Arranjos Físicos (AF)

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1 Arranjos Físicos (AF) Definição e Aplicações Objetivos Importância O que ele pode trazer? Princípios Relações entre AF e Processos de Produção Tipos básicos de AF Arranjos Físicos

2 DEFINIÇÕES E APLICAÇÕES DOS AF O que significa AF?: Segundo o dicionário Aurélio é o esboço, projeto, planejamento ou esquema de uma obra, apresentados graficamente. Também pode ser definido como a distribuição física de elementos (materiais ou humanos) num determinado espaço. Onde se aplicam?: Em todos os setores produtivos, como por exemplo em: - Industrias - Fazendas - Armazéns - Construções - Escritórios - Hospitais - Comércio - Universidades - Em geral, se pode dizer que os AF se aplicam em qualquer lugar onde houver movimentação de materiais, informações, pessoas e equipamentos. Arranjos Físicos 2

3 OBJETIVOS Os principais são: - Auxiliar no projeto de instalações produtivas - Auxiliar na ampliação das instalações produtivas - Racionalizar espaços - Melhorar as condições de trabalho - Reduzir os riscos para os trabalhadores - Facilitar a supervisão e a comunicação - Facilitar o controle de qualidade - Reduzir a manipulação de materiais e estoques em processo - Facilitar a limpeza do ambiente Arranjos Físicos 3

4 IMPORTÂNCIA A importância dos AF se deve principalmente a que: - Determina e facilita o fluxo de materiais e informações. - Determina e facilita a disposição dos centros de atividade econômica em uma unidade de produção. - Aumenta a eficiência da MO e dos equipamentos. - Melhora do uso efetivo dos espaços. - Reduz os riscos de acidentes para os trabalhadores - Aumenta o moral dos funcionários. - Melhora a comunicação. - Previsão para o crescimento futuro da instalação. Arranjos Físicos 4

5 PRINCÍPIOS DOS AF - Observar o espaço disponível. - Reduzir ao máximo transportes e movimentação. - Utilizar fluxos racionais de materiais e produtos. - Considerar as atividade de manutenção e de controle da qualidade. - Separar departamentos que tenham problemas de proximidade. - Prever a expansão dos processos. - Analisar as condições de trabalho (ergonomia). - Analisar as condições de manutenção. - Analisar as condições de segurança. Arranjos Físicos 5

6 Variedade de produtos finais Baixa Variedade Alta RELAÇÕES ENTRE AF E PROCESSOS DE PRODUÇÃO PROCESSOS ARRANJOS FÍSICOS Alta Projeto Arranjo Físico Posicional Muita Job Shop Arranjo Físico por Processo Baixa Celular Flow Shop Arranjo Físico Celular Nenhuma Processo Contínuo Arranjo por Produto Um Poucos Muitos Baixo Volume Alto Tamanho do Lote Arranjos Físicos 6

7 TIPOS BÁSICOS DE ARRANJOS FÍSICOS O êxito de um arranjo físico é função das soluções encontradas para os movimentos relativos entre funcionários, clientes, máquinas e materiais. Assim, cada tipo de arranjo apresenta particularidades inerentes aos diferentes processos envolvidos e, em função disso, usualmente são classificados em cinco tipos básicos: Arranjo físico por Produto ou em Linha Arranjo físico por Processo ou Funcional Arranjo físico Celular Arranjo físico Posicional ou Fixo Arranjo físico Misto Arranjos Físicos 7

8 ARRANJO FÍSICO POR PRODUTO OU EM LINHA Se aplica em processos com grandes volumes de produção onde o material flui ao longo de posições de trabalhos sucessivos. É uma solução ideal, quando se têm alguns poucos produtos que são altamente padronizados. Está relacionado com os processos flowshop e contínuo. Suas principais características são: Os recursos produtivos transformadores são localizados seqüencialmente, de acordo com a melhor conveniência. O fluxo de pessoas, materiais e informações é muito claro e previsível, sendo assim fácil de controlar. Em função do espaço ou do projeto, esse arranjo pode tomar forma de L, S, O ou U. Se uma estação para, a linha toda também para. Não é flexível em relação à mudanças no produto, implica um leque relativamente pequeno de produtos finais. Arranjos Físicos 8

9 ARRANJO FÍSICO POR PRODUTO OU EM LINHA As tarefas são rotineiras. Gera a redução de movimentos e de estoques em processo. Os custos de instalação são em geral elevados, dada a necessidade de equipamentos específicos para cada operação fabricados muitas vezes por encomenda. Materiais e componentes Linha de alimentação de submontagens 6 7 Posto de Inspeção 9 Estufa 8 Armazenagem e Expedição Arranjos Físicos 9

10 ARRANJO FÍSICO POR PROCESSO OU FUNCIONAL Visa o agrupamento dos equipamentos em unidades funcionais que desempenham todas as operações semelhantes, atendendo cada unidade a todas as linhas de produção e também aos pedidos especiais. Está relacionado com os processos job-shop e celulares. Suas principais características são: Os recursos humanos e materiais são organizados em torno do processo. Os postos de trabalho são agrupados de acordo com a função. Precisa de mão de obra com altas habilidades (flexíveis). Se um centro de trabalho para, não necessariamente os outros centros de trabalho param também. Grande flexibilidade para mudar a produção de um produto para outro diferente. Arranjos Físicos 0

11 Informações ARRANJO FÍSICO POR PROCESSO OU FUNCIONAL Grande movimentação de materiais. Controle da produção mais complexo, devido aos roteiros de produção diferentes, o qual tende a gerar altos estoques intermediários. Custos de instalação baixos, devido à utilização de equipamentos de uso geral. Livros para empréstimo Revistas e Periódicos Sala de acesso On-line e CD-rom Mesas de estudo Banheiros Seção de Referências Depósito Balcão de Atendimento Área de Copiadoras Arranjos Físicos

12 ARRANJO FÍSICO CELULAR Visa combinar a flexibilidade dos layouts por processo com a eficiência dos layouts por produto. São baseados nos conceitos de TG, os quais buscam o agrupamento dos equipamentos (células de produção) em função das similaridades de operação, de geometria e de tolerância (família de peças), principalmente. Está relacionado com os processos job-shop e celulares. Suas principais características são: Aumenta o volume de produção de uma linha de produtos (com roteiros diferentes) e fabrica os componentes a um ritmo fixo. Centra-se no controle de qualidade de uns poucos produtos de grande volume. Favorece a compra de maior quantidade de materiais, portanto, se podem fazer economias de escopo (lotes médios ou pequenos e leque grande de produtos finais diferentes). Reduze ou elimina a ocorrência de dificuldades nos tempos de preparação de máquinas. A TG é o ponto de partida para sistemas flexíveis de produção. Arranjos Físicos 2

13 ARRANJO FÍSICO CELULAR Se um equipamento quebrar, pode parar a produção da célula. Atingir o equilíbrio entre células é muito difícil em condições de mudanças constantes das famílias de peças. A MO precisa ter flexibilidade (fazer diferentes trabalhos). Arranjos Físicos 3

14 TIPOS DE CÉLULAS DE PRODUÇÃO PARA TG Unidades de trabalho Unidades de trabalho a) Máquina Única Manual b) Máquinas com Operações Manuais c) Máquinas que trabalham de forma automatizada e com esteira d) Célula Flexível de Manufatura e) Sistema Flexível de Manufatura Man. = Operação Manual Aut. = Estação automatizada Trabalhadores Trabalhadores Entrada de peças Saída de peças Arranjos Físicos 4

15 ARRANJO FÍSICO POSICIONAL OU FIXO Nesse arranjo físico, em vez de materiais, informações ou clientes fluírem através de uma operação, quem sofre o processamento fica estacionário, enquanto o equipamento, maquinaria, instalações e pessoas se movem para a cena de processamento na medida do necessário. Isto acontece porque o produto ou sujeito do serviço é muito grande para ser movido de forma conveniente, ou estar em um estado muito delicado para ser movido. Suas principais características são: Alta flexibilidade do mix de produção. O produto ou cliente não é movimentado. Alta variedade de tarefas para a mão de obra. Ter espaço suficiente para executar as atividades, e receber e armazenar os suprimentos com comodidade. Custos unitários muito altos. A programação de espaço ou atividade pode ser complexa. Pode significar muita movimentação de equipamentos e mão de obra. Arranjos Físicos 5

16 ARRANJO FÍSICO POSICIONAL OU FIXO Arranjos Físicos 6

17 Cozinha (Layout por Processo) Linha de Serviço Preparação Freezer ARRANJO FÍSICO MISTO Algumas vezes, os tipos de operações envolvidos não permitem a obtenção de um tipo de arranjo puro, como os anteriores, então basicamente se faz uma mistura das características dos arranjos para poder satisfazer a produção dos produtos ou serviços, visando tirar proveito de cada uma das características dos arranjos puros. São os que mais comumente se implementam. Restaurante (Layout Posicional) Sala Refrigerada Sobremesas Pratos Princiapis Bufet (Layout Celular) Entradas Grill Preparação de Vegetais Fornos Bandejão (Layout em Linha) Arranjos Físicos 7

18 Determinação de Leiautes

19 LINHAS DE MONTAGEM O problema para determinar o balanceamento de uma Linha de Montagem manual consiste basicamente de calcular o número de estações de trabalho necessárias para atender a demanda, dado um conjunto de tarefas basicamente manuais e consecutivas (Groover, 2008). Uma linha de montagem manual típica se mostra na figura abaixo: Componentes adicionados em cada estação Entrada da peça base Montagem completado Asby: Montagem Man: Manual Sta: Estação de trabalho n: Número de estações de trabalho da linha Determinação de Leiautes 9

20 LINHAS DE MONTAGEM - FÓRMULAS Se: R é a taxa de produção TC é o Tempo de Ciclo e é a eficiência da linha de montagem n é o número de estações de trabalho r é o atraso da linha t " é o Conteúdo de trabalho " i R TC e n t i TC t tarefa g arg alo TC t i r e Determinação de Leiautes 20

21 MÉTODO DE TENTATIVA E ERRO Problema: Usando o diagrama de precedências mostrado abaixo (os tempos estão em segundos) faça o balance de uma linha para um TC requerido = 47 segundos: Estação Supondo, turno = 8 horas: TC (real) = 45 seg R = 80 u/hora 2 20 Estação Estação 3 e = 0,9259 r = 0,074 Determinação de Leiautes 2

22 MÉTODO DE TENTATIVA E ERRO Cont. Problema 2: Uma outra solução para o problema, considerando um TC requerido = 47 segundos seria: Supondo, Estação 3 2 Estação Estação 3 turno = 8 horas: TC (real) = 45 seg R = 80 u/hora e = 0,9259 r = 0,074 Determinação de Leiautes 22

23 ARRANJOS FÍSICOS POR PROCESSO OU CELULARES - CRAFT Problema: Para o arranjo inicial e matriz de fluxos (número de viagens entre departamentos) dados, determine o melhor arranjo usando o método CRAFT. Arranjo Arranjo Inicial: Inicial: Matriz Matriz de Fluxos: de Fluxos: Matriz Triangular Superior de Fluxos: A C AB CD B D A B A AB BC CD D A B 3 3 A B A B C D C C 2 2 C 2 D D2 2 D Arranjo Inicial: A B C D Matriz de Distâncias: A B C D A B C D 2 2 O custo de Movimento (CM) será: CM = (3)() + ()() + (4)(2) + (4)(2) + ()() + (2)() = 7 Iteração : Trocas AB, AC, AD, BC, BD, CD Determinação de Leiautes 23

24 O SISTEMATIC LAYOUT PLANNING (SLP) O Systematic Layout Planning ou também chamado SLP, foi criado por Richard Muther em 955. Esse método usa sistematicamente matrizes de graus de proximidade para determinar layouts de oficina graficamente. A - Gerência B - Secretaria C - Contabilidade D - Assessoria Legal E - Engenharia F - Desenho A 4 I U 2 U E 5 X A U U E 2 Qualificação do grau de proximidade Explicação da Qualificação U U U U U TABELA DO GRAU DE PROXIMIDADE Descrição da proximidade Código Linhas Cor Absolutamente Necessária A 4 Vermelho Muito Necessária E 3 Amarelo Importante I 2 Verde Pouco Importante O Azul Desprezível U 0 Branco Indesejável X zig-zag Marrom Muito indesejável XX 2 zig-zag Preto TABELA DE MOTIVOS Descrição do motivo Código Relação Direta Controle - Inspeção 2 Cheiro - Interrupção 3 Proximidade 4 Determinação de Leiautes 24

25 O SISTEMATIC LAYOUT PLANNING (SLP) Cont. Antes de começar a fazer o layout de blocos, é importante primeiro fazer o diagrama de linhas, como mostrado abaixo. Ele dá subsídios no momento de fazer o layout de blocos. Diagrama de Linhas do SLP A B F C E D Devido ao número de linhas (relacionado com o grau de proximidade), o diagrama de linhas indica que preferentemente (A e B) devem ficar próximos. (F e E) também devem ficar próximos. O seguinte ordem de preferência indica que (A e D) ou (C e D) devem ficar próximos. A última preferência é para o par (A e C). Já (D e E) devem ficar afastados. A idéia é maximizar as adjacências entre os departamentos. Determinação de Leiautes 25

26 Determinação de Leiautes 26 O SISTEMATIC LAYOUT PLANNING (SLP) Cont. Recomenda-se colocar os departamentos com maior grau de proximidade no médio para dar flexibilidade na construção do layout de blocos. Duas soluções de layouts de blocos mostram-se abaixo: B D E F C Diagrama de Linhas do SLP A C A D A B D A C B D A C B F D A C B E F D D C A D C A D B C A D B C E A B D F E A B Layout Factível Layout Não-Factível

27 O SISTEMATIC LAYOUT PLANNING (SLP) Cont. Para encontrar o somatório das adjacências somente são considerados os pares de departamentos vizinhos, sem considerar as diagonais nem repetir os pares. D A F DA = 4 AB = 5 EF = 5 C B E DC = 4 AF = 0 Total: 4 CB = 0 BE = 0 - Note que não são considerados os pares em diagonal (DB por exemplo), nem se repetem os pares (AB equivale a BA). - Qualquer layout de blocos que tenha um somatório maior a 4, será considerado melhor que a alternativa mostrada aqui. Determinação de Leiautes 27

28 Máquinas Máquinas DETERMINAÇÃO DE UMA CÉLULA DE PRODUÇÃO - ROC Problema: Dada a seguinte matriz de incidência, determine as células de produção. Peças Peças P P 2 P 3 P 4 P 5 P P 3 P 2 P 4 P 5 M M 2 M 2 M 3 Depois de aplicar algum algoritmo M 4 M M 4 M 3 Determinação de Leiautes 28

29 Máquinas ALGORITMO RANKED ORDER CLUSTER (ROC) Problema: Para o problema anterior, use o algoritmo ROC e determine as células de produção. Peças P P 2 P 3 P 4 P 5 M 0 (2) = x2 3 + x2 + x2 0 = 3 M (2) = x2 4 + x2 2 = 20 M 3 00 (2) = x2 3 + x2 = 0 4 M (2) = x2 4 + x2 2 = 20 2 Determinação de Leiautes 29

30 Máquinas ALGORITMO RANKED ORDER CLUSTER (ROC) Problema: Para o problema anterior, use o algoritmo ROC e determine as células de produção. Peças M 2 M 4 M M 3 P P 2 P 3 P 4 P 5 0 (2) = x2 = 2 (2) = x2 + x2 0 = 3 00 (2) = x2 3 + x2 2 = 2 (2) = x2 + x2 0 = 3 00 (2) = x2 3 + x2 2 = Determinação de Leiautes 30

31 Máquinas Máquinas ALGORITMO RANKED ORDER CLUSTER (ROC) Problema: Para o problema anterior, use o algoritmo ROC e determine as células de produção. Peças P P 3 P 2 P 4 P 5 M (2) = x2 4 + x2 3 = 24 M (2) = x2 4 + x2 3 = 24 2 M (2) = x2 2 + x2 + x2 0 = 7 3 M 3 0 (2) = x2 2 + x2 = 6 4 M 2 M 4 M M 3 Peças P P 3 P 2 P 4 P 5 Célula de produção : M 2 e M 4 produze: P e P 3 Célula de produção 2: M e M 3 produze: P 2, P 4 e P 5 Determinação de Leiautes 3

32 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Krajewski, L.; Ritzman, L.; Malhotra, M. (2009). Administração de Produção e Operações. Pearson Education do Brasil, 8 edição, S.P., Brasil. Narasimhan, S., Mcleavey, D., Billington, P. (996). Planeación de la Producción y Control de Inventarios. Prentice Hall Hispanoamericana, S.A., México. Slack, N., Chambers, S., Harrison, A., Johnson, R. e Harland, C. (997). Administração da Produção, Atlas S.A. Sule, D. (998). Manufacturing Facilities. 2 edition, Thompson Learning Inc., USA. Determinação de Leiautes 32

33 Administração da Produção ii Prof. William Morán Previsão da Demanda

34 Alguns conceitos iniciais... No dia a dia os administradores da produção tomam decisões sem saber o que acontecerá no futuro. Exemplo: estoques; investimentos. O dicionário define a previsão como o ato ou efeito de prever. Previsão da Demanda 2

35 O que é Previsão para o Administrador da Produção? Uma previsão é uma declaração sobre o futuro. As previsões ajudam os gerentes a reduzir parte das incertezas permitindo-lhes desenvolver planos mais realistas. Krajewski et al (2009) argumentam que o planejamento eficaz da demanda do cliente é um dos principais responsáveis pelo sucesso das decisões estratégicas e da administração da cadeia de suprimentos. Previsão da Demanda 3

36 As 8 etapas da Previsão. Determinar o uso da previsão (que resultado queremos obter? 2. Selecionar as demandas dos itens a serem previstas 3. Determinar o horizonte da previsão a 30 dias período curto mês a ano período médio ano ou mais período longo 4. Selecionar o modelo (ou modelos) de previsão 5. Obter os dados necessários para realizar a previsão 6. Validar o modelo de previsão 7. Realizar a previsão 8. Aplicar os resultados Previsão da Demanda 4

37 Principais modelos de previsão Técnicas de Previsão Modelos Qualitativos Métodos de Séries Temporais Métodos Causais Método Delphi Médias móveis Análise de regressão Júri de opiniões de executivos Suavização exponencial Regressão múltipla Composto da força de vendas Projeção de Tendência Levantamento de mercado Decomposição Previsão da Demanda 5

38 Modelos Qualitativos de previsão Método Delphi É um processo iterativo de grupo que permite que os especialistas possam fazer previsões mesmo estando em diferentes lugares. São 3 os tipos de participantes no processo Delphi: decisores, funcionários e respondentes. Os decisores farão as previsões, de fato. Os funcionários fornecem suporte aos decisores, em relação às pesquisas necessárias. Os respondentes são pessoas cujos julgamentos feitos antes da previsão são valiosos e procurados pelos decisores. Previsão da Demanda 6

39 Modelos Qualitativos de previsão (Cont.) Júri de Opiniões de Executivos Esse método visa coletar opiniões de um grupo pequeno de administradores de alto nível (as vezes até utilizando métodos estatísticos) dando como resultado uma estimativa de grupo para a demanda. Composto da Força de Vendas Nessa abordagem, cada vendedor faz uma estimativa de sua região. Essas estimativas são analisadas para saber se são realistas e depois agregadas com as estimativas de outras regiões até alcançar uma previsão global. Previsão da Demanda 7

40 Modelos Qualitativos de previsão (Cont.) Pesquisa do Mercado Consumidor Esse método solicita informações de consumidores reais ou potenciais sobre seus planos de compra. Ele pode ajudar não apenas nas previsões, mas também na melhoria de projetos de produtos e no planejamento de novos produtos. Observação: Nenhum método é superior. O que funcionar melhor deve ser utilizado. Previsão da Demanda 8

41 Modelos Causais Os modelos causais são usados quando dados históricos estão disponíveis, e a relação entre os fatores a serem previstos pode ser identificada. O Diagrama de Dispersão pode ser uma forma fácil de identificar causas, visando determinar tendências. Essas relações são expressas em termos matemáticos e podem ser complexas. São especialmente importantes para prever pontos de inflexão na demanda e para preparar previsões de longo alcance. Embora muitos métodos causais estejam disponíveis, nós só veremos a regressão linear. Previsão da Demanda 9

42 Regressão Linear (RL) Na RL, uma variável dependente (exem: demanda) está relacionada com uma ou mais variáveis independentes (exem: número de moradias), sendo que o gerente quer prever a variável dependente. A forma como a variável independente afeta a dependente denomina-se causa. Por estatística, sabe-se que a RL visa minimizar os desvios quadrados dos dados reais. O coeficiente de determinação r (- < r < +) mede a quantidade de variação da variável dependente em torno de sua média. Valores de r perto de (ou -) indicam uma relação estreita. Previsão da Demanda 0

43 Regressão Linear (RL) Variável dependente Erro ou desvio da previsão: D i - Y i Estimativa de Y a partir da equação de regressão Equação de Regressão Y = a + b X Demanda Real: D i Demanda Estimada Y i a Valor de X usado para estimar Y Variável independente Previsão da Demanda

44 2 Regressão Linear (RL) Previsão da Demanda x y 0 β + β = x ˆ y n x ˆ n y n i i n i i 0 β = β = β = = n x x e n y y n i i n i i = = = = onde n x) ( x n y) ( x) ( xy 2 2 = β

45 Modelos de Séries Temporais Esses métodos usam informações históricas da variável dependente. Os métodos são baseados na suposição de que o padrão anterior da variável dependente continuará no futuro. A análise de série temporal identifica os padrões de demanda subjacente que se combinam para gerar um padrão histórico observado da variável dependente e, em seguida, desenvolve um modelo para replicá-lo. Previsão da Demanda 3

46 Padrões de Demanda Quantidade Tempo (a) Horizontal: os dados se agrupam em torno de uma linha horizontal. Previsão da Demanda 4

47 Padrões de Demanda Quantidade Tempo (b) Tendência: os dados aumentam ou diminuem consistentemente. Previsão da Demanda 5

48 Padrões de Demanda Quantidade Ano Ano 2 J F M A M J J A S O N D Meses (c) Sazonal: os dados exibem picos e vales consistentemente. Previsão da Demanda 6

49 Padrões de Demanda Quantidade Anos (c) Cíclico: os dados revelam aumentos e diminuições graduais ao longo de períodos extensos. Previsão da Demanda 7

50 Modelos de Séries Temporais Médias Móveis F t+ = Y t + Y t n Y t n+ Onde: Ft+ = previsão para o período (t + ) Yt = demanda real no período t n = número de períodos que fazem parte da média Previsão da Demanda 8

51 Exemplo: Média Móvel Vendas (u) Semana Vendas ??? Previsão Média Móvel (n = 3) ( )/3 = 0 ( )/3 = 2 ( )/3 = 22 ( )/3 = 28 ( )/3 = 3 ( )/3 = 39 ( )/3 = Semana Previsão da Demanda 9

52 Modelos de Séries Temporais (Cont.) Médias Móveis Ponderadas F t+ = w Y t + w w 2 Y t + w w w n n Y t n+ Onde: Ft+ = previsão para o período (t + ) Yt = demanda real no período t n = número de períodos que fazem parte da média Wi = ponderação da i-ésima observação Previsão da Demanda 20

53 Exemplo: Média Móvel Ponderada w = 3; w 2 = 2; w 3 = Previsão Média Vendas (u) Sem Vendas ??? Móvel Ponderada(n = 3) (3x04 + 2x98 + x27)/6 = 06 (3x98 + 2x27 + x0)/6 = 0 (3x27 + 2x0 + x28)/6 = 22 (3x0 + 2x28 + x46)/6 = 22 (3x28 + 2x46 + x20)/6 = 33 (3x46 + 2x20 + x52)/6 = 38 (3x20 + 2x52 + x43)/6 = Semana Previsão da Demanda 2

54 Modelos de Séries Temporais (Cont.) Suavização Exponencial F t+ = F t + α (Y t F t ) Onde: Ft+ = previsão para o período (t + ) Yt = demanda real no período t α = (0 α ) geralmente 0,0 α 0,3 (Narasimhan et al, 996) Previsão da Demanda 22

55 Exemplo: Suavização Exponencial F t+ = F t + α (Y t F t ) Vendas (u) Semana Vendas Suavização Exponecial (alfa = 0,3; S 0 = 04) ,3 (04-04) = ,3 (98-04) = ,3 (27 02) = ,3 (0-0) = ,3 (28 0) = ,3 (46-33) = ,3 (20-37) = ,3 (52-32) = ,3 (43-38) = Semana Previsão da Demanda 23

56 Modelos de Séries Temporais (Cont.) Suavização Exponencial com tendência Ft = α Yt + ( α)(ft + Tt ) Tt = β(ft Ft ) + ( β)(tt ) F = F + t+ t T t Onde: Ft+ = previsão para o período (t + ) Yt = demanda real no período t Tt = tendência do período t α = (0 α ) β = (0 β ) Previsão da Demanda 24

57 Modelos de Séries Temporais (Cont.) Método Sazonal Multiplicativo D m F = t = (Y (Ŷ t ) + (I Y L Onde: L = número de períodos do ciclo t 2 ) Dm = média da demanda dos períodos do ciclo n = número de ciclos Yt = Demanda real do período It = Índice do período t Ft = previsão para o período t Ŷ t = demanda estimada do período t Y L ) I t = n m = Y D I(t, m) n t m se n = se n > Previsão da Demanda 25

58 Exemplo: Método Sazonal Multiplicativo Prev. Linear Prev. com Índices Mês Ii(2005) Ii(2006) Im (2007) (2007) Jan ,5 (80/87,9)/2=0,90 (00+00,)/2=0,999 0,955 00,5*0,955=96,0 Fev , 0,853 0,849 0,85 0,*0,85=86,0 Mar ,6 0,90 0,899 0,905 9,9 Abr ,,024,099,06 08,4 Mai ,6,308,309,308 34,3 Jun ,2,25,99,225 26,4 Jul ,7,37,099,8 5,9 Ago ,2,024,099,06 0,6 Set ,7 0,967 0,949 0,958 00,3 Out ,3 0,853 0,849 0,85 89,6 Nov ,8 0,853 0,849 0,85 90,0 Dez ,3 0,90 0,799 0,855 90,9 Σ Média 87,9 00, F t = (Ŷ t ) (I t ) Previsão da Demanda 26

59 Exemplo: Método Sazonal Multiplicativo Quais seriam as previsões por mês para o 2007, supondo que para o ano de 2007 espera-se vender 350 unidades? Encontrando a média por mês: 320/2 = 0 Mês Ii(2005) Ii(2006) I(médio) Prev. com Índices (2007) Jan /87,9=0,90 00/00,=0,999 0,955 0*0,955=05,0 Fev /87,9=0,853 85/00,0,849 0,85 0*0,85=93,6 Mar ,90 0,899 0,905 99,5 Abr 90 0,024,099,06 6,8 Mai 5 3,308,309,308 43,9 Jun 0 20,25,99,225 34,8 Jul 00 0,37,099,8 23,0 Ago 90 0,024,099,06 6,8 Set ,967 0,949 0,958 05,4 Out ,853 0,849 0,85 93,6 Nov ,853 0,849 0,85 93,6 Dez ,90 0,799 0,855 94,0 Σ Média 87,9 00, F t = (Ŷ t ) (I t ) Previsão da Demanda 27

60 Critérios de seleção de Modelos Temporais Uso de medidas de erro. As medidas de erros orientam os gerentes a selecionar valores adequados dos parâmetros dos modelos (n para as médias móveis ou α na suavização exponencial). Uso de critérios estatísticos. Algumas medidas de desempenho estatístico podem ser usadas na seleção de um método de previsão. Por exemplo, em função de r decidir usar um conjunto de dados maior ou menor para ver qual dos métodos se sai melhor. É claro que a seleção deve visar qual método consegue prever melhor o futuro e não os dados passados. Segundo Nahmias (2007) métodos de previsão simples são frequentemente tão exatos quanto os métodos mais sofisticados (aqueles que requerem estimar mais parâmetros a partir dos dados). Previsão da Demanda 28

61 Tipos de Erros Erro ou desvio do período t = E t = D t F t Soma Cumalativa de Erros = CFE Quando o CFE cresce gradualmente poderia indicar a omissão de padrões como tendências ou ciclos = E t Erro Médio = EM = n E t Previsão da Demanda 29

62 Tipos de Erros Erro Médio Quadrático = MSE = n E 2 t Desvio Absoluto Médio = MAD = n E t Se o MSE ou o MAD são pequenos, a previsão geralmente está próxima da demanda real. Se o MSE ou o MAD são grandes indicam uma grande possibilidade de erros grandes de previsão. Erros grandes são mais facilmente percebidos no MSE (estão elevados ao quadrado). O MAD é usado em sinais de rastreamento e no controle de estoques. Previsão da Demanda 30

63 Tipos de Erros Erro Percentual Absoluto Médio = MAPE = ( ) E /D t n t (00) O MAPE é útil para colocar o desempenho de previsão na perspectiva adequada (um erro de previsão absoluto de 00 tem como resultado um MAPE maior quando a demanda é 200 u que quando a demanda é u). O MAPE é a melhor medida de erro a ser utilizada quando são feitas comparações entre séries temporais para diferentes produtos. Previsão da Demanda 3

64 Sinais de Rastreamento Um sinal de rastreamento é uma medida que indica se um método de previsão está predizendo com precisão alterações reais da demanda. A fórmula do sinal de rastreamento é: Sinal de Rastreamento = CFE MAD Se os erros de previsão estão normalmente distribuídos com uma média de 0, obtemos a seguinte relação: σ =,25 (MAD) ou MAD = 0, 8σ Previsão da Demanda 32

65 Referências bibliográficas Krajewski, L.; Ritzman, L.; Malhotra, M. (2009). Administração de Produção e Operações. Pearson Education do Brasil, São Paulo, Brasil. Meredith, J.; Shafer S. (2002). Administração da Produção para MBA s. Artmed Editora Ltda., Porto Alegre, Brasil. Nahmias, S. (2007). Análisis de la Producción y las Operaciones. McGraw Hill Co., D.F., México. Narasimhan, S.; Mcleavey, D.; Billington, P. (996). Planeación de la Producción y Control de Inventarios. Prentice Hall Hispanoamericana, D.F., México. Render, B.; Stair, R.; Hanna, M. (200). Análise Quantitativa para Administração. Bookman, 0 edição, Porto Alegre, Brasil. Swamidass, P. (2000). Enciclopedia of Production and Manufacturing Management. Kluwer Academic Publishers, Boston, USA. Previsão da Demanda 33

66 Gestão de Estoques Gestão de Estoques

67 O que é Estoque? Em geral estoque refere-se à quantidade de unidades encontradas em qualquer ponto de uma cadeia de suprimentos (Vollmann et al, 2006). O mais comum é chamar de estoque ao número de unidades de algum produto que se encontram em nosso local de trabalho. As técnicas que vamos a estudar são frequentemente referidas como métodos do ponto de pedido. Essas técnicas são usadas para determinar o momento e os tamanhos de lote adequados de pedidos de produtos individuais de demanda independente. Gestão de Estoques 2

68 Questões importantes... Administrar os estoques é importante porque eles afetam profundamente as operações diárias, uma vez que eles devem ser contados, armazenados, pagos e usados nas operações para satisfazer os clientes. O estoque é gerado quando o recebimento de materiais, peças ou bens acabados é superior à sua utilização ou saída. O estoque é esgotado quando a utilização é superior ao recebimento. Gestão de Estoques 3

69 Pressões para manter estoques Porque manter estoques baixos: Custo de armazenamento e manuseio. Custo de Capital (ou custo de oportunidade). Custo de encargos, seguros e perdas. Porque manter estoques altos: Atendimento ao cliente. Custo do Pedido. Custo de Setup. Taxa de utilização de MO e equipamentos Custos de transporte Pagamentos a fornecedores (descontos) Gestão de Estoques 4

70 Tipos de estoques Estoque cíclico: Refere-se à porção do estoque total que varia diretamente com o tamanho do lote. Se um lote é pedido a cada 5 semanas, o tamanho médio do lote deve ser igual à demanda de 5 semanas. Estoque cíclico médio: Refere-se à média o estoque máximo (Q, do início do ciclo) e o estoque mínimo (0, do final do ciclo). Estoque cíclico Médio = (Q + 0)/2 = Q/2 Note que essa fórmula será exata apenas quando a taxa de desempenho é constante e uniforme. Gestão de Estoques 5

71 Tipos de estoques (Cont.) Estoque de Segurança: Refere-se ao estoque excedente que protege contra incertezas da demanda, do tempo de entrega (lead time) e das alterações na oferta. Eles evitam problemas de atendimento mas aumentam os custos relacionados com a administração deles (armazenamento, seguros, etc). São desejáveis quando os fornecedores não conseguem entregar a quantidade desejada na data requerida ou quando o processo apresenta uma grande quantidade de refugos ou reprocessamento. Gestão de Estoques 6

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