Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras"

Transcrição

1 Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras

2 Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras PAULO BERNARDO SILVA Presidente do Conselho de Administração WAGNER PINHEIRO DE OLIVEIRA Presidente da ECT JOSÉ LUIS SERAFINI BOLL Chefe da Auditoria da ECT SHEILA DOS SANTOS REIS DO NASCIMENTO Gerente Corporativo de Auditorias em Gestão de Pessoas GCGP/AUDIT COORDENAÇÃO DOS TRABALHOS José Pinheiro de Araújo Júnior Gerência Corporativa de Auditorias em Gestão de Pessoas GCGP/AUDIT ELABORAÇÃO José Augusto de Almeida Forte Gerência Corporativa de Auditorias em Gestão de Pessoas GCGP/AUDIT COLABORAÇÃO Aurora Gonçalves da Silva Araújo Central de Gestão de Pessoas CEGEP Célia Regina Pereira Lima Negrão Gerência Corporativa de Execução GCEX/AUDIT Manoel Paulo da Cunha Departamento de Planejamento de Gestão de Pessoas Sérgio Macioski Central de Gestão de Pessoas CEGEP REVISÃO ORTOGRÁFICA Fernanda Lobo Fonseca Departamento de Relacionamento Institucional DERIN DIAGRAMAÇÃO E PROJETO GRÁFICO Hisla Sena Departamento de Relacionamento Institucional DERIN

3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 4 1. INTRODUÇÃO 5 2. LEGISLAÇÃO E NORMA APLICÁVEL Legislação Acordo/Dissídio Coletivo de Trabalho Normas aplicáveis ao processo 6 3. Sistemas e Ferramentas de Controle e Gestão 6 4. GENERALIDADES E CONCEITOS Banco de Horas Fraudes Frequência Hora Extra Hora extra diurna Hora extra noturna Jornada de Trabalho Remuneração Remuneração Singular Salário Trabalho Noturno 9 5. PROCEDIMENTOS DE CONTROLE E PREVENÇÃO PRINCIPAIS PONTOS DE CONTROLE NO PROCESSO DE HORAS EXTRAS Avaliação da necessidade de convocação de empregado para a realização de horas extras Realização de horas extras Pagamento de horas extras CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 19

4 APRESENTAÇÃO O combate à fraude e à corrupção por meio de boas práticas de governança corporativa alcança a noção de responsabilidade social e empresarial das Organizações e responde ao princípio do Pacto Global das Nações Unidas que estabelece que as empresas devem combater a corrupção em todas as suas formas, incluindo extorsão e propina (http://www.pactoglobal.org.br). O valor que emerge do combate à fraude e à corrupção, somado ao impacto econômico da corrupção reconhecidamente significativo, além da prevenção aos danos na imagem da empresa representam algumas das justificativas para a implementação de um Programa de Prevenção a Fraudes. Fraude e corrupção conduzem à ineficiência e ao incentivo errado para investimentos, originando impactos financeiros expressivos. Por esse prisma, o Programa de Prevenção a Fraudes (PPF) implantado na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos foi desenvolvido com base na legislação e nas principais normas e regulamentos internacionais e visa o desenvolvimento de ações de prevenção e monitoramento das áreas/processos que apresentem riscos a serem materializados pela ocorrência de fraudes na empresa. São ações voltadas à compreensão da natureza e dinâmica da fraude e da corrupção, com adoção de medidas práticas de sensibilização e mitigação. O PPF contribui com ações para o fortalecimento do sistema de controles internos de modo a sensibilizar todas as áreas sistêmicas da empresa para a importância do cumprimento da legislação e das políticas, normas e procedimentos internos sensíveis à ocorrência de fraudes. Esta cartilha é um dos componentes desse programa e visa propor aos empregados envolvidos nos processos internos o aperfeiçoamento da visão de pontos de controles internos necessários à gestão, visando à salvaguarda e a correta utilização do patrimônio público. Não possui a intenção de esgotar todos os possíveis controles referentes ao tema. Dessa forma, cabe aos gestores e agentes envolvidos com o processo um olhar atento com o objetivo de descobrir as lacunas que facilitam a ação dos fraudadores e reforçar o controle necessário, especificamente os controles primários de gestão. 4 Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras]

5 1. INTRODUÇÃO Esta cartilha apresenta os procedimentos internos e aspectos legais no que se refere à realização de serviços extraordinários Horas Extras pelos empregados da ECT. A observância de tais procedimentos significa a conformidade com a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), Acordo/Dissídio Coletivo de Trabalho e normas internas da ECT. Visa fortalecer os Controles Internos das áreas envolvidas com o processo de avaliação da necessidade, do monitoramento da realização e do pagamento de Horas Extras buscando otimizar os recursos humanos, a prevenção a fraudes e uma maior economicidade na folha de pagamento. O controle efetivo da jornada de trabalho, somado ao monitoramento da produtividade, pode evitar o pagamento desnecessário de horas extraordinárias, refletindo, também, na redução de haveres trabalhistas e, por consequência, minimizar gastos com pessoal, em função dos reflexos advindos da realização deste tipo de jornada. A instituição de controles internos e o seu monitoramento contínuo, impacta na diminuição do risco de ocorrência de erros ou fraudes. Logo, a intensificação desses controles visa proteger os ativos da empresa, a saúde da ECT, mantendo a empregabilidade, e maior segurança aos empregados envolvidos no processo e à gestão, proporcionando maior eficiência às operações organizacionais. Desta forma, é de suma importância que os gestores observem as legislações e os normativos vigentes que regem sobre o assunto, de modo a assegurar uma gestão proativa. Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras] 5

6 2. LEGISLAÇÃO E NORMA APLICÁVEL 2.1 Legislação Decreto-Lei Nº 5.452, de 1º de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho CLT): Os aspectos legais que podem refletir em jornada extraordinária de trabalho (horas extras), quanto à duração da jornada de trabalho, período de descanso, trabalho noturno e anotação de horário de trabalho, estão estabelecidos principalmente nos artigos 57 a 74 e 372 a 386 da CLT. 2.2 Acordo/Dissídio Coletivo de Trabalho O resultado das negociações trabalhistas entre a empresa e seus empregados, representados por meio da entidade sindical da classe, pode ser firmado por meio de Acordo/Dissídio Coletivo de Trabalho. 2.3 Normas aplicáveis ao processo Na ECT, as normas internas aplicáveis ao processo de horas extras estão contempladas no Manual de Pessoal MANPES. 3. SISTEMAS E FERRAMENTAS DE CONTROLE E GESTÃO ERP Enterprise resource planning Módulo Contas a Pagar/Contábil; POPULIS Sistema da área de Gestão de Pessoas; SISCOMP Sistema de Compensação; PGP Programa de Gestão de Pessoas. 6 Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras]

7 4. GENERALIDADES E CONCEITOS 4.1 Banco de Horas Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o excesso de horas em um dia, for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. (art. 59, 2º - CLT). 4.2 Fraudes Quaisquer atos ilegais caracterizados por desonestidade, dissimulação ou quebra de confiança. Estes atos não implicam no uso de ameaça de violência ou força física. As fraudes são perpetradas por partes e organizações a fim de se obter dinheiro, propriedade ou serviços; para evitar pagamento ou perda de serviços; ou para garantir vantagem pessoal ou em negócios. (Glossário IIA Brasil 2012). Qualquer ato ardiloso, enganoso, de má-fé, com o intuito de lesar ou ludibriar outrem, ou de não cumprir determinado dever (Dicionário Houaiss). 4.3 Frequência É o comparecimento e a permanência do empregado na sua unidade/posto de trabalho ou em atividade fora de sua unidade de lotação, para o cumprimento da jornada de trabalho estabelecida, por meio do contrato de trabalho. 4.4 Hora Extra É a continuação da jornada diária de trabalho do empregado. Observando, inclusive, que sua realização somente deve ser em caráter eventual e de absoluta necessidade de serviços e mediante autorização superior. São as horas suplementares acrescidas à jornada diária normal de trabalho, mediante acordo escrito entre empregador e empregado, (art. 59, da CLT) sendo que, na ECT, a referida pactuação está disposta no Contrato Individual de Trabalho e no Acordo Coletivo de Trabalho. Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras] 7

8 4.5 Hora extra diurna Considera-se hora extra diurna a realizada entre as 5h às 22h. ( 2º do art. 73, da CLT). Na ECT, por meio de Acordo/Dissídio Coletivo de Trabalho, considera-se hora extra diurna as horas/minutos que excederem a jornada diária normal de trabalho, compreendidas entre 6h às 20h. 4.6 Hora extra noturna Considera-se hora extra noturna a realizada entre as 22h de um dia e às 5h do dia seguinte ( 2º do art. 73, da CLT). Na ECT, considera-se hora extra noturna aquela realizada entre as 20h de um dia e às 6h do dia seguinte, conforme disposto em Acordo/Dissídio Coletivo de Trabalho. 4.7 Jornada de Trabalho É o período de tempo pré-estabelecido para que o empregado possa desenvolver suas atividades, em decorrência do Contrato de Trabalho. 4.8 Remuneração É o total de provento legal e habitualmente auferido pelo empregado em virtude do Contrato de Trabalho. Compreendem-se ainda na remuneração do empregado, para todos os efeitos legais, as diárias para viagens, quando excedam a 50% do salário, os abonos e as gratificações ajustadas. 4.9 Remuneração Singular É a quantia paga mensal ou temporariamente pelo exercício de Função Gerencial ou Técnica que possuam previsão de valor singular. É utilizado para cálculo do pagamento da parcela de função, mensal e temporária, que será recebida pelo ocupante da função. Caso seja mais vantajoso, pela situação particular do designado, esse receberá o correspondente ao valor de função convencional. 8 Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras]

9 4.10 Salário Contraprestação devida e paga, mensalmente, pela ECT ao empregado pela sua prestação de serviço, de acordo com o estabelecido no Contrato Individual de Trabalho. Considera-se para efeito de cálculo de pagamento o mês comercial de 30 dias Trabalho Noturno Considera-se trabalho noturno o realizado entre as 22h (vinte e duas) horas de um dia e as 5(cinco) do dia seguinte ( 2º, art. 73 da CLT). Na ECT, conforme disposto em Acordo Coletivo de Trabalho, considera-se trabalho noturno o executado entre as 20 (vinte) horas de um dia e as 6(seis) horas do dia seguinte. A hora do trabalho noturno será computada como de 52 minutos e 30 segundos. Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras] 9

10 5. PROCEDIMENTOS DE CONTROLE E PREVENÇÃO Todo empregado deve ter acesso de forma clara, desde o início de sua relação de trabalho, a todas as normas e políticas que devem ser seguidas durante sua permanência nas dependências da empresa, por meio de comunicados, manuais, reuniões, ações educativas e de fiscalização, a fim de que o empregado tenha conhecimento quanto ao correto cumprimento de sua jornada de trabalho. Os horários de trabalho dos empregados necessitam ser controlados com a utilização de mecanismos que evidenciem suas chegadas e saídas, com a finalidade de registrar a correta jornada de trabalho para assegurar a veracidade das informações a serem apresentadas em eventuais ações trabalhistas contra a empresa. Um controle de jornada de trabalho eficiente poderá evitar que o empregado: inicie a jornada de trabalho, sem autorização, antes do horário de trabalho estabelecido, não paralise suas atividades no horário de almoço e avance, em excesso, o horário estabelecido de saída, são algumas das situações que levam os empregados a reclamar o pagamento de horas extras na justiça trabalhista. A falha na gestão, no controle e na distribuição adequada de tarefas, que visem o equilíbrio entre as necessidades da ECT e as jornadas de trabalho, normalmente, tem como consequência a realização de horas extras injustificadas, contribuindo para o aumento do desequilíbrio da carga de trabalho entre os empregados. A seguir, são apresentadas as fases do processo referente a hora extra, divididas entre a avaliação da necessidade, realização e o pagamento de hora extra, seus riscos e os principais pontos de controles. 10 Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras]

11 5.1 PRINCIPAIS PONTOS DE CONTROLE NO PROCESSO DE HORAS EXTRAS Avaliação da necessidade de convocação de empregado para a realização de horas extras Avaliação da necessidade Agentes envolvidos: gestor imediato e/ou gestor da Unidade/Área/Órgão (Diretoria Regional/Administração Central) do empregado. O mapeamento de processos permite identificar e conhecer as atividades relacionadas aos negócios existentes. O mapeamento e a descrição das atividades das unidades operacionais da ECT permite enxergar claramente os pontos fortes e pontos que precisam ser melhorados tais como: complexidade na operação, custos altos, gargalos, falhas de integração, atividades redundantes, tarefas de baixo valor agregado, retrabalho, etc. Pode ser utilizado como forma de reduzir ou eliminar a necessidade de realização de serviços extraordinários, além de fortalecer os controles internos e aumentar o desempenho do negócio. O dimensionamento de efetivo busca um melhor aproveitamento e desenvolvimento dos recursos humanos. O desenvolvimento e o acompanhamento de indicadores relacionados ao dimensionamento de pessoal possibilita ajustar os processos ao quantitativo ideal de pessoal de acordo com a necessidade das áreas, impactando diretamente na necessidade, ou não, da realização de serviços extraordinários. Dimensionar o efetivo envolve o processo sistemático e contínuo de avaliação das necessidades atuais e futuras de recursos humanos, no tocante ao quantitativo e a composição, alinhados a quantidade de produtos e serviços ofertados pela ECT. A utilização de sistemas informatizados que refletem: carga de trabalho, objetos postados, distritos existentes e etc, a exemplo do SD/WEB, SDE, STDE, devidamente atualizados, juntamente com o planejamento adequado de pessoal subsidia a decisão quanto ao dimensionamento do efetivo, o que pode contribuir para uma possível redução ou eliminação de horas extraordinárias.! O trabalho não executado durante a jornada normal de trabalho, sem motivação, não deve ser justificativa para o surgimento de demanda por serviços extraordinários. Por exemplo, Unidades Operacionais que não tiveram o volume de carga elevado e mantiveram o número de efetivo após o distritamento, a princípio, não se justifica a realização de horas extras. Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras] 11

12 5.1.1 Avaliação da necessidade de convocação de empregado para a realização de horas extras Avaliação da necessidade Agentes envolvidos: gestor imediato e/ou gestor da Unidade/Área/Órgão (Diretoria Regional/Administração Central) do empregado. O empregado somente poderá ser convocado para trabalhar em horário extraordinário, em caráter eventual e por absoluta necessidade do serviço. (art. 61 CLT). Em situações excepcionais e quando não for possível a mudança do horário de trabalho do empregado. O gestor deve evitar que os empregados excedam sua jornada de trabalho sem a devida demonstração e justificativa clara da necessidade de realização das horas extras, por meio de acordo/autorização, por escrito, entre o gestor competente e o empregado, na forma da Lei e dos normativos internos, sob pena de responsabilização pecuniária. Considerando a natureza extraordinária de prorrogação da jornada diária de trabalho, não deverá ser autorizada a realização de horas extras de forma habitual para um mesmo empregado. A implantação de uma escala bem planejada é de fundamental importância para evitar o acúmulo de carga de trabalho para o empregado e a realização de horas extras habituais. Antes de autorizar a realização de horas extras é recomendável que o gestor considere: a capacidade produtiva da unidade no horário normal de trabalho; existência de Resto; baixa quantidade de carga e etc... Análise do cargo/função do empregado antes da autorização para a realização de horas extras, pois somente os ocupantes das funções descritas no Manual de Pessoal (MANPES) possuem a permissão para serem convocados e receber pela realização de Horas Extras. Em situações contingênciais, devidamente regulamentadas, outros empregados poderão ser convocados a realizar hora extra, desde que justificada a necessidade e autorizada pela autoridade competente, e observado o limite legal.! O empregado estudante, comprovadamente matriculado, não será convocado para a realização de horas-extras em horário que coincida com o escolar durante o período letivo, sem que haja a sua expressa concordância. (Acordo Coletivo 2012/2013, cláusula 28, g). Atenção aos casos dos empregados que fazem jus ao recebimento de horas in itinere, de acordo com a súmula 90 do Tribunal Superior do Trabalho TST, V: Considerando que as horas in itinere são computáveis na jornada de trabalho, o tempo que extrapola a jornada legal é considerado como extraordinário e sobre ele deve incidir o adicional respectivo. 12 Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras]

13 5.1.1 Avaliação da necessidade de convocação de empregado para a realização de horas extras Avaliação da necessidade Agentes envolvidos: empregado/gestor imediato e/ou gestor da Unidade/Área/Órgão (Diretoria Regional/Administração Central) do empregado. Adoção do Banco de Horas como forma de redução de pagamento de horas extras. Caso a empresa tenha pretensão na implantação de um Banco de Horas, deve-se atentar para sua negociação e aprovação por meio de Acordo Coletivo de Trabalho entre a empresa e o sindicato dos trabalhadores. Apesar do Banco de Horas não ser adotado atualmente pela ECT, é um instrumento para a compensação de horas, admissível a partir da Lei 9.601/1998 e pode ser considerado como uma Boa Prática em Gestão de Pessoas, possibilitando à empresa adequar a jornada de trabalho dos empregados às suas necessidades de produção e demanda de serviços. Compensação de horas decorrentes de paralisação em dias de greve. Antes de convocação do empregado para realizar horas extras, deve ser verificado se o mesmo possui horas a compensar em função de movimentos grevistas, até que seja encerrada a compensação total das ausências em período de greve.! O empregado deve ser convocado para a compensação das ausências em dias de greve dentro do prazo estabelecido no Acordo/Dissídio Coletivo de Trabalho, observando-se os intervalos intra e entre jornadas de trabalho e o descanso semanal remunerado. Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras] 13

14 5.1.2 Realização de horas extras Realização de horas extras Agentes envolvidos: empregado, gestor imediato e/ou gestor da Unidade/Área/Órgão (Diretoria Regional/Administração Central). A realização de serviço em horário extraordinário deve ser autorizada em nível mínimo pelo respectivo Chefe de Departamento, na Administração Central, e pelo Diretor Regional Adjunto nas Diretorias Regionais. O controle do cumprimento da jornada de trabalho dos empregados é de extrema importância para evitar o trabalho extraordinário sem autorização. Tal situação gera obrigações de pagamento pela empresa ou até mesmo passivos trabalhistas e possível responsabilização dos gestores. Após a autorização para realização de horas extras pela autoridade competente, é fundamental que a execução seja supervisionada, de modo a certificar do cumprimento do limite de duas horas extras diárias (Art. 59 CLT), exceto em casos de força maior, conforme estabelecido pela CLT e pelo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). O gestor imediato deve controlar a realização da jornada extraordinária, de modo a evitar a prática de horas extras superiores ao permitido diariamente e de forma habitual pelo mesmo empregado e até o pagamento de horas extras sem a efetiva prestação do serviço.! A realização de horas extras de forma habitual para um mesmo empregado durante pelo menos um ano, quando suprimidas, asseguram ao empregado o direito a uma indenização única correspondente ao valor de um mês das horas suprimidas para cada ano ou fração igual ou superior a 6(seis) meses de prestação de serviço em horário extraordinário.(enunciado 291, TST). As horas extras realizadas sem a prévia autorização das autoridades competentes serão de responsabilidade pecuniária do gestor imediato do empregado, nas respectivas Diretorias Regionais e na Administração Central Manual de Pessoal (MANPES). Em casos excepcionais, devidamente autorizados, que excedam o limite diário de horas extras, independentemente de acordos coletivos, deverá ser comunicado, dentro de 10 (dez) dias à DRT (Delegacia Regional do Trabalho) ou, antes desse prazo, justificado no momento da fiscalização, sem prejuízo dessa comunicação (art. 61 da CLT). 14 Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras]

15 5.1.2 Realização de horas extras Realização de horas extras Agentes envolvidos: gestor imediato e/ou gestor da Unidade/Área/Órgão (Diretoria Regional/Administração Central) do empregado. O registro nos instrumentos de controle de jornada de trabalho, a título de horas extras, deve refletir exatamente às jornadas extraordinárias realizadas pelos empregados. O sistema PGP (Programa de Gestão de Pessoal) deve possuir controles efetivos que garantam as mesmas informações dos registros da jornada diária do empregado a fim de evitar pagamentos indevidos. Atentar para a possibilidade de fraude no registro de horas extras não trabalhadas. Obedecer ao intervalo com limite mínimo de 11 (onze) horas entre as jornadas. (art. 66 da CLT). A jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho orienta no sentido de que o desrespeito ao intervalo de descanso mínimo de onze horas entre jornadas acarreta os mesmos efeitos que o 4º do art. 71 da CLT, qual seja o direito ao empregado de receber as horas descansadas à menor como horas extras.! A ECT assinou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nº. 54/2007 perante o Ministério Público de Trabalho da 10ª Região, comprometendo-se a observar, em todo território nacional, a legislação referente à jornada de trabalho de seus empregados, não praticando o trabalho em horário extraordinário, a não ser nos casos específicos previstos pela legislação, em caso de aplicação de multa à Empresa pelo descumprimento do referido TAC será apurada a responsabilidade do gestor e, configurada a responsabilidade, este deverá ressarcir à Empresa as despesas decorrentes (Nota Técnica emitida pelo Departamento de Relações Trabalhistas - DERET 081/2013 Operacionalização do Dissídio Coletivo de Trabalho 2012/2013). Após a jornada normal de trabalho, caso haja a necessidade de realização de jornada extraordinária, respeitando as normas internas, a mulher empregada terá o direito a realizar um intervalo de 15 minutos entre as duas jornadas (Art. 384 CLT). Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras] 15

16 5.1.2 Realização de horas extras Realização de horas extras Agentes envolvidos: gestor imediato e/ou gestor da Unidade/Área/Órgão (Diretoria Regional/Administração Central) do empregado. Possibilidade de utilização de s e equipamentos corporativos (celulares, tablets ou notebooks) fora da empresa e do horário comercial. É recomendável que as organizações tenham uma política bem definida para a utilização de corporativo e outros dispositivos móveis fora do horário da jornada de trabalho do empregado. Tal política deve observar o disposto no Art. 6º da CLT de modo a mitigar o risco de caracterização de serviço extraordinário pelo empregado. A realização de cursos on lines, disponibilizados pela empresa. É recomendável que as organizações adotem políticas, meios de controles e os recursos necessários para que cursos online sejam realizados, preferencialmente, em suas dependências, considerando a jornada de trabalho normal do colaborador, compatibilizando com as atividades, de modo a se evitar eventuais questionamentos jurídicos sobre horas extras. Somente em casos excepcionais e nas situações em que não for possível a mudança do horário de trabalho do empregado, poderá haver realização de hora extra antes do início da jornada do trabalho. Nesse caso a Chefia da Unidade deverá justificar por escrito essa necessidade. (Manual de Pessoal). É de responsabilidade dos gestores acompanharem o cumprimento da jornada de trabalho de seus subordinados, de modo a evitar que os empregados iniciem o trabalho antes do horário previsto em sua jornada de trabalho para os que realizam o horário fixo e antes de 7h30 para os empregados com horário flexível. Tal situação, se não observada, pode gerar direito ao recebimento de horas extras não autorizadas. LEI Nº , DE 15 DE DEZEMBRO DE Alterou o art. 6o da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para equiparar os efeitos jurídicos da subordinação exercida por meios telemáticos e informatizados à exercida por meios pessoais e diretos). Art. 6 : Não se distingue entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador, o executado no domicílio do empregado e o realizado a distância, desde que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego.! Para os cursos ou reuniões obrigatórias, por exigência da ECT, se não forem realizados no horário de serviço, serão passíveis de pagamento de horas extras aos empregados ou compensação. Nesses casos deve ser comunicado ao empregado com, no mínimo, 2 (dois) dias úteis de antecedência sobre sua participação em cursos obrigatórios. (Dissídio Coletivo de Trabalho 201/2013, cláusula 18, 2 ). Apenas os empregados com autorização para realizar jornada de trabalho com horário flexível, podem compensar o horário de entrada com o de saída, isto é, chegar antes do início da jornada de trabalho e, em contrapartida, sair antes do seu término, desde que cumpridos os horários limites de entrada e saída e as horas estipuladas em seu contrato de trabalho, e também, as orientações constantes no Acordo Coletivo de Trabalho e nas normas internas.

17 5.1.3 Pagamento de horas extras Pagamento de horas extras Agentes envolvidos: : Área de Administração - Central de Gestão de Pessoas - CEGEP Rotinas de controle e de monitoramento dos dados inseridos no sistema PGP (Programa de Gestão de Pessoas) e de importação para o sistema POPULIS para realização do pagamento de horas extras. Os sistemas utilizados devem ser parametrizados para inibir lançamentos de natureza expressamente proibidas na legislação trabalhista, nos acordos ou nos dissídios coletivos, bem como seja previsto monitoramento das áreas envolvidas, dentro de suas competências, de modo que os lançamentos/pagamentos de horas extras estejam de acordo com o efetivamente trabalhado pelo empregado e pela legislação vigente. Deve-se verificar a conformidade dos dados lançados no sistema PGP, evitando os pagamentos indevidos ou sem a respectiva autorização. Demais sistemas utilizados para lançamento das informações referentes à jornada de trabalho dos empregados. Deve-se evitar a utilização de sistemas paralelos para lançamentos de informações de jornada de trabalho, tendo em vista a possibilidade da ocorrência de erros, fraudes e lançamentos impróprios, causando pagamentos indevidos, principalmente pela falta de integração entre os sistemas e a possibilidade de haver interferência manual.! A fim de se evitar fraude, pagamento indevido, elevação de custos e passivo trabalhista, é essencial que as áreas da empresa, relacionadas com a realização de horas extras, instituam controles internos eficientes quanto à autorização, execução e registro de horas extras. Deve-se manter a guarda da documentação, permanentemente organizada e pelo período estabelecido pela legislação, para que não haja prejuízos em eventuais ações trabalhistas contra a empresa (Art. 11 CLT). Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras] 17

18 6. CONCLUSÃO Esta cartilha apresentou o processo referente à gestão de horas extras na empresa, abordando os principais pontos de controle e riscos relacionados. A ECT possui uma das maiores folhas de pagamento do setor público do Brasil, com mais de empregados. Dessa forma, os assuntos voltados à gestão de pessoas são complexos e estratégicos, o que demanda a gestão de riscos estruturada e o estabelecimento de controles eficientes, visando à diminuição do impacto de processos e multas trabalhistas, além de atuar ativamente no fortalecimento da cultura organizacional, fundamentado na Ética, conforme disposições previstas no Código de Ética da ECT. A partir dessa cartilha, que compreende uma das fases do Programa de Prevenção a Fraudes, elaborada com base no mapeamento do processo e na identificação dos riscos e controles relacionados, serão desenvolvidas ações, de caráter educativo, para a sua completa disseminação entre os gestores e envolvidos no processo. Posteriormente, serão desenvolvidas as técnicas de avaliação de controles para a verificação da conformidade do processo. A proposta do Programa de Prevenção a Fraudes baseia-se na atuação proativa de equipes especializadas para identificar as situações que expõem a empresa ao risco de fraudes. O combate a fraudes é fundamental para elevar os padrões de governança corporativa. Destaca-se que a responsabilidade pelo planejamento, estabelecimento, operação, manutenção e aprimoramento dos sistemas de controles internos é dos gestores da Empresa, em todos os seus níveis, a quem recai, também, a responsabilidade pela prevenção, detecção e correção de erros e irregularidades. 18 Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras]

19 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AVALOS, José Miguel Aguilera, Instituto Chiavenato (org.). Auditoria e Gestão de Riscos. São Paulo. Saraiva BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. Decreto lei n.º5.452, de 1 de maio de Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex Coletânea de Legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, BRASIL. Tribunal de Contas da União. Manual de auditoria operacional / Tribunal de Contas da União. 3.ed.Brasília: TCU, Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo (Seprog), p. BRASIL. Tribunal Superior do Trabalho. PROCESSO Nº TST- DC Firmado por assinatura eletrônica em 04/10/2012 pelo Sistema de Informações Judiciárias do Tribunal Superior do Trabalho, nos termos da Lei nº /2006. Ministra relatora: Kátia Magalhães Arruda. Brasília, BRASÍLIA (DF). Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Vice-Presidência de Gestão de Pessoas. Manual de Pessoal - MANPES. BRASÍLIA (DF). Vice-Presidência de Gestão de Pessoas. Remuneração e carreira Hora Extra. Disponível em: <http://intranetac/diretorias/vigep/informacoes-paravoce/remuneracao-e-carreira/hora%20extra.pdf>. Acesso em: 10/05/2013. COMER, Michael J. Fraudes Corporativas [Traduzido por Editora Longarina]. São Paulo. Blucher CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE MUNICÍPIOS. Boas Práticas na Gestão Municipal Sugestões e Orientações. Disponível em: <http://www.cnm.org.br>. Acesso em: 10/05/2013. HOUAISS, Antônio: o dicionário da Língua Portuguesa. Versão Editora Objetiva HOYLER, Siegfrield. Auditoria de Pessoal. Disponível em: <http://rae.fgv.br/sites/rae.fgv.br/files/artigos/ _S pdf>. Acesso em: 10/05/2013. Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras] 19

20 MACEIÓ (AL). Controladoria Geral do Estado de Alagoas - CGE. Guia prático de uma boa gestão pública. 1ª edição Disponível em: <http://www.controladoria.al.gov.br/pesquisas-e-publicacoes/ CGE%20Cartilha% pdf/view>. Acesso em: 10/05/2013. The Institute of Internal Auditors. Normas Internacionais para a prática profissional de auditoria interna (normas) p. Disponível em: <https://na.theiia.org/standards-guidance/public%20documents/ippf%202013%20 Portuguese.pdf>. Acesso em: 21 de maio de Correios [Programa de Prevenção a Fraudes Processo de Horas Extras]

HORAS EXTRAS E SEUS REFLEXOS TRABALHISTAS

HORAS EXTRAS E SEUS REFLEXOS TRABALHISTAS CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEERIO PALESTRA HORAS

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013

JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013 JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013 DURAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO DIÁRIA: 8 HORAS SEMANAL: 44 HORAS MENSAL: 220 HORAS INTERVALOS PARA DESCANSO

Leia mais

TÓPICOS ABORDADOS. Departamento Jurídico

TÓPICOS ABORDADOS. Departamento Jurídico TÓPICOS ABORDADOS 1) JORNADA DE TRABALHO 2) HORAS NOTURNAS E ADICIONAL 3) TREINAMENTO PARA USO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 4) CARTÃO DE PONTO 5) REFEIÇÃO 1. JORNADA DE TRABALHO A) LIMITE DIÁRIO E SEMANAL

Leia mais

COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO

COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil - São Paulo, Brasil - 31 de janeiro de 2013 CONCEITO A compensação da jornada de trabalho ocorre quando o empregado

Leia mais

DECRETO Nº. 044/2013

DECRETO Nº. 044/2013 DECRETO Nº. 044/2013 DISPÕE SOBRE HOMOLOGAÇÃO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA QUE DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS PARA O REGISTRO DE FREQUÊNCIA DOS SERVIDORES MUNICIPAIS, ESTABELECENDO ROTINAS NO ÂMBITO DA PREFEITURA

Leia mais

DURAÇÃO DO TRABALHO Prof. Maria Cláudia Felten E-mail: maria.claudia.felten@terra.com.br JORNADA DE TRABALHO - Jornada de trabalho. - Benefícios da jornada de trabalho. - Diferença entre jornada de trabalho

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO 1 LIMITE DE DURAÇÃO E ANOTAÇÃO DA JORNADA PACTUADA

JORNADA DE TRABALHO 1 LIMITE DE DURAÇÃO E ANOTAÇÃO DA JORNADA PACTUADA 1 / 5 JORNADA DE TRABALHO 1 LIMITE DE DURAÇÃO E ANOTAÇÃO DA JORNADA PACTUADA A jornada máxima de trabalho, fixada pela Constituição Federal de 1988 e confirmada pelo art. 58 do Estatuto Laboral, é de 8

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO AUGUSTO COUTINHO

COMISSÃO DE TRABALHO, ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO AUGUSTO COUTINHO COMISSÃO DE TRABALHO, ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI N o 4.475, DE 2008. Concede horário especial ao trabalhador estudante. Autor: Dep. Cândido Vacarezza(PT/SP) Relator: Dep. Assis Melo

Leia mais

DECRETO JUDICIÁRIO Nº 135/2009

DECRETO JUDICIÁRIO Nº 135/2009 DECRETO JUDICIÁRIO Nº 135/2009 Dispõe sobre o registro e controle da freqüência dos servidores do Poder Judiciário. PUBLICADO NO DIÁRIO DO PODER JUDICIÁRIO NO DIA 24 DE AGOSTO DE 2009. A PRESIDENTE DO

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL Copia Controlada nº Código: RHP07 V05 Emissão: 30/05/2012 Folha: 1/18 MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS Registro de Ponto Copia Controlada nº Código: RHP07 V05 Emissão: 30/05/2012 Folha: 2/18 1 Conteúdo

Leia mais

Assim, caso a União não decretar feriado, existem as seguintes possibilidades:

Assim, caso a União não decretar feriado, existem as seguintes possibilidades: INFORMATIVO SOBRE A COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO JOGOS DA COPA DO MUNDO 2014 BRASIL ESTATÍSTICAS Levantamento realizado pela Robert Half com 100 diretores de Recursos Humanos no Brasil revela que:

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Férias

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Férias pág.: 1/6 1 Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos para programação, concessão e pagamento de férias aos empregados da COPASA MG. 2 Referências Para aplicação desta norma poderá ser necessário

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Como é efetuado o cálculo das horas extras dos empregados comissionista puro

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Como é efetuado o cálculo das horas extras dos empregados comissionista puro Como é efetuado o cálculo das horas extras dos empregados comissionista puro 25/06/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação...

Leia mais

ORIENTAÇÃO PROFESSOR - Normas

ORIENTAÇÃO PROFESSOR - Normas ORIENTAÇÃO PROFESSOR - Normas Conheça as regras especiais do contrato de trabalho do professor O professor no exercício do magistério em estabelecimento particular de ensino mereceu tratamento especial

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG000363/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/02/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR002753/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.000337/2015-27 DATA DO

Leia mais

Tutela do Trabalho dos Bancários

Tutela do Trabalho dos Bancários Tutela do Trabalho dos Bancários Éder Crestanello de Oliveira 1 Maria Bernadete Miranda 2 Resumo As relações de trabalho surgiu e ganhou projeções por volta da I Guerra Mundial na Alemanha nazista, através

Leia mais

DEPARTAMENTO PESSOAL

DEPARTAMENTO PESSOAL DEPARTAMENTO PESSOAL DÚVIDAS MAIS FREQUENTES 1 1. Documentos necessários para admissão Para o processo de admissão, o novo funcionário deverá apresentar a relação de documentos abaixo: *Carteira de Trabalho

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2014

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2014 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PE000264/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: 08/03/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR005909/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46213.003630/2013-64 DATA DO

Leia mais

Tolerância: art. 58, 1º da CLT.

Tolerância: art. 58, 1º da CLT. AULA 11: Tolerância: art. 58, 1º da CLT. Art. 58 da CLT 1º - Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de cinco minutos,

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE JORNADA DE TRABALHO

ACORDO COLETIVO DE JORNADA DE TRABALHO ACORDO COLETIVO DE JORNADA DE TRABALHO (2010/2012) QUE ENTRE SI FAZEM, DE UM LADO AS EMPRESAS Telemar Norte Leste S/A - Filial AM, TNL PCS S/A - Filial AM e Brasil Telecom S/A - Filial AM E, DO OUTRO LADO

Leia mais

ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS

ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS entre o Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO e a FENADADOS LOCAL: Sede da FENADADOS Brasília - DF DATA: 05/12/2014 HORÁRIO: 10h TEMA: Negociação

Leia mais

NORMAS E PROCEDIMENTOS SOBRE JORNADA DE TRABALHO

NORMAS E PROCEDIMENTOS SOBRE JORNADA DE TRABALHO NORMAS E PROCEDIMENTOS SOBRE JORNADA DE TRABALHO 1. OBJETIVO O departamento de Recursos Humanos da FECAP pretende com esse manual de normas e procedimentos sobre a jornada de trabalho, informar os seus

Leia mais

APRENDIZ E ESTAGIÁRIO

APRENDIZ E ESTAGIÁRIO APRENDIZ E ESTAGIÁRIO Aprendiz é aquele que mediante contrato de aprendizagem ajustado por escrito e por prazo determinado, em que o empregador se compromete a assegurar ao maior de 14 e menor de 24 anos,

Leia mais

DIÁRIO OFICIAL Nº. 31389 de 31/03/2009

DIÁRIO OFICIAL Nº. 31389 de 31/03/2009 DIÁRIO OFICIAL Nº. 31389 de 31/03/2009 GABINETE DA GOVERNADORA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº_03 /2009. O Defensor Público Geral do Estado do Pará, no uso de atribuições previstas

Leia mais

ATA DA 5ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS

ATA DA 5ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS ATA DA 5ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS entre o Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO e a FENADADOS LOCAL: Sede da FENADADOS Brasília - DF DATA: 27/01/2015 HORÁRIO: 10h TEMA: Negociação

Leia mais

TERMO ADITIVO À CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO PARA OS SUPERMERCADOS REFERENTE AO PERÍODO NATALINO ANO 2013/2014

TERMO ADITIVO À CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO PARA OS SUPERMERCADOS REFERENTE AO PERÍODO NATALINO ANO 2013/2014 TERMO ADITIVO À CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO PARA OS SUPERMERCADOS REFERENTE AO PERÍODO NATALINO ANO 2013/2014 Por este instrumento e na melhor forma de direito, de um lado o SINCOMERCIÁRIOS SINDICATO

Leia mais

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Digite o título aqui INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015 -

Leia mais

NORMA 1/10 NORMA DE CONTROLE DE FREQUÊNCIA S U M Á R I O. 1 Objetivo, 2/10. 2 Definição, 2/10. 3 Competências, 4/10

NORMA 1/10 NORMA DE CONTROLE DE FREQUÊNCIA S U M Á R I O. 1 Objetivo, 2/10. 2 Definição, 2/10. 3 Competências, 4/10 NORMA 1/10 S U M Á R I O 1 Objetivo, 2/10 2 Definição, 2/10 3 Competências, 4/10 4 Procedimentos, 4/10 4.1 Horário de Expediente e Jornada de Trabalho, 4/10 4.2 Registro de Frequência, 5/10 4.3 Apuração

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/22 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Disciplinar e normatizar os procedimentos operacionais na Administração Pública sobre a realização de jornada de trabalho extraordinária e o registro de ponto eletrônico; 1.2)

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Composição Salário Professor

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Composição Salário Professor Composição Salário Professor 10/11/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 5 5. Informações Complementares...

Leia mais

Cartilha Ponto Biométrico

Cartilha Ponto Biométrico Cartilha Ponto Biométrico Secretaria Municipal de Administração, Orçamento e Informação 2 CONTROLE E APURAÇÃO DA FREQUÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA DO MUNICÍPIO DE DIVINÓPOLIS Prezado

Leia mais

Ministério do Trabalho publica Cartilha do Estágio

Ministério do Trabalho publica Cartilha do Estágio Ministério do Trabalho publica Cartilha do Estágio O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) torna pública esta Cartilha esclarecedora sobre a nova Lei do Estágio com o objetivo de orientar Estudantes,

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável para o Cerrado Brasileiro N. VALEC NGL-03-01-002

Desenvolvimento Sustentável para o Cerrado Brasileiro N. VALEC NGL-03-01-002 Rev./ VALEC INDICAR NESTE QUADRO EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA Rev. / 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1-1 1 1 1 0 0 0 16 2 17 3 18 4 19 5 20 6 21 7 22 8 23 9 24 10 25 11 26 12 27 13 28 14 29

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS Dispõe sobre os estágios realizados pelos discentes do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - IFMG, em cumprimento da Lei nº 11.788, de 25 de setembro

Leia mais

CÁLCULOS TRABALHISTAS

CÁLCULOS TRABALHISTAS CÁLCULOS TRABALHISTAS Remuneração - Salário acrescido da média das variáveis (exemplo: comissões) dos últimos 12 meses. - Média: soma das 6 maiores parcelas variáveis mês a mês, divididas por 6, dentro

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adicional de Periculosidade sobre horas extras e férias

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adicional de Periculosidade sobre horas extras e férias Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adicional de Periculosidade sobre horas extras e férias 21/02/2014 Título do documento Sumário 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 51, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 51, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 51, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010. Dispõe sobre a jornada de trabalho, o registro e o controle da frequência dos servidores da ANAC. A DIRETORA-PRESIDENTE

Leia mais

1- CONTRATO DE TRABALHO

1- CONTRATO DE TRABALHO 1- CONTRATO DE TRABALHO 1.1 - ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO Quando o empregado é admitido - mesmo em contrato de experiência -, a empresa tem obrigatoriamente que fazer as anotações na carteira de

Leia mais

RELAÇÕES DE TRABALHO LATO SENSU

RELAÇÕES DE TRABALHO LATO SENSU RELAÇÕES DE TRABALHO LATO SENSU O trabalhador temporário é pessoa física contratada por empresa de trabalho temporário, para prestar serviços pessoalmente e mediante salário e subordinação, a empresa tomadora

Leia mais

Concurso CEF/2012. Prof: Fernando Aprato

Concurso CEF/2012. Prof: Fernando Aprato Concurso CEF/2012 CETEC POA Prof: Fernando Aprato Programa Seguro- Desemprego Introdução O Seguro-Desemprego é um benefício integrante da seguridade social, garantido pelo art.7º dos Direitos Sociais da

Leia mais

Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008

Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda Ética e Legislação em Publicidade e Propaganda Profª. Cláudia Holder Nova Lei de Estágio (Lei nº 11.788/08) Lei

Leia mais

1. Em situações excepcionais, o funcionário em regime de trabalho de 12X36h poderá ter prorrogada a jornada de trabalho?

1. Em situações excepcionais, o funcionário em regime de trabalho de 12X36h poderá ter prorrogada a jornada de trabalho? Reunião da CODAGE com os Assistentes Administrativos das Unidades realizada em 1/3/2007 Assunto: Procedimentos Administrativos sobre Horas Extras - Perguntas e Respostas 1. Em situações excepcionais, o

Leia mais

Nova Legislação Específica Sobre Estágio LEI N.º 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008.

Nova Legislação Específica Sobre Estágio LEI N.º 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Nova Legislação Específica Sobre Estágio LEI N.º 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada

Leia mais

ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 2, DE 2013.

ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 2, DE 2013. ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 2, DE 2013. Regulamenta o controle do cumprimento da jornada e do horário de trabalho pelos servidores do Senado Federal, nos termos do Ato da Comissão Diretora nº 7, de 2010. O

Leia mais

DÚVIDAS FREQÜENTES SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIO (LEI 11.788/2008)

DÚVIDAS FREQÜENTES SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIO (LEI 11.788/2008) DÚVIDAS FREQÜENTES SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIO (LEI 11.788/2008) 1. O que é o estágio? Resposta: Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 20 DE OUTUBRO DE 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 20 DE OUTUBRO DE 2014. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 20 DE OUTUBRO DE 2014. Estabelece orientações acerca do registro eletrônico de frequência dos servidores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/

http://www.lgncontabil.com.br/ ADICIONAL NOTURNO - PROCEDIMENTOS 1. INTRODUÇÃO O adicional noturno é devido ao empregado que trabalha a noite no período biológico em que a pessoa deve dormir. É no período noturno que o organismo humano

Leia mais

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo Contextualização Sumário - O Controle na Administração Pública - O Controle Externo - O Controle Interno O Controle Interno do Poder Executivo do Estado

Leia mais

Perguntas Frequentes - Trabalhista

Perguntas Frequentes - Trabalhista Perguntas Frequentes - Trabalhista 01) O empregador poderá descontar do empregado as importâncias correspondentes a danos por eles causados? 1º do art. 462 da CLT prevê a possibilidade de que, em caso

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ001554/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 12/08/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR032670/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.023032/2010-49 DATA DO

Leia mais

MINISTÉRIO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 7, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008.*

MINISTÉRIO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 7, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008.* MINISTÉRIO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 7, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008.* Estabelece orientação sobre a aceitação de estagiários no âmbito da Administração

Leia mais

1.01 - Fica reconhecida como data-base da categoria a data de 1 de maio.

1.01 - Fica reconhecida como data-base da categoria a data de 1 de maio. Acordo Coletivo de Trabalho firmado entre o Sindicato dos Servidores em Conselhos e Ordens de Fiscalizacão Profissional e Entidades Coliqadas e Afins do Estado do Espírito Santo SINDICOES-ES e a Ordem

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO. DESCRIÇÃO DAS ALTERAÇÕES: Alterações Gerais. Esta Regulamentação aplica-se a todos os empregados da MGS.

REGULAMENTAÇÃO. DESCRIÇÃO DAS ALTERAÇÕES: Alterações Gerais. Esta Regulamentação aplica-se a todos os empregados da MGS. TÍTULO: 1 / 14 REVISÃO: 4ª DATA: 16/01/2013 DESCRIÇÃO DAS ALTERAÇÕES: Alterações Gerais ELABORADO POR: Grupo Funcional APROVADO POR: Luzia Soraia Silva Ghader - Presidente VERIFICADO POR: Gilcélia Aparecida

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR. a.1) normal: 06 horas por dia e 30 horas por semana 224, caput e 226 CLT

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR. a.1) normal: 06 horas por dia e 30 horas por semana 224, caput e 226 CLT TURMA EXTENSIVA SEMANAL Prof. Otavio Calvet Data: 09.11.2009 Aula nº 31 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Contratos de Trabalho Especiais: I. Bancário a) Duração do trabalho - art. 224 CLT a.1) normal: 06 horas

Leia mais

Parágrafo Único -- Não serão compensados os aumentos decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem.

Parágrafo Único -- Não serão compensados os aumentos decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CELEBRADA ENTRE O SINDIMVET SINDICATO DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO e SINPAVET SINDICATO PATRONAL DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÀO PAULO PERÍODO

Leia mais

Conceito: Jornada de trabalho é a quantidade de labor (trabalho) diário do empregado.

Conceito: Jornada de trabalho é a quantidade de labor (trabalho) diário do empregado. 1 JORNADA DE TRABALHO Conceito: Jornada de trabalho é a quantidade de labor (trabalho) diário do empregado. Art. 58 - A duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não

Leia mais

MANUAL MANUAL DO PONTO ELETRÔNICO

MANUAL MANUAL DO PONTO ELETRÔNICO Código: MT.GPES.001 Data: 30/08/2010 Versão: 1 Página: 1 de 7 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. INTRODUÇÃO CONSIDERANDO QUE O REGISTRO DE PONTO ESTÁ PREVISTO NA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO CLT, NO ARTIGO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Publicada no DJE/STF, n.10, p. 1-3 em 16/01/2015 RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre as prerrogativas, as responsabilidades, a competência e a atuação da Secretaria de Controle Interno

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2006 SESCOOP SINDAF/DF

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2006 SESCOOP SINDAF/DF ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2006 SESCOOP SINDAF/DF ACORDO COLETIVO DE TRABALHO, que celebram de um lado, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo SESCOOP NACIONAL - CNPJ N.º 03.087.543/0001-86,

Leia mais

1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado?

1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? 1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? O pagamento em moeda corrente, mediante recibo, deverá ser feito até o 5º dia útil do período (mês, quinzena, semana)

Leia mais

Módulo Recursos Humanos

Módulo Recursos Humanos Módulo Recursos Humanos Ponto Eletrônico Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Recursos Humanos Ponto Eletrônico. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS 2 de abril de 2013 CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Hoje foi promulgada uma Emenda Constitucional que amplia os direitos trabalhistas dos empregados domésticos. Alguns direitos

Leia mais

TRT/SP: prova de Direito do Trabalho comentada

TRT/SP: prova de Direito do Trabalho comentada Olá pessoal! Na aula de hoje comentarei a prova de Direito do Trabalho para o cargo de Técnico Judiciário do TRT/SP e na próxima aula comentarei a prova de Processo do Trabalho, ambas elaboradas pela Fundação

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 91, inciso III, da Constituição Estadual,

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 91, inciso III, da Constituição Estadual, DECRETO N.º 2299 R, DE 15 DE JULHO DE 2009. (Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial de 16/07/2009) Regulamenta o estágio estudantil no âmbito do Poder Executivo Estadual e dá outras providências.

Leia mais

Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB

Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB AULA 10: Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB Amparo legal: art. 7º, II da CRFB. * urbanos e rurais: Lei nº 7.998/90, Lei nº 8.900/94 e Resolução do CODEFAT 467/05. * domésticos: artigo 6º-A da Lei

Leia mais

Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise

Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise Maria Lúcia L Menezes Gadotti Telefone : (11) 3093-6600 e-mail: marialucia.gadotti@stussinevessp.com.br Constituição Federal CLT e outras

Leia mais

Capítulo I Das Disposições Preliminares

Capítulo I Das Disposições Preliminares RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 10, DE 1º DE MARÇO DE 2004 Estabelece normas complementares relativas ao registro, controle e apuração da frequência dos servidores públicos da administração direta, autárquica e fundacional

Leia mais

PORTARIA PGR/MPU N.º 707, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2006.

PORTARIA PGR/MPU N.º 707, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2006. PORTARIA PGR/MPU N.º 707, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2006. Regulamenta a jornada de trabalho, o controle de freqüência, serviços extraordinários dos servidores do Ministério Público da União e dá outras providências.

Leia mais

DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 3 OUTROS TIPOS DE CONTRATOS DE TRABALHO

DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 3 OUTROS TIPOS DE CONTRATOS DE TRABALHO DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 3 OUTROS TIPOS DE CONTRATOS DE TRABALHO Índice 1. Outros Tipos de Contratos de Trabalho...3 1.1. Trabalho Rural... 3 1.2. Estagiário... 4 1.3. Trabalho Temporário... 5 1.4.

Leia mais

A Lei 6.019/74 que trata da contratação da mão de obra temporária abrange todos os segmentos corporativos ou há exceções?

A Lei 6.019/74 que trata da contratação da mão de obra temporária abrange todos os segmentos corporativos ou há exceções? LUANA ASSUNÇÃO ALBUQUERK Especialista em Direito do Trabalho Advogada Associada de Cheim Jorge & Abelha Rodrigues - Advogados Associados O CONTRATO TEMPORÁRIO DE TRABALHO São as conhecidas contratações

Leia mais

OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 08.09.2009 Aula nº 02

OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 08.09.2009 Aula nº 02 OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 08.09.2009 Aula nº 02 TEMAS TRATADOS EM AULA 1. JORNADA DE TRABALHO (art. 4º, CLT) O instituto tem origem na

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas

Leia mais

NOME: MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. 1ª ATIVIDADE:

NOME: MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. 1ª ATIVIDADE: MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. 1ª ATIVIDADE: Pesquisar um tema referente a matéria na biblioteca e redigir um artigo nos termos da ABNT. Obs.: tema livre; obrigatória

Leia mais

A Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, no uso de suas atribuições legais,

A Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, no uso de suas atribuições legais, Portaria n. 0957, de 25 de junho de 2012. A Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, no uso de suas atribuições legais, CONSIDERANDO os princípios da legalidade, publicidade e eficiência

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE COMPENSAÇÃO DE HORÁRIO ATRAVÉS DE BANCO DE HORAS

ACORDO COLETIVO DE COMPENSAÇÃO DE HORÁRIO ATRAVÉS DE BANCO DE HORAS ACORDO COLETIVO DE COMPENSAÇÃO DE HORÁRIO ATRAVÉS DE BANCO DE HORAS Pelo presente termo de Acordo Coletivo de Trabalho, e de acordo com a convenção Coletiva de Trabalho conforme cláusulas específicas celebraram

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 4, DE 4 DE JULHO DE 2014

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 4, DE 4 DE JULHO DE 2014 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 4, DE 4 DE JULHO DE 2014 Estabelece orientações sobre a aceitação de estagiários no âmbito da Administração

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 1/5 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES CULTURAIS, RECREATIVAS, DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, DE ORIENTAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, NO ESTADO DO PARANÁ SENALBA/PR, CNPJ 75.992.446/0001-49,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 019/2015/CSPJC-MT

RESOLUÇÃO N 019/2015/CSPJC-MT RESOLUÇÃO N 019/2015/CSPJC-MT Dispõe sobre a regulamentação do Banco de Horas no âmbito da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, e dá outras providências. O JUDICIÁRIA CIVIL DO ESTADO DE MATO GROSSO,

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG002058/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 15/05/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR018377/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.004510/2012-13 DATA DO

Leia mais

SENAC/DF - SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

SENAC/DF - SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL CAMPANHA SALARIAL - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SENAC-SERVICO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COM COMERCIAL-ADMINISTRACAO REGIONAL DO DF O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA

Leia mais

CAPÍTULO 2 CONTRATO DE TRABALHO 23 I. Noções """"'''' 23 2. Classificaçãodos contratos de trabalho """""""""""""""'''''' 24

CAPÍTULO 2 CONTRATO DE TRABALHO 23 I. Noções '''' 23 2. Classificaçãodos contratos de trabalho '''''' 24 CAPÍTULO 1 NOÇÕES DE DIREITO DO TRABALHO 1 I. Conceito................. I 2. Natureza e autonomia I Competência para legislar sobre Direito do Trabalho 2 Normas de Direito do Trabalho 3 1. Normas Trabalhistas

Leia mais

O trabalhador pode começar a trabalhar sem dispor de CTPS? Não. O empregado não poderá ser admitido se não dispuser de CTPS.

O trabalhador pode começar a trabalhar sem dispor de CTPS? Não. O empregado não poderá ser admitido se não dispuser de CTPS. Direitos básicos dos Profissionais de Educação Física PERGUNTAS E RESPOSTAS CTPS Para que serve a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)? A CTPS serve como meio de prova: a ) da relação de emprego;

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014 Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014 REGULAMENTA A GESTÃO DOS BENS MÓVEIS INTEGRANTES DO PATRIMÔNIO PÚBLICO DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS

Leia mais

Trabalho à distância: implantação e regulação jurídica. Palestrante: Dr. Wolnei Tadeu Ferreira

Trabalho à distância: implantação e regulação jurídica. Palestrante: Dr. Wolnei Tadeu Ferreira Trabalho à distância: implantação e regulação jurídica Palestrante: Dr. Wolnei Tadeu Ferreira Lei 12.551 - Artigo 6º da CLT: Embasamento legal: Não se distingue entre o trabalho realizado no estabelecimento

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE CURITIBA PR

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE CURITIBA PR EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE CURITIBA PR Tomi Lee Gando, brasileiro, casado, técnico eletricista, portador de CTPS n. 01010, série 010, inscrito no PIS sob o n. 010.010.010-10

Leia mais

ACORDO COLETIVO. Parágrafo 5º - As horas serão remuneradas com base no salário do mês de seu efetivo pagamento.

ACORDO COLETIVO. Parágrafo 5º - As horas serão remuneradas com base no salário do mês de seu efetivo pagamento. ACORDO COLETIVO Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Juiz de Fora, registro sindical nº. 10.610, inscrito no CNPJ sob nº. 20.453.643/0001-06, sito a rua Halfeld, 805/603 Juiz de Fora MG 36010-000,

Leia mais

MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA

MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA Fiscalização do Trabalho Finalidade: tem por finalidade assegurar, em todo o

Leia mais

Ciclo de Palestras para Síndicos e Administradoras de Condomínios do Grande ABC.

Ciclo de Palestras para Síndicos e Administradoras de Condomínios do Grande ABC. Ciclo de Palestras para Síndicos e Administradoras de Condomínios do Grande ABC. QUESTÕES TRABALHISTAS EM CONDOMÍNIOS Palestrante: Carlos Alexandre Cabral 2/30 1 -ESCALA 6 POR 1 Antonio (auxiliar ou servente)

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: DF000433/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 30/09/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR054260/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46206.010934/2010-24 DATA DO

Leia mais

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS 3. SALÁRIO 3.1 RECEBIMENTO DO SALÁRIO No comércio o pagamento de salários ocorre de várias formas. Alguns empregadores fazem o depósito em conta corrente e fornecem o comprovante de pagamento discriminando

Leia mais

LEI Nº 9.601, DE 21 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o contrato de trabalho por prazo determinado e dá outras providências

LEI Nº 9.601, DE 21 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o contrato de trabalho por prazo determinado e dá outras providências LEI Nº 9.601, DE 21 DE JANEIRO DE 1998 Dispõe sobre o contrato de trabalho por prazo determinado e dá outras providências (Alterada pela MP Nº 2.076-35/27.03.2001, MP Nº 2.164-41/24.08.2001 já inserida

Leia mais

Perguntas frequentes:

Perguntas frequentes: Perguntas frequentes: O equipamento é regulado para bater ponto só às 7 ou às 8 horas, nos horários tradicionais? Não, você pode bater o ponto em qualquer horário tendo como norte os horários institucionais.

Leia mais

Políticas Corporativas. Código Interno de Ética

Políticas Corporativas. Código Interno de Ética Políticas Corporativas Versão: Janeiro de 2014 Área: Risco e Compliance Responsável: Leonardo Tavares Pereira Objetivo : Este Código tem por objetivo estabelecer os princípios, conceitos e valores que

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO MINUTA DE RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO MINUTA DE RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA MINUTA DE RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Regulamenta o teletrabalho no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho e dá outras providências. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO TST, no uso de suas atribuições

Leia mais

É a ausência ao trabalho e pode ser justificada nas seguintes situações:

É a ausência ao trabalho e pode ser justificada nas seguintes situações: Frequência Conceito O comparecimento do servidor na unidade organizacional (local de trabalho) onde tem exercício, para o desempenho das atribuições do seu cargo caracteriza a frequência. A ausência do

Leia mais

INSTITUTO METODISTA DE EDUCAÇÃO

INSTITUTO METODISTA DE EDUCAÇÃO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO PARA REGULARIZAÇÃO DO CONTROLE DE JORNADA DE TRABALHO ATRAVÉS DE REGISTRO ELETRÔNICO DE MARCAÇÃO DE PONTO POR MEIO DE CARTÃO MAGNÉTICO OU SISTEMA BIOMÉTRICO. Acordo Coletivo

Leia mais

Código. de Conduta do Fornecedor

Código. de Conduta do Fornecedor Código de Conduta do Fornecedor 03/2014 Índice 1. Considerações... 03 2. Decisões... 04 3. Diretrizes... 05 3.1. Quanto à Integridade nos Negócios... 05 3.2. Quanto aos Direitos Humanos Universais... 06

Leia mais

Cartilha Ponto Eletrônico

Cartilha Ponto Eletrônico Cartilha Ponto Eletrônico Procedimentos Importantes 2014 CAERN Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte. Cartilha: Ponto Eletrônico Procedimentos Importantes. 1. ed. Natal, 2014. Elaboração,

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTO DE APURAÇÃO DE FREQUÊNCIA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTO DE APURAÇÃO DE FREQUÊNCIA 22/0/203. INTRODUÇÃO A Política de Apuração de Frequência tem por objetivo estabelecer as regras para falta e atraso, além de estabelecer controles relativos à apuração de informações de frequência de

Leia mais