Seminário OEP/INPI. Marcas Suas características e importância para o comércio

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Seminário OEP/INPI. Marcas Suas características e importância para o comércio"

Transcrição

1 Seminário OEP/INPI Apresentado por José Maria Maurício Director de Marcas e Patentes Marcas Suas características e importância para o comércio Em cooperação com: Bissau, 22 de Dezembro de Marca Sinal distintivo do comércio que se destina a identificar e a diferenciar os produtos ou os serviços oferecidos no mercado, distinguindo aqueles que pertencem a uma determinada empresa dos de outras empresas, ao mesmo tempo que permite ao consumidor reportá-los à sua verdadeira origem empresarial. 2 1

2 Marca Produtos brancos Produtos de marca própria pria Um produto é algo que (às vezes) se compra uma marca é algo que (sempre) se escolhe. Rosalina Machado Chairman Grupo Ogilvy Portugal 3 Marca Uma marca é o único modo como as empresas podem realmente competir e ultrapassar-se umas às outras. Porque os produtos são cada vez mais iguais. Tal como os preços. Tal como o serviço. Rosalina Machado Chairman Grupo Ogilvy Portugal 4 2

3 Tipos de protecção Realidade Realidade que que se se pretende pretende distinguir distinguir Sinal adequado Sinal adequado VISTA ALEGRE LOUÇAS, VIDROS E UTILIDADES, LDA Pessoa colectiva ou empresário individual Firma e denominação social nome sob o qual o comerciante em nome individual ou a sociedade são designados para o exercício da sua actividade Entidade Logotipo sinal graficamente representável que serve para referenciar o modo como a entidade é conhecida junto do público LANIDOR Estabelecimento Nome Insígnia sinal nominativo ou figurativo que serve no mercado para identificar e distinguir um estabelecimento, enquanto local físico, face aos demais 5 Tipos de protecção Realidade Realidade que que se se pretende pretende distinguir distinguir Sinal adequado Sinal adequado Produto ou serviço Marca sinal graficamente representável que permite distinguir os produtos ou serviços de uma empresa dos de outras empresas Qualidade e Proveniência Geográfica Denominação de Origem nome de uma região que serve para identificar e distinguir um produto originário dessa região e cujas características ou qualidades se devem essencial ou exclusivamente ao meio geográfico Qualidade e Proveniência Geográfica Indicação Geográfica nome de uma região que serve para identificar e distinguir um produto originário dessa região e cujas características ou qualidades podem ser atribuídas ao meio geográfico 6 3

4 Direitos territoriais Os sinais distintivos são direitos territoriais o exclusivo de um sinal é apenas garantido no território em que se encontra registado Protecção internacional e comunitária 7 As diferentes vias de registo Vias de protecção Entidade responsável Extensão da protecção Via nacional INPI Território nacional Via comunitária IHMI Território da UE Via internacional OMPI Países designados 8 4

5 Os sinais distintivos do comércio LANIDOR Uma entidade pode ser titular de diferentes modalidades de sinais distintivos 9 Os sinais distintivos do comércio Sociedade VISTA ALEGRE - LOUÇAS, VIDROS E UTILIDADES, LDA Logotipo Estabelecimento Marca 10 5

6 Vantagens da protecção As marcas são meios de captação e de fidelização de clientela Permitem a distinção no mercado Desempenham uma função distintiva, funcionando como indicação de proveniência Despertam a atenção do consumidor Desempenham uma função publicitária, atendendo ao seu poder sugestivo 11 Vantagens da protecção As marcas são meios de captação e de fidelização de clientela Funcionam, em certos casos, como símbolos de garantia Podem garantir a qualidade e a origem geográfica do produto Constituem uma referência na escolha Representam um conjunto de valores, concretizando uma boa ou má reputação comercial 12 6

7 Vantagens da protecção Não basta ter uma boa ideia ou um bom produto há que saber diferenciar Não basta saber distinguir há que garantir o exclusivo legal 13 Vantagens da protecção Do ponto de vista legal, a protecção não é obrigatória... Mas obtê-la é indispensável! 14 7

8 Vantagens da protecção Certifica que não existem obstáculos ao uso Pedido de registo exame com pesquisa de anterioridade Não existem sinais registados confundíveis Uso do sinal com segurança É uma certeza que torna o investimento seguro (investimento realizado na inovação e na diferenciação) 15 Vantagens da protecção Assegura um monopólio legal o direito de uso exclusivo do sinal o direito de impedir o seu uso por terceiros 16 8

9 Vantagens da protecção O direito de uso exclusivo... - a transmissão de sinal, a título gratuito ou oneroso, total ou parcialmente. Transmissão - o licenciamento a terceiro da exploração do sinal na sua actividade económica, a título gratuito ou oneroso, total ou parcialmente, por todo o tempo da sua duração ou por prazo inferior, para ser utilizado em todo o território ou apenas em certos locais Licença 17 Vantagens da protecção O direito de impedir o uso por terceiros... Permite accionar os mecanismos de combate à imitação, contrafacção e concorrência desleal. reacção ao nível administrativo reacção ao nível judicial Permite tornar efectivas as sanções previstas para violação de direito alheio 18 9

10 Duração e manutenção do registo Válido por 10 anos Este período é contado da data de concessão do registo e é indefinidamente renovável... 5 anos anos anos anos Declaração Declaração de de Intenção Intenção de de Uso Uso Renovação Renovação O registo caduca se não for renovado após s 10 anos 19 Tendências actuais 3 Pilares da política económica do Governo Plano Tecnológico Compromisso de consolidação das contas públicas Contrato para a confiança Impulso ao investimento Superar a burocracia Simplificar procedimentos administrativos Reduzir prazos de resposta Eliminar as formalidades dispensáveis 20 10

11 Tendências actuais Objectivo Agilidade Celeridade Desburocratização Competitividade 21 Tendências actuais Marca na hora - 21 de Dezembro de 2005 PROTOCOLO Bolsa de Firmas e Marcas na Hora Benefícios: Obtenção imediata de títulos de propriedade sobre firmas e marcas, num único balcão 22 11

12 Tendências actuais Marca na Hora - Particularidades... Obediência aos trâmites previstos no Código da Propriedade Industrial, relativos ao processo de registo de marca Cumprimento dos prazos legais de publicação e de apresentação de reclamações em processos de registo de marca Marcas previamente registadas a favor do Estado Empresário Aquisição Uso legítimo 23 Tendências actuais Marcas adquiridas/mês Classes adquiridas 50 Julho Agosto Agosto Julho Setembro Outubro Novembro Dezembro Total Setembro Outubro Novembro Dezembro Total Classe 25 Classe 33 Classe 35 Classe 36 Classe 37 Classe 41 Classe

13 Tendências actuais Protecção múltiplam A forma da bota encontra-se protegida por um Desenho ou Modelo Timberland A solução técnica (Processo de fabrico) encontra-se protegida por Patente de Invenção O nome encontra-se protegido por Marca 25 Tendências actuais Criatividade! Diferença! Registo de marca internacional nº n Registo de Desenho ou Modelo Comunitário nº n

14 O uso da Propriedade industrial em Portugal Portugal é dos países desenvolvidos o que menos investe em investigação e, por isso, em inovação Portugal utiliza 10 vezes menos marcas 40 vezes menos desenhos ou modelos 100 vezes menos patentes em relação à média dos países desenvolvidos da OCDE 27 O uso da Propriedade industrial em Portugal Evolução dos pedidos de Patente Via Nacional Evolução dos pedidos de M odelo de Utilidade Via Nacional Residentes Não Residentes Residentes Não Residentes Evolução dos pedidos de Desenho ou Modelo Via Nacional Evolução dos pedidos de M arca Nacional Via Residentes Não Residentes Residentes Não Residentes 28 14

15 O uso da Propriedade industrial em Portugal Evolução dos pedidos de M arca Internacional Via Evolução do número de Desenhos ou Modelos Via Comunitária Residentes Não Residentes Residentes Evolução dos Pedidos de Patente Europeia Evolução dos pedidos de Marca Com unitária Via Residentes Residentes 29 Novos conceitos a explorar Marcas Sonoras Marcas Olfactivas Objectivo: Captação e Fidelização do público-consumidorconsumidor 30 15

16 Novos conceitos a explorar Requisitos Capacidade distintiva Representável graficamente Marcas Sonoras Marcas Olfactivas 31 Novos conceitos a explorar Artigo 222º do Código da Propriedade Industrial Consagra a admissibilidade das Marcas Sonoras Deverão cumprir os requisitos: Capacidade distintiva Representável graficamente 32 16

17 Novos conceitos a explorar Concorrência Distinção / Diferença: Novos conceitos de marcas 33 Organização capacidade de resposta Células corporativas Instrumentos de monitorização e controlo do volume de trabalho Disseminação do conhecimento Partilha de trabalho: Co-responsabilização Resolução rápida de eventuais desvios 34 17

18 Organização capacidade de resposta Agilizar e adaptar a protecção de direitos sobre marcas às necessidades dos cidadãos e empresas Redução de prazos Agilidade / Flexibilidade Prazo de de decisão actual: meses Objectivo: 8/9 meses Cumprimento das disposições legais vigentes Manutenção dos níveis de qualidade 35 Base de dados INPI 4 de Abril de 2006 Serviço on-line gratuito 36 18

19 Base de dados INPI Base de dados INPI

20 39 INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial Os meus contactos: José Maurício Director de Marcas e Patentes Telefone: Fax: Os nossos contactos: Telefone Linha Azul: fax: Site: endereço: Campo das Cebolas Lisboa 40 20

INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial

INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial Apresentado por 1. Direitos de Propriedade Industrial - Modalidades João Amaral Examinador de Marcas Marcas Como consegui-las? Estrutura da Apresentação

Leia mais

Bolsa do Empreendedorismo Dia da Europa. PROPRIEDADE INDUSTRIAL O que é? Para que serve? Teresa Colaço

Bolsa do Empreendedorismo Dia da Europa. PROPRIEDADE INDUSTRIAL O que é? Para que serve? Teresa Colaço Bolsa do Empreendedorismo Dia da Europa PROPRIEDADE INDUSTRIAL O que é? Para que serve? Teresa Colaço Departamento de Informação e Promoção da Inovação Lisboa 9 Maio 2012 O que é a Propriedade Industrial?

Leia mais

Os Direitos de Propriedade Industrial em Portugal

Os Direitos de Propriedade Industrial em Portugal Apresentado por José Maria Maurício Os Direitos de Propriedade Industrial em Portugal Director de Marcas e Patentes Fundação Luso-Americana, 19 de Março o de 2007 nas patentes Antiguidade, até ao Século

Leia mais

Novas medidas de simplificação na Propriedade Industrial

Novas medidas de simplificação na Propriedade Industrial José Maria Maurício Director de Marcas e Patentes Novas medidas de simplificação na Propriedade Industrial Lisboa, 19 de Novembro de 2008 Novas medidas de simplificação na Propriedade Industrial A partir

Leia mais

PROTECÇÃO DAS MARCAS, PARA DEFESA DAS EMPRESAS ÍNDICE. Introdução. Terminologia e informações úteis

PROTECÇÃO DAS MARCAS, PARA DEFESA DAS EMPRESAS ÍNDICE. Introdução. Terminologia e informações úteis ÍNDICE Introdução Terminologia e informações úteis Recomendações para ajudar a prevenir a prática de actos ilegais Contactos úteis Diplomas legais mais relevantes 1/7 Introdução A protecção da propriedade

Leia mais

Seminário OEP/INPI. O papel dos Offices nacionais da PI na promoção da inovação e das invenções. Em colaboração com: Apresentado por

Seminário OEP/INPI. O papel dos Offices nacionais da PI na promoção da inovação e das invenções. Em colaboração com: Apresentado por Seminário OEP/INPI Apresentado por José Maria Maurício Director de Marcas e Patentes O papel dos Offices nacionais da PI na promoção da inovação e das invenções Em colaboração com: Bissau, 21 de Dezembro

Leia mais

1. Inovação; 2. A Inovação como factor crítico de sucesso; 3. Criatividade vs. Inovação vs. Invenção; 4. Propriedade Industrial;

1. Inovação; 2. A Inovação como factor crítico de sucesso; 3. Criatividade vs. Inovação vs. Invenção; 4. Propriedade Industrial; A proteção dos direitos de Propriedade Industrial Tiago Leitão Examinador de Patentes Proteção de Invenções por Patente e Modelo de Utilidade INPI 10.Abril.2014 AGENDA 1. Inovação; 2. A Inovação como factor

Leia mais

ões Instituto Nacional da Propriedade Industrial Departamento de Patentes e Modelos de Utilidade

ões Instituto Nacional da Propriedade Industrial Departamento de Patentes e Modelos de Utilidade A A protecção das invenções ões Instituto Nacional da Propriedade Industrial Departamento de Patentes e Modelos de Utilidade 1 A protecção das invenções Sumário rio: 1. Modalidades de protecção 2. O que

Leia mais

CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO

CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO c E v I CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO MÓDULO: Ideia Empresarial/Protecção da Ideia José Paulo Rainho Coordenador do UAtec Universidade de Aveiro Curso de Empreendedorismo e Valorização

Leia mais

It is better to fail in originality than to succeed in imitation. Herman Melville (1819-1891)

It is better to fail in originality than to succeed in imitation. Herman Melville (1819-1891) It is better to fail in originality than to succeed in imitation. Herman Melville (1819-1891) Imaginação Imagine uma equipa de especialistas que partilha a sua paixão por aquilo que faz, que compreende

Leia mais

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia europeia, constituindo uma fonte significativa de emprego e um terreno fértil para o surgimento de ideias empreendedoras.

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL:

PROPRIEDADE INTELECTUAL: PROPRIEDADE INTELECTUAL: LEGISLAÇÃO - 2 Profa. Dra. Suzana Leitão Russo Prof. Gabriel Francisco Silva Profa. Dra. Ana Eleonora Almeida Paixão Art. 1º Esta Lei regula direitos e obrigações relativos à propriedade

Leia mais

Innovation at your service

Innovation at your service Innovation at your service TecMinho Interface da Universidade do Minho Azurém Campus - Guimarães Gualtar Campus - Braga A rede GAPI: Gabinetes de Apoio à Promoção da Propriedade Industrial O que são os

Leia mais

REGISTO DE MARCA NA CHINA CONTINENTAL

REGISTO DE MARCA NA CHINA CONTINENTAL TMT N.º 4/2009 MAIO/JUNHO 2009 REGISTO DE MARCA NA CHINA CONTINENTAL A proteção de propriedade industrial foi caracterizada como a maior preocupação dos investidores estrangeiros no mercado chinês, sendo

Leia mais

Figurativa: aquela constituída por desenho, figura ou qualquer forma estilizada de letra e número, isoladamente.

Figurativa: aquela constituída por desenho, figura ou qualquer forma estilizada de letra e número, isoladamente. MARCA O que é marca? É um sinal visualmente perceptível, usado para identificar e distinguir certos bens e serviços produzidos ou procedentes de uma específica pessoa ou empresa. As marcas podem ser: Nominativa:

Leia mais

INFORMÁTICA JURÍDICA

INFORMÁTICA JURÍDICA INFORMÁTICA JURÍDICA PROPRIEDADE INDUSTRIAL ON-LINE 5ª Sessão Carla de Sousa Advogada 1º Curso de Estágio 2011 1 Código da Propriedade Industrial Enquadramento Legal - Decreto-Lei nº 318/2007 de 26/09:

Leia mais

PROTEGER MARCAS NA ECONOMIA GLOBAL

PROTEGER MARCAS NA ECONOMIA GLOBAL PROTEGER MARCAS NA ECONOMIA GLOBAL SEMINÁRIO - SIAC 23174 (PI) ÉVORA 30-04-2014 PORTUGAL ANGOLA CABO CABO VERDE VERDE MACAU MOÇAMBIQUE SÃO SÃO TOMÉE PRÍNCIPE TIMOR PROTEGER MARCAS NA ECONOMIA GLOBAL Economia

Leia mais

NOTA PRÉVIA. Coimbra Editora

NOTA PRÉVIA. Coimbra Editora NOTA PRÉVIA Este livro constitui, despretensiosamente, um manual. Concebido inicialmente com intuito pedagógico, a pensar nos meus alunos da licenciatura em Marketing da Universidade de Aveiro, acabou

Leia mais

Código da Propriedade Industrial

Código da Propriedade Industrial Código da Propriedade Industrial 2008 INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL Edição: Instituto Nacional da Propriedade Industrial Abril 2009 2.ª Edição Tiragem: 1000 exemplares ISBN: 978-989-8084-01-9

Leia mais

TEMA: SITUAÇÃO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL E OBJECTIVOS DO SISTEMA DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL

TEMA: SITUAÇÃO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL E OBJECTIVOS DO SISTEMA DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL GOVERNO DA GUINÉ-BISSAU SEMINÁRIO ITINERANTE SOBRE A PROPRIEDADE INDUSTRIAL NA GUINÉ-BISSAU DE 21 E 22/12/06 TEMA: SITUAÇÃO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL E OBJECTIVOS DO SISTEMA DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL

Leia mais

A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC

A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC ABBC A actuação da ABBC assenta na independência, no profissionalismo e na competência técnica dos seus advogados e colaboradores,

Leia mais

Tome a decisão mais importante do seu negócio REGISTRE SUA MARCA

Tome a decisão mais importante do seu negócio REGISTRE SUA MARCA Tome a decisão mais importante do seu negócio EGISTE SUA MACA marcas & patentes O QUE É UMA MACA? Quando falamos marca temos uma definição natural do que vem a ser esse vocábulo. Essa idéia, do senso comum,nos

Leia mais

Os direitos da propriedade industrial adquirem-se mediante o seu registo.

Os direitos da propriedade industrial adquirem-se mediante o seu registo. 1. Registo Os direitos da propriedade industrial adquirem-se mediante o seu registo. O registo das modalidades da Propriedade Industrial, compete a todos operadores das actividades económicas que nisso

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial

COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada COMPETIR + Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Subsistemas Fomento da Base Económica de Exportação Desenvolvimento Local Empreendedorismo

Leia mais

INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO

INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO Janeiro 2004 INICIATIVA ESTRATÉGICA CONHECIMENTO E INOVAÇÃO 1 - OBJECTIVOS O Conhecimento é fonte de Desenvolvimento. A criação e transmissão do Conhecimento

Leia mais

Patentes absurdas. Escada "spider" para a banheira. (Doughney Edward Thomas Patrick 1994 Nº Patente GB 2272154)

Patentes absurdas. Escada spider para a banheira. (Doughney Edward Thomas Patrick 1994 Nº Patente GB 2272154) Patentes absurdas Escada "spider" para a banheira. (Doughney Edward Thomas Patrick 1994 Nº Patente GB 2272154) Leia mais em: As patentes mais absurdas da história http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=21894

Leia mais

AUTO-REGULAÇÃO - UMA DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS COMUNS E NORMAS DE BOAS PRATICAS DE ACTUAÇÃO

AUTO-REGULAÇÃO - UMA DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS COMUNS E NORMAS DE BOAS PRATICAS DE ACTUAÇÃO AUTO-REGULAÇÃO - UMA DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS COMUNS E NORMAS DE BOAS PRATICAS DE ACTUAÇÃO 1. A auto-regulação da publicidade é a resposta da indústria publicitária ao desafio de lidar com as questões

Leia mais

Este guia é dirigido a todos os que pretendem internacionalizar a sua actividade e exportar os seus produtos ou serviços.

Este guia é dirigido a todos os que pretendem internacionalizar a sua actividade e exportar os seus produtos ou serviços. Este guia é dirigido a todos os que pretendem internacionalizar a sua actividade e exportar os seus produtos ou serviços. Se está nestas condições, leia atentamente este guia. Através deste guia ficará

Leia mais

Medidas intersectoriais 2010/11

Medidas intersectoriais 2010/11 Medidas intersectoriais 2010/11 IS01 BALCÃO DO EMPREENDEDOR DISPONIBILIZAÇÃO DE SERVIÇOS Objectivos: Inventariar, introduzir e manter permanentemente actualizados no Balcão do Empreendedor vários serviços,

Leia mais

Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)

Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) Apresentado por: Ana Bandeira Chefe Departamento Patentes e Modelos Utilidade Alterações nos Direitos de Incidência Tecnológica Decreto-Lei n.º 143/2008,

Leia mais

PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV. 1. História e conceito do Direito Industrial:

PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV. 1. História e conceito do Direito Industrial: PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV 1. História e conceito do Direito Industrial: - Como referência ao direito industrial encontramos o uso da expressão marca e patente. Este ramo do direito teve início na Inglaterra

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 101/VIII AUTORIZA O GOVERNO A LEGISLAR EM MATÉRIA DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Exposição de motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 101/VIII AUTORIZA O GOVERNO A LEGISLAR EM MATÉRIA DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Exposição de motivos PROPOSTA DE LEI N.º 101/VIII AUTORIZA O GOVERNO A LEGISLAR EM MATÉRIA DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL Exposição de motivos Os sinais de uma nova economia, assentes em processos de globalização e de virtualização

Leia mais

Associação na Hora. Empresa na Hora. Empresa Online. Registos Online

Associação na Hora. Empresa na Hora. Empresa Online. Registos Online Empresa na Hora Associação na Hora Empresa Online Registos Online Desde 14 de Julho de 2005 que é possível a constituição de sociedades por quotas, unipessoais por quotas e anónimas num único balcão e

Leia mais

Eduardo Magalhães Machado 26/11/2002

Eduardo Magalhães Machado 26/11/2002 Montaury Pimenta, Machado & Lioce - Rio de Janeiro - RJ - BR 1º SEMINÁRIO DE MARCAS DO SUL DO BRASIL IMPORTÂNCIA DA PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NO BRASIL E EXTERIOR Eduardo Magalhães Machado 26/11/2002

Leia mais

Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. In: Internet: (com adaptações).

Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. In: Internet: <www.planalto.gov.br> (com adaptações). Texto para os itens de 1 a 15 A Constituição Federal, em seu artigo 5.º, que trata dos direitos e deveres individuais e coletivos, estabelece o direito à proteção das criações intelectuais. No inciso XXVII,

Leia mais

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo

Leia mais

Prazos para a Apresentação de Candidaturas Entre o dia 23 de Dezembro de 2011 e o dia 11 de Abril de 2012 (24 horas).

Prazos para a Apresentação de Candidaturas Entre o dia 23 de Dezembro de 2011 e o dia 11 de Abril de 2012 (24 horas). SI INOVAÇÃO [Projectos PROVERE] Aviso para Apresentação de Candidaturas n.º 15/SI/2011 Aberto concurso para a implementação dos PROVERE Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos que pretendem

Leia mais

Ministério da Indústria

Ministério da Indústria Ministério da Indústria Lei nº 3/92 de 28 de Fevereiro A instituição de um regime jurídico e administrativo de defesa da propriedade industrial assume se nos dias de hoje como uma das premissas necessárias

Leia mais

Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água

Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água Francisco Cordovil Director do GPP Conselho Nacional da Água Ponto 4 da ordem de trabalhos Lisboa 3 de Dezembro de 2010 Política agrícola e protecção

Leia mais

Criação de empresas on-line. A sua iniciativa, esteja onde estiver

Criação de empresas on-line. A sua iniciativa, esteja onde estiver Criação de empresas on-line A sua iniciativa, esteja onde estiver 30-06-2006 O projecto empresa on-line A Empresa na Hora já permitiu a constituição de sociedades comerciais de forma mais rápida, mais

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

Albufeira, 18 de abril de 2012 Formalidades para a Constituição de Empresas

Albufeira, 18 de abril de 2012 Formalidades para a Constituição de Empresas Albufeira, 18 de abril de 2012 Formalidades para a Constituição de Empresas Quem Somos O Balcão do Empreendedor, presencial e eletrónico oferece às empresas um ponto único de contacto com a Administração

Leia mais

Empreendedorismo de Base Tecnológica

Empreendedorismo de Base Tecnológica Instituto Superior Técnico Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores (LEIC) Alameda 2005-2006 1º Semestre Empreendedorismo de Base Tecnológica Rui Baptista http://in3.dem.ist.utl.pt/pp/rbaptista/0506ebt/

Leia mais

V CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO INTELECTUAL 2014 APRESENTAÇÃO DO CURSO PROGRAMA

V CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO INTELECTUAL 2014 APRESENTAÇÃO DO CURSO PROGRAMA V CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO INTELECTUAL 2014 APRESENTAÇÃO DO CURSO Dando continuidade à atividade de formação encetada há cerca de vinte anos em parceria com a Faculdade de Direito da Universidade

Leia mais

Dinâmicas de exportação e de internacionalização

Dinâmicas de exportação e de internacionalização Dinâmicas de exportação e de internacionalização das PME Contribuição da DPIF/ Como fazemos? 1. Posicionamento e actuação da DPIF A DPIF tem como Missão: Facilitar o acesso a financiamento pelas PME e

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

PARTE I DO DIREITO PRIVADO

PARTE I DO DIREITO PRIVADO PARTE I INTRODUÇÃO ÍNDICE SISTEMÁTICO AO ESTUDO DO DIREITO PRIVADO O DIREITO ÍNDICE E AS SUAS FONTES Objecto e plano do curso... 21 PARTE I INTRODUÇÂO AO ESTUDO DO DIREITO PRIVADO TÍTULO I O DIREITO E

Leia mais

DIREITOS DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL

DIREITOS DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL DIREITOS DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL Noções e Procedimentos Natércia Pereira GAPI -UALG 2011 1 O que éo GAPI? É uma pequena unidade operacional, vocacionada para prestar esclarecimentos e auxiliar na instrução

Leia mais

Zero Parte 1. Licenciamento

Zero Parte 1. Licenciamento Licenciamento Zero Parte 1 Departamento de Portais do Cidadão e da Empresa Sónia Lascasas Maio de 2011 O conteúdo desta apresentação é alvo de Direitos de Autor, não podendo ser utilizado fora das condições

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 MENSAGEM DE ANO NOVO Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 Portugueses No primeiro dia deste Novo Ano, quero dirigir a todos uma saudação amiga e votos de boa saúde e prosperidade. Penso especialmente

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI. de investimento

LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI. de investimento LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI Portugal como plataforma de investimento LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM

Leia mais

Os serviços Online do INPI Pesquisas e Registos

Os serviços Online do INPI Pesquisas e Registos Os serviços Online do INPI Pesquisas e Registos Dina Pereira Responsável do Gabinete de Apoio a Projectos e Investigação Universidade da Beira Interior Agenda Adesão aos serviços on-line Vantagens Pesquisas

Leia mais

PROPRIEDADE INDUSTRIAL Proteger a Inovação. José Maurício Vogal do Conselho Diretivo do INPI

PROPRIEDADE INDUSTRIAL Proteger a Inovação. José Maurício Vogal do Conselho Diretivo do INPI PROPRIEDADE INDUSTRIAL Proteger a Inovação José Maurício Vogal do Conselho Diretivo do INPI Inovação Criação de Valor Inovação contínua Criação de Conhecimento Vantagem Competitiva Sucesso comercial A

Leia mais

Plano tecnológico? Ou nem tanto?

Plano tecnológico? Ou nem tanto? Plano tecnológico? Ou nem tanto? WEB: ÉDEN?APOCALIPSE? OU NEM TANTO? Plano Tecnológico Mas, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, além deste Contrato, o Novo Contrato para a Confiança, o nosso

Leia mais

Área Temática Restauração e bebidas. A) Constituição Formal da Empresa. 1.Empresário em Nome Individual. Procedimentos:

Área Temática Restauração e bebidas. A) Constituição Formal da Empresa. 1.Empresário em Nome Individual. Procedimentos: Área Temática Restauração e bebidas A) Constituição Formal da Empresa 1.Empresário em Nome Individual Procedimentos: 1.º Passo Pedido de Certificado de Admissibilidade de Firma ou Denominação O Empresário

Leia mais

2ª Reunião do National Supporting Group (NSG) - Projecto Ele.C.Tra. Lisboa, 13 de Junho de 2015

2ª Reunião do National Supporting Group (NSG) - Projecto Ele.C.Tra. Lisboa, 13 de Junho de 2015 2ª Reunião do National Supporting Group (NSG) - Projecto Ele.C.Tra Lisboa, 13 de Junho de 2015 EMEL EMEL Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa, E.M. S.A., tem como objecto a gestão

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 A Estratégia de Lisboa e o Plano Tecnológico Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 1. Estratégia de Lisboa Estratégia de Lisboa : uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências

Leia mais

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Serpa

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Serpa Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Serpa Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar à disposição das

Leia mais

Vantagem Garantida PHC

Vantagem Garantida PHC Vantagem Garantida PHC O Vantagem Garantida PHC é um aliado para tirar maior partido das aplicações PHC A solução que permite à empresa rentabilizar o seu investimento, obtendo software actualizado, formação

Leia mais

Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia

Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia No âmbito da Estratégia Nacional para a Energia, aprovada no passado mês de Outubro, foram agora publicados os diplomas que estabelecem os novos

Leia mais

VI CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO INTELECTUAL 2015 APRESENTAÇÃO DO CURSO PROGRAMA

VI CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO INTELECTUAL 2015 APRESENTAÇÃO DO CURSO PROGRAMA VI CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO INTELECTUAL 2015 APRESENTAÇÃO DO CURSO A Associação Portuguesa de Direito Intelectual leva a cabo em 2015, em parceria com a Faculdade de Direito da Universidade de

Leia mais

Geografia A. * Análise de Notícias. Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007

Geografia A. * Análise de Notícias. Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007 Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007 Geografia A * Análise de Notícias Natureza das notícias: socio-económica Localização temporal: actualidade Localização espacial: Europa Jornal: Expresso Data de edição:

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

DIREITOS DOS CONSUMIDORES. de energia europeus. O que cada consumidor de energia ganha com a legislação europeia. Energia

DIREITOS DOS CONSUMIDORES. de energia europeus. O que cada consumidor de energia ganha com a legislação europeia. Energia DIREITOS DOS CONSUMIDORES de energia europeus O que cada consumidor de energia ganha com a legislação europeia Energia Europe Direct é um serviço que responde às suas perguntas sobre a União Europeia Linha

Leia mais

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Sines

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Sines Programa FINICIA Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Sines Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar

Leia mais

Simplificar as operações de reestruturação empresarial: ajudar as empresas a ultrapassar a crise internacional e a manter postos de trabalho

Simplificar as operações de reestruturação empresarial: ajudar as empresas a ultrapassar a crise internacional e a manter postos de trabalho Simplificar as operações de reestruturação empresarial: ajudar as empresas a ultrapassar a crise internacional e a manter postos de trabalho 14 de Maio de 2009 Perguntas e respostas 1. Quais os objectivos

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS AGÊNCIAS DE VIAGENS E TURISMO

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS AGÊNCIAS DE VIAGENS E TURISMO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS AGÊNCIAS DE VIAGENS E TURISMO Fundada a 30 de Maio de 1950 Única Associação das Agências de Viagens em Portugal Medalha de Ouro de Mérito Turístico de Portugal Medalha de Ouro

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Diário da República, 1.ª série N.º 143 25 de Julho de 2008 4651 Artigo 18.º Integração de lacunas Em caso de dúvida, a interpretação do disposto no presente Regulamento, bem como a integração de eventuais

Leia mais

João Gonçalves de Assunção joao.g.assuncao@abreuadvogados.com

João Gonçalves de Assunção joao.g.assuncao@abreuadvogados.com 30 de Junho de 2010 João Gonçalves de Assunção joao.g.assuncao@abreuadvogados.com 1 LOCAL : AB - PORTO DATA : 01-07-2010 CIBERCRIME Lei 109/2009, de 15 de Setembro Disposições penais materiais: Falsidade

Leia mais

Registo Nacional de Pessoas Colectivas A Nova Classificação de Actividades Económicas (CAE Rev. 3)

Registo Nacional de Pessoas Colectivas A Nova Classificação de Actividades Económicas (CAE Rev. 3) Registo Nacional de Pessoas Colectivas A Nova Classificação de Actividades Económicas (CAE Rev. 3) Apresentado por: Ana Sommer Ribeiro 23.10.2007 Registo Nacional de Pessoas Colectivas Enquadramento O

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI

PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI Maio / 2011 Propriedade Intelectual É o conjunto de direitos que incidem sobre

Leia mais

Código de Conduta Empresarial da Nestlé. 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza)

Código de Conduta Empresarial da Nestlé. 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza) Código de Conduta Empresarial da Nestlé 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza) Introdução Desde a sua fundação, as práticas comerciais da Nestlé

Leia mais

Este guia é dirigido a todos os que pretendem internacionalizar a sua actividade e exportar os seus produtos ou serviços.

Este guia é dirigido a todos os que pretendem internacionalizar a sua actividade e exportar os seus produtos ou serviços. Este guia é dirigido a todos os que pretendem internacionalizar a sua actividade e exportar os seus produtos ou serviços. Se está nestas condições, leia atentamente este guia. Através deste guia ficará

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

2 - Aos programas de computador que tiverem carácter criativo é atribuída protecção análoga à conferida às obras literárias.

2 - Aos programas de computador que tiverem carácter criativo é atribuída protecção análoga à conferida às obras literárias. PROTECÇÃO JURÍDICA DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR - DL n.º 252/94, de 20 de Outubro Contém as seguintes alterações: - Rectif. n.º 2-A/95, de 31 de Janeiro - DL n.º 334/97, de 27 de Novembro O presente diploma

Leia mais

PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS

PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS MERCOSUL/CMC/DEC N 16/98 PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção e o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão Nº 8/95 do Conselho do Mercado

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO

DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO DECRETO-LEI Nº 122/2000, DE 4 DE JULHO O presente diploma transpõe para a ordem jurídica interna a directiva do Parlamento Europeu e do Conselho nº 96/9/CE, de 11 de Março, relativa à protecção jurídica

Leia mais

QA#010 / Novembro, Dezembro 2014 Mónica Veloso * Área Jurídica da Unidade Empreendedorismo ANJE. A Moda e o Direito

QA#010 / Novembro, Dezembro 2014 Mónica Veloso * Área Jurídica da Unidade Empreendedorismo ANJE. A Moda e o Direito QA#010 / Novembro, Dezembro 2014 Mónica Veloso * Área Jurídica da Unidade Empreendedorismo ANJE A Moda e o Direito O conceito da Fashion Law, nascido nos Estados Unidos, é hoje em dia uma realidade, também,

Leia mais

Inovação da Ideia ao Mercado

Inovação da Ideia ao Mercado Inovação da Ideia ao Mercado Como proteger minha Inovação 26.05.2015 AHK-SP Henrique Steuer I. de Mello henrique@dannemann.com.br dannemann.com.br 2013 2013 Dannemann Dannemann Siemsen. Siemsen. Todos

Leia mais

ATRAIR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PARA PORTUGAL OS REGIMES DOS GOLDEN VISA E DOS RESIDENTES NÃO HABITUAIS

ATRAIR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PARA PORTUGAL OS REGIMES DOS GOLDEN VISA E DOS RESIDENTES NÃO HABITUAIS ATRAIR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PARA PORTUGAL OS REGIMES DOS GOLDEN VISA E DOS RESIDENTES NÃO HABITUAIS ENQUADRAMENTO LEGAL Fontes utilizadas: www.sef.pt; www.portugal.gov.pt ENQUADRAMENTO LEGAL A autorização

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI

PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI Abril / 2011 Propriedade Intelectual É o conjunto de direitos que incidem sobre

Leia mais

A DGAE e a Política de Inovação

A DGAE e a Política de Inovação A DGAE e a Política de Inovação Seminário A Criatividade e a Inovação como Factores de Competitividade e Desenvolvimento Sustentável APOCEEP, 9 de Julho de 2009 José António Feu Director do Serviço para

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES Nutri Ventures Corporation, S.A.

TERMOS E CONDIÇÕES Nutri Ventures Corporation, S.A. TERMOS E CONDIÇÕES Nutri Ventures Corporation, S.A. O presente documento regula a utilização do sítio de Internet http://www.nutri-ventures.com/ e respectivas subpáginas (doravante, o Sítio de Internet

Leia mais

Moçambique. Agenda EVENTOS 2013 NEW!! INSCREVA-SE EM. Também in Company. inscrip@iirportugal.com. VISITE www.iirportugal.com

Moçambique. Agenda EVENTOS 2013 NEW!! INSCREVA-SE EM. Também in Company. inscrip@iirportugal.com. VISITE www.iirportugal.com Moçambique Agenda EVENTOS 2013 NEW!! Também in Company INSCREVA-SE EM inscrip@iirportugal.com VISITE www.iirportugal.com INOVAÇÃO Estimado cliente, Temos o prazer de lhe apresentar em exclusiva o novo

Leia mais

CÓDIGO DE DEONTOLOGIA EUROPEU DO FRANCHISING

CÓDIGO DE DEONTOLOGIA EUROPEU DO FRANCHISING CÓDIGO DE DEONTOLOGIA EUROPEU DO FRANCHISING O presente Código de Deontologia Europeu do Franchising corresponde à versão actualizada do Código inicialmente elaborado em 1972 pela Federação Europeia da

Leia mais

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo PROCEDIMENTOS GERAIS PARA O REGISTO DE EMPRESAS EM PORTUGAL As sociedades estrangeiras podem praticar as suas actividades em Portugal através da constituição de uma representação permanente no território

Leia mais

Unidade de Empreendedorismo ÁREA JURÌDICA Mónica Veloso

Unidade de Empreendedorismo ÁREA JURÌDICA Mónica Veloso Aspetos Jurídicos na Atividade Empresarial -A Criação da Empresa e o Registo de Marca - Unidade de Empreendedorismo ÁREA JURÌDICA Mónica Veloso Como Criar uma Empresa Definição da Natureza Jurídica pretendida

Leia mais

CASA PRONTA. Perguntas & Respostas

CASA PRONTA. Perguntas & Respostas CASA PRONTA Perguntas & Respostas 1. O que é o balcão Casa Pronta? O Casa Pronta é um balcão único onde é possível realizar todas as operações relativas à compra e venda de casa (prédios urbanos). Neste

Leia mais

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico.

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico. Síntese APRESENTAÇÃO O Relatório da Competitividade é elaborado anualmente, com o objectivo de monitorizar a evolução de um conjunto de indicadores ( Carteira de Indicadores ) em Portugal e a sua comparação

Leia mais

Guia de Abertura de um Restaurante em Portugal Zeta Advisors

Guia de Abertura de um Restaurante em Portugal Zeta Advisors Guia de Abertura de um Restaurante em Portugal Zeta Advisors 1 The way to get started is to quit talking and begin doing. Walt Disney Company ÍNDICE 1. Introdução... 3 2. Licenciamento e Legislação...

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado Abril 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 3 3. Quadro Legal 6 2

Leia mais

Disponibiliza em suporte electrónico actualizado e em tempo real

Disponibiliza em suporte electrónico actualizado e em tempo real Artº.75, nº5 do DL nº76a/2006, de 29/03 e Portaria nº.1416a/2006, de 19/12 Disponibiliza em suporte electrónico actualizado e em tempo real Os registos em vigor respeitantes a qualquer entidade sujeita

Leia mais

Sucursal na Hora. Vida mais simples para as empresas

Sucursal na Hora. Vida mais simples para as empresas Sucursal na Hora Vida mais simples para as empresas Vida mais simples para as empresas A Justiça deve estar ao serviço do desenvolvimento económico e do investimento. Por isso, o Ministério da Justiça

Leia mais

UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS

UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS Presente em mais de 80 países e com mais de 280 escritórios em todos os Continentes, a MGI é uma das maiores

Leia mais

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 LEGAL FLASH I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 Lei n.º 29/2012, de 9 de Agosto Novo Regime de Autorização de Residência para Estrangeiros Investidores 2 LEI N.º 29/2012 NOVO REGIME DE AUTORIZAÇÃO

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

LEI DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Lei n.º 4/2001, de 31 de Dezembro. Rute Martins Santos & Kiluange Tiny. Junho, 2005.

LEI DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Lei n.º 4/2001, de 31 de Dezembro. Rute Martins Santos & Kiluange Tiny. Junho, 2005. Lei n.º 4/2001, de 31 de Dezembro Rute Martins Santos & Kiluange Tiny Junho, 2005. Este documento está protegido pelo direito de autor nos termos da lei portuguesa, do direito comunitário e do direito

Leia mais