AGENDA TRABALHISTA DA INDÚSTRIA. Relações do Trabalho

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1 AGENDA TRABALHISTA DA INDÚSTRIA

2 RELAÇÕES DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE PREMISSA Crescimento econômico e social e legislação trabalhista são indissociáveis, devendo considerar e combinar: Caráter protetivo Sustentabilidade empresarial Competitividade Efetivo diálogo Social NECESSÁRIA A CRIAÇÃO DE CONDIÇÕES FAVORÁVEIS AO DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES PRODUTIVAS E À GERAÇÃO DE EMPREGOS

3 RELAÇÕES DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE RELAÇÕES DO TRABALHO SÃO ESSENCIAIS PARA A COMPETITIVIDADE Custos do trabalho Produtividade do Trabalho Segurança Jurídica 3 BASES PARA RELAÇÕES DO TRABALHO VOLTADAS À COMPETITIVIDADE

4 DETERIORAÇÃO DAS BASES DA COMPETITIVIDADE DAS RELAÇÕES DO TRABALHO BRASIL CRESCIMENTO DO CUSTO DO TRABALHO, ESTAGNAÇÃO DA PRODUTIVIDADE, EXCESSIVA INSEGURANÇA JURÍDICA

5 DETERIORAÇÃO DAS BASES DA COMPETITIVIDADE DAS RELAÇÕES DO TRABALHO Evolução dos custos de compensação na Indústria de Transformação entre 1996 e 2012 (U$S/H) (Fonte: Bureau of Labor Statistics BLS). 14,00 12,00 11,67 10,00 11,20 8,00 7,11 6,00 4,00 2,00 3,08 0,

6 DETERIORAÇÃO DAS BASES DA COMPETITIVIDADE DAS RELAÇÕES DO TRABALHO Produtividade do trabalho, países selecionados, 2013 (US$ PPP de 2013) Índia China Brasil África do Sul Argentina PRODUTIVIDADE NO BRASIL: Entre 2000 e 2009 média de 1% ao ano. México Federação Russa Coreia do Sul No mesmo período, produtividade da indústria foi de -0,8% ao ano Alemanha Canadá Austrália Estados Unidos Fonte: (Fonte: The Conference Board Total Economy Database).

7 DETERIORAÇÃO DAS BASES DA COMPETITIVIDADE DAS RELAÇÕES DO TRABALHO CENÁRIO DE CONFLITIVIDADE NO TRABALHO/INSEGURANÇA JURÍDICA Excesso de Judicialização do trabalho no Brasil de processos trabalhistas em tramitação em 2012 na Justiça do Trabalho (dados do CNJ), sendo: de casos novos (54%) de casos pendentes (46%) processos recebidos pelo TST em 2013 (dados do TST) EXCESSO DE JUDICIALIZAÇÃO TEM VÁRIAS CAUSAS, MAS UM DOS FATORES É O DESAJUSTE DA LEGISLAÇÃO À REALIDADE PRODUTIVA E DE TRABALHO, QUE GERA INSEGURANÇA JURÍDICA

8 OBJETIVOS DA AGENDA DE RELAÇÕES DO TRABALHO A AGENDA DE RELAÇÕES DO TRABALHO DA INDÚSTRIA É UMA AGENDA DE MODERNIZAÇÃO DO TRABALHO E DE SUA LEGISLAÇÃO. ELA VISA À: Redução dos custos do trabalho sem redução de direitos Promoção de ganhos de produtividade Geração de empregos Desburocratização trabalhista e previdenciária Aumento da segurança jurídica Redução do número de reclamações trabalhistas COMPETITIVIDADE

9 LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E A REALIDADE PRODUTIVA E DE TRABALHO ATUAIS POR QUE A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA DEVE SER MODERNIZADA? DESAJUSTE À REALIDADE ATUAL

10 POR QUE A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA ESTÁ DESAJUSTADA À REALIDADE PRODUTIVA E TRABALHISTA ATUAL? CLT 71 ANOS (1º DEMAIODE1943) Nascida no início da industrialização, maior urbanização e migração para cidades Baixo nível educacional e de qualificação profissional dos trabalhadores Produção verticalizada e de atendimento ao consumo local Entidades sindicais inexistentes e/ou poucos atuantes HOJE: DESAJUSTE DA LEGISLAÇÃO À REALIDADE PRODUTIVA E ECONÔMICA Legislação rígida e pouco espaço para negociação Oneração do emprego formal Excesso de burocracia Incapacidade de atender as novas formas e necessidades de trabalho e produção (ex: terceirização) Insegurança jurídica

11 CONSEQUÊNCIAS DO DESAJUSTE DA LEGISLAÇÃO À REALIDADE DESCOMPASSO ENTRE O CRESCIMENTO DOS CUSTOS DO TRABALHO E O CRESCIMENTO DA PRODUTIVIDADE PERDA DE COMPETITIVIDADE

12 CAMINHOS PARA A MODERNIZAÇÃO TRABALHISTA Valorizar e fortalecer a Negociação Coletiva Desburocratizar a simplificar a legislação trabalhista e previdenciária Reconhecer diferentes formas de produção e de trabalho Ajustes permitem a ampliação da produtividade e da competitividade pelo trabalho É NECESSÁRIO QUE A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA CONVERSE COM A REALIDADE PRODUTIVA E DE TRABALHO ATUAL

13 AGENDA DE RELAÇÕES DO TRABALHO DOCUMENTOS LANÇADOS PARA APRESENTAR A AGENDA TRABALHISTA DA INDÚSTRIA

14 AGENDA DE RELAÇÕES DO TRABALHO A CNI DIAGNOSTICOU A NECESSIDADE DE: Apresentar, de forma transparente, problemas, consequências e possíveis soluções em temas de relações do trabalho, na visão da indústria, para a sociedade e; Fomentar o diálogo social e contribuir com a apresentação de ideias e propostas para a modernização trabalhista

15 AGENDA DE RELAÇÕES DO TRABALHO ASSIM, A CNI ELABOROU: 101PROPOSTAS PARA MODERNIZAÇÃO TRABALHISTA (DEZ/2012) 4 PROPOSTASDERELAÇÕESDOTRABALHOPARAOSCANDIDATOSÀS ELEIÇÕES 2014 (JUL/2014): DESBUROCRATIZAÇÃO E MODERNIZAÇÃO TRABALHISTA (30 PROPOSTAS CONCRETAS) TERCEIRIZAÇÃO NEGOCIAÇÃO COLETIVA CUSTO DO TRABALHO Disponíveis em

16 AGENDA DE RELAÇÕES DO TRABALHO TEMAS URGENTES EM RELAÇÕES DO TRABALHO

17 PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES RELAÇÕES DO TRABALHO - TERCEIRIZAÇÃO: O IMPERATIVO DAS MUDANÇAS

18 TERCEIRIZAÇÃO: O IMPERATIVO DAS MUDANÇAS Conceito TERCEIRIZAÇÃO Realização do serviço direto pela contratante INTERMEDIAÇÃO DE MÃO DE OBRA Cessão da mão de obra Não há transferência da subordinação dos empregados Transferência direta da subordinação dos empregados Ex: Trabalho Temporário (L /74)

19 TERCEIRIZAÇÃO: O IMPERATIVO DAS MUDANÇAS Terceirização: conceito e vantagens Origem Necessidades de adaptação das empresas Atender as exigências do mercado competitivo Vantagens Especialidade Melhor técnica e tecnologia (qualidade) Eficiência Incremento de produtividade Maior e melhor competitividade Consumidor Sociedade em geral Incremento da produtividade, maior e melhor competitividade gera riqueza para o país, que por sua vez, gera maiores oportunidades de emprego.

20 TERCEIRIZAÇÃO: O IMPERATIVO DAS MUDANÇAS CENÁRIO E PROPOSTA A terceirização é um fato do mundo atual, é uma realidade presente em todas as cadeias produtivas. As empresas terceirizam para ampliar sua competitividade e se inserir em cadeias produtivas locais, regionais, setoriais e globais. Diversos exemplos de cadeia produtiva mundial e nacional atestam a necessidade da terceirização para a inserção produtiva e a competitividade Ainda não há marco legal para regulamentar a terceirização. A principal referência jurídica ainda é a Súmula 331, que não traz a necessária segurança jurídica e proteção para empresas e trabalhadores: necessárias regras claras e objetivas dicotomia entre atividade meio e atividade fim precisa ser vencida deve ser adotada a responsabilidade subsidiária como regra negociação coletiva realizada por cada categoria profissional NECESSÁRIA A APROVAÇÃO DO PLS Nº 87/10 OU DO PL Nº 4330/04.

21 TERCEIRIZAÇÃO: O IMPERATIVO DAS MUDANÇAS Terceirização e a Constituição Federal NÃO HÁ ÓBICES NA CF PARA A REALIZAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO ACONSTITUIÇÃO PRESTIGIA O MERCADO INTERNO, A LIVRE INICIATIVA, A LIVRE ORGANIZAÇÃO DA ATIVIDADE ECONÔMICA E A LIVRE CONCORRÊNCIA O mercado interno integra o patrimônio nacional e deve ser incentivado de modo a viabilizar o desenvolvimento econômico. A livre iniciativa autoriza o empreendedor a instalar e a realizar seus investimentos. A livre concorrência significa liberdade de ingresso no mercado e ausência de impedimentos do empreendedor se relacionar/contratar com os diversos agentes econômicos que compõem o mercado.

22 TERCEIRIZAÇÃO: O IMPERATIVO DAS MUDANÇAS Terceirização e a Constituição Federal Conclusão OESTADO PELO COMANDO CONSTITUCIONAL, GARANTE E DEVE PROTEGER A LIVRE INICIATIVA, A ATIVIDADE ECONÔMICA QUE SE ORGANIZA, DESENVOLVE, CONSIDERANDO A LIVRE CONCORRÊNCIA, A COMPETITIVIDADE E AS ESTRATÉGIAS DE MERCADO. NÃO SE PODE FALAR EM PLENO EMPREGO SEM ESTIMULAR AS NECESSÁRIAS E DINÂMICAS ESTRATÉGIAS DA ATIVIDADE ECONÔMICA EM UM MERCADO GLOBAL ALTAMENTE COMPETITIVO.

23 TERCEIRIZAÇÃO: O IMPERATIVO DAS MUDANÇAS Reflexão [ ] não se trata mais de ser contra ou a favor da terceirização. Está-se diante de uma realidade inexorável: a terceirização não vai acabar. Ninguém razoavelmente imagina uma economia saudável no Brasil se a contratação de empresas especializadas na execução de serviços determinados fosse impossibilitada. Estamos, pois, diante da advertência de George Ripert: quando o direito ignora a realidade, a realidade se vinga, ignorando o direito (Vantuil Abdala. Anomia inadmissível. O Estado de São Paulo, São Paulo, 21 out )

24 PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES RELAÇÕES DO TRABALHO - NEGOCIAÇÃO COLETIVA: VALORIZAR PARA MODERNIZAR

25 NEGOCIAÇÃO COLETIVA: VALORIZAR PARA MODERNIZAR CENÁRIO E PROPOSTA A negociação coletiva é fundamental para a modernização das relações do trabalho e o aumento da competitividade, pois no mundo atual, de economia e competitividade globalizada, são necessários ajustes ágeis nas condições de trabalho. É preciso fomentar o ajuste de condições de trabalho por meio da negociação coletiva, ultrapassando-se o modelo atual, superando-se questionamentos sobre a capacidade do sistema de negociação coletiva brasileiro. A negociação e o diálogo são baseados na confiança entre as partes e na segurança que o sistema trabalhista concede a esses ajustes, por isso é necessário conceder segurança jurídica. Relações de trabalho ajustadas à realidade e às necessidades dos atores sociais são cruciais para a competitividade das empresas brasileiras e para o crescimento econômico e social do país. NECESSÁRIA A APROVAÇÃO DO PL Nº 4.193/2012 E DO PL Nº 6.411/2013 E O ENCAMINHAMENTO DE PEC PARA VALORIZAR A FOALECER A NEGOCIAÇÃO COLETIVA

26 NEGOCIAÇÃO COLETIVA: VALORIZAR PARA MODERNIZAR Reflexão - É imprescindível melhorar os processos de negociação coletiva e de diálogo social, dando-lhes mais qualidade e efetividade. - É fundamental reconhecer a negociação coletiva como meio de ajustar de forma ampla as condições de trabalho. - É importante valorizar e fortalecer as representações sindicais que fazem negociação coletiva e participam do diálogo social. - É preciso dar segurança jurídica as negociações coletivas de tal forma que os acertos coletivos tenham credibilidade. O estímulo, a valorização e reconhecimento das negociações coletivas são fundamentais para o sucesso da modernização e do fortalecimento das relações do trabalho.

27 PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES RELAÇÕES DO TRABALHO - NR 12 MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (PROPOSTA 17 DO CADERNO 7 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR)

28 NR 12 MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Objeto e histórico das negociações: REGRAS DE COMPOSIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS FOI CRIADA EM 1978 ESOFREU5 ALTERAÇÕES AO LONGO DA SUA VIGÊNCIA ÚLTIMA ALTERAÇÃO FOI A POARIA MTE Nº 197, DE 17/12/10 PUBLICADA EM 1978 DURANTE SUA VIGÊNCIA FOI ALTERADA 5 VEZES VERSÃO EM VIGOR PUBLICADA EM DEZEMBRO/2010 (POARIA MTE Nº 197/10) APROVADA DE FORMA TRIPAITE

29 NR 12 MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Base legal: CONVENÇÃO 119 DA OIT (PROTEÇÃO DE MÁQUINAS) CLT (AS. 184 A 186) CONVENÇÕES COLETIVAS DO ESTADO DE SÃO PAULO NORMAS TÉCNICAS DA ABNT E INTERNACIONAIS DIRETIVAS MÁQUINAS DA UNIÃO EUROPEIA

30 NR 12 MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Alguns dos problemas da NR 12: MAIOR DETALHAMENTO DA NORMA (DE 40 PARA 340 ITENS) REGRAS SUBJETIVAS, IMPRECISAS E POR VEZES, INEXEQUÍVEIS NÃO ESTABELECE LINHA DE COE (MÁQUINAS NOVAS E USADAS) NÃO DISTINGUE OBRIGAÇÕES DE FABRICANTES E USUÁRIOS. REGRAS MAIS RÍGIDAS DO QUE A DE OUTROS PAÍSES, INCLUSIVE DA DIRETIVA EUROPEIA, QUE SERVIU DE PARÂMETRO ALTO IMPACTO ECONÔMICO.

31 NR 12 MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS O que a CNI defende (proposta protocolada no MTE em 06/02/14): REVISÃO DO TEXTO VIGENTE E SUSPENSÃO DA EXIGÊNCIA DAS OBRIGAÇÕES DURANTE ESSE PERÍODO COE TEMPORAL DE OBRIGAÇÕES PARA MÁQUINAS USADAS E NOVAS. OBRIGAÇÕES DIFERENCIADAS PARA FABRICANTES E USUÁRIOS TRATAMENTO DIFERENCIADO PARA AS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO POE INTERDIÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, MEDIANTE GRAVE E IMINENTE RISCO DEVIDAMENTE COMPROVADO POR LAUDO TÉCNICO CIRCUNSTANCIADO E POR ATO DO SUPERINTENDENTEREGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO IN 109, de 04/06/14 Procedimento Especial de Fiscalização: NÃO ATENDE AOS ANSEIOS DOS SEGMENTOS INDUSTRIAIS.

32 NR 12 MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Algumas da ações CNI: APRESENTAÇÃO DE TEXTO DE PROPOSTA PARA FABRICANTES E USUÁRIOS (06/02/14) AUDIÊNCIAS COM O MINISTRO DO TRABALHO E EMPREGO FÓRUM NACIONAL DA INDÚSTRIA ENCONTRO COM A PRESIDENTE DILMA PAICIPAÇÃO NAS REUNIÕES DACOMISSÃO NACIONAL. ENCONTROS SETORIAIS (FEDERAÇÕES, SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES) FORMAÇÃO DE GRUPO JURÍDICO. REUNIÕES COM O MDIC E SECRETARIA DA MPE

33 NR 12 MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Nova proposta de texto do MTE: ENCAMINHADA PARA AS REPRESENTAÇÕES DA COMISSÃO NACIONAL 22/07/2014 DELIBERAÇÃO NA 22ª CNTT DA NR 12 ALTERAÇÃO DE ALGUNS ITENS DA NR Ações da CNI ENCAMINHAMENTO DA PROPOSTA DO MTE PARA MANIFESTAÇÃO, PARA ENCAMINHARMOS RESPOSTA ATÉ O DIA 04/09: * FEDERAÇÕES DA INDÚSTRIA; * ASSOCIAÇÕES INDUSTRIAIS; * GRUPO DE TRABALHO EMPRESARIAL DA NR 12 DA CNI (148 EMPRESAS); * CONSELHO DE RELAÇÕES DO TRABALHO DA CNI.

34 PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES RELAÇÕES DO TRABALHO - MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR

35 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR Foco em temas prioritários das 101 proposta, da Agenda Legislativa e em Previdência e seu processo eletrônico 30 Propostas concretas de modificações normativas (problema, solução e proposta legal) Premissas: mundo do trabalho evoluiu, mas sua legislação continua antiga no Brasil. modernizar e desburocratizar as relações do trabalho no Brasil é urgente e necessário. necessário novo marco regulatório, que privilegie a negociação, o acordo, a segurança jurídica, a produtividade, a redução de custos desnecessários e a ampliação da competitividade. tecnologia deve ser utilizada para desburocratizar relações trabalhistas e previdenciárias. deve-se encontrar equilíbrio e viabilidade nas normas de segurança e saúde do trabalhador (SST).

36 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR PROPOSTAS 1. REDUÇÃO DO INTERVALO INTRAJORNADA PARA REPOUSO E REFEIÇÃO POR NEGOCIAÇÃO COLETIVA Permitir a redução do limite de uma hora para repouso ou alimentação por meio de acordo ou convenção coletiva. 2. TEMPO DE DESLOCAMENTO AO LOCAL DE TRABALHO NÃO COMPUTADO NA JORNADA, SALVO NEGOCIAÇÃO COLETIVA Estabelecer que o tempo despendido pelo empregado até o local de trabalho e para seu retorno, por qualquer meio de transporte, não será computado na jornada de trabalho, salvo o disposto em acordo ou convenção coletiva 3. REDUÇÃO DO PRAZO PARA RECONTRATAÇÃO DO MESMO TRABALHADOR EM CONTRATO POR PRAZO DETERMINADO Reduzir para três meses o prazo de intervalo para recontratação de um mesmo trabalhador em contrato de trabalho por prazo determinado.

37 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR 4. CONCESSÃO DE FÉRIAS COLETIVAS EM ATÉ TRÊS PERÍODOS Permitir a concessão de férias coletivas em até três períodos, com comunicação aos empregados. 5. FRACIONAMENTO DE FÉRIAS INDIVIDUAIS EM ATÉ 3 PERÍODOS Possibilitar o fracionamento das férias individuais em até três períodos anuais para todos os empregados com mais de 18 anos 6. AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHO AOS DOMINGOS E FERIADOS Simplificar a emissão de autorização para trabalho aos domingos e feriados para todos os setores econômicos e categorias de trabalhadores. 7. SISTEMAS ALTERNATIVOS DE PONTO ELETRÔNICO Permitir que as empresas usem outros sistemas eletrônicos de ponto, além do Registrador Eletrônico de Ponto (REP) e dos sistemas admitidos por negociação coletiva.

38 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR 8. ALTERAÇÃO NA LEI DO MOTORISTA PROFISSIONAL Alterar a regulamentação do trabalho dos motoristas profissionais, adequando-a à realidade viária e econômica brasileira. 9. AMPLIAÇÃO DO PERÍODO DE COMPENSAÇÃO DE HORÁRIO EXTRAORDINÁRIO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO POE Ampliar para 1 ano e 6 meses o período para compensação de horário extraordinário para microempresas e empresas de pequeno porte (MPEs). 10. DISPENSA ÀS MICROEMPRESAS E ÀS EMPRESAS DE PEQUENO POE DO RECOLHIMENTO DO DEPÓSITO RECURSAL Isentar as microempresas e as empresas de pequeno porte do recolhimento do depósito recursal.

39 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR 11. CONDICIONAR A CONCESSÃO DO SEGURO-DESEMPREGO À QUALIFICAÇÃO E À DISPONIBILIDADE DO TRABALHADOR EM RECOLOCAR- SE NO MERCADO DE TRABALHO Alterar os requisitos de concessão do seguro-desemprego para condicioná-lo à qualificação e à disponibilidade do trabalhador em recolocar-se formalmente no mercado de trabalho. 12. NÚMERO DE APRENDIZES COM DEFICIÊNCIA CONTRATADOS PELA EMPRESA COMPUTADOS TAMBÉM NO NÚMERO DE VAGAS RESERVADAS ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Permitir que o número de aprendizes com deficiência contratados pela empresa seja considerado no número de vagas reservados às pessoas com deficiência. 13. DESONERAÇÃO DAS BOLSAS DE ESTUDOS Isentar de encargos previdenciários as bolsas de estudos concedidas por empresas aos trabalhadores.

40 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR 14. EXPANSÃO DOS BENEFÍCIOS TRIBUTÁRIOS DO PROGRAMA DE ALMENTAÇÃO DO TRABALHADOR PARA AS EMPRESAS OPTANTES PELO REGIME DE LUCRO PRESUMIDO Estender os benefícios tributários relativos ao Programa de Alimentação do Trabalhador PAT às empresas optantes pelo regime tributário de lucro presumido. 15. ISENÇÃO DE CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE O AVISO PRÉVIO INDENIZADO Isentar expressamente o aviso prévio indenizado da contribuição previdenciária. 16. EXTINÇÃO DA MULTA ADICIONAL DE 10% SOBRE O FGTS Extinguir a multa adicional de 10% sobre o FGTS, nos casos de demissão sem justa causa.

41 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR 17. SUSTAÇÃO DA NORMA REGULAMENTADORA Nº 12 DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (MTE) QUE TRATA DE SEGURANÇA EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Sustar a Norma Regulamentadora nº 12 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que trata da segurança em máquinas e equipamentos. 18. FIXAÇÃO DE COMPETÊNCIA E CRITÉRIOS PARA O ATO DE INTERDITAR ESTABELECIMENTO OU EMBARGAR OBRAS Estabelecer competência e critérios para os atos de interditar estabelecimento e embargar obra, fundados na caracterização do grave e iminente risco. 19. UNIFICAÇÃO DOS CRITÉRIOS DE CARACTERIZAÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO Especificar as hipóteses de definição dos nexos acidentários de forma a reduzir divergências na classificação de acidentes de trabalho.

42 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR 20. VINCULAÇÃO DOS NEXOS ACIDENTÁRIOS, APÓS A RESCISÃO CONTRATUAL, A EXISTÊNCIA DE PROVAS E O CONHECIMENTO DO EMPREGADOR Atribuir os nexos acidentários após a rescisão contratual apenas se houver prova cabal de existência do nexo causal entre o acidente e as atividades realizadas pelo empregado na empresa e participação do ex-empregador no processo administrativo. 21. ACESSO ÀS CATs POR MEIO ELETRÔNICO Tornar disponíveis as Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) em meio eletrônico. 22. ACESSO DAS EMPRESAS A INFORMAÇÕES SOBRE EMPREGADO AFASTADO Tornar disponíveis em meio eletrônico informações para as empresas sobre a situação do empregado afastado.

43 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR 23. ACESSO AO ANDAMENTO DOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS E SUA DISPONIBILIZAÇÃO EM MEIO ELETRÔNICO Possibilitar aos empregados e às empresas a consulta do andamento dos processos administrativos, por meio eletrônico, mediante inserção de senha de identificação e disponibilização de cópia integral do processo administrativo. 24. EFEITO SUSPENSIVO PARA RECURSOS EM MATÉRIA ACIDENTÁRIA Atribuir efeito suspensivo para recursos de acidente típico, nexo profissional e nexo individual. 25. REGULARIZAÇÃO DA LICENÇA MÉDICA DO TRABALHADOR EM CASO DE DISCORDÂNCIA DO LAUDO DE ALTA MÉDICA DO INSS Normatizar a situação de alta médica pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) nos casos em que é verificada inaptidão pelo médico do trabalho da empresa.

44 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR 26. EXCLUSÕES NO CÁLCULO DO FAP Excluir do cálculo do Fator Acidentário de Prevenção (FAP) acidentes de trajeto e as ocorrências noticiadas por Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) que não são emitidas pela empresa, e as com afastamento inferior a 15 dias. 27. DISPONIBILIZAÇÃO DOS DADOS UTILIZADOS PARA O CÁLCULO DO FAP E MUDANÇA NA METODOLOGIA DESSES CÁLCULOS Disponibilizar todos os dados utilizados para o cálculo do FAP para as empresas e alterar a metodologia desses cálculos para não incluir taxa de sobrevida em índice que compõe o cálculo. 28. METAS DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO PARA FINS DE PAICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS Permitir que sejam firmadas metas de segurança e saúde do trabalhador para fins de participação nos lucros ou resultados da empresa.

45 MODERNIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO TRABALHISTA: PROPOSTAS PARA AVANÇAR 29. CRIAÇÃO DE CONSELHO DE RECURSOS ADMINISTRATIVOS NO MTE Criar Conselho de Recursos do Ministério do Trabalho e Emprego CRMTE, de natureza tripartite, para julgar os recursos apresentados em face de decisões que imponham penalidade por infração da legislação do trabalho. 30. EMISSÃO DA CAEIRA DE TRABALHO EM MEIO ELETRÔNICO Instituir o registro eletrônico de informações funcionais em substituição à carteira em meio físico.

46 AGENDA DE RELAÇÕES DO TRABALHO ALGUNS TEMAS EM RELAÇÕES DO TRABALHO

47 AGENDA DE RELAÇÕES DO TRABALHO Aprendizes Convenção 158 da OIT Deficientes Diálogo com instituições do trabalho Encargos Trabalhistas FGTS Multa adicional de 10% Em Demissão Fiscalização Trabalhista Gênero e Raça Homolognet Lei do Motorista Migração PAT PLR Ponto Eletrônico Redução da jornada de trabalho E Social Terceirização Trabalho Escravo Trabalho Infantil Sindical Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES) Registro sindical (ADI 4126) Portaria 186 Quadro de atividades (CLT art. 577) Reforma sindical Economia do Trabalho Custos do trabalho Desemprego e informalidade

48 AGENDA DE RELAÇÕES DO TRABALHO Segurança e Saúde no Trabalho e Previdência Condições Sanitárias e de conforto Construção Civil Embargo e Interdições Energia Elétrica Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho Insalubridade Máquinas e Equipamentos Periculosidade Radiação Ionizante Trabalho em altura FAP Fator Acidentário de Prevenção NTEP Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário Perícia Médica Reabilitação RAT - Riscos ambientais do Trabalho Algumas representações nacionais e internacionais OIT OIE Mercosul C/MTE Plano Brasil Maior CTPP/MTE CTSST/MTE CNPS

49 OBRIGADO Pablo Rolim Carneiro

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