A DIMENSÃO DO SUBLIME EM A HORA DA ESTRELA, DE CLARICE LISPECTOR

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1 A DIMENSÃO DO SUBLIME EM A HORA DA ESTRELA, DE CLARICE LISPECTOR Rosana Cássia Kamita 1 Resumo: A proposta deste texto é a de refletir sobre a dimensão sublime em A Hora da Estrela, de Clarice Lispector e a representação dessa obra para a literatura de autoria feminina no Brasil, tanto na segunda metade do século XX, quando foi publicada, quanto em relação aos seus desdobramentos no panorama literário atual. O sublime se estabelece como fissura do hegemônico literário, espaço privilegiado de reavaliação de padrões e paradigmas, ao admitir o ilimitado, o informe e o paradoxal. O pensamento kantiano aponta que a natureza contribui para despertar o sentimento sublime, não por suas formas, mas por sua grandeza e força. Aproximando essa conceituação à literatura, teríamos que a perspectiva não está centrada na mudança em si, mas na possibilidade de mudança, pois sempre haverá uma nova possibilidade para as manifestações literárias e o sublime é esse estado de expectativa pelo devir. Para a crítica feminista, o sublime centra-se em uma resistência à categorização a priori, impulsionando a reavaliação dos limites, e Clarice Lispector representa esse nível de tensão e instabilidade, quando autoria e representação femininas são repensadas através da própria autora e por sua criação, a personagem Macabea. Palavras-chave: Sublime. Literatura. Clarice Lispector. A reflexão crítica proposta por Kant perpassa por três enfoques divididos entre a Crítica da Razão Pura (1781), Crítica da Razão Prática (1788) e Crítica da Faculdade de Julgar (1790), considerando que, em relação a esta última, a reflexão estética aparece em destaque, especialmente em Analítica do Sublime. Como aponta Lyotard em Lições Sobre a Analítica do Sublime, psicologicamente falando, o prazer e o desprazer são os responsáveis por pautar a faculdade de julgar, centrando-se, todavia, não no objeto, mas no sujeito, estabelecendo uma relação de tautegoria, na qual o sujeito informa o espírito sobre o seu estado, como um raio, provocando o curto circuito do pensamento consigo mesmo. Na terceira crítica, o sentimento de prazer e de desprazer é considerado como uma faculdade da alma e esse sentimento não aparece necessariamente associado a uma representação, mas à sensação [aisthèsis]. Na análise sobre o pensamento kantiano, a reflexão pura se refere à capacidade do pensamento de ser informado imediatamente de seu estado, por esse estado e sem o meio de critérios diversos do sentimento. O sublime, por ser uma categoria relacionada à reflexão pura, seria diferenciado do belo, categoria pré-determinada por modelos. O sublime proporciona novas possibilidades no contato com a arte, já que não existe um a priori, centrando-se, pois, no estético, uma vez que representa sem que haja um conceito determinado referente a um objeto, fundamentando-se no jogo subjetivo das forças do 1 Professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Brasil. 1

2 espírito. Segundo Kant, o sentimento sublime não é provocado pelas formas da natureza, mas por sua grandeza, magnitude que se expõe sem que o espírito seja capaz de apreendê-la. O pensamento crítico tenta julgar essa grandeza no jogo das faculdades, em busca por sua compreensão. A proposta de Lyotard é considerar o sublime ao longo do tempo e nessa trajetória concluir que o resultado da elaboração crítica do sublime não é pequeno para nós hoje. Ou seja, a proposta é refletir o sublime nas artes em uma mirada contemporânea, reconhecendo suas reverberações na atualidade. O belo e o sublime possuem pontos em comum, como o fato de agradarem por si mesmos e serem universalmente válidos. No entanto, como alerta Lyotard, as discrepâncias não tardam a surgir. O juízo sobre o belo se estabelece a partir da forma apresentada pelo objeto, a qual, por sua vez, assume uma limitação em relação ao belo. O sublime, ao contrário, transita entre o ilimitado e o sem-forma. Portanto, uma das diferenças entre belo e sublime reside nesse caráter ditado pelo limite do objeto. Diferentemente do belo, o sentimento sublime pauta-se pela emoção, emoção essa fundamentalmente contraditória. O pensamento kantiano aponta que a natureza contribui para despertar o sentimento sublime, não por suas formas, mas por sua grandeza e força. Aproximando essa conceituação à literatura, teríamos que a perspectiva não está centrada na mudança em si, a qual, uma vez que ocorresse, estabeleceria uma definição da arte no sentido etimológico do fim porém, na possibilidade de mudança, o que ilumina a reflexão sobre o sublime através de diferentes épocas e estilos, pois sempre haverá uma nova possibilidade para as manifestações literárias e o sublime é esse estado de expectativa pelo devir. O sublime trabalha no nível da tensão e da instabilidade, e visto sob o prisma literário é a expectativa do que está por vir, o sentimento de ultrapassar os limites do belo. As categorias do belo e do sublime se distinguem na relação possível de ser estabelecida pelo objeto, o primeiro possuindo a capacidade de apresentá-lo, enquanto o último o concebe sem uma regra que o especifique. Assim, através do sentimento sublime a arte é sempre impulsionada a repensar seus limites. Conforme Lyotard assinala a partir de Kant, o sublime traz em si a melancolia, a dor de uma falta, a nostalgia de que a forma não seja nunca senão forma, isto é, limitação. O conceito do sublime não é apresentável, pois mostra justamente a incapacidade de apresentação através de formas. Ambas as estéticas, o belo e o sublime, se tangenciam nessa tensão, duas estéticas elas próprias sempre possíveis, que ameaçam sempre as artes, as épocas, os gêneros e as escolas, quaisquer que sejam, uma delas voltada às regras e que se mantém em mínimos desafios; a outra, absoluta ou minimal, desafiando os conceitos. 2

3 O juízo estético do belo pressupõe a forma de um objeto, o qual será avaliado a partir de juízos particulares, porém, com a pretensão de universalidade, uma vez que tal julgamento se fundamentará em modelos e paradigmas instituídos. O juízo estético do sublime, ao contrário, dirige-se aos objetos informes, ilimitados, em uma quase impossibilidade de representação. Em um dado sistema, o belo está submetido a regras e leis, o sublime radica em um princípio de liberdade. A teoria do juízo estético de Kant se mostrou como um enfoque pertinente para se ponderar sobre a arte contemporânea, sua efemeridade e limites entre o apresentável e o inapresentável. Porém, é importante ressaltar, o sublime não está restrito a nenhum período específico, trata-se de um conceito que permite refletir sobre os limites da arte. O sublime enseja a possibilidade de repensar as categorias de análise e de crítica que são utilizadas a partir de novas possibilidades que se apresentam como informes, ou exemplos a priori, e que exigem alterações de princípios e padrões pré-estabelecidos. O paradigma do belo é confrontado pela inquietação do sublime. O belo estabelece as condições de apresentação e recepção da arte, mas não se detém sobre o inesperado, sobre as experimentações. O juízo estético sublime expõe a crise, a fratura, em um momento de ruptura com o compreensível, apresenta-se com a marca do excessivo, do absoluto, do infinito. Uma vez que determinadas obras se afastem dos padrões estabelecidos, como a obra de Clarice Lispector se delineia, surge a oportunidade de se repensar as possibilidades críticas e estéticas da literatura. No livro A Filosofia Crítica de Kant, Deleuze ressalta que o sentimento sublime é experimentado de forma diferente do sentimento do belo, pois ocorre diante de uma manifestação disforme, perante à qual os limites são confrontados. E assim, ante o imenso, no sentido da capacidade possível de apreensão, a imaginação experimenta a insuficiência deste máximo. A impotência em face do desconhecido permite repensar o estabelecido, uma vez que reconhece a existência de outras possibilidades, ainda que em determinado momento não existam condições estabelecidas para a sua apreensão e compreensão. Através do sentimento sublime a imaginação se encontra livre de suas balizas. A escolha do texto A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, se deve ao fato de esta ser a última obra da escritora, falecida em Esse livro se torna emblemático ao finalizar uma carreira perturbadora e reconhecida e trazer em si como que uma síntese de recursos literários que já apareciam em outros romances e contos da escritora. Essa obra finalizada tão proximamente à morte da autora fecha um ciclo na literatura brasileira, assim como enseja novas expectivas nesse cenário, não apenas em relação ao fazer literário, mas também em relação à crítica, estimulando a busca por novas perspectivas que a obra de Clarice Lispector apontou. Sua desafiadora obra exige 3

4 novas e diferentes ponderações, por parte da crítica literária em geral e da crítica literária feminista em particular. Em A Hora da Estrela a narrativa surge desdobrada, borrando os limites da figura do narrador, em uma experimentação que já havia surgido no século XIX com Machado de Assis, em Memórias Póstumas de Brás Cubas (1880) ou ainda no início do século XX em Mrs. Dalloway (1925), de Virginia Woolf, dentre outros, mas que apareceu por suas mãos com características e delineamentos próprios. O romance (ou novela, uma vez que não há uma categorização a priori) se situa no entrelugar ficcional, com uma autora que coloca seu próprio nome como um dos títulos possíveis, projetando-se em Rodrigo S. M., sarcástico e melancólico narrador-personagem na relação com sua personagem Macabea, moça nordestina no Rio de Janeiro, cidade fora de seu contexto, o outro, em sua incômoda estranheza, alterando o status quo em falso equilíbrio. Além do nome da escritora, aparecem outros treze títulos possíveis e, dentre eles, dois em primeira pessoa: A culpa é minha e Eu não posso fazer nada. A orquestração dessa construção literária apresenta-se muito bem construída em termos narrativos e potencializa a experiência de leitura, ao não priorizar o enredo em si, mas as relações entre autora, narrador e personagens, incitando o leitor a partilhar dessa arquitetura textual. Em A Clave do Poético, Benedito Nunes registra: Ao buscar a sua própria verdade, recusando-se à ideia tradicional [...] a ficção se despe, em dissídio consigo mesma e em disputa com o real, no último livro de Clarice Lispector. (Nunes, 2009, p. 203). São vários pontos a serem destacados na tessitura estabelecida pela autora, tanto no que se refere ao aprofundamento instrospectivo quanto à estrutura da narração. A obra de Clarice se constroi a partir do [...] nexo entre personagens, a ordem temporal dos acontecimentos, e a perspectiva que ela encerra, ou seja, o modo como projeta o mundo e a realidade. (Nunes, 2009, p. 206). Assim como o início de A Hora da Estrela, o seu final tensiona os limites narrativos, em especial com a morte de Macabea, na ilusão de um futuro encontro com um verdadeiro príncipe. Faltou esclarecer que esse seria um trágico encontro, elaborado por Rodrigo S. M., que discorre: Macabea me matou. Ela estava enfim livre de si e de nós. Não vos assustei, morrer é um instante, passa logo, eu sei porque acabo de morrer com a moça. Desculpai-me essa morte. E prossegue: É que não pude evitá-la, a gente aceita tudo porque já beijou a parede. (Lispector, 1998, p. 86) O ponto principal deste texto é compreender a obra de Clarice Lispector, representada aqui por sua última publicação, como a quase representação do sublime. Tal perspectiva está centrada nessa experiência que resiste a uma categorização, ao trabalho narrativo diferenciado, ao 4

5 estranhamento que provoca. A escritora tornou-se um marco na literatura brasileira, instaurando uma fissura na história literária até então constituída. Uma literatura que buscou uma libertação formal e temática, espécie de desafio ao cânone, elevando-se em relação aos paradigmas. Em The Feminine Sublime, Barbara Claire Freeman destaca o papel desempenhado pelo gênero no âmbito da crítica literária. O conceito sublime vem se desdobrando ao longo do tempo, mas a autora sublinha que o excesso sublime, o que extrapola os padrões e modelos, acaba por se neutralizar após o impacto causado. Assim, é possível considerar a obra de Clarice Lispector a partir de uma crítica tradicional, mas tal obra, com seu potencial de renovação e características próprias, se afirma como nova possibilidade no contexto literário, provocando um repensar das bases em que a literatura brasileira se constitui. O sublime está associado a essa possibilidade de liberdade e independência. Lyotard destaca que o sublime não é a representação do nãorepresentável, mas o fato de que o não-representável existe. Ou seja, garantir o espaço legitimado da diferença. O sublime se situa como resistência ao instituído, provocando o repensar contínuo da literatura em diferentes dimensões, dentre outras, geográficas, políticas, étnicas, raciais, de gênero. O sublime como recusa à homogeinização autoritária, e, conforme aponta a autora, torna-se necessário compreender o compromisso sublime como forma de manter uma condição de incerteza radical com a própria condição de sua possibilidade. Em Female Sublime, Paula Rosine Long reflete sobre o papel da crítica a partir dos anos 1970 e pensa o sublime como conceito dinâmico, capaz de ser compreendido com um olhar contemporâneo, considerando as muitas contribuições no decorrer do tempo, porém com sua característica de momento, quando o belo instituído não é capaz de apreender o que se apresenta, conforme a abordagem proposta neste texto intentou demonstrar. O sublime na obra de Clarice Lispector aproxima-se da ruptura, do novo que obriga uma igualmente nova forma de considerar a literatura, impulsionando a discussão de que as diferenças coexistem, legitimamente constituídas. Referências ARISTÓTELES, HORÁCIO, LONGINO. A poética clássica. São Paulo: Cultrix, BARBIERI, Therezinha. Ficção impura: prosa brasileira dos anos , 90. Rio de Janeiro: EdUERJ, CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. Rio de Janeiro: Ouro sobre o azul, CERÓN, Ileana Pradilla; REIS, Paulo (Org.). Kant: crítica e estética da modernidade. São Paulo: SENAC,

6 COURTINE, Jean-François et al. Du Sublime. Paris: Belin, «L Extrême contemporain», DEGUY, Michel e NANCY, Jean-Luc (orgs.). Du Sublime. Paris: Belin, DELEUZE, Gilles. A filosofia crítica de Kant. Tradução de Germiniano Franco. Lisboa, Portugal: Edições 70, DALCASTAGNÉ, Regina e LEAL, Virgínia Maria Vasconcelos (orgs.). Deslocamentos de gênero na narrativa brasileira contemporânea. São Paulo: Editora Horizonte, DERRIDA, Jacques. Párergon. In: La Verité en peinture. Paris: Flammarion, DUARTE, Rodrigo (org.). Belo, sublime e Kant. Editora UFMG, FREEMAN, Barbara Claire. The Feminine Sublime: Gender and Excess in Women's Fiction. Berkeley: University of California Press, HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. Trad. Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, Crítica da razão prática. Trad. Valério Rohden. São Paulo: Martins Fontes, Crítica da faculdade do juízo. Trad. Valerio Rohden. Rio de Janeiro: Forense, Observações sobre o sentimento do belo e do sublime. Campinas: Papirus, LONG, Paula Rosine. The Female Sublime. Duke University. Acessado em 08 de julho de LONGINO. Do Sublime. São Paulo: Martins Fontes, LYOTARD, Jean François. Lições sobre a analítica do sublime. Trad. Constança Marcondes Cesar. Campinas: Papirus, O inumano. Considerações sobre o tempo. Lisboa: Estampa, MORICONI, Ítalo. Pós-Modernismo e a Volta do Sublime in PEDROSA, Célia et al. (orgs.). Poesia Hoje. Niterói: Eduff, NANCY, J. L. L offrande sublime. In: DEGUY, M.; NANCY, J. L. (Org.). Du Sublime. Paris: Belin, NUNES, Benedito. A Paixão de Clarice Lispector. In:. A Clave do Poético. São Paulo: Companhia das Letras, OLINTO, Heidrun Krieger e SCHOLLHAMMER, Karl Erik (orgs.). Literatura e Crítica. Rio de Janeiro: 7Letras, SANTIAGO, Silviano. Nas Malhas da Letra. São Paulo: Companhia das Letras,

7 SCHILLER, Friedrich. Do Sublime ao Trágico. Org. Pedro Süssekind; trad. e ensaios Pedro Süssekind e Vladimir Vieira. Belo Horizonte: Autêntica Editora, SILVERMAN, Malcolm. Moderna ficção brasileira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; Brasília: INL, The dimension of the sublime in A Hora da Estrela, by Clarice Lispector Abstract: The purpose of this paper is to reflect on the sublime dimension in A Hora da Estrela, by Clarice Lispector and the representation of that work to the literature of female authorship in Brazil, both in the second half of the twentieth century, when it was published, and in relation to its developments in current literary scene. The sublime establishes itself as the hegemonic literary craving, privileged revaluation of patterns and paradigms, by allowing the unlimited, inform and paradoxical. The Kantian indicates that nature contributes to awaken the sublime feeling, not by their shapes, but for his greatness and strength. Bringing this concept to the literature, we would have the prospect not centered on change itself, but the possibility of change, because there will always be a new possibility for the literary manifestations and it is this sublime state of expectation by becoming. For feminist criticism, the sublime focuses on an a priori categorization resistance, driving reevaluation of bounds, and Clarice Lispector represents this level of tension and instability, when female authorship and representation are reconsidered by the author herself and her creation the character Macabea. Keywords: Sublime. Literature. Clarice Lispector. 7

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