A DIMENSÃO DO SUBLIME EM A HORA DA ESTRELA, DE CLARICE LISPECTOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A DIMENSÃO DO SUBLIME EM A HORA DA ESTRELA, DE CLARICE LISPECTOR"

Transcrição

1 A DIMENSÃO DO SUBLIME EM A HORA DA ESTRELA, DE CLARICE LISPECTOR Rosana Cássia Kamita 1 Resumo: A proposta deste texto é a de refletir sobre a dimensão sublime em A Hora da Estrela, de Clarice Lispector e a representação dessa obra para a literatura de autoria feminina no Brasil, tanto na segunda metade do século XX, quando foi publicada, quanto em relação aos seus desdobramentos no panorama literário atual. O sublime se estabelece como fissura do hegemônico literário, espaço privilegiado de reavaliação de padrões e paradigmas, ao admitir o ilimitado, o informe e o paradoxal. O pensamento kantiano aponta que a natureza contribui para despertar o sentimento sublime, não por suas formas, mas por sua grandeza e força. Aproximando essa conceituação à literatura, teríamos que a perspectiva não está centrada na mudança em si, mas na possibilidade de mudança, pois sempre haverá uma nova possibilidade para as manifestações literárias e o sublime é esse estado de expectativa pelo devir. Para a crítica feminista, o sublime centra-se em uma resistência à categorização a priori, impulsionando a reavaliação dos limites, e Clarice Lispector representa esse nível de tensão e instabilidade, quando autoria e representação femininas são repensadas através da própria autora e por sua criação, a personagem Macabea. Palavras-chave: Sublime. Literatura. Clarice Lispector. A reflexão crítica proposta por Kant perpassa por três enfoques divididos entre a Crítica da Razão Pura (1781), Crítica da Razão Prática (1788) e Crítica da Faculdade de Julgar (1790), considerando que, em relação a esta última, a reflexão estética aparece em destaque, especialmente em Analítica do Sublime. Como aponta Lyotard em Lições Sobre a Analítica do Sublime, psicologicamente falando, o prazer e o desprazer são os responsáveis por pautar a faculdade de julgar, centrando-se, todavia, não no objeto, mas no sujeito, estabelecendo uma relação de tautegoria, na qual o sujeito informa o espírito sobre o seu estado, como um raio, provocando o curto circuito do pensamento consigo mesmo. Na terceira crítica, o sentimento de prazer e de desprazer é considerado como uma faculdade da alma e esse sentimento não aparece necessariamente associado a uma representação, mas à sensação [aisthèsis]. Na análise sobre o pensamento kantiano, a reflexão pura se refere à capacidade do pensamento de ser informado imediatamente de seu estado, por esse estado e sem o meio de critérios diversos do sentimento. O sublime, por ser uma categoria relacionada à reflexão pura, seria diferenciado do belo, categoria pré-determinada por modelos. O sublime proporciona novas possibilidades no contato com a arte, já que não existe um a priori, centrando-se, pois, no estético, uma vez que representa sem que haja um conceito determinado referente a um objeto, fundamentando-se no jogo subjetivo das forças do 1 Professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Brasil. 1

2 espírito. Segundo Kant, o sentimento sublime não é provocado pelas formas da natureza, mas por sua grandeza, magnitude que se expõe sem que o espírito seja capaz de apreendê-la. O pensamento crítico tenta julgar essa grandeza no jogo das faculdades, em busca por sua compreensão. A proposta de Lyotard é considerar o sublime ao longo do tempo e nessa trajetória concluir que o resultado da elaboração crítica do sublime não é pequeno para nós hoje. Ou seja, a proposta é refletir o sublime nas artes em uma mirada contemporânea, reconhecendo suas reverberações na atualidade. O belo e o sublime possuem pontos em comum, como o fato de agradarem por si mesmos e serem universalmente válidos. No entanto, como alerta Lyotard, as discrepâncias não tardam a surgir. O juízo sobre o belo se estabelece a partir da forma apresentada pelo objeto, a qual, por sua vez, assume uma limitação em relação ao belo. O sublime, ao contrário, transita entre o ilimitado e o sem-forma. Portanto, uma das diferenças entre belo e sublime reside nesse caráter ditado pelo limite do objeto. Diferentemente do belo, o sentimento sublime pauta-se pela emoção, emoção essa fundamentalmente contraditória. O pensamento kantiano aponta que a natureza contribui para despertar o sentimento sublime, não por suas formas, mas por sua grandeza e força. Aproximando essa conceituação à literatura, teríamos que a perspectiva não está centrada na mudança em si, a qual, uma vez que ocorresse, estabeleceria uma definição da arte no sentido etimológico do fim porém, na possibilidade de mudança, o que ilumina a reflexão sobre o sublime através de diferentes épocas e estilos, pois sempre haverá uma nova possibilidade para as manifestações literárias e o sublime é esse estado de expectativa pelo devir. O sublime trabalha no nível da tensão e da instabilidade, e visto sob o prisma literário é a expectativa do que está por vir, o sentimento de ultrapassar os limites do belo. As categorias do belo e do sublime se distinguem na relação possível de ser estabelecida pelo objeto, o primeiro possuindo a capacidade de apresentá-lo, enquanto o último o concebe sem uma regra que o especifique. Assim, através do sentimento sublime a arte é sempre impulsionada a repensar seus limites. Conforme Lyotard assinala a partir de Kant, o sublime traz em si a melancolia, a dor de uma falta, a nostalgia de que a forma não seja nunca senão forma, isto é, limitação. O conceito do sublime não é apresentável, pois mostra justamente a incapacidade de apresentação através de formas. Ambas as estéticas, o belo e o sublime, se tangenciam nessa tensão, duas estéticas elas próprias sempre possíveis, que ameaçam sempre as artes, as épocas, os gêneros e as escolas, quaisquer que sejam, uma delas voltada às regras e que se mantém em mínimos desafios; a outra, absoluta ou minimal, desafiando os conceitos. 2

3 O juízo estético do belo pressupõe a forma de um objeto, o qual será avaliado a partir de juízos particulares, porém, com a pretensão de universalidade, uma vez que tal julgamento se fundamentará em modelos e paradigmas instituídos. O juízo estético do sublime, ao contrário, dirige-se aos objetos informes, ilimitados, em uma quase impossibilidade de representação. Em um dado sistema, o belo está submetido a regras e leis, o sublime radica em um princípio de liberdade. A teoria do juízo estético de Kant se mostrou como um enfoque pertinente para se ponderar sobre a arte contemporânea, sua efemeridade e limites entre o apresentável e o inapresentável. Porém, é importante ressaltar, o sublime não está restrito a nenhum período específico, trata-se de um conceito que permite refletir sobre os limites da arte. O sublime enseja a possibilidade de repensar as categorias de análise e de crítica que são utilizadas a partir de novas possibilidades que se apresentam como informes, ou exemplos a priori, e que exigem alterações de princípios e padrões pré-estabelecidos. O paradigma do belo é confrontado pela inquietação do sublime. O belo estabelece as condições de apresentação e recepção da arte, mas não se detém sobre o inesperado, sobre as experimentações. O juízo estético sublime expõe a crise, a fratura, em um momento de ruptura com o compreensível, apresenta-se com a marca do excessivo, do absoluto, do infinito. Uma vez que determinadas obras se afastem dos padrões estabelecidos, como a obra de Clarice Lispector se delineia, surge a oportunidade de se repensar as possibilidades críticas e estéticas da literatura. No livro A Filosofia Crítica de Kant, Deleuze ressalta que o sentimento sublime é experimentado de forma diferente do sentimento do belo, pois ocorre diante de uma manifestação disforme, perante à qual os limites são confrontados. E assim, ante o imenso, no sentido da capacidade possível de apreensão, a imaginação experimenta a insuficiência deste máximo. A impotência em face do desconhecido permite repensar o estabelecido, uma vez que reconhece a existência de outras possibilidades, ainda que em determinado momento não existam condições estabelecidas para a sua apreensão e compreensão. Através do sentimento sublime a imaginação se encontra livre de suas balizas. A escolha do texto A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, se deve ao fato de esta ser a última obra da escritora, falecida em Esse livro se torna emblemático ao finalizar uma carreira perturbadora e reconhecida e trazer em si como que uma síntese de recursos literários que já apareciam em outros romances e contos da escritora. Essa obra finalizada tão proximamente à morte da autora fecha um ciclo na literatura brasileira, assim como enseja novas expectivas nesse cenário, não apenas em relação ao fazer literário, mas também em relação à crítica, estimulando a busca por novas perspectivas que a obra de Clarice Lispector apontou. Sua desafiadora obra exige 3

4 novas e diferentes ponderações, por parte da crítica literária em geral e da crítica literária feminista em particular. Em A Hora da Estrela a narrativa surge desdobrada, borrando os limites da figura do narrador, em uma experimentação que já havia surgido no século XIX com Machado de Assis, em Memórias Póstumas de Brás Cubas (1880) ou ainda no início do século XX em Mrs. Dalloway (1925), de Virginia Woolf, dentre outros, mas que apareceu por suas mãos com características e delineamentos próprios. O romance (ou novela, uma vez que não há uma categorização a priori) se situa no entrelugar ficcional, com uma autora que coloca seu próprio nome como um dos títulos possíveis, projetando-se em Rodrigo S. M., sarcástico e melancólico narrador-personagem na relação com sua personagem Macabea, moça nordestina no Rio de Janeiro, cidade fora de seu contexto, o outro, em sua incômoda estranheza, alterando o status quo em falso equilíbrio. Além do nome da escritora, aparecem outros treze títulos possíveis e, dentre eles, dois em primeira pessoa: A culpa é minha e Eu não posso fazer nada. A orquestração dessa construção literária apresenta-se muito bem construída em termos narrativos e potencializa a experiência de leitura, ao não priorizar o enredo em si, mas as relações entre autora, narrador e personagens, incitando o leitor a partilhar dessa arquitetura textual. Em A Clave do Poético, Benedito Nunes registra: Ao buscar a sua própria verdade, recusando-se à ideia tradicional [...] a ficção se despe, em dissídio consigo mesma e em disputa com o real, no último livro de Clarice Lispector. (Nunes, 2009, p. 203). São vários pontos a serem destacados na tessitura estabelecida pela autora, tanto no que se refere ao aprofundamento instrospectivo quanto à estrutura da narração. A obra de Clarice se constroi a partir do [...] nexo entre personagens, a ordem temporal dos acontecimentos, e a perspectiva que ela encerra, ou seja, o modo como projeta o mundo e a realidade. (Nunes, 2009, p. 206). Assim como o início de A Hora da Estrela, o seu final tensiona os limites narrativos, em especial com a morte de Macabea, na ilusão de um futuro encontro com um verdadeiro príncipe. Faltou esclarecer que esse seria um trágico encontro, elaborado por Rodrigo S. M., que discorre: Macabea me matou. Ela estava enfim livre de si e de nós. Não vos assustei, morrer é um instante, passa logo, eu sei porque acabo de morrer com a moça. Desculpai-me essa morte. E prossegue: É que não pude evitá-la, a gente aceita tudo porque já beijou a parede. (Lispector, 1998, p. 86) O ponto principal deste texto é compreender a obra de Clarice Lispector, representada aqui por sua última publicação, como a quase representação do sublime. Tal perspectiva está centrada nessa experiência que resiste a uma categorização, ao trabalho narrativo diferenciado, ao 4

5 estranhamento que provoca. A escritora tornou-se um marco na literatura brasileira, instaurando uma fissura na história literária até então constituída. Uma literatura que buscou uma libertação formal e temática, espécie de desafio ao cânone, elevando-se em relação aos paradigmas. Em The Feminine Sublime, Barbara Claire Freeman destaca o papel desempenhado pelo gênero no âmbito da crítica literária. O conceito sublime vem se desdobrando ao longo do tempo, mas a autora sublinha que o excesso sublime, o que extrapola os padrões e modelos, acaba por se neutralizar após o impacto causado. Assim, é possível considerar a obra de Clarice Lispector a partir de uma crítica tradicional, mas tal obra, com seu potencial de renovação e características próprias, se afirma como nova possibilidade no contexto literário, provocando um repensar das bases em que a literatura brasileira se constitui. O sublime está associado a essa possibilidade de liberdade e independência. Lyotard destaca que o sublime não é a representação do nãorepresentável, mas o fato de que o não-representável existe. Ou seja, garantir o espaço legitimado da diferença. O sublime se situa como resistência ao instituído, provocando o repensar contínuo da literatura em diferentes dimensões, dentre outras, geográficas, políticas, étnicas, raciais, de gênero. O sublime como recusa à homogeinização autoritária, e, conforme aponta a autora, torna-se necessário compreender o compromisso sublime como forma de manter uma condição de incerteza radical com a própria condição de sua possibilidade. Em Female Sublime, Paula Rosine Long reflete sobre o papel da crítica a partir dos anos 1970 e pensa o sublime como conceito dinâmico, capaz de ser compreendido com um olhar contemporâneo, considerando as muitas contribuições no decorrer do tempo, porém com sua característica de momento, quando o belo instituído não é capaz de apreender o que se apresenta, conforme a abordagem proposta neste texto intentou demonstrar. O sublime na obra de Clarice Lispector aproxima-se da ruptura, do novo que obriga uma igualmente nova forma de considerar a literatura, impulsionando a discussão de que as diferenças coexistem, legitimamente constituídas. Referências ARISTÓTELES, HORÁCIO, LONGINO. A poética clássica. São Paulo: Cultrix, BARBIERI, Therezinha. Ficção impura: prosa brasileira dos anos , 90. Rio de Janeiro: EdUERJ, CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. Rio de Janeiro: Ouro sobre o azul, CERÓN, Ileana Pradilla; REIS, Paulo (Org.). Kant: crítica e estética da modernidade. São Paulo: SENAC,

6 COURTINE, Jean-François et al. Du Sublime. Paris: Belin, «L Extrême contemporain», DEGUY, Michel e NANCY, Jean-Luc (orgs.). Du Sublime. Paris: Belin, DELEUZE, Gilles. A filosofia crítica de Kant. Tradução de Germiniano Franco. Lisboa, Portugal: Edições 70, DALCASTAGNÉ, Regina e LEAL, Virgínia Maria Vasconcelos (orgs.). Deslocamentos de gênero na narrativa brasileira contemporânea. São Paulo: Editora Horizonte, DERRIDA, Jacques. Párergon. In: La Verité en peinture. Paris: Flammarion, DUARTE, Rodrigo (org.). Belo, sublime e Kant. Editora UFMG, FREEMAN, Barbara Claire. The Feminine Sublime: Gender and Excess in Women's Fiction. Berkeley: University of California Press, HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. Trad. Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, Crítica da razão prática. Trad. Valério Rohden. São Paulo: Martins Fontes, Crítica da faculdade do juízo. Trad. Valerio Rohden. Rio de Janeiro: Forense, Observações sobre o sentimento do belo e do sublime. Campinas: Papirus, LONG, Paula Rosine. The Female Sublime. Duke University. Acessado em 08 de julho de LONGINO. Do Sublime. São Paulo: Martins Fontes, LYOTARD, Jean François. Lições sobre a analítica do sublime. Trad. Constança Marcondes Cesar. Campinas: Papirus, O inumano. Considerações sobre o tempo. Lisboa: Estampa, MORICONI, Ítalo. Pós-Modernismo e a Volta do Sublime in PEDROSA, Célia et al. (orgs.). Poesia Hoje. Niterói: Eduff, NANCY, J. L. L offrande sublime. In: DEGUY, M.; NANCY, J. L. (Org.). Du Sublime. Paris: Belin, NUNES, Benedito. A Paixão de Clarice Lispector. In:. A Clave do Poético. São Paulo: Companhia das Letras, OLINTO, Heidrun Krieger e SCHOLLHAMMER, Karl Erik (orgs.). Literatura e Crítica. Rio de Janeiro: 7Letras, SANTIAGO, Silviano. Nas Malhas da Letra. São Paulo: Companhia das Letras,

7 SCHILLER, Friedrich. Do Sublime ao Trágico. Org. Pedro Süssekind; trad. e ensaios Pedro Süssekind e Vladimir Vieira. Belo Horizonte: Autêntica Editora, SILVERMAN, Malcolm. Moderna ficção brasileira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; Brasília: INL, The dimension of the sublime in A Hora da Estrela, by Clarice Lispector Abstract: The purpose of this paper is to reflect on the sublime dimension in A Hora da Estrela, by Clarice Lispector and the representation of that work to the literature of female authorship in Brazil, both in the second half of the twentieth century, when it was published, and in relation to its developments in current literary scene. The sublime establishes itself as the hegemonic literary craving, privileged revaluation of patterns and paradigms, by allowing the unlimited, inform and paradoxical. The Kantian indicates that nature contributes to awaken the sublime feeling, not by their shapes, but for his greatness and strength. Bringing this concept to the literature, we would have the prospect not centered on change itself, but the possibility of change, because there will always be a new possibility for the literary manifestations and it is this sublime state of expectation by becoming. For feminist criticism, the sublime focuses on an a priori categorization resistance, driving reevaluation of bounds, and Clarice Lispector represents this level of tension and instability, when female authorship and representation are reconsidered by the author herself and her creation the character Macabea. Keywords: Sublime. Literature. Clarice Lispector. 7

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro sumário 9 prefácio. A lição aristotélica de Poe [Pedro Süssekind] 17 A filosofia da composição

Leia mais

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ?

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CURITIBA 2011 CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? Projeto de pesquisa apresentado à Universidade Federal

Leia mais

GRADE CURRICULAR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS: ESTUDOS LITERÁRIOS DA UFMG

GRADE CURRICULAR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS: ESTUDOS LITERÁRIOS DA UFMG GRADE CURRICULAR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS: ESTUDOS LITERÁRIOS DA UFMG DISCIPLINAS DAS ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO Área de concentração: TEORIA DA LITERATURA - NÍVEL MESTRADO DISCIPLINAS CRÉDITOS

Leia mais

Os fundamentos do juízo: a faculdade do juízo e a conformidade a fins

Os fundamentos do juízo: a faculdade do juízo e a conformidade a fins 2. Os fundamentos do juízo: a faculdade do juízo e a conformidade a fins As considerações iniciais deste capítulo dizem respeito à faculdade do juízo, elemento sem o qual não é possível entender o fundamento

Leia mais

Didática Especial de Filosofia

Didática Especial de Filosofia CENTRO DE TEOLOGIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA Prof.ª Rachel Nigro 2014-1 FIL1820 Didática Especial de Filosofia rachel.nigro@gmail.com CRÉDITOS: 4 / 60 horas 2 feira - L 516 4 feira -

Leia mais

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES Simone de Souza Burguês (PIBIC/CNPq-UEM), Mirian Hisae Yaegashi Zappone (Orientadora), e-mail: mirianzappone@gmail.com Universidade Estadual de Maringá/Departamento

Leia mais

AVALIAÇÃO Testes escritos e seminários.

AVALIAÇÃO Testes escritos e seminários. CARGA HORÁRIA: 60 horas-aula Nº de Créditos: 04 (quatro) PERÍODO: 91.1 a 99.1 EMENTA: Visão panorâmica das literaturas produzidas em Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São

Leia mais

LITERATURA E AUTORIA FEMININA: REFLEXÕES SOBRE O CÂNONE LITERÁRIO E MARTHA MEDEIROS

LITERATURA E AUTORIA FEMININA: REFLEXÕES SOBRE O CÂNONE LITERÁRIO E MARTHA MEDEIROS LITERATURA E AUTORIA FEMININA: REFLEXÕES SOBRE O CÂNONE LITERÁRIO E MARTHA MEDEIROS Mestranda Kézia Dantas Félix 1, UEPB 1 Resumo: Neste artigo estudo o debate estabelecido em torno do cânone literário,

Leia mais

Victor Di Francia Alves de Melo. Música como Tonkunst: sobre o belo musical de Immanuel Kant e Eduard Hanslick. Dissertação de Mestrado

Victor Di Francia Alves de Melo. Música como Tonkunst: sobre o belo musical de Immanuel Kant e Eduard Hanslick. Dissertação de Mestrado Victor Di Francia Alves de Melo Música como Tonkunst: sobre o belo musical de Immanuel Kant e Eduard Hanslick Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau

Leia mais

apaixonados um pelo outro. Fábio é homossexual e tem em torno de 45 anos. Madalena também tem mais ou menos a mesma idade, e é heterossexual.

apaixonados um pelo outro. Fábio é homossexual e tem em torno de 45 anos. Madalena também tem mais ou menos a mesma idade, e é heterossexual. Apresentação Este projeto é simples e pretende levar para o público algo de elevado conteúdo artístico. O orçamento da pré-produção e da produção é pequeno, já que a peça será encenada por dois atores

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

Contribuições kierkegaardianas Para a Compreensão do Adoecimento Psíquico

Contribuições kierkegaardianas Para a Compreensão do Adoecimento Psíquico Contribuições kierkegaardianas Para a Compreensão do Adoecimento Psíquico Myriam Moreira Protasio CRP 05/07251 Para este trabalho selecionamos três obras do filósofo dinamarquês, através das quais poderemos

Leia mais

A FILOSOFIA E TECNOLOGIAS: FORMAÇÃO E OPINIÃO PÚBLICA CRÍTICA

A FILOSOFIA E TECNOLOGIAS: FORMAÇÃO E OPINIÃO PÚBLICA CRÍTICA A FILOSOFIA E TECNOLOGIAS: FORMAÇÃO E OPINIÃO PÚBLICA CRÍTICA Elvio de Carvalho Graduado em Filosofia pela UFSM/RS. Membro do projeto Formação Cultural. helviocarvalho@hotmail.com Valmir da Silva Acadêmico

Leia mais

A RUPTURA COM O ACADEMICISMO E A FORMAÇÃO DA PROFISSÃO DO FIGURINISTA DE DANÇA

A RUPTURA COM O ACADEMICISMO E A FORMAÇÃO DA PROFISSÃO DO FIGURINISTA DE DANÇA A RUPTURA COM O ACADEMICISMO E A FORMAÇÃO DA PROFISSÃO DO FIGURINISTA DE DANÇA The Break with Academicism and the Formation of the Profession of Dance Costume Designer Marcela Sales de Alencar, Bacharelado

Leia mais

KANT E O GÊNIO NA FILOSOFIA

KANT E O GÊNIO NA FILOSOFIA KANT E O GÊNIO NA FILOSOFIA DANILO CITRO RESUMO: O gênio é a faculdade do espírito na obra de arte bela. Este princípio de vida vem da produção de objetos que só o gênio é capaz. Para isto, ele tem a imaginação

Leia mais

6 Referências bibliográficas

6 Referências bibliográficas Referências bibliográficas 6 Referências bibliográficas ANDRADE, Miguel Gally de. O ambiente do belo e o pluralismo nas artes visuais: inspirações para uma atualização da Crítica da Faculdade de Julgar

Leia mais

Anna Catharinna 1 Ao contrário da palavra romântico, o termo realista vai nos lembrar alguém de espírito prático, voltado para a realidade, bem distante da fantasia da vida. Anna Catharinna 2 A arte parece

Leia mais

RESENHA. PEREZ, Daniel Omar. Kant e o problema da significação. Coleção Pensamento Contemporâneo 1. Curitiba: Champagnat, 2008. 329p.

RESENHA. PEREZ, Daniel Omar. Kant e o problema da significação. Coleção Pensamento Contemporâneo 1. Curitiba: Champagnat, 2008. 329p. RESENHA PEREZ, Daniel Omar. Kant e o problema da significação. Coleção Pensamento Contemporâneo 1. Curitiba: Champagnat, 2008. 329p. JORGE VANDERLEI COSTA DA CONCEIÇÃO Mestrando em Filosofia pela PUC-PR

Leia mais

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra!

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra! ROTEIRO DE ESTUDOS DE LITERATURA PARA A 3ª ETAPA 2ª SÉRIE Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à

Leia mais

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA Kellen Millene Camargos RESENDE (Faculdade de Letras UFG; kellenmil@gmail.com); Zênia de FARIA (Faculdade de Letras UFG; zenia@letras.ufg.br).

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE ÉTICA E FELICIDADE: UMA PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DE ENSINO MÉDIO E A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA

A RELAÇÃO ENTRE ÉTICA E FELICIDADE: UMA PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DE ENSINO MÉDIO E A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA A RELAÇÃO ENTRE ÉTICA E FELICIDADE: UMA PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DE ENSINO MÉDIO E A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA RODRIGUES, Ederson Dias¹ ALVES, Marcos Alexandre.² ¹Acadêmico bolsista PIBID/CAPES ²Orientador

Leia mais

O ENSINO DE FILOSOFIA NA ESCOLA BÁSICA: UMA LEITURA FOUCAULTIANA Liliana Souza de Oliveira - UFSM

O ENSINO DE FILOSOFIA NA ESCOLA BÁSICA: UMA LEITURA FOUCAULTIANA Liliana Souza de Oliveira - UFSM O ENSINO DE FILOSOFIA NA ESCOLA BÁSICA: UMA LEITURA FOUCAULTIANA Liliana Souza de Oliveira - UFSM Introdução O artigo 36 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 9.394/96) determina que

Leia mais

A arte do século XIX

A arte do século XIX A arte do século XIX Índice Introdução ; Impressionismo ; Romantismo ; Realismo ; Conclusão ; Bibliografia. Introdução Durante este trabalho irei falar e explicar o que é a arte no século XIX, especificando

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

KANT E O PROBLEMA DA FOTOGRAFIA NA EXPERIÊNCIA ESTÉTICA *

KANT E O PROBLEMA DA FOTOGRAFIA NA EXPERIÊNCIA ESTÉTICA * KANT E O PROBLEMA DA FOTOGRAFIA NA EXPERIÊNCIA ESTÉTICA * André Luiz da Paz e Silva ** A autonomia do juízo de gosto puro pelo belo, devido a sua total liberdade em relação tanto à dimensão do conhecimento

Leia mais

Tendências contemporâneas nas pesquisas em educação matemática e científica. sobre linguagens e práticas culturais

Tendências contemporâneas nas pesquisas em educação matemática e científica. sobre linguagens e práticas culturais Tendências contemporâneas nas pesquisas em educação matemática e científica sobre linguagens e práticas culturais Cláudia Regina Flores Suzani Cassiani (organizadoras) Tendências contemporâneas nas pesquisas

Leia mais

CEM ANOS DE SOLIDÃO, DE GABRIEL G. MARQUEZ. Autora (Aluna) Ludmila Maurer

CEM ANOS DE SOLIDÃO, DE GABRIEL G. MARQUEZ. Autora (Aluna) Ludmila Maurer ENSAIO LETRAS CEM ANOS DE SOLIDÃO, DE GABRIEL G. MARQUEZ Autora (Aluna) Ludmila Maurer Orientadora: Professora Ana Lúcia Barbosa de Moraes, da Universidade Estácio de Sá - Campus Nova Friburgo Resumo:

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

2. 1 A poesia trovadoresca - Leitura de cantigas de amor e de amigo semântico, sintático, lexical e sonoro;

2. 1 A poesia trovadoresca - Leitura de cantigas de amor e de amigo semântico, sintático, lexical e sonoro; EIXO TEMÁTICO: 1 TEXTO LITERÁRIO E NÃO LITERÁRIO 1) Analisar o texto em todas as suas dimensões: semântica, sintática, lexical e sonora. 1. Diferenciar o texto literário do não-literário. 2. Diferenciar

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA DE ALUNOS E PORTADOR DE DIPLOMA DE GRADUAÇÃO PRIMEIRO SEMESTRE - 2016 ANEXO VI CURSO DE PSICOLOGIA 1º PERÍODO

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA DE ALUNOS E PORTADOR DE DIPLOMA DE GRADUAÇÃO PRIMEIRO SEMESTRE - 2016 ANEXO VI CURSO DE PSICOLOGIA 1º PERÍODO 1 Conteúdos conceituais ANEXO VI CURSO DE PSICOLOGIA 1º PERÍODO CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO PSICOLÓGICO Definição dos conceitos de conhecimento científico e de senso comum; Estudo do processo de obtenção

Leia mais

PARA VOCÊ: O QUE É O DIREITO?

PARA VOCÊ: O QUE É O DIREITO? PARA VOCÊ: O QUE É O DIREITO? Tayrinne Tíffane Gonçalves Maia tayrinne_dm@yahoo.com.br Universidade Regional do Cariri Urca Mácia Maria Beserra Macedo Universidade Regional do Cariri Urca INTRODUÇÃO Cursando

Leia mais

PERCURSOS DE PAPEL: AS LENTES DA MICHELE ANGELILLO NA GRÉCIA Luciana Marino do Nascimento

PERCURSOS DE PAPEL: AS LENTES DA MICHELE ANGELILLO NA GRÉCIA Luciana Marino do Nascimento PERCURSOS DE PAPEL: AS LENTES DA MICHELE ANGELILLO NA GRÉCIA Luciana Marino do Nascimento A existência de núcleos citadinos não é um fenômeno contemporâneo. Na verdade, esses núcleos começaram a surgir

Leia mais

LITERATURA BRASILEIRA

LITERATURA BRASILEIRA LITERATURA BRASILEIRA 01 Leia o poema Pintura admirável de uma beleza, de Gregório de Matos. Vês esse sol de luzes coroado? Em pérolas a aurora convertida? Vês a lua de estrelas guarnecida? Vês o céu de

Leia mais

GEOGRAFIA E LITERATURA: APROXIMAÇÕES E ALTERNATIVAS PARA UM DIÁLOGO NA EDUCAÇÃO BÁSICA

GEOGRAFIA E LITERATURA: APROXIMAÇÕES E ALTERNATIVAS PARA UM DIÁLOGO NA EDUCAÇÃO BÁSICA GEOGRAFIA E LITERATURA: APROXIMAÇÕES E ALTERNATIVAS PARA UM DIÁLOGO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Alexandre Nícolas Rennó 1 nikitakadao@yahoo.com.br Cintia Pereira dos Santos 2 cintiapsgeo@gmail.com PODE EXISTIR

Leia mais

+10 anos GUIA DE LEITURA. Manuela Lapa. Alex Ponto Com Joe Silicone vai à escola. José Fanha Ilustrações de João Fanha

+10 anos GUIA DE LEITURA. Manuela Lapa. Alex Ponto Com Joe Silicone vai à escola. José Fanha Ilustrações de João Fanha GUIA DE LEITURA Manuela Lapa Alex Ponto Com Joe Silicone vai à escola José Fanha Ilustrações de João Fanha +10 anos 2 Apresentação da obra O que terá levado Joe Silicone, personagem virtual, a fugir do

Leia mais

A ABORDAGEM DA CRÔNICA NO LIVRO DIDÁTICO

A ABORDAGEM DA CRÔNICA NO LIVRO DIDÁTICO A ABORDAGEM DA CRÔNICA NO LIVRO DIDÁTICO Andréia Soardi (G -CLCA-UENP/CJ) Rita de Cássia Lamino de Araújo (Orientadora-CLCA-UENP/CJ) Grupo de Pesquisa Literatura e Ensino A crônica no ensino: objeto de

Leia mais

A SATISFAÇÃO DA APARÊNCIA CORPORAL MASCULINA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

A SATISFAÇÃO DA APARÊNCIA CORPORAL MASCULINA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A SATISFAÇÃO DA APARÊNCIA CORPORAL MASCULINA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Emília Amélia Pinto Costa da Silva;Priscilla Pinto Costa da Silva; Petrucio Venceslau de Moura;Talita Grazielle Pires de Carvalho;

Leia mais

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS.

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. ARAÚJO, Haroldo de 1; Prof.Dr. Costa, Luis Edegar de Oliveira 2;. Palavras chaves: Arte contemporânea; curadoria;

Leia mais

Madalena Simões de Almeida Vaz Pinto. Modernismo em língua desdobrada Portugal e Brasil. Tese de Doutorado

Madalena Simões de Almeida Vaz Pinto. Modernismo em língua desdobrada Portugal e Brasil. Tese de Doutorado Madalena Simões de Almeida Vaz Pinto Modernismo em língua desdobrada Portugal e Brasil Tese de Doutorado Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Letras da PUC-Rio como requisito parcial para obtenção

Leia mais

LÍNGUA ESTRANGEIRA E ESCRITA NORMALIZADA: SUJEITO NA/PELA LÍNGUA DO OUTRO

LÍNGUA ESTRANGEIRA E ESCRITA NORMALIZADA: SUJEITO NA/PELA LÍNGUA DO OUTRO LÍNGUA ESTRANGEIRA E ESCRITA NORMALIZADA: SUJEITO NA/PELA LÍNGUA DO OUTRO Deusa Maria de SOUZA-PINHEIRO-PASSOS deusa@usp.br Universidade de São Paulo (USP) Tomando a atividade de escrita como uma das maneiras

Leia mais

Pedro Bandeira. Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental

Pedro Bandeira. Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental Pedro Bandeira Pequeno pode tudo Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA

Leia mais

Curso de Relações Internacionais

Curso de Relações Internacionais UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE MARÍLIA Faculdade de Filosofia e Ciências Curso de Relações Internacionais 1 º. ano Disciplina: Introdução à História Profª Lidia M. V. Possas Lidia. M. V. Possas

Leia mais

ENTREVISTA CONCEDIDA AO ESCRITOR FLÁVIO IZHAKI Realizada em 21.VII.08 A PROPÓSITO DE RETRATO DESNATURAL (diários 2004 a 2007) Evando Nascimento

ENTREVISTA CONCEDIDA AO ESCRITOR FLÁVIO IZHAKI Realizada em 21.VII.08 A PROPÓSITO DE RETRATO DESNATURAL (diários 2004 a 2007) Evando Nascimento ENTREVISTA CONCEDIDA AO ESCRITOR FLÁVIO IZHAKI Realizada em 21.VII.08 A PROPÓSITO DE RETRATO DESNATURAL (diários 2004 a 2007) Evando Nascimento Renomado professor universitário, autor de títulos de não

Leia mais

A OBRA DE ARTE E SUA REPRODUTIBILIDADE TÉCNICA: UMA ANÁLISE DA PEÇA O QUE FAREI COM ESTE LIVRO E SUA PERSPECTIVA HISTÓRICA E FILOSÓFICA

A OBRA DE ARTE E SUA REPRODUTIBILIDADE TÉCNICA: UMA ANÁLISE DA PEÇA O QUE FAREI COM ESTE LIVRO E SUA PERSPECTIVA HISTÓRICA E FILOSÓFICA A OBRA DE ARTE E SUA REPRODUTIBILIDADE TÉCNICA: UMA ANÁLISE DA PEÇA O QUE FAREI COM ESTE LIVRO E SUA PERSPECTIVA HISTÓRICA E FILOSÓFICA Devalcir Leonardo (UNESPAR Campus Campo Mourão) devalcirleonardo@gmail.com

Leia mais

Os sete saberes necessários à educação do futuro

Os sete saberes necessários à educação do futuro FACULDADE PITÁGORAS DE UBERLÂNDIA 0 MG Curso de Pedagogia Disciplina: Filosofia da Educação Os sete saberes necessários à educação do futuro Profa. Ketiuce Ferreira Silva ketiuce@yahoo.com.br www.ketiuce.com.br

Leia mais

Desventuras Aristotélicas no Rio Pitimbu 1

Desventuras Aristotélicas no Rio Pitimbu 1 Desventuras Aristotélicas no Rio Pitimbu 1 Shirley Danielle Costa IRINEU 2 Boanerges Januário Soares de ARAÚJO NETO 3 Ivan Ferreira da COSTA 4 Maria Stella Galvão SANTOS 5 Universidade Potiguar, Rio Grande

Leia mais

BAPTISTA, Abel Barros. O livro agreste. Campinas: Editora Unicamp, 2005. Gustavo Silveira Ribeiro UFMG

BAPTISTA, Abel Barros. O livro agreste. Campinas: Editora Unicamp, 2005. Gustavo Silveira Ribeiro UFMG Resenhas BAPTISTA, Abel Barros. O livro agreste. Campinas: Editora Unicamp, 2005. Gustavo Silveira Ribeiro UFMG A leitura de O livro agreste desconcerta. Nascido de um curso de literatura brasileira ministrado

Leia mais

O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1

O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1 O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1 Jurandir Goulart Soares 2 Salvador Leandro Barbosa 3 Resumo: O presente trabalho pretende apontar a partir da contribuição dos filósofos franceses

Leia mais

SOCIOLOGIA OBJECTO E MÉTODO

SOCIOLOGIA OBJECTO E MÉTODO Ano Lectivo 2008/2009 SOCIOLOGIA OBJECTO E MÉTODO Cursos: Licenciatura em Sociologia e Licenciatura em Sociologia e Planeamento (1º ciclo) Unidade Curricular: Sociologia Objecto e Método Localização no

Leia mais

Instituto Fonte Diálogo A integração entre a avaliação e gestão no mundo real. Rizoma mapeando encontros e desenvolvimentos. por Joyce M.

Instituto Fonte Diálogo A integração entre a avaliação e gestão no mundo real. Rizoma mapeando encontros e desenvolvimentos. por Joyce M. Instituto Fonte Diálogo A integração entre a avaliação e gestão no mundo real Rizoma mapeando encontros e desenvolvimentos Não há um método para descobrir, apenas uma longa preparação. Gilles Deleuze por

Leia mais

A EDUCAÇÃO ESPÍRITA. Roteiro 5. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas

A EDUCAÇÃO ESPÍRITA. Roteiro 5. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas A EDUCAÇÃO ESPÍRITA Roteiro 5 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas 1 Objetivos Indicar as diferenças existentes entre instrução e

Leia mais

FILOSOFIA. Fernando Pessoa FILOSOFIA

FILOSOFIA. Fernando Pessoa FILOSOFIA Fernando Pessoa FILOSOFIA FILOSOFIA Se há um assunto eminentemente filosófico é a classificação das ciências. Pertence à filosofia e a nenhuma outra ciência. É só no ponto de vista mais genérico que podemos

Leia mais

Língua Portuguesa Introdução ao estudo do conto. III Média

Língua Portuguesa Introdução ao estudo do conto. III Média + Língua Portuguesa Introdução ao estudo do conto III Média + O que é um conto? n Conto é uma narrativa curta que apresenta os mesmos elementos de um romance: narrador, personagens, enredo, espaço e tempo.

Leia mais

SANT ANNA, Mara Rúbia. Teoria de Moda: sociedade, imagem e consumo. Barueri, SP: Estação das Letras Editora, 2007.

SANT ANNA, Mara Rúbia. Teoria de Moda: sociedade, imagem e consumo. Barueri, SP: Estação das Letras Editora, 2007. SANT ANNA, Mara Rúbia. Teoria de Moda: sociedade, imagem e consumo. Barueri, SP: Estação das Letras Editora, 2007. Daniela Novelli 1 Taísa Vieira Sena 2 Mara Rúbia Sant Anna é autora da obra Teoria de

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Dramaturgia. Oralidade. Ator. Improvisação. ABSTRACT

RESUMO. Palavras-chave: Dramaturgia. Oralidade. Ator. Improvisação. ABSTRACT SILVEIRA, Patrícia dos Santos. Jogos de linguagem e oralidade na construção do texto teatral. Florianópolis: UDESC; CAPES; Mestrado; Orientador Prof. Dr. Stephan Baumgärtel. Atriz. RESUMO Este artigo visa

Leia mais

DIREITO, LITERATURA E LINGUAGEM: interlocuções

DIREITO, LITERATURA E LINGUAGEM: interlocuções DIREITO, LITERATURA E LINGUAGEM: interlocuções Glenda Rose Gonçalves Chaves 1 Sumário: I. Introdução. II. As vertentes teóricas sobre o Direito e Literatura. III. O papel da Literatura e o Direito atual.

Leia mais

Desde os anos oitenta nos acostumamos a um nome que logo se transformaria. Otavio Henrique Meloni 1

Desde os anos oitenta nos acostumamos a um nome que logo se transformaria. Otavio Henrique Meloni 1 297 UM COLAR DE EXPERIÊNCIAS: O OLHAR COTIDIANO DE MIA COUTO EM O FIO DAS MISSANGAS Otavio Henrique Meloni 1 RESUMO O escritor moçambicano Mia Couto apresenta em O fio das missangas sua vertente mais perspicaz:

Leia mais

A leitura e a discussão colectiva da banda desenhada: uma experiência e alguns apontamentos

A leitura e a discussão colectiva da banda desenhada: uma experiência e alguns apontamentos Apoio: A leitura e a discussão colectiva da banda desenhada: uma experiência e alguns apontamentos Grupo de Leitores de BD da Bedeteca de Lisboa Rosa Barreto e Pedro Moura Bedeteca de Lisboa 1996/2008

Leia mais

FUNDAÇÃO PARA A SAÚDE. António Sampaio da Nóvoa. 27 de Setembro, 17 horas

FUNDAÇÃO PARA A SAÚDE. António Sampaio da Nóvoa. 27 de Setembro, 17 horas FUNDAÇÃO PARA A SAÚDE António Sampaio da Nóvoa 27 de Setembro, 17 horas Foi uma grande imprudência ter aceitado este convite. No meio de tantas pessoas que conhecem tudo deste campo, que posso eu dizer?

Leia mais

JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE

JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE Terezinha Losada Resumo: A obra Fonte de Marcel Duchamp é normalmente apontada pela crítica de arte como a síntese e a expressão mais radical da ruptura com a tradição

Leia mais

A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA E AS POLÍTICAS DE FORMAÇÃO DE SEUS PROFESSORES

A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA E AS POLÍTICAS DE FORMAÇÃO DE SEUS PROFESSORES 1 A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA E AS POLÍTICAS DE FORMAÇÃO DE SEUS PROFESSORES Adriana Paula Quixabeira Rosa e Silva Oliveira Santos (IFAL) apquixabeira@terra.com.br Resumo O artigo apresenta o

Leia mais

ST 28: Sexualidade, gênero e reprodução na juventude Márcia Stengel PUC Minas Família adolescência gênero

ST 28: Sexualidade, gênero e reprodução na juventude Márcia Stengel PUC Minas Família adolescência gênero ST 28: Sexualidade, gênero e reprodução na juventude Márcia Stengel PUC Minas Família adolescência gênero Que família eu quero? Discutindo a família com adolescentes A família contemporânea sofre(u) transformações.

Leia mais

Reflexão e fundamento: a validade universal do juízo de gosto na estética de Kant

Reflexão e fundamento: a validade universal do juízo de gosto na estética de Kant Júlia Casamasso Mattoso Reflexão e fundamento: a validade universal do juízo de gosto na estética de Kant DISSERTAÇÃO DE MESTRADO DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA Programa de Pós-graduação em Filosofia Júlia

Leia mais

ARQUITETURA PARAIBANA NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI

ARQUITETURA PARAIBANA NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI ARQUITETURA PARAIBANA NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI Autoria: Manoel Brito de Farias Segundo (orientador) Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (FACISA) Caio Méssala da Silva Faustino - Faculdade de

Leia mais

DESAFIOS PARA FORMAÇÃO DE UM DOCENTE DE DESENHO INDUSTRIAL Sandra Lúcia de Oliveira Martins

DESAFIOS PARA FORMAÇÃO DE UM DOCENTE DE DESENHO INDUSTRIAL Sandra Lúcia de Oliveira Martins DESAFIOS PARA FORMAÇÃO DE UM DOCENTE DE DESENHO INDUSTRIAL Sandra Lúcia de Oliveira Martins INTRODUÇÃO A permanente a preocupação com a formação docente e a falta de prática em sala de aula, que não conduz

Leia mais

A construção dos estilos de vida na cultura contemporânea a partir do consumo simbólico da moda

A construção dos estilos de vida na cultura contemporânea a partir do consumo simbólico da moda A construção dos estilos de vida na cultura contemporânea a partir do consumo simbólico da moda Ludmila Prado Massarotto Data de defesa: 01/09/2008 Instituição: Centro Universitário Senac - SP Este trabalho

Leia mais

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 QUESTÃO 01 Arte abstrata é uma arte: a) que tem a intenção de representar figuras geométricas. b) que não pretende representar figuras ou objetos como realmente são. c) sequencial, como, por exemplo, a

Leia mais

SOBRE O BELO, O SUBLIME E O GÊNIO

SOBRE O BELO, O SUBLIME E O GÊNIO SOBRE O BELO, O SUBLIME E O GÊNIO ELEINE BOURDETTE/UNIVERSO A elaboração de uma análise estética das poéticas pictóricas de Parreiras e Castagneto, fundamentada na Crítica do Juízo de Kant, é a finalidade

Leia mais

Conteúdos Exame Final e Avaliação Especial - 3ª série

Conteúdos Exame Final e Avaliação Especial - 3ª série Conteúdos Exame Final e Avaliação Especial - 3ª série Componente Curricular: Biologia Professor: Marcelo Palma Conceitos de nucleo e citogenética Genética molecular-dna,rna,duplicação,transcrição e tradução

Leia mais

Por Prof. Manoel Ricardo. Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática

Por Prof. Manoel Ricardo. Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática Por Prof. Manoel Ricardo Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática A sociedade do século XXI é cada vez mais caracterizada pelo uso intensivo do conhecimento, seja para trabalhar, conviver ou exercer

Leia mais

RAZÕES SENSÍVEIS DE UM CORPO PRESENTE

RAZÕES SENSÍVEIS DE UM CORPO PRESENTE RAZÕES SENSÍVEIS DE UM CORPO PRESENTE Gisele Miyoko Onuki 26 Colegiado do Curso de Dança Faculdade de Artes do Paraná, Curitiba, PR. Área: Linguística, Letras e Artes. Subárea: Artes. Palavras-chave: Corpo,

Leia mais

Literatura e cinema contemporâneos de expressão sociocultural Professor Dr. Jorge Alves Santana - Email: jorgeufg@bol.com.br

Literatura e cinema contemporâneos de expressão sociocultural Professor Dr. Jorge Alves Santana - Email: jorgeufg@bol.com.br 1 Literatura e cinema contemporâneos de expressão sociocultural Professor Dr. Jorge Alves Santana - Email: jorgeufg@bol.com.br Plano de Curso: Literatura e Cinema contemporâneos de expressão sociocultural

Leia mais

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO Sílvia Cristina Fernandes Paiva 1 Ana Arlinda Oliveira 2 A leitura literária na escola Podemos afirmar que a leitura é fundamental para construção

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa objetiva um conhecimento amplo sobre a temática interdisciplinaridade, idealizando

Leia mais

A Ilíada e a Odisseia adaptadas para a Literatura Infantil e Juvenil

A Ilíada e a Odisseia adaptadas para a Literatura Infantil e Juvenil A Ilíada e a Odisseia adaptadas para a Literatura Infantil e Juvenil Poliane Vieira Nogueira Valadão (Mestranda, Faculdade de Letras UFG) Orientação: Doutor Jamesson Buarque (Faculdade de Letras UFG) polianevieiranogueira@gmail.com

Leia mais

A obra de Joaquim Manuel de Macedo através de anúncios do Jornal do Comércio do Rio de Janeiro.

A obra de Joaquim Manuel de Macedo através de anúncios do Jornal do Comércio do Rio de Janeiro. A obra de Joaquim Manuel de Macedo através de anúncios do Jornal do Comércio do Rio de Janeiro. Resumo: Doutoranda Juliana Maia de Queiroz 1 (UNICAMP). Em 1868, Joaquim Manuel de Macedo publicou o romance

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho Direitos Autorais: Faculdades Signorelli "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens,

Leia mais

O ator-autor a questão da autoria nas formas teatrais contemporâneas

O ator-autor a questão da autoria nas formas teatrais contemporâneas O ator-autor a questão da autoria nas formas teatrais contemporâneas Fernanda Coutinho Bond Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas - UNIRIO Doutoranda Or. Prof. Dra. Ângela Materno Resumo: Este trabalho

Leia mais

Estratégias didático-metodológicas para o ensino da leitura do texto literário

Estratégias didático-metodológicas para o ensino da leitura do texto literário Estratégias didático-metodológicas para o ensino da leitura do texto literário Sharlene Davantel Valarini (Doutoranda em Estudos Literários/UEM-PR) Resumo: Nos dias de hoje, o ensino da literatura ainda

Leia mais

Projeto Conto de Fadas

Projeto Conto de Fadas Projeto Conto de Fadas 1. Título: Tudo ao contrário 2. Dados de identificação: Nome da Escola: Escola Municipal Santo Antônio Diretora: Ceriana Dall Mollin Tesch Coordenadora do Projeto: Mônica Sirtoli

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º LE733- COMPREENSÃO E PRODUÇÃO DE TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA Fórmula: LE003 LE003- LINGUA PORTUGUESA 3 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS. ANÁLISE DE ESTRUTURAS BÁSICAS DA LÍNGUA PORTUGUESA. SINTAXE

Leia mais

Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana

Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana Lucas Piter Alves Costa 1 Por que estudar gêneros? Como estudá-los? Qual a importância que o domínio de seus estudos pode

Leia mais

Palavra: Dispositivo/ Word: Device

Palavra: Dispositivo/ Word: Device 39 Palavra: Dispositivo/ Word: Device Mozahir Salomão Bruck 1 Resumo O objetivo do texto é resgatar os olhares múltiplos que o termo dispositivo recebeu nos últimos anos nos diversos campos de conhecimento

Leia mais

Feminilidade e Violência

Feminilidade e Violência Feminilidade e Violência Emilse Terezinha Naves O tema sobre a violência e a feminilidade apresenta-se, nas mais diversas áreas do conhecimento, como um tema de grande interesse, quando encontramos uma

Leia mais

SOBRE O LUGAR DO JUÍZO DE GOSTO NA ESTÉTICA KANTIANA

SOBRE O LUGAR DO JUÍZO DE GOSTO NA ESTÉTICA KANTIANA Rone E. Santos 1 SOBRE O LUGAR DO JUÍZO DE GOSTO NA ESTÉTICA KANTIANA Resumo: O presente trabalho busca analisar como, dentro do empreendimento analítico kantiano, é possível verificar uma passagem do

Leia mais

Resumo expandido CONPEEX 2011. A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker.

Resumo expandido CONPEEX 2011. A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker. Resumo expandido CONPEEX 2011 TÍTULO A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker. NOMES DOS AUTORES, UNIDADE ACADÊMICA E ENDEREÇO ELETRÔNICO Luciana Miranda

Leia mais

Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações.

Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Família e Escola construindo valores. Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Autor: Fábio Henrique Marques Instituição: Colégio Metodista de Ribeirão Preto

Leia mais

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS Resumo Manuelli Cerolini Neuenfeldt 1 Silvia Maria de

Leia mais

Guimarães Rosa O maior escritor brasileiro da segunda metade do século 20

Guimarães Rosa O maior escritor brasileiro da segunda metade do século 20 Guimarães Rosa O maior escritor brasileiro da segunda metade do século 20 Características Gerais Cenário: o Sertão brasileiro. Recorrência ao grego e latim. Processo fonético na criação escrita. Fala regionalista

Leia mais

Luciene Araújo de ALMEIDA (PG/FL/UFG) luayaba@gmail.com Orientadora: Marilúcia Mendes RAMOS (D/FL/UFG) profamariluciaramos@gmail.

Luciene Araújo de ALMEIDA (PG/FL/UFG) luayaba@gmail.com Orientadora: Marilúcia Mendes RAMOS (D/FL/UFG) profamariluciaramos@gmail. A formação da identidade nacional brasileira em Viva o povo brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro, e o (re)contar da história Angolana na Gloriosa Família, de Pepetela Palavras - chave: história; literatura

Leia mais

Texto 4 Composição em prosa não literária

Texto 4 Composição em prosa não literária Curso de Redação: Do texto ao texto Professora: Maria Aparecida Araújo Texto 4 Composição em prosa não literária Conteúdo Descrição Narração Dissertação Bibliografia: 1. CARNEIRO, Agostinho Dias: Redação

Leia mais

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO Resumo Hoje muitas crianças convivem com narrativas audiovisuais na tv, no cinema e na Internet. Como se relacionam

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

RAZÃO E PAIXÃO NO PENSAMENTO WEBERIANO 1

RAZÃO E PAIXÃO NO PENSAMENTO WEBERIANO 1 1 RAZÃO E PAIXÃO NO PENSAMENTO WEBERIANO 1 Rogério José de Almeida 2 No presente trabalho, tem-se por objetivo fazer uma breve análise do aparente conflito na formulação de dois conceitos fundamentais

Leia mais

GODARD E O CINEMA NOVO: BREVES APONTAMENTOS ACERCA

GODARD E O CINEMA NOVO: BREVES APONTAMENTOS ACERCA GODARD E O CINEMA NOVO: BREVES APONTAMENTOS ACERCA DA APROXIMAÇÃO CINEMANOVISTA DA OBRA GODARDIANA Jailson Dias Carvalho Ao longo da década de 1960, Jean-Luc Godard assumiu um papel cada vez mais preponderante

Leia mais