Trombose do seio cavernoso: revisão da literatura e relato de caso

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1 RPG Rev Pós Grad 2005;12(4):492-8 Trombose do seio cavernoso: revisão da literatura e relato de caso CARLOS AUGUSTO FERREIRA ALVES*, OPHIR RIBEIRO JÚNIOR**, EDUARDO LERNER*, WALDYR ANTÔNIO JORGE*** * Cirurgiões-Dentistas do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo. ** Residente em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo. *** Professor Livre-Docente Associado da Disciplina Clinica Integrada do Departamento de Estomatologia da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo. RESUMO A trombose séptica do seio cavernoso é uma complicação encefálica decorrente de infecções faciais ou cranianas como sinusites, otites, infecções odontogênicas, oftalmológicas, entre outras. Apesar de rara, apresenta grande importância devido ao alto percentual de óbitos e seqüelas. As infecções odontogênicas, embora não ocupem posição destacada entre os fatores etiológicos dessa doença, podem atuar como focos primários, situando o cirurgião-dentista entre os profissionais capazes de elaborar não só o diagnóstico, como sua profilaxia e o correto encaminhamento para tratamento médico especializado. O diagnóstico clínico dessa condição é dificultado pela semelhança com algumas infecções da órbita como a celulite orbital. Esse trabalho revisa a literatura e procura atualizar conceitos que facilitam o diagnóstico, a profilaxia e o tratamento da trombose do seio cavernoso. O trabalho também relata um caso dessa grave doença, originada de uma acne na região do mento, cuja rápida evolução levou o paciente ao óbito em três dias de tratamento. Após essa revisão, podemos afirmar que o diagnóstico dessa condição é clínico, com confirmação em exames de imagem, e quanto mais precoce o tratamento, melhor a chance de sobrevida. Infere-se também a importância da profilaxia antibiótica em cirurgias orais e faciais, atribuindo a ela a redução significativa dessa infecção nos últimos tempos. Endereço para correspondência: Waldyr Antônio Jorge Av. Prof. Lineu Prestes, Cidade Universitária CEP: São Paulo SP Tel.: (11) DESCRITORES Trombose dos seios intracranianos. Oftalmoplegia. Diagnóstico bucal. INTRODUÇÃO A trombose séptica do seio cavernoso (TSSC) é uma complicação grave das infecções da face e do pescoço, que pode evoluir ao óbito se não tratada em tempo hábil. Foi inicialmente descrita por Duncan em 1821, que observou a alteração após um exame de necropsia, e os primeiros relatos clínicos foram feitos por Bright, dez anos após 7. Em 1936, Grove 24 relatou uma série de 400 casos de TSSC, em que todos os pacientes evoluíram ao óbito. Com a descoberta dos antibióticos e a rápida evolução desses fármacos, essa doença, até então freqüente, tornou-se extremamente rara. Além de letal e rara, é uma doença de difícil diagnóstico clínico em função da semelhança com outras infecções que acometem as proximidades da órbita 39. Uma vez que a TSSC é decorrente de infecções que envolvem regiões anatômicas cujo tratamento também compete ao cirurgião-dentista e devido ao alto índice de seqüelas e óbitos associados a essa condição, propusemo-nos efetuar uma revisão de literatura sobre o assunto, abrangendo etiopatogenia, diagnóstico, profilaxia e noções de tratamento e ainda apresentar um relato de caso que ilustra essa grave condição patológica. REVISÃO DA LITERATURA Revisão anatômica Para melhor compreensão da patogênese e das alterações funcionais relacionadas à trombose do seio cavernoso, é importante uma revisão da anato- 492

2 mia desse seio, das estruturas que o atravessam e de seus vasos tributários. O seio cavernoso, a exemplo dos demais seios da dura-máter, é uma delaminação da meninge revestida por endotélio, cuja função é prover drenagem venosa do encéfalo e regular a pressão intracraniana 47. Seu nome cavernoso é justificado pelo aspecto trabeculado e irregular desse endotélio. Em número de dois, são simétricos e localizamse lateralmente à sela turca do osso esfenóide, na fossa craniana média. Cada seio é semelhante a um quadrilátero, apresentando, em média, 2,0 cm de comprimento e 1,0 cm de largura. Anteriormente, o seio cavernoso é limitado pelas fissuras orbitais superior e inferior; posteriormente pelo ápice da parte petrosa do temporal; e os limites medial e lateral são, respectivamente, a glândula hipófise e as circunvoluções internas do lobo temporal 41. Apresenta em seu conteúdo a artéria carótida interna e, lateralmente a essa, o nervo abducente (VI par craniano), ambos revestidos pelo próprio endotélio sinusal, não mantendo contato com o sangue venoso circulante. Outras estruturas que mantém proximidade com o seio são os nervos óculomotor e troclear (III e IV pares cranianos), além da primeira e da segunda divisão do nervo trigêmeo (V par craniano), nervos oftálmico e maxilar. Esses nervos percorrem a intimidade da parede lateral do seio, envolvidos pela dura-máter dessa região 23. Também é importante o conhecimento dos vasos tributários do seio cavernoso, que fazem sua comunicação com outros seios da dura-máter e com veias extracranianas. Uma vez que essas veias são desprovidas de válvulas, a circulação sangüínea pode seguir um fluxo tanto no sentido extra quanto intracraniano, permitindo que processos sépticos da face disseminem-se através desses vasos para o meio intracraniano. A disseminação de infecções para o seio cavernoso pode ocorrer pela veia facial, que se comunica com o seio através das veias angular e oftálmica superior e ainda pelo plexo pterigóideo, que recebe veias emissárias pelo forame oval e fissura orbital inferior, provenientes desse seio 41,47. A infecção pode ainda disseminar-se para o seio cavernoso contra-lateral, através do seio intercavernoso. Trombose séptica do seio cavernoso Como a TSSC é uma complicação de infecções faciais pré-existentes, várias causas são relatadas como focos primários de sua evolução. Dentre essas, incluem-se as infecções de pele, sinusites agudas, otites, dacriocistites, infecções cervicais, infecções fúngicas, infecções odontogênicas, infecções pós-operatórias na região maxilo-facial, entre outras 8,15,18,22,25,33,37,42,45,46,48,49,51. Baseado em uma revisão de 35 casos descritos por Thatai et al. 48,28 casos foram provenientes do terço médio da face, 3 de sinusite frontal, 1 de infecção odontogênica, 1 de infecção paravertebral e 2 casos sem focos primários determinados. Um raro caso de TSSC originado de um abscesso abdominal foi descrito por Jimbayashi et al. 28 em A TSSC, como outros processos infecciosos, apresenta características clínicas não específicas como febre, toxemia, prostração, desidratação, náusea e vômito 7,34. Outros sinais e sintomas, por sua vez, estão relacionados com o envolvimento das estruturas anatômicas associadas ao seio cavernoso e à cavidade orbital. Dentre estes, observam-se proptose, oftalmoplegia, quemose, edema palpebral, cefaléia retro-orbital, diplopia, fotofobia, anestesia dos territórios de inervação dos nervos oftálmico e maxilar, paralisia facial, perda da acuidade visual, diminuição dos reflexos pupilares, sinais de irritação meníngea e meningite 3,7,8,16,18,21,32,33,35,38,42,46,48. Apesar das características peculiares, a TSSC pode ser confundida com a celulite orbital. Isso ocorre porque algumas estruturas anatômicas afetadas na trombose do seio cavernoso também são acometidas nas infecções da órbita. Assim, a celulite orbital pode levar ao desenvolvimento de sinais e sintomas semelhantes, geralmente unilaterais. Em contrapartida, o envolvimento bilateral ou unilateral com rápido comprometimento do lado oposto favorece o diagnóstico de trombose 20,35,40. Para confirmar ou excluir a possibilidade de trombose do seio cavernoso, exames de imagem como a venografia podem ser utilizados 5,13. A tomografia computadorizada (TC) com contraste, por sua vez, apresenta grande vantagem sobre o anterior, pois a realização de cortes finos possibilita a visualização de trombos no interior dos seios da dura-máter, confirmando o diagnóstico 2,11. Outros achados tomográficos incluem defeitos múltiplos e irregulares de preenchimento do seio cavernoso, exoftalmia, edema periorbital, dilatação da veia oftálmica superior, trombose da artéria carótida interna e infarto 493

3 cerebral 1,12,18,32. A TC ainda é útil na identificação de outras complicações intracranianas que merecem intervenção cirúrgica oportuna como abscessos e empiemas cerebrais. Outro exame de imagem descrito é a cintilografia com Gallium-67 endovenoso. Acredita-se que o tecido orbital e o seio cavernoso infectados são excelentes meios de captação para radioisótopos 32. Outros autores consideram a ressonância nuclear magnética (RNM) o exame de primeira escolha para o diagnóstico da TSSC 9,27,38,52. Isso porque é um exame menos invasivo, não produz artefatos e pode detectar diferentes estágios da formação do trombo, mesmo na fase inicial 19,27. O tratamento dessa doença inicia-se com antibioticoterapia endovenosa em altas doses, devendo ser iniciada o mais breve possível. Recomendase a utilização de antibióticos de amplo expectro como vancomicina e cefalosporinas de 3ª geração, geralmente associados a metronidazol ou cloranfenicol 4,12,29,38 ou antibioticoterapia empírica baseada no foco primário, que pode ser mudada ou associada de acordo com o resultado da cultura e do antibiograma 22,28. Uma série de microrganismos tem sido isolada em culturas de infecções associadas à TSSC, sendo o mais freqüente o Staphylococcus aureus 10,14,26,45,48,49,50.Outras bactérias relativamente freqüentes são Pneumococos, Estreptococos, bacilos grã-negativos e anaeróbios 2,14,15,21,30,36,45,52. Além dos antibióticos, outros fármacos são descritos no tratamento da trombose do seio cavernoso. A administração de antiinflamatórios esteroidais assim como o uso de diuréticos são úteis no controle do edema e da pressão intracraniana 13,29,31. Embora controversa, a utilização de anticoagulantes é preconizada por prevenir a formação de trombos nos outros seios, diminuindo o índice de mortalidade 4,13,14,28,44. Em determinados casos, o tratamento cirúrgico oportuno do foco primário ou de eventuais empiemas cerebrais, secundários à trombose do seio cavernoso, faz-se necessário para a cura 10,22,38,43,51. Em pacientes imunodeprimidos, infecções fúngicas como mucormicose e aspergilose têm sido identificadas como focos primários da trombose do seio cavernoso 6,16,17,37,50. Essas infecções são geralmente diagnosticadas por meio de biopsia e devem receber tratamento medicamentoso cujo expectro de ação abranja os microrganismos envolvidos 16,37. RELATO DE CASO Paciente de 22 anos, pardo, do gênero masculino, apresentou-se com história de manipulação de acne em região do mento quatro dias antes. Apresentava, ao exame físico, aumento de volume na região manipulada, associado a sinais flogísticos e pústula no local, com extensão do processo infeccioso para os lábios, que já mostravam necrose superficial da pele (Figura 1). Verificou-se também linfoadenopatia de características inflamatórias em cadeias submentual e submandibular bilateral. Encontrava-se febril (39,50), com cefaléia frontal e retro-orbital, confuso e toxêmico. Figura 1 - Vista frontal do paciente: foco infeccioso primário em região mentual (seta) e ptose palpebral à esquerda. Foram solicitados exames hematológicos e iniciou-se antibioticoterapia empírica endovenosa com oxacilina 2 g, seis vezes ao dia, associada a metronidazol 500 mg, três vezes ao dia. Solicitamos avaliação neurocirúrgica e, conjuntamente, consideramos hipótese diagnóstica de TSSC. Foi realizada TC com contraste, porém não forneceu dados conclusivos para o diagnóstico. Os exames hematológicos evidenciaram leucocitose (27.000/mm 3 ) e hiperglicemia (350 mg/dl). Na manhã seguinte, sem melhora do quadro, o paciente apresentou oftalmoplegia e ptose palpebral à esquerda e diminuição da acuidade visual ipsilateral (Figura 2). Nas horas a seguir, o mesmo evoluiu com piora grave, entrou em septicemia e, na UTI, faleceu após dois dias. 494

4 D Figura 2 - Oftalmoplegia do globo ocular esquerdo. DISCUSSÃO Em função da dificuldade diagnóstica da TSSC, principalmente no envolvimento unilateral, vários autores preocupam-se em discutir o diagnóstico diferencial com infecções da cavidade orbital. Alguns afirmam que sinais clínicos unilaterais da trombose devem evoluir para o seio contralateral num prazo médio de 24 a 48 horas 14,20,22,42,45,48,50. Dentre os sinais e sintomas dessa infecção, alguns menos freqüentes, porém expressivos, merecem destaque pela relevância no diagnóstico, tais como diplopia 32,38,46, oftalmoplegia parcial, envolvendo apenas o nervo abducente 7,21,48 e paralisia do nervo facial 18. Além disso, Palmershein & Hamilton 33 afirmam que a associação de cefaléia severa, toxemia e proptose de evolução bilateral apresenta condição patognomônica de TSSC. A utilização de exames de imagem é um importante auxiliar no diagnóstico, pois além de confirmar sinais de trombose nos seios, pode evidenciar abscessos ou outras complicações intracranianas que necessitem de rápida intervenção cirúrgica. Para esses fins, a TC com contraste é considerada um exame de bastante precisão, sendo o exame de primeira escolha para alguns autores 2,11,18,43. Palestro et al. 32, que defendem o uso da cintilografia, criticam o uso de contraste endovenoso pela possibilidade de disseminação da infecção para o crânio e extensão da trombose. Segundo Igarashi et al. 27, a RNM apresenta vantagens em relação ao diagnóstico, pois além de não necessitar de contraste, permite melhor avaliação morfológica dos seios e da presença de trombos nas fases mais iniciais da E doença. Apesar de outros autores 9,38,51,52 mostrarem preferência pela RNM, não há consenso na literatura em relação ao melhor exame para o diagnóstico da TSSC. No tratamento dessa infecção, diversos autores abordam três tópicos distintos: 1) O uso de antibióticos de amplo expectro, geralmente associados em função da localização e da natureza mista da microbiota; 2) A terapia cirúrgica do foco primário, quando oportuna; e 3) A utilização de antiinflamatórios esteroidais e medicamentos anticoagulantes. A necessidade de antibioticoterapia e drenagem do foco primário é bem definida na literatura, portanto, não será discutida. Apesar de não existir uma unanimidade de opinião e conduta quanto ao uso de corticosteróides, tal possibilidade deve ser bem avaliada uma vez que alguns autores justificam seu uso visando a prevenção de necrose da glândula hipófise 13,14,29. Embora a administração de anticoagulantes seja defendida por prevenir a neoformação de trombos sépticos nos demais seios 4,13,14,29,44, esses medicamentos podem gerar um quadro de acidente vascular cerebral hemorrágico 48. Avaliando a morbidade como resultado do tratamento, trabalhos relatam casos isolados de amaurose permanente unilateral 12,21,51, oftalmoplegia 32,52, amaurose unilateral associada a oftalmoplegia 8 e diminuição da acuidade visual 28.O índice de mortalidade associado à doença, equivalente a 100% na década de trinta 24, apresenta valores atuais em torno de 34% 40,48. Apesar da grande diminuição no índice de mortalidade, atribuída à descoberta dos antibióticos, a TSSC continua sendo uma doença séria, tornando extremamente importante o diagnóstico precoce e instituição imediata de tratamento. Relacionando as infecções odontogênicas como causa de TSSC, os seguintes focos infecciosos são relatados: abscessos envolvendo os espaços canino, submandibular, parafaríngeo e mastigatório 13,20,21,25,46,48,52 e infecção pós-exodontia de terceiro molar com pericoronarite 33, sendo que, nos casos de abscesso, um teve origem periodontal 25 e outro de um molar decíduo 20. Uma vez que a TSSC pode ser conseqüente de focos primários odontogênicos e pela relativa freqüência dessa condição, importante se faz que profissionais da odontologia estejam atentos às infecções dos dentes e do periodonto, assim como à sua prevenção. 495

5 CONCLUSÕES Baseado na literatura revisada podemos concluir que: 1. O diagnóstico da TSSC é basicamente clínico, com confirmação em exames de imagem, sendo que as características clínicas mais marcantes são cefaléia, toxemia, oftalmoplegia e proptose unilateral que evolui rapidamente para bilateral; 2. O diagnóstico precoce e antibioticoterapia imediata são fatores determinantes para um bom prognóstico; 3. As infecções orais e faciais devem receber intervenção cirúrgica do foco primário o mais breve possível e antibioticoterapia imediata. A profilaxia antibiótica em cirurgias orais deve ser considerada; 4. É extremamente importante a identificação do foco infeccioso primário para orientar a antibioticoterapia empírica, que deve ser modificada ou associada a outros fármacos após o resultado da cultura e do antibiograma; 5. Em pacientes imunodeprimidos, deve-se considerar a possibilidade de TSSC fúngica. ABSTRACT Cavernous sinus thrombosis: review of the literature and case report The septic thrombosis of the cavernous sinus is an encephalic complication arising out of facial or cranial infections, such as sinusitis, otitis, odontogenic infections, and ophthalmological infections, among others. Despite the fact of being rare, it presents great importance because of the high percentage of deaths or sequels. The odontogenic infections, although they don t occupy an eminent position among the etiologic factors of this pathology, they may be its primary focus, placing the dental surgeon among the professionals that have conditions to elaborate, not only the early diagnosis, but also its prophylaxis and correct guidance of the patient to a specialized medical treatment. The clinical diagnosis of this condition is hard to be obtained because of its likeness with orbital infections, like the case of the orbital cellulite. This work revises the literature and intends to update notions that facilitate the diagnosis, the prophylaxis and the treatment of the thrombosis of the cavernous sinus. The work also reports a case of this serious pathology, originated from acne in mental region, which rapid evolution caused the patient s obit in a three-day-treatment. After this review, we can affirm that the diagnosis of this pathology is clinical, with confirmation in image exams, and the earlier the treatment is started, the better the chances of life survival. It infers, also, the importance of the antibiotic prophylaxis in oral and facial surgeries, attributing the significant reduction of the cases of this infection in the late times to it. DESCRIPTORS Sinus thrombosis, intracranial. Ophthalmoplegi. Diagnosis, oral. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Ahmadi J, Keane JR, Segall HD, Zee CS. CT observations pertinent to septic cavernous sinus thrombosis. AJNR Am J Neuroradiol 1985;6(5): Babin E, Ndyaye M, Bequignon A, Vadillo M, Moreau S, Valzado A, et al.otogenic cavernous sinus thrombophlebitis: a case report. Ann Otolaryngol Chir Cervicofac 2003;120(5): Bessmertnyi MZ. Ophthalmological manifestations of cavernous sinus thrombosis. Vestn Oftalmol. 2001;117(2): Bhatia K, Jones NS. Septic cavernous sinus thrombosis secondary to sinusitis: are anticoagulants indicated? A review of the literature. J Laryngol Otol 2002;116(9): Brismar G, Brismar J. Thrombosis of the intraorbital veins and cavernous sinus. Acta Radiol 1977;18(2): Brun AL, Guichard JP, Assouline E, Genauzeau I, Reizine D, Merland JJ. Rhinocerebral mucormycosis. J Neuroradiol 2004;31(1): Casaubon JN, Dion MA, Larbrisseau A. Septic cavernous sinus thrombosis after rhinoplasty. Plast Reconstr Surg 1977;59(1): Chacar-Rabay H, Hejeily RK, Aquad A. Thrombose du sinus caverneux: retard au diagnostic & complications. J Med Leban 1998;46(4): Chang WN, Chen SD, Lui CC, Huang CR, Lu CH. Septic cavernous sinus thrombosis due to Streptococcus constellatus infection. J Formos Med Assoc 2003;102(10): Clairmont AA, Per-Lee JH. Complications of acute frontal sinusitis. Am Fam Physician 1975;11(5): Clifford-Jones RE, Ellis CJK, Stevens JM, Turner A. Cav- 496

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