Plano de Desenvolvimento Social de Castelo Branco

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1 Plano de Desenvolvimento Social de Castelo Branco

2 ÍNDICE I. Introdução: Plano de desenvolvimento social: definição e objectivo Noção de Desenvolvimento Social O Plano de Desenvolvimento Social O Conselho Local de Acção Social de Castelo Branco Resumo dos Conteúdos mais importantes do diagnóstico social Análise Swot do concelho de Castelo Branco 9 II. Definição dos Eixos de Intervenção 13 1.Metodologia de Trabalho Articulação com outros níveis de Planeamento 13 Plano Nacional de Desenvolvimento Económico e Social - QCA I V ( ) 13 PNAI Plano Nacional de Acção para a Inclusão 14 PNE Plano Nacional de Emprego 15 II Plano para a Integração dos Imigrantes ( ) 16 III. Eixo Prioritários de Intervenção 17 Eixo 1 Cidadania, Inclusão e desenvolvimento social 17 Eixo 2 Formação, Empregabilidade e Inserção Profissional 17 Eixo 3 Rede de serviços e equipamentos 17 IV. Operacionalização dos Eixos de Intervenção 18 Eixo 1 Cidadania, Inclusão e desenvolvimento social 18 Eixo 2 Formação, Empregabilidade e Inserção Profissional 27 Eixo 3 Rede de serviços e equipamentos 33 V. Avaliação 35 2

3 VI. Conclusão 36 Referências Bibliográficas 37 Lista de Tabelas Tabela nº1: Matriz de enquadramento lógico para os imigrantes 18 Tabela nº2 : Matriz de enquadramento lógico para as crianças e jovens em risco 19 Tabela nº3: Matriz de enquadramento lógico para equipamento de crianças e jovens em risco Tabela nº4: Matriz de enquadramento lógico para acolhimento de vítimas de violência doméstica Tabela nº5: Matriz de enquadramento lógico para idosos/seniores 24 Tabela nº6: Matriz de enquadramento lógico para deficiência 25 Tabela nº7: Matriz de enquadramento lógico para a Toxicodependência 26 Tabela nº8: Matriz de enquadramento lógico para a Educação 30 Tabela 9: Matriz de enquadramento lógico para os Jovens e adultos desempregados 32 Tabela 10: Matriz de enquadramento lógico de serviços e equipamentos 34 3

4 I. Plano de desenvolvimento social: definição e objectivos 1.1 Noção de Desenvolvimento Social A noção de desenvolvimento social, concretizado pela Cimeira de Copenhaga em 1995, reflecte o objectivo central de contribuir para a igualdade de oportunidades e garantir condições de vida dignas e direitos de cidadania para todos. Esta ideia pressupõe a tomada de consciência colectiva dos problemas existentes, a mobilização dos actores sociais para a resolução dos mesmos e a promoção do desenvolvimento apoiado nas redes locais e nas forças endógenas que estas consubstanciam. A intervenção em rede constitui, assim, o motor dos processos de desenvolvimento social local. O desenvolvimento social assenta nos seguintes pilares: - Erradicação da pobreza, dando especial urgência às situações de pobreza absoluta; - Promoção do emprego, generalizando o direito ao trabalho e dirigindo esforços para a redução do desemprego; - Integração social, evidenciando-se a necessidade de implementação de medidas destinadas a reforçar a coesão social, reconhecendo a importância da família e da comunidade. Deste modo, pressupõe-se uma noção de desenvolvimento sustentável que se associa ao desenvolvimento económico, social e ambiental, bem como a participação activa dos parceiros da rede. 4

5 1.2 O Plano de Desenvolvimento Social O planeamento no domínio social é uma metodologia de investigação-acção que associa o conhecimento das especificidades dos problemas locais à intenção de provocar uma mudança social. Deste modo, o Plano de Desenvolvimento Social constitui um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do desenvolvimento social local. Tem em vista tanto a produção de efeitos correctivos como também os efeitos preventivos gerados por um aumento da dinâmica institucional, com vista à melhoria das condições de vida das populações. Pode-se dizer que o Plano de Desenvolvimento Social esboça o retrato de uma situação social realista, incluindo uma programação das etapas e estratégias a desenvolver para alcançar a os objectivos da situação. Este Plano orienta, assim, as respostas às necessidades individuais e colectivas, procurando vincular as iniciativas de todos os agentes cujo âmbito de actuação tem repercussões no desenvolvimento social do Concelho. Torna-se, portanto, necessária uma conjugação das políticas sociais da saúde, da educação, do emprego, da acção social e outras, dentro de uma concepção de desenvolvimento do território que contemple uma visão global (a participação dos cidadãos e o estabelecimento de formas dinâmicas de parceria). Nesta perspectiva, o Plano de Desenvolvimento Social para o Concelho de Castelo Branco será estabelecido por três anos através da concretização dos seguintes objectivos: Desenvolver um processo de planeamento estratégico, no sentido de dar resposta às novas problemáticas que vão surgindo, fruto da evolução e transformação da sociedade; Contribuir para que sejam alcançados os princípios do Programa Rede Social; Mobilizar os contributos dos parceiros interessados no trabalho em rede; 5

6 Promover e rentabilizar os recursos existentes, através de uma efectiva articulação entre entidades/instituições. Melhorar a qualidade de vida das pessoas e a integração social da população mais necessitada; Deste modo, e tendo em consideração a hierarquização dos problemas definidos no diagnóstico social, a ideia do conhecer para actuar é uma das fases fundamentais do processo de intervenção social (Idánez & Ander-Egg,1999:13), constituindo que os autores designam como um momento chave de toda a prática social, na medida em que procura um conhecimento geral e concreto da situação sobre a qual se vai realizar uma intervenção social e os diferentes aspectos que é necessário ter em conta para resolver a situação-problema diagnosticada (Guadalupe, 2009), importa definir eixos prioritários, finalidades, objectivos e estratégias que perante a situação diagnosticada e os recursos humanos e materiais disponíveis se afigurem mais adequados. De facto, este Plano de Desenvolvimento Social só pode ser analisado e compreendido tendo em conta o diagnóstico social. Os resultados definidos neste Plano têm validade a partir da metodologia utilizada. Desta forma, todo o planeamento estratégico resultou de reuniões do Núcleo Executivo com o CLAS e outras entidades intervenientes. As reuniões realizadas tiveram sempre uma perspectiva integradora, de aprendizagem mútua e de articulação entre os diversos participantes, perspectivando intervenções com efeitos multiplicadores baseados nos recursos endógenos da comunidade. O Plano de Desenvolvimento Social é um plano estratégico flexível, ou seja pode sofrer ajustamentos, sendo que a sua flexibilidade deve permitir a inclusão de novas iniciativas, novas metodologias e parcerias. 6

7 1.3 O Conselho Local de Acção Social de Castelo Branco O CLAS é a denominação dada à estrutura concelhia de funcionamento do Programa em causa, baseando-se num fórum de articulação e congregação de esforços, abrindo-se à participação de entidades públicas e privadas sem fins lucrativos. O núcleo executivo do Conselho é constituído pela (o): Câmara Municipal de Castelo Branco; Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Castelo Branco; APPACDM Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental Centro Social de Santo André das Tojeiras; Direcção Regional de Educação do Centro; Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco; Unidade Local de Saúde de Castelo Branco; O plenário é constituído por entidades públicas, entidades privadas e algumas Juntas de Freguesia do Concelho de Castelo Branco. Entidades Públicas: Centro Distrital de Castelo Branco do Instituto de Segurança Social, I.P.; Direcção Regional do Instituto Português da Juventude; Direcção Regional de Educação do Centro; Instituto da Droga e da Toxicodependência - CRI; Delegação Regional do SEF; Comissão de Protecção de Crianças e Jovens; Câmara Municipal de Castelo Branco; Rede Europeia Anti Pobreza; Unidade Local de Saúde de Castelo Branco; 7

8 Entidades Privadas: Associação de Apoio Social Freixial do Campo; Associação Tinalhense de Apoio Social de Tinalhas; Centro de Dia de S. João Batista Monforte da Beira; Centro de Dia de S. Pedro Escalos de Cima; Centro de Dia de S. Sebastião Sobral do Campo; Centro Social do Salgueiro do Campo; Centro Social de Santo André; Centro de Dia de Santa Margarida Mata; Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco; A.P.P.A.C.D.M. Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental; Centro Social Paroquial Póvoa de Rio de Moinhos; Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento; Centro Social Amigos da Lardosa. Juntas de Freguesia: Junta de Freguesia de Castelo Branco; Junta de Freguesia de Freixial do Campo; Junta de Freguesia do Ninho do Açor; Junta de Freguesia do Retaxo; Junta de Freguesia de S. Vicente da Beira; Junta de Freguesia das Sarzedas; Junta de Freguesia de Tinalhas; Junta de Freguesia de Sobral do Campo; Junta de Freguesia de Malpica do Tejo; O Conselho é constituído por trinta e uma entidades com objectivo de planear um trabalho integrado, de modo a garantir a implementação de iniciativas de desenvolvimento social local com vista a uma maior eficácia e racionalização de meios na erradição da pobreza e exclusão social. 8

9 1.5 Resumo dos Conteúdos mais importantes do diagnóstico social Análise Swot do concelho de Castelo Branco A partir dos indicadores identificados no Diagnóstico Social, através da análise swot 1, podemos caracterizar os Pontos Fortes e os Pontos Fracos que promovem/afectam de uma forma global o Desenvolvimento Social do concelho de Castelo Branco Pontos Fortes Vasto leque de comércio e serviços; Rede de Estabelecimentos de Ensino Superior com papel nuclear no desenvolvimento da Região, oferecendo um número considerável de cursos com níveis de resposta e saídas profissionais em diferentes domínios (saúde, educação, agroalimentar, engenharias, ciências sociais e humanas, artes e tecnologias); Oferta diversificada ao nível do ensino profissional que inclui áreas relacionadas com os sectores de actividade com maior dinâmica e/ou que revelam potencialidades de desenvolvimento, p. ex.: Indústria, Construção Civil, Ambiente e Recursos Naturais, Hotelaria e Turismo, Comércio e Serviços; Vasto leque de entidades formadoras direccionadas para o mercado de trabalho e dirigidas à população activa empregada e desempregada; Acessibilidades; Património histórico e cultural; Política cultural activa com dinamização dos espaços existentes; Evolução positiva do número de unidades empresariais e de pessoal ao serviço; 1 A análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Oportunities and Threats), em português traduz-se por FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças), é uma técnica que tem sido muito utilizada em planeamento para o conhecimento do ambiente em que se vai planear (neste particular, um concelho). 9

10 Leque diversificado de equipamentos e infra-estruturas que contribuem para desenvolvimento da estrutura económica regional; Adensamento dos fluxos de pessoas, bens e serviços no eixo Castelo Branco - Fundão - Covilhã - Guarda com a construção da A23; Conjunto diversificado de empresas na fileira metálica (componentes para automóveis, construções metálicas, produtos de serralharia, etc.) e no sub-sector do frio (ao nível da produção e instalação de equipamentos para conservação alimentar, componentes para a indústria do frio, etc.) com um peso importante na estrutura do emprego e da economia regional; Crescente aumento dos níveis de habilitações e qualificações da mão-de-obra; Leque diversificado de equipamentos e infra-estruturas (económicos e sociais), que contribuem para desenvolvimento da estrutura económica regional e para a melhoria das condições de vida e fixação de pessoas; Existência de elevado número de postos de trabalho nos serviços de Call Center e de backoffice; Existência do centro tecnológico agro-alimentar e cluster agro-alimentar; Existência de um forte movimento associativo; Requalificação da zona histórica da cidade - Criação do gabinete de reabilitação sócio-habitacional do centro histórico e cívico de Castelo Branco (ex.: 3 novos parques de estacionamentos, criação de miradouros, demolição e requalificação dos edifícios, apoio social ás famílias, museu do Cargaleiro). Imagem Positiva da Instituição da APPACDM de Castelo Branco, que trabalha com uma equipa Multidisciplinar especializada e as suas várias valências (Intervenção Precoce, Escola de Educação Especial, Centro de Actividades Ocupacionais, Formação Profissional (carpintaria, ajudantes de cozinha, têxteis e confecções, ajudantes de jardinagem e lares/residências) com o objectivo de dar as respostas adequadas e diversificadas às necessidades dos clientes - Entidade acreditada pela DGERT. 10

11 1.4.3 Pontos Fracos Encerramento de diversos estabelecimentos de comércio tradicional e empresas; Número elevado de empresas de pequena dimensão (70% emprega menos de 4 pessoas) com escassa estrutura organizacional, sem investimentos em I&D e baixa qualificação dos empresários; Elevado número de empregos de baixa qualificação profissional; Ligações entre as empresas e os centros de conhecimento regionais (IPCB) quase inexistentes; Dificuldades de absorção de competências escolares de base técnica pelo tecido empresarial; Espaços e equipamentos sub-utilizados nas freguesias do concelho de Castelo Branco (ex.: espaços desportivos); Existência de jovens em risco e em exclusão social; Aumento do número de desempregados; Aumento do número de vítimas de violência doméstica; Aumento do consumo de substâncias psicoactivas (spa) na comunidade estudantil; Envelhecimento da população; Falta de equipamentos educativos (residência de jovens), sociais (casas de acolhimento para vítimas de violência doméstica e lares de terceira idade); Falta de equipamentos/unidades de cuidados continuados; Falta de equipamentos para doenças degenerativas (ex.: Alzheimer, Parkinson); Falta de uma incubadora de empresas (formação e consultoria); Isolamento geográfico e social da população nas freguesias do concelho; Pouco envolvimento das famílias nos casos de deficiência e a diminuição de encaminhamentos para o Sócio Educativo; 11

12 Reforçar as estruturas entre a igualdade de oportunidades (Homem e Mulheres); Maior intervenção social nos casos de violência escolar/bullying; Reforçar os laços de cidadania entre os jovens e adultos (ex.: voluntariado); 12

13 II. Definição dos Eixos de Intervenção 1.Metodologia de Trabalho A metodologia é um processo que permite efectuar uma melhor compreensão da realidade e uma maior eficácia dos meios e técnicas de intervenção. Na construção do Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Castelo Branco foram utilizadas várias fases metodológicas de trabalho: 1ª Fase: Elaborações do diagnóstico social - as conclusões do mesmo foram elaboradas na reunião do CLAS; 2ª Fase: Identificação dos eixos prioritários de Intervenção; 3ª Fase: Associação dos eixos de prioritários de intervenção ás problemáticas em destaque identificadas no diagnóstico; 4ª Fase: Identificação dos financiamentos e projectos existentes no concelho de Castelo Branco para combater as necessidades verificadas no diagnóstico social; 2. Articulação com outros níveis de Planeamento Plano Nacional de Desenvolvimento Económico e Social - QCA I V ( ) O 3º QCA assume os seguintes domínios de intervenção: o 1º é a valorização do potencial humano, 2º a actividade produtiva e 3º a estruturação do território. Valorização do Potencial Humano, no qual os progressos que foram assinaláveis em vários domínios portugueses revelaram se muito insuficientes no que respeita á qualificação das pessoas e aos resultados obtidos em termos de produtividade. 13

14 Actividade Produtiva, no qual se pretende acréscimos de produtividade, através do apoio ás estratégias empresariais, o progresso cientifico e inovação tecnológica e o reforço dos serviços avançados ás empresas. Prevêem se também intervenções de apoio á agricultura e desenvolvimento rural e às pescas. Estruturação do território, determina se orientações quanto á construção de infraestruturas compatíveis com a preservação do ambiente e quanto ao apoio ao desenvolvimento da regiões portuguesas, na perspectiva da correcção dos principais desequilíbrios e assimetrias regionais. A operacionalização dos domínios acima referidos, concretiza se através de quatro eixos, são eles: Eixo 1 - Elevar o nível de qualificação dos portugueses, promover o emprego e a coesão social; Eixo 2 - Alterar o perfil produtivo em direcção às actividades de futuro; Eixo 3 - Afirmar o valor do território e da posição geo económica do país; Eixo 4 - Promover o desenvolvimento sustentável das regiões e a coesão nacional; PNAI Plano Nacional de Acção para a Inclusão O PNAI procura promover a inclusão de todos os residentes, garantindo o acesso aos recursos, aos direitos, aos bens e aos serviços, bem como promover a igualdade de oportunidades de participação social numa sociedade com melhor qualidade a maior coesão. Constitui pois um instrumento que visa aprofundar a capacidade de actuar sobre as causas dos problemas e não apenas sobre as suas manifestações, intervindo quer sobre as estruturas institucionais, quer sobre as atitudes individuais, numa óptica de desenvolvimento do país. 14

15 Estratégia de Inclusão Social visa três prioridades políticas sendo elas: Prioridade 1 - Combater a pobreza das crianças e dos idosos, através de medidas que assegurem os seus direitos básicos de cidadania; Prioridade 2 - Corrigir as desvantagens na educação e formação/qualificação; Prioridade 3 - Ultrapassar as discriminações, reforçando a integração das pessoas com deficiência e dos imigrantes; Objectivos do PNAI: Promover a participação no emprego e o acesso de todos aos recursos, aos direitos, aos bens e serviços; Prevenir os Riscos de Exclusão; Actuar em favor dos mais vulneráveis; Mobilizar o Conjunto dos Intervenientes. PNE Plano Nacional de Emprego O Plano Nacional de Emprego incide particularmente nos seguintes objectivos gerais: Promover uma transição adequada dos jovens para a vida activa; Promover a inserção socioprofissional e combater o desemprego de longa duração e a exclusão; Melhorar a qualificação profissional da população activa, numa perspectiva de formação ao longo da vida, nomeadamente como forma de prevenção dos fenómenos de desemprego; Gerir de forma preventiva e acompanhar os processos de reestruturação sectorial; 15

16 O II Plano para a Integração dos Imigrantes ( ): Constituído por 90 medidas, que concretizando compromissos sectoriais do Estado, continua a assumir como grande finalidade a plena integração dos imigrantes, nomeadamente nas áreas da cultura e da língua, do emprego e da formação profissional e da habitação. As 90 medidas assentam nas seguintes áreas de intervenção: 1 Acolhimento; 2 Cultura e língua; 3 Emprego, formação profissional e dinâmicas empresariais; 4 Educação; 5 Solidariedade e segurança social; 6 Saúde; 7 Habitação; 8 Justiça; 9 Racismo de discriminação; 10 Acesso à cidadania e participação cívica; 11 Associativismo imigrante; 12 Descendentes de imigrantes; 13 Idosos imigrantes; 14 Relações com os países de origem; 15 Promoção da diversidade e da interculturalidade; 16 Questões de género; 17 Tráfico de seres humanos. 16

17 3. Eixo Prioritários de Intervenção: Eixo nº 1 Cidadania, Inclusão e desenvolvimento social a) Imigrantes; b) Crianças e Jovens em risco c) Vítimas de violência doméstica d) Idosos/Seniores e) Deficiência f) Toxicodependência Eixo nº2 Formação, Empregabilidade e Inserção Profissional a) Abandono escolar b) Jovens e adultos desempregados c) Apoio às empresas de inserção Eixo nº3 - Rede de Serviços e Equipamentos a) Necessidade de equipamentos de apoio a doenças degenerativas; b) Necessidade de equipamentos/unidades de cuidados continuados; 17

18 4. Operacionalização dos Eixos de Intervenção: Eixo nº 1 Cidadania, Inclusão e desenvolvimento Social a) Imigrantes Objectivo Estratégico Apoiar a Integração de Imigrantes; Estratégias Controlar a permanência e actividades de estrangeiros em território nacional, bem como estudar, promover, coordenar e executar as medidas e acções relacionadas com aquelas actividades e com os movimentos migratórios. Promover a igualdade entre os imigrantes Objectivos Específicos Documentação: Cessação e renovação de autorizações de residência; - Atendimento em Front Office; Atendimento personalizado Dinamização de actividades Recursos ACIDI, I.P.; OIM; ACT; IEFP, I.P.; PSP; GNR; PJ; Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Castelo Branco; CLAII -Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento; Meta Até final de 2013, estarão em funcionamento Mecanismos e suportes que garantam a articulação de Respostas, recursos e partilha de Informação entre entidades que trabalham com imigrantes. SEF; Tabela 1: Matriz de Enquadramento Lógico para os imigrantes; 18

19 b) Crianças e Jovens em Risco Objectivo Estratégico Promoção e Protecção dos direitos das crianças e jovens de forma a garantir o seu bem-estar e o seu desenvolvimento integral Estratégias Prevenção escolar violência no namoro, crimes, sexualidade Acompanhamento e encaminhamento das famílias (saúde, apoio económico e psicológico) Reduzir o abandono escolar (através do diagnóstico) Objectivos Específicos Dar resposta a 300 famílias e crianças em situação de perigo (negligência, alimentação, maus tratos, etc.) Reforçar as parcerias locais; Recursos Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento; Casa de Infância e Juventude; PIEC; Centro Distrital de Segurança Social; Unidade Local de Saúde; Meta Elaboração de 1 plano de acção social Câmara Municipal de Castelo Branco Tabela 2: Matriz de Enquadramento Lógico para as crianças e jovens em Risco 19

20 Objectivo Geral Objectivos Específicos Indicadores de Sucesso Fontes de Verificação Factores Externos Positivos Factores Externos Negativos Eliminar a 1. Ausência de 1. Inquérito às 1. Acordos 1. Critérios Cobertura total das necessidades de procura dos equipamentos educativos - crianças e jovens lista de espera de crianças com idade de creche (4 meses a 3 anos) Alargamento da rede de inscrições em lista de espera. 1. Ausência de inscrições em instituições de solidariedade social com a valência de creche. 1. Inquérito às instituições de de Cooperação com a Segurança Social e Ministério da Educação; propostos nas candidaturas. creches. lista de espera; solidariedade 2.Taxa de ocupação. social com a valência de ATL. Programas do Instituto de Emprego e Formação Criação de 1. Taxa de 1. Inquérito às Profissional. "ATL" para ocupação. instituições de crianças com solidariedade idade superior social com a 12 anos; valências dirigidas à infância. 20

21 Alargamento da rede de Serviço de Apoio à Família, no pré-escolar e nas freguesias 1. Instalação de novos serviços. 1. Inquérito à autarquia Aferir da necessidade de criação de residência de estudantes para crianças e jovens em situação de risco social, no concelho de Castelo Branco. 1. Elaboração de estudo /relatório. 1. Publicação do estudo; 2. Divulgação do estudo junto das entidades do CLAS. Tabela 3: Matriz de Enquadramento Lógico para equipamentos de crianças/jovens 21

22 c) Violência Doméstica - Necessidade de equipamentos de acolhimento a vítimas de violência; Objectivo Geral Objectivos Específicos Indicadores de Sucesso Fontes de Verificação Factores Externos Positivos Factores Externos Negativos Eliminar a 1. Ausência 1. Inquérito 1. Acordos de 1. Critérios Cobertura total das necessidades de procura dos equipamentos sociais lista de espera de vítimas de violência doméstica a nível nacional. de inscrições em lista de espera. às instituições de solidariedade social. Cooperação com a Segurança Social ; 2. Ministério da Justiça; propostos nas candidaturas. vítimas de Resposta a 1. Ausência 1. Inquérito violência doméstica casos urgentes. de inscrições em lista de espera; 2.Taxa de ocupação. às instituições sociais de apoio a vítimas de violência doméstica. 3. Programas do Instituto de Emprego e Formação profissional; Criação de uma casa de abrigo para as 1. Taxa de ocupação. 1. Inquérito às instituições de 4.Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento; vítimas de violência solidariedade social com 5.Governo Civil; doméstica; valências dirigidas ao apoio à vítima. 22

23 Alargamento do Serviço de Apoio Psicológico e social às vítimas de violência doméstica Aferir da necessidade de criação de uma casa de abrigo em Castelo Branco para vítimas de violência doméstica. 1. Instalação de novos serviços. 1. Elaboração de estudo /relatório. 1. Inquérito à autarquia 1. Publicação do estudo; 2. Divulgação do estudo junto das entidades do CLAS. Tabela 4: Matriz de Enquadramento Lógico para acolhimento de vítimas de violência 23

24 d) Idosos/Seniores Objectivo Estratégico Qualificar e promover estilos de vida saudável da população idosa/sénior com o alargamento, qualificação e criação de respostas ou serviços Estratégias Identificar formas de financiamento que permitam às instituições a construção dos equipamentos; Realizar acções que diminuam as situações de isolamento (encontros inter geracionais); Objectivos Específicos Ampliar a rede de equipamentos de apoio a pessoas idosas Diminuir o isolamento social das pessoas idosas nas freguesias do concelho de Castelo Branco Recursos Câmara Municipal de Castelo Branco Centro Distrital de Segurança Social, I.P.; Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento Unidade Local de Saúde Santa Casa de Misericórdia de Castelo Branco; Meta Dinamizar e divulgar a Universidade Sénior Albicastrense; Reforçar competências e promover uma vida activa (USALBI) Outras entidades publicas e privadas; Tabela 5: Matriz de Enquadramento lógico para Idosos/Séniores 24

25 e) Deficiência Objectivo Estratégico Melhorar a qualidade de vida do cidadão deficiente/ e ultrapassar as discriminações reforçando a integração social com especial incidência nas crianças, jovens e adultos. Estratégias QREN POPH Criar respostas e estruturas de apoio às pessoas com deficiência; Envolvimento com as famílias; Melhorar as condições de saúde e educação, bem como as acessibilidades físicas das pessoas com deficiência aos serviços públicos; Objectivos Específicos Ampliar a rede de equipamentos de apoio a pessoas com deficiência 3 lares Residenciais 1 Centros de acolhimento Serviço de apoio ao domiciliário; Percurso Turístico; Centro de Recursos reabilitação Recursos Centro Distrital de Segurança Social; Ministério da Educação IEFP; APPACDM; Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco; Outras entidades públicas e privadas; Meta Tabela 6: Matriz de Enquadramento lógico para Deficiência 25

26 F) Toxicodependência Objectivo Estratégico Estratégias Objectivos Específicos Recursos Meta Promover a intervenção no meio laboral, prevenção, a redução de riscos e minimização de danos, a reinserção, o Tratamento e o Plano Operacional de Respostas Integradas no concelho de Castelo Branco - Alargamento de protocolos; -Fortalecer a rede de parceiros locais e nacionais; - Respostas terapêuticas integradas; Incrementar a rede de tratamento; Acções de sensibilização e formação a guardas prisionais e outros; Intervenção a nível universitário; Reforçar a intervenção nas áreas: - Meio Laboral; - Prevenção na adolescência; - Redução de riscos e minimização de danos; - Reinserção; - Tratamento; - Plano Operacional de Respostas Integradas; IDT CRI e outras entidades públicas e privadas locais e nacionais; Tabela 7: Matriz de Enquadramento Lógico para a toxicodependência; 26

27 Eixo 2 Formação, Empregabilidade e Inserção Profissional a) Abandono escolar b) Jovens e adultos desempregados c) Apoio às empresas de inserção 27

28 a) Abandono Escolar Segundo a Carta Educativa de 2007, o concelho de Castelo Branco, tem que colmatar eventuais falhas no sistema educativo e, por outro lado, melhorar a oferta educativa e formativa de modo a elevar os níveis educacionais, procurando diminuir o abandono e o insucesso escolar, e contribuir para o êxito do percurso educativo e formativo inicial da população do concelho. Interessa fazer, para cada nível educativo, um exercício de previsão sobre que população escolar que teremos no futuro próximo. Os cenários que se podem desenhar dependem de um largo conjunto de variáveis (condicionantes da projecção), entre as quais se podem referir (Carta Educativa, 2007): Variação da população residente no concelho; Evolução da população dos vários grupos etários do concelho; Análise do número de nascimentos e previsões do número de nascimentos no período entre 2006 e 2015; Análise das taxas de escolarização dos vários anos lectivos e das várias escolas de cada um dos ciclos de escolaridade; Análise do número de alunos a frequentar cada um dos anos de cada ciclo de escolaridade. Naturalmente que há variáveis de maior dificuldade de previsão como as conjunturais, com as quais não se entrará aqui em consideração. Neste sentido, a Carta Educativa de 2007 procurou fazer um plano de acção prospectivo com sugestões de intervenção, baseado em projecções elaboradas para o ano 2015, tomando em consideração o que se pensa que irá formatar a relação entre a procura e a oferta de educação num futuro mais ou menos próximo. No entanto cabe ressalvar, que apesar dos factos actuais informarem acerca da redução do número de alunos, o dinamismo de empregabilidade pode inverter esta tendência. Neste caso será importante haver um reforço de verbas, provenientes do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), a investir nas escolas dos agrupamentos em termos infra-estruturais ou de outro tipo de equipamento. 28

29 Dispositivo de Monitorização A coordenação do processo de monitorização ficará a cargo da Câmara Municipal de Castelo Branco, nomeadamente através do Executivo Municipal (Presidente e Vereador responsável pelo pelouro da educação). Importa ter presente que o processo de monitorização, embora sob a coordenação da equipa da Câmara Municipal, deverá ser acompanhado pelo Conselho Municipal de Educação e requer o envolvimento de um conjunto de parceiros e actores sociais, sem os quais a recolha de dados e o acompanhamento das acções será dificultado e, provavelmente, deficiente ou incompleto. Entre os parceiros privilegiados, com os quais o processo de monitorização deverá ser concertado, deverão estar: Agrupamentos de escolas de Castelo Branco; Juntas de freguesia; Sectores da Câmara; Outros considerados necessários. 29

30 Matriz de enquadramento lógico para a Educação Objectivo Estratégico Estratégias Quadro Referência de Objectivos Específicos Melhorar qualidade a do Recursos Câmara Municipal de Meta Diminuir o Estratégico ensino e apoiar Castelo Diminuição do abandono Nacional o acesso à Branco; abandono escolar e (QREN), educação dos escolar; melhorar qualidade ensino alunos professores; a de aos e medida 3 requalificação de escolas ( ); alunos mais desfavorecidos do concelho; Aumento de Juntas Freguesia concelho Castelo Branco; de do de Articulação de respostas às situações de risco identificadas; Verbas da actividades Existência de Câmara complementares uma parceria Municipal de com as Agrupamento activa da Castelo actividades de de Escolas; Comunidade Branco; enriquecimento Educativa; curriculares; Melhoria das infra-estruturas de escolas para criar as condições ideais para os alunos e Centro Distrital de Segurança Social, I.P; Coordenação Educativa de Castelo Branco- Fomentar e promover os hábitos de aprendizagem ao longo da vida englobando todas as faixas etárias; professoras; DREC; Instituto Português da 30

31 Juventude Delegação Regional Castelo Branco; Centro de Emprego; de Tabela 8: Matriz de enquadramento lógico para a Educação 31

32 b) Jovens e adultos desempregados c) Apoio às empresas de inserção Objectivo Estratégico Integração dos jovens e adultos desempregados no mercado de trabalho e formação e maior divulgação/informação sobre as medidas de investimento empresarial Estratégias Fortalecer as parcerias locais; Financiamento do Centro de Emprego (Gip e outros programas); Apoio social e psicológico às pessoas desempregadas; Objectivos Específicos Encaminhar jovens e adultos para cursos de formação e ofertas de emprego; Apoiar os jovens e adultos na realização/actualização de currículos (em escolas e no gabinete de inserção Recursos IEFP; CMCB; Meta Até 2013 Dar apoio social e psicológico às pessoas desempregadas; Promover acções de voluntariado; Sensibilizar a população desempregada, incluindo os imigrantes a investir em empresas locais; profissional de Castelo Branco); Melhoria do acesso de informação sobre as medidas de Emprego e sobre empreendedorismo; Outras Associações Locais e empresariais no concelho de Castelo Branco; Tabela 9: Matriz de enquadramento lógico para os Jovens e adultos desempregados 32

33 Eixo 3 Rede de Serviços e Equipamentos a) Necessidade de equipamentos de apoio a doenças degenerativas; b) Necessidade de equipamentos/unidades de cuidado continuados; 33

34 Matriz de enquadramento lógico de serviços e equipamentos Objectivo Estratégico Aumentar rede serviços equipamentos a de e de apoio à comunidade ao nível da saúde; Estratégias Programa Modelar: Unidade de Média Duração no Concelho de Idanha a Nova e uma de Longa Duração no Concelho de Penamacor; Objectivos Específicos Equipamentos de apoio a doenças degenerativas (Alzheimer e Parkinson 30 camas cada); - Garantir a qualidade de vida e minimizar o sofrimento dos doentes e das suas famílias. Recursos Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco; Instituições regionais; Instituições de solidariedade social; Centro Distrital de Segurança Social, I.P.; Meta Implementação de dois novos equipamentos com dimensão suficiente e com critérios de proximidade aceitáveis, tendo em conta a zona sul do Distrito. Implementação de Unidades de Cuidados Continuados Integrados; Outras entidades públicas e privadas do concelho de Castelo Branco; Apoio domiciliário Tabela 10: Matriz de enquadramento lógico de serviços e equipamentos 34

35 V. Avaliação A avaliação do plano de desenvolvimento social é um instrumento crucial para o planeamento das intervenções subsequentes, identificando os pontos de reorientação das acções. É também através da avaliação que se poderão construir novos planos de acção anuais reforçando determinados projectos e actividades, e o nível de resposta às necessidades/problemas identificados. Assim, a avaliação da implementação do PDS no concelho de Castelo Branco será coordenada pelo Núcleo Executivo, contando sempre com a participação dos parceiros do Conselho Local de acção Social, pretendendo-se com esta metodologia uma avaliação participada. Neste âmbito, serão posteriormente definidos um conjunto de critérios e indicadores que nos permitirão efectuar essa avaliação. Para avaliar o Plano de Desenvolvimento Social é criada uma equipa interna, constituída por elementos do CLAS, que definirá a modalidade de avaliação, os critérios e indicadores de avaliação que permitam monitorizar e avaliar os impactos de cada acção. Tipo de avaliação a efectuar na implementação do PDS do Concelho de Castelo Branco: Avaliação de acompanhamento (ON GOING): acompanha todo o processo de execução do PDS, produzindo informação para a monitorização e gestão do processo, numa óptica de melhoria contínua; Avaliação Final (EX-POST): efectuada após a conclusão do PDS, produz informação sobre os resultados e efeitos gerados pela intervenção formativa ao nível dos seus beneficiários (directos ou indirectos) 35

36 VI. Conclusão O Plano de Desenvolvimento Social apresentado resulta do esforço e envolvimento do núcleo executivo da Rede Social de Castelo Branco em colaboração com todos os parceiros, a coordenadora/directora e a técnica da Amato Lusitano - Associação de Desenvolvimento, possibilitando apresentar o Plano de Desenvolvimento Social para os próximos 3 anos, que será concretizado mediante Planos de Acção anuais. O PDS é um documento dinâmico, susceptível de ser alterado, pelo que a qualquer momento sempre que se julgue oportuno e necessário poderemos fazê-lo. A próxima etapa será o Plano de Acção anual que iniciará em Janeiro de 2011 até Janeiro de

37 Referências Bibliográficas Carta Educativa do Concelho de Castelo Branco (2007). Câmara Municipal de Castelo Branco. Instituto Politécnico de Castelo Branco: Centro de Estudos e Desenvolvimento Regional. Guadalupe, S. (2009). Intervenção em Rede Serviço Social, Sistémica e Redes de Suporte Social.Coimbra University Press. II Plano de Integração de Imigrantes ( ). Diário da República 1.ª série N.º de Setembro de Sites: Acedido a Maio de Acedido a 26 de Outubro de acedido a 20 de Outubro de acedido a 21 de Julho de

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