ACNE: COMEDÕES OU ARACNÍDEOS?

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1 ACNE: COMEDÕES OU ARACNÍDEOS? Bruna Moreira Rodrigues 1 - Acadêmica do Curso de Cosmetologia e Estética da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, Balneário Camboriú, Santa Catarina. Nicoli Sousa 2 - Acadêmica do Curso de Cosmetologia e Estética da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, Balneário Camboriú, Santa Catarina. Fátima Cecília Poleto Piazza 3 Orientadora, Professora do Curso de Cosmetologia e Estética da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, Balneário Camboriú, Santa Catarina. Maria Enói dos Santos Miranda 4 Co-orientadora, Coordenadora do Curso de Cosmetologia e Estética da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, Balneário Camboriú, Santa Catarina. Contatos RESUMO: Entre as várias patologias existentes na pele, a acne é a mais comum delas. É classificada como não inflamatória quando apresenta comedões, lesões determinadas pelo aumento de corneócitos e por hipersecreção sebácea, e acne inflamatória quando há presença de bactérias, principalmente o Propionibacterium acnes desencadeando lesões características como pápulas, pústulas, cistos e nódulos. Porém alguns materiais didáticos afirmam que a acne seria causada pelo ácaro da classe dos aracnídeos, Demodex. De acordo com alguns autores existem espécies de ácaros microscópicos que provocam lesões na pele humana e de animais estimando que praticamente toda a população adulta abriga em seus ductos pilossebáceos o parasita. Desta forma o objetivo deste trabalho é esclarecer esse assunto e para tal utilizou-se de pesquisa qualitativa do tipo descritiva exploratória com busca em artigos científicos, livros e sites. Concluí-se que houve em equívoco em algumas bibliografias que declaram que a acne é uma doença relacionada ao ácaro Demodex folliculorum, pois existem evidências tanto clinicas como histológicas de que as lesões da acne estão associadas a produção e retenção do sebo no folículo piloso. Para melhor esclarecimento foi elaborado um informativo eletrônico que será enviado às escolas do município de Balneário Camboriú servindo de orientação aos alunos e professores, que as lesões de acne não estão associadas ao ácaro Demodex folliculorum. E que adequadas técnicas podem descobrir ácaros em folículos pilosos de toda a população, porém em raríssimos casos, tem sido associada a dermatoses faciais. Palavras chaves: Acne. Comedão. Aracnídeo. Demodex folliculorum. 1

2 1 INTRODUÇÃO A classificação da pele da face em seca, oleosa e mista, faz-se de acordo com o tipo e a quantidade das secreções encontradas em sua superfície, podendo inclusive ser causa do aparecimento de acne. A acne é uma patologia muito comum, que agrega uma série de fatores desencadeantes podendo ser dividida em dois tipos: não-inflamatório e inflamatório, e ambos os tipos possam coexistir. Uma das lesões mais comum da acne não inflamatória é o comedão, que pode ser aberto (conhecido popularmente por cravo preto) e fechado (cravo branco). Essas lesões se formam pela excessiva atividade da glândula sebácea associado a compactação e espessamento do estrato córneo com consequente bloqueio desse sebo no ducto folicular. Entretanto na porção profunda do folículo pilossebáceo são encontradas bactérias, constante e abundantemente. Durante a migração do sebo para a superfície da pele pode haver uma alteração na composição desta mistura de lipídeos e ser convertida em ácidos graxos livres, comedogênicos e irritantes pela ação desses microrganismos, principalmente pelo Propionibacterium acnes (CERQUEIRA e AZEVEDO, 2009). Esse artigo caracteriza-se por uma pesquisa qualitativa, a qual possibilita a compreensão e análise dos resultados a partir da percepção dos pesquisadores. Justifica-se pela necessidade de esclarecer a fisiopatologia da acne e desta forma distingui-lá, para não mais ser confundida com outras patologias associadas com a presença do ácaro Demodex folliculorum. Esse trabalho objetivou esclarecer a formação das lesões da acne, suas classificações e a diferença entre essa patologia e outras descritas nas bibliografias consultadas relacionadas ao ácaro, para que não mais se propague informações equivocadas principalmente no âmbito escolar. 2

3 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Pele A pele, sendo um sistema epitelial, tem como uma de suas principais funções delimitar estruturas internas do ambiente externo, sendo assim, constata-se que a função da pele é de proteção do organismo. Diante do exposto Guirro (2004) afirma que a pele humana é uma fronteira entre o organismo e o ambiente. Ela protege o corpo contra a perda de substâncias e contra influências externas. A pele também é vital na regulação da temperatura e na proteção contra luz ultravioleta, entre outras funções. Uma grande variedade de receptores sensoriais transmite detalhes relacionados com o ambiente imediato (RUBIN, 2004). Mais que uma barreira passiva contra a perda de fluidos e lesão mecânica, a pele é composta de um número de tipos celulares interdependentes que contribuem para sua função protetora (ROBBINS E COTRAN, 2006). Harris (2005) acrescenta que a principal diferença entre a pele e os demais sistemas epiteliais é o fato de que a pele pode estar exposta a um ambiente externo extremamente agressivo, enquanto os demais sistemas epiteliais estão protegidos, por exemplo, da radiação solar e das intempéries. A aparência da pele depende de uma série de fatores: idade, sexo, clima, alimentação e do estado de saúde do indivíduo. A classificação em pele seca, oleosa e mista, faz-se de acordo com o tipo e a quantidade das secreções encontradas em sua superfície (GUIRRO E GUIRRO (2003). Como funções estéticas e sensoriais, considera-se a aparência, o toque, a maciez, a exalação de odores, a coloração e a sensibilidade da pele, responsáveis pela atração física e social do indivíduo (HARRIS, 2005). 3

4 Harris (2005) destaca que a saúde psicossocial do indivíduo é dependente (e muito) de sua aparência externa e da aceitação instintiva das características de sua pele pelos demais componentes de seu grupo social. 2.2 Fisiopatologia da acne São vários os fatores que ocasionam a acne como os distúrbios endócrinos, fatores mecânicos (fricção, pressão, oclusão), contato com alguns materiais (óleos, hidrocarbonetos clorados, cosméticas), drogas (esteróides, lítio, andrógenos, hidantoína) e talvez, agravada por certos alimentos (chocolates, carne de porco e derivados, amendoim, bacalhau, camarão) (TSAO, AVRAM E TANNOUS, 2008). Algumas famílias parecem ser particularmente afetadas pela acne, surgindo um fator hereditário. Os autores descrevem também que a acne é vista em todas as raças, mas na descendência asiática, frequentemente é mais branda (KUMAR, ABBAS E FAUSTO, 2005). Porém Rubin (2006) considera que o fator predominante para o surgimento da acne seja o estímulo hormonal que se dá na adolescência. A acne vulgar é tão comum nesta fase que muitos a vêem como um ritmo de passagem para a fase adulta, pois é uma dermatose que acomete cerca de 80% da população jovem. Entretanto a doença não atinge apenas os adolescentes, podendo persistir por muito tempo (UDA E WANCZINSKI, 2008). As lesões da acne se formam no aparelho pilossebáceo que é composto pelo folículo piloso, glândula sebácea e o músculo piloeretor. Todo folículo piloso é acompanhado de uma glândula sebácea, passando se chamar folículo pilossebáceo. A característica desses folículos é ter uma glândula sebácea hipertrofiada e um pêlo fino rudimentar (PIMENTEL 2008). 4

5 Figura 1 Aparelho pilossebáceo Fonte: A acne resulta da excessiva atividade da glândula sebácea e de um bloqueio em seu ducto e essa produção de sebo é dependente do controle dos hormônios (andrógenos), por esta razão é muito comum em adolescentes (DU VIVIER, 2004). Uda e Wanczinski (2008) ao referenciar Hassun (2006) afirma que a comedogênese, alteração no processo de descamação que ocorre nos queratinócitos do ducto folicular, é o fator central no desenvolvimento da acne e tem esse nome por determinar a formação de microcomedões, que por sua vez pode evoluir para comedões fechados ou abertos e consequetemente para lesões mais graves. A parede do canal excretor da glândula, como cita Sousa (2004), é formada por uma camada fina de células epiteliais tornando-se gradativamente mais fina, reduzindose a única camada germinativa em sua raiz. Pela bainha escoa o sebo secretado pela glândula sebácea. O comedão é formado a partir de uma hiperqueratose que obstrui o orifício folicular. No início são microcomedões, invisível clinicamente, constituído por corneócitos, células queratinizadas acumuladas no infundíbulo. 5

6 Esses comedões podem ser abertos (conhecidos como cravo preto) ou comedões fechados. Os abertos apresentam cor escura na extremidade que é resultado da oxidação do pigmento de melanina (e não de sujeira). São conceituados como pápulas foliculares pequenas contendo um tampão central (KUMAR, ABBAS E FAUSTO, 2005). Já os comedões fechados (cravo branco), são lesões esféricas (pápulas foliculares), com um orifício central, dificilmente visível já que o tampão de queratina é preso abaixo da superfície da epiderme. (PIMENTEL, 2008). Figura 2 Formação das lesões acneicas Fonte: Na porção profunda do folículo pilossebáceo são encontradas bactérias, constante e abundantemente. Durante a migração do sebo para a superfície da pele pode haver uma alteração na composição desta mistura de lipídeos e ser convertida em ácidos graxos livres, comedogênicos e irritantes pela ação desses microrganismos, principalmente pelo Propionibacterium acnes. Essas bactérias fabricam várias enzimas, como a lípase e a fosfatase, participando no processo de formação das lesões inflamatórias evoluindo então para o processo que se chama acne inflamatória (CERQUEIRA e AZEVEDO, 2009). As lesões inflamatórias características são as pápulas e as pústulas. Nas formas mais graves, observam-se cistos e nódulos. As seqüelas desta patologia são as cicatrizes hiper e hipotróficas que causam destruição tecidual (PIMENTEL, 2008). Kadunc (2009), diz que tratar as cicatrizes é um grande desafio e dificilmente se 6

7 obtem a correção total, pois atingem o tecido subcutâneo além da derme e epiderme. Figura 3 Acne Fonte: Baseado nestes autores pode-se então afirmar que, a acne pode ser dividida em dois tipos não-inflamatório e inflamatório, e ambos os tipos possam coexistir. A acne é considerada uma doença autolimitada, multifatorial que acomete os folículos sebáceos, e é classificada clinicamente em cinco diferentes graus (SILVA JÚNIOR et al, 2009). Grau Nome Características Cicatriz I Acne comedoniana Pele oleosa, comedões abertos e fechados, Em geral, não-inflamatória poucas pápulas e raras pústulas. não há II Acne inflamatória Pele oleosa, comedões abertos, fechados, Em geral, Papular e pustular pápulas e pústulas. não há III Acne inflamatória Pele oleosa, comedões abertos, fechados, Sim nodular e cística pápulas, pústulas, nódulos e cistos. IV Acne conglobata Pele oleosa, comedões abertos, fechados, Sim 7

8 Quadro 1- Classificação clínica da acne Fonte: Magalhães, Hofmeisnter, Sabatovich (2004) pápulas, pústulas, nódulos e cistos. lesões inflamatórias mais profundas. Conforme Cerqueira e Azevedo (2009) existem evidências tanto clinicas como histológicas de que o comedão é a lesão fundamental da acne. E para Pimentel (2008) a acne é basicamente uma doença do folículo pilossebáceo. 2.4 Aracnídeos (demodex) Os artrópodes são animais que tem extremidades ou apêndices corporais articulados, se diversificam muito com excepcional capacidade de adaptação aos mais variados ambientes e modos de vida. Na classificação dos artrópodes encontra-se crustáceos, insetos, diplópodes e quilópodes e os aracnídeos, que são espécies terrestres, muitos deles carnívoros e predadores. (CESAR E CEZAR, 2004). Entre os aracnídeos estão os ácaros e o Demodex (grego: demos = graxa, gordura; dex = carcoma, inseto, roedor de madeira), é um ectoparasita cujas espécies que parasitam o homem são folliculorum e brevis (MORO, 2009). De acordo com Uzunian e Birner (2002) existem espécies conhecidas de ácaros microscópicos que provocam lesões na pele humana e de animais. Soares et al (2004) enfatiza que o Demodex é um pequeno ácaro parasita obrigatório dos folículos pilosebáceos. Nos seres humanos podem ser encontradas duas espécies, o Demodex folliculorum e o Demodex brevis. Sabe-se que o Demodex folliculorum se encontra nos complexos pilosebáceos da pele, podendo ocupar diferentes sítios. Usualmente três ou mais ácaros se encontram em um mesmo folículo (MORO, 2009). 8

9 Figura 4 Demodex Folliculorum Fonte: Google imagens Moro (2009) afirma ainda que o Demodex possui distribuição mundial, sem prevalência por raça, porém com predomínio no sexo feminino. Acredita-se que em mulheres seja mais prevalente devido ao uso de cosméticos faciais, o que aumenta a secreção sebácea, favorecendo a proliferação parasitária. Em estudo feito por Madeira e Sogayar (1993) com uma amostra de 100 pessoas e com o objetivo de conhecer a distribuição do Demodex folliculorum e brevis no homem, chegaram ao seguinte resultado: 72% foram casos positivos. Dos casos positivos, 51% estavam infestadas pelo Demodex folliculorum, 2% pelo Demodex brevis e 19% apresentaram parasitados por ambas as espécies. Comprovou-se com este estudo que o Demodex é parasita do folículo piloso humano. Cesar e Cezar (2004) descrevem como cravo da pele humana, os ácaros. Os autores Augusto, Cruzeta e Lago (2005), defendem também que o ácaro Demodex Folliculorum é conhecido como cravo de pele. Porém Uzunian e Birner (2002) não concluem quando argumentam que o Demodex foliculorum, é responsável pelo aparecimento de cravos na pele, embora alguns pesquisadores acreditem que o Demodex não cause o cravo. 9

10 A espécie Demodex folliculorum, que tem forma longa e habita os ductos pilossebáceos. A prevalência do Demodex aumenta com a idade, estimando-se que praticamente toda a população adulta abriga o parasita. Porém, em raríssimos casos, tem sido associada a dermatoses faciais que são caracterizadas por erupções eritêmato-escamosas, pústulas, blefarites e lesões rosaceiformes (SOARES et al, 2004). Este parasita também se apresenta em folículos de animais. Barros (2009) esclarece que há uma zoodermatose atribuída ao Demodex folliculorum, denominada Demodecidose que apresenta manifestações dermatológicas e/ou oculares, que podem ser alopecia e eritemas. Corroborando com Barros (2009), Moro (2009) defende que um dos parasitas envolvidos nas causas etiológicas da blefarite crônica é o Demodex folliculorum e o Demodex brevis. Ocorre com frequência em indivíduos acometidos de rosácea, sobretudo rosácea lupoide, ou que apresentam lesões eritematoescamosas pruriginosas e pustulofoliculares, micoses fungoides, diabetes mellitus, insuficiência renal e hepática. Também é registrada em pacientes que se submetem a corticoterapia, terapia fotodinâmica ou quimioterapia. As lesões se localizam na parte central da face, no couro cabeludo, pescoço e tórax. Soares et al (2004) defendem que lesões possam ser atribuídas ao parasita entretanto com comprovação histológicas são raramente descritas na literatura, e em geral e os casos relatados apresentam características rosaceiformes. Bonamigo (1999) em estudo que descreve características da rosácea defende que o demodex folicullorum pode ser definido como fator agravante da rosácea, sendo que o uso de algumas substâncias tópicas (loções e cremes cométicos, corticesteróides) ou a presença de circunstâncias clínico-farmacológicas imunodepressoras favoreça a multiplicação deste parasita comensal do aparelho pilossebáceo, favorecendo o surgimento de quadros clínicos inflamatórios graves. 10

11 Do mesmo modo Trindade Neto et al (2006), afirma que a infestação local pelo Demodex folicullorum tem sido relacionada com a rosácea, porém este estudo relata que alguns autores duvidam do papel etiopatogênico do Demodex folicullorum na rosácea granulomatosa. Não há consenso no papel causal deste parasita, pois adequadas técnicas podem descobrir ácaros em folículos de toda população. Por outro lado, lesões comprovadamente atribuídas ao Demodex são extremamente raras como as descritas acima comprovando a não influência na fisiopatologia da acne. METODOLOGIA Este artigo caracteriza-se por se uma pesquisa qualitativa que conforme Denzin (2006) consiste uma abordagem naturalista, interpretativa, para o mundo, o que significa que seus pesquisadores estudam as coisas em seus cenários naturais tentando entender ou interpretar, a qual possibilita a compreensão e análise dos resultados. Já o suporte teórico foi desenvolvido por pesquisa em livros, artigos, revistas e sites. O caráter da pesquisa concentra-se em descritivo exploratório, que permite a descrição dos fatores predispostos que ocasionam o comedão como também a explicação de como o mesmo se compõe e se apresenta, da mesma forma o Demodex foliculorum. A pesquisa exploratória como o próprio nome anuncia, são estudos que visam promover uma significativa interação, contextualização e atualização das idéias a respeito do objeto de estudo, visando torná-lo mais compreensível. (ULBRA) De acordo com Cruz e Ribeiro (2004), pesquisa é o mesmo que busca ou procura. Pesquisar é, portanto buscar compreender a forma como se processam os fenômenos observáveis, descrevendo sua estrutura e funcionamento. É na pesquisa que se tenta conhecer e explicar os fenômenos que ocorrem no universo percebido pelo homem. 11

12 CONSIDERAÇÕES FINAIS Com base nos estudos realizados confirmou-se que as lesões da acne estão relacionadas com a alteração na produção e excreção de queratina e sebo do ducto do folículo piloso e que os comedões são fatores principiante desta patologia. Pesquisas realizadas em periódicos científicos da área da saúde, com os descritores - acne e Demodex demonstraram resultados sempre relacionados a patologias raras. Porém há literaturas que descrevem que alguns ácaros da classe aracnídea (Demodex folliculorum e o Demodex brevis) estariam envolvidos no processo de formação da acne. Esta informação foi encontrada somente em materiais relacionados aos estudos das ciências biológicas (material didático do ensino médio) e configura uma interpretação errônea por parte dos professores que utilizam essas referências. No diversos estudos científicos da área da dermatologia, que buscou-se para escrever este artigo, principalmente relacionados a etiopatogenia de acne, não foi observada nenhuma menção a respeito da associação do ácaro Dermodex e a acne. Este dado também reforça o que concluirmos. A acne é uma patologia comum, principalmente quando citamos a acne vulgar ou acne do adolescente. Por este motivo as informações corretas quanto a esta patologia representa extrema relevância no esclarecimento em escolas entre alunos e de seus educadores. Louzada et al (2009), observou em seu estudo que a abordagem do tema acne na escola é realizado de maneira superficial e por isso é de suma importância que este tema seja inserido nas escolas de maneira transversal, pois possui grande relevância. De acordo com o Ministério da Educação e do Desporto (2002) esses 12

13 Temas Transversais tratam de situações vivenciadas pela sociedade em seu cotidiano. Como é o caso do problema da acne na adolescência. Dada a seriedade do assunto foi desenvolvido um informativo eletrônico com o objetivo de levar esclarecimentos ao máximo possível de pessoas, principalmente alunos e professores das escolas de Balneário Camboriú - SC para que haja uma melhor compreensão do assunto (apêndice 1) e para que definitivamente se esclareça que as lesões da acne não estão associadas ao ácaro Demodex da classe aracnídea. E somente adequadas técnicas podem descobrir ácaros em folículos pilosos de toda a população, porém lesões comprovadamente atribuídas ao Demodex são extremamente raras. Esta revisão conclui que a acne é uma patologia que não está envolvida e não é determinada pela presença dos parasitas Demodex folliculorum ou Demodex brevis. REFERÊNCIAS AUGUSTO, A.; CROZETA, M.; LAGO, S.; Biologia: volume único: ensino médio: livro do professor. 2. ed. São Paulo: IBEP, BARROS, L. A. Dicionário de dermatologia. São Paulo: Cultura Acadêmica, BONAMIGO, R. R.; Rosácea: fatores de risco, etiologia e patogênese. Anais Brasileiros de Dermatologia. Rio de Janeiro, 74(6): , nov/dez, CERQUEIRA, A. M. M.; AZEVEDO, J. O. C.; Acne Vulgar. In: KEDE, M. P. V.; SABATOVICH, O. Dermatologia estética. São Paulo: Atheneu, cap. 6.1, p , CÉSAR, da S. J.; SEZAR, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia científica: teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro DENZIN, N. K. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. 2. ed. São Paulo: Artmed, cap. 1, p. 17, DU VIVIER, A. Atlas de dermatologia clínica. Rio de Janeiro: Elsevier, 3 ed,

14 GUIRRO, E. C. de O; GUIRRO, R. R. de J. Fisioterapia dermato-funcional. 3. ed. São Paulo: Manole GUIRRO, E.; GUIRRO, R. Fisioterapia em estética. São Paulo: Manole. 2. ed HARRIS, M. I. N. de C. Pele: estrutura, propriedades e envelhecimento. 2 ed. São Paulo: Senac. São Paulo JÚNIOR, E. D. da S. Isotretinoína no tratamento da acne: riscos x benefícios. Rev. Bras. Farm., 90(3), KADUNC, B. V. In: KEDE, M. P. V.; SABATOVICH, O. Dermatologia estética. São Paulo: Atheneu, cap. 6.1 p , KUMAR, V.; ABBAS, A.; FAUSTO, N. Bases patológicas das doenças. Rio de Janeiro: Elsevier LOUZADA, F. L. R. O. et al. Acne vulgar na adolescência. São Paulo MADEIRA, N. G; SOGAYAR, M. I. L. Prevalência de Demodex folliculorum e Demodex brevis em uma amostra da populaçäo de Botucatu, Säo Paulo, Brasil. Ver. Soc. Bras. Med. Trop. 26(4):221-4, out.- dez MAGALHÃES, L.; HOFMEISNTER, H.; SABATOVICH, K. Técnicas semióticas para determinação e avaliação dos diferentes tipos de pele. In: KEDE, M. P. V.; SABATOVICH, Oleg. Dermatologia estética. São Paulo, SP: Atheneu, MORO, F. Blefarite crônica por demodex. Vitória Disponível em: <http://www.fernandomoro.com.br/imagens/blefarite_cronica_por_demodex.doc> Acesso em 30 out PIMENTEL, A. dos S. Peeling, máscara e acne. São Paulo: Livraria Médica ROBBINS, S. L.; COTRAN, R. S. Fundamentos de patologia. 7 ed Rio de Janeiro: Elsevier RUBIN, E. Patologia: bases clinicopatológicas da medicina. Rio de Janeiro: Guanabara, SOARES, E. J. C. et al. Lesão de pele palpebral atribuída a demodex sp simulando clinicamente carcinoma basocelular. Revista brasileira de oftalmologista Disponível em: <http://www.sboportal.org.br/sbo/doc/rbo/rbo_jul_ago1.pdf#page=65> Acesso em 23 ago SOUSA, V. M. Ativos dermatologicos. 2 ed, São Paulo: Tecnopress, STEVENS, A.; LOWE, J. Patologia. 1 ed. São Paulo: Manole Ltda,

15 TRINDADE NETO, P. B. et al. Rosácea granulomatosa: relato de caso enfoque terapêutico. Anais Brasileiros de Dermatologia. v. 81. Rio de Janeiro. set./out TSAO, S.; AVRAM, M. R.; TANNOUS, Z.; AVRAM, M. M. Atlas colorido de dermatologia estética. Rio de Janeiro, p.62-63, UDA, C. F.; WANCZINSKI, B. J. Principais ativos empregados na farmácia magistral para tratamento tópico da acne. Infarma v.20. n. 9, p.16-24, UZUNIAN, A.; BIRNER, E. Biologia 2. São Paulo: Harbra, 2 ed, p.217,

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