PLATAFORMA CONTINENTAL O Novo Mapa de Portugal. Seminário Diplomático

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLATAFORMA CONTINENTAL O Novo Mapa de Portugal. Seminário Diplomático"

Transcrição

1 PLATAFORMA CONTINENTAL O Novo Mapa de Portugal 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 1 1

2 Sumário O limite exterior da plataforma continental para lá das 200 milhas náuticas Plataforma continental: o projeto português O projeto português no contexto internacional Resumo conclusivo 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 2 2

3 O limite exterior da plataforma continental para lá das 200 milhas náuticas Território emerso Linha de costa A linha de costa é, por regra, a referência para a definição do limite exterior do mar territorial, zona contígua e zona económica exclusiva 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 3 3 M = milha náutica = metros

4 O limite exterior da plataforma continental para lá das 200 milhas náuticas Território emerso Linha de costa Perfil do fundo marinho Ponto de máxima inflexão do perfil A linha de costa é, por regra, a referência para a definição do limite exterior do mar territorial, zona contígua Pé e do zona talude económica continental exclusiva O pé do talude continental é a referência para determinar o limite exterior da plataforma continental para lá das 200 milhas náuticas 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 4 4

5 O limite exterior da plataforma continental para lá das 200 milhas náuticas Existe camada sedimentar de relevo regra de Gardiner Território emerso Limite máximo: 350 M ou batimétrica 2500 m M Perfil do fundo marinho Ponto de máxima inflexão do perfil Camada sedimentar e 0,01 D D e Pé do talude continental O pé do talude continental é a referência para determinar o limite exterior da plataforma Bordo exterior continental da margem para lá das continental 200 milhas / Limite náuticas exterior da plataforma continental 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 5 5 M = milha náutica = metros

6 O limite exterior da plataforma continental para lá das 200 milhas náuticas Não existe camada sedimentar de relevo regra de Hedberg Território emerso Limite máximo: 350 M ou batimétrica 2500 m M Camada sedimentar e e 0,01 D D Bordo exterior da margem continental / Limite exterior da plataforma continental 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 6 6 M = milha náutica = metros

7 O limite exterior da plataforma continental para lá das 200 milhas náuticas Limite máximo: 350 M ou batimétrica 2500 m M Território emerso Para definir o limite exterior da plataforma continental é preciso conhecer com rigor a forma dos fundos marinhos e a natureza do respetivo subsolo Bordo exterior da margem continental / Limite exterior da plataforma continental 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 7 7 M = milha náutica = metros

8 Sumário O limite exterior da plataforma continental para lá das 200 milhas náuticas Plataforma continental: o projeto português O projeto português no contexto internacional Resumo conclusivo 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 8 8

9 Plataforma continental: o projeto português Até 2005: poucos dados, de má qualidade, desadequados para o projeto Aquisição de capacidades Hidrografia: feixe simples Hidrografia: dados com má resolução Sísmica multicanal: apenas junto à costa Hidrografia: resolução necessária Até 2008 INSTITUTO DIPLOMÁTICO Áreas fora de alcance 1/9/2014 Após 2008 PROJETAR PORTUGAL 9 9

10 Plataforma continental: o projeto português Origem dos dados usados na submissão portuguesa (2009) Dados adquiridos Alta qualidade: hidrografia, geologia, geofísica, gravimetria, magnetismo Dados adquiridos (EMEPC) Bases de dados públicas Pontos de pé do talude que contribuem para o limite exterior da margem continental Bases de dados públicas Essencialmente usados dados de hidrografia Qualidade inferior, mas cumprem padrões das Guidelines 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 10 10

11 Plataforma continental: o projeto português Proposta portuguesa à Comissão de Limites da Plataforma Continental Áreas marinhas protegidas (OSPAR) Rainbow Limite exterior da plataforma continental Altair 3 Mid Atlantic Ridge North of Azores 1 ZEE ZEE 5 4 Antialtair Madeira 5 - Josephine 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 11 11

12 Plataforma continental: o projeto português Desafios e oportunidades: dimensão estratégica Submissão portuguesa Plataforma continental além das 200 M Km M 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 12 12

13 Plataforma continental: o projeto português Desafios e oportunidades: conhecimento > 400 dias de cruzeiro científico > 5000 dias de cientista, nacionais e estrangeiros, a bordo Uma das maiores bases de dados do Oceano no que respeita à hidrografia As maiores expedições de biologia marinha realizadas em Portugal, com centenas de novas espécies inventariadas (Projeto > 50 projetos de investigação, desenvolvimento e inovação (IDI) apoiados Inúmeras cedências de dados para projetos de investigação científica Realização de inúmeros mestrados e doutoramentos nas áreas de conhecimento diretamente ligados ao projeto de extensão (hidrografia, geologia, geofísica e direito internacional), mas também, entre outras, nas áreas da física aplicada e biologia 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 13 13

14 Plataforma continental: o projeto português Desafios e oportunidades: recursos minerais Recursos minerais metálicos: Depósitos de sulfuretos maciços; sedimentos metalíferos; nódulos polimetálicos; crostas Fe-Mn ricas em Cobalto Metais com potencial económico: Ouro; Prata; Zinco, Cobalto; Níquel; Cobre; metais de alta tecnologia Energia: 35% da produção global de petróleo e 27% da produção de gás natural ocorrem no offshore Hidratos de Metano (no subsolo oceânico, enterrados nos sedimentos) Estima-se que os Hidratos de Metano existentes correspondam a 10% das reservas de carvão, petróleo e gás natural potencialmente exploráveis 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 14 14

15 Plataforma continental: o projeto português Desafios e oportunidades: recursos vivos Recursos genéticos do oceano profundo Substâncias anti-inflamatórias e anti-cancerígenas Tratamento de VIH-SIDA, malária e doenças cardiovasculares Antibióticos e anti-fúngicos Agentes anti-coagulantes e de regeneração de tecidos Cosméticos e filtros solares Aplicações industriais Combate à poluição por biorremediação de metais pesados 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 15 15

16 Plataforma continental: o projeto português Datas de maior relevo 1997 Portugal ratifica a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, de Criação da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC) 2009 Proposta portuguesa entregue à Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC) # de ordem: Apresentação formal da proposta à CLPC 2015/16 Previsão para a constituição da subcomissão da CLPC que apreciará a proposta portuguesa A EMEPC foi o órgão que concebeu, planeou e executou a proposta de extensão da plataforma continental portuguesa. Outras entidades que colaboraram: Marinha Portuguesa, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Laboratório Associado Instituto D. Luiz, Centro de Geofísica de Évora e Departamento de Geociências da Universidade de Évora, Instituto Geográfico Português e Fundação para a Ciência e Tecnologia. 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 16 16

17 Parceiros EMEPC Plataforma continental: o projeto português 26 + de de 40 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 17 17

18 Sumário O limite exterior da plataforma continental para lá das 200 milhas náuticas Plataforma continental: o projeto português O projeto português no contexto internacional Resumo conclusivo 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 18 18

19 O projeto português no contexto internacional Sumário executivo da proposta de Espanha Informação preliminar de Espanha 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 19 19

20 O projeto português no contexto internacional LEPC 350 M Prolongamento natural de Espanha 200 M Solução comum Área de interesse comum (AIC) LEPC Art.º 76º da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM): A plataforma continental constitui o prolongamento natural LEPC: do território Limite exterior emerso da do plataforma Estado costeiro continental Área de Interesse comum: Releva apenas para a definição do LEPC (Não prejudica futura delimitação lateral) Torna comum o LEPC de PRT e ESP (solução jurídica/técnica comum) Compromisso conjunto de defender a solução acordada Troca de dados e informação Reconhece implicitamente LBR portuguesa 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 20 20

21 O projeto português no contexto internacional A questão das ilhas selvagens A questão Interação das com ilhas Marrocos selvagens 30 M 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 21 21

22 O projeto português no contexto internacional Estado proponente Proposta Lei Secretário Geral das Nações Unidas Comunidade internacional aprecia LEPC = 200 M LEPC > 200 M sim não Rev. da proposta ou nova proposta sim Limites finais e obrigatórios não Recomendações favoráveis Plenário Subcomissão Comissão de limites da plataforma continental Apreciação da proposta portuguesa prevista para 2015/16 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 22 22

23 Sumário O limite exterior da plataforma continental para lá das 200 milhas náuticas Plataforma continental: o projeto português O projeto português no contexto internacional Resumo conclusivo 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 23 23

24 Resumo conclusivo O início dos trabalhos de preparação da proposta portuguesa para a extensão da plataforma continental constituiu o início de uma nova relação de Portugal com o mar, agora no âmbito técnico e científico, que terão consequências económicas importantes. O projeto português impulsionou de forma profunda o conhecimento do Oceano e as capacidades que Portugal presentemente detém, situados ao mais alto nível internacional. À data da entrega à CLPC (2009) o projeto português de extensão da plataforma continental tinha o maior levantamento hidrográfico de alta qualidade realizado para esse efeito a nível mundial. A proposta de extensão da plataforma continental portuguesa tem doutrina própria (princípios e metodologia) que se conforma com o direito internacional e os documentos técnicos internacionais de maior relevo, constituindo uma solução integrada e coerente face à diversidade dos contextos geológicos que abrange. Não existem disputas (no sentido jurídico do termo) com os Estados vizinhos, com influência na apreciação da proposta de extensão. Com Espanha é promovida uma solução comum para o limite exterior da plataforma continental, ficando a delimitação entre os Estados diferida para uma fase posterior. Com Marrocos, a potencial interação no âmbito da plataforma continental para lá das 200 milhas é muito pequena, desconhecendo-se as intenções deste Estado em apresentar uma proposta de extensão. 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 24 24

25 PLATAFORMA CONTINENTAL O Novo Mapa de Portugal 1/9/2014 PROJETAR PORTUGAL 25 25

Sobre o Mar. de Portugal. Capacidades e Competências. ASSUNTOS DO MAR Estrutura de Missão Manuel Pinto de Abreu

Sobre o Mar. de Portugal. Capacidades e Competências. ASSUNTOS DO MAR Estrutura de Missão Manuel Pinto de Abreu Sobre o Mar Capacidades e Competências de Portugal ASSUNTOS DO MAR Estrutura de Missão Manuel Pinto de Abreu O Retorno de Portugal ao Oceano É ( )) intenção do Governo criar condições favoráveis veis e

Leia mais

Laboratório de Oceanografia Geológica

Laboratório de Oceanografia Geológica O Laboratório de Oceanografia Geológica LOG concentra suas pesquisas para no reconhecimento, e caracterização de ambientes costeiros e marinhos visando o aproveitamento do seu potencial natural, especificamente

Leia mais

Os Recursos Minerais na nossa vida

Os Recursos Minerais na nossa vida Os Recursos Minerais na nossa vida Min. Volfrâmio Expl. Argilas Gesso Cobre nativo Calcário Granito Ouro Expl. Areias Min. Chumbo Min. Urânio Realizado por INETI, Área de Geologia Económica (Daniel Oliveira,

Leia mais

Hypercluster do mar. Setembro 2009

Hypercluster do mar. Setembro 2009 Hypercluster do mar Setembro 2009 Hypercluster do mar Segurança Marítima Projecto MarBIS Fórum cientifico e tecnológico Considerações finais 2 Hypercluster do mar Parcerias com empresas petrolíferas com

Leia mais

A Geologia submarina do sul de Portugal Continental e o projecto de Extensão da Plataforma Continental jurídica

A Geologia submarina do sul de Portugal Continental e o projecto de Extensão da Plataforma Continental jurídica A Geologia submarina do sul de Portugal Continental e o projecto de Extensão da Plataforma Continental jurídica Pedro Terrinha (1) e Nuno Lourenço (2,3) 1. Laboratório Nacional de Energia e Geologia 2.

Leia mais

Dia Regional Norte do Engenheiro 2016

Dia Regional Norte do Engenheiro 2016 Agenda 1. Ponto de Situação 2. O Conceito 3. Construção do Projeto de Portugal 4. Um Mapa de Potenciais Disputas 5. Por um Futuro de Sucesso O Projecto de Portugal A Lista de Espera não Dia Regional Norte

Leia mais

ROV s robots submarinos. Disciplinas intervenientes Língua Portuguesa, Educação Visual e Tecnológica, Ciências Naturais, Língua Inglesa.

ROV s robots submarinos. Disciplinas intervenientes Língua Portuguesa, Educação Visual e Tecnológica, Ciências Naturais, Língua Inglesa. Disciplinas intervenientes Língua Portuguesa, Educação Visual e Tecnológica, Ciências Naturais, Língua Inglesa. 1 Motivação. Visita ao Instituto Hidrográfico ou. Visita a um Veículo de Operação Remota

Leia mais

Direito do Mar: evolução e repercussão política. O caso especial das pescas

Direito do Mar: evolução e repercussão política. O caso especial das pescas Direito do Mar: evolução e repercussão política. O caso especial das pescas Marta Chantal Ribeiro Conferência de Lançamento do Livro Políticas Públicas do Mar, 23 de Novembro de 2010 Direito do Mar - Conceito:

Leia mais

Engenharia Hidrográfica: do fio-de-prumo ao sondador multifeixe. Fernando Freitas Artilheiro Divisão de Hidrografia

Engenharia Hidrográfica: do fio-de-prumo ao sondador multifeixe. Fernando Freitas Artilheiro Divisão de Hidrografia Engenharia Hidrográfica: do fio-de-prumo ao sondador multifeixe Fernando Freitas Artilheiro Divisão de Hidrografia Sondagem a prumo Sondagem com sondadores acústicos Sumário Introdução Requisitos mínimos

Leia mais

Anderson Gomes de Almeida 1, Alberto Garcia de Figueiredo Jr. 2, Gilberto Pessanha Ribeiro 3

Anderson Gomes de Almeida 1, Alberto Garcia de Figueiredo Jr. 2, Gilberto Pessanha Ribeiro 3 MODELAGEM NUMÉRICA DO TERRENO A PARTIR DA RECUPERAÇÃO DA BATIMETRIA DE 1958 NA FOZ DO RIO PARAÍBA DO SUL E DA ÁREA DA PLATAFORMA CONTINENTAL ADJACENTE, E SUAS APLICAÇÕES GEOLÓGICAS Anderson Gomes de Almeida

Leia mais

OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012

OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012 OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012 RUI AZEVEDO II ENCONTRO DOS PARCEIROS DO CLUSTER DO CONHECIMENTO E DA ECONOMIA DO MAR AVEIRO 28 JANEIRO 2011 PONTOS A ABORDAR

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. Lei n. o 7/2002

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. Lei n. o 7/2002 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL Lei n. o 7/2002 de 20 de Setembro FRONTEIRAS MARÍTIMAS DO TERRITÓRIO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE A Constituição da República Democrática

Leia mais

OS ESTUÁRIOS NA MARGEM CONTINENTAL SUL dialética do acontecimento sedimentar

OS ESTUÁRIOS NA MARGEM CONTINENTAL SUL dialética do acontecimento sedimentar OS ESTUÁRIOS NA MARGEM CONTINENTAL SUL dialética do acontecimento sedimentar Publicado no site em 13/11/2014 Euripedes Falcão Vieira*/** Na margem continental sul-brasileira a presença de dois estuários

Leia mais

Ciências da Informação Geográfica Aula de Hidrografia. Definição e Objectivo da Hidrografia. Questão colocada a um painel de peritos em 1979

Ciências da Informação Geográfica Aula de Hidrografia. Definição e Objectivo da Hidrografia. Questão colocada a um painel de peritos em 1979 Hidrografia Definição e Objectivo da Hidrografia O que é a Hidrografia? Questão colocada a um painel de peritos em 1979 Identificados três vertentes essenciais Identificados três grupos de utilizadores

Leia mais

Importância de Moçambique em termos ambientais. Situação de pobreza em que vive a maioria da população moçambicana. Corrida aos recursos naturais

Importância de Moçambique em termos ambientais. Situação de pobreza em que vive a maioria da população moçambicana. Corrida aos recursos naturais Carlos Manuel Serra Importância de Moçambique em termos ambientais. Situação de pobreza em que vive a maioria da população moçambicana. Corrida aos recursos naturais destaque para os petrolíferos e mineiros

Leia mais

Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 B-1-I-2. Atualização janeiro 2015

Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 B-1-I-2. Atualização janeiro 2015 ANEXO B APÊNDICE 3 ADENDA I RAM - RECURSOS NATURAIS - SISTEMA INTEGRADO RECURSOS NATURAIS SISTEMA Estratégia Nacional para o Mar 2013 / 2020 A-A-1 Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 B-1-I-2 RECURSOS

Leia mais

PETRÓLEO. Prof. Marcos Colégio Sta. Clara

PETRÓLEO. Prof. Marcos Colégio Sta. Clara PETRÓLEO Prof. Marcos Colégio Sta. Clara CONCEITO E ORIGEM Petróleo: do latim petrus (pedra) + oleum (óleo) = óleo de pedra É uma substância de origem orgânica, oleosa, inflamável, geralmente menos densa

Leia mais

Hidrografia e Litoral

Hidrografia e Litoral Conferência Internacional ESTRUTURA ECOLÓGICA NACIONAL CONCEITOS E DELIMITAÇÃO Auditório da Torre do Tombo, 22 de Novembro de 2013 Hidrografia e Litoral João Silva Natália Cunha Ana Müller Lopes Manuela

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 58/X. Exposição de Motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 58/X. Exposição de Motivos PROPOSTA DE LEI N.º 58/X Exposição de Motivos Portugal é parte da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, assinada em 10 de Dezembro de 1982, e do Acordo Relativo à Aplicação da Parte XI da

Leia mais

COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca. Recursos Minerais e Energéticos

COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca. Recursos Minerais e Energéticos COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca Recursos Minerais e Energéticos O que são recursos minerais? Recursos minerais são substâncias naturais inorgânicas que foram descobertas

Leia mais

Projeto financiado pela

Projeto financiado pela Projeto financiado pela Enquadramento Literacia dos Oceanos Estratégia Nacional para o Mar IPMA e EMEPC Candidatura ao Escolher Ciência financiamento Ciência Viva Objetivos gerais Despertar a curiosidade,

Leia mais

( ) Componente do Patrimônio Genético sem acesso ao Conhecimento Tradicional Associado

( ) Componente do Patrimônio Genético sem acesso ao Conhecimento Tradicional Associado MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Departamento do Patrimônio Genético Secretaria Executiva do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético FORMULÁRIO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO DE ACESSO E REMESSA A COMPONENTE

Leia mais

Projeto 1 do Plano de Ação Lixo Marinho Açores

Projeto 1 do Plano de Ação Lixo Marinho Açores Projeto 1 do Plano de Ação Lio Marinho Açores Projeto DQEM DeLioMar Lio Marinho Descrição É um projeto de âmbito nacional, incluído no programa de monitorização de Portugal, para responder ao Descritor

Leia mais

Instituto Hidrográfico - Marinha. Infra-estrutura de dados geoespaciais sobre o ambiente marinho

Instituto Hidrográfico - Marinha. Infra-estrutura de dados geoespaciais sobre o ambiente marinho Instituto Hidrográfico - Marinha Infra-estrutura de dados geoespaciais sobre o ambiente marinho Sumário Instituto Hidrográfico - Capacidades instaladas A Actividade Capacidades únicas Integração dos sistemas

Leia mais

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores Fotografias PauloHSilva//siaram Saber Mais... Ambiente Açores Convenção Diversidade Biológica O que é a Convenção da Diversidade Biológica? A Convenção da Diversidade Biológica é um acordo assinado entre

Leia mais

Grupo de trabalho «Inovação»

Grupo de trabalho «Inovação» Comissão Arco Atlântico Grupo de trabalho «Inovação» Projecto de plano da ação para 2015-2016 Objetivo do grupo A Aquitânia deseja mobilizar as Regiões Atlânticas para a questão da inovação na Economia

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS

CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS Introdução Os oceanos ocupam cerca de 71% da superfície da Terra As partes mais profundas atingem quase 11000 metros Profundidade média dos oceanos é 3800 m. Volume

Leia mais

Política de investimento na Comunidade

Política de investimento na Comunidade Política de investimento na Comunidade Galp Energia in NR-006/2014 1. ENQUADRAMENTO Na sua Política de Responsabilidade Corporativa, aprovada em 2012, a GALP ENERGIA estabeleceu o compromisso de promover

Leia mais

Importância das sinergias para o desenvolvimento das Energias Renováveis Marinhas Frederico Pinto Ferreira

Importância das sinergias para o desenvolvimento das Energias Renováveis Marinhas Frederico Pinto Ferreira Importância das sinergias para o desenvolvimento das Energias Renováveis Marinhas Frederico Pinto Ferreira Workshop - Oportunidades de negócio em energias renováveis marinhas ATLANTIC POWER CLUSTER INEGI

Leia mais

Estratégia de Especialização Inteligente para a Região de Lisboa

Estratégia de Especialização Inteligente para a Região de Lisboa Diagnóstico do Sistema de Investigação e Inovação: Desafios, forças e fraquezas rumo a 2020 FCT - A articulação das estratégias regionais e nacional - Estratégia de Especialização Inteligente para a Região

Leia mais

SNIMar - Informação geográfica integrada para a gestão de águas marinhas e costeiras

SNIMar - Informação geográfica integrada para a gestão de águas marinhas e costeiras SNIMar - Informação geográfica integrada para a gestão de águas marinhas e costeiras Teresa Rafael 11 de março de 2014 Pontos chave: O que é o SNIMar? Quais são os objetivos? Organização e gestão do projeto

Leia mais

Direitos Brasileiros de Zona Econômica Exclusiva e de Plataforma Continental em Torno do Arquipélago de São Pedro e São Paulo,

Direitos Brasileiros de Zona Econômica Exclusiva e de Plataforma Continental em Torno do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Direitos Brasileiros de Zona Econômica Exclusiva e de Plataforma Continental em Torno do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, por Joanisval Brito Gonçalves I INTRODUÇÃO Este trabalho trata da proposta

Leia mais

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações Página 144 VIII/11. Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações A Conferência das Partes, Informando-se sobre o relatório do Secretário Executivo sobre as atividades do

Leia mais

Os sistemas de informação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia: contributo para uma perspectiva integrada da gestão da informação

Os sistemas de informação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia: contributo para uma perspectiva integrada da gestão da informação Os sistemas de informação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia: contributo para uma perspectiva integrada da gestão da informação Encontro Internacional de Arquivos Universidade de Évora 3-4 de Outubro

Leia mais

É esta imensidão de oceano, que mais tarde ou mais cedo teremos de aproveitar de um modo sustentável.

É esta imensidão de oceano, que mais tarde ou mais cedo teremos de aproveitar de um modo sustentável. Pescas Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo Senhoras e Senhores Membros do Governo É inevitável olhar as ilhas na sua descontinuidade e imaginá-las

Leia mais

O CAMINHO MARÍTIMO PARA A INDUSTRIA EXTRATIVA. Joaquim Góis Departamento de Engenharia de Minas Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

O CAMINHO MARÍTIMO PARA A INDUSTRIA EXTRATIVA. Joaquim Góis Departamento de Engenharia de Minas Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto O CAMINHO MARÍTIMO PARA A INDUSTRIA EXTRATIVA Joaquim Góis Departamento de Engenharia de Minas Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto 2 AGENDA 1. O PLANETA TERRA E OS OCEANOS OS OCEANOS 2. PORTUGAL

Leia mais

EstratégiaNacionalparaoMar2013-2020

EstratégiaNacionalparaoMar2013-2020 RelatóriodaPonderaçãodoProcessodeDiscussãoPúblicada EstratégiaNacionalparaoMar2013-2020 Relatório da Ponderação do processo de Discussão Pública da Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 1. Introdução

Leia mais

PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ACTIVIDADES DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA

PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ACTIVIDADES DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ACTIVIDADES DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA a. Enquadramento Legislativo Nos termos conjugados dos artigos 19.º, 21.º, 25.º, 55º, do ponto ii), da alínea b), do nº1,

Leia mais

Economia Azul Plataformas Offshore e Oportunidades Oportunidades de Negócio e Investimento 26 Nov. 2012

Economia Azul Plataformas Offshore e Oportunidades Oportunidades de Negócio e Investimento 26 Nov. 2012 Seminário Anual WavEC Economia Azul Plataformas Offshore e Oportunidades Oportunidades de Negócio e Investimento 26 Nov. 2012 Direção-Geral de Energia e Geologia Pedro Cabral Potencial renovável marinho

Leia mais

O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal. (Resumo)

O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal. (Resumo) O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal (Resumo) O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal Um novo domínio estratégico e um factor de afirmação A economia portuguesa está a sofrer uma descontinuidade

Leia mais

II ENCONTRO DOS PARCEIROS DO CLUSTER DO CONHECIMENTO E DA ECONOMIA DO MAR AVEIRO 28 JANEIRO 2011

II ENCONTRO DOS PARCEIROS DO CLUSTER DO CONHECIMENTO E DA ECONOMIA DO MAR AVEIRO 28 JANEIRO 2011 O NOVO CICLO DE FUNDOS COMUNITÁRIOS AO SERVIÇO DO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL, Porto 07.06.13 O CONTRIBUTO DO MAR PARA O CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL DAS REGIÕES PORTUGUESAS Rui Azevedo II ENCONTRO DOS PARCEIROS

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 2444 Diário da República, 1.ª série N.º 90 9 de maio de 2012 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Resolução do Conselho de Ministros n.º 46/2012 A Resolução do Conselho de Ministros n.º 83/2010, de 21

Leia mais

Lei de Minas REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE. Lei nº 14/2002, de 26 de Junho

Lei de Minas REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE. Lei nº 14/2002, de 26 de Junho Lei de Minas REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei nº 14/2002, de 26 de Junho Os recursos minerais da República de Moçambique, quando racionalmente avaliados e utilizados, constituem um factor

Leia mais

Jacques Piccard e o Ten. Don Walsh atingiram o Challenger Deep, a 10.911 m (35.797pés) abaixo da linha de água, em 23 de Janeiro de 1960.

Jacques Piccard e o Ten. Don Walsh atingiram o Challenger Deep, a 10.911 m (35.797pés) abaixo da linha de água, em 23 de Janeiro de 1960. Jacques Piccard e o Ten. Don Walsh atingiram o Challenger Deep, a 10.911 m (35.797pés) abaixo da linha de água, em 23 de Janeiro de 1960. Jacques Piccard bathyscaphe Trieste de Auguste Piccard Mais nenhum

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA SÉRGIO RICARDO SEGOVIA BARBOSA A AMAZÔNIA AZUL: a sua gênese e a sua importância para o Brasil

ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA SÉRGIO RICARDO SEGOVIA BARBOSA A AMAZÔNIA AZUL: a sua gênese e a sua importância para o Brasil ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA SÉRGIO RICARDO SEGOVIA BARBOSA A AMAZÔNIA AZUL: a sua gênese e a sua importância para o Brasil Rio de Janeiro 2012 SÉRGIO RICARDO SEGOVIA BARBOSA A AMAZÔNIA AZUL: a sua gênese

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA - MME SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL-SGM BANCO MUNDIAL

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA - MME SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL-SGM BANCO MUNDIAL CONTRATO Nº 48000.003155/2007-17: DESENVOLVIMENTO DE ESTUDOS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DUODECENAL (2010-2030) DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA - MME SECRETARIA

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 28/IX SOBRE A REVISÃO DA POLÍTICA COMUM DAS PESCAS

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 28/IX SOBRE A REVISÃO DA POLÍTICA COMUM DAS PESCAS PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 28/IX SOBRE A REVISÃO DA POLÍTICA COMUM DAS PESCAS A Assembleia da República, reunida em Plenário para um debate de urgência sobre as propostas da Comissão Europeia de reforma

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

45 mm INDICADORES DE PALEOLINHAS DE COSTA E VARIAÇÕES DO NÍVEL DO MAR NA PLATAFORMA CONTINENTAL SUL DE ALAGOAS

45 mm INDICADORES DE PALEOLINHAS DE COSTA E VARIAÇÕES DO NÍVEL DO MAR NA PLATAFORMA CONTINENTAL SUL DE ALAGOAS INDICADORES DE PALEOLINHAS DE COSTA E VARIAÇÕES DO NÍVEL DO MAR NA PLATAFORMA CONTINENTAL SUL DE ALAGOAS Fontes, L.C.S. 1 ; Santos, L.A. 1 ; Santos J.R. 1 ; Mendonça, J.B.S. 1 ; Santos, V.C.E 1 ; Figueiredo

Leia mais

Recursos Marinhos n. Vivos - 1/2 bloco

Recursos Marinhos n. Vivos - 1/2 bloco Recursos Marinhos n. Vivos - 1/2 bloco Objectivo teórico: fazer panorámico do aproveitamento potencial ou efectivo dos recursos minerais marinhos: Minerais detríticos, minerais hidrotermais, minerais hidrogénicos

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Decreto Legislativo Regional n.º 28/2011/A de 11 de Novembro de 2011

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Decreto Legislativo Regional n.º 28/2011/A de 11 de Novembro de 2011 ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Decreto Legislativo Regional n.º 28/2011/A de 11 de Novembro de 2011 Estrutura o Parque Marinho dos Açores Nos termos do disposto no Decreto Legislativo

Leia mais

ID: 61245534 03-10-2015

ID: 61245534 03-10-2015 ID: 61245534 03-10-2015 Tiragem: 29592 País: Portugal Period.: Diária Pág: 17 Cores: Cor Área: 15,92 x 30,00 cm² Corte: 1 de 1 A1 Sapo Moçambique Online Visitas diárias: 2119 País: MZ OCS: Sapo Moçambique

Leia mais

Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013

Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 A. Âmbito e objetivos do exercício de avaliação A Fundação para

Leia mais

AS NOVAS FRONTEIRAS DO PETRÓLEO BRASILEIRO

AS NOVAS FRONTEIRAS DO PETRÓLEO BRASILEIRO XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. AS NOVAS FRONTEIRAS DO PETRÓLEO BRASILEIRO Leonardo Antonio Monteiro Pessôa (COPPE/UFRJ) lampessoa@terra.com.br Rodrigo Abrunhosa Collazo (COPPE/UFRJ)

Leia mais

Testes de Diagnóstico

Testes de Diagnóstico INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA agrinov.ajap.pt Coordenação Técnica: Associação dos Jovens Agricultores de Portugal Coordenação Científica: Miguel de Castro Neto Instituto Superior de Estatística

Leia mais

ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO AULA 4

ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO AULA 4 ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO AULA 4 ESCALA DO TEMPO GEOLÓGICO Organiza os principais eventos ocorridos na história do planeta ERA PRÉ -CAMBRIANA DESAFIO (UEPG) ex. 1 p. 181 - A história e a evolução da

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE MAPAS AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA

PADRONIZAÇÃO DE MAPAS AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA ANEXO 4 PADRONIZAÇÃO DE MAPAS AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA Este roteiro visa orientar a metodologia para delimitar área de ocorrência/extensão e padronizar a apresentação dos

Leia mais

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Gestão 2013-2017 Plano de Trabalho Colaboração, Renovação e Integração Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Goiânia, maio de 2013 Introdução Este documento tem por finalidade apresentar o Plano de Trabalho

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

Importância das caracterizações ambientais marinhas para gestão ambiental

Importância das caracterizações ambientais marinhas para gestão ambiental Importância das caracterizações ambientais marinhas para gestão ambiental Ana Paula C. Falcão Eduardo H. Marcon Maria Eulália R. Carneiro Maurício L. Fonseca Talita A. A. Pereira CENPES/PETROBRAS Márcia

Leia mais

I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Cascais, 23 de junho de 2015. Declaração de Cascais

I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Cascais, 23 de junho de 2015. Declaração de Cascais I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Cascais, 23 de junho de 2015 Declaração de Cascais Os Ministros responsáveis pela Energia da Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL FICHA DE APRESENTAÇÃO SISTEMA INTERATIVO DE MONITORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO PARA O APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DA PLATAFORMA DE C O O P E R A Ç Ã O A M B I

Leia mais

FÓRUM OCEANO Associação da Economia do Mar

FÓRUM OCEANO Associação da Economia do Mar FÓRUM OCEANO Associação da Economia do Mar FÓRUM DO MAR 2015 Apresentação da MARE STARTUP Inovação empresarial e formação Francisco Beirão Exponor, 18 de Novembro 2015 APRESENTAÇÃO 1.QuemSomos 2.PortugalMarítimo

Leia mais

Areias: Geologia em Peças Separadas uma ferramenta interactiva para o ensino de Geociências do portal Casa das Ciências

Areias: Geologia em Peças Separadas uma ferramenta interactiva para o ensino de Geociências do portal Casa das Ciências Areias: Geologia em Peças Separadas uma ferramenta interactiva para o ensino de Geociências do portal Casa das Ciências Joana Rodrigues Mário Cachão Joana Paulo Mónica Mateus Pedro Silva Introdução O presente

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL MISSÃO A Associação para a Economia Cívica Portugal é uma Associação privada, sem fins lucrativos cuja missão é: Promover um novo modelo de desenvolvimento económico

Leia mais

China avança na exploração de "terras raras" no oceano

China avança na exploração de terras raras no oceano 08 Junho 2010 Início Multimédia Blogues Viva+ Opinião Domingo Dossiês Cidadão Repórter Serviços Director José Leite Pereira Director Adjunto Alfredo Leite Subdirector Paulo Ferreira Login/Registo PDA RSS

Leia mais

DOMÍNIO DE ESTUDO: MAPEAMENTO E ANÁLISE EVOLUTIVA ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE DETEÇÃO REMOTA E CRITÉRIOS BIOFÍSICOS

DOMÍNIO DE ESTUDO: MAPEAMENTO E ANÁLISE EVOLUTIVA ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE DETEÇÃO REMOTA E CRITÉRIOS BIOFÍSICOS DOMÍNIO DE ESTUDO: MAPEAMENTO E ANÁLISE EVOLUTIVA ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE DETEÇÃO REMOTA E CRITÉRIOS BIOFÍSICOS Ricardo Nogueira Mendes (1), Rodrigo Ceia (1), João Catalão (1), Ricardo Melo (1), Tiago Silva

Leia mais

Prof. Janderson Barros

Prof. Janderson Barros A palavra deriva do grego árktos, que significa ursa, usada para denominar as constelações da Ursa, no hemisfério norte. Como o continente está no hemisfério sul, acrescentou-se o prefixo anti. Antártida

Leia mais

INOVAR com SUSTENTABILIDADE ENERGIA IBERO-AMERICANA 2050

INOVAR com SUSTENTABILIDADE ENERGIA IBERO-AMERICANA 2050 INOVAR com SUSTENTABILIDADE ENERGIA IBERO-AMERICANA 2050 Lisboa, 26 de Novembro 2009 1. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 2. MOBILIDADE SUSTENTÁVEL 3. EXPLORAÇÃO & PRODUÇÃO 4. DOUTORAMENTO EM MEIO EMPRESARIAL 5. OPEN

Leia mais

RESOLUÇÕES E RESPOSTAS

RESOLUÇÕES E RESPOSTAS GEOGRAFIA 1 GRUPO CV 10/2009 RESOLUÇÕES E RESPOSTAS QUESTÃO 1: a) Os gráficos destacam que conforme ocorreu o aumento da população na grande São Paulo aumentaram também o número de viagens da população

Leia mais

ÁREA DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA APA TAVIRA DESPACHO N.º 4223/2014, 21 MARÇO

ÁREA DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA APA TAVIRA DESPACHO N.º 4223/2014, 21 MARÇO ÁREA DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA APA TAVIRA DESPACHO N.º 4223/2014, 21 MARÇO 9 de abril de 2014 Dinâmica dos usos e atividades da Economia do Mar Pesca e Aquicultura, 2005 a 2012 A atividade aquícola é uma prioridade

Leia mais

VI REUNIÃO DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Maputo, 15 de Abril de 2014

VI REUNIÃO DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Maputo, 15 de Abril de 2014 VI REUNIÃO DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Maputo, 15 de Abril de 2014 DECLARAÇÃO FINAL Os Ministros responsáveis pela Ciência, Tecnologia

Leia mais

Figura 2.1. Baía de Todos os Santos (Grupo de Recomposição Ambiental/ Gérmen).

Figura 2.1. Baía de Todos os Santos (Grupo de Recomposição Ambiental/ Gérmen). 18 2 Área de Estudo A Baía de Todos os Santos (BTS) (figura 2.1), localizada no estado da Bahia, considerada como área núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica é a maior Baía do Brasil, com cerca

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL - MARINHA

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL - MARINHA MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL - MARINHA Instituto Hidrográfico IH BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA FORMULÁRIO DE CANDIDATURA INDIVIDUAL* A preencher pelo candidato Bolsa / Reservado aos Serviços Nome

Leia mais

ESTRATÉGIA REGIONAL DE ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE: ATELIÊ DOS RECURSOS DO MAR E ECONOMIA

ESTRATÉGIA REGIONAL DE ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE: ATELIÊ DOS RECURSOS DO MAR E ECONOMIA ESTRATÉGIA REGIONAL DE ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE: ATELIÊ DOS RECURSOS DO MAR E ECONOMIA ccdr-n.pt/norte2020 24 DE MAIO DE 2013 VIANA DO CASTELO Principais Conceitos A competitividade das regiões deve

Leia mais

Workshop sobre o Corredores de Biodiversidade do Escudo da Guiana para agilizar o suporte à realização das metas de Aichi de Biodiversidade

Workshop sobre o Corredores de Biodiversidade do Escudo da Guiana para agilizar o suporte à realização das metas de Aichi de Biodiversidade Workshop sobre o Corredores de Biodiversidade do Escudo da Guiana para agilizar o suporte à realização das metas de Aichi de Biodiversidade PLANO DE AÇÃO Preâmbulo: Nós, os participantes do workshop chamado

Leia mais

SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia

SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia Urânio: Alguns Aspectos relacionados com as Pesquisas, Produção, Demanda e Mercado de Urânio no Brasil e no Mundo SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro

Leia mais

Formação dos dirigentes e quadros superiores da Administração Pública para as energias renováveis oceânicas

Formação dos dirigentes e quadros superiores da Administração Pública para as energias renováveis oceânicas Formação dos dirigentes e quadros superiores da Administração Pública para as energias renováveis oceânicas Tópico: Análise do quadro normativo em Portugal e comparação com outros países da Europa Tema

Leia mais

Monitorização e indicadores de apoio à ENM 2013-2020 numa lógica de desenvolvimento sustentável. Projeto SEAMInd

Monitorização e indicadores de apoio à ENM 2013-2020 numa lógica de desenvolvimento sustentável. Projeto SEAMInd Monitorização e indicadores de apoio à ENM 2013-2020 numa lógica de desenvolvimento sustentável Projeto SEAMInd Conceição Santos Diretora de Serviços de Estratégia conceicao.santos@dgpm.mam.gov.pt 23 de

Leia mais

+Inovação +Indústria. AIMMAP Horizonte 2020 - Oportunidades para a Indústria Porto, 14 outubro 2014

+Inovação +Indústria. AIMMAP Horizonte 2020 - Oportunidades para a Indústria Porto, 14 outubro 2014 +Inovação +Indústria AIMMAP Horizonte 2020 - Oportunidades para a Indústria Porto, 14 outubro 2014 Fatores que limitam maior capacidade competitiva e maior criação de valor numa economia global Menor capacidade

Leia mais

Area (km 2 ): 31.604,9 Hab/Km 2 : 23,7 População (Nº): 749.055 (2010)

Area (km 2 ): 31.604,9 Hab/Km 2 : 23,7 População (Nº): 749.055 (2010) As Regiões de - Região O Território Porquê? Com a maior área territorial de Continental 31.605,2 km2 (1/3 do território nacional) a região do apresenta 179 km de perímetro de linha de costa e 432 km de

Leia mais

Empresas mineradoras no Brasil

Empresas mineradoras no Brasil Em 211, a Produção Mineral Brasileira (PMB) deverá atingir um novo recorde ao totalizar US$ 5 bilhões (valor estimado), o que configurará um aumento de 28% se comparado ao valor registrado em 21: US$ 39

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 01 / SAESCTN / 2012

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 01 / SAESCTN / 2012 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 01 / SAESCTN / 2012 SISTEMA DE APOIO A ENTIDADES DO SISTEMA CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO NACIONAL (SAESCTN) PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

POTÁSSIO DO BRASIL ANUNCIA NOVA DESCOBERTA DE MINERALIZAÇÃO DE POTÁSSIO NA BACIA AMAZÔNICA E MOBILIZA TERCEIRA SONDA

POTÁSSIO DO BRASIL ANUNCIA NOVA DESCOBERTA DE MINERALIZAÇÃO DE POTÁSSIO NA BACIA AMAZÔNICA E MOBILIZA TERCEIRA SONDA POTÁSSIO DO BRASIL ANUNCIA NOVA DESCOBERTA DE MINERALIZAÇÃO DE POTÁSSIO NA BACIA AMAZÔNICA E MOBILIZA TERCEIRA SONDA PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA Nova descoberta de minério de potássio na Bacia do Amazonas

Leia mais

o Decreto-Lei n. 108/2010, de 13 de outubro, define o regime juridico das medidas

o Decreto-Lei n. 108/2010, de 13 de outubro, define o regime juridico das medidas DL 271/2012 2012.06.08 o Decreto-Lei n. 108/2010, de 13 de outubro, define o regime juridico das medidas necessidas para garantir o born estado ambiental do meio marinho ate 2020, transpondo para a ordem

Leia mais

ÍNDICE APRESENTAÇÃO 02 HISTÓRIA 02 OBJECTIVOS 02 CURSOS 04 CONSULTORIA 06 I&D 07 DOCENTES 08 FUNDEC & IST 09 ASSOCIADOS 10 PARCERIAS 12 NÚMEROS 13

ÍNDICE APRESENTAÇÃO 02 HISTÓRIA 02 OBJECTIVOS 02 CURSOS 04 CONSULTORIA 06 I&D 07 DOCENTES 08 FUNDEC & IST 09 ASSOCIADOS 10 PARCERIAS 12 NÚMEROS 13 ÍNDICE APRESENTAÇÃO 02 HISTÓRIA 02 OBJECTIVOS 02 CURSOS 04 CONSULTORIA 06 I&D 07 DOCENTES 08 FUNDEC & IST 09 ASSOCIADOS 10 PARCERIAS 12 NÚMEROS 13 QUEM SOMOS FUNDEC APRESENTAÇÃO HISTÓRIA OBJECTIVOS A

Leia mais

Estratégia Nacional para o MAR

Estratégia Nacional para o MAR Estratégia Nacional para o MAR 2013-2020 Sumário Executivo A ENM2013-2020 apresenta um novo modelo de desenvolvimento do oceano e das zonas costeiras que permitirá a Portugal responder aos desafios colocados

Leia mais

GEOGRAFIA. transformadas

GEOGRAFIA. transformadas GEOGRAFIA Disciplina A (currículo atual 2008) Disciplina B (currículos extintos) 1ª período 59480 Cartografia Geral 68 Geografia Cartografia B 136 37230 Geografia Contida Ementa: Aborda os fundamentos

Leia mais

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE 2008: Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República da África do Sul no Campo da Cooperação Científica e Tecnológica,

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DO ECOSSISTEMA MANGUEZAL NA COSTA LESTE DE SALINAS DA MARGARIDA-BAHIA

CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DO ECOSSISTEMA MANGUEZAL NA COSTA LESTE DE SALINAS DA MARGARIDA-BAHIA I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental COBESA CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DO ECOSSISTEMA MANGUEZAL NA COSTA LESTE DE SALINAS DA MARGARIDA-BAHIA Augusto César da Silva Machado Copque Geógrafo

Leia mais

CONCLUSÕES. Dos relatos elaborados a partir dos trabalhos do Congresso, emergiram as 36 conclusões seguintes:

CONCLUSÕES. Dos relatos elaborados a partir dos trabalhos do Congresso, emergiram as 36 conclusões seguintes: CONCLUSÕES 1. Súmula individualizada. Dos relatos elaborados a partir dos trabalhos do Congresso, emergiram as 36 conclusões seguintes: Tema: CONHECIMENTO E INOVAÇÃO (6) I. É da maior relevância estimular

Leia mais

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário 1 Metras Curriculares Estratégias Tempo Avaliação TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Contexto Convenção sobre Diversidade

Leia mais

Índice. Recursos terrestres

Índice. Recursos terrestres Introdução Índice INTRODUÇÃO 11 CAPÍTULO 1 Recursos terrestres 1. Considerações gerais 17 2. O problema do sobrepovoamento humano do espaço terrestre 19 3. Os grandes problemas colocados hoje à Humanidade.

Leia mais

UD II - EUROPA FÍSICA

UD II - EUROPA FÍSICA UD II - EUROPA FÍSICA 7. Hidrografia 8. Tipos de mares 9. Hidrovias Referências: Geografia em Mapas (pgs. 46 e 47). Geoatlas 9º ANO 2º BIMESTRE - TU 902 AULA 2 7. HIDROGRAFIA As regiões mais elevadas do

Leia mais

Pesca Sustentável e Responsável. Antônio Olinto Ávila da Silva Pesquisador Científico Centro APTA Pescado Marinho

Pesca Sustentável e Responsável. Antônio Olinto Ávila da Silva Pesquisador Científico Centro APTA Pescado Marinho Pesca Sustentável e Responsável Antônio Olinto Ávila da Silva Pesquisador Científico Centro APTA Pescado Marinho O que é Sustentabilidade? Capacidade de persistir no longo prazo. Característica, p.ex.,

Leia mais

ESCOLA FERREIRA CASTRO 13/14 PROFª SANDRA NASCIMENTO III TECTÓNICA DE PLACAS

ESCOLA FERREIRA CASTRO 13/14 PROFª SANDRA NASCIMENTO III TECTÓNICA DE PLACAS ESCOLA FERREIRA CASTRO 13/14 PROFª SANDRA NASCIMENTO III TECTÓNICA DE PLACAS Regresso à deriva continental O interesse pela Teoria da Deriva Continental reacendeu-se, por volta de 1950, quando se começou

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 353/VIII CRIAÇÃO DE UM OBSERVATÓRIO NACIONAL DOS EFEITOS DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 353/VIII CRIAÇÃO DE UM OBSERVATÓRIO NACIONAL DOS EFEITOS DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 353/VIII CRIAÇÃO DE UM OBSERVATÓRIO NACIONAL DOS EFEITOS DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS Exposição de motivos O aquecimento global é indubitavelmente um dos mais sérios problemas ambientais

Leia mais

EEUM Plano de Atividades e Orçamento 2012. Escola de Engenharia

EEUM Plano de Atividades e Orçamento 2012. Escola de Engenharia EEUM Plano de Atividades e Orçamento 2012 Escola de Engenharia Plano de Atividades e Orçamento 2014 i Introdução A Escola de Engenharia tem vindo a destacar-se pela consistência dos seus resultados e pela

Leia mais