1 MB. Assim como ocorreu na Figura 1, existem evidências que essa amostra não segue uma distribuição normal. Primeiramente, na Figura 2a os dados não seguem nem se aproximam da linha diagonal teórica que deveria cruzar todo o gráfico, mostrando que os dados divergem muito da normalidade. Logo depois, na Figura 2b, os dados não acompanham o formato de sino, que é característica da distribuição normal. Por fim, na Figura 2c, não existe simetria ao redor da média. Figura 2 - Gráficos indicadores da distribuição dos dados para o procolo SCP com tamanho de arquivo de 1 MB. Q-Q plot. Histograma. Boxplot. A Figura 3 mostra os gráficos relativos ao protocolo TFTP com tamanho de arquivo de 1 MB. Assim como apresentado nas figuras anteriores, há evidências que

6 essa amostra não segue uma distribuição normal. Na Figura 3a, os dados não seguem nem se aproximam da linha diagonal teórica que deveria cruzar todo o gráfico, mostrando que os dados divergem muito da normalidade. Além disso, na Figura 3b, os dados não possuem a simetria em relação ao ponto central. Por fim, na Figura 3c, não existe a simetria esperada ao redor da média. Figura 3 - Gráficos indicadores da distribuição dos dados para o procolo TFTP com tamanho de arquivo de 1 MB. Q-Q plot. Histograma. Boxplot. A Figura 4 mostra os gráficos relativos ao protocolo HTTP com tamanho de arquivo de 1 MB. Assim como apresentado nas figuras anteriores, há evidências que essa amostra não segue uma distribuição normal. Na Figura 4a os dados não seguem nem se aproximam da linha diagonal teórica que deveria cruzar todo o gráfico, mostrando que os dados divergem muito da normalidade. Além disso, na Figura 4b, os

7 dados não possuem a simetria em relação ao ponto central. Por fim, na Figura 4c, não existe a simetria esperada ao redor da média. Figura 4 - Gráficos indicadores da distribuição dos dados para o procolo HTTP com tamanho de arquivo de 1 MB. Q-Q plot. Histograma. Boxplot. 2.2 Arquivos de 256 e 512 MB Os arquivos de 256 e 512 MB possuem muita similaridade com o que foi apresentado em relação aos arquivos de 1 MB. Os gráficos presentes em ambos demonstram a não normalidade dos dados do experimento. Para uma melhor visualização os gráficos foram agrupados pelos tipos.

8 2.2.1 Histogramas Os histogramas de todos os protocolos, conforme mostrados nas (d) Figura 5 e Figura 6, apresentam comportamento que destoa de amostras que seguem uma distribuição normal, por não apresentar a forma de sino. (d) Figura 5 Histogramas dos protocolos de transferências de dados de 256 MB. FTP. HTTP. TFTP. (d) SCP.

9 (d) Figura 6 Histogramas dos protocolos de transferências de dados de 512 MB. FTP. HTTP. TFTP. (d) SCP Q-Q Plot Os gráficos referentes ao Q-Q plot, presentes nas Figura 7 e Figura 8, possuem a distribuição de seus pontos não muito próximos a linha imaginária diagonal que deveria cobrir grande parte dos pontos. Apenas a Figura 8c, protocolo TFTP com arquivos de tamanho 512 MB, apresenta um comportamento que se assemelha a uma distribuição normal.

10 (d) Figura 7 - Q-Q Plot dos protocolos de transferências de dados de 256 MB. FTP. HTTP. TFTP. (d) SCP.

11 (d) Figura 8 - Q-Q Plot dos protocolos de transferências de dados de 512 MB. FTP. HTTP. TFTP. (d) SCP Boxplot Os gráficos Boxplot, mostrados nas Figura 9 e Figura 10, possuem assimetria em relação à media na maior parte deles, inclusive, com vários outliers. Apenas a Figura 10c, referente ao TFTP com arquivos de tamanho 512 MB, apresenta característica a simetria apresentado por distribuições normais.

12 (d) Figura 9 - Boxplot dos protocolos de transferências de dados de 256 MB. FTP. HTTP. TFTP. (d) SCP. (d) Figura 10 - Boxplot dos protocolos de transferências de dados de 512 MB. FTP. HTTP. TFTP. (d) SCP.

13 Ao realizar o teste de kolmogorov no TFTP com arquivo de tamanho 512 MB foi constatado que apresentava uma distribuição normal. No entanto, como grande parte das amostras não são normais, optou-se pela utilização de testes não paramétricos. 3. Comparação entre os protocolos Para comparar a média dos tempos de transmissão de cada protocolo, realizamos testes de Wilcoxon Mann-Whitney, comparando os protocolos dois a dois. A hipótese nula usada em todos os testes foi a seguinte: onde representa a média do tempo de transmissão de um dos protocolos analisados. Já a hipótese alternativa, foi escolhida da forma que para qualquer teste onde não se avalie o protocolo TFTP, utiliza-se caso contrário, utiliza-se O motivo para isto, é que enquanto os outros protocolos possuem resultados parecidos, o TFTP parece possuir tempos maiores que os demais, vide Tabela 1. Desta forma, queremos avaliar se existem indícios que os outros protocolos sejam mais rápidos que ele na transferência dos arquivos. Tabela 1 Tempo médio de transmissão dos protocolos em relação ao tamanho do arquivo. Tempo médio de transmissão 1MB 256MB 512MB HTTP 0,089 23,876 47,668 FTP 0,101 23,983 47,958 SCP 0,200 23,125 48,250 TFTP 1, , ,245 Os testes foram realizados tomando por base o nível de significância igual a 0,05. As Tabela 2, Tabela 3 e Tabela 4 apresentam os resultados relacionados aos arquivos de tamanho 1 MB, 256 MB e 512 MB com seus respectivos p-values.

14 Tabela 2 - Resultados do teste de Wilcoxon para transferência de arquivo com 1 MB. HTTP x FTP HTTP X SCP FTP x SCP HTTP x TFTP FTP x TFTP SCPxTFTP p-value 2.847e e e e e e-16 Hipótese nula rejeição rejeição rejeição rejeição rejeição rejeição Tabela 3 - Resultados do teste de Wilcoxon para transferência de arquivo com 256 MB. HTTP x FTP HTTP X SCP FTP x SCP HTTP x TFTP FTP x TFTP SCPxTFTP p-value e e e e e-16 Hipótese nula rejeição rejeição rejeição rejeição rejeição rejeição Tabela 4 - Resultados do teste de Wilcoxon para transferência de arquivo com 512 MB. HTTP x FTP HTTP X SCP FTP x SCP HTTP x TFTP FTP x TFTP SCPxTFTP p-value e e e-15 Hipótese nula Falha na rejeição Falha na rejeição rejeição rejeição rejeição rejeição Como pôde ser visto nos resultados apresentados anteriormente, para arquivos com tamanhos menores que 512 MB, os protocolos para transferência de arquivos apresentam uma diferença significativa. Desta forma, não se pode dizer que eles possuem tempos de transferência iguais. Uma das possíveis causas para essa discrepância, é que o teste de Wilcoxon é influenciado também pelo formato das distribuições, e não só pelas suas posições. Já para arquivos de tamanho de 512 MB, existem indícios para dizer que o HTTP e o FTP apresentam comportamentos muito semelhantes, ou seja, possuem tempos de transferência bastante parecidos. Isso se comprova na falha em rejeitar a hipótese nula. Além dessa relação, o HTTP e o SCP também possuem tempos de transferência parecidos, como pode ser visto pela falha em rejeitar a hipótese nula. As demais relações mostraram possuir diferenças no tempo de transmissão dos dados. Todas as conclusões puderam ser obtidas com um nível de confiança de 95%. Referências [1] Y. Huang e G. Liu, Descriptive models for Internet of Things, International Conference on Intelligent Control and Information Processing (ICICIP), pp ,

15 2010. [2] L. Xia, F. Chao-sheng, Y. Ding e W. Can, Design of secure FTP system, International Conference on Communications Circuits and Systems (ICCCAS), pp , [3] M. A. M. Isa, N. N. Mohamed, H. Hashim, S. F. S. Adnan, J. A. Manan e R. Mahmod, A lightweight and secure TFTP protocol for smart environment, IEEE Symposium on Computer Applications and Industrial Electronics (ISCAIE), pp , [4] T. Shan e O. W. W. Yang, Bandwidth Management for Supporting Differentiated Service Aware Traffic Engineering, IEEE Transactions on Parallel and Distributed Systems, pp , [5] R Project.

PROJETO DE ANÁLISE ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL

PROJETO DE ANÁLISE ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE INFORMÁTICA CIN PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA DISCIPLINA PRINCÍPIOS E TÉCNICAS DA ANÁLISE ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL PROJETO DE ANÁLISE ESTATÍSTICA

Leia mais

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte O TCP/IP, na verdade, é formado por um grande conjunto de diferentes protocolos e serviços de rede. O nome TCP/IP deriva dos dois protocolos mais

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Camada de Aplicação A camada de Aplicação é a que fornece os serviços Reais para os usuários: E-mail, Acesso a Internet, troca de arquivos, etc. Portas

Leia mais

Capítulo 8 - Aplicações em Redes

Capítulo 8 - Aplicações em Redes Capítulo 8 - Aplicações em Redes Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática 1 de 31 Roteiro Sistemas Operacionais em Rede Modelo Cliente-Servidor Modelo P2P (Peer-To-Peer) Aplicações e Protocolos

Leia mais

4º Semestre. Aula 15 Serviços Internet (FTP)

4º Semestre. Aula 15 Serviços Internet (FTP) Disciplina: Serviços de Rede Professor: Jéferson Mendonça de Limas 4º Semestre Aula 15 Serviços Internet (FTP) 2012/2 Roteiro de Aula O Protocolo FTP Funcionamento o FTP Servidor Proftpd Atividade Prática

Leia mais

INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET. Prof. Marcondes Ribeiro Lima

INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET. Prof. Marcondes Ribeiro Lima INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET Prof. Marcondes Ribeiro Lima Fundamentos de Internet O que é internet? Nome dado a rede mundial de computadores, na verdade a reunião de milhares de redes conectadas

Leia mais

Permite o acesso remoto a um computador;

Permite o acesso remoto a um computador; Telnet Permite o acesso remoto a um computador; Modelo: Cliente/Servidor; O cliente faz um login em um servidor que esteja conectado à rede (ou à Internet); O usuário manipula o servidor como se ele estivesse

Leia mais

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação AULA 01 INTRODUÇÃO Eduardo Camargo de Siqueira REDES DE COMPUTADORES Engenharia de Computação CONCEITO Dois ou mais computadores conectados entre si permitindo troca de informações, compartilhamento de

Leia mais

Protocolo. O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta

Protocolo. O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta Protocolo O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta Máquina: Definem os formatos, a ordem das mensagens enviadas e recebidas pelas entidades de rede e as ações a serem tomadas

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES 09/2013 Cap.3 Protocolo TCP e a Camada de Transporte 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia básica. Os professores

Leia mais

Partilha segura de ficheiros disponibilizados livremente na Internet

Partilha segura de ficheiros disponibilizados livremente na Internet Partilha segura de ficheiros disponibilizados livremente na Internet Nuno Matias, António Pinto Resumo As plataformas baseadas na nuvem (ou cloud computing) pressupõem a disponibilidade de informação,

Leia mais

Como é o Funcionamento do LTSP

Como é o Funcionamento do LTSP Instalação e configuração do LTSP 5 no Ubuntu 11.04 Funcionamento do LTSP e Instalação do Servidor Como é o Funcionamento do LTSP O primeiro requisito para que o LSTP funcione bem é ter uma rede de boa

Leia mais

FTP Protocolo de Transferência de Arquivos

FTP Protocolo de Transferência de Arquivos FTP Protocolo de Transferência de Arquivos IFSC UNIDADE DE SÃO JOSÉ CURSO TÉCNICO SUBSEQUENTE DE TELECOMUNICAÇÕES! Prof. Tomás Grimm FTP - Protocolo O protocolo FTP é o serviço padrão da Internet para

Leia mais

Camada de Aplicação. DNS Domain Name System. Redes de Computadores Prof. Leandro C. Pykosz

Camada de Aplicação. DNS Domain Name System. Redes de Computadores Prof. Leandro C. Pykosz Camada de Aplicação Redes de Computadores Prof. Leandro C. Pykosz Camada de Aplicação A camada de aplicação fornece os serviços "reais" de rede para os usuários. Os níveis abaixo da aplicação fornecem

Leia mais

Gerência e Administração de Redes

Gerência e Administração de Redes Gerência e Administração de Redes IFSC UNIDADE DE SÃO JOSÉ CURSO TÉCNICO SUBSEQUENTE DE TELECOMUNICAÇÕES! Prof. Tomás Grimm Agenda! Apresentação da disciplina! Introdução! Tipos de Gerência! Ferramentas

Leia mais

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS INTERNET PROTOCOLOS 1 INTERNET Rede mundial de computadores. Também conhecida por Nuvem ou Teia. Uma rede que permite a comunicação de redes distintas entre os computadores conectados. Rede WAN Sistema

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE REDES REDES DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Material elaborado com base nas apresentações

Leia mais

Programação TCP/IP. Protocolos TCP e UDP

Programação TCP/IP. Protocolos TCP e UDP Programação TCP/IP Protocolos TCP e UDP Tecnologia em Redes de Computadores Unicesp Campus I Prof. Roberto Leal Visão Geral da Camada de Transporte 2 1 Protocolo TCP Transmission Control Protocol Protocolo

Leia mais

Dicas para a prova do MPU (cargos Analista e Técnico) NOÇÕES DE INFORMÁTICA: (comentário por tópico do edital visando o CESPE/UnB)

Dicas para a prova do MPU (cargos Analista e Técnico) NOÇÕES DE INFORMÁTICA: (comentário por tópico do edital visando o CESPE/UnB) Dicas para a prova do MPU (cargos Analista e Técnico) Por Prof.ª Ana Lucia Castilho NOÇÕES DE INFORMÁTICA: (comentário por tópico do edital visando o CESPE/UnB) Assunto: Noções de sistema operacional (ambientes

Leia mais

CST em Redes de Computadores

CST em Redes de Computadores CST em Redes de Computadores Serviços de Rede Prof: Jéferson Mendonça de Limas Ementa Configuração de Serviços de Redes; Servidor Web; Servidor de Arquivos; Domínios; Servidor de Banco de Dados; SSH; SFTP;

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

A Camada de Transporte

A Camada de Transporte A Camada de Transporte Romildo Martins Bezerra CEFET/BA s de Computadores II Funções da Camada de Transporte... 2 Controle de conexão... 2 Fragmentação... 2 Endereçamento... 2 Confiabilidade... 2 TCP (Transmission

Leia mais

Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira

Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira Wireshark Captura de Protocolos da camada de aplicação Maicon de Vargas Pereira Camada de Aplicação Introdução HTTP (Hypertext Transfer Protocol) 2 Introdução Camada de Aplicação Suporta os protocolos

Leia mais

Projeto e Instalação de Servidores Introdução a Servidores

Projeto e Instalação de Servidores Introdução a Servidores Projeto e Instalação de Servidores Introdução a Servidores Prof.: Roberto Franciscatto Introdução Perguntas iniciais O que você precisa colocar para funcionar? Entender a necessidade Tens servidor específico

Leia mais

Administração de Servidores de Rede. Prof. André Gomes

Administração de Servidores de Rede. Prof. André Gomes Administração de Servidores de Rede Prof. André Gomes FTIN FORMAÇÃO TÉCNICA EM INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DE SERVIDORES DE REDE Competências a serem trabalhadas nesta aula Protocolos de comunicação; Como

Leia mais

Backups Via FTP (File Transfer Protocol)

Backups Via FTP (File Transfer Protocol) O que é FTP? Backups Via FTP (File Transfer Protocol) FTP significa File Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Arquivos), e é uma forma bastante rápida e versátil de transferir arquivos, sendo

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA Módulo A REDES DE COMPUTADORES Protocolos de Rede FALANDO A MESMA LÍNGUA Um protocolo pode ser comparado a um idioma, onde uma máquina precisa entender o idioma de outra máquina

Leia mais

Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor

Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor Cliente/Servidor Desenvolvimento de Sistemas Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Desenvolvimento de Sistemas Cliente/Servidor As metodologias clássicas, tradicional ou orientada a objeto, são aplicáveis

Leia mais

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 5-1. A CAMADA DE TRANSPORTE Parte 1 Responsável pela movimentação de dados, de forma eficiente e confiável, entre processos em execução nos equipamentos conectados a uma rede de computadores, independentemente

Leia mais

Servidor Proxy armazenamento em cache.

Servidor Proxy armazenamento em cache. Servidor Proxy Servidor Proxy Um modo bastante simples de melhorar o desempenho de uma rede é gravar páginas que foram anteriormente acessadas, caso venham a ser solicitadas novamente. O procedimento de

Leia mais

INTRODUÇÃO: 1 - Conectando na sua conta

INTRODUÇÃO: 1 - Conectando na sua conta INTRODUÇÃO: Com certeza a reação da maioria dos que lerem esse mini manual e utilizarem o servidor vão pensar: "mas porque eu tenho que usar um console se em casa eu tenho uma interface gráfica bonito

Leia mais

Arquitetura de Redes. Sistemas Operacionais de Rede. Protocolos de Rede. Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Redes. Sistemas Operacionais de Rede. Protocolos de Rede. Sistemas Distribuídos Arquitetura de Redes Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Sistemas Operacionais de Rede NOS Network Operating Systems Sistemas operacionais que trazem recursos para a intercomunicação

Leia mais

João Pessoa PB, 18 de fevereiro de 2009. TCOS Brasil http://groups.google.com/group/tcos_brasil pág 1

João Pessoa PB, 18 de fevereiro de 2009. TCOS Brasil http://groups.google.com/group/tcos_brasil pág 1 João Pessoa PB, 18 de fevereiro de 2009. TCOS Brasil http://groups.google.com/group/tcos_brasil pág 1 Licença de Uso Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição Uso Não Comercial

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto

Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 Protocolo de rede... 3 Protocolo TCP/IP... 3 Máscara de sub-rede... 3 Hostname... 3

Leia mais

Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página

Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação 1 Introdução à Camada de Transporte Camada de Transporte: transporta e regula o fluxo de informações da origem até o destino, de forma confiável.

Leia mais

Redes de Computadores. Protocolos de comunicação: TCP, UDP

Redes de Computadores. Protocolos de comunicação: TCP, UDP Redes de Computadores Protocolos de comunicação: TCP, UDP Introdução ao TCP/IP Transmission Control Protocol/ Internet Protocol (TCP/IP) é um conjunto de protocolos de comunicação utilizados para a troca

Leia mais

Principais protocolos da Internet. Alexandre Gonçalves Xavier

Principais protocolos da Internet. Alexandre Gonçalves Xavier Principais protocolos da Internet Servidor x Serviço O que é um serviço em uma rede? Servidores Cliente x Servidor Rede Serviços Visualização de Páginas É um serviço baseado em hipertextos que permite

Leia mais

Lista de Exercício: PARTE 1

Lista de Exercício: PARTE 1 Lista de Exercício: PARTE 1 1. Questão (Cód.:10750) (sem.:2a) de 0,50 O protocolo da camada de aplicação, responsável pelo recebimento de mensagens eletrônicas é: ( ) IP ( ) TCP ( ) POP Cadastrada por:

Leia mais

Desenvolvimento de uma Rede de Distribuição de Arquivos. Development of a File Distribution Network

Desenvolvimento de uma Rede de Distribuição de Arquivos. Development of a File Distribution Network Desenvolvimento de uma Rede de Distribuição de Arquivos Development of a File Distribution Network Desenvolvimento de uma Rede de Distribuição de Arquivos Development of a File Distribution Network Talles

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E ANALISTA (EXCETO PARA O CARGO 4 e 8) GABARITO 1. (CESPE/2013/MPU/Conhecimentos Básicos para os cargos 34 e 35) Com a cloud computing,

Leia mais

SSH Secure Shell Secure Shell SSH

SSH Secure Shell Secure Shell SSH SSH SSH Secure Shell O protocolo Secure Shell, é um popular e poderoso, software baseado na abordagem de segurança de rede. Quando os dados são enviados por um computador para a rede, SSH criptografálos

Leia mais

TERMINAIS LEVES COM LTSP (LINUX TERMINAL SERVER PROJECT) Lucas Queiroz Braga ¹, Hermes Nunes Pereira Júnior ²

TERMINAIS LEVES COM LTSP (LINUX TERMINAL SERVER PROJECT) Lucas Queiroz Braga ¹, Hermes Nunes Pereira Júnior ² 295 TERMINAIS LEVES COM LTSP (LINUX TERMINAL SERVER PROJECT) Lucas Queiroz Braga ¹, Hermes Nunes Pereira Júnior ² Resumo: O Linux Terminal Server Project (LTSP) é um conjunto de serviços que proporcionam

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br IntroduçãoàTecnologiaWeb TiposdeSites ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br TiposdeSites Índice 1 Sites... 2 2 Tipos de Sites... 2 a) Site

Leia mais

Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0

Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0 Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0 Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N Technologies. Todos os Direitos

Leia mais

GUIA DE PROCEDIMENTOS PARA ACESSO VIA FTP

GUIA DE PROCEDIMENTOS PARA ACESSO VIA FTP INFORMÁTICA mai/11 Pág. I.1 ACESSO VIA FTP GUIA DE PROCEDIMENTOS PARA ACESSO VIA FTP INFORMÁTICA mai/11 Pág. I.2 ÍNDICE I INTRODUÇÃO... I.3 II III ACESSO PELO WINDOWS EXPLORER... II.1 ACESSO PELO NAVEGADOR

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Conteúdo 1 Topologia de Redes 5 Escalas 5 Topologia em LAN s e MAN s 6 Topologia em WAN s 6 2 Meio Físico 7 Cabo Coaxial 7 Par Trançado 7 Fibra Óptica 7 Conectores 8 Conector RJ45 ( Par trançado ) 9 Conectores

Leia mais

5 Considerações finais 5.1. Reflexões sobre os resultados

5 Considerações finais 5.1. Reflexões sobre os resultados 5 Considerações finais 5.1. Reflexões sobre os resultados Ao longo da história o boca a boca sempre se mostrou como um meio eficaz de promoção de produtos e serviços, como advento da Internet esse poder

Leia mais

Tecnologias Web. Lista de Exercícios AV02. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com

Tecnologias Web. Lista de Exercícios AV02. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Questão 1 Um analista de sistemas deseja enviar para seu cliente um arquivo de 300 Mb referente a uma atualização do software. Para transferir esse

Leia mais

Pós-graduação em Ciência da Computação Princípios e Técnicas da Análise Estatística Experimental

Pós-graduação em Ciência da Computação Princípios e Técnicas da Análise Estatística Experimental Pós-graduação em Ciência da Computação Princípios e Técnicas da Análise Estatística Experimental Análise de Performabilidade de aplicação I/O Bound em um Cluster de Sistemas Operacionais baseado em Containers

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Switch na Camada 2: Comutação www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução A conexão entre duas portas de entrada e saída, bem como a transferência de

Leia mais

Redes de Computadores e a Internet

Redes de Computadores e a Internet Redes de Computadores e a Internet Magnos Martinello Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM 2010 Introdução Redes

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS PRONATEC- TÉCNICO EM INFORMÁTICA GABRIEL CAMPOS, KIMBERLY BOHMECKE, SAMANTA GUTERRES, THAMIRES MANCÍLIO.

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS PRONATEC- TÉCNICO EM INFORMÁTICA GABRIEL CAMPOS, KIMBERLY BOHMECKE, SAMANTA GUTERRES, THAMIRES MANCÍLIO. FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS PRONATEC- TÉCNICO EM INFORMÁTICA GABRIEL CAMPOS, KIMBERLY BOHMECKE, SAMANTA GUTERRES, THAMIRES MANCÍLIO. PELOTAS, 2012 2 GABRIEL CAMPOS, KIMBERLY BOHMECKE, SAMANTHA

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA PEDRULHA ESCOLA BÁSICA RAINHA SANTA ISABEL Curso de Educação e Formação (Despacho Conjunto Nº453/2004, de 27 de Julho)

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA PEDRULHA ESCOLA BÁSICA RAINHA SANTA ISABEL Curso de Educação e Formação (Despacho Conjunto Nº453/2004, de 27 de Julho) Nome: Nazmul alam Nº: 12 Ficha de Trabalho 1. O que é um protocolo? Esta ficha conta para avaliação. É um conjunto de regras de comunicações +ara sistemas informática. 2. Indica um protocolo de envio de

Leia mais

BACKUP 101: PLANEJAMENTOS E FERRAMENTAS

BACKUP 101: PLANEJAMENTOS E FERRAMENTAS BACKUP 101: PLANEJAMENTOS E FERRAMENTAS Jerônimo Medina Madruga (UFPel) Resumo: Em um mundo onde quase todo serviço conta informações digitais, a garantia da segurança desses dados muitas vezes é uma das

Leia mais

Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose)

Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose) Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose) 1. Qual a diferença entre um Programa de computador e um Processo dentro do computador? R. Processo é um programa que está sendo executado em uma máquina/host,

Leia mais

Voz em ambiente Wireless

Voz em ambiente Wireless Voz em ambiente Wireless Mobilidade, acesso sem fio e convergência são temas do momento no atual mercado das redes de comunicação. É uma tendência irreversível, que vem se tornando realidade e incorporando-se

Leia mais

Desempenho de Web Servers

Desempenho de Web Servers Desempenho de Web Servers Web Servers no Modo Kernel X Web Servers no Modo Usuário Vandécia Rejane Fernandes Universidade Federal do Maranhão (UFMA) Av. dos Portugueses s/n, Campus Universitário do Bacanga

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES O QUE É PROTOCOLO? Na comunicação de dados e na interligação em rede, protocolo é um padrão que especifica o formato de dados e as regras a serem seguidas. Sem protocolos, uma rede

Leia mais

Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios

Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios Objetivos Detalhar conceitos sobre o sistema operacional Linux; Operar comandos básicos de sistemas Linux em modo Texto; Realizar a manutenção de arquivos

Leia mais

ALUNO COMO ATIVO E NÃO ATIVO EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM RECIFE PE MAIO 2011

ALUNO COMO ATIVO E NÃO ATIVO EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM RECIFE PE MAIO 2011 1 ALUNO COMO ATIVO E NÃO ATIVO EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM RECIFE PE MAIO 2011 Otacilio Antunes Santana Universidade Federal de Pernambuco otacilio.santana@ufpe.br José Imaña Encinas - Universidade

Leia mais

Sistema Operacional Saber Gnu/Linux Prefeitura de São Paulo

Sistema Operacional Saber Gnu/Linux Prefeitura de São Paulo Sistema Operacional Saber Gnu/Linux Prefeitura de São Paulo Descrição Sistema operacional baseado na distribuição Debian-Linux. Otimizado para o ambiente de terminais gráficos remotos. Customizado para

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Gestão Aplicada a TIC AULA 06. Prof. Fábio Diniz

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Gestão Aplicada a TIC AULA 06. Prof. Fábio Diniz FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Gestão Aplicada a TIC AULA 06 Prof. Fábio Diniz Na aula anterior ERP Enterprise Resource Planning Objetivos e Benefícios ERP Histórico e Integração dos Sistemas

Leia mais

FIG I. Para configurar o MULTICENTRAL para ligação a várias centrais temos que ( ver FIG I ):

FIG I. Para configurar o MULTICENTRAL para ligação a várias centrais temos que ( ver FIG I ): CS. M ARKETING Janeiro 2012 PG 1 O MULTICENTRAL é uma versão do que permite em um único software receber registos de chamadas de várias centrais. Numa versão multicentral podemos criar várias centrais

Leia mais

USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP

USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP SMTP "Protocolo de transferência de correio simples (ou em inglês Simple Mail Transfer Protocol ) é o protocolo padrão para envio de e- mails através da

Leia mais

Análise Comparativa de Sistemas de Gerência SNMP WhatsUP e The Dude. ntop

Análise Comparativa de Sistemas de Gerência SNMP WhatsUP e The Dude. ntop UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGICAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Análise Comparativa de Sistemas de Gerência SNMP WhatsUP e The Dude ntop Marcelo Santos Daibert João

Leia mais

7 Utilização do Mobile Social Gateway

7 Utilização do Mobile Social Gateway 7 Utilização do Mobile Social Gateway Existem três atores envolvidos na arquitetura do Mobile Social Gateway: desenvolvedor do framework MoSoGw: é o responsável pelo desenvolvimento de novas features,

Leia mais

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes Introdução ao Gerenciamento de Redes O que é Gerenciamento de Redes? O gerenciamento de rede inclui a disponibilização, a integração e a coordenação de elementos de hardware, software e humanos, para monitorar,

Leia mais

Automação de Bancada Pneumática

Automação de Bancada Pneumática Instituto Federal Sul-rio-grandense Campus Pelotas - Curso de Engenharia Elétrica Automação de Bancada Pneumática Disciplina: Projeto Integrador III Professor: Renato Allemand Equipe: Vinicius Obadowski,

Leia mais

O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS

O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS Nadia Al-Bdywoui (nadia_alb@hotmail.com) Cássia Ribeiro Sola (cassiaribs@yahoo.com.br) Resumo: Com a constante

Leia mais

ATIVIDADE 1. Redes Windows. 1.1 Histórico do SMB

ATIVIDADE 1. Redes Windows. 1.1 Histórico do SMB ATIVIDADE 1 Redes Windows Falar sobre Samba e redes mistas Windows / Linux, sem antes explicar o conceito básico de uma rede não parece correto e ao mesmo tempo, perder páginas e mais páginas explicando

Leia mais

Uso do Netkit no Ensino de Roteamento Estático

Uso do Netkit no Ensino de Roteamento Estático Uso do Netkit no Ensino de Roteamento Estático Nyl Marcos Soares Barbosa, Moisés Lima dos Anjos, Madianita Bogo Curso de Sistemas de Informação Centro universitário Luterano de Palmas (CEULP/ULBRA) Teotônio

Leia mais

Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet

Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet Marcos R. Dillenburg Gerente de P&D da Novus Produtos Eletrônicos Ltda. (dillen@novus.com.br) As aplicações de

Leia mais

Informática. Informática. Valdir. Prof. Valdir

Informática. Informática. Valdir. Prof. Valdir Prof. Valdir Informática Informática Valdir Prof. Valdir Informática Informática PROVA DPF 2009 Julgue os itens subseqüentes, a respeito de Internet e intranet. Questão 36 36 - As intranets, por serem

Leia mais

I N F O R M Á T I C A. Sistemas Operacionais Prof. Dr. Rogério Vargas Campus Itaqui-RS

I N F O R M Á T I C A. Sistemas Operacionais Prof. Dr. Rogério Vargas Campus Itaqui-RS I N F O R M Á T I C A Sistemas Operacionais Campus Itaqui-RS Sistemas Operacionais É o software que gerencia o computador! Entre suas funções temos: inicializa o hardware do computador fornece rotinas

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Pág. 1/8 CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÃO SMS Pág. 2/8 Equipe Responsável Elaboração Assinatura Data Divisão de Padrões de Tecnologia DIPT Aprovação Assinatura Data Departamento de Arquitetura Técnica DEAT Pág.

Leia mais

Framework de comunicação para Webservices 2P2

Framework de comunicação para Webservices 2P2 Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM Framework de comunicação para Webservices 2P2 Aluno: Brayan Vilela Alves Neves

Leia mais

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP Arquitetura TCP/IP Arquitetura TCP/IP INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP gatewa y internet internet REDE REDE REDE REDE Arquitetura TCP/IP (Resumo) É útil conhecer os dois modelos de rede TCP/IP e OSI. Cada

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO A COMUNICAÇÃO NA INTERNET PROTOCOLO TCP/IP Para tentar facilitar o entendimento de como se dá a comunicação na Internet, vamos começar contando uma história para fazer uma analogia. Era uma vez, um estrangeiro

Leia mais

Márcio Leandro Moraes Rodrigues. Frame Relay

Márcio Leandro Moraes Rodrigues. Frame Relay Márcio Leandro Moraes Rodrigues Frame Relay Introdução O frame relay é uma tecnologia de chaveamento baseada em pacotes que foi desenvolvida visando exclusivamente a velocidade. Embora não confiável, principalmente

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

Protocolo FTP. Professor Leonardo Larback

Protocolo FTP. Professor Leonardo Larback Protocolo FTP Professor Leonardo Larback Protocolo FTP O FTP (File Transfer Protocol) é um protocolo de transferência de arquivos. Atualmente, o FTP é definido pela RFC 959 File Transfer Protocol (FTP)

Leia mais

Como medir a velocidade da Internet?

Como medir a velocidade da Internet? Link Original: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/05/como-medir-velocidade-da-suainternet.html Como medir a velocidade da Internet? Pedro Pisa Para o TechTudo O Velocímetro TechTudo é uma

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES camadas do Modelo de Referência ISO/OSI Pilha de Protocolos TCP Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 Camadas

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura

Leia mais

Admistração de Redes de Computadores (ARC)

Admistração de Redes de Computadores (ARC) Admistração de Redes de Computadores (ARC) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - Campus São José Prof. Glauco Cardozo glauco.cardozo@ifsc.edu.br RAID é a sigla para Redundant

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES 1 2 REDES DE COMPUTADORES ADRIANO SILVEIRA ADR_SILVEIRA@YAHOO.COM.BR Classificação quanto ao alcance geográfico LAN Local Area Network, tem alcance em nível de empresas, órgãos, organizações ou casas.

Leia mais

Guia para atualização de Firmware dos consoles CL5, CL3 e CL1. (Firmware 1.51)

Guia para atualização de Firmware dos consoles CL5, CL3 e CL1. (Firmware 1.51) Guia para atualização de Firmware dos consoles CL5, CL3 e CL1 (Firmware 1.51) Yamaha Musical do Brasil www.yamaha.com.br PRECAUÇÕES 1. O usuário assume total responsabilidade pela atualização. 2. Atualize

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES REDE DE COMPUTADORES Tipos de classificação das redes de acordo com sua topologia Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 Ao longo da historia das redes, varias topologias foram

Leia mais

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Windows 2003 Server Introdução Nessa Aula: É apresentada uma visão rápida e geral do Windows Server 2003. O Foco a partir da próxima aula, será no serviço de Diretórios

Leia mais

File Transport Protocolo - FTP. Fausto Levandoski, Marcos Vinicius Cassel, Tiago Castro de Oliveira

File Transport Protocolo - FTP. Fausto Levandoski, Marcos Vinicius Cassel, Tiago Castro de Oliveira File Transport Protocolo - FTP Fausto Levandoski, Marcos Vinicius Cassel, Tiago Castro de Oliveira Universidade do Vale do Rios dos Sinos (UNISINOS) Curso Tecnólogo em Segurança da Informação Av. Unisinos,

Leia mais

Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores

Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores Diego Luís Kreutz, Gabriela Jacques da Silva, Hélio Antônio Miranda da Silva, João Carlos Damasceno Lima Curso de Ciência da Computação

Leia mais

1 INTRODUÇÃO Internet Engineering Task Force (IETF) Mobile IP

1 INTRODUÇÃO Internet Engineering Task Force (IETF) Mobile IP 1 INTRODUÇÃO Devido ao crescimento da Internet, tanto do ponto de vista do número de usuários como o de serviços oferecidos, e o rápido progresso da tecnologia de comunicação sem fio (wireless), tem se

Leia mais

TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM MÓDULO CLIENTE PARA O PROCESSAMENTO DISTRIBUÍDO PARA BIOINFORMÁTICA

TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM MÓDULO CLIENTE PARA O PROCESSAMENTO DISTRIBUÍDO PARA BIOINFORMÁTICA TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM MÓDULO CLIENTE PARA O PROCESSAMENTO DISTRIBUÍDO PARA BIOINFORMÁTICA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE

Leia mais

Sistemas distribuídos:comunicação

Sistemas distribuídos:comunicação M. G. Santos marcela@estacio.edu.br Faculdade Câmara Cascudo - Estácio de Sá 16 de abril de 2010 Formas de comunicação Produtor-consumidor: comunicação uni-direccional, com o produtor entregando ao consumidor.

Leia mais

Como conectar-se a rede Sem Fio (Wireless) da UNISC. Observação:

Como conectar-se a rede Sem Fio (Wireless) da UNISC. Observação: Setor de Informática UNISC Manual Prático: Como conectar-se a rede Sem Fio (Wireless) da UNISC Pré-Requisitos: Sistema Operacional Linux Ubuntu. O Noteboo Observação: Este documento abrange somente o Sistema

Leia mais

TECNOLOGIAS WEB AULA 2 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD

TECNOLOGIAS WEB AULA 2 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD TECNOLOGIAS WEB AULA 2 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD Objetivos: Definir as funcionalidades dos principais protocolos de Internet. Compreender os conceitos básicos de protocolo. Conhecer mais a respeito

Leia mais

Tecnologias Web. Lista de Exercícios AV02 Turma 3003. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com

Tecnologias Web. Lista de Exercícios AV02 Turma 3003. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Turma 3003 Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Questão 1 Um analista de sistemas deseja enviar para seu cliente um arquivo de 300 Mb referente a uma atualização do software. Para transferir

Leia mais