Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários"

Transcrição

1 RELATÓRIO FINAL DA CONSULTA PÚBLICA DA AGMVM SOBRE A PROPOSTA DE REFORMA DO CÓDIGO DE MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 1. Introdução No presente documento procede-se à análise das respostas recebidas no âmbito do processo de consulta pública da AGMVM relativa à proposta de reforma do Código de Mercado de Valores Mobiliários ( CdMVM ). O processo de consulta pública decorreu entre os dias 09 de Agosto a 26 de Setembro de 2010, tendo sido, dessa forma, consultadas diversas entidades, intervenientes nos mercados financeiros. Por conseguinte, foram elaboradas sugestões e comentários relativos a relevantes matérias que foram objecto de reformulação ou de inovação no âmbito da presente reforma, cumprindo agradecer publicamente os contributos recebidos. 2. Definição e enquadramento de conceitos Foi sugerida, em algumas respostas, que se procedesse à definição e enquadramento de determinados conceitos que se encontram incluídos no texto da proposta do CdMVM. Dentro dos conceitos sugeridos, destacam-se os referentes a investidores qualificados, mercados regulamentados, sistemas de negociação multilaterais e actividades de intermediação. Considerou-se adequada, nomeadamente devido à sua natureza jurídico-financeira e aos respectivos âmbitos, a definição e concretização dos referidos conceitos. Relativamente aos conceitos de investidores qualificados e de actividades de intermediação financeira, o desenvolvimento dos mesmos é realizado através da concretização das realidades e vertentes que estes abrigam. A própria natureza destes conceitos obriga a que a adequada definição se realize pela enumeração das situações que são parte integrante da extensão do próprio conceito. No que respeita aos conceitos de mercados regulamentados e sistemas de negociação multilaterais, a definição destes conceitos é elaborada na concretização das suas principais características definidoras e é incluída, em termos sistemáticos, no título referente a mercados secundários. Manifesta-se, por esta via, a decisão de se manter a distinção basilar entre mercados primários

2 e mercados secundários, não se vislumbrando a necessidade de se abandonar esta classificação na inclusão dos conceitos de mercados regulamentados e de sistemas de negociação multilaterais, que se integram, no seguimento da lógica apresentada, na categoria de mercados secundários. Efectivamente, estabeleceuse que constituem mercados secundários de valores mobiliários os sistemas organizados de negociação e o mercado fora de bolsa, sendo que se entende como sistemas organizados de negociação os mercados regulamentados, designadamente a Bolsa de Valores, e os sistemas negociação multilateral. É no seguimento desta classificação, e na lógica da distinção de conceitos que ao longo do capítulo relativo ao mercado de valores mobiliários tem sido realizada, que se apresenta as noções de mercados regulamentados e sistemas de negociação multilaterais. 3. Previsão de operações de fomento de mercado Uma das sugestões apresentadas prende-se com a consagração de operações de fomento de mercado. Devido à realidade financeira cabo-verdiana, onde se destaca a relativamente reduzida liquidez do mercado de valores mobiliários, considerou-se como adequada a inclusão, no CdMVM, de operações de fomento de mercado, de maneira a possibilitar a criação de condições para a comercialização regular de uma determinada categoria de valores mobiliários ou de instrumentos financeiros. Na definição do regime relativo ao fomento de mercado, estabeleceu-se que as actividades de fomento de mercado são precedidas de contrato celebrado entre a entidade gestora de mercado e o intermediário financeira. Acrescentou-se, no entanto, que quando as actividades de fomento são relativas a valores mobiliários, o contrato mencionado figura ainda, como parte, o emitente dos valores mobiliários cuja negociação se pretende fomentar. 4. Manutenção da obrigatoriedade de transacção em bolsa A opção tomada, após sugestões em contrário, de se manter a obrigatoriedade de transacção em bolsa baseia-se na consagração do princípio da concentração relativamente à estrutura dos mercados, que se demonstra essencial para assegurar a regularidade de negociação mobiliária perante a realidade financeira cabo-verdiana. Devido à escassa liquidez e ao efectivo volume de valores mobiliários transaccionados em bolsa, a opção que se revela razoável é focar na bolsa a transacção de valores mobiliários, numa lógica de concentração, nomeadamente através da consagração da obrigatoriedade de transacção em bolsa ou da limitação da existência de mercados paralelos.

3 Entendeu-se, de igual forma, estabelecer possíveis excepções ao referido princípio geral de obrigatoriedade de transacção em bolsa quando a AGMVM autoriza a que, devido à natureza da operação em causa, do valor ou das partes envolvidas na operação, nomeadamente investidores qualificados, determinado valor mobiliário possa não ser obrigatoriamente transaccionado nesse mercado. 5. Valores Mobiliários Escriturais Foi igualmente sugerido, em respostas à presente consulta, que a proposta de CdMVM se debruçasse de forma extensa sobre o regime dos valores mobiliários escriturais, numa lógica de acompanhamento daquilo a que se prevê ser uma hegemonia por parte dos valores mobiliários escriturais face aos valores mobiliários titulados. Actualmente, a disciplina relativa a valores mobiliários escriturais é, em parte, definida pela Portaria n.º 38/2000, que estabelece o regime aplicável ao registo, movimentação e controle de valores mobiliários escriturais admitidos à cotação na Bolsa de Valores. Questiona-se, assim, se seria oportuno e adequado estabelecer e aprofundar o regime relativo aos valores mobiliários escriturais na proposta de CdMVM, sendo que, na versão objecto da consulta pública, o regime relativo aos valores mobiliários titulados é objecto de algum desenvolvimento no Código, mas o regime dos valores mobiliários escriturais é remetido para legislação especial. Contudo, razões de ordem estrutural do próprio mercado de valores mobiliários cabo-verdiano, determinam que a consagração de um regime aprofundado dos valores mobiliários escriturais no CdMVM é desadequada e precoce face à realidade cabo-verdiana. No contexto actual, os mecanismos e estruturas relativos à emissão e transmissão de valores mobiliários escriturais, nomeadamente a inexistência de um sistema centralizado, ainda não se encontram a operar nos devidos termos. Para além do mais, prevalecem fortemente os valores mobiliários titulados relativamente aos valores mobiliários escriturais, que actualmente, não têm suficiente expressão no mercado de valores mobiliários. Por estas razões, considera-se que a opção adequada será a de remeter para legislação especial a regulamentação dos valores mobiliários escriturais de forma a evitar incluir provisões sobre valores mobiliários escriturais no CdMVM que se encontram desajustadas àquilo que é a realidade do mercado de valores mobiliários cabo-verdiano.

4 6. Intermediários Financeiros Alguns comentários foram elaborados relativamente ao regime relativo aos intermediários financeiros presente na proposta do CMVM, nomeadamente na vertente de articulação desta proposta com a Lei n.º 53/V/98, que estabelece as condições de acesso e de exercício das actividades de intermediação em valores mobiliários. Considerou-se que as sugestões de uma melhoria da articulação do disposto na proposta do CdMVM e o que se encontra estabelecido pela Lei n.º 53/V/98 eram oportunas, visto que a proposta apresentava, em diferentes pontos do regime da actividade de intermediação financeira, uma repetição que se considerou desnecessária. Entendeu-se que um capítulo referente a intermediários financeiros deveria figurar no CdMVM em virtude da relevância que os intermediários financeiros possuem nos mercados de valores mobiliários. No entanto, e devido ao exercício das actividades de intermediação financeira já se encontrar regulada pela Lei n.º 53/V/98, considerou-se que seria oportuno e adequado a definição de determinados conceitos fundamentais nesse âmbito no CdMVM e elaborar uma norma que remeta para legislação especial a regulamentação do acesso e exercício das actividades de intermediação, designadamente a Lei n.º 53/98. Desse modo, entendeu-se que seria de se definir o conceito de intermediários financeiros, classificar as actividades de intermediação financeira e estabelecer os requisitos referentes ao exercício de qualquer uma dessas actividades, remetendo-se, então, a concretização do regime da intermediação financeira para legislação especial. De resto, foi igualmente mantida as disposições relativas aos deveres gerais a que os intermediários financeiros estão sujeitos na execução de quaisquer operações e na prestação dos demais serviços de intermediação financeira em valores mobiliários, os deveres de informação a que está sujeito e qualidade dessa informação, quer relativa aos instrumentos financeiros, ao próprio intermediário financeiro e aos serviços por si prestados. No que respeita ao registo de operações em que os intermediários financeiros participaram e relativamente ao relatório a ser enviado pelos intermediários financeiros que possibilite a identificação das operações em bolsa efectuadas coma sua intervenção, foi acrescentada, com base em algumas sugestões feitas no âmbito do processo de consulta pública, a possibilidade de, caso a AGMVM assim o determinar, a informação objecto do referido relatório ser prestada pela Bolsa de Valores, ficando os intermediários financeiros dispensados do seu envio, e ainda que o envio do referido relatório por parte dos intermediários financeiros se encontra condicionado à existência de elementos a reportar.

5 7. Observações Outras sugestões foram elaboradas relativamente a pontos específicos de provisões incluídas na proposta do CMVM. Foi explicitada, em virtude de uma sugestão apresentada numa resposta à presente consulta, a existência de mercados a prazo na bolsa de valores, na medida em que a inclusão do conceito de instrumentos financeiros derivados, a par dos valores mobiliários, envolve a consagração da possibilidade de existência de operações a prazo. De igual modo, foi incluído um artigo relativo à recepção de ordens de bolsa estabelecendo que um intermediário financeiro, quando recebe uma ordem para a realização de operações sobre instrumentos financeiros, deve verificar a legitimidade do ordenador e adoptar as providências que permitam, sem qualquer dúvida, estabelecer o momento da recepção da ordem. Considerou-se, também, adequado a formulação de um artigo relativo aos direitos inerentes aos valores mobiliários e ao regime de atribuição de direitos inerentes aos valores mobiliários transaccionados. Foram, igualmente, realizadas algumas sugestões no sentido de se consagrar o deferimento tácito, em vez do indeferimento tácito do pedido de registo ou de aprovação do prospecto relativo a ofertas pública, alteração que se entende como inadequada. Atenta a essencialidade do regime da informação para a protecção dos investidores em mercado, considera-se que a consequência da não pronunciação por parte da AGMVM sobre o pedido de registo ou de aprovação do prospecto deve ser o indeferimento tácito, considerando-se como essencial uma pronúncia positiva para que o prospecto relativo a uma oferta pública obtenha a aprovação e registo, e que se possam desencadear as consequências que daí resultam. Cidade da Praia, 30 de Outubro de 2010

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

As Novas Formas Organizadas de Negociação de Instrumentos Financeiros

As Novas Formas Organizadas de Negociação de Instrumentos Financeiros Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Consulta Pública sobre os Anteprojectos de Transposição da Directiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros (DMIF) As Novas Formas Organizadas de Negociação

Leia mais

BETTER REGULATION DO SECTOR FINANCEIRO EM

BETTER REGULATION DO SECTOR FINANCEIRO EM CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS Relatório Final sobre a Consulta Pública n.º 3/2007 relativa à BETTER REGULATION DO SECTOR FINANCEIRO EM MATÉRIA DE REPORTE ACTUARIAL 1 1. Introdução Entre

Leia mais

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS)

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) ANEXO 3 E S DAS SOCIEDADES FINANCEIRAS Fernando Félix Cardoso Ano Lectivo 2004-05 SOCIEDADES CORRETORAS E FINANCEIRAS DE CORRETAGEM Compra e venda de valores mobiliários

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 2/2014. Papel comercial. (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004)

Regulamento da CMVM n.º 2/2014. Papel comercial. (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004) Regulamento da CMVM n.º 2/2014 Papel comercial (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004) As alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 52/2006, de 15 de março, e pelo Decreto-Lei n.º 29/2014, de

Leia mais

BANCO DE CABO VERDE AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS REGULAMENTO DA AGMVM N.º 8/2013

BANCO DE CABO VERDE AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS REGULAMENTO DA AGMVM N.º 8/2013 BANCO DE CABO VERDE AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS REGULAMENTO DA AGMVM N.º 8/2013 PUBLICIDADE DAS OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS A publicidade assume, nos dias actuais, uma

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 10/98 Operações de Reporte e de Empréstimo de Valores Efectuadas por Conta de Fundos de Investimento Mobiliário

Regulamento da CMVM n.º 10/98 Operações de Reporte e de Empréstimo de Valores Efectuadas por Conta de Fundos de Investimento Mobiliário Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República Regulamento da CMVM n.º 10/98 Operações de Reporte e de Empréstimo de Valores Efectuadas por Conta de Fundos de Investimento Mobiliário

Leia mais

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Fundos de Investimento Imobiliário Registo e Autorização de Peritos Avaliadores B.O n.º 18 - I Série Regulamento nº 1/2008 12 de Maio Fundos de Investimento

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

Resposta à consulta sobre o Projeto de Proposta de Lei de transposição do regime Solvência II

Resposta à consulta sobre o Projeto de Proposta de Lei de transposição do regime Solvência II Resposta à consulta sobre o Projeto de Proposta de Lei de transposição do regime Solvência II O Gabinete de S.E. a Ministra de Estado e das Finanças consultou em 13 de março de 2015 a Comissão do Mercado

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS.

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS Documento Justificativo Fevereiro de 2007 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel:

Leia mais

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Em Geral Na sequência da publicação do novo Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12

Leia mais

Política de Subcontratação

Política de Subcontratação 1. Introdução O presente documento define a Política de Subcontratação adoptada pelo Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. ( BES Investimento ou Banco ). A Política de Subcontratação baseia-se na

Leia mais

Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março

Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março O Decreto-Lei nº 172/99, de 20 de Maio, reconheceu no ordenamento nacional os warrants autónomos qualificando-os como valores mobiliários. Em decorrência de normas

Leia mais

Instrução n.º 3/2005 Informação Estatística sobre Operações de Day-Trading (revoga a Instrução da CMVM n.º 7/2000)

Instrução n.º 3/2005 Informação Estatística sobre Operações de Day-Trading (revoga a Instrução da CMVM n.º 7/2000) Instrução n.º 3/2005 Informação Estatística sobre Operações de Day-Trading (revoga a Instrução da CMVM n.º 7/2000) A CMVM, no âmbito das suas atribuições de supervisão, carece que os intermediários financeiros

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS DA EDP

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS DA EDP Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS DA EDP 29.07.2010 REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS

Leia mais

PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA REGULAMENTO SOBRE SERVIÇOS DE NOTAÇÃO DE RISCO

PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA REGULAMENTO SOBRE SERVIÇOS DE NOTAÇÃO DE RISCO PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA REGULAMENTO SOBRE SERVIÇOS DE NOTAÇÃO DE RISCO E DECRETO PRESIDENCIAL SOBRE AS TAXAS NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS DERIVADOS Pág. 1 PROCESSO DE CONSULTA

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 18º Prestação de Serviços de telemarketing Processo: nº 3109, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director - Geral, em 2012-05-18. Conteúdo:

Leia mais

Instrução da CMVM n.º 12/2002 Deveres de Informação dos Emitentes à CMVM

Instrução da CMVM n.º 12/2002 Deveres de Informação dos Emitentes à CMVM Instrução da CMVM n.º 12/2002 Deveres de Informação dos Emitentes à CMVM Os emitentes de valores mobiliários admitidos à negociação em bolsa estão sujeitos ao cumprimento de um conjunto de deveres de informação

Leia mais

GLOSSÁRIO. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários 39

GLOSSÁRIO. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários 39 GLOSSÁRIO Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. Assembleia geral: órgão das sociedades anónimas em que

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 6/2000 Auditores

Regulamento da CMVM n.º 6/2000 Auditores Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República Regulamento da CMVM n.º 6/2000 Auditores A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e apreciação por parte de entidades

Leia mais

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. Intermediários Financeiros O QUE SÃO INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS? Intermediários financeiros são as empresas prestadoras dos serviços que permitem aos investidores actuar

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 5/VI/2008 C(2008) 2274 final RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO de 5/VI/2008 relativa à limitação da responsabilidade civil dos revisores oficiais de contas e das sociedades

Leia mais

a) Quanto, quando e a que título o investidor paga ou pode pagar? b) Quanto, quando e a que título o investidor recebe ou pode receber?

a) Quanto, quando e a que título o investidor paga ou pode pagar? b) Quanto, quando e a que título o investidor recebe ou pode receber? Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las PFC Valorização Retalho Entidade

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL A recente crise financeira internacional em que vivemos e os seus efeitos no sector financeiro suscitaram uma profunda reflexão internacional sobre

Leia mais

A Lei n.º 18/2015 introduziu novos tipos de OICs em Portugal, que poderão ser geridos por SCRs e outras gestoras de OICs:

A Lei n.º 18/2015 introduziu novos tipos de OICs em Portugal, que poderão ser geridos por SCRs e outras gestoras de OICs: 1) Introdução A Lei n.º 18/2015 introduziu novos tipos de OICs em Portugal, que poderão ser geridos por SCRs e outras gestoras de OICs: Os OICs de investimento alternativo especializado, vocacionados para

Leia mais

Título IV Ofertas públicas de transacção. CAPÍTULO I D isposições Gerais. Artigo 98 (Autoridade fiscalizadora)

Título IV Ofertas públicas de transacção. CAPÍTULO I D isposições Gerais. Artigo 98 (Autoridade fiscalizadora) (Código do Mercado de Valores Mobiliários) Título IV Ofertas públicas de transacção CAPÍTULO I D isposições Gerais Artigo 98 (Autoridade fiscalizadora) Compete ao Banco de Cabo Verde, através da Auditoria

Leia mais

Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros.

Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros. Não dispensa a consulta da Norma Regulamentar publicada em Diário da República NORMA REGULAMENTAR N.º 03/2010-R, DE 18 DE MARÇO DE 2010 Publicidade Pelo Decreto-Lei n.º 8-A/2002, de 11 de Janeiro, foram

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e a revisão por parte de entidades idóneas, independentes e isentas.

Leia mais

Politíca de Execução nas Melhores Condições

Politíca de Execução nas Melhores Condições 1. Aspetos Gerais O objetivo do presente documento é descrever os canais ou vias de execução que são aplicados pelo Deutsche Bank AG - Sucursal em Portugal (o Banco ) na execução de ordens dos seus clientes

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA N.º 8/2010 Projecto de Orientação Técnica relativa ao desenvolvimento dos sistemas de gestão de riscos e de controlo interno das entidades gestoras de fundos de pensões 31

Leia mais

ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO

ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO 1 ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO Regulamento n.º [ ] / 2014 Preâmbulo Inserido no contexto da reforma legislativa em curso no Direito dos valores mobiliários cabo-verdiano, o presente regulamento

Leia mais

ANÚNCIO DE OFERTA PÚBLICA DE SUBSCRIÇÃO E DE ADMISSÃO À COTAÇÃO E NEGOCIAÇÃO NA BOLSA DE VALORES DE CABO VERDE

ANÚNCIO DE OFERTA PÚBLICA DE SUBSCRIÇÃO E DE ADMISSÃO À COTAÇÃO E NEGOCIAÇÃO NA BOLSA DE VALORES DE CABO VERDE Caixa Económica de Cabo Verde, S.A Sede: Avenida Cidade de Lisboa, Praia Capital Social: 348.000.000 (trezentos e quarenta e oito milhões) Escudos Matriculada na Conservatória do Registo Comercial da Praia

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

Consulta Pública sobre o novo regime jurídico das plataformas eletrónicas de contratação pública PARECER DA ESOP

Consulta Pública sobre o novo regime jurídico das plataformas eletrónicas de contratação pública PARECER DA ESOP Consulta Pública sobre o novo regime jurídico das plataformas eletrónicas de PARECER DA ESOP Janeiro de 2015 Índice 1 Enquadramento... 3 2 O novo regime jurídico... 4 3 Contributos para o novo regime das

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS Dispõe sobre empréstimo de valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários, altera as Instruções CVM nºs 40, de 7 de novembro de 1984 e 310, de 9 de julho

Leia mais

PARECER N.º 38/CITE/2005

PARECER N.º 38/CITE/2005 PARECER N.º 38/CITE/2005 Assunto: Parecer nos termos do n.º 3 do artigo 133.º do Código do Trabalho e da alínea j) do n.º 1 do artigo 496.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Não renovação de contrato

Leia mais

Contrato de Intermediação Financeira

Contrato de Intermediação Financeira Contrato de Intermediação Financeira Condições Gerais do Contrato de Intermediação Financeira Entre a Caixa Geral de Depósitos, SA com sede em Lisboa na Av. João XXI n.º 63, com capital social de 5 900

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

DESTAQUE. Novembro 2014 I. INTRODUÇÃO

DESTAQUE. Novembro 2014 I. INTRODUÇÃO DESTAQUE Novembro 2014 MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS NOVIDADES REGULATÓRIAS EM MATÉRIA DE MERCADO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS, LIQUIDAÇÃO DE TRANSACÇÕES E CENTRAIS DE VALORES MOBILIÁRIOS I. INTRODUÇÃO

Leia mais

DECISÃO DA COMISSÃO. de 28.9.2010

DECISÃO DA COMISSÃO. de 28.9.2010 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 28.9.2010 C(2010) 6418 final DECISÃO DA COMISSÃO de 28.9.2010 relativa ao reconhecimento do enquadramento legal e de supervisão do Japão como sendo equivalente aos requisitos

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 PROCEDIMENTOS DE ENCERRAMENTO DE PROJECTOS 1. ENQUADRAMENTO No âmbito do acompanhamento dos projectos apoiados pelo POFC, importa estabelecer o conjunto de procedimentos

Leia mais

TÍTULO I Disposições gerais. CAPÍTULO I Âmbito de aplicação

TÍTULO I Disposições gerais. CAPÍTULO I Âmbito de aplicação CÓDIGO DOS VALORES MOBILIÁRIOS (Aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. Contém as alterações introduzidas pelos Decretos-Leis n.ºs 61/2002, de 20 de Março, 38/2003, de 8 de Março, 107/2003,

Leia mais

CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM (RECOMENDAÇÕES)

CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM (RECOMENDAÇÕES) CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM (RECOMENDAÇÕES) I. VOTAÇÃO E CONTROLO DA SOCIEDADE I.1. As sociedades devem incentivar os seus acionistas a participar e a votar nas assembleias gerais, designadamente

Leia mais

PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 5/2015

PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 5/2015 PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 5/2015 INSTRUÇÃO DA CMVM RELATIVA AOS DEVERES DE REPORTE DE INFORMAÇÃO À CMVM PARA EFEITOS DE INTERCÂMBIO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS ÀS POTENCIAIS CONSEQUÊNCIAS SISTÉMICAS

Leia mais

Código dos Valores Mobiliários. TÍTULO I Disposições gerais

Código dos Valores Mobiliários. TÍTULO I Disposições gerais Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Código dos Valores Mobiliários (republicado pelo Decreto-Lei n.º 357-A/2007, de 31 de Outubro e alterado pelo Decreto-Lei n.º 211-A/2008,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Sob proposta do Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 29º do Decreto-Lei n.º 54-A/2000, de

Leia mais

DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS

DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS E A EXPERIÊNCIA DOS INVESTIDORES DETERMINAM O MODO COMO SÃO TRATADOS PELOS INTERMEDIÁRIOS

Leia mais

ADMIRAL MARKETS UK LTD POLÍTICA DE EXECUÇÃO NAS MELHORES CONDIÇÕES

ADMIRAL MARKETS UK LTD POLÍTICA DE EXECUÇÃO NAS MELHORES CONDIÇÕES ADMIRAL MARKETS UK LTD POLÍTICA DE EXECUÇÃO NAS MELHORES CONDIÇÕES 1. Disposições gerais 1.1. As presentes Regras de Execução nas Melhores Condições (doravante Regras ) estipulam os termos, condições e

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A.

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. N.º de Processo: 2/2009 Entidade Reclamada: Identificação: Futuro - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. Morada: Avª. General Firmino Miguel, n.º 5, 9º B, 1600-100 Lisboa Fundo de Pensões Aberto:

Leia mais

AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março

AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março Publicado no Diário da República, I.ª Série, n.º 60, de 28 de Março AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março Havendo necessidade de regulamentar a concessão e a classificação das operações de créditos pelas instituições

Leia mais

Regulamento n.º 1 /2007 BANCO DE CABO VERDE. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários. Auditores dos Organismos de Investimento Colectivo

Regulamento n.º 1 /2007 BANCO DE CABO VERDE. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários. Auditores dos Organismos de Investimento Colectivo Regulamento n.º 1 /2007 BANCO DE CABO VERDE Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários Auditores dos Organismos de Investimento Colectivo Com a criação dos Organismos de Investimento Colectivo (OIC),

Leia mais

Circular 05 de Janeiro de 2009 (última actualização 16 de Fevereiro de 2009)

Circular 05 de Janeiro de 2009 (última actualização 16 de Fevereiro de 2009) Circular 05 de Janeiro de 2009 (última actualização 16 de Fevereiro de 2009) Assunto: s às Perguntas Mais Frequentes sobre a Instrução da CMVM n.º 3/2008 - Informação sobre Concessão de Crédito para a

Leia mais

ANÚNCIO DE LANÇAMENTO PELA TEIXEIRA DUARTE, S.A. DE OFERTA PÚBLICA GERAL DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES DA TEIXEIRA DUARTE ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES, S.A.

ANÚNCIO DE LANÇAMENTO PELA TEIXEIRA DUARTE, S.A. DE OFERTA PÚBLICA GERAL DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES DA TEIXEIRA DUARTE ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES, S.A. TEIXEIRA DUARTE, S.A. Sede: Lagoas Park, Edifício 2, Porto Salvo, Oeiras Capital social: 287.880.799,00 Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Cascais sob o n.º único de matrícula e pessoa

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO Introdução O presente Regulamento foi concebido a pensar em si, visando o bom funcionamento da formação. Na LauTraining Formação e Consultoria, vai encontrar um ambiente de trabalho e de formação agradável

Leia mais

REGULAMENTO DA INTERBOLSA N.º 3/2004 Regras operacionais gerais de funcionamento dos sistemas de liquidação de valores mobiliários

REGULAMENTO DA INTERBOLSA N.º 3/2004 Regras operacionais gerais de funcionamento dos sistemas de liquidação de valores mobiliários REGULAMENTO DA INTERBOLSA N.º 3/2004 Regras operacionais gerais de funcionamento dos sistemas de liquidação de valores mobiliários Ao abrigo do disposto no artigo 269.º do Código dos Valores Mobiliários

Leia mais

A Supervisão do Sistema Financeiro

A Supervisão do Sistema Financeiro A Supervisão do Sistema Financeiro Prestam, por isso, um importante contributo para a integridade e a transparência dos mercados de capitais. Amadeu Ferreira OROC 21 de Outubro de 2010 A EFICIÊNCIA DOS

Leia mais

Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos.

Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. GLOSSÁRIO Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. Assembleia geral: órgão das sociedades anónimas em que

Leia mais

Prezado (a) Associado (a),

Prezado (a) Associado (a), Prezado (a) Associado (a), Seguem abaixo os itens do Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para Atividade de Gestão de Patrimônio Financeiro no Mercado Doméstico que estão em Audiência Pública

Leia mais

Comentários à Consulta Pública da CMVM nº 3/2009 sobre Análise Financeira e Certificação da Qualificação Profissional na Intermediação Financeira

Comentários à Consulta Pública da CMVM nº 3/2009 sobre Análise Financeira e Certificação da Qualificação Profissional na Intermediação Financeira Comentários à Consulta Pública da CMVM nº 3/2009 sobre Análise Financeira e Certificação da Qualificação Profissional na Intermediação Financeira I. Art.º 8º (Registo) Na redacção ora proposta para a alínea

Leia mais

CONSELHO CONSULTIVO Secção do Sector Eléctrico. Parecer CC/SE n 2/2010 Sobre a proposta de revisão do Regulamento de Operação de Redes

CONSELHO CONSULTIVO Secção do Sector Eléctrico. Parecer CC/SE n 2/2010 Sobre a proposta de revisão do Regulamento de Operação de Redes Secção do Sector Eléctrico Parecer CC/SE n 2/2010 Sobre a proposta de revisão do Regulamento de Operação de Redes ENQUADRAMENTO O presente Parecer sobre os documentos apresentados pelo Conselho de Administração

Leia mais

Novos Vectores de Enquadramento do Transporte Rodoviário O Pacote Rodoviário

Novos Vectores de Enquadramento do Transporte Rodoviário O Pacote Rodoviário Novos Vectores de Enquadramento do Transporte Rodoviário O Pacote Rodoviário Ana Pereira de Miranda Vogal do Conselho Directivo Data arial 10p O Pacote Rodoviário Regulamento do PE e do Conselho que estabelece

Leia mais

Informação complementar ao Relatório de Governo das Sociedades referente ao Exercício de 2007

Informação complementar ao Relatório de Governo das Sociedades referente ao Exercício de 2007 BANIF SGPS S.A. Sociedade Aberta Matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Funchal Sede Social: Rua de João Tavira, 30, 9004 509 Funchal Capital Social: 250.000.000 Euros * Número único de matrícula

Leia mais

Acção de Formação. Categorização de Clientes e o Dever de Avaliação da Adequação. Oradores: Carla Cabrita e Rafaela Rocha

Acção de Formação. Categorização de Clientes e o Dever de Avaliação da Adequação. Oradores: Carla Cabrita e Rafaela Rocha Acção de Formação Categorização de Clientes e o Dever de Avaliação da Adequação Oradores: Carla Cabrita e Rafaela Rocha Lisboa 15 Junho de 2007 Auditório da CMVM Sequência A categorização de clientes:

Leia mais

PARECER DA UGT SOBRE A INTERDIÇÃO DE ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES NÃO REMUNERADOS

PARECER DA UGT SOBRE A INTERDIÇÃO DE ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES NÃO REMUNERADOS PARECER DA UGT SOBRE A INTERDIÇÃO DE ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES NÃO REMUNERADOS A UGT sempre valorizou o Programa Nacional de Estágios e a necessidade do aumento do número destes, independentemente de

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas

Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas As alterações normativas recentes, quer a nível interno, quer a nível

Leia mais

ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A.

ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. Assembleia Geral de Obrigacionistas de 21 de fevereiro de 2013 Emissão de 3.150 Obrigações Escriturais, ao portador, com valor nominal

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A.

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. N.º de Processo: 9/2009 Entidade Reclamada: Identificação: Futuro - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. Morada: Avª. General Firmino Miguel, n.º 5, 9º B, 1600-100 Lisboa Fundo de Pensões Aberto:

Leia mais

Informação 2013 / 18 15/10/2013. Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME)

Informação 2013 / 18 15/10/2013. Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME) Informação 2013 / 18 15/10/2013 Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME) Estimado Cliente, A Lei nº 70/2013, de 30 de agosto, veio consagrar os regimes jurídicos do Fundo de Compensação do Trabalho

Leia mais

Código de Conduta Voluntário

Código de Conduta Voluntário O Banif, SA, ao formalizar a sua adesão ao Código de Conduta Voluntário do crédito à habitação, no âmbito da Federação Hipotecária Europeia, e de acordo com as recomendações da Comissão Europeia e do Banco

Leia mais

Escola Secundária com 3º Ciclo da Baixa da Banheira (403234)

Escola Secundária com 3º Ciclo da Baixa da Banheira (403234) CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A ELEIÇÃO DO DIRECTOR DA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento define as regras a observar no procedimento

Leia mais

MANUAL DE NORMAS CERTIFICADO REPRESENTATIVO DE CONTRATO MERCANTIL DE COMPRA E VENDA A TERMO DE ENERGIA ELÉTRICA

MANUAL DE NORMAS CERTIFICADO REPRESENTATIVO DE CONTRATO MERCANTIL DE COMPRA E VENDA A TERMO DE ENERGIA ELÉTRICA MANUAL DE NORMAS CERTIFICADO REPRESENTATIVO DE CONTRATO MERCANTIL DE COMPRA E VENDA A TERMO DE ENERGIA ELÉTRICA VERSÃO: 01/7/2008 2 / 10 MANUAL DE NORMAS CERTIFICADO REPRESENTATIVO DE CONTRATO MERCANTIL

Leia mais

Direcção de Redes Comerciais & Cross Selling Banif Euro Corporates

Direcção de Redes Comerciais & Cross Selling Banif Euro Corporates Direcção de Redes Comerciais & Cross Selling Banif Euro Corporates Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Obrigações Julho de 2014 Banif Euro Corporates porquê? Trata-se de um Fundo de obrigações maioritariamente

Leia mais

FW: Questões no âmbito da 42 Consulta Pública

FW: Questões no âmbito da 42 Consulta Pública Alexandra Paulo De: ERSE Enviado: quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012 10:27 Para: Revisao Regulamento Gas Natural 2012 Assunto: FW: Questões no âmbito da 42 Consulta Pública Sinal. de seguimento: Estado

Leia mais

Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Negociação de Instrumentos Financeiros DELIBERAÇÃO Nº 10

Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Negociação de Instrumentos Financeiros DELIBERAÇÃO Nº 10 Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Negociação de Instrumentos Financeiros DELIBERAÇÃO Nº 10 O Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Negociação de Instrumentos Financeiros, no exercício

Leia mais

MECANISMO DE ATRIBUIÇÃO DA CAPACIDADE NO ARMAZENAMENTO

MECANISMO DE ATRIBUIÇÃO DA CAPACIDADE NO ARMAZENAMENTO MECANISMO DE ATRIBUIÇÃO DA CAPACIDADE NO ARMAZENAMENTO SUBTERRÂNEO DE GÁS NATURAL FEVEREIRO 2008 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel.: 21

Leia mais

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS 2.º Trimestre I SISTEMAS DE GARANTIA DE DEPÓSITOS 2 II Legislação A. Direito Bancário Institucional

Leia mais

Implicações da DMIF no Domínio das Instituições de Crédito

Implicações da DMIF no Domínio das Instituições de Crédito Sessão de Esclarecimento Anteprojectos de Transposição da Directiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros (DMIF) Pedro Duarte Neves 18 de Dezembro de 2006 1 No plano comunitário Directiva 2004/39/CE,

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes 1. Qual o diploma que estabelece o regime de constituição, gestão e funcionamento do mercado organizado de resíduos (MOR), nos termos do n.º 2 do artigo 62.º do Decreto-Lei n.º 178/2006,

Leia mais

ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA

ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei aplica-se aos seguintes valores mobiliários de estrutura derivada:

Leia mais

Obrigações CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1

Obrigações CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 O que são obrigações As obrigações são instrumentos financeiros que representam um empréstimo contraído junto dos investidores pela entidade

Leia mais

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação

Leia mais

FORO SOBRE INTERNET Y LOS MERCADOS DE CAPITALES. Aspectos Regulatorios en Internet

FORO SOBRE INTERNET Y LOS MERCADOS DE CAPITALES. Aspectos Regulatorios en Internet Fernando Teixeira dos Santos FORO SOBRE INTERNET Y LOS MERCADOS DE CAPITALES Aspectos Regulatorios en Internet Buenos Aires, 21 de Setembro de 2001 Prestação de serviços financeiros (maior rapidez e maior

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO E PRINCÍPIOS GERAIS 2. DEFINIÇÕES 3. OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA 4. PERÍODO DE VEDAÇÕES ÀS NEGOCIAÇÕES 5. AUTORIZAÇÃO

Leia mais

Custos do Mercado. Regulamento n.º 1/2005, de 22 de Janeiro de 2007. B.O n.º 4 - I Série. Regulamento n.º 2/2006, de 22 de Janeiro de 2007

Custos do Mercado. Regulamento n.º 1/2005, de 22 de Janeiro de 2007. B.O n.º 4 - I Série. Regulamento n.º 2/2006, de 22 de Janeiro de 2007 Custos do Mercado Regulamento n.º 1/2005, de 22 de Janeiro de 2007 B.O n.º 4 - I Série Regulamento n.º 2/2006, de 22 de Janeiro de 2007 B.O n.º 4 - I Série Rectificação do Regulamento n.º 2/2006, de 5

Leia mais

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário;

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário; ACORDO EUROPEU SOBRE UM CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO SOBRE AS INFORMAÇÕES A PRESTAR ANTES DA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO À HABITAÇÃO ( ACORDO ) O presente Acordo foi negociado e adoptado pelas

Leia mais

Assunto: Consulta Pública nº1/2010. Exmos. Senhores,

Assunto: Consulta Pública nº1/2010. Exmos. Senhores, Assunto: Consulta Pública nº1/2010 Exmos. Senhores, Fundada em 13 de Outubro de 1994 por diversas empresas de Rádio e Televisão e Associações de Imprensa e de Rádio, a Confederação Portuguesa dos Meios

Leia mais

Recomendações aos Investidores em Instrumentos Financeiros

Recomendações aos Investidores em Instrumentos Financeiros Recomendações aos Investidores em Instrumentos Financeiros Um investimento responsável exige que conheça todas as suas implicações. Certifique-se de que conhece essas implicações e que está disposto a

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha a. Proposta de

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha a. Proposta de PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, xxx SEC (2010) xxx final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha a Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

ARTIGO 396.º DO CSC I OBJECTO

ARTIGO 396.º DO CSC I OBJECTO ARTIGO 396.º DO CSC I OBJECTO 1.1 Foi constituído, no âmbito do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, um grupo de trabalho com vista a identificar as dificuldades de aplicação prática que resultam

Leia mais

Alterações ao Código do Trabalho A partir de 1 de Agosto de 2012

Alterações ao Código do Trabalho A partir de 1 de Agosto de 2012 Alterações ao Código do Trabalho A partir de 1 de Agosto de 2012 A Lei nº 23/2012, de 25 de Junho procede à terceira alteração ao Código do Trabalho, aprovado pela Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro. Principais

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSMISSÃO E EXECUÇÃO DE ORDENS

POLÍTICA DE TRANSMISSÃO E EXECUÇÃO DE ORDENS POLÍTICA DE TRANSMISSÃO E EXECUÇÃO DE ORDENS Preâmbulo A Crédito Agrícola Gest Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A. (CA Gest), no âmbito do desenvolvimento da sua actividade, realiza

Leia mais

LISGRÁFICA IMPRESSÃO E ARTES GRÁFICAS, S.A. (20.05.08) PROPOSTA RELATIVA AO PONTO 8 DA ORDEM DE TRABALHOS

LISGRÁFICA IMPRESSÃO E ARTES GRÁFICAS, S.A. (20.05.08) PROPOSTA RELATIVA AO PONTO 8 DA ORDEM DE TRABALHOS LISGRÁFICA IMPRESSÃO E ARTES GRÁFICAS, S.A. (20.05.08) PROPOSTA RELATIVA AO PONTO 8 DA ORDEM DE TRABALHOS (Proposta de aquisição e alienação de acções próprias) Considerando: A) O regime geral aplicável

Leia mais

Instrução da CMVM N.º 3/2008 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros

Instrução da CMVM N.º 3/2008 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros Instrução da CMVM N.º 3/2008 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros A CMVM, no âmbito e no exercício da actividade de supervisão, entende dever

Leia mais

1788 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 71 24 de Março de 2004

1788 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 71 24 de Março de 2004 1788 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 71 24 de Março de 2004 Suomen tasavallan puolesta: För konungariket Sverige: For the United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland: Por las Comunidades Europeas:

Leia mais

TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE

TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE PROSPECTO SIMPLIFICADO ICAE INSTRUMENTO DE CAPTAÇÃO DE AFORRO ESTRUTURADO (NÃO NORMALIZADO) Os elementos constantes deste Prospecto Simplificado reportam-se a 30 de Abril de 2009

Leia mais