Packet Tracer 4.0: Overview Session. Conceitos e práticas

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4 Processo de Flooding ou Inundação envia informações por todas as portas, exceto aquela em que as informações foram recebidas; Cada roteador link-state toma uma cópia do LSA e atualiza seu banco de dados link-state, ou topológico; O roteador link-state encaminha o LSA para todos os dispositivos vizinhos; Os LSAs fazem com que todos os roteadores dentro da área recalculem as rotas; A quantidade de roteadores link-state dentro de uma área deve ser limitada; O estado do link é uma descrição de uma interface e da relação com os roteadores vizinhos;

5 A descrição da interface incluiria o endereço IP da interface, a máscara de sub-rede, o tipo de rede à qual está conectada, os roteadores conectados a essa rede e assim por diante; O banco de dados de link-states é usado para calcular os melhores caminhos através da rede. Os roteadores link-state aplicam o algoritmo Dijkstra do "caminho mais curto primeiro" (SPF Shortest Path First) consultando o banco de dados de link-states; Isso cria a árvore SPF, tendo o roteador local como raiz. Em seguida, os melhores caminhos são selecionados a partir da árvore SPF e colocados na tabela de roteamento;

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7 OSPF é um protocolo de roteamento link-state que se baseia em padrões abertos; É o IGP preferido, visto que pode ser escalado; Os OSPF roteia apenas IP (TCP/IP); O OSPF superou essas limitações e é um protocolo de roteamento robusto e escalável, adequado às redes modernas; O OSPF pode ser usado e configurado como uma única área para redes pequenas; Grandes redes OSPF usam um projeto hierárquico; Áreas se conectam a uma área de distribuição, ou área 0, que também é chamada de backbone; A definição da área reduz a sobrecarga de roteamento, acelera a convergência, confina a instabilidade da rede a uma área e melhora o desempenho. Cada roteador mantém uma tabela de vizinhos adjacentes;

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9 As interfaces OSPF reconhecem automaticamente três tipos de redes: Multiacesso com broadcast, como a Ethernet; Redes ponto-a-ponto uma adjacencia; Multiacesso sem broadcast (NBMA), como Frame Relay. Nas topologias Multiacesso são fomada varias adjacencias; Para n roteadores, n*(n-1)/2 adjacências precisam ser formadas; A solução para essa sobrecarga é eleger um roteador designado (DR) Um quarto tipo, ponto-a-multiponto, pode ser configurado manualmente em uma interface por um administrador;

10 Quando um roteador inicia um processo de roteamento OSPF em uma interface, ele envia um pacote hello e continua a enviá-lo a intervalos regulares; As regras que regem a troca de pacotes hello no OSPF são chamadas de protocolo Hello; Na camada 3 do modelo OSI, os pacotes hello são endereçados ao endereço de multicast ; Os roteadores OSPF usam os pacotes hello para iniciar novas adjacências e para garantir que os roteadores vizinhos ainda estão funcionando; Por padrão, são enviados hellos a cada 10 segundos em redes multiacesso com broadcast e ponto-a-ponto; Em interfaces que se conectam a redes NBMA, como Frame Relay, o tempo padrão é de 30 segundos; Em redes multiacesso, o protocolo Hello elege um roteador designado (DR) e um roteador designado de backup (BDR).

11 Em redes multiacesso, o protocolo Hello elege um roteador designado (DR) e um roteador designado de backup (BDR). O hello carrega informações sobre as quais todos os vizinhos devem concordar para formar uma adjacência e trocar informações de link-state; Em redes multiacesso, o DR e o BDR mantêm adjacências com todos os outros roteadores OSPF da rede; Roteadores adjacentes passam por uma seqüência de estados; Eles precisam estar no estado full state para que as tabelas de roteamento sejam criadas e o tráfego seja roteado; Cada roteador envia anúncios de link-state (LSAs) em pacotes de atualização de link-state (LSUs).

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13 O roteamento OSPF usa o conceito de áreas. Cada roteador contém um banco de dados de link-states de uma área específica; Uma área da rede OSPF pode receber qualquer número de 0 a ; Entretanto, uma única área recebe o número 0 e é conhecida como área 0; Em redes OSPF com mais de uma área, todas as áreas precisam se conectar à área 0; Os endereços de rede são configurados com uma máscara curinga e não com uma máscara de subrede; O ID da área pode ser escrito como um número inteiro ou em notação decimal com pontos;

14 O ID do processo é um número usado para identificar um processo de roteamento OSPF no roteador; A maioria dos administradores de rede mantém o mesmo ID de processo em todo um sistema autônomo, mas isso não é obrigatório;

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16 O OSPF usa o custo como métrica para determinar a melhor rota; Um custo está associado ao lado da saída de cada interface do roteador. Os custos também estão associados a dados de roteamento derivados externamente; o custo do caminho é calculado usando a fórmula [10^8/ largura de banda], onde a largura de banda é expressa em bps; Quanto menor o custo, maior a probabilidade de que a interface seja usada para encaminhar tráfego de dados; Para a operação correta do OSPF, é essencial definir a largura de banda correta da interface; Router(config-if)#bandwidth 56

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19 O roteamento OSPF garante caminhos sem loops para todas as redes do domínio; Para alcançar redes fora do domínio, o OSPF precisa saber sobre a rede ou precisa ter uma rota padrão; A seguinte declaração de configuração propagará essa rota para todos os roteadores de uma área OSPF normal: Router(config-router)#default-information originate; Todos os roteadores da área aprenderão uma rota padrão, desde que a interface do roteador de borda até o gateway padrão esteja ativa;

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21 Um roteador OSPF precisa estabelecer uma relação de vizinhança ou adjacência com outro roteador OSPF para trocar informações de roteamento; Uma falha em estabelecer uma relação de vizinhança é causada por qualquer dos seguintes motivos: Os hellos não são enviados pelos dois vizinhos. Os temporizadores de hello interval e dead interval não são iguais. As interfaces estão em redes de tipos diferentes. As chaves ou senhas de autenticação são diferentes. No roteamento OSPF, também é importante garantir o seguinte: Todas as interfaces têm endereços e máscara de sub-rede corretos. As declarações network area têm as máscaras curingas corretas. As declarações network area colocam as interfaces na área correta.

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23 Packet Tracer 4.0: Overview Session BORDER GATEWAY PROTOCOL PROTOCOLO DE ROTEAMENTO DE BORDA

24 O BGP é um protocolo de roteamento entre domínio (Sistema Autônomo); O BGP-4 possibilita o intercâmbio de informações de roteamento entre os diversos sistemas autônomos, ou ASs (Autonomous Systems), que em conjunto, formam a Internet; Também conhecido como EGP Exterior Gateway Protocol; A versão atual do BGP é a 4, definida na RFC 1771; Vetor de distância avançado (Vetor de caminhos ou atributos); o BGP-4 foi a primeira versão do BGP a suportar endereços agregados (Classless Interdomain Routing, ou simplesmente CIDR) e o conceito de supernets. O BGP faz uso do TCP (porta 179) para o transporte das informações de roteamento de modo que ele próprio não precisa preocupar-se a respeito a correta da transmissão das informações. Régio Rocha Lopes

25 O protocolo BGP-4 assume que o roteamento interno do AS é feito através de um sistema IGP (Interior Gateway Protocol) de roteamento interno; Este pode ser um protocolo de roteamento como o RIP, OSPF, IGRP, EIGRP; ou até mesmo através de rotas estáticas; O BGP constrói um gráfico dos ASs, usando as informações trocadas pelos "vizinhos BGP" (BGP neighbors), que são compostas dos números identificadores dos ASs, os ASN; A conexão entre ASs forma um "caminho" (path), e a coleção desses caminhos acaba formando Régio Rocha Lopes uma rota composta pelos números dos ASs que

26 Outra característica do BGP-4 é atualização das tabelas de rotas feitas de forma incremental, como nos algoritmos de estado de enlace. A atualização completa da tabela de rotas é feita somente uma vez, quando se estabelece a sessão entre os neighbors ou peers. Para o estabelecimento de uma sessão BGP entre neighbors ou peers, basicamente, os seguintes passos são executados: É estabelecida a conexão TCP entre os dois roteadores que trocam mensagens de abertura da sessão e negociam os parâmetros de operação; O primeiro fluxo de dados transmitido é a tabela de rotas BGP completa. Posteriores atualizações nesta tabela são feitas, incrementalmente, à medida que as mudanças ocorrerem; Como não há a atualização completa da tabela após a primeira, o roteador mantém a informação da versão da tabela que todos os seus peers possuem, enquanto durar a sessão entre eles. Se esta for interrompida por qualquer motivo, o processo é iniciado novamente a partir do primeiro passo; Mensagens de keepalive são enviadas periodicamente para manter a sessão aberta; Mensagens de aviso são enviadas quando ocorrem erros ou outras situações especiais; Caso uma conexão verifique um erro, uma mensagem é enviada e a conexão fechada, encerrando a sessão. Régio Rocha Lopes

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