Estudos de caso do BGP

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1 Estudos de caso do BGP Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Usados Convenções Estudos de caso do BGP 1 Como funciona o BGP? ebgp e ibgp Ativar roteamento de BGP Forme vizinhos de BGP Interface de loopback e de BGP ebgp multihop ebgp Multihop (Balanceamento de carga) Mapas de rotas Comandos de configuração corresponder e definir Comando de rede Redistribuição Redistribuição e rotas estáticas ibgp O algoritmo de decisão do BGP Estudos de caso do BGP 2 Atributo AS_PATH Atributo de origem Próximo atributo de nó do BGP Backdoor de BGP Sincronização Atributo de ponderação Atributo de preferência local Atributo de métrica Atributo de comunidade Estudos de caso do BGP 3 Filtragem de BGP Expressão regular do AS Vizinhos de BGP e mapas de rotas Estudos de caso do BGP 4 Endereços agregados e de CIDR Confederação de BGP Refletores de rota Retarndamento de sincronismo de rota Com o BGP seleciona um caminho Estudos de caso do BGP 5 Exemplo de projeto prático Informações Relacionadas Introdução Este documento contém cinco estudos de caso do Protocolo de gateway limite (BGP). Pré-requisitos Requisitos Não existem requisitos específicos para este documento. Componentes Usados

2 Este documento não está restrito a versões específicas de software e de hardware. Convenções Consulte Convenções de Dicas Técnicas da Cisco para obter mais informações sobre as convenções de documentos. Estudos de caso do BGP 1 O BGP, que o RFC 1771 define, permite que você crie roteamentos de interdomínio sem loop entre sistemas autônomos (ASs). Um AS é um conjunto de roteadores em uma única administração técnica. Roteadores em um AS podem usar vários Gateway Protocols interiores (IGPs) para trocar informações de roteamento dentro do AS. Os roteadores podem usar um protocolo de gateway exterior para rotear pacotes fora do AS. Como funciona o BGP? O BGP usa TCP como o protocolo de transporte na porta 179. Dois roteadores BGP formam uma conexão TCP entre um e outro. Esses roteadores são de peer. Os roteadores de peer trocam mensagens para abrir e confirmar os parâmetros de conexão. Roteadores BGP trocam informações de alcançabilidade de rede. Esta informação é principalmente um indício dos caminhos completos que uma rota deve tomar para alcançar a rede de destino. Os camihos são números de AS de BGP. Esta informação ajuda na construção de um gráfico de ASs sem loop. O gráfico também mostra onde aplicar políticas de rota para reforçar algumas restrições ao comportamento de roteamento. Quaisquer dois roteadores que formem uma conexão TCP para trocar informaç~es de roteamento BGP são "peers" ou "vizinhos". Peers BGP inicialmente trocam todas as tabelas de roteamento BGP. Após esta troca, os peers enviam atualizações incrementais conforme as tabelas de roteamento mudam. BGP mantém um número de versão da tabela BGP. O número de versão é o mesmo para todos os peers BGP. O número de versão muda quando o BGP atualiza a tabela com mudanças de informação de roteamento. O envio de pacotes de manutenção de atividade garante que a conexão entre os peers BGP está ativa. Pacotes de notificação são enviados em resposta a erros ou condições especiais. ebgp e ibgp If an AS has multiple BGP speakers, the AS can serve as a transit service for other ASs. Conforme o diagrama nesta seção mostra, AS200 é um AS de trânsito para o AS100 e o AS300. Para enviar as informações a Ass excternos, é preciso ter uma garantia de alcançabilidade para redes. Para garantir a alcançabilidade de redes, ocorrem os seguintes processos: Correspondência de BGP interno (ibgp) entre roteadores dentro de um AS Redistribuição de informações de BGP para IGPs que executam no AS Quando o BGP é executado entre roteadores que pertencem a dois ASs diferentes, é chamado BGP exterior (ebgp). Quando o BGP é executado entre roteadores que no mesmo AS, é chamado ibgp. Ativar roteamento de BGP Conclua essas etapas para ativar e configurar o BGP. Suponha que você deseja que dois roteadores, RTA e RTB, comuniquem-se por BGP. No primeiro exemplo, RTA e RTB estão em ASs diferentes. No segundo exemplo, ambos os roteadores pertencem ao mesmo AS. 1. Defina o processo de roteador e o número de AS para o qual os roteadores pertencem. Emita este comando para habilitar O BGP em um roteador: RTA# router bgp autonomous-system

3 RTB# router bgp 200 Estas instruções indicam que o RTA executa o BGP e pertence ao AS100. O RTB executa BGP e pertence a AS Defina vizinhos de BGP. A formação de vizinhos de BGP indica os roteadores que tentam comunicar-se através de BGP. A seção Forme vizinhos de BGP explica este processo. Forme vizinhos de BGP Dois roteadores BGP tornam-se vizinhos após estabelecerem uma conexão TCP um com o outro. A conexão TCP é essencial para que os dois roteadores peer iniciem a troca de atualizações de roteamento. Após estabelecerem a conexão TCP, os roteadores envuam mensagens abertas para trocar valores. Os valores trocados pelos roteadores incluem o número de AS, a versão de BGP executada pelos roteadores, a ID dos roteadores BGP e o tempo de espera da manutenção de atividade. Após a confirmação e aceitação destes valores, é estabelecida a conexão vizinha. Qualquer status diferente de Estabelecido é uma indicação de que os dois roteadores não tornaram-se vizinhos e que não podem trocar atualizações de BGP. Emita este comando neighbor para estabelecer uma conexão TCP: neighbor ip-address remote-as number O número no comando é o número de AS de um dos roteadores aos quais você deseja conectar-se com BGP. O endereço de ip é o próximo endereço de nó com conexão direta para ebgp. Para ibgp, o endereço de ip é qualquer endereço de IP no outro roteador. Os dois endereços de IP que você usa no comando neighbor dos roteadores peer precisam ser capazes de alcançar um ao outro. Um jeito de verificar a alcançabilidade é um ping extendido entre os dois endereços de IP. O ping extendido força o roteador excutando o comando ping a usar como fonte o endereço de IP que o comando neighbor especifica. O roteador precisa usar este endereço em vez do endereço de IP da interface de onde vem o pacote. Se houver qualquer alteração na configuração do BGP, você precisará reiniciar a conexão vizinha para permitir que os novos parâmetros entrem em vigor. clear ip bgp address Observação: O endereço é o do vizinho. clear ip bgp * Este comando limpa todas as conexões vizinhas. Por padrão, sessões de BGP iniciam-se com o uso da versão 4 do BGP e negociam para versões anteriores, se necessário. Você pode impedir negociações e forçar a versão de BGP utilizada pelos roteadores a comunicar-se com um vizinho. Emita este comando no modo de configuração de roteador: neighbor {ip address peer-group-name} version value Segue um exemplo de configuração do comando neighbor:

4 RTA# neighbor remote-as 200 RTB# router bgp 200 neighbor remote-as 100 neighbor remote-as 200 router bgp 200 neighbor remote-as 200 Neste exemplo, RTA e RTB executam ebgp. RTB e RTC executam ibgp. O número de AS aponta para um AS interno ou externo, o que indica se ebgp ou ibgp. Além disso, os peers de ebgp têm conexão direta, mas os peers de ibgp não têm conexão direta. Roteadores ibgp não precisam de conexão direta. Mas é necessário haver algum IGP que executa e permite que os dois vizinhos alcancem um ao outro. Esta seção fornece um exemplo das informações que o comando show ip bgp neighbors exibe. Observação: Preste muita atenção ao estado do BGP. Qualquer status diferente de Estabelecido Isso indica que os peer não estão ativados. Observação: Além disso, observe estes itens: A versão BGP, que é 4 A ID de roteador remoto Este número é o endereço IP mais alto do roteador ou a interface de loopback mais alta, se existente. A versão de tabela A versão de tabela fornece o estado da tabela. Sempre que chegar novas informações, a tabela aumenta a versão. Uma versão que continua a incrementar indica que há algum sincronismo de rota que causa a atualização contínua dos roteadores. # show ip bgp neighbors BGP neighbor is , remote AS 200, external link BGP version 4, remote router ID status do BGP = Estabelecido, table version = 3, up for 0:10:59 Last read 0:00:29, hold time is 180, keepalive interval is 60 seconds Minimum time between advertisement runs is 30 seconds Received 2828 messages, 0 notifications, 0 in queue Sent 2826 messages, 0 notifications, 0 in queue Connections established 11; dropped 10 Interface de loopback e de BGP O uso de uma interface de loopback para definir vizinhos é comum com o ibgp, mas não com o ebgp. Normalmente, utiliza-se a interface de loopback para garantir que o endereço de IP do vizinho permanece ativo e é independente de hardware que funciona apropriadamente. No caso do ebgp, roteadores de peer freqüentemente possuem conexão direta e loopback não se aplica. Se você usar o endereço de IP de uma interface de loopback no comando neighbor, precisará de configurações extras no roteador vizinho. O roteador vizinho precisa informar o BGP da utilização de uma interface de loopback em vez de uma interface física para iniciar a conexão de TCP do vizinho de BGP. Para indicar uma interface de loopback, emita este comando:

5 neighbor ip-address update-source interface Este exemplo ilustra a utilidade deste comando : RTA# neighbor remote-as 100 neighbor update-source loopback 1 RTB# neighbor remote-as 100 Neste exemplo, RTA e RTB executam ibgp dentro do AS100. No comando neighbor, o RTB utiliza a interface de loopback do RTA, Neste caso, o RTA deve forçar o BGP a utilizar o endereço de IP do loopback como fonte na conexão vizinha de TCP. Para forçar esta ação, o RTA adiciona update-source interface-type interface-number para que o comando seja neighbor update-source loopback 1. Estas instruções forçam o BGP a usar o endereço de IP da interface de loopback quando o BGP comunica-se com o vizinho Observação: O RTA utilizou o endereço de IP da interface física do RTB, , como um vizinho. O uso deste endereço de IP é a razão porque o RTB não precisa de configurações especiais. Consulte Configuração de exemplo para ibgp e ebgp com ou sem um endereço de loopback para a configuração de exemplo de um cenário de rede completo. ebgp multihop Em alguns casos, um roteador Cisco pode executar ebgp com um roteador de terceiros que não permite conexão direta dos dois peers externos. Para alcançar a conexão, você pode usar o ebgp multihop. O ebgp multihop permite uma conexão vizinha entre dois peers externos que não possuem conexão direta. O multihop serve apenas para o ebgp e não para o ibgp. Este exemplo ilustra o ebgp multihop: RTA# neighbor remote-as 300 neighbor ebgp-multihop RTB# router bgp 300 neighbor remote-as 100 O RTA indica um vizinho externo que não possuem conexão direta. O RTA precisa indicar sua utilização do comando ebgp-multihop. Por outro lado, o RTB indica um vizinho que tenha conexão direta, que é Por causa desta conexão direta, o RTB não precisa do comando ebgp-multihop. Você também deve configurar um roteamento de IGP ou estático para permitir que vizinhos sem conexão alcancem um ao outro. O exemplo na seção ebgp multihop (Balanceamento de carga) mostra como alcançar o balanceamento de carga sem BGP em um caso em que você tenha um ebgp sobre linhas paralelas. ebgp Multihop (Balanceamento de carga)

6 RTA# int loopback 0 ip address neighbor remote-as 200 neighbor ebgp-multihop neighbor update-source loopback 0 network ip route ip route RTB# int loopback 0 ip address router bgp 200 neighbor remote-as 100 neighbor update-source loopback 0 neighbor ebgp-multihop network ip route ip route Este exemplo ilustra a utilização de interfaces de loopback, atulizar-fonte e ebgp-multihop. O exemplo é uma solução para alcançar o balanceamento de carga entre dois interlocutores ebgp sobre linhas seriais paralelas. Em situações normais, o BGP escolhe uma das linhas para enviar pacotes e o balanceamento de carga não ocorre. Com a introdução de interfaces de loopback, o próximo nó para o ebgp é a interface de loopback. È possível utilizar rotas estáticas ou um IGP para apresentar dois caminhos de custo igual para atingir o destino. O RTA possui duas opções para alcançar o próximo nó : um caminho através do e o outro através do O RTB possui as mesmas opções. Mapas de rotas Há utilização extensa de mapas de rotas com o BGP. No contexto do BGP, o mapa de rotas é um método usado para controlar e modificar informações de roteamento. O controle e a modificação de informações de roteamento ocorrem pela da definição de condições para redistribuição de rotas de um protocolo de roteamento para o outro. Ou o controle das informações de roteamento pode ocorrer em uma injeção dentro e fora do BGP. Segue o formato do mapa de rotas: route-map map-tag [[permit deny] [sequence-number]] O caractere de mapa é somente um nome que você dá ao mapa de rotas. Você pode definir diversas instâncias do mesmo mapa de rotas, ou do mesmo caractere de nome. O número de seqüência é simplesmente uma indicação da posição que um novo mapa de rotas terá na lista de mapas de rotas que já está configurada com o mesmo nome. Neste exemplo, duas instâncias do mapa de rotas estão definidas com o nome MEUMAPA. A primeira instância possui um número de seqüência de 10 e a segunda tem um número de seqüência de 20. route-map MYMAP permit 10 (O primeiro conjunto de condições vai aqui.) route-map MYMAP permit 20 (O segundo conjunto de condições vai aqui.) Ao aplicar o mapa de rotas MEUMAPA A rotas de entrada ou de saída, o primeiro conjunto de condições é aplicado pela instância 10. Se o primeiro conjunto de condições não for atingido, siga até uma instância maior do mapa e rotas. Comandos de configuração corresponder e definir Cada mapa de rotas consiste de uma lista de comandos de configuração match e set. Corresponder especifica um critério match, e definir especifica uma ação set se o critério que o comando match aplica não for atingido. Por exemplo, é possível dfinir um mapa de rotas que verifica atualizações de saída. Se houver uma correspondência para o endereço de IP , a métrica para esta atualização está configurada para 5. Estes comandos ilustram o exemplo: match ip address set metric 5 Agora, se os critérios de correspondência forem atingidos e você possuir uma permissão, haverá redistribuição ou controle das rotas, conforme

7 especificado pela ação configurada. Você sairá da lista. Se os critérios de correspondência forem atingidos e você possuir uma negação, não haverá redistribuição ou controle das rotas. Você sairá da lista. Se os critérios de correspondência não forem atingidos e você possuir uma permissão ou negação, a próxima instância do mapa de rotas será verificada. Por exemplo, a instância 20 é verificada. Esta verificação de próxima instância continuará até que você saia ou termine todas as instâncias do mapa de rotas. Se a lista terminar e não houver correspondência, a rota não será aceita ou encaminhada. Em versões do Cisco IOS Software anteriores à versão 11.2 do Cisco IOS Software, ao utilizar os mapas de rota para filtrar atualizações de BGP em vez de redistribuir entre protocolos, você não pode filtrar na entrada quando utilizar um comando match no endereço de IP. Um filtro na saída é aceitável. Versões 11.2 e posteriores do Cisco IOS Software não possuem essa restrição. Os comandos relacionados para match são: match as-path match community match clns match interface match ip address match ip next-hop match ip route-source match metric match route-type match tag Os comandos relacionados para set são: set as-path set clns set automatic-tag set community set interface set default interface set ip default next-hop set level set local-preference set metric set metric-type set next-hop set origin set tag set weight Veja alguns exemplos de mapas de rota:

8 Exemplo 1 Suponhamos que RTA e RTB executam RIP (Protocolo de informações de roteamento), e que RTA e RTC executam BGP. O RTA é atualizado pelo BGP e redistribui aa atualizações para o RIP. Suponhamos que o RTA deseje redistribuir para o RTB sobre com uma métrica 2 e todas as outras rotas com uma métrica 5. Neste caso, é possível utilizar esta configuração: RTA# router rip network network network passive-interface Serial0 redistribute bgp 100 route-map SETMETRIC neighbor remote-as 300 network route-map SETMETRIC permit 10 match ip-address 1 set metric 2 route-map SETMETRIC permit 20 set metric 5 access-list 1 permit Neste exemplo, se uma rota corresponde ao endereço de IP , ela possui métrica 2. Assim, você sai da lista de mapas de rotas. Se não há correspondência, você continua a descer a lista de mapas de rotas, o que indica configurar tudo mais para a métrica 5. Observação: Sempre faça a pergunta "O que acontece a roteadores que não correspondem a nenhuma das instruções de correspondência?" Estas rotas são descartadas, por padrão. Exemplo 2 Suponhamos que, no Exemplo 1, você não queira que o AS100 aceite atualizações sobre Não é possível aplicar mapas de rotas na entrada quando você corresponde a um endereço de IP como base. Então, você deve utilizar um mapa de rota de saída no RTC: router bgp 300 network neighbor remote-as 100 neighbor route-map STOPUPDATES out route-map STOPUPDATES permit 10 match ip address 1 access-list 1 deny access-list 1 permit Agora que você está mais familiarizado com o processo de como iniciar o BGP e como definir um vizinho, veja como iniciar a troca de informações de rede. Há diversas maneiras de enviar informações de rede com a utilização do BGP. Estas seções percorrem os métodos um por um: Comando de rede

9 Redistribuição Redistribuição e rotas estáticas Comando de rede O formato do comando network é. network network-number [mask network-mask] O comando network controla as redes que originam desta caixa. Este conceito é diferente da configuração familiar com IGRP(Protocolo de roteamento de gateway interior) e RIP. Com este comando, não tente executar o BGP em certa interface. Em vez disso, tente indicar ao BGP que redes ele deveria originar desta caixa. O comando utiliza uma porção de máscara pois a versão 4 do BGP (BGP4) suporta sub-rede e super-rede. Um máximo de 200 entradas do comando network é aceitável. O comando network funciona se o roteador conhece a rede que você está tentando anunciar, quer esteja conectada, seja estática, ou obtida dinamicamente. Um exemplo do comando network é: RTA# router bgp 1 network mask ip route null 0 Este exemplo indica que o roteador A gera uma entrada de rede para /16. O /16 indica que você utiliza uma super-rede do endereço de classe C e você anuncia os dois primeiros octetos, ou os primeiros 16 bits. Observação: Você precisa de uma rota estática para fazer o roteador gerar pois a rota estática coloca uma entrada correspondente na tabela de roteamento. Redistribuição O comando network é um modo de anunciar suas redes pelo BGP. Outro modo é redistribuir seu IGP no BGP. Seu IGP pode ser IGRP, protocolo Open Shortest Path First (OSPF), RIP, Protocolo de roteamento de gateway interior melhorado (EIGRP) ou outro protocolo. Esta redistribuição pode parecer assustadora, pois você descarrega todas as suas rotas internas no BGP; algumas dessas rotas foram obtidas por BGP e você não precisa enviá-las de novo. Aplique um filtro cuidadoso para garantir o envio para rotas somente internet que você queira anunciar e não para todas as rotas que você possui. Segue um exemplo: O RTA anuncia e o RTC anuncia Observe a configuração do RTC: Se emitir o comando network você possui: router eigrp 10 network redistribute bgp 200 default-metric router bgp 200 neighbor remote-as 300 network mask !--- Isso limita as redes que o seu AS origina para

10 Se, em vez disso, utilizar a redistribuição, você possui: router eigrp 10 network redistribute bgp 200 default-metric router bgp 200 neighbor remote-as 300 redistribute eigrp 10!--- O EIGRP injeta novamente no BGP. Essa redistribuição provoca a origem de pelo seu AS. Você não é a origem de ; AS100 é a origem. Portanto você deve utilizar filtros para impedir a origem de sair daquela rede pelo seu AS. A configuração correta é: router eigrp 10 network redistribute bgp 200 default-metric router bgp 200 neighbor remote-as 300 neighbor distribute-list 1 out redistribute eigrp 10 access-list 1 permit Você utiliza o comando access-list para controlar as redes que originam do AS200. Redistribuição de OSPF no BGP é ligeiramente diferente de distribuição para outros IGPs. Simplesmente executar redistribute ospf 1 sob router bgp não funciona. Palavras-chave específicas, como internal, external, e nssa-external são necessárias para redistribuir as respectivas rotas. Consulte Compreensão de redistribuição de rotas do OSPF no BGP para obter mais detalhes. Redistribuição e rotas estáticas É sempre possível utilizar rotas estáticas para originar uma rede ou sub-rede. A única diferença é que o BGP considera que essas rotas possuem uma origem incompleta ou desconhecida. É possível chegar ao mesmo resultado a que o exemplo na seção chegou Redistribuição com isto: router eigrp 10 network redistribute bgp 200 default-metric router bgp 200 neighbor remote-as 300 redistribute static... ip route null0... A interface null0 significa ignorar o pacote. Portanto, se você receber o pacote e houver uma correspondência mais específica do que , que existe, o roteador envia o pacote para a correspondência específica. Caso contrário, o roteador ignora o pacote. Este método é um bom modo de anunciar uma super-rede. Este documento discutiu como utilizar diferentes métodos para originar rotas do seu AS. Lembre-se que essas rotas são geradas além de outras rotas de BGP que o BGP aprendeu através de vizinhos, internos ou externos. O BGP passa informações que aprende de um peer para outros peers. A diferença é que rotas que geram do comando network, redistribuição, ou estática indicam seu AS como a origem destas redes. Redistribuição é sempre o método de injeção de BGP no IGP. Segue um exemplo:

11 RTA# neighbor remote-as 300 network RTB# router bgp 200 neighbor remote-as 300 network router bgp 300 neighbor remote-as 100 neighbor remote-as 200 network Observação: Você não precisa da rede ou no RTC a não ser que deseje que o RTC gere essas redes quando passá-las adiante conforme elas vêm de AS100 e AS200. Novamente, a diferença é que o comando network adiciona um anúncio extra para essas mesmas reds, o que indica que AS300 também é uma origem para essas rotas. Observação: Lembre-se que BGP não aceita atualizações originadas de seu próprio AS. Esta recussa garante uma topologia de interdomínio sem loop. Por exemplo, suponhamos que o AS200, do exemplo nesta seção, tenha uma conexão de BGP no AS100. O RTA gera uma rota e envia a rota para AS300. Depois, o RTC passa essa rota para o AS200 e mantém a origem como AS100. O RTB passa para AS100 com a origem ainda AS100. O RTA percebe que a atualização originou de seu próprio AS e ignora sua própria atualização. ibgp Utilize o ibgp se um AS desejar agir como sistema de trânsito para outro ASs. É verdade que você pode fazer o mesmo ao aprender por ebgp, redistribuir no IGP e então redistribuir novamente em outro AS? Sim, mas o ibgp oferece mais flexibilidade e mais modos eficientes de trocar informações em um AS. Por exemplo, o ibgp fornece modos de controlar o melhor ponto de saída do AS utilizando a preferência local. A seção Atributo de preferência local fornece mais informações sobre preferência local. RTA# neighbor remote-as 100 neighbor remote-as 300 network

12 RTB# neighbor remote-as 100 neighbor remote-as 400 network router bgp 400 neighbor remote-as 100 network Observação: Lembre-se que quando um interlocutor de BGP recebe uma atualização de outros interlocutores de BGP em seu próprio AS (ibgp), o locutor de BGP que recebeu a atualização não redistribui essas informações para outros interlocutores de BGP em seu próprio AS. O interlocutor de BGP que recebe a atualização redistribui as informações para outros interlocutores de BGP fora de seu AS. Portanto, sustenta uma malha cheia enre os locutores de ibgp dentro de um AS. No diagrama nesta seção, RTA e RTB executam ibgp. RTA e RTD também executam ibgp. As atualizações do BGP que vêm do RTB para o RTA transmitem para o RTE, que fica fora do AS. As atualizações não transmitem para o RTD, que fica dentro do AS. Portanto, faça uma correspondência de ibgp entre RTB e RTD para não quebrar o fluxo das atualizações. O algoritmo de decisão do BGP Após o BGP receber atualizações sobre diferentes destinos de diferentes sistemas autônomos, o protocolo deve escolher caminhos para alcançar um destino específico. O BGP escolhe apenas um único caminho para alcançar um destino específico. O BGP baseia a decisão em diferentes atributos, como próximo nó, influências administrativas, preferência local, origem de rota, comprimento de caminho, código de origem, métrica e outros atributos. O BGP sempre propaga o melhor caminho para os vizinhos. Para obter mais informações, consulte Algoritmo de Seleção de Melhor Caminho BGP. A seção Estudos de caso do BGP 2 explica estes atributos e seus usos. Estudos de caso do BGP 2 Atributo AS_PATH Quando uma atualização de rota passa por um AS, o número de AS é anexado à atualização. O atributo AS_PATH é, na verdade, a lista de números de AS que uma rota percorreu para alcançar um destino. Um AS_SET é um conjunto matemático ordenado {} de todos os ASs que foram percorridos. A seção Exemplo de CIDR 2 (as-set) deste documento fornece um exemplo de AS_SET. No exemplo nesta seção, o RTB anuncia a rede no AS200. Quando a rota percorre o AS300, o RTC anexa seu prórprio número de AS à rede. Portanto, quando alcança o RTA, a rede possui dois números de AS anexados: primeiro 200, depois 300. Para o RTA, o caminho para alcançar é (300, 200). O mesmo processo aplica-se a e O RTB precisa pegar o caminho (300, 100); o RTB percorre o AS300 e depois o AS100 para alcançar O RTC precisa percorrer (200) para alcançar e o caminho (100) para alcançar Atributo de origem

13 A origem é um atributo imperativo que define a origem das informações do caminho. O atributo de origem pode assumir três valores: IGP Informação de alcançabilidade de camada de rede (NLRI) é interior ao AS de origem. Isso normalmente acontece ao emitir o comando bgp network. Um i na tabela BGP indica IGP. EGP NLRI foi aprendida pelo EGP (protocolo de gateway exterior). Um e na tabela BGP indica EGP. INCOMPLETO NLRI é desconhecida ou foi aprendida por outros meios. INCOMPLETO normalmente ocorre ao redistribuir rotas de outros protocolos de roteamento no BGP e a origem da rota está incompleta. Um? na tabela BGP indica INCOMPLETO. RTA# neighbor remote-as 100 neighbor remote-as 300 network redistribute static ip route null0 RTB# neighbor remote-as 100 network RTE# router bgp 300 neighbor remote-as 100 network O RTA alcança por 300 i. O "300 i" significa que o próximo caminho de AS é 300 e a origem da rota é IGP. O RTA também alcança por i. Este "i" significa que a entrada é no mesmo AS e a origem é IGP. O RTE alcança por 100 i. O "100 i" significa que o próximo de AS é 100 e a origem é IGP. O RTE também alcança por 100?. O "100?" significa que o próximo AS é 100 e que a origem está incompleta e vem de uma da rota estática. Próximo atributo de nó do BGP O próximo atributo de nó do BGP é o próximo endereço de IP de nó a ser usado para alcançar certo destino.

14 Para ebgp, o próximo nó é sempre o endereço de IP do vizinho especificado pelo comando neighbor. No exemplo nesta seção, o RTC anuncia para o RTA com um próximo nó de O RTA anuncia para o RTC com um próximo nó de Para ibgp, o protocolo determina que o próximo nó anunciado pelo ebgp deve ser carregado para o ibgp. Por causa dessa regra, o RTA anuncia para seu peer do ibgp, RTB, com um próximo nó de Portanto, de acordo com o RTB, o próximo nó a alcançar é e não Certifique-se de que o RTB pode alcançar pelo IGP. Caso contrário, o RTB descarta pacotes com o destino de , pois o endereço do próximo nó é inacessível. Por exemplo, se o RTB executar o igrp, também é possível executar o igrp na rede do RTA. Você deve tornar o igrp passivo no link ao RTC para que o BGP seja apenas trocado. RTA# neighbor remote-as 300 neighbor remote-as 100 network RTB# neighbor remote-as 100 router bgp 300 neighbor remote-as 100 network Observação: O RTC anuncia para o RTA com um próximo nó equivalente a Observação: O RTA anuncia para o RTB com um próximo nó equivalente a O próximo nó do ebgp é carregado no ibgp. Tome cuidade especial ao lidar com redes de multiacesso e de multiacesso sem broadcast (NBMA). As seções Próximo nó de BGP (Redes de multiacesso) e Próximo nó de BGP (NBMA) fornecem mais detalhes. Próximo nó de BGP (Redes de multiacesso) Este exemplo mostra como o próximo nó comporta-se em uma rede de multiacesso com a Ethernet. Suponhamos que RTC e RTD em AS300 executam OSPF. O RTC executa o BGP com o RTA. O RTC pode alcançar a rede de pelo Quando o RTC envia uma atualização de BGP para o RTA relacionado a , o RTC utiliza como próximo nó o O RTC não utiliza seu próprio endereço de IP, O RTC utiliza este endereço porque a rede entre RTA, RTC, e RTD é uma rede de multiacesso. O uso que o RTA faz do RTD como um próximo nó para alcançar é mais sensato do que o nó extra pelo RTC. Observação: O RTC anuncia para o RTA com um próximo nó Se o meio comum para RTA, RTC, e RTD não é multiacesso, mas sim NBMA, ocorrem mais complicações. Próximo nó do BGP (NBMA)

15 O meio comum aparece como uma nuvem no diagrama. Se o meio comum for uma frame relay ou qualquer nuvem de NBMA, o comportamento exato será como se você estivesse conectado à Ethernet. O RTC anuncia para o RTA com um próximo de O problema é que o RTA não possui um circuito virtual permanente (PVC) direto para o RTD e não pode alcançar o próximo nó. Neste caso, o roteamento falhará. O comando next-hop-self remedia esta situação. Comando next-hop-self Para situações com o próximo nó, como no exemplo Próximo nó de BGP (NBMA), é possível utilizar o comando next-hop-self. A sintaxe é: neighbor {ip-address peer-group-name} next-hop-self O comando next-hop-self permite forçar o BGP a utilizar um endereço de IP específico como o próximo nó. Para o exemplo Próximo nó do BGP (NBMA), esta configuração resolve o problema: router bgp 300 neighbor remote-as 100 neighbor next-hop-self O RTC anuncia com um próximo nó equivalente a Backdoor de BGP Neste diagrama, RTA e RTC executam ebgp. RTB e RTC executam ebgp. RTA e RTB executam algum tipo de IGP, seja RIP, IGRP, ou outro protocolo. Por definição, atualizações do ebgp têm uma distância de 20, que é menos que as distâncias de IGP. As distâncias padrão são: 120 para RIP 100 para IGRP

16 90 para EIGRP 110 para OSPF O RTA recebe atualizações sobre por dois protocolos de roteamento: ebgp com uma distância de 20 IGP com uma distância maior que 20 Por padrão, o BGP possui as seguintes distâncias: Distância externa 20 Distância interna 200 Distância local 200 Mas você pode utilizar o comando distance para alterar as distâncias padrão: distance bgp external-distance internal-distance local-distance O RTA escolhe o ebgp pelo RTC por causa da distância mais curta. Se desejar que o RTA aprenda sobre pelo RTB (IGP), você tem duas opções: Alterar a distância externa do ebgp ou a distância do IGP. Observação: Essa alteração não é recomendada. Utilize o backdoor do BGP. O backdoor do BGP transforma a rota IGP na rota preferida. Emita o comando network address backdoor. A rede configurada é a que você deseja alcançar pelo IGP. Para o BGP, esta rede obtém o mesmo tratamento que uma rede assinada localmente, exceto que atualizações do BGP não anunciam esta rede. RTA# router eigrp 10 network neighbor remote-as 300 network backdoor A rede é tratada como uma entrada local, mas não é anunciada como uma entrada de rede normal. O RTA aprende do RTB pelo EIGRP com distância 90. O RTA também aprende o endereço do RTC pelo ebgp com distância 20. Normalmente, o ebgp é o preferido, mas por causa do comando backdoor, o EIGRP é o preferido. Sincronização

17 Antes de discutir a sincronização, observe este cenário. O RTC no AS300 envia atualizações sobre RTA e RTB executam ibgp, portanto o RTB recebe a atualização e é capaz de alcançar pelo próximo nó, Lembre-se que o próximo nó é carregado pelo ibgp. Para alcançar o próximo nó, o RTB deve enviar o tráfego para o RTE. Suponhamos que o RTA não tenha redistribuído a rede no IGP. Nesse ponto, o RTE não faz idéia de que sequer existe. Se o RTB começar a anunciar para o AS400 que pode alcançar , tráfego que vem do RTD para o RTB com destino flui e descarrega no RTE. A sincronização determina que, se o seu AS passa tráfego de outro AS para um terceiro AS, o BGP não deve anunciar uma rota antes que todos os roteadores no seu AS aprenderam sobre a rota pelo IGP. O BGP espera até que o IGP tenha propagado a rota dentro do AS. Depois, ele anuncia a rota para peers externos. No exemplo nesta seção, o RTB espera escutar sobre pelo IGP. Então, o RTB começa a enviar a atualização ao RTD. É possível fazer o RTB acreditar que o IGP propagou as informações se você adicionar no RTB uma rota estática que aponta para Certifique-se de que outros roteadores podem alcançar Desabilitar sincronização Em alguns casos, a sincronização não é necessária. Se você não passar tráfego de um AS diferente pelo seu AS, pode desabilitar a sincronização. Também é possível desabilitar a sincronização se todos os roteadores no seu AS executarem o BGP. A desabilitação deste recurso pode permitir que você carregue alguns roteadores no seu IGP e que o BGP convirja mais rapidamente. A desabilitação da sincronização não é automática. Se todos os seus roteadores no AS executarem o BGP e você não executar o IGP, o roteador não tem como saber. Seu roteador aguarda indefinidamente por uma atialização do IGP sobre certo roteador antes de enviar a rota a peers externos. Neste caso, é preciso desabilitar a sincronização manualmente para que o roteamento funcione corretamente: no synchronization Observação: Certifique-se de emitir o comando clear ip bgp address para reiniciar a seção. RTB#

18 network neighbor remote-as 400 neighbor remote-as 100 no synchronization!--- O RTB coloca em sua tabela de IP Routing e anuncia a rede!--- para o RTD, ainda que o RTB não possua um caminho de IGP para o RTD# router bgp 400 neighbor remote-as 100 network RTA# network neighbor remote-as 100 Atributo de ponderação O atributo de ponderação é um atributo definido pela Cisco. Este atributo utiliza ponderação para selecionar um caminho melhor. A ponderação é atribuída localmente ao roteador. O valor só faz sentido para o roteador específico. O valor não é propagado ou carregado por nenhuma das atualizações de rota. O peso pode ser um número de 0 a 65,535. Caminhos originados pelo roteador têm um peso de 32,768 por padrão e outros caminhos pesam 0. Rotas com mesmo valor de ponderação têm preferência quando existem diversas rotas para o mesmo destino. Veja o exemplo nessa seção. O RTA aprendeu sobre a rede do AS4. O RTA propaga a atualização para o RTC. O RTB também aprendeu sobre a rede do AS4. O RTB propaga a atualização para o RTC. O RTC agora possui duas maneiras de alcançar e tem que decidir o caminho que seguir. Se definir a ponderação das atualizações no RTC que vêm do RTA para que seja maior do que a ponderação das atualizações que vêm do RTB, você forçará o RTC a utilizar o RTA como próximo nó para alcançar Diversos métodos de alcançar esse conjunto de ponderações: Utilize o comandoneighbor. neighbor {ip-address peer-group} weight weight Utilize listsa de acesso AS_PATH. ip as-path access-list access-list-number {permit deny} as-regular-expression neighbor ip-address filter-list access-listnumber weight weight Utilize mapas de rotas. router bgp 300 neighbor remote-as 100 neighbor weight 200 neighbor remote-as 200 neighbor weight 100!--- A rota para o do RTA tem ponderação 200.!--- A rota para o do RTB tem ponderação 100.

19 O RTA, que possui um valor de ponderação maior, possui preferência como o próximo nó. É possível alcançar o mesmo resultado com as listas de filtro e AS_PATH do IP. router bgp 300 neighbor remote-as 100 neighbor filter-list 5 weight 200 neighbor remote-as 200 neighbor filter-list 6 weight ip as-path access-list 5 permit ^100$!--- Isso permite somente o caminho 100. ip as-path access-list 6 permit ^200$... Também é possível alcançar o mesmo resultado com a utilização de mapas de rotas. router bgp 300 neighbor remote-as 100 neighbor route-map setweightin in neighbor remote-as 200 neighbor route-map setweightin in... ip as-path access-list 5 permit ^100$... route-map setweightin permit 10 match as-path 5 set weight 200!--- Qualquer coisa que se aplica para acessar a lista 5, como pacotes do AS100, possui ponderação 200. route-map setweightin permit 20 set weight 100!--- Qualquer outra coisa possui ponderação 100. Atributo de preferência local Preferência local é uma indicação ao AS sobre que caminho tem preferência para sair do AS para alcançar certa rede. Um caminho com preferência local mais alta é preferido. O valor padrão da preferência local é 100. Diferente do atributo de ponderação, que só é relevante para o roteador local, a a preferência local é um atributo que os roteadores trocam no mesmo AS. É possível configurar a preferência local com a emissão do comando bgp default local-preference value. Também é possível configurar a preferência local com mapas de rotas, como demonstrado no exemplo desta seção:

20 O comando bgp default local-preference configura a preferência nas atualizações de fora do roteador que vão para peers no mesmo AS. No diagrama desta seção, o AS256 recebe atualizações sobre de dois lados diferentes da organização. A preferência local ajuda você a determinar de que lado sair do AS256 para alcançar aquela rede. Suponhamos que o RTD seja a preferência do ponto de saída. Esta configuração detetermina a preferência local para atualizações que vão do AS300 para o 200 e para atualizações que vão do AS100 para o 150: router bgp 256 neighbor remote-as 100 neighbor remote-as 256 bgp default local-preference 150 RTD# router bgp 256 neighbor remote-as 300 neighbor remote-as 256 bgp default local-preference 200 Nesta configuração, o RTC determina a preferência local de todas as atualizações como 150. O mesmo RTD determina a preferência local de todas as atualizações como 200. Há uma troca de preferências locais no AS256. Portanto, tanto o RTC quanto o RTD percebem que a rede possui uma preferência local mais alta quando as atualizações vêm do AS300 em vez do AS100. Todo o tráfego no AS256 que tenha aquela rede como destino transmite com o RTD como ponto d saída. A utilização de mapas de rota fornece mais flexibilidade. No exemplo nesta seção, todas as atualizações recebidas pelo RTD estão marcadas com a preferência local 200 quando chegam no RTD. Atualizações que vêm do AS34 também estão marcadas com a preferência local 200. Esta marca pode ser desnecessária. Por esta razão, é possível utilizar mapas de rotas para especificar estas atualizações específicas que precisam ser marcadas com uma preferência local específica. Segue um exemplo: RTD# router bgp 256 neighbor remote-as 300 neighbor route-map setlocalin in neighbor remote-as ip as-path access-list 7 permit ^300$... route-map setlocalin permit 10 match as-path 7 set local-preference 200 route-map setlocalin permit 20 set local-preference 150 Com esta configuração, qualquer atualização que venha do AS300 possui uma preferência local de 200. Quaisquer outras atualizações, como as que vêm do AS34, possuem um valor de 150: Atributo de métrica O atributo de métrica também é chamado de MULTI_EXIT_DISCRIMINATOR, MED (BGP4), ou INTER_AS (BGP3). O atributo é uma dica para vizinhos externos sobre a preferência de caminho em um AS. O atributo fornece uma maneira dinâmica de influenciar outro AS de modo a alcançar certa rota quando houver diversos pontos de entrada naquele AS. Um valor métrico menor é preferido.

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