ESCOLA VE AVMINISTRAÇÃO VE EMPRESAS VE SÃO PAULO. FUNVAÇÃO GETa LIO VARGAS

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1 '.... 0_ '., ,..-.. _,._". :.. '._. H... _. R_.~._.._._ ' " 1/1" 111" 111l1li " 11I ESCOLA VE AVMINISTRAÇÃO VE EMPRESAS VE SÃO PAULO VA FUNVAÇÃO GETa LIO VARGAS ORLANVO FIGUEIREVO ESTRUTURA VE MERCAVO E VESEMPENHO NA INVaSTRIA BRASILEIRA VE BENS VE CONSUMO V.L6.6e.lttaçã.oaplte.,~ e.ntada ao CUIt.6o de. Voutoltado e.m Admini~tltaç~o,da. E.6 co ca de. Admini.6tltação de. Emplt!:..6a.6de. são Paulo, da Fundação G!:. t~lio Valtga.6, c.omo lte.qui.6ito pa- Ita obtenção de titulo de VoutOIt em Admini.6tltaç.~o. Oltie.ntadolta: P~o6a. Polia Le.ltnelt Hambultgelt N co <, N (O SÃO PAULO,

2 ,. ~ ~--~e,1...a.. \. ' I Sp-~ \ I\...;.----~---~~---' ",: I,, ~,. t \ '. I l' '! '

3 -:-----::-:--:--~~--~.'-.-'--,.--_.._..., -.. _...,.---~-,.".... fnvice PÁGINA AGRAVECIMENTOS. e fnvice VAS INTROVUÇÃO CAPfTULO I TA B E L AS A Teo~la da O~ganlzaç~o Indu~t~lal O~geM da Teo~a P!Wpo~lçõe.~ BMlc.M P~nc.lpa,W Con~buÁ-çõu CAPfTULO 11 CAPfTULO A Teo~la da O~ganlzaçao Indu~t~lal e o~ Pal~e~ Meno~ Ve.~envolvldo~ Coloc.açõu TeÓ~c.M E~tudo~ Empl~c.o~ Con~lde~açõe~ M~todológlca~ Hlpótuu BMic.M , CAPfTULO IV 3.2. Fontu de Vado~ Lndiiuuians:» de Vue.mpe.nho Incü.c.4do~u de E~~~ de. Me~c.ado TMtame.nto E~ta.:t.Z6tlc.o das Vado Ind~~t~la B~a.6lLe.l~a de Ben~ de. Con~u mo: Conc.ent~aç~o t Ve~e.mpe.nho... ~ ~ 1. In~oduçao O 4.2. RuuUado.6 Emp.:úúc.o, CAPfTULO V - Ind~,6t~la B~a,6lle.l~a de. Ben~' de Con~u mo: Ba~~el~a~ ã Ent~ada e Vue.mpenho.-: 5.1. I~odução RuuUado~ EmpWc.M CAPfTULO VI - Indú,6t~laB~a~llel~a de Ben~ de. Con,6U mo: Vl6e.~e.nc.lação de. Pr..odu.tM e Vuempenfto' I n~o dução Uma Avaliação das Evldê.nUM RuuUado.6 Emp.:úúc.o~ Uma Nota.6ob~e ~ Impac.to da VlVe.Ml6 Lc.E:., ção ~o b~e a Rentabilidade. ~ O.., _, ~..,,-",._r~_.. ' _~_.. -r_~_

4 ... -.,,_...-.-_~ PÃGINA CApfrULO VI I capfrulo VIII APENVICE BIBLIOGRAFIA - Mo âet.o s de. Re.g/te..6.6ã.o Mú.it.<.p.ia H.<.póte..6es a. S e./te.m rest.adas Re..6uUa.d Nota. réc..yúc..a Sum~/t~o e. Conc...iu.6õe Ind.<.c..a.do/te..6 Se..ie.c...<.ona.do Se.to/te

5 L, AGRAVECIMENTOS - Ã P~o6a. Polia Le~ne~ Hambu~ge~, me~t~a e o~ientado~a, pelo e.6tzmulo eon~tante e pela~ e~zt~ea~ pe~t~nente~. Ao N~eleo de Pe.6qui~a~ e Publ~eaç~e~, da EAESP/FGV, na pe.6- ~oa do ~eu ent~o ehe6e, P~o6. Luiz Anto~io de Olive~~a Lim~ pelo apoio inteleetual e pelo auxilio p~e~tado na eoleta e o~ganizaç~o do~ dado~. Ã Fundaç~o do Ve~envolvimento Admini~t~ativo-Fundap, na pe~-.6oa do ~eu Vi~eto~ Exeeutivo, P~o6. Ped~o R.Celidonio Gome~ do~ Rei~, pelo~ ~eeu~~o.6 60~neeido~ pa~a o p~oee~~amento de dado~ e pa~a imp~e~~ão 6inal do t~abalho. - Ao~ p~o6e~~o~e~ Ge~ald Vinu Rei~~, da EAESP/FGV e And~ea Ca labi, da USP, po~ pe~m~ti~em a utilizaçio de dado~ de pe~qu~.6a que e~tavam eonduzindo, ext~azdo~ de deela~aç~e~ do Impa! to de Renda de pe~~oa~ ju~zd~ea~ ~e6e~ente~ ao ano ba~e de Ao.6 eolega~ do N~eleo de E~tudo~ ~ob~e a Expan~~o da Emp~e~a --B~a.6~lei~a da EAESP/FGV, p~o6e~.60~e~ Cank.o» O~ma~ Be~te~o, Fe.:! nando P.Mota, Ge~ald Vinu Rei~~, Robe~to Pe~o~a e Yo~hia~~ Na~ano pelai.>di.s eu.6~~ es e~timulante~ de q ue pa~tie~pel - Ã e~tagi~~ia Aleta Ma~eia Vagli e ~ ~~eniea da Fundap, 06~lia Lope~ Fe~~ei~a Me~ege, pela eolabo~ação p~e~tada na~ tabulaç~e.6 e eáleulo~ inte~mediá.~io~ e no p~oee~~ame.nto de. d.a.do s, ~e~peetivame.nte. _ Ã.6.6ee~et~~ia~, Sueli A.Ma~ehi Gonçale.z e.naza~~ Ca~do~o R~bei~o de Aguia~, pe.la boa vontade. e. e6iei~ne~a eom que. exeeu ta~am o~ t~abalho.6 de datilag~a6ia.

6 .,... :' -_......~_.- _.. TNVICE VAS TABELAS PÁGINA TABE LA 1 - T.ipo.ó de. E.ótltuA:ulta.ó de. Me.ltc.ado n.a 1n.dú.ó tlt.ia Blta.ó.ile..iltade. Tltan.~6oltmaç~o.... ~ 9 TABELA 11 - Compaltaçãoe.ntlte. In.d.ic. adolte.~ de. Con.c.e.n.-.t..Jta.çã.o TABELA Gltau~ de. Con.c.e.n.tltação n.a In.dú.~tlt.ia Blta- ~.ile.j...ltade. Be.n~ de. Cc n.s umo TABELA IV Compaltação e.n.tlte.fn.dj...c.e.~de. Con.c.e.n.tltação: Blta~.il e. Es ca do s UI1J...do~ ',' 85 TABELA V - Coltlte.laç5e.~ SJ...mple.~ e.n.tlte.tn.dj...c.e. de. Con. c.e.n.tltação e. 1n.d.ic.adolte.~ de. Ve.~ e.mpe.n.ho ~ 87 TA B E L A V 1 - C o n. c. e.nt ltaç ~ o - e. V e s e. m p e. n. h o 8 9 TABELA VII - 34 Se.tOlte..ó de. Alta Con.c.~n.tltaç~o-Cla~.ó.i- 6.ic.ação polt Olt.ige.m do Cap.ital da~ Emplte..6a~ LLde.ne:s : 93 TABELA VIII - Baltlte..ilta~ Tic.n..ic.a~ a En.tltada n.a In.dú.~tlt.ia Blta.ó.ile..iltade. Be.n.~ de. Con.~umo TABELA IX - Baltlte..ilta~ Téc.n.ic.a~ ã En.tltada e. Ve.~e.mpe.- nho TABELA X - 34 Se.tOlte.~ de. MaJ...oltCon.c.e.n.tltaç~o Cla~~.i 6.ic.ado~ polt Baltlte.J...lta~ã En.tltada ~ 109 TABELA XI - Ba-ltMiJ...lta.ó Tic.n.;'c.a~ ã En.tltada e. Ve.~e.mpe.- n.ho n.o~ Se.tOlte.~ LJ...de.ltado~ polt Emplte..óa~ E.ó tltan.g e Lrcas.... r: : l-li TABELA XII Baltlte..ilta~ Tic.n.J...c.a~ã En.tltada e. Ve.~e.mpe.- n.ho n.o.ó Se.tOlte..ó L.ide.ltado~ polt Emplte.~a.ó N a c..i o n.tu.s TABELA XIII - VJ...6e.lte.n.ça~de. Ve.~e.m~e.n.ho e.n.tlte.se.tolte.~ LJ...de.ltado~ polt Emplte.~a~ E~tltan.ge.J...lta~ e. Nac.J...on.aJ...~ TABELA XIV sexo ces Cla.ó~J...6J...c.ado.ó polt Ve..ópe.~a~.de. Pltopagan.da

7 -'.- -, ---.:...I PÁGINA JABELA XV - Ve4pe4a4 eom Pnopaganda e Ve4empenho 135 TABE LA XVI - Ve4 empenho de F.inma4 V.iven4.i6.ieada4 e Nao V.iven4.i6.ieada4 144 TABELA XVII - Equaç;e4 de Regne44ao Expl.ieat.iva4 d04 In d.lca do ne4 de Ve4 empenho 157 TABELA XVIII - Equaç;e4 de Regne44ao Expl.ieat.iva4 do Mankup 40bne o CU4to-Total da Indú~tn.ia 161 TABELA XIX - Equaç;e~ de Regne~~ao Explieat.iva~ do Mankup ~obne o Cu~to - Ben~ Vunave.i~ e Nao Vunave.i TABELA XX - Equaç;e~ de Regne~~ao Explieat.iva~ da pnodut.iv.idade do Tnabalho-Total da In~ d - u.6..-ljt~a ~ TABELA XXI - Equaç;e4 de Regne~~ao Expl.ieativa~ da pnodut.iv.idade do Tnabalho - Ben~ Vunave.i4 e Nao Vunave.i4. 167

8 I N T R O V U f à o -=======-===_===- In~meno~ e~t~do~ t~m ~ido nealizado~ em outno~ ~e~, pantieulanmente o~ E~tado~ Unido~ e Reino Unido, tai4de ~etone~ indu~tniai4 e 4eu de~empenho eeon6mieo. (1) o objetivo de~te~ e~tudo4 tem ~ido O de te~tan uma hip5te4e te5niea ne6enente ao poden de meneado de empne4a4 oligopolz~tiea~. A hip5te~e, em ~ua 60nma mai4 4imple~, pode ~en expne~~a da ~eguinte maneina: o poden. exeemivo de meneado, ao pvunitin que uma. empjte4a opens: eom pjteç.o4aeima do que serd»: ~pejtado em uma 4ituaç.ão de eoneojtjt~neia,eonduz a luejto~ exe~4ivo4. O poden de menea do, pon 4eu tujtno, depende de do~ 6atoJte~: o gjtau de eoneen da naque1'.emejteado. A4 di6ieuldadu de entjtada depe.ndem, pjti!!; lúpalmente., das e.eonom~ de ueala, do eontjtole de Insumo» bá [1) Pana. um "4uJtvey" desxes estudos, ven WW4,L W.,"Quantitative studiu 06 IndU4tJtial OJtganization" in IIt.tJúl.<.gatoJt M. V.,(ed.) FJtontienó 06 Quantitative Eeonomie4 [Am4teJtda.m:NoJtth-HollandPubli4h.i.ngCo., 1971) pontada pon gnande4 dupua4 de pnopaganda pon pajtte da4 emli

9 .,.~._.--"...~.~.._-.",_..~- _.,._-..._,.,- ~-".. -_.'"..~ Ne4te4 t~abalh04, a taxa de luc~o ~elevante tem 4ido medida po~ uma taxa de ~eto~no 40 b~e o)~iivo (ou Pat~imô nio LIquido) ou pela ma~gem p~eço-cu4to; o g~au de concent~ação tem s Ldo abe~ido, p~incipalmente, pela po~cen,tagem de venda4 totai4 (ou do emp~ego total) ~ep~e4entada po~ um dete~minado nume~o da4 maio~e4 emp~e4a4 (no~malmente 4 a g). A hipóte4e tem 4ido te4~ada, utilizando-4e amo4t~a4 todo4 04 ca404, tenta-4e bu4ca~ umaa440ciação ent~e uma va~i~vel dependen,te de de4empenho (luc~o, p~odutividade do t~abalho, p~odutividade do capital bi4ico) e um conjunto de va~iâvei4 que ~eblitam a e4t~utu~a de me~cado (g~au de concent~ação, medida).,de ba~~edta4 li ent~ada, taxa4 de c~e4cimentó do 4e ~()~, etc).. to~e4 oligopôlic04 d04 pai4e4 indu4t~ializado4. Ve um lado,

10 3. ple.na. me.n~e a.~ e.conomia.~de. e.~ca.la.~ecnolôgica.~, 6ina.nce.i~a.~e. de. pe~qui~a. e de.~e.nvolvime.nto.po~ out~o la.do, e.~ta.~ eleva.da.~ ba.~4e.i~a.~c~ia.m condiçãe.~ 6a.vo~âve.i~pa.~a.a. obtenção de..ta. xa.~ de ~e.nta.bilida.de. ma.i~ a.lta.~do que. no~ ~e.to~e.~ compe.ti tivo~ e. i~to 6a.vo~e.ceo p~oce~~o de. conce.nt~a.ção. I b~e o compo~~a.me.n~o e. o de.~e.mpe.nhoe.conômico do~ ~ e.to~e.~oti, gopõlico~ da. e.conomia.. -._--.. Fa.jntylbe.~(2), po~ e.xempto, coloca. e.m dúvida. o con cei~o de. "ba.~~e.i~a.ã. e.nt~a.da."como 6a.to~ exptica.tivo da.~ e.~ t4utu~a.~ de me.~cado que. ~e. p~od~~em na Ami~ica. La.tina, inct~ ~ive. o B~a.~il. Se.gundo e.le.,não ~e. ~e.p~oduz ne~ta. ~egião a cha.mada "e.6iciência." dae~t~utu~a. p~oc!-utiva.do~ oligopôlico~ da.~ n4çoe.~ mai~ de.~e.nvolvida~, a. que. no~ 4imo~ a.cima. Um conjunto de. ~a.~o~e.~p~dvoca.~ia. o a.pa.~e.cime.~ (2) Fa.jnzylbe.~,F. "Oligopólio, Emp~e.~a.~T~a.n~na.cúmai~ e. E~ tilo~ de Ve.~e.nvotvime.nto",E~.tu:do~Cebka.p, 19, Ja.n., Fe.v., Ma , (Edito4a. B~a.~ile.i~a.de. CiênuM Uda.),.p. 16 e ~eguin.te~.

11 \,~;..4. ~o de e&~~u~u~a& de me~eado meno& eoneen~~ada& do que no& &e~em mai& eompetitiva&. A6&im, a6 6iliai6 de emp~e6a& tnan! naeionai&, que ope~am na Am~niea Latina n~o te~iam eondiç~e6 de impedi~ a ent~ada de nova& 6iliai& de outna& da no& me~eado6 eompetitivo6 de onigem, podeniam, 6aeilme~ ~e, ~ealiza~ a inve~&~o neee&6~~ia pa~a penetna~ no me~eado de um nume~o eada vez maio~ de emp~e&a& bu&eando uma eoexi6 ~êneia que nao implique no de&envolvimento de uma eoneo~~en eia one~o&a. Segundo 'FaInzylbe~ e.st:«angume.nto.s e aplieania, ~-e&peei6ieame.nte, ao& &eto~e6 de eon6umo du~~ve.l e n~o dunâ vel, a &eu ve~ eanaete~izado& po~ e.levada di6ene.neiaç~o de pnoduto&, onde a ~niea ba~ne.i~apote.neial ~ e.ntnada e. a 6~ euldade admini6tnativa do E6tado em impe.di~ o e6tabele.ei~en to de nova& emp~e.6a.6.e6~a 6aeuldade., pon.6ua vez, e na~amen ~e u~ilizada,dada a e~ença gene~alizada de que um maio~ nu

12 5. me~o de emp~e~a~ no me~eado p~opieia maio~ eoneo~~~neia e meno~e~ p~eç.o~. Out~o~ anali~ta~ da eeonomia b~a~ilei~a pen~am de m~ do di6e~ente. O p~o6e~~o~ Claudio ~~i~~htak, da Unive~~idade Fede~al Fluminen~e, po~ exemplo, a~gumenta que o CIP - Con ~elho Inte~mini~te~ial de P~eç.o~, age eomo agente do~ da eon~olidaç.~o de ea~tii~ em uma eeonomia j~ e~timula ba~tante oli~opolizada (3). Segundo ele "a eeonomia b~a~ilei~a ~e ea ~aete~iza pel~ p~e~enç.a de pouea~ g~ande~ emp~e~a~ em me~ea do~ dete~minado~ que, 6uneionando eomo oligop5lio~, eont~o lam o~ p~õp~io~ me~eado~ e o~ p~eç.o~. A eompetiç.~o ent~e ela~ ~e limita mai~ a di6e~eneiaç.~o do p~oduto que ao p~~ p~io p~eç.o ~egundo F~i~ehtak, ~e~ia o o~gani~mo at~av~~ do qual ~e to~ na mai~ 6~eil o ~epa~~e de~te~ eu~to~ pa~a o p~eç.o do~ p~~ duto~ 6lnal~. A~~im, o CIP 6uneiona~la eomo um "6o~mallzado~ (31 Gazeta Me~eantil, 8 de maio de 1978, p. 3.

13 6. iiza o me.llc.ado e. a.6 mallge.n.6 de. iuc.ilo.6, nive.iando 0.6 plle.ç.o.6 mai.6 PlLovive.i.6 e.m e.poc.a.6 de. c.lli.6e.e.c.on~mic.a". PalLa Ra~i Hazan, e.x-.6e.c.ile.t~lliodo CIP, e..6te. ollgao ao e..6tabe.ie.c.e.1l um plle.ç.omiximo palla 0.6 plloduto.6 (e. não um plle.ç.omznimoj te.m uma nunç.ão impolltante. de. iimitall o domz nio do.6 oiigopõiio.6. EntlLe.tanto, c.onc.ollda Hazan, que. o CIP também e. c.apaz de. c.lliallc.alltéi.6.'ao c.aic.uiall 0.6 C.U.6tO.6 palla lle.pa.6.6e.e. ao e..6tipuiall a.6 taxa.6 de. luc.ilo palla a.6 e.m pll e s a.6,.6ao ievada.6 e.m c.onta não.6ome.nte. a.6 média.6 do.6e.toil c.omo c.a llac.te.ilz.6tic.a.6da pllõpllia e.mplle..6a (maioll c.apitaiizaç.ão, gllau de. e.c.onomia de. e..6c.aia, e.tc..). A.6.6iM, e.xplic.a Hazan, o CIP to de. um "dumping": "Se. hi uma e.mplle.6a multinac.ional, poil e.xe.mplo, c.apitalizada e. c.om alta e.c.onomia de. e..6c.ala, ve.»de.n do um plloduto a CIL$ 10,00, e..6ullge. uma pe.que.na e.mplle..6a ve.n de.ndo o me..6mo plloduto a CIL$ 8,00, a e.mplle..6amaioll pode.llia banc.all um "dumping" e. ve.nde.1l dullante. C.e.lLtote.mpo a CIL$ 6,00.

14 7 emp~eha meno~ ou ati a um p~ocehho do CAVE (Conhelho Adminih t~ativo de Ve6e~a Econ5mica). Ma~ ~e o CIP, ba~eado na eco nom~a de e~cala da emp~eha maio~ e~tabelece que ela te~á uma boa ~entabilidade vendendo e~te p~oduto a Cn$ 1,00 (embona pohha 6ixan um teto maio~), ehtá 6o~malizando legalmente um cantel, poi~ a pequena emp~e~a ho tenia condiçõe~ de venden heu p~oduto com ~entabilidade, a um p~eço mznimo de Cn$ 8,00"(4). Ehta amoht~a de ponto~ de vihta dá uma indicação da impontância de ~e conhecen melhon o compontamento do s e.t.o n. oligopólico da economia b~ahiltina. o e~tudo de maion pno6undidade já nealizado ~obne a~ ~ealizado pela FINEP com ba~e no Cen~o Indu~tnial de 1970 e na pe~qui~a Indu~tnial de 1973, do IBGE. E~te e~tudo, coon denado pon Mania da Conceição Tavane~, apnehenta uma tipol~ logia de e~tnutuna~ oligopólicah pana o~ ~etone~ de maio~ (4) Gazeta Me~cantil, 8 de maio de 1978, p. 3.

15 8. tamanho na indú~t~ia b~a~ilei~a. dem de 37,9%. E inte~e~~ante nota~ que a~ concent~aç~e~ me do~, em 1970, ~ao muito ~emelhante~, ou ~~ja 42~6% e 39,2%, ~e~pectivamente (6). E~ta compa~açao, inclu~ive a ~emelhan indica uma analogia b~~ica no~ padh~e~ de p~oduç~o e con~u mo, nao ob~tante a dive~~idade de nzvei~ de Ç~O, de ~enda pe~ capita ede tamanho de mehcado. (5) Tava~e~, M.C. E~t~utu~a Indu~t~ial e Emp~e~a~ LZde~e~, FINEP - FinanciadoÍLa.tie. E~tudo~ e P~ojeto~, 1976, QUE!: d~o 28. Ve~ também Po~~a~, M.L., E~t~utu~a Indu~~ B~a~ilei~a;Te~e de Me~t~ado. em Economia, UNICAMP,1977. (6) F. Fajnzylbe~ e T. Ma~tinez-Ta~~agõ, La~ Emp~e~a~ T~an~ nacionale~ - Expan~ion a nivel mundial t:f ~u p~oje c cion en ia indu~t~ia mexicana, Fundo de Cultu~a,M~x~ a c o I I 2. P a~t e, cap. I I I, p

16 0.~_. ",_,._~,_.~ ~.:...9. TABELA I TIPOS VE ESTRUTURAS VE MERCAVO NA- INVOSTRIA BRASILEIRA VE TRANSFORMAÇÃO Tipo de. E6t1!.LduJtC(. Sexoses Tn dic. e. de. % VaiOIl. da Conc.entf1.aç.ão Pll.odu.ç.ão _ (1 J (2 J (3 J 1. OUgopõlio PuM In.6um0-6 Bá.6ic.ol.:l 53,9 21,8 ou Conc enbz.a. do 2. Oligopólio Con Be.nl.:l de. Capilal c.e.n:tjr.a..doc./ Pil.O seiciado» 38,4 2,6. diüo» Hornog ê.ne.oll 3. Oligopõlio c.om Ben.6 de. Capila1.. Baixa PadMniza llob Enc.omenda. 36,4 3,6 ç.ão de Pll.odu:to"X 4. Oligopõlio Vi6e BeM de Con.6umo Il.e.nc.iado Conc.úi vwúi.v~ e Ac.e..6 79,3 11,2 :tji..a.do - llóflio/.) - 5: Mefl.c.ad0-6 Foll.ne. Peç.aI.:l, PaJLtu 20,7 4,8 c.e.doll.u pam -. (4J 6. OUgo põlio Vi Be.n.6 de. Consumo nefl.e.nc.iado - Não vujriive.f. 29,7 1, Oligo põlio Com Be.nl.:l de COn.6umo pe.tili vo - Não vujriiv~ e. -. A.e.gun.6 Be.nl.:l In tejz.rne.diãjúo I.:l - 21,3 29,9 8. Mefl.c.adol.:l Compe. Be.n.6 Int ejz.rne.cüá. tiuvo.6 - pll.odu fli0-6 pafl.a COYl - toll Homogê.neo-X I.:lumo 5,1 13,~ 9. Mefl.c.adol.:l Compe. Benl.:l de. COn.6umo ;t.{;t,[voi.:l - Pll.oau Não Vwr.ã.ve.f. 10,9 5,5 toll Vi6efl.e.nc.ia":" do/.) T ow. da Indú..6tJz.ia 37,9 100,0 Fonte: Tava.JtU, M. C., E.6:ttw.:tuJta 1ndu.6;tJz.ia.i e. EZ-flUal.:l u.de.flu, F-i.nep -. dom de E.6tudo.6 e. Pil.Oj eros, 1976, Qu.a o 28..

17 10. ~enteh entne o~ 50 maione~ em valon da phoduç~o e tam cenca de 60 pon cento do valon de pnoduç~o de toda a ind~~tnia. Pode-~e obhenva~ pela coluna 3 da Tabela que, apnoximadamente, 80 pon cento do valon da p~oduç~o inclu2 ma de oligop5lio. Oh hetoneh maih concentnadoh hao Oh de aceh~5nioh (79,3%). Entne ah pnincipai~ conclu~õe~ da pehquiha, cabe de~ pon uma elivada intenhidade e baixa nentabilidad~ do capital al~m de e~cala4 de pnoduç~o. extnemamente gnandeh; no oligop~ üici~nteh de capital e a nentabilidade do capital hao nela tivamente gnandeh; o oligopólio diüenenciado tem "mankup" e taxah de nentabilidade extnemamente alta~; no oligopõlio co~ petitivo e noh me~cadoh competitivoh, o "mankup" ~, uamente, baixo ponem a nentabilidade do capital e

18 "...~--. ~.--"'''''''''-' '.-.. -_.~.:..-"" -- ~.-.'."'----'--"'". 11..óieativamente alta, dada a baixa ~elação eapital-p~oduto. 4empenho no pe~zodo Pa~a 6in~ do no~~o t~aba.tlw, "A~ emp~e4a4 ad~e4 de4tac.am-~e po~ ~ua ~el'ltabilidade e pod~ de m~eado, 40b~etudo n04 4eto~e4 de ben~ de eol'l4umo, tanto dujr..á.vel c.omonão dujr..á.vel, ma4 pmtic.ul~ente n~te~ ii1;umo~. tsro 4e deve a uma gml1de ~tabilidade na udemnça d04 p~neipw serenes, onde o domznio de m~c.ado é: úadic.io na.tmente da4 m~ma4 emp~e4a4, qu~ ~ejam int~nac.ionw ou na eionw e, poctanxa, onde a ~vaudade oligopoüc.a c.he.gou a uma div~ão de. m~c.ado mw I'l.Wda e ~téive.t. A~ emp~~a~ a d~e4 d04 4etO~~ de bem de c.apuál.. e de. be.m int!vunedimio~ não ap~e4e.ntam, ap~m de ~eu tamanho mé:dio ~upwo~, Zndic.e de ~entabiüdade eompamve.t. Na r-~odução de be.n~ ~o~ ~M ~e e.xpüc.a pela p~e~e.nça dominante de e.mp~~a4 p~ blic.a4 que. :tem ~e.u pode»: de "mmkup" ~ubme;tido a uma powic.a de p~eço4 c.o~olad04 e uma maio~ intemidade de c.apital No caso d04 setones de bem de c.api:ta.1.,a intemidade de eapital

19 12. não e. compajtáve1. ã de. be.1u -i..ntejune.cüá!ú0.6, e. a..6 v.d:.tuái.1j1.a,6 de. mvtca.do.6ão ma.-i...6 -i..1u:tá.vw, :te.ndo a..6 empll,e..6a..6advte..6 de..su pordar: wna. ma.-i..altconcomê.nc..ia. :ta.n:to de. pltodu.:tolte..6-i..nte.ltno.6co ma de..6uptvi.dolte..6wvtna.úona.-i...6" (7).6e.n:ta. a.lguma..6 l-i..m-i..:ta.ç~e..6.em plt-i..me.-i..lto luga.lt, pa.lta. um volume. de. da.do.6 :tão glta.nde. pode.it-~e.~-i..a. e..6pe.lta.1t uma. a.mpl-i..:tuqe. ma.-i..olt na. -i..n:teltplte.:tação e. a.ná.l-i...6e.do.6 1te..6ul:ta.do.6. POIt ou:tlto lado, na. :t-i..polog-i..a.a.plte..6e.n:ta.da. a.c-i..ma., 0.6 a.u:tolte..6 :t-i..ve.ltam que. plte.! c-i..nd-i..1tde. da.do.6.6oblte. ga..6:to.6 de. pjtopa.ga.nda. pe.la.6 e.m plte..6a..6, uma. ve.z que. o ce.n.6o e. a. pe..6qu-i...6a.-i..ndu..6:tit-i..a.l, 6e.-i..:t0.6a.o nzve.l de. e..6:ta.be.le.c-i..me.n:to e. não de. e.mplte..6a., :te.nde.m a..6ube..6:t-i..malt ou ção de. pjtodu:to.6 e ga.6:to_!> de. pito p~gavl.da Ite.plte..óe.n:ta.m baltlte.:!: ~a..6~6e.:t-i..va.6 ã e.n:tltada, não p6de..6e.1t con.ó-i..de.ltada embolta O.ó a.u:tolte..6 :t-i..ve..6.6e.mque. a.do:talt.6upo.6-i..ç~e..6.6 o bit e. a. -i..mpolt:tânc-i..a. ca:te.golt-i..a..ó de ol-i..gop6l-i..o d-i..6ejtenciado e ol-i..gop6lio compe:ti (7) Tav axe:s, M.C., op. c-i..:t., p. 469.

20 13. - n.aa de~meneeem a impontân.eia de~te tnabalho pian.eina ~abne a~ Em e.stiuio mai~ neeen.te, Hel~an. C. Bnaga (8), pjtoc.u.nau. de~en.valven u.ma metodologia c.apaz de expl~c.ajt, de 60Jtma mai~ na a n.zvei~ vajtiada~ de agjtegaçao pajta a in.dú~tjtia, a~~im c.omo ao n.zvel de 6iJtma~. o~ Jte~u.ltada~ empz~ic.a~ ~~o c.ain.c.i ~den.te~ em eviden.c.ian u.ma Jtelaç~Q pejt~i~ten.temen.te pa~itiva (nepne~en.tada~, ba~ic.amen.te, pela ln.dic.e de c.an.c.en.tnaç~o) e a Jten.tabilidade pjtivada, o qu.e ~ign.i6ic.a dizejtqu.e a~ nen.ça~ de Jten.tabilidade ab~ejtvada~ n.a in.dú~tjtia (8) BJtaga, Hel~oYl. C., "E~tJtu.tu.Jtade MeJtc.ado e Ve~empen.ho da In.dú~tJtia BJta~ileiJta", Te~e de Vou.taJtamen.ta apjte~en.,t.0: da à E~ c.ala de Põ~ - GJtadu.aç~o em E c on amia (EPGE), da Fu.n.daçia Getúlio VaJtga~, AbJtilde 1979.

21 '. ~.'.J._....:.. _._.'._._.~.~ ---~'.. _,_.._-~-,-_ -.~..... ~. 14. ehtão panc~atmente nentet~ndo o exenczcio do poden de menca Tanto o tnabatho empzn~co de Tavaneh coma o de Bnaga abohdam a ind~htn~a bnahiteina de taanh6onmac~o como um to do, embona o pnimeino penmita atgumah in6en~nciah hobne ah tizam uma amohtna de hetoneh induhtniaih ou uma amohtna de o objeto a que noh pnopomoh nehte tnabatho, ~ uma teina de benh de eonhumo e dah netac5eh entne ehtnutuna e nentab~tidade, abnangendo i totatidade dehha ind~htnia, ou ~tja 105 hub-hetoneh induhtniaih. O tnabatho de Tavaneh abnan geu apenah ah 50 maioneh ind~htniah de tnanh6onmac~o de maion vato~ de pnodução e o de Bnaga 48 ind~htniah, compnendendo benh de conhumo, benh de pnodução e benh intenmediánioh. A ind~htnia bnahiteina de benh de eonhumo dunável e

22 1 5 ç~o devido a uma ~~~ie de6atone~: nai~, embona ~om ~apa~idade ninan~eina e te~noló gi~a de~igual, ~on~onnem ativamente ne~ta~ ind~~ tnia~, pnevale~~endo ona a lidenança da~ pnime~ ~a~ ona da~ ~ltima~..2. Ventho da tipologia de meh~ado~ de~envolvida pon ( 91 steindl - Sylo~-Labini - Tavane~,. u~a ind~~thia aphe~enta uma ampla gama de ~ituaç~e~ ~ompetit~ va s, a ~aben:. Oligopólio di6ehen~iado ~on~enthado VeZ~ulo~ automotohe~, pneumiiu.~o~,telev,üone~, máquina~ e apahelho~ de u~o dom~~ti~o. Phoduto~ 6anma~~uti~o~, ~igahno~, pnoduto~ de -'p~en6 umania. (9) Stundl, J., Matunalj and Stagna-t<.on Ln Ameni~an Capit~m (BMil Blac.k weu, OX60hd, 1952); Sljlo~-Labini, P., Ougopollj and Te~hni~at PMghe6~ (Cambnidge,MM~.: HMvahd UniveMi..tlj PhU-6, 1962); TaVahe6, M.C., op. W.

23 16 - Oligopólio Competitivo Fiaçio e tecelagem de algodio, abate e con~e~ va~ de ca~ne, ce~veja~, ediçio e imp~e~~io de Me~cado~ Competitivo~ Bene6iclamento deca6~, 6ab~icaçio de açuca~, p~oduto~ de pada~ia, mõvei~ de madei~a, calç~ do~. 3. A au~ência de monopólio~ e~tatai~ e de p~blica~ e.o baixo g~au de inte~venç~o gove~name~ e~t~utu emp~e~a~. 4. A~ ~e~t~içõe~ impo~ta~ à impo~taçio de ben~ de con conco~~en ent~ada no me~cado inte~no, ~em o e6eito civo da conco~~ência exte~na de p~oduto~ impo!!;. tado~.

24 A indúh~hia de benh de eon~umo, ~omada i~olada men~e, pehmlte uma ob~ehvaç.ãâ melhoh âo s e6ei~o~ ve~ da phopaganda, ~obhe a hentab~lidade do~ ~e culah, tem uma enohm~ impoh~ãneia e~~ha~~g~ea na eeonomia bha~ileiha. Em phimeiho lugah, ela chia, a~hav~~ do encadeamen~o inteh~e~ohial uma impo~ ~umo~, peç.a~, aceh~ôhio~) e de ben~ de capital; al~m di~~o, ela ~em a capacidade de "chiah" di he~amen~e ~ua ph~phia demanda, athav~~ da o b.ó o r.e.s c.ê.n cia phoghamada e 6inanciamen~o do con~umidoh; 6~ nalmen~e, ~egundo Tavahe~, o alto potencial de.oligopôl~o~ em "Che~c.eh na 6hente da demanda" o~ leva a manteh capacidade ocio~a planejada,

25 18. e, ã pa~te da que e p~ovoeada po~ 6tutuaçõe~ da demanda (10). A~~im ~endo, no eo~po p~ineipat do t~abatho, anãti~e e~ta~ã en60eada no~ 105 ~e~o~e~ de ben~ de eon~umo, ~egundo a eta~~i6ieaç~0 a quat~o dzgito~ do IBGE, eom dado~ da Pe~qui~a Indu~t~at de 1973 e tabutaçõe~ e~peciai~ ~e 6e~ente ao ano ba~e No~ eapztuto~ I e 11, ap~e~entamo~ uma expo~ição da teo~ia da o~ganizaç~o indu~t~iat e de ~ua aptieabitidade ao~ paz~e~ meno~ de~envotvido~. A ~egui~, no eapztuto 111, ~ehao ap~~entadm: a metodotogia adotada, c o m a 60~mutação exptzeita da:s hipóte~e~ bá~ica~ do t~abatho; a dej.,cliá.ção da s tíovt.t:ej., do~. O~ capztuto~ IV, V e VI t~atam da~ t~~~ va~iávei~ e~t~u (10) Tava~e~, M.C., "Aeumutaç~o de Capitat e Indu~t~iatização no B~a~it", Te~e de Liv~e Voe~neia ap~e~entada ã. UFRJ, Rio de I ane.lna, 1?75, p. 59

26 1 9.e~ação de p~odu~o~ o eapl~ulo VII ap~e~en~a algun~ modelo~ de ~eg~e~~ão m~l~~plai ~elae~onando va~~ãve~~ de de~empenho eom va~~ãve~~ de e~~~u~u- ~a. F~nalmen~e, noeapl~ulo VIII, ap~e~en~amo~ um ~umã~~o e a~ p~~ne~pa~~ eonclu~5e~ do ~~abalho.

27 .2 O. C A P r T U L o I ==-===== A TEORIA VA ORGANIZAÇÃO INVUSTRIAL 1. ORIGENS VA TEORIA A nece~~idade de ~egulamen~a~ monop5llo~ e con~~ola~ p~ã.~ica~ monopolz~~ica~ ~em ~ido uma con~~an~e na 6ilo~o6ia anti-t~u~te e na~ lei~ no~te-am~~icana6 de~de a ap~ovaçao do She~man Act de O~iglnalmente, a6 ~eta6 da~ aç~e6 an ti-t~u6te e~am o~ monop5lio6 individuai~ e aquela~ t~ia~ dominada~ po~ uma ~nica emp~e~a como e~a o ca~o da~ 6e~~ovia~ e da~ ind~~t~ia~ do pet~5leo, aço e 6umo. No~ ano~ 30 o 6oco da polltica anti-t~u~te ~e de~locou pa~a o~ ~eto ~e~ indu~t~iai~ concent~ado~ no~ quai~ um nume~o pequeno de d~~t~ia. e~t4utu~a, conduta e de~empenho de emp~e~a~ em

28 .21. concentnada~ (11). O inzcio de~~e~ e~tudo~ coincidiu com o âesenv olvimento de mo dei.o s mai~ neninado~ da teonia micjto-ec.o n6mic.a, pantic.ulanmente a~ teonia~ de c.onc.onn~nc.ia impenne~ ta pnopo~ta~ pon Chambenlin e Robin~on (12). emeng~nc.ia do que ~e c.hama hoje, a teonia da onganização in du~tnial, que extnava~ou a~ nnonteina~ nonte-ame~ic.ana~ e que vem genando in~mena~ c.ontnovin~ia~ na~ di~c.u~~~e~ ~obne o de~empenho do~ ~etone~ oligop5lic.o~ na ind~~tnia modenna. 2. PROPOSIÇDES BXSTCAS e~quema c.onc.eitual da nova teonia (13). A pninc.ipal inovação de Ma~on c.on~i~tiu em mudan a ênna~e da empne~a pa~a a indú~.. (11) Ven Benle, Adol6 A. e Mean~, Ga~dinen C., The Mode~n conponatio n and Pnivate P~o pe~ty (New Yo~k. :Mac.Millan, 1932). (12) Chambe l l1.j,n,e.h., The Theony 06 Monopoli~tic. Competition; e Robin~on, J.i The Ec.onomic.~ on Impen6ec.t Competition (London: Mac.Millan, 1933).. (13) Ma~on, E.S., "pnic.e and pnoduc.tion polic.ie~ 06 La~ge-,Sc.ale "Entenpni~e", Ame~ic.an Ec.onomic. Review 29 (MAAC.h 1939):

29 .22. t~ia corno unidade de an~li~e pa~a o~ e~tudo~ de de~empenho eaon5mico. Segundo ele: Mcialrnente de6ej~ve~ e induejãve~... e... a única nlanu!ta pela qual a Economia pode coi1vlibu~ pajta a nojuj1ulaç.ão de o ag~uparnento de emp~e~a~ em 1unção da ~emelhança de ~ua~ A e~thutu~a de me~cado, po~tanto, pa~~a~ia a ~e~ o ponto de (14) lvla~on, E.S., "Monopoly in Law o.n d Economic~", Yale Law Jou~nal 47 (Novembe~ 1937): 49.

30 23. pa~tida pa~a o e4tudo do compo~tamento e do de4empenho econo Bain ace..itou o de..-6a.óiode..ma40n e.. de..-6e..nvolve..uum e.. 4 1} nüme..~o de..ve..nde..do~e..4~ 2} be..n4 de..p~odu~ão ve..~~u4 be..n-6de..con4umo; 3} be..n4 du~ive..i4 ve..~4u-6 be..n4 não du~ive..i4; 4} diáe..~e..ncia~ão de..p~oduto4, e.. 5} nume..jto de..compjtadojte..4. Além di-640 Bain conduziu o pjtime..i~o te4te..e..mpzjtico Xa.4 de..luc~o (uma me..dida. de..de..-6e..mpe..nho)em qua.jte..nta e.. (15) Bain, Joe.. S., "MaJt~e..t Cla.-64iáica.tion-6 in Mode..Jtn PJtice.. r"he..ojty", QuaJtte..JtlljJ o ujtna.l o 6 Eco nomic-6 56 (Augu4t 1942):

31 .24. de U~~l~zando como med~da de concen~~ação a p~~ po~çao do valo~ de p~odução de cada ind~h~~~a ~ep~ehen~ado em doih g~upoh. Pa~a aqu.elah em que. o :tndice de conce.n~~a ~~~ah com concen~nação meno~ do que 70%. Eh~e n:tvel de. 70% de conce.n~nação pa~a oi~o empne.hah pahhou a he.n um manco p~ Bain dehenvolve.u ~ambe.m o impo~~an.te. c..on.c..e~~o de ba~ ~ei~ah a en.~nada. O p~oblema cnucial, hegun.do ele., ena e.h.ta./ 1) d~n ene.n.c..iaçãode pno dmoh; 2) van. ~agenh abholu~ah de. c.u.s t:o. e 31 van.~agen-6 advin.da-6 de e.c c n o (16) Bain, Joe. S., "Rela~ioH-6 06 P~06i:t ««:«~o In.dUhtny Co~ cen~~a~~on.: Amenic..an.Man.u6ac~u~in.g ,Qua~~enl!i Jou~nal 06 Econ.omic..-65 (Auguh~ 1941):

32 25. mia de e~eala da~ g~ande~ emp~e~a~ (17). Em um e~tudo de vin te indü..~t~ia~bain eoneluiu que)na maio~ pa~te dela~, o ta manha ~eal da~ emp~e~a~ exeedia, ~ubhtaneialmente, o tamanho neee~~á~io pa~a atingi~ o de~empenho eeonômieo ótimo. A. ~m plieaç.ão âe.s se. óato e~a a de que ba~~e i~a.ónatu~ai~ c emo e co - nomia~ de e~eala nao ~ep~e~entavam motivo ~u6ieiente pa~a o~ alto~ nzvei~ de eoneent~aç.ão exi~tente~. Tamanho elevado de eia eeonômiea. Na~ duah impo~tante~ ob~a~ de Bain, Bal!.~ie~~to N e,.w Competition e Indu~t~ial O~ganization, e~te~ eoneeito~ 6~ ~am expandido~.o papel da di6ejieneiaç.ão de p~oduto~ eomo ba~~ei~a ~ ent~ada, pa~tieula~mente, 60i inve~tigadoeom maio~ p~06undidade. Na~ v~nte indú~t~ia~ e~tudada~ po~ Bain, na medida em que a.di6e~eneiaç.ão de p~oduto~ ~e to~nou uma (17) Bain, Joe S., E~~ay~ on P~iee Theo~y and O~ganization (Bo~ton: Little, B~own and Indu.~t~ial Compan.y, 1972) p. 98.

33 26. eanaetenzht~ca ~mpontante do meneado, a eoneentnação aumen xo u. Como med~da de d~6 enenc~ação de p/t.crdutoh6ol ut~.t~zada. a ne.tação de de~pe~a~ de pnopaganda em poncentagem da~ ven da~. O nzve.t cnzt~co ded~6enenciação de pnoduto~, ~egundo Ba~n ~en~a uma ne.tação pnopaganda.-venda.~ de 5%', capaz de cn~an uma banne~na ant~6~c~a.t ã entnada de nova~ empne~a~ e de genan poden de meneado pana a~ empne~a.~ e~tabe.tec~da.~(1g). Vo ponto de v~~ta de uma po.tzt~ca p~b.t~~a com ne.ta ça.o a o.t~gop5.t~o~ e monop5.t~o~, o que h~ de 6undamenta..t ne~ pnazo, ex~~te uma ne.tação 60nte e dunadouna entne e~tnutuna da ~nd~~tn~a e de~empenho econ~m~co, me~mo Que, a cunto pn~ zo, a conduta de empne~a~ ro~~a, pon naz5e~ conjuntuna~~, ~n 6.tuenc~an o de~empenho da ~ndú.~.th~a. Se ~~to 60n v~.t~do, o de~empenho a.tongo pnazo de uma ~nd~~tn~a ~omente podená..a hen me.thonado atnavê~ de uma a.ttenação de ~ua e~tnutu/t.a. (18) BaÁ..n,joe S., Ba/t./t.~e/t.~ to New Compet~tÁ..on (Camb/t.Á..dge: Hanva/t.d UnÁ..ve/t.~~tyP/t.~~~, 1956) e lndu~t/t.á..a.to/t.qaná.. zat~ona.t (Cambn~dge: Ha/t.vand Un~ve/t.~~ty pne~~,1957).

34 ' PRINCIPAIS CONTRIBUIÇDES A maio~ pa~te do~ e~tudo~ empzkleo~ ~ealizado~ den ~~o do e~quema teó~ieo da o~ganiza~ão indu~t~ial tem ~ido di ~igida no ~entido de identi6iea~ ~ela~5e~ ent~e: aj eoneen t~a~ão e lue~o~ e bj g~au de di6e~eneia~ão de 'p~oduto~ e lu e~o~. Vo ponto de vi~ta da teo~ia do oligopólio ~empenhado pela~ bah~ei~a~ a ent~ada Coneent~a~ão e Lue~o~ No e~tudo inieial eonduzido po~ Bain, utilizando da do~ de uma amo~t~a de qua~enta e dua~ indú~t~ia~ manu6atu~e~ ~a~ du~ante o pe~zodo , 60i identi6ieada uma ~ela ~ão po~itiva e ~ab~taneial.ent~e eoneent~a~ão e lueao~ a~~im comc fi oi fiixado o ma~eo de 70% de conc ent~a~ão pa~a a.6 g maio ~e.6 emp~e.6a.6.segundo ele,.6omente abaixo de.6.6enzvel de eon eent~a~ão pode~-.6e-za 6ala~ em um nzvelde eoneo~~~neia ~a Wei.6.6e.6~ima que pelo meno.6 t~inta e doi~

35 2 8.,adicionaih envolvendo alguma 60nma de nelaçio entne concen tnaçio e lucno 60nam nealizad04 entn~ TV51 e 1969 (19). Em, pnaticamente, todoh eleh 04 ne4ultadoh de Bain nonam con6i~ madoh. uma explicac~o te6nica de natuneza compontamental pana a~ lucno~. Algun~ autone4 chegam a admitin que uma nazao 6 und i mental pana a emeng~ncia da teonia da onganizacio indu~tnial cia de uma teonia genal do compontamento oligop6lico da4 A contnibuicio te6nica de Sylo~-Labini veio, exata mente, de encontno a e4~a nece44idade e, cunio4amente, ah 60nmulacõe4 de4te auton, embo~a n~o ~e enquadnem na linha de 'inve4tigacio pnopo~ta pon Ma40n e Bain ~ao qua~e concomitan 119) Wei44, L., op. cit, pp

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