UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA MESTRADO EM HISTÓRIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA MESTRADO EM HISTÓRIA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA MESTRADO EM HISTÓRIA RAFAELA GONZAGA MATOS EXPERIÊNCIAS DE FERROVIÁRIOS E LEGISLAÇÃO TRABALHISTA NA BAHIA ( ) Feira de Santana 2011

2 RAFAELA GONZAGA MATOS EXPERIÊNCIAS DE FERROVIÁRIOS E LEGISLAÇÃO TRABALHISTA NA BAHIA ( ) Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em História, Mestrado em História da Universidade Estadual de Feira de Santana, como requisito para obtenção do grau de Mestre em História Social. Orientador: Profº Dr. Iraneidson Costa. Feira de Santana 2011

3

4 RAFAELA GONZAGA MATOS EXPERIÊNCIAS DE FERROVIÁRIOS E LEGISLAÇÃO TRABALHISTA NA BAHIA ( ) Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em História, Mestrado em História da Universidade Estadual de Feira de Santana. Aprovada em 31 de agosto de Banca Examinadora Iraneidson Costa Orientador Doutor em História Social pela Universidade Federal da Bahia Universidade Federal da Bahia Aldrin A. S. Castellucci Doutor em História Social pela Universidade Federal da Bahia Universidade do Estado da Bahia Maria Elisa Lemos Doutora em História Social pela Universidade Federal de Pernambuco Universidade do Estado da Bahia

5 À minha avó Antônia Barros Gonzaga, pelo amor e dedicação de uma vida.

6 AGRADECIMENTOS Expressar em palavras todo o apoio e ajuda que recebi durante este tempo é difícil. Sem o apoio e solidariedade que recebi não seria possível terminar este trabalho. Essa dissertação é dedicada a minha querida avó e mãe Antônia Barros Gonzaga que infelizmente não está fisicamente presente para partilhar as conclusões desse estudo. Aos meus pais, em especial à minha mãe, Joselita Gonzaga Matos, reconheço todo o esforço que fez e faz pela minha realização. Obrigada pelo apoio incondicional. Ao meu irmão Mateus pela paciência e pelo auxílio nas transcrições de algumas entrevistas. Muito Obrigada! Agradeço às contribuições de Iraneidson que, além de ser meu orientador, tornouse um amigo. À professora Elizete da Silva, minha eterna orientadora. Sua dedicação e compromisso são admiráveis. A Eurelino Coelho, pelo empréstimo de livros, pelas dicas e pela disposição em ajudar sempre. Agradeço também ao professor Francisco Antônio Zorzo pelos textos, documentos e fichamentos que me disponibilizou. Ao professor José Camelo Filho, mais conhecido como Zuza, que com carinho e atenção, se dispôs a discutir meus textos e pesquisas. No tirocínio que realizei com a professora Maria Aparecida Sanches pude trocar experiências e eu agradeço as contribuições e sugestões de leitura. Ao professor e amigo Robério Souza, sempre disponível à leitura dos meus textos. À professora Maria Elisa Lemos pelas informações acerca dos processos. A Emmanuel Oguri que se dispôs a conhecer essa pesquisa e a dar sugestões. Aos sujeitos dessa pesquisa, os ferroviários, que me concederam entrevistas, Leopoldo Cardoso de Jesus e João Ferreira da Silva. Não tenho como expressar a satisfação em ter ouvido as suas histórias. Às minhas tias Antônia e Raimunda, e especialmente às suas famílias em Salvador que, além de me acolherem por longos períodos em suas casas, cuidaram de mim como uma filha. Muito obrigada! À minha tia em Alagoinhas, Celiane, dedicada e amorosa, que me ajudou até na busca dos meus entrevistados. E nesta procura foi de fundamental importância a ajuda

7 de Maria, também conhecida como Maroca. Maria dispôs do seu dia para ir comigo até a casa de vários ferroviários em Alagoinhas, bem como até a Associação dos Ferroviários. Aos meus amigos/as pelas palavras de incentivo. Aos funcionários dos arquivos, em especial, Seu Luís da Biblioteca Pública do Estado da Bahia, pela gentileza e ajuda constante em todas as minhas visitas a essa instituição. Aos funcionários do Arquivo Público do Estado da Bahia, em especial a Djalma, por me auxiliar na busca dos documentos. Aos amigos/as do Laboratório de Memória da Esquerda e das Lutas Sociais (LABELU), apesar de ter estado freqüentemente ausente, esse trabalho tem a essência de vocês por terem me ensinado o valor da solidariedade e das discussões em grupo. Preciso agradecer individualmente ao meu amigo David pelas indicações de leitura, pela digitalização de documentos, pela leitura e pelas palavras amigas nas horas difíceis. A Luciane, Darliton, Ludymilla, Manuela, Flaviane, Mayara e Leonardo pelas contribuições e disponibilidade. Agradeço a Ísis, especialmente: sem sua ajuda nas digitalizações dos processos de acidentes de trabalho eu não conseguiria fazer o levantamento no tempo necessário. Obrigada pela sua disposição e solidariedade. A Ana Patrícia, pelo auxílio em todo o percurso dessa trajetória. Agradeço aos funcionários do mestrado, em especial, a Julival que, com paciência e atenção, sempre me ajudou a resolver os meus diversos problemas de ordem burocrática. Agradeço à FAPESB e à CAPES, instituições de pesquisa que possibilitaram que este estudo pudesse se concretizar.

8 RESUMO A dissertação visa discutir a legislação trabalhista na Bahia e a experiência ferroviária entre os anos de 1932 e Com base em estudos realizados sobre as greves ferroviárias na Bahia durante a década de 1930 pode-se destacar as lutas que estes operários travaram contra os patrões da estrada de ferro Bahia ao São Francisco. O período denominado de Estado Novo e de ditadura varguista, somado ao fato destes trabalhadores terem se tornado funcionários públicos, acarretaram modificações no modo de se mobilizarem, pois os ferroviários entraram na justiça diversas vezes reivindicando indenizações por conta de acidentes ocorridos no trabalho. Esses ferroviários buscaram reclamar, na justiça, as condições precárias de trabalho encontradas na referida estrada. As leis e decretos que regularam a matéria relacionada aos acidentes de trabalho, como o decreto lei 7.036, representaram de fato ganhos aos operários? Analisar-se-ão as leis e a sua eficácia na vida destes ferroviários que lutaram por melhores condições de trabalho e de vida. Palavras- chave: Ferroviários; Lutas Operárias; Legislação Trabalhista.

9 ABSTRACT The paper aims to discuss the labor legislation and railway experience in Bahia between 1932 and Based on the study concerning railway strikes in Bahia in 1930, it is possible to highlight the struggles waged by the workers against the bosses of the San Francisco railroad. The period named as the new state and Vargas dictatorship added to the fact that these workers had become civil servants, brought about changes in the way of mobilizing when the railroad employees started appealing to courts several times claiming damages due to accidents at work. This workforce sought justice to complain about the poor working conditions found in that road. The laws and decrees that regulated the matter related to accidents at work, as the act 7.036, represented, indeed, the workers actual benefit? The research sought to examine the laws and their effectiveness in the life of those who fought for better working conditions and life. Keywords: Railroad; workers' struggles; Labor Legislation.

10 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1. Operários trabalhando na obra de remodelação do Pátio da Calçada (1935)..35 Figura 2. Comissão de ferroviários em Aramari (1935) Figura 3. Carros restaurantes da Leste (1938) Figura 4. Trabalhadores da Leste fazendo as refeições (1945) Figura 5. Acidente Ferroviário ocorrido em

11 LISTA DE TABELAS Tabela 1. Demonstrativo das despesas na Estrada de Ferro ( )... Erro! Indicador não definido. Tabela 2: Carga horária dos encarregados na conservação das linhas (1935)...37 Tabela 3: Receitas da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro ( )...38 Tabela 4: Ferroviários vítimas de acidentes segundo a cor ( )...49 Tabela 5:Motivações das requisições da V.F.F.L.B ( ) Tabela 6: Resultado dos Processos movidos pelos ferroviários da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro Tabela 7: Instância Jurídica dos Processos de Acidentes de Trabalho ( ) Tabela 8: Concessão de Indenizações segundo a instância jurídica do processo ( )

12 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 13 CAPÍTULO I: MUNDO DE TRABALHO FERROVIÁRIO O impacto da implantação dos trilhos na Bahia e a construção da Estrada de Ferro Leste Brasileiro Ainda outros estrangeiros Entre estrangeiros e brasileiros: O caso da Leste Características do trabalho na ferrovia: a encampação e problemas Ferroviários pobres e negros: o caso baiano 48 CAPÍTULO II - OS FERROVIÁRIOS BAIANOS E A EXPERIÊNCIA DE EXPLORAÇÃO NO TRABALHO O Trabalho na Leste: mudanças e resistência operária Alimentação e Salários Saúde: Ferroviários doentes, acidentados e mortos Organizações dos Ferroviários 82 CAPÍTULO III - ACIDENTES DE TRABALHO E LEIS TRABALHISTAS: UM DESENCONTRO Lei de Acidentes de Trabalho: processos antes de CAPÍTULO IV - PROCESSOS TRABALHISTAS EM 1940: BENEFÍCIOS ATRELADOS A UMA LEI AMBÍGUA Acidentes ferroviários: o palco das tragédias No campo dos conflitos Resultados das ações 140 CONSIDERAÇÕES FINAIS 157 FONTES 160 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 162 Anexo 1 Causa e consequências dos Acidentes de Trabalho dos Ferroviários ( ). Erro! Indicador não definido. Anexo 2 - Resultados dos Processos movidos pelos Ferroviários da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro ( ) Erro! Indicador não definido.

13 INTRODUÇÃO No dia 3 de outubro de 1947, às 16h 40min, no km 442 da Ferroviária Leste Brasileiro, entre a estação de Iramaia e Lapinha, faleceu, em conseqüência das queimaduras sofridas durante o exercício do trabalho, o ferroviário Crispim Alves dos Santos. Em virtude do falecimento do seu esposo, Maria de São Pedro Batista dos Santos entrou na justiça na Vara dos Feitos da Fazenda Nacional em 30 de agosto de Esse e inúmeros outros casos foram movimentados na justiça durante meados da década de 1940 e início de 1950 visando adquirir as indenizações pelas fatalidades no desempenho do serviço. Este estudo pretende apresentar os ferroviários acidentados, reconstituindo os acidentes desses trabalhadores e o modo como entraram na justiça visando adquirir indenizações. Através da análise das ações também se pode conhecer as esposas desses operários, bem como seus pais e familiares que, em diversos momentos, recorreram à justiça solicitando a indenização a que tinham direito. Conforme se pode observar através da análise de processos anteriores a 1930, a movimentação de processos antecedeu o período do governo de Getúlio Vargas e houve uma continuidade e aumento nas ações em 1940 e meados da década seguinte. Esse aumento foi atestado não somente na Bahia, como também em São Paulo, conforme análise de John French 2. Edinaldo Souza, em sua pesquisa sobre experiências de trabalhadores do Recôncavo Baiano na arena judicial, também destacou ações movimentadas antes de 1930, referindo-se a esses episódios como fenômenos isolados, mas a pesquisa acerca dos ferroviários baianos possibilita compreender que muitas outras ações ocorreram nesse período, não se tratando de processos estanques, uma vez que diversos sujeitos acessaram a justiça em busca dos seus direitos: Ainda que se tratem de episódios isolados, tais iniciativas, ao menos, sugerem possíveis continuidades históricas na relação dos trabalhadores com a justiça no início do século XX. Contudo, essa 1 APEB. Seção Judiciária. Auto Cível I. Ação de Acidente de Trabalho: Crispim Alves dos Santos. Cx: 142/141/16. 2 FRENCH. John. Afogados em Leis: a CLT e a cultura política dos trabalhadores brasileiros. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo,

14 hipótese ainda precisa ser testada em futuros estudos sobre a história do trabalho no início da República. 3 A presente dissertação pretende analisar a experiência ferroviária baiana entre os anos de 1932 e 1952, na ferrovia Bahia ao São Francisco, posteriormente denominada de Leste Brasileiro. O recorte temporal corresponde ao início das manifestações grevistas pós 1930 e se encerra na análise dos processos de acidentes de trabalho utilizados nesta pesquisa. A opção pelo tema esbarrou nas dificuldades em se definir uma única localidade, haja vista a variação dos espaços dos acidentes. Por conta disso, o enfoque da pesquisa centrou-se nas ações judiciais e seus meandros sem, porém, concentrar-se na análise de cada espaço, optando por relacionar o contexto de entrada na justiça com o que ocorria na Bahia da época. Com base em estudo 4 realizado sobre as greves ferroviárias ocorridas durante a década de 1930 foi possível elaborar uma análise da ação desta categoria englobando as relações estabelecidas entre os ferroviários, com os patrões e com o governo. A partir do estudo acerca destas mobilizações, pode-se reconstituir a atuação coletiva dos ferroviários durante as greves e suas lutas por melhores salários e condições de trabalho. A atuação e demonstração de luta e participação ativa destes operários nas greves de 1932, 1935 e 1937 nos levam a reconhecer uma espécie de ruptura nas mobilizações grevistas a partir de Contudo, não se pode perder de vista que 1938 já corresponde a vigência do Estado Novo deflagrado por Getúlio Vargas e todo o silenciamento que este golpe provocou na imprensa. Buscamos compreender a experiência de tais sujeitos para além das mobilizações grevistas, tentando captar sua atuação através do acesso à justiça. De acordo com as fontes 5, parece haver um descenso nas lutas operárias após um período de ascenso e este estudo pretende problematizar as formas de luta colocadas em prática pelos ferroviários nesta conjuntura marcada por inúmeras particularidades, 3 SOUZA. Edinaldo. Lei e costume: experiências de trabalhadores na Justiça do trabalho (Recôncavo Sul, Bahia, ) Dissertação (Mestrado em História). Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2008, p MATOS, Rafaela Gonzaga. Viver para trabalhar e trabalhar para viver na década de Greves Ferroviárias na Bahia. Monografia (Graduação em História). Universidade Estadual de Feira de Santana, Os materiais utilizados são periódicos do Setor dos Jornais Raros da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (BPEB), além de Relatórios da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro referente ao período em estudo. Além desses periódicos, outros documentos, como Autos Cíveis da seção Judiciária, foram identificados no (APEB). 14

15 abarcando o início do governo de Getúlio Vargas, passando pelo golpe de 1937 até o governo de Eurico Gaspar Dutra. Os processos trabalhistas encontrados no Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) dando notícias de ações judiciais encaminhadas pelos ferroviários baianos comprovaram o quanto estes operários continuaram atuantes e sofrendo a exploração e os riscos do mundo do trabalho na empresa Ferroviária Leste Brasileiro. Os processos esclarecem sobre aspectos da mão-de-obra que trabalhava nesta estrada de ferro e permitem a discussão sobre a legislação trabalhista na Bahia. As ações impetradas na justiça eram densas e permitem reconstituir o cenário onde se desenvolveram as lutas entre a categoria ferroviária e seus patrões. Conflito, contradição e ambigüidade são palavras que descrevem com precisão os casos de acidentes movimentados na justiça. Estas ações foram analisadas partindo-se da premissa de que representaram mais uma das formas de luta destes operários para adquirir direitos e garantir a sua sobrevivência. Assim, o problema que se estabelece é desvendar estas ações ferroviárias obscurecidas após o Estado Novo, discutindo a própria legislação no período através dos processos trabalhistas interpostos pelos trabalhadores da Leste. As leis criadas e reformuladas no governo de Getúlio Vargas teriam sido capazes de dissipar as lutas travadas anteriormente? Teriam se colocado passivamente ao lado do Estado detentor das ferrovias baianas e parado de se mobilizar? A estas perguntas a análise das fontes atestou que este momento não se constituiu em tranqüilidade, apesar de representar um descenso nas mobilizações grevistas observadas anteriormente. Denúncias foram feitas em meados da década de 1940 nos jornais da época, em especial no periódico O Momento, órgão vinculado ao Partido Comunista, que em inúmeras matérias trouxe queixas relatadas pelos próprios ferroviários, suas entrevistas apontaram as precárias condições de trabalho, jornadas, salários, condições de saúde, higiene e alimentação oferecidas pela empresa ferroviária. As notícias do O Momento 6 também atestaram a participação dos ferroviários em comícios organizados pelo Partido Comunista levantando pistas para a análise do envolvimento da bancada nas lutas ferroviárias travadas neste período. As ações para que as leis fossem cumpridas aparecem em inúmeras falas de ferroviários, o que retrata 6 Este periódico foi analisado de e se encontra localizado na Seção de Jornais Raros da Biblioteca Pública do Estado da Bahia. O jornal foi criado em 1945 no período de término do Estado Novo. 15

16 que muitos possuíam conhecimento dos seus direitos. As queixas no jornal foram seguidas, muitas vezes, de comentários a respeito da legislação trabalhista, reivindicando leis já vigentes no governo de Getúlio Vargas e que no governo de Eurico Gaspar Dutra permaneceram sem cumprimento. O governo, ao encampar as ferrovias, teria resolvido os problemas deixados pela administração francesa? Como procedeu a administração do Governo? E os ferroviários, como se relacionaram com os novos patrões? Os documentos indicaram que uma série de mudanças foi desencadeada com a transferência de patrões, mas o modo como estas medidas se relacionaram com as condições de vida dos trabalhadores aparece nos relatórios de modo muito peculiar. Além disto, entrevistas com aposentados ferroviários da Leste foram realizadas em Alagoinhas, permitindo esboçar aspectos do mundo do trabalho destes ferroviários representantes desta categoria ampla que engloba sujeitos nas mais distintas funções. Concomitantemente, analisam-se as lutas na arena do judiciário através do uso da legislação trabalhista, tratando-se de investigar como ocorreu este processo na Bahia, entrecruzando informações de estudos que se debruçaram sobre este tema em outros espaços do Brasil. A análise de Ângela Gomes centrada nas ações dos representantes do governo e de Getúlio Vargas nesse período avança por compreender que as relações entre Estado e classe trabalhadora não eram relações de submissão, mas baseavam-se na reciprocidade e no jogo de interesses de cada lado envolvido na situação. 7 Sem questionar a originalidade com que Gomes tratou do tema das relações entre Estado, patrões e classe trabalhadora desde a Primeira República, se faz necessário destacar que a atuação e reação dos operários às medidas do governo ainda ficou à margem do seu estudo. Uma série de manifestações grevistas de distintas categorias em várias partes do Brasil, suas repercussões, a forma como os próprios trabalhadores interagiram com as medidas impostas pelo Estado poderiam ter ênfase em sua pesquisa o que não ocorre sendo que nas palavras da própria autora seria objetivo do seu estudo. A maneira pela qual este processo histórico de constituição da classe trabalhadora como ator político teve curso no Brasil é o que se deseja estudar neste trabalho. 8 O período abordado por essa pesquisa foi investigado por vários historiadores/as que elaboraram as suas análises tomando como referência, às vezes, a postura do Estado 7 GOMES, Ângela de Castro. A invenção do Trabalhismo. Rio de Janeiro: FGV, GOMES, A. C. A invenção do Trabalhismo. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005, p

17 e das classes dominantes, ou a partir dos trabalhadores. Este estudo privilegiou e tentou fazer uma leitura a partir dos trabalhadores ferroviários baianos através da análise das suas condições de vida e formas de luta que englobou ações na arena judicial. A metodologia constou do levantamento de dados em diferentes Instituições de pesquisa, com a elaboração de fichamentos, e posterior análise dos materiais, entre os quais se destacam os seguintes periódicos do setor dos jornais raros da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (BPEB): O Diário de Notícias, o Diário da Bahia, O Estado da Bahia, O Correio de Alagoinhas, O Imparcial e O Momento que dava notícias das mobilizações destes trabalhadores e que possibilitou a montagem do palco onde se desenvolveram as lutas operárias. Somam-se a estas fontes os Relatórios da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro e Documentos Ministeriais e os Relatórios do Ministério de Viação e Obras Públicas encontrados em Center For Research Libraries (CRL). Brazilian Government Document Digitization Project disponíveis para consulta em http: //www.crl. Edu/contet.asp. O leque de processos judiciais disponíveis para a pesquisa foram 57 ações judiciais encontradas no Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) sendo relacionadas a pedidos de indenização por causa de acidentes de trabalho e uma destas ações referente a esposa de um passageiro que viajava na locomotiva da Leste que sofreu o acidente. O estudo destaca as estratégias intentadas pelos sujeitos dentro dos processos visando garantir os seus interesses. Grande parte das pesquisas que trataram do direito e das leis na História seguiram os passos e as orientações teórico-metodológicas do historiador inglês Edward Palmer Thompson acerca do uso das leis e do costume para assegurar direitos aos trabalhadores ingleses. Uma série de pesquisas vem florescendo neste campo, englobando uma gama de estudos que tratam das mais diversas temáticas como a escravidão, questões de gênero entre outras e que tem como cerne para sua elaboração o uso de documentos da justiça. As possibilidades que estas fontes permitem são inúmeras e as contribuições para a História Social vão desde a reconstituição das representações e à compreensão de mundo tanto dos agentes responsáveis pela elaboração e desenrolar do processo como dos sujeitos que também atuavam dentro dos limites possíveis através de suas práticas cotidianas para que houvesse uma efetiva implantação das leis. No bojo das discussões acerca do acionamento das leis sociais nos processos movimentados pelos trabalhadores junto à Justiça do Trabalho tem sido demonstrado 17

18 como os operários reconheciam as relações de poder que envolviam a ativação da legislação na busca do reconhecimento dos seus direitos. Em sua pesquisa acerca da Lei Negra de 1723 Thompson discute o uso das leis e do direito e as possíveis motivações e relações de poder que envolveram a sua elaboração. De acordo com ele, em Senhores e caçadores 9, que retrata a criminalidade no século XVIII na Inglaterra, havia por parte das autoridades uma preocupação no que tange à propriedade por conta da invasão dos chamados negros em partes da floresta de Windsor consideradas propriedades dos nobres. Os caçadores ilícitos sempre foram tolerados pelos guardas florestais mantendo uma negligência salutar ou saudável que tolerava dentro de alguns limites a caça aos cervos, sendo inaceitável a caça destes em espaços que não fossem previamente delimitados e de acordo também com os dias já estipulados. Contudo, a lei negra estudada por Thompson visava mudar a relação costumeira estabelecida e estabilizar a caça, combatendo os ataques à propriedade. De acordo com o autor, a nova lei foi motivada pela preocupação dos juízes com o deslocamento do poder, haja vista o apoio crescente da comunidade da floresta apoiando a caça clandestina. Sendo assim, Thompson analisou do ponto de vista do conflito as leis e o direito: A lei negra só podia ter sido formulada e decretada por homens que tinham formado hábitos de distância mental e frivolidade moral em relação à vida humana ou, mais especificamente, em relação às vidas do tipo de gente desregrada e desordeira. Precisamos explicar não só uma emergência que agia sobre a sensibilidade desses homens, para quem a propriedade e o status privilegiado dos proprietários vinham assumindo, a cada ano, um maior peso nas escaladas da justiça, até que a própria justiça não passava, aos seus olhos, das fortificações e defesas da propriedade e seu concomitante status. 10 Por isto, os estudos deste autor têm servido de referência para muitas pesquisas que tratam das leis e do direito na busca de perceber a lei como um campo de conflito e as motivações que teriam proporcionado o seu surgimento. Alexandre Fortes 11 faz uma ampla discussão a partir das noções de direito, lei e costume especialmente a partir da obra Senhores e Caçadores. Fortes compreende que 9 THOMPSON, E. P. Senhores e Caçadores: a origem da lei negra, Rio de Janeiro: Paz e Terra, THOMPSON, E. P. Senhores e Caçadores: a origem da lei negra. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, p FORTES, Alexandre. O Direito na Obra de Thompson. Dados - Revista História Social. Vol. Nº 2, Campinas: 1995, p

19 Thompson contribuiu para os estudos em História Social ao analisar do ponto de vista do conflito entre as classes sociais as leis e o direito investigando as motivações que estavam por trás das atitudes dos sujeitos. Pesquisadores(as) das mais diversas áreas das ciências humanas têm bebido na interpretação elaborada por Thompson da luta pela manutenção do direito costumeiro e das formas tradicionais de sobrevivência em contraposição ao que foi imposto pela classe dominante no final do século XVIII. Apropriando-se da interpretação thompsoniana e das suas concepções acerca dos códigos costumeiros e da lei como uma definição da efetiva prática, existe a pesquisa de Edinaldo Antonio Oliveira Souza 12. O autor discute em um dos capítulos da sua dissertação de que forma os trabalhadores do Recôncavo baiano, seus sujeitos de pesquisa, empregados nos mais diversos estabelecimentos, fizeram uso da justiça de trabalho criada em 1939 e dos decretos publicados posteriormente, dando ênfase a algumas leis que regularam os acidentes de trabalho durante o período. Edinaldo Souza se dedica ao estudo dos processos trabalhistas movidos por distintos operários (as) que recorreram à justiça por conta de questões relacionadas ao trabalho, a exemplo de dispensa injustificada, remoção de função ou de localidade de trabalho, ou até por conflitos envolvendo agressões físicas entre empregados e patrões. O autor destaca que as lutas se desenrolavam de um modo conflituoso a partir da entrada do processo judicial, por isso que inicialmente se tentava a conciliação entre as partes, o que era o mais aconselhado aos envolvidos no processo, pelos advogados, juízes, reclamantes e reclamados. Contudo, nem sempre a solução por conciliação resolvia as questões e quando isso ocorria era necessário recorrer à decisão arbitral. Não se pode perder de vista que o autor chama atenção para as incompletudes da legislação trabalhista e ambigüidades que permitiam uma interpretação dúbia dos casos. Souza cita diversos exemplos onde a Comarca declarou-se incompetente para julgar tais questões inicialmente, mas, passados alguns anos, acabou resolvendo o caso. Além de destacar artimanhas patronais e dos trabalhadores para conseguirem que as questões fossem solucionadas cada parte em seu favor. O estudo sobre os ferroviários baianos problematizou, a partir da análise dos processos encontrados no APEB, como as ações judiciais movidas por estes 12 SOUZA. Edinaldo. Antônio Oliveira. Lei e costume: experiências de trabalhadores na Justiça do trabalho (Recôncavo Sul, Bahia, ) Dissertação (Mestrado em História). Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador,

20 trabalhadores foram tratadas pela justiça, evidenciando a luta desses sujeitos para garantir seus direitos na esfera jurídica. O primeiro capítulo toma como referência a formação da empresa ferroviária e seu processo de implantação quando se situam as mudanças ocorridas com o processo de encampação da empresa pelo governo federal e a posterior passagem dos ferroviários a funcionários públicos. Posteriormente, no segundo capítulo, busca-se fazer uma análise das condições de vida e trabalho destes operários, não enquanto algo externo ou separado das outras esferas da vida destes operários, mas compreendendo suas condições de moradia, salários e trabalho na própria ferrovia no período, o que foi imprescindível para que se pudesse ter uma visão dos acidentes ocorridos e situar os operários neste mundo de trabalho cheio de riscos. O terceiro capítulo apresenta a legislação trabalhista desde 1919 e a regulação dos acidentes de trabalho. Percebe-se que a análise de algumas ações judiciais do período ao lado desta legislação facilitou a compreensão das mudanças que se processaram posteriormente. Buscou-se uma discussão bibliográfica acerca do entendimento dos autores no que tange à implantação das primeiras leis do trabalho em 1919 e seus desdobramentos posteriores na vida dos operários. No quarto capítulo, discute-se o período em que estas ações judiciais foram movimentadas (isto é, pós-1940) na visão de alguns autores, na perspectiva de possíveis encontros interpretativos ou análises particulares sobre o caso da Bahia e seus processos de acidentes. Para tanto, destaca-se a análise de alguns estudos que se debruçaram sobre esta conjuntura ao lado das ações judiciais. Foi possível reconstituir os acidentes de trabalho e apresentar algumas histórias destes operários e de suas famílias no campo da justiça. O texto produzido foi o resultado de um trabalho de investigação em fontes pouco exploradas visando entender a História dos ferroviários como parte de toda uma conjuntura histórica com suas singularidades e movimentos próprios. 20

21 CAPÍTULO I: MUNDO DE TRABALHO FERROVIÁRIO O impacto da implantação dos trilhos na Bahia e a construção da Estrada de Ferro Leste Brasileiro. As estradas de ferro no Brasil datam da segunda metade do século XIX, quando o Brasil passava por profundas modificações em diversos setores da sociedade. A economia era ancorada na exportação do café, com a utilização da mão-de-obra livre coexistindo com o trabalho escravo. As ferrovias brasileiras tiveram importância política, econômica e geográfica e representaram um dos maiores acontecimentos ocorridos no Brasil no decorrer da segunda metade do século XIX. As estradas de ferro foram construídas para transportar matérias-primas, desenvolver o comércio e dinamizar a economia, além de permitir a interiorização do território. Nas palavras de José Camelo Filho, A construção das primeiras estradas de ferro no Brasil está diretamente ligada ao setor agrário exportador, tanto nas províncias do Centro Sul quanto no Nordeste, onde as estradas foram projetadas para estabelecer a integração e ocupação do território brasileiro, cujas primeiras seções também tinham relações com o setor agrário. 13 A ferrovia é originária da Inglaterra e contribuiu para integrar o seu território. Este invento se espalhou pelo mundo e contribuiu com a integração dos territórios dos Estados Unidos, França para depois serem implantadas no Brasil, uma vez que era visto como símbolo de modernização e progresso. Francisco Foot-Hardman em sua obra Trem-Fantasma: a modernidade na Selva 14 trata da construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré, localizada em Rondônia e que teve funções políticas e estratégicas de povoamento. Hardman destaca que entre as novidades que chegaram ao Brasil estavam as estradas de ferro. E sua análise combina 13 CAMELO FILHO, José V. A Implantação e Consolidação das Estradas de Ferro no Nordeste Brasileiro Tese (Doutorado em História). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2000, p HARDMAN, Francisco Foot. Trem-Fantasma. A ferrovia Madeira - Mamoré e a modernidade na selva, São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p

Um breve passeio sobre a história socioeconômica do Sertão da Ressaca

Um breve passeio sobre a história socioeconômica do Sertão da Ressaca FONTES PARA A HISTÓRIA SOCIAL DO TRABALHO: Vitória da Conquista e região A economia regional nas fontes da Justiça do Trabalho (1963-1965) SILVA, Danilo Pinto da 1 Email: danilohist@gmail.com Orientadora:

Leia mais

MRS - MRS Logística S. A.

MRS - MRS Logística S. A. MRS - MRS Logística S. A. A MRS Logística S. A., vencedora do leilão de desestatização da Malha Sudeste da RFFSA em 20 de setembro de 1996, iniciou suas atividades no dia 1 de dezembro de 1996, constituída

Leia mais

MINERAÇÃO DE CARVÃO NA REGIÃO SUL CATARINENSE: DA FORMACÃO DO ESPAÇO URBANO À MODERNIDADE

MINERAÇÃO DE CARVÃO NA REGIÃO SUL CATARINENSE: DA FORMACÃO DO ESPAÇO URBANO À MODERNIDADE MINERAÇÃO DE CARVÃO NA REGIÃO SUL CATARINENSE: DA FORMACÃO DO ESPAÇO URBANO À MODERNIDADE A Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra, integra o conjunto das "Revoluções Burguesas" do século XVIII, responsáveis

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca Realizações e projetos do Estado

Leia mais

Disciplina - Geografia 3 a Série Ensino Médio Professor: Gelson Alves Pereira

Disciplina - Geografia 3 a Série Ensino Médio Professor: Gelson Alves Pereira Disciplina - Geografia 3 a Série Ensino Médio Professor: Gelson Alves Pereira É a divisão de um espaço ou território em unidades de área que apresentam características que as individualizam. A regionalização

Leia mais

RELAÇÕES DE TRABALHO DICIONÁRIO

RELAÇÕES DE TRABALHO DICIONÁRIO RELAÇÕES DE TRABALHO Conjunto de normas e princípios que regem a relação entre aquele que detém o poder de contratar outro para desenvolver determinada atividade e aquele que mobilizado para tal executa

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

SANTOS, Emille Ribeiros 1 Email: emilleribeiro87@gmail.com Orientadora: Profa. Dra. Avanete Pereira Sousa 2

SANTOS, Emille Ribeiros 1 Email: emilleribeiro87@gmail.com Orientadora: Profa. Dra. Avanete Pereira Sousa 2 ACERVO, PATRIMÔNIO E MEMÓRIA: A DOCUMENTAÇÃO DA JUSTIÇA DO TRABALHO DE VITÓRIA DA CONQUISTA EXISTENTE NO LABORATÓRIO DE HISTÓRIA SOCIAL DO TRABALHO (LHIST/UESB) SANTOS, Emille Ribeiros 1 Email: emilleribeiro87@gmail.com

Leia mais

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A O capitalismo teve origem na Europa, nos séculos XV e XVI, e se expandiu para outros lugares do mundo ( Ásia, África,

Leia mais

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo A UA UL LA MÓDULO 7 Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo Nesta aula O café foi o principal produto de exportação durante a República Velha. Os cafeicultores detinham o controle da

Leia mais

O Mundo industrializado no século XIX

O Mundo industrializado no século XIX O Mundo industrializado no século XIX Novas fontes de energia; novos inventos técnicos: Por volta de 1870, deram-se, em alguns países, mudanças importantes na indústria. Na 2ª Revolução Industrial as indústrias

Leia mais

Francisco José Carvalho

Francisco José Carvalho 1 Olá caro leitor, apresento a seguir algumas considerações sobre a Teoria da Função Social do Direito, ao qual considero uma teoria de direito, não apenas uma teoria nova, mas uma teoria que sempre esteve

Leia mais

Resumo executivo do Livro "Crianças Invisíveis - O enfoque da imprensa sobre o Trabalho Infantil Doméstico e outras formas de exploração"

Resumo executivo do Livro Crianças Invisíveis - O enfoque da imprensa sobre o Trabalho Infantil Doméstico e outras formas de exploração ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO - OIT PROGRAMA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL IPEC Resumo executivo do Livro "Crianças Invisíveis - O enfoque da imprensa sobre o Trabalho Infantil

Leia mais

O COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE VARGAS DE DOURADOS E O SEU LABORATÓRIO

O COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE VARGAS DE DOURADOS E O SEU LABORATÓRIO O COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE VARGAS DE DOURADOS E O SEU LABORATÓRIO (1958-1971) Inês Velter Marques Mestranda em Educação /Linha História, Memória e Sociedade/Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)/Programa

Leia mais

A Conjuntura dos Regimes Próprios de Previdência Social no Brasil

A Conjuntura dos Regimes Próprios de Previdência Social no Brasil Seminário Gestão Municipal e os Fundos de Previdência A Conjuntura dos Regimes Próprios de Previdência Social no Brasil Reflexos na Gestão Municipal Certificado de Regularidade Previdenciária CRP e Certidão

Leia mais

MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010)

MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010) MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010) Taílla Caroline Souza Menezes¹ e Ludmila Oliveira Holanda

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB

DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB (ASFORA, R. V. S.) - Raphaella Viana Silva Asfora/Autora ¹ Escola Superior da Magistratura

Leia mais

. CONSUMO DE ÓLEO DIESEL

. CONSUMO DE ÓLEO DIESEL TRANSPORTES Os transportes têm como finalidade o deslocamento e a circulação de mercadorias e de pessoas de um lugar para outro. Nos países subdesenvolvidos, cuja economia sempre foi dependente dos mercados

Leia mais

HISTÓRIA-2009 2ª FASE 2009

HISTÓRIA-2009 2ª FASE 2009 Questão 01 UFBA - -2009 2ª FASE 2009 Na Época Medieval, tanto no Oriente Médio, quanto no norte da África e na Península Ibérica, muçulmanos e judeus conviviam em relativa paz, fazendo comércio e expressando,

Leia mais

Pareceres no Direito Empresarial

Pareceres no Direito Empresarial **** Pareceres no Direito Empresarial Pareceres no Direito Empresarial O Direito Empresarial, em Pareceres 2011 2 Para meu saudoso pai, Hermínio, minha querida mãe, Adalgisa, amada esposa, Maria Elizabeth

Leia mais

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO João Carlos da Silva 1 A produção da IPB reúne uma farta publicação de

Leia mais

Recorde: Revista de História de Esporte volume 1, número 2, dezembro de 2008

Recorde: Revista de História de Esporte volume 1, número 2, dezembro de 2008 CAPOEIRA THE HISTORY OF AN AFRO-BRAZILIAN MARTIAL ART RESENHA Prof. Vivian Luiz Fonseca Fundação Getúlio Vargas - PPHPBC CPDOC/FGV Rio de Janeiro, Brasil vivianluizfonseca@gmail.com Recebido em 9 de setembro

Leia mais

O CAPITALISMO E A DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (DIT)

O CAPITALISMO E A DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (DIT) O CAPITALISMO E A DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (DIT) O capitalismo teve origem na Europa, entre os séculos XIII e XIV, com o renascimento urbano e comercial e o surgimento de uma nova classe social:

Leia mais

Surgimento e Evolução do Direito do Trabalho

Surgimento e Evolução do Direito do Trabalho 1 Surgimento e Evolução do Direito do Trabalho 1 - Surgimento e Evolução do Direito do Trabalho 1.1 Introdução 1.2 - Os Escravos 1.3 - Os Servos 1.4 - As corporações de ofício 1.5 - A revolução industrial

Leia mais

INFORME INFRA-ESTRUTURA

INFORME INFRA-ESTRUTURA INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA MARÇO/98 Nº 19 Transporte Ferroviário Regional de Passageiros 1. INTRODUÇÃO A história do transporte ferroviário, em escala comercial, principia

Leia mais

ESTRADA DE FERRO BAHIA E MINAS RELATÓRIOS DE PEDRO VERSIANI

ESTRADA DE FERRO BAHIA E MINAS RELATÓRIOS DE PEDRO VERSIANI 1 FERNANDO DA MATTA MACHADO ORGANIZADOR (Organização, introdução e notas) ESTRADA DE FERRO BAHIA E MINAS RELATÓRIOS DE PEDRO VERSIANI Fotografia de Pedro Versiani, com retoques de Ivens Guida Copyright

Leia mais

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Comunicação é um direito de todos No Brasil, os meios de comunicação estão concentrados nas mãos de poucas empresas familiares que têm a

Leia mais

Trens turísticos e o patrimônio cultural. Roberta Abalen Dias

Trens turísticos e o patrimônio cultural. Roberta Abalen Dias Trens turísticos e o patrimônio cultural Roberta Abalen Dias Atualmente o Turismo é considerado uma atividade de grande importância econômica, responsável por geração de emprego e renda. Tal atividade

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

A PRODUÇÃO DO ESPAÇO RURAL NO ESTADO DA BAHIA: UMA LEITURA DA CONCENTRAÇÃO FUNDIÁRIA DE COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO MUNICÍPIO DE ANTONIO CARDOSO

A PRODUÇÃO DO ESPAÇO RURAL NO ESTADO DA BAHIA: UMA LEITURA DA CONCENTRAÇÃO FUNDIÁRIA DE COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO MUNICÍPIO DE ANTONIO CARDOSO A PRODUÇÃO DO ESPAÇO RURAL NO ESTADO DA BAHIA: UMA LEITURA DA CONCENTRAÇÃO FUNDIÁRIA DE COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO MUNICÍPIO DE ANTONIO CARDOSO Ozeias de Almeida Santos Graduando em Geografia Universidade

Leia mais

FONTES PARA A HISTÓRIA SOCIAL DO TRABALHO EM VITÓRIA DA CONQUISTA E REGIÃO: O TRABALHADOR RURAL VAI À JUSTIÇA

FONTES PARA A HISTÓRIA SOCIAL DO TRABALHO EM VITÓRIA DA CONQUISTA E REGIÃO: O TRABALHADOR RURAL VAI À JUSTIÇA FONTES PARA A HISTÓRIA SOCIAL DO TRABALHO EM VITÓRIA DA CONQUISTA E REGIÃO: O TRABALHADOR RURAL VAI À JUSTIÇA Marielle Leles NEVES UESB marielleleles@yahoo.com.br O presente trabalho tem como principal

Leia mais

NEGROS EM SOBRAL NO SÉCULO XIX (1880-1884): UM ESTUDO SOB A ÓTICA DA HISTÓRIA E DO DIREITO

NEGROS EM SOBRAL NO SÉCULO XIX (1880-1884): UM ESTUDO SOB A ÓTICA DA HISTÓRIA E DO DIREITO NEGROS EM SOBRAL NO SÉCULO XIX (1880-1884): UM ESTUDO SOB A ÓTICA DA HISTÓRIA E DO DIREITO Sabrina Nascimento de Carvalho, Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA, sabrinaerarisson@hotmail.com Rárisson

Leia mais

Capítulo. Organização político- -administrativa na América portuguesa

Capítulo. Organização político- -administrativa na América portuguesa Capítulo Organização político- -administrativa na América portuguesa 1 O Império Português e a administração da Colônia americana Brasil: 1500-1530 O interesse português pelo território americano era pequeno

Leia mais

A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS Ana Carolina Rosso de Oliveira Bacharel em Relações Internacionais pela Faculdades Anglo-Americano, Foz do Iguaçu/PR Resumo:

Leia mais

ENEM 2014 - Caderno Rosa. Resolução da Prova de História

ENEM 2014 - Caderno Rosa. Resolução da Prova de História ENEM 2014 - Caderno Rosa Resolução da Prova de História 5. Alternativa (E) Uma das características basilares do contato entre jesuítas e os povos nativos na América, entre os séculos XVI e XVIII, foi o

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Formação do bacharel em direito Valdir Caíres Mendes Filho Introdução O objetivo deste trabalho é compreender as raízes da formação do bacharel em Direito durante o século XIX. Será

Leia mais

Resenha. Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p.

Resenha. Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p. Resenha Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p. Naná Garcez de Castro DÓRIA 1 Qual a lógica das políticas de comunicação

Leia mais

PERSPECTIVA DO PROFISSIONAL DE ENGENARIA CIVIL: TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO

PERSPECTIVA DO PROFISSIONAL DE ENGENARIA CIVIL: TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO PERSPECTIVA DO PROFISSIONAL DE ENGENARIA CIVIL: TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO Leandro Conceição Pinto brotherleo1@hotmail.com (estudante) Universidade Católica do Salvador Rua Dirce Amorim, nº 44,

Leia mais

Introdução. Material e Métodos

Introdução. Material e Métodos PATRIMÔNIO, MEMÓRIA E PRESERVAÇÃO: O USO PEDAGÓGICO DE FONTES PRIMÁRIAS NO ENSINO DE HISTÓRIA Mauro Castilho Gonçalves 1 Cláudia Borges Serra 2 Tiago Donizette da Cunha 3 Joana Jesus Silva 4 Introdução

Leia mais

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte A Educação na Constituinte de 1823 Cristiano de Jesus Ferronato 1 - PPG-UFPB O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte de 1823, e documentos contemporâneos ao período

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE DIREITO VESTIBULAR 2009 PROVA DE HISTÓRIA. Fase 1

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE DIREITO VESTIBULAR 2009 PROVA DE HISTÓRIA. Fase 1 FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE DIREITO VESTIBULAR 2009 PROVA DE HISTÓRIA Fase 1 Novembro 2008 INTRODUÇÃO Na prova de História de 2009 foi possível concretizar vários dos objetivos do programa do Vestibular.

Leia mais

DISCIPLINA: DOWNSTREAM TRANSPORTE Prof. Mauro Ferreira

DISCIPLINA: DOWNSTREAM TRANSPORTE Prof. Mauro Ferreira DISCIPLINA: DOWNSTREAM TRANSPORTE Prof. Mauro Ferreira CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Iniciaremos aqui mais um desenvolvimento de segmento da Indústria de Petróleo e Gás, DOWNSTREAM TRANSPORTE, no que se refere

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Direito agrário: função social da propriedade; sua evolução e história Paula Baptista Oberto A Emenda Constitucional Nº. 10 de 10/11/64 foi o grande marco desta recente ciência jurídica

Leia mais

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA Tânia Regina Broeitti Mendonça 1 INTRODUÇÃO: Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde

Leia mais

2. (Pucrs 2014) Considere as afirmações abaixo sobre a crise do Antigo Sistema Colonial e a Independência do Brasil (1822).

2. (Pucrs 2014) Considere as afirmações abaixo sobre a crise do Antigo Sistema Colonial e a Independência do Brasil (1822). 1. (Enem 2014) A transferência da corte trouxe para a América portuguesa a família real e o governo da Metrópole. Trouxe também, e sobretudo, boa parte do aparato administrativo português. Personalidades

Leia mais

1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como:

1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: 1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: a) incapacidade dos Braganças de resistirem à pressão

Leia mais

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 Cultura, história e gastronomia: análise de enquadramento do jornalismo gastronômico 1 RESUMO Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 O texto parte de uma pesquisa que tem como proposta realizar

Leia mais

Construção do Espaço Africano

Construção do Espaço Africano Construção do Espaço Africano Aula 2 Colonização Para melhor entender o espaço africano hoje, é necessário olhar para o passado afim de saber de que forma aconteceu a ocupação africana. E responder: O

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO DE SERVIÇO SOCIAL TATIANE ARISTIDES BARBOSA ASSÉDIO MORAL NAS ORGANIZAÇÕES: UM COMPROMETIMENTO À SAÚDE DO TRABALHADOR

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO DE SERVIÇO SOCIAL TATIANE ARISTIDES BARBOSA ASSÉDIO MORAL NAS ORGANIZAÇÕES: UM COMPROMETIMENTO À SAÚDE DO TRABALHADOR UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO DE SERVIÇO SOCIAL TATIANE ARISTIDES BARBOSA ASSÉDIO MORAL NAS ORGANIZAÇÕES: UM COMPROMETIMENTO À SAÚDE DO TRABALHADOR RIO DE JANEIRO DEZEMBRO/2008 ASSÉDIO MORAL NAS ORGANIZAÇÕES:

Leia mais

Cap. 12- Independência dos EUA

Cap. 12- Independência dos EUA Cap. 12- Independência dos EUA 1. Situação das 13 Colônias até meados do séc. XVIII A. As colônias inglesas da América do Norte (especialmente as do centro e norte) desfrutavam da negligência salutar.

Leia mais

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES Tânia de Sousa Lemos 1 ; Ana Beatriz Araujo Velasques 2 1 Aluna do Curso de Arquitetura e

Leia mais

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s)

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) Kálita Tavares da SILVA 1 ; Estevane de Paula Pontes MENDES

Leia mais

Provão. História 5 o ano

Provão. História 5 o ano Provão História 5 o ano 61 Os reis portugueses governaram o Brasil à distância, até o século XIX, porém alguns acontecimentos na Europa mudaram essa situação. Em que ano a família real portuguesa veio

Leia mais

COMUNICADO nº 10/2014. Aos: Senhores Prefeitos, Assessores Jurídicos, Secretários dos Municípios e Executivos de Associações de Municípios.

COMUNICADO nº 10/2014. Aos: Senhores Prefeitos, Assessores Jurídicos, Secretários dos Municípios e Executivos de Associações de Municípios. COMUNICADO nº 10/2014 Aos: Senhores Prefeitos, Assessores Jurídicos, Secretários dos Municípios e Executivos de Associações de Municípios. Referente: Área de Preservação Permanente - APP em área urbana

Leia mais

A reforma urbana e o subúrbio carioca na historiografia 1

A reforma urbana e o subúrbio carioca na historiografia 1 A reforma urbana e o subúrbio carioca na historiografia 1 CRISTIANE REGINA MIYASAKA 2 Ainda que a historiografia a respeito das reformas urbanas empreendidas no Rio de Janeiro no início do século XX seja

Leia mais

Hotel das Paineiras - Varanda. Hotel das Paineiras

Hotel das Paineiras - Varanda. Hotel das Paineiras Hotel das Paineiras - Varanda Hotel das Paineiras Em janeiro de 1882, o Imperador D. Pedro II Unidos. Nesse dia, o imperador Pedro II e da Estrada de Ferro do Corcovado. O prédio concedeu aos engenheiros

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FILIPE PÊGO CAMARGO PRÉ-PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FILIPE PÊGO CAMARGO PRÉ-PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FILIPE PÊGO CAMARGO PRÉ-PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL (SENAI): CRIAÇÃO E PROPOSTAS EDUCATIVAS / CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO SOCIAL

Leia mais

OS USOS DA HISTÓRIA NO ENSINO DE MATEMÁTICA EM MOSSORÓ (RN)

OS USOS DA HISTÓRIA NO ENSINO DE MATEMÁTICA EM MOSSORÓ (RN) OS USOS DA HISTÓRIA NO ENSINO DE MATEMÁTICA EM MOSSORÓ (RN) Resumo: Muitas são as pesquisas que nos mostram a importância do uso da história no ensino de matemática, observamos a necessidade de saber se

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes RESUMO: Dentro do plano de contas de uma empresa, o Balanço Patrimonial, deve ser produzido de maneira minuciosa e exata,

Leia mais

Expansão da metrópole e Iluminação da colônia: As Memórias de Ambrósio Joaquim dos Reis e a política Imperial Portuguesa.

Expansão da metrópole e Iluminação da colônia: As Memórias de Ambrósio Joaquim dos Reis e a política Imperial Portuguesa. Expansão da metrópole e Iluminação da colônia: As Memórias de Ambrósio Joaquim dos Reis e a política Imperial Portuguesa. 1 Wélington Silva 1 Dr.ª Cláudia Chaves 2 I A política imperial portuguesa apresentava

Leia mais

TRANSPORTE FERROVIÁRIO

TRANSPORTE FERROVIÁRIO TRANSPORTE FERROVIÁRIO O transporte ferroviário no Brasil sofreu, durante um grande período, talvez devido à grande concorrência do transporte rodoviário, a falta de incentivo com relação à ampliação do

Leia mais

Nordestinos em São Paulo: o deslindar de uma trajetória

Nordestinos em São Paulo: o deslindar de uma trajetória Nordestinos em São Paulo: o deslindar de uma trajetória Luciano Deppa Banchetti* PAIVA, Odair da Cruz. Caminhos cruzados: migração e construção do Brasil moderno (1930-1950). Bauru: EDUSC, 2004. 306 p.

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO ( Aprovados em Conselho Pedagógico de 15 outubro de 2013 ) No caso específico da disciplina de História e Geografia de Portugal, do 6ºano de escolaridade, a avaliação

Leia mais

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências Por Agnaldo dos Santos* Publicado em: 05/01/2009 Longe de esgotar o assunto, o artigo Privatização, Terceirização e

Leia mais

A Engenharia Portuguesa no Mundo. Internacionalização e Exportação

A Engenharia Portuguesa no Mundo. Internacionalização e Exportação A Engenharia Portuguesa no Mundo Internacionalização e Exportação CARLOS MATIAS RAMOS, Bastonário da Ordem dos Engenheiros Começo por citar um texto da autoria do Eng. Ezequiel de Campos, que consta do

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado

REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado Ana Carolyna Muniz Estrela 1 Andreza de Souza Véras 2 Flávia Lustosa Nogueira 3 Jainara Castro da Silva 4 Talita Cabral

Leia mais

discurso medalha JOÃO MAGABEIRA a MENEZES DIREITO A doutrina e os julgados que enfrentam nas estórias

discurso medalha JOÃO MAGABEIRA a MENEZES DIREITO A doutrina e os julgados que enfrentam nas estórias 1 discurso medalha JOÃO MAGABEIRA a MENEZES DIREITO (25.07.01) Senhoras, Senhores: A doutrina e os julgados que enfrentam nas estórias do dia-a-dia o desafio de construir o direito vivo, para que melhor

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Turismólogo. Turismo de eventos. Festival Nacional de Teatro.

PALAVRAS-CHAVE Turismólogo. Turismo de eventos. Festival Nacional de Teatro. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( x ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO

SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO VIANA, Valdecir Lopes Universidade Federal de Minas Gerais Valdecir_viana@yahoo.com.br RESUMO Este texto integra as reflexões

Leia mais

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate ALEXANDRE DE SOUZA RAMOS 1 Saúde como direito de cidadania e um sistema de saúde (o SUS) de cunho marcadamente

Leia mais

Parecer da Associação dos Advogados de Macau sobre a Proposta de Lei do Regime da Repressão dos Actos de Corrupção no Comércio Internacional

Parecer da Associação dos Advogados de Macau sobre a Proposta de Lei do Regime da Repressão dos Actos de Corrupção no Comércio Internacional Parecer da Associação dos Advogados de Macau sobre a Proposta de Lei do Regime da Repressão dos Actos de Corrupção no Comércio Internacional I - Introdução Foi solicitado à Associação dos Advogados de

Leia mais

Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais

Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais RELATÓRIO Samira Santana de Almeida 1 1. Apresentação

Leia mais

ALL - América Latina Logística S. A.

ALL - América Latina Logística S. A. ALL - América Latina Logística S. A. A América Latina Logística S. A., vencedora do leilão de desestatização da Malha Sul da RFFSA em 13 de dezembro de 1996 iniciou suas atividades como Ferrovia Sul Atlântico

Leia mais

Antônio Carlos Bento Ribeiro

Antônio Carlos Bento Ribeiro Antônio Carlos Bento Ribeiro Acredito que a Academia pode e deve participar do processo de renovação do Direito do Trabalho no Brasil. Centrada essencialmente nas transformações que têm afetado o mundo

Leia mais

Mônica Lima Universidade Federal da Bahia Monica Aparecida Tomé Pereira Universidade Federal do Vale do São Francisco

Mônica Lima Universidade Federal da Bahia Monica Aparecida Tomé Pereira Universidade Federal do Vale do São Francisco 349 PERCEPÇÃO DOS ESTUDANTES SOBRE INFRAESTRUTURA DOS CURSOS DE PSICOLOGIA: CONSIDERAÇÕES A PARTIR DO ENADE-2006 Mônica Lima Universidade Federal da Bahia Monica Aparecida Tomé Pereira Universidade Federal

Leia mais

A estrutura social e as desigualdades

A estrutura social e as desigualdades 3 A estrutura social e as desigualdades Unidade As desigualdades sociais instalaram se no Brasil com a chegada dos portugueses. Os povos indígenas foram vistos pelos europeus como seres exóticos e ainda

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 2F

CADERNO DE EXERCÍCIOS 2F CADERNO DE EXERCÍCIOS 2F Ensino Fundamental Ciências Humanas Questão Conteúdo Habilidade da Matriz da EJA/FB 1 Movimento operário e sindicalismo no Brasil H43 2 Urbanização nas regiões brasileiras H8,

Leia mais

A industrialização no Brasil teve início a partir de. A vinda da Família Real propiciou a quebra do pacto colonial;

A industrialização no Brasil teve início a partir de. A vinda da Família Real propiciou a quebra do pacto colonial; PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA 1 Histórico de nossa industrialização A industrialização no Brasil teve início a partir de meados do século XIX; A vinda da Família Real propiciou a quebra do pacto

Leia mais

Escola desamba do Batel: Música e História

Escola desamba do Batel: Música e História Escola desamba do Batel: Música e História Cainã Alves 1ª Edição Curitiba/PR 1 2 DEDICATÓRIA Este livro é dedicado: À todas as pessoas que, direta ou indiretamente, fazem o carnaval de Antonina, não se

Leia mais

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL A partir de meados do séc. XVI, o Império Português do Oriente entrou em crise. Que fatores contribuíram para essa crise? Recuperação das rotas

Leia mais

A se acreditar no testemunho de seus contemporâneos, Maria Guilhermina Loureiro

A se acreditar no testemunho de seus contemporâneos, Maria Guilhermina Loureiro CONSIDERAÇÕES FINAIS A se acreditar no testemunho de seus contemporâneos, Maria Guilhermina Loureiro de Andrade foi uma mulher bastante conhecida na sociedade brasileira, pelo menos entre a imprensa e

Leia mais

Gestão ambiental no curso de administração: a percepção dos futuros gestores

Gestão ambiental no curso de administração: a percepção dos futuros gestores Gestão ambiental no curso de administração: a percepção dos futuros gestores Aparecida Rodrigues Rebouças 1 Luana Lacaze de C. Casella 2 RESUMO As questões ambientais, tão discutidas neste novo século,

Leia mais

28. Convenção sobre os Aspectos Civis do Rapto Internacional de Crianças

28. Convenção sobre os Aspectos Civis do Rapto Internacional de Crianças 28. Convenção sobre os Aspectos Civis do Rapto Internacional de Crianças Os Estados signatários da presente Convenção, Firmemente convictos de que os interesses da criança são de primordial importância

Leia mais

Bom dia a todos, Srs. Ministros, Srs. Membros do painel, Senhoras e

Bom dia a todos, Srs. Ministros, Srs. Membros do painel, Senhoras e MECANISMOS DE MONITORAMENTO E PROCEDIMENTOS DE RECLAMAÇÃO E QUEIXA: O PAPEL DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO NA GARANTIA DA EFETIVIDADE DAS NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO * Horacio Guido ** Bom dia a todos,

Leia mais

Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, n.32, v.2, p.367-373, ago./dez.2010 RESENHA:

Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, n.32, v.2, p.367-373, ago./dez.2010 RESENHA: RESENHA: PINTO, Geraldo Augusto. A organização do trabalho no século 20: taylorismo, fordismo e toyotismo. 2.ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010. 88p. Rogério Gerolineto FONSECA Graduando do curso de

Leia mais

Nem cidadãos, nem brasileiros: Indígenas na formação do

Nem cidadãos, nem brasileiros: Indígenas na formação do Nem cidadãos, nem brasileiros: Indígenas na formação do Estado nacional brasileiro e conflitos na Província de São Paulo (1822-1845). São Paulo: Alameda, 2012. 292 p. Fernanda Sposito Luana Soncini 1 A

Leia mais

SSOA - SERVIÇO DE SELEÇÃO, ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO

SSOA - SERVIÇO DE SELEÇÃO, ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO Caro(a) Aluno(a) A prova da 2ª fase da UFBA exige, além dos pré-requisitos da primeira fase(conhecimento do conteúdo programático aliado a habilidades de analisar, comparar, julgar, fazer generalizações,

Leia mais

EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL: NOVOS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL. PALAVRAS-CHAVE: educação pública, período integral, desafios, inovação

EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL: NOVOS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL. PALAVRAS-CHAVE: educação pública, período integral, desafios, inovação EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL: NOVOS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL Fernanda Oliveira Fernandes 1 José Heleno Ferreira 2 RESUMO: Este artigo tem como objetivo apresentar reflexões acerca da educação integral

Leia mais

Mobilidade Urbana COMO SE FORMAM AS CIDADES? 06/10/2014

Mobilidade Urbana COMO SE FORMAM AS CIDADES? 06/10/2014 Mobilidade Urbana VASCONCELOS, Eduardo Alcântara de. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de Janeiro: SENAC NACIONAL, 2012. PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL LUCIANE TASCA COMO SE FORMAM AS CIDADES? Como um

Leia mais

Alfredo de Almeida Russell

Alfredo de Almeida Russell Diretoria-Geral de Comunicação e de Difusão do Conhecimento Acervo do Museu da Justiça Alfredo de Almeida Russell Natural da cidade do Rio de Janeiro, nasceu em 3 de agosto de 1875. Estudou no Colégio

Leia mais

A ASSISTÊNCIA JURÍDICA COMO EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: ANALISANDO O EMAJ/UNEMAT RESUMO

A ASSISTÊNCIA JURÍDICA COMO EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: ANALISANDO O EMAJ/UNEMAT RESUMO A ASSISTÊNCIA JURÍDICA COMO EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: ANALISANDO O EMAJ/UNEMAT Guilherme Angerames Rodrigues Vargas - UNEMAT Silvia Noronha Muniz - UFMT RESUMO O Escritório Modelo de Assistência Jurídica

Leia mais

DE DÉCADAS DE ESTAGNAÇÃO DO MERCADO INDUSTRIAL, VERIA A REDUÇÃO DE OPORTUNIDADES, CEDIDAS À INVASÃO DE PROFISSIONAIS ESTRANGEIROS?

DE DÉCADAS DE ESTAGNAÇÃO DO MERCADO INDUSTRIAL, VERIA A REDUÇÃO DE OPORTUNIDADES, CEDIDAS À INVASÃO DE PROFISSIONAIS ESTRANGEIROS? CUMPRIMENTO AOS SENHORES E SENHORAS PRESENTES, NA PESSOA DO PRESIDENTE DA COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO, EXCELENTÍSSIMO DEPUTADO ROBERTO SANTIAGO, A QUEM PARABENIZO PELA CONVOCAÇÃO

Leia mais

EUROPA BRASIL SÉCULO XIX AMÉRICA O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XVIII SÉCULO XVIII FINAL DA IDADE MODERNA

EUROPA BRASIL SÉCULO XIX AMÉRICA O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XVIII SÉCULO XVIII FINAL DA IDADE MODERNA O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XVIII SÉCULO XVIII FINAL DA IDADE MODERNA EUROPA Expansão dos Ideais Iluministas Revolução Francesa Fim do Antigo regime Ascensão da Burguesia ao poder Revolução Industrial

Leia mais

Nº 66 Maio de 2013 Balanço das Greves em 2012

Nº 66 Maio de 2013 Balanço das Greves em 2012 Nº 66 Maio de 2013 Balanço das Greves em 2012 Balanço das Greves em 2012 Com este estudo, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos DIEESE apresenta um panorama das greves ocorridas

Leia mais

SENADO FEDERAL SECRETARIA DE PESQUISA E OPINIÃO PÚBLICA. As ONGs na Mídia. O perfil do Terceiro Setor na Imprensa. Estudo elaborado pela SEPOP/SECS

SENADO FEDERAL SECRETARIA DE PESQUISA E OPINIÃO PÚBLICA. As ONGs na Mídia. O perfil do Terceiro Setor na Imprensa. Estudo elaborado pela SEPOP/SECS As ONGs na Mídia O perfil do Terceiro Setor na Imprensa Estudo elaborado pela SEPOP/SECS Brasília, novembro de 2006 1 Apresentação Uma marca forte, com alta credibilidade, boa visibilidade, nítido perfil

Leia mais

COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA

COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA 2011/HIST8ANOEXE2-PARC-1ºTRI-I AVALIAÇÃO PARCIAL 1º TRIMESTRE

Leia mais

Vinicius Ribeiro Pereira. Métodos Alternativos no Critério Brasil para Construção de Indicadores Sócio-Econômico: Teoria da Resposta ao Item

Vinicius Ribeiro Pereira. Métodos Alternativos no Critério Brasil para Construção de Indicadores Sócio-Econômico: Teoria da Resposta ao Item Vinicius Ribeiro Pereira Métodos Alternativos no Critério Brasil para Construção de Indicadores Sócio-Econômico: Teoria da Resposta ao Item Dissertação de Mestrado Departamento de Engenharia Elétrica Programa

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda DISCIPLINA: Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA: 06/02/2012. CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br QUESTÕES DE VESTIBULAR e-mail: especifico@especifico.com.br Av. Rio Claro nº 615 Centro

Leia mais

Estatuto do Bolseiro de Investigação

Estatuto do Bolseiro de Investigação Estatuto do Bolseiro de Investigação O Estatuto do Bolseiro de Investigação foi aprovado pela Lei nº 40/2004, de 18 de agosto, alterada e republicada pelo Decreto- Lei n.º 202/2012, de 27 de agosto. O

Leia mais