CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS. Disciplina: Geografia. Professor Manoel Antônio Cardoso

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1 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS Curso Pró-Técnico Disciplina: Geografia Texto Experimental 1 a Edição Professor Manoel Antônio Cardoso Varginha Minas Gerais Dezembro de 2006

2 Geografia Detalhe com Rosa dos ventos Crédito: Reprodução de imagem do livro Cartografia da Conquista do Território das Minas. Antônio Gilberto Costa (org). Belo Horizonte: Editora UFMG; Lisboa: Kapa Editorial, Fonte: Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. ii

3 Sumário 1 - NOÇÕES DE CARTOGRAFIA Orientação...1 A Rosa-dos-Ventos Outros Meios de Orientação COORDENADAS GEOGRÁFICAS Introdução O Brasil e as Coordenadas Geográficas FUSOS HORÁRIOS Fusos Horários do Brasil As Estações do Ano Translação Representação Cartográfica Introdução O Estudo das Projeções Cartográficas Tipos de Projeções Cartográficas Classificação das Projeções Cartográficas A representação dos Aspectos Físicos e Humanos nos Mapas Símbolos Convencionais Escala Escala Numérica Escala Gráfica Reprodução de Escala Numérica...22 Veja este exemplo: Relação Entre os Diferentes Tipos de Escala Cálculo de Escala DOCUMENTAÇÃO CARTOGRÁFICA Fotografia Aérea Sensoriamento Remoto As Estações Receptoras Terrestres...25 Exercícios Questões de Vestibulares A NOVA ORDEM MUNDIAL A Guerra Fria O MUNDO BIPOLAR Um Mundo Multipolar O Estabelecimento de uma Nova Ordem A NOVA ORDEM MUNDIAL O Neoliberalismo O Mundo Globalizado...38 Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. iii

4 Questões Comentadas BLOCOS ECONÔMICOS Origem Conceitos Destrinchando os Principais Blocos Mundiais MERCOSUL Acordo de Livre-Comércio da América do Norte NAFTA ALCA, Área de Livre Comércio das Américas UE - União Européia APEC - Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico ASEAN - Associação das Nações do Sudeste Asiático CAN - Comunidade Andina ou Pacto Andino CARICOM - Mercado Comum da Comunidade do Caribe SADC - Comunidade da África Austral CEI - Comunidade dos Estados Independentes UA - União Africana Outros Blocos Económicos menores EXERCICIOS...57 Referências Bibliográficas...63 Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. iv

5 1 - NOÇÕES DE CARTOGRAFIA 1.1 Orientação O conceito mais apropriado de orientação é direção, rumo, cada uma das orientações que são marcadas pela Rosa-dos-Ventos. O homem, para se deslocar sobre a superfície da terra, tomou por base o nascer e o pôr do sol, criando os pontos de orientação. O conceito de orientação está associado à determinação da posição do elemento no espaço geográfico e sua relação com os pontos cardeais, colaterais e subcolaterais. Veja o desenho da Rosa-dos- Ventos, também chamada de Rosa-dos- Rumos. A Rosa-dos-Ventos A rosa-dos-ventos Figura 1 - é a representação gráfica dos principais pontos de orientação. É assim chamada por indicar as diversas direções que o vento pode tomar. Figura 1 (BORBA; VIEGAS, 2001). CARDEAIS COLATERAIS NORTE = N NOROESTE = NW SUL = S NORDESTE = NE LESTE = E SUDOESTE = SW OESTE = W SUDESTE = SE SUBCOLATERAIS Nor-nordeste = NNE Es-nordeste = ENE Nor-noroeste = NNW Es-sudeste = ESE Su-sudeste = SSE Oes-sudoeste = WSW Su-sudoeste = SSW Oes-noroeste = WNW Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 1

6 Outros nomes dos pontos cardeais NORTE: Setentrional e boreal SUL: Meridional e austral LESTE: Oriental e nascente OESTE: Ocidental e poente Nota: Cardeal em latim significa principal. O estudo da Rosa-dos-Ventos, relacionados dentro do mapa, tem sentido estático. Veja agora a localização no espaço vivido pelo homem. A localização na vida Rotação da Terra sentido oeste para leste Movimento aparente do Sol leste para oeste Veja agora os desenhos (Figura 2): Rotação da Terra Movimento aparente do Sol Figura 2 (BORBA; VIEGAS, 2001). Devido à influência que o sol exerce sobre a Terra, o homem passou a observar a sua aparente marcha pelo espaço, fixando a atenção na direção em que ele aparecia diariamente no horizonte. A partir de suas observações, este ponto conhecido como leste, e o ponto em que ele se põe, como oeste. Estendendo a mão direita para o leste e a esquerda para o oeste, encontramos mais dois pontos de orientação: o norte, à nossa frente, e o sul, às nossas costas. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 2

7 1.2 Outros Meios de Orientação Até o século XIII, utilizava-se a orientação astronômica simples, através da localização e posição dos astros, como o Sol, as estrelas, as constelações e a Lua. Não podemos esquecer: 1º) A Terra tem um eixo inclinado de 23º e 27. 2º) As estações do ano significam diferentes posições dos hemisférios. Estes dois fatos dificultam a localização pelas estrelas, astros ou constelações. Figura 3 (BORBA; VIEGAS, 2001). A orientação pelas estrelas é distinta nos dois hemisférios veja a Figura 3. Assim como o Sol durante o dia, elas parecem deslocar-se de leste para oeste. No hemisfério norte, apenas a ESTRELA POLAR parece estar fixa, pois encontra-se quase diretamente acima do pólo norte. Portanto, para se determinar a direção do pólo norte, basta traçar uma linha imaginária perpendicular da Estrela Polar à Terra. No hemisfério sul não existe qualquer estrela que indique a posição do pólo sul. A orientação do CRUZEIRO DO SUL (Figura 4), devido à sua forma peculiar, é utilizada para a orientação e indicação do pólo sul. Para determinar a direção do pólo sul, basta prolongar quatro vezes o braço maior da cruz e, então, traçar uma linha imaginária, perpendicular à linha do horizonte, até a Terra. Figura 4 (BORBA; VIEGAS, 2001). Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 3

8 A Bússola Do século XIII ao século XV,acontece a invenção e o predomínio da BÚSSOLA, um prático e eficiente instrumento de orientação inventado pelos chinenes, que permite traçar o rumo em qualquer momento de uma viagem. Constitui-se uma agulha imantada que gira sobre um eixo vertical, em um fundo constituído de um mostrador, como a Rosa-dos-Ventos, com 360º de circunferência (BÚSSOLAS MODERNAS). A agulha imantada da bússola não aponta o norte geográfico, mas sim o pólo magnético da Terra. É necessário, então, fazer uma correção na direção apontada pela bússola, denominada declinação magnética, que é o ângulo formado pela distância entre o pólo Norte da Terra e o pólo magnético, indicado pela agulha da bússola. Na Figura 5, veja os pólos magnéticos e os pólos geográficos. Figura 5 (BORBA; VIEGAS, 2001). 2 - COORDENADAS GEOGRÁFICAS 2.1 Introdução Utilizando os paralelos e os meridianos podemos, por meio da latitude e da longitude, determinar a posição exata de um ponto qualquer na Terra. Paralelos Paralelos são círculos imaginários que atravessam a Terra, paralelamente ao Equador, nos dois hemisférios. Diminuem de tamanho à medida que se afastam do Equador, até se transformarem em um ponto nos pólos, a 90º (veja a Figura 6). Entre os paralelos existem dois círculos mais importantes em cada hemisfério, que são: Hemisfério Norte: Trópico de Câncer, a aproximadamente 23º 27 do Equador; e o Círculo Polar Ártico, distante aproximadamente 66º 30 do Equador. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 4

9 Figura 6 (BORBA; VIEGAS, 2001). Hemisfério Sul: Trópico de Capricórnio e Círculo Polar Antártico, ambos apresentando a mesma distância aproximadamente do Equador que os seus correspondentes do hemisfério norte. Latitude É a distância em graus de qualquer ponto da superfície terrestre em relação ao Equador (Figura 7). Pode ser definida como o ângulo que a vertical desse lugar forma com o plano do Equador. A latitude pode ser norte ou sul e variar de 0º a 90º. Cada grau divide-se em 60 minutos e cada minuto em 60 segundos. Meridianos Meridianos são semicircunferências imaginárias traçadas na Terra de pólo, possuindo a mesma extensão, sendo 180º a leste e 180º a oeste de Greenwich. Longitude É a distância em graus entre um ponto da superfície terrestre e o Meridiano Inicial, ou de Greenwich. A longitude pode ser ocidental ou oriental, variando de 0º a 180º em cada um. Através dos paralelos e dos meridianos determinam-se LATITUDE e LONGITUDE e, conseqüentemente, a posição exata de um ponto qualquer da superfície terrestre. A latitude, e a longitude constituem as COORDENADAS GEOGRÁFICAS. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 5

10 Figura 7 (BORBA; VIEGAS, 2001). 2.2 O Brasil e as Coordenadas Geográficas Posição do Brasil no Planisfério Figura 8a. Figura 8a (BORBA; VIEGAS, 2001). Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 6

11 Figura 8b Posição do Brasil no Planisfério Político. Fonte: Figura 9 (BORBA; VIEGAS, 2001). Aproximadamente, a localização das coordenadas brasileiras (Figura 9) é entre os paralelos 5º N e 33º S entre os meridianos 34º W a 73º W, sendo atravessado pelo Equador, que corta a cidade de Macapá e pelo Trópico de Capricórnio, que corta a cidade de São Paulo. 3 FUSOS HORÁRIOS Existem diversas maneiras de se medir o tempo: tempo solar verdadeiro, tempo solar médio, tempo civil ou pelos fusos horários. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 7

12 A velocidade das comunicações acabou impondo a necessidade de unificação da hora em todo o mundo. Foram criados, então, os sistemas de fusos horários, propostos em 1884, na Conferência de Washington. O conceito de tempo civil (ou hora civil) passou a ser utilizado desde 1º de janeiro de 1925, a partir de sua adoção pelos astrônomos. A duração do tempo é de 24 horas, e a contagem é feita de 0 a 24 horas. A rotação da Terra é feita de oeste para leste, enquanto a direção do movimento aparente do Sol é de leste para oeste. Para realizar o movimento de rotação, isto é, para dar uma volta em torno da circunferência equatorial, gastam-se 24 horas. Dessa maneira, temos: 360º = circunferência da Terra 24 horas = duração de um dia 360º 24 h 15º Ao dividirmos a circunferência da Terra por uma rotação, encontraremos 15º. Cada intervalo de 15º, nos meridianos, será equivalente a 1 hora, sendo chamado de fuso horário. Todos os lugares situados no interior do mesmo fuso horário possuem a mesma hora: é a chamada hora legal, diferente da hora verdadeira (ou local), determinada pelo movimento aparente do Sol. Para calcular a hora, convencionou-se que o fuso horário inicial, isto é, o fuso a partir do qual a hora começaria a ser contada, seria o fuso que passa por Greenwiich. A hora determinada por este fuso horário recebeu o nome de hora GMT. O fuso horário de Greenwich é formado pela soma de 7,5 º a leste e 7,5º a oeste de 0º (Meridiano Inicial, ou de Greenwich). Para resolver problemas relacionados aos fusos horários, lembre-se de que: 1 Quando as duas localizações se encontrarem em hemisférios diferentes (oeste para leste ou viceversa), deve-se somar as longitudes e dividir o resultado por 15º. Veja o exemplo: Localidade X = 30º longitude Leste Localidade Y = 105º longitude Oeste 30º + 105º 135º 15º 135º 9 Horas (15º = 1 hora) A diferença entre X e Y será de 9 horas. 2 Quando as duas localizações se encontrarem num mesmo hemisfério (leste para leste ou oeste para oeste), deve-se subtrair as longitudes e dividir o resultado por 15º. Veja o exemplo: Localidade X = 135º E Localidade Y = 45º E 135º - 45º 90º 15º 90º 6 Horas A diferença entre X e Y será de 6 horas. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 8

13 Sabendo a localização e a hora de uma cidade, você irá somar se o pedido for a leste ou subtrair se for a oeste. Vamos aos exemplos: Na cidade X a 120º E, são 5 horas. Qual a hora na cidade 45º W? 120º E 165º 15º 24 horas = 1 dia (veja, voltamos 1 dia) + 45º W 11 horas - 11 horas diferença 165º A diferença entre as cidades é de 11 horas 13 horas A hora de 120º não era 5. então vamos somar 5 a 13 horas e acharemos 18 horas. Resposta: 18 horas do dia anterior. Vamos conferir: Figura 10 (BORBA; VIEGAS, 2001). A partir deste exemplo, faça outros. Fusos Horários - A Linha Internacional da Data Para se marcarem as horas, o meridiano de Greenwich é tomado como referência. A hora oficial GMT (Greenwich Meridian Time) considerada é a que corresponde às 12 horas (meio-dia). Assim, o meridiano correspondente a 180º de longitude representa o tempo de 24 horas, e corresponde à linha na qual se faz a mudança de data, de um dia para outro: é a linha internacional de mudança de data. A linha internacional da data atravessa o oceano Pacífico, apresentando vários desvios, para não passar por nenhum lugar habitado. Passa pelo Estreito de Bering, pelo leste da Península de Kamtchatka, entre as ilhas Aleutas e Samoa, e daí prossegue até o pólo sul. Se um viajante cruzar essa linha no sentido oeste-leste, deve acrescentar um dia; se cruza-la no sentido leste-oeste, deve subtrair um dia. Observar que o meridiano de 180º não coincide com a linha internacional, de mudança de data, por convenção internacional. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 9

14 Figura 11 Mapa Mundi. Disponível em <http://www.riosummit2004.com.br/web/mapa_mundi.htm>. Acesso em: 03 novembro 2006, 14:45: Fusos Horários do Brasil Considerando as ilhas oceânicas, o Brasil possui quatro fusos horários (ver a Figura 12). Há um limite prático e um teórico dos fusos horários. Os limites práticos foram criados no Brasil para padronizar as horas em algumas áreas. O Brasil possui quatro fusos horários e três horas diferentes dentro de seu território. Para entender melhor, veja o mapa de fusos brasileiros. O 1º fuso horário do Brasil está atrasado duas horas em relação à hora de Greenwch. O 2º fuso horário, atrasado três horas em relação a Greenwich, constitui a hora legal do Brasil (hora de Brasília). Nele se encontra a maioria dos estados brasileiros. Observe que parte do 1º fuso passou para o 2º, formando limite prático. O 3º fuso horário está atrasado quatro horas em relação a Londres e uma hora em relação a Brasília. O 4º fuso horário apresenta atraso de cinco horas em relação a Greenwich e duas horas em relação a Brasília. Apenas o Acre e o extremo-oeste do Amazônia encontram-se nesse fuso horário. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 10

15 Figura 12 (BORBA; VIEGAS, 2001). Horário de Verão Aproveitando-se da claridade maior dos raios solares, o Brasil adianta seu relógio em uma hora. É o chamado horário de verão (um pouco antes do verão oficial, outubro). Porém, deve-se lembrar que esse recurso não é utilizado em todo o território, pois quanto mais próximo do Equador, maior será a igualdade dos dias durante o ano. Figura 13 O horário de verão em diversas regiões do Brasil ( ). Disponível em <www.geografiaparatodos.com.br/img/infograficos/horario_verao.jpg>. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 11

16 4 As Estações do Ano As estações do ano ocorrem devido ao movimento de translação. 4.1 Translação É o movimento que a Terra faz em torno do sol, descrevendo uma órbita elíptica. Quatro posições destacam-se nesse movimento. Observe, no desenho, que os pontos 2 e 4 representam o momento em que a Terra terá a mesma luminosidade nos dois hemisférios: são os EQUINÓCIOS, de outono ou primavera. Agora, observe que nas posições 1 e 3 os hemisférios da Terra receberão luminosidade diferente: são os SOLSTÍCIOS, de verão ou de inverno. As Figuras 14a e 14b sintetizam o que foi dito. Nº do Nº do H. N. Estação H. S. desenho desenho 1 21 junho Verão 21 dezembro setembro Outono 21 março dezembro Inverno 21 junho março Primavera 23 setembro 2 Figura 14a (BORBA; VIEGAS, 2001). Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 12

17 Figura 14b Fonte: Solstício: Este hemisfério receberá maiores radiações solares, seus dias serão mais longos e suas noites mais curtas. Equinócios: Os raios solares atingirão os dois hemisférios com a mesma intensidade, e os dias e as noites serão iguais. Solstício:Este hemisfério receberá maiores radiações solares, seus dias serão mais longos e suas noites mais curtas. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 13

18 5 Representação Cartográfica 5.1 Introdução Existem duas formas de representar graficamente a Terra: o globo e o mapa. O globo terrestre é a melhor forma de se representar a Terra, a quem mais se aproxima da realidade, apesar de não ser a mais utilizada. Suas vantagens são: 1) Sendo esférico, dá uma idéia bastante real; 2) Mostra todos os continentes, seus oceanos; 3) Permite a localização correta das principais linhas imaginárias; 4) Possibilita a simulação dos movimentos da Terra; 5) Apresenta as distâncias em latitudes e longitudes com exatidão; 6) As distâncias serão mais exatas, pois não haverá distorções das projeções. O mapa nada mais é do que uma superfície plana na qual a Terra é total ou parcialmente representada. É mais utilizado devido à praticidade de manuseio e transporte, além de conter indicações mais completas e minuciosas que o globo. A linguagem do mapa é cartográfica, precisa de métodos científicos mais adequados para melhor representar a Terra. A cartografia ocupa-se em analisar e desenhar os mapas e as cartas topográficas de maneira mais adequada à sua utilização. Os mapas podem ser: Temáticos: destinam-se ao estudo específico de determinados temas, como Geologia, Demografia. Especiais: atendem a um público específico, de profissionais que têm no mapa um instrumento de trabalho. Geralmente são mapas em grande escala. Gerais: quando atendem a diversos tipos de usuários. Geralmente são mapas em pequena escala. 5.2 O Estudo das Projeções Cartográficas A maior dificuldade em cartografia é transferir o que existe numa superfície curva, que é a Terra, para uma superfície plana, que é o mapa. Só podemos conseguir essa transferência, essa passagem, de maneira imperfeita, infiel, com algumas alterações. O problema das projeções cartográficas exige, portanto, uma grande dose de imaginação. Todo mapa é um processo de alteração da superfície terrestre. Esta distorção será maior quanto maior for a área cartografada. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 14

19 5.3 Tipos de Projeções Cartográficas O Desenvolvimento de Uma Esfera Ao tentarmos desenvolver uma esfera (ou parte de uma esfera) sobre um plano, observamos que os limites externos de sua superfície são os mais sacrificados, apresentando maiores alterações, enquanto que o centro da mesma não apresentará deformações. Portanto, o centro de uma projeção é a parte que pode ser um ponto ou uma linha (um paralelo ou um meridiano) em verdadeira grandeza, sem alterações de escala. Como a esfera não se desenvolve sobre o plano, utilizamos superfícies intermediárias que tenham a propriedade de se desenvolver. Temos, então, que procurar figuras semelhantes à esfera, que sejam passíveis de desenvolvimento. O cilindro, o cone e o plano constituem esses tipos de figuras. As projeções cartográficas costumam ser reunidas em três tipos básicos: cilíndricas; cônicas e plano tangente ou azimutal. Projeção Cilíndrica Em uma projeção cilíndrica (Figura 15), observam-se as seguintes conseqüências: Figura 15 - Projeção Cilíndrica (BORBA; VIEGAS, 2001). Apenas o Equador tangencia a superfície. As áreas próximas aos pólos e mesmo os pólos não têm possibilidade de serem projetadas na superfície cilíndrica. Os demais paralelos projetados não conservam as medidas originais, guardando iguais comprimentos em relação ao Equador. O Equador é a única linha projetada que conserva a dimensão original. As linhas traçadas na esfera são transferidas para a superfície cilíndrica de desenvolvimento, através de projeções partidas do centro da esfera. A projeção cilíndrica, também conhecida como Projeção de Mercátor, apresenta os paralelos e os meridianos cruzando-se em ângulos de 90º e é bastante utilizada na navegação e na confecção de mapas-múndi. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 15

20 Os paises localizados nas mais altas latitudes apresentam-se bastante deformados, ao contrário daqueles situados ao longo ou próximo da linha do Equador, que apresentam pequenas alterações. Projeção Cônica Na projeção cônica (Figura 16), a esfera projeta-se a partir do Equador, tangenciando de um dos paralelos. São observados as seguintes conseqüências: A única linha de verdadeira grandeza é o paralelo de tangência. O pólo é projetado, graças à forma própria do cone. Os meridianos projetados se cruzam no pólo, semelhantemente ao que acontece na esfera. As linhas traçadas na esfera são projetadas para a superfície cônica de desenvolvimento a partir de um certo ponto do interior da esfera. Figura 16 - Projeção Cônica (BORBA; VIEGAS, 2001). Observe a projeção cônica: os países que apresentam maiores distorções são aqueles localizados próximos ao Equador. Este tipo de projeção é ótima para representar mapas regionais, onde aparecem apenas pequenas partes da superfície terrestre. Projeção Plano Ou Azimutal Na projeção plano ou azimutal, as linhas traçadas na esfera são projetadas no plano, partidas de um certo ponto do interior da esfera, a partir do pólo. São observados as seguintes conseqüências: Os meridianos, irradiando-se do pólo, são projetados em linha reta. À medida que se afastam do ponto de tangência - o pólo o espaçamento e as dimensões dos paralelos e dos meridianos crescem rapidamente. O pólo, ponto em que a esfera é tangente, é projetado no centro do plano. Os paralelos são arcos de círculos concêntricos, como na esfera terrestre. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 16

21 (a) (b) Figura 17a - Projeção Plano Ou Azimutal (BORBA; VIEGAS, 2001). 17b Idem. Fonte: A projeção azimutal destina-se a representar as regiões polares e suas proximidades. Uma Projeção Fora dos Padrões Projeção de Peters Figura 18 Projeção de Peters. Fonte: Na projeção de Peters, países e continentes recuperam suas verdadeiras proporções, distorcidas por Mercátor. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 17

22 O Alemão Amo Peters (nascido em 1916) apresenta um mapa que valoriza o Terceiro Mundo. A principal qualidade deste planisfério é que cada cm² dentro do formato 113 x 72 cm representa exatamente Km². Assim, as regiões temperadas do planeta não aparecem maiores do que as outras, como ocorre nos mapas tradicionais. Outra boa qualidade é que a linha do Equador está eqüidistante dos pólos e todas as regiões terrestres aparecem representadas. Esta projeção também facilita uma compreensão mais real da relação entre os tamanhos dos países. A projeção de Peters não é uma projeção conforme. É uma projeção cilíndrica da área igual. Isso significa que as áreas dos continentes e países aparecem em escala igual, conservando suas dimensões relativas. Compilado dos livros: Tibúrcio, J. Arnaldo e Coimbra, P. Geografia. Uma Análise do Espaço Geográfico Harbra e Magnoli, D. e Araújo, R. A Nova Geografia Moderna Classificação das Projeções Cartográficas mapa ideal. As projeções cartográficas devem cumprir determinadas condições, objetivando a construção do 1º) Conformidade manter a verdadeira forma das áreas a serem representadas. 2º) Equivalência manter inalteradas as dimensões relativas das áreas cartografadas. 3º) Eqüidistância manter a constância das relações entre as distâncias dos pontos representados e as distâncias dos seus correspondentes. As projeções cartográficas podem ser classificadas: a) Conformes: não deformamos os ângulos, não deformando pequenas áreas. Os paralelos e os meridianos se interceptam em ângulos retos. b) Equivalentes: têm a propriedade de não deformar as áreas, conservando, quanto à área, uma relação constante com as suas correspondentes na superfície da Terra. Para conseguir a equivalência de áreas, a forma será sacrificada, sendo deformada. c) Eqüidistantes: não apresentam deformações lineares, isto é, os comprimentos são representados em escala uniforme. d) Azimutais: resolvem apenas um problema, aquele que nem uma projeção equivalente nem uma projeção conforme soluciona; o de cartografar as direções da superfície terrestre. Destinam-se, invariavelmente, a mapas especiais construídos para fins náuticos ou aeronáuticos. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 18

23 5.5 - A representação dos Aspectos Físicos e Humanos nos Mapas A representação dos diversos aspectos físicos e humanos nos mapas pode ser feita por meio de vários processos: graduação de cores, linhas, hachuras, sombreamento e sinais gráficos. Para facilitar seu manuseio, todo mapa deve conter uma legenda, que explica o significado dos símbolos utilizados. As cores utilizadas são determinadas por convenções Altimétricas Hipsométricas Batimétricas Planimétricas Hipsométricas Terras emersas Tons de verde 200m Tons de amarelo 200 a 500m Tons de laranja 500 a 2.000m Tons de marrom m Branco m Batimétricas Terras submersas tons de azul. A cor azul é usada da cor clara à mais escura, indicando profundidade maiores. Quando são usadas para representar aspectos localizados na superfície terrestre, cores básicas. Exs.: Vermelho = correntes marinhas, estradas rodoviárias. Azul = aspectos relacionados a água. Preto = cidades, vilas, limites, etc. Verde = vegetação, cultivos Símbolos Convencionais Legendas A linguagem do mapa baseia-se no uso correto dos símbolos. Qualquer símbolo representado precisa de quatro itens principais. Apresentar uniformidade. Facilitar a compreensão. Apresentar-se com fácil leitura. Apresentar-se preciso. Isolinhas As isolinhas unem pontos de igual valor, relacionados ao que está sendo representado, e recebem nome diferentes, dependendo do aspecto que foi cartografado. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 19

24 Isoieta: linha que une os dois pontos de igual precipitação. Isóbata: linha que une os pontos de igual profundidade, abaixo do nível do mar. Isóbara: linha que une pontos de igual pressão atmosférica. Isoterma: linha que une os locais de igual temperatura. Isoípsa: linha que une os pontos de igual altitude, acima do nível do mar. Isoígra: linha que une pontos de igual unidade atmosférica. Isócrona: linha que une pontos de horas iguais. Curvas de nível São linhas traçadas num mapa que unem os pontos do relevo de uma mesma altitude (isoípsa). Sabendo-se as altitudes do relevo, é possível representa-lo. Veja o desenho: sua escala vertical é de 2 mm, isto é, cada 2 mm no desenho da elevação significa 10 metros de altitude. Observe, também, que as cotas entre as isoípsas representam a mesma altitude, ou seja, 10 metros. Volte a observar o desenho a seguir. A diferença de nível entre duas curvas é quase sempre a mesma. Se duas curvas se aproximam, é sinal de que o declive inclinação do terreno é maior; caso se afastem, o declive é mais suave, menos abrupto. 2 mm = 10 m Figura 19 - Construção de um perfil Topográfico ou de Curvas de Nível. Fonte: Noções básicas de Geografia Geral e do Brasil Melhem Adas Ed. Moderna. 6 Escala O mapa é uma relação de lugares e toda a representação mantém uma certa relação de tamanho (proporção) com o objetivo representado. Existem duas maneiras de se indicar as proporções entre o mapa e o mundo real, porém, antes, vamos guardar a frase abaixo: Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 20

25 Escala é relação especial de equivalência entre as medidas reais do terreno e a sua representação reduzida no mapa. As escalas podem ser: 1) Numérica ou 2) Gráfica. 6.1 Escala Numérica Usa-se por convenção 1 centímetro e o número seguinte quantas vezes o espaço foi reduzido. Por exemplo: Em um mapa cuja escala é de 1: (lê-se um por cem mil), a medida de 1 cm no mapa equivale a cm no terreno. Escala Numérica: quando a relação é expressa em números. É representada por uma fração. Ex.: 1: ou 1 ou 1 / Escala Gráfica É uma linha graduada na qual as marcas que indicam a distância estão escritas com os valores observados no terreno. Nesta escala não é necessário que o tamanho do segmento seja equivalente a 1 cm. Por exemplo: Ou quilômetros quilômetros Você percebeu que no primeiro exemplo 2 cm correspondem a 20 Km e, no segundo exemplo, 0,5 mm é igual a 5 Km. Veja agora o exemplo abaixo: se precisar passar esta escala para a numérica? km Se precisar passar esta Escala para a numérica? Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 21

26 0 1 2 Km = 2 cm 2 Km, ou seja 1 cm = 1 Km = 1: Por que cinco zeros? A escala usa o sistema métrico decimal. 1 cm 10 cm = decímetro 100 cm = 1 metro 1 dam = 10 metros 10 dam = 100 metros = 1 hectômetro 10 hm = 1000 metros = 1 quilômetro. Ou seja, tanto no sistema gráfico como no numérico, o mapa desenhado foi reduzido vezes. A escala numérica ainda pode ser: Simples: Km Dupla: Km Reprodução de Escala Numérica Veja este exemplo: Por exemplo: , quanto vale 1 cm? 1 : Relação Entre os Diferentes Tipos de Escala Não existe uma escala melhor que outra, a escolha é determinada segundo os seguintes itens: finalidade do mapa; conveniência da escala. Devemos lembrar que a riqueza de detalhes do mapa é diretamente proporcional à escala; ou seja, quanto maior for a escala, maior será a riqueza de detalhes. Existem três grupos principais para as escalas, dependendo de sua finalidade. Escala Pequena Escala Média Escala Grande Acima de 1: usada em mapas e Atlas Geográficos e Globo Entre 1:25000 a 1: usadapara a confecção de mapas topográficos. 1:20 a 1:20000 usada em plantas residenciais e projetos arquitetônicos maiores. Curso Pró-Técnico. Disciplina: Geografia - Professor: Manoel Antônio Cardoso. 22

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