Reforma em sede de IRC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Reforma em sede de IRC"

Transcrição

1 Reforma em sede de IRC Janeiro de 2014

2 Reforma Tributação Sociedades IRC REFORMA IRC IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLECTIVAS - Lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro Transparência Fiscal O regime da transparência fiscal passa a ser extensível às sociedades cujos rendimentos provenham em mais de 75% do exercício conjunto ou isolado de actividades profissionais especificamente previstas na lista do artigo 151.º do Código do IRS, desde que cumulativamente, em qualquer dia do período de tributação, o número de sócios não seja superior a 5, nenhum deles seja pessoa colectiva de direito público, e pelo menos 75% do capital social seja detido por profissionais que exercem as referidas actividades, total ou parcialmente, através da sociedade. Isenções Lucros e Reservas colocados à disposição de entidade não residente Participação mínima exigida de 5% do capital social ou dos direitos de voto. Detenção da participação mencionada de modo ininterrupto durante os 24 meses anteriores à distribuição. Passam a estar isentos os lucros e reservas colocados à disposição de uma entidade residente num Estado-Membro que tenha celebrado uma Convenção bilateral de Dupla Tributação que preveja cooperação administrativa no domínio da fiscalidade equivalente à estabelecida no âmbito da União Europeia, e desde que a beneficiária esteja sujeita no Estado da sua residência a uma tributação a uma taxa legal não inferior a 60% do IRC. Estão igualmente isentos os lucros e reservas distribuídos por uma sociedade residente fiscal em Portugal a um estabelecimento estável situado noutro Estado-Membro da União Europeia ou Espaço Económico Europeu. Periodização do lucro tributável Não concorrem para a formação do lucro tributável, no caso de empreendimentos conjuntos que sejam sujeitos passivos de IRC, os rendimentos ou gastos e outras variações patrimoniais decorrentes da aplicação do método de consolidação proporcional. Apenas concorrem para a formação do lucro tributável os ajustamentos decorrentes da aplicação do justo valor em instrumentos de capital próprio, com preço formado em mercado regulamentado, se a participação no capital for inferior a 5%. Contratos de construção Quando, nos termos da normalização contabilística, o desfecho de um contrato de construção não possa ser estimado de forma fiável, considera-se o método do lucro nulo, i.é, considera-se que o rédito do contrato corresponde aos gastos totais do mesmo. Subsídios São aprovadas as seguintes regras de inclusão dos subsídios no lucro tributável: Activos intangíveis sem vida útil definida 20 anos, independentemente do recebimento; Propriedades de investimento e activos biológicos não consumíveis, majorados ao justo valor durante o período máximo de vida útil, independentemente do recebimento. Este regime não se aplica em caso de operações de fusão, cisão ou entrada de activos quando seja aplicado o regime de neutralidade fiscal, ao goodwill associado a participações sociais e aos activos intangíveis adquiridos a entidades residentes em paraísos fiscais. Gastos e Perdas A dedutibilidade fiscal dos gastos e perdas deixa de estar condicionada à regra da indispensabilidade, passando a ser aplicada a regra da dedutibilidade dos gastos e perdas incorridos ou suportados para obter ou garantir os rendimentos sujeitos a IRC. 3

3 Como condição de dedutibilidade os gastos devem ser comprovados documentalmente; Este documento comprovativo, na aquisição de bens e serviços, terá que conter os seguintes elementos: (i) Nome ou denominação Social do fornecedor dos bens ou prestador dos serviços e do adquirente ou destinatário; (ii) NIF do prestador do serviço ou fornecedor dos bens, bem como do respectivo adquirente ou destinatário; (iii) quantidade e denominação usual dos bens adquiridos ou dos serviços prestados; (iv) valor da contraprestação, designadamente o preço; (v) data em que os bens foram adquiridos ou os serviços foram realizados. Sempre que o fornecedor dos bens ou prestador de serviços esteja obrigado à emissão de factura, o documento comprovativo das aquisições de bens e serviços deverá obrigatoriamente assumir esta forma. Encargos não dedutíveis Para além dos encargos não dedutíveis já existentes, não são dedutíveis para efeitos da determinação do lucro tributável, mesmo quando contabilizados como gastos do período de tributação, os seguintes encargos: i. Tributações autónomas; ii. iii. iv. A dedução dos juros e outras formas de remuneração de suprimentos considerados excessivos deixa de ter por referência a taxa Euribor a 12 meses na data da operação, passando a ter por referência apenas a taxa a definir por Portaria; Passou a estar expressamente previsto no CIRC que esta norma não se aplica quando for aplicável a norma sobre preços de transferência; Encargos cujo documento de suporte não cumpra com os requisitos legais; Juros de mora; v. Impostos, taxas e outros tributos que incidam sobre terceiros que o sujeito passivo não esteja legalmente obrigado a suportar; vi. Menos-valias e outras perdas relativas a instrumentos de capital próprio, na parte que correspondam a mais-valias e a lucros que tenham, no próprio exercício ou nos últimos quatro anos, beneficiado do regime de participation exemption ou do crédito por dupla tributação económica internacional. Depreciações e Amortizações São aceites como gastos as depreciações e amortizações de elementos do ativo sujeitos a deperecimento, considerando-se como tais os ativos fixos tangíveis e os ativos intangíveis, os ativos biológicos que não sejam consumíveis e as propriedades de investimento contabilizados ao custo de aquisição. É aceite como gasto fiscal, em partes iguais, a depreciação fiscal por um período de 20 anos das marcas, alvarás, processos de produção, modelos ou outros direitos assimilados, adquiridos a título oneroso e sem vigência temporal limitada, e do goodwill adquirido numa concentração. Tal não se aplica quando: i) os ativos intangíveis tenham sido adquiridos numa operação efetuada ao abrigo do regime de neutralidade fiscal ou adquiridos a entidades sujeitas a um regime fiscal claramente mais favorável; ii) ou quando o goodwill respeite a participações sociais. Aplica-se apenas aos ativos adquiridos em ou após 1 de janeiro de O prazo para se requerer autorização para utilização de outro método para além do método da linha reta e das quotas decrescentes, foi estendido até ao termo do período de tributação em que os métodos são utilizados. As taxas de depreciações de componentes, de grandes reparações e beneficiações ou de benfeitorias, são calculados com base no período de vida útil esperada. Para efeitos de determinação do valor depreciável ou amortizável não são consideradas (i) as despesas de desmantelamento e (ii) deduz-se o valor residual. Perdas por imparidade de Créditos Os juros pelo atraso no cumprimento de obrigação são incluídos no valor das perdas por imparidade dedutíveis para efeitos fiscais, relativamente aos créditos resultantes da actividade normal do sujeito passivo. 4

4 Considera-se que os créditos de cobrança duvidosa são devidamente justificados no caso em que o devedor esteja abrangido pelo SIREVE. Não se consideram créditos de cobrança duvidosa os (i) sobre pessoas singulares ou colectivas que detenham directa ou indirectamente mais de 10% do capital; (ii) sobre participadas detidas, directa ou indirectamente, em mais de 10% do capital. Créditos incobráveis Foi revogada a norma que estabelecia que a dedutibilidade dos créditos incobráveis dependia da existência de prova da comunicação ao devedor do reconhecimento do gasto para efeitos fiscais e foram clarificados os processos em que se considera verificado o risco de incobrabilidade: (i) processo de execução; (ii) processo de insolvência; (iii) processo especial de revitalização ou procedimento de recuperação de empresas por via extrajudicial ao abrigo do SIREVE. Mais-valias e menos-valias Passam a considerar-se transmissões onerosas, entre outras, (i) a remição e amortização de participações sociais com redução de capital; e (ii) a anulação de partes de capital por redução de capital social destinada à cobertura de prejuízos quando o sócio de uma sociedade, em consequência da respectiva anulação, deixe de nela deter qualquer participação. Estabelece-se expressamente o critério FIFO na transmissão de partes de capital da mesma natureza e que confiram idênticos direitos. O sujeito passivo pode optar pela aplicação do custo médio ponderado na determinação do custo de aquisição da partes de capital, caso em que (i) não é aplicável a correcção monetária; (ii) a opção deve ser aplicada a todas as partes de capital da mesma carteira e ser mantida por um período mínimo de três anos. Foi revogado o regime de reinvestimento às partes de capital; O regime de reinvestimento passa a ser também aplicável aos activos intangíveis, mas deixa de ser aplicável às propriedades de investimento. Realizações de utilidade social Estão abrangidos pelo regime aplicado aos seguros de saúde ou doença dos trabalhadores, os mesmos seguros de saúde e de doença contratados para os familiares dos trabalhadores. Participation Exemption Dividendos, maisvalias e menos-valias Nos termos deste regime, os lucros e reservas distribuídos, bem como as mais e menos-valias realizadas por sujeitos passivos de IRC, com sede ou direcção efectiva em Portugal, não concorram para a determinação do lucro tributável, desde que se verifique, cumulativamente, as seguintes condições: i. O sujeito passivo detenha uma participação não inferior a 5% do capital social ou dos direitos de voto da entidade que distribui os lucros ou cuja transmissão onerosa do capital dê lugar a uma maisvalia; ii. iii. iv. É necessária uma participação durante um período mínimo de vinte e quatro meses, de forma ininterrupta. No caso dos dividendos, a participação poderá ser detida por um período inferior, desde que seja posteriormente mantida com vista a completar este período.; O sujeito passivo não seja abrangido pelo regime da transparência fiscal; A entidade que distribui os lucros ou cujo capital é objecto de transmissão, esteja sujeita e não isenta de IRC, a uma taxa legal mínima de pelo menos 60% da taxa do IRC; Não cumprindo esta condição, terá que cumulativamente preencher as seguintes condições: a) Os respectivos lucros ou rendimentos provenham em, pelo menos, 75% do exercício de uma actividade agrícola ou industrial no território onde estão estabelecidos ou do exercício de uma actividade comercial ou de prestação de serviços que não esteja dirigida predominantemente ao mercado do território em que se situa; b) A actividade principal da entidade não residente não consista na realização das seguintes operações: 1) Operações próprias da actividade bancária, mesmo que não exercida por instituições de crédito; 5

5 2) Operações relativas à actividade seguradora, quando os respectivos rendimentos resultem predominantemente de seguros relativos a bens situados fora do território de residência da entidade ou organismo ou de seguros respeitantes a pessoas que não residam nesse território; 3) Operações passivas, designadamente as relativas a detenção de partes de capital inferiores a 5% do capital social ou dos direitos de voto, ou outros valores mobiliários, a direitos da propriedade intelectual ou industrial, à prestação de informações respeitantes a uma experiência adquirida no sector industrial, comercial ou científico ou à prestação de assistência técnica; 4) Locação de bens, excepto de bens imóveis situados no território de residência. iv. A entidade que distribui lucros ou cuja participação é objecto de transmissão onerosa, não poderá ter residência ou domicílio em paraíso fiscal. Este regime não é aplicável às mais e menos valias realizadas com a transmissão de partes sociais quando o valor dos imóveis detidos pela participada representa mais de 50% do respectivo activo, salvo os imóveis afectos a uma actividade agrícola, industrial ou comercial que não seja a de locação ou compra e venda de imóveis). Para o referido cálculo da percentagem de imóveis, apenas se consideram os imóveis adquiridos em ou após 1 de Janeiro de Este regime é aplicável às mais valias suspensas realizadas antes de Eliminação da Dupla Tributação Económica Internacional - Crédito de Imposto Foi introduzido um regime de crédito de imposto por dupla tributação económica internacional, aplicável por opção do sujeito passivo que receba lucros ou reservas aos quais não seja aplicável o regime de participation exemption, desde que aquele detenha ou venha a deter, uma participação não inferior a 5% por um período mínimo de vinte e quatro meses (ou, caso não se verifique aquando da distribuição, seja mantido durante o tempo necessário para completar este período). Sendo feita a opção pelo crédito de imposto, o método de crédito imposto é o da imputação ordinária. O crédito de imposto por dupla tributação internacional não é aplicável quando os rendimentos sejam, directa ou indirectamente, distribuídos por entidades residentes em paraísos fiscais. O crédito de imposto por dupla tributação que não for deduzido no exercício em que for gerado, poderá ser utilizado nos cinco exercícios seguintes. Prejuízos Fiscais O prazo de reporte de prejuízos fiscais é alargado para 12 períodos de tributação, relativamente aos prejuízos gerados a partir de 01 de Janeiro de O reporte de prejuízos passa a ser limitado a 70% do respectivo lucro tributável (actualmente, 75%); Deixa de implicar a perda do direito de reporte de prejuízos os actos de modificação do objecto social ou alteração substancial de actividade. Mantém-se a regra de perda do direito ao reporte de prejuízos nos casos de alteração de, pelo menos, 50% do capital social ou da maioria dos direitos de votos. Esta perda não se aplica nas seguintes situações: a. Alterações das quais signifique a passagem da titularidade do capital social ou dos direitos de voto de directa para indirecta ou de indirecta para directa; b. Decorrentes de operações efectuadas ao abrigo do regime especial de neutralidade fiscal; c. Decorrentes de sucessões por morte; d. Quando o adquirente detenha ininterruptamente, directa ou indirectamente, mais de 20% do capital social ou da maioria dos votos da sociedade desde o início do período de tributação a que respeitam os prejuízos; e. Quando o adquirente seja trabalhador ou membro de órgãos sociais da sociedade, pelo menos desde o início do período de tributação a que respeitam os prejuízos. Lucros e Prejuízos Fiscais de EE situado fora de território português É estabelecido um regime opcional de não concorrência, para a determinação do lucro tributável do sujeito passivo, dos lucros e dos 6

6 prejuízos fiscais imputáveis a estabelecimento estável situado fora do território português A aplicação deste regime tem como condição que o EE não esteja situado em paraíso fiscal, nem esteja isento de imposto similar ao IRC e previsto na Directiva Mães e Filhas ou sujeito a uma taxa de imposto inferior a 60% da taxa nominal de IRC. A isenção não será aplicável aos lucros imputáveis ao estabelecimento estável até ao montante dos prejuízos fiscais do estabelecimento estável que concorreram, nos últimos 12 períodos de tributação anteriores, para a determinação do lucro tributável dos sujeitos passivos em Portugal. Esta opção deve abranger todos os EE situados na mesma jurisdição e deve ser mantida por um período obrigatório de 3 anos a contar da data em que se inicie a sua aplicação. No caso de se vir a verificar o fim da aplicação deste regime de isenção decorrente da transformação do EE em sociedade os lucros e reservas distribuídos por essa nova entidade não beneficiarão do regime de participation exemption até ao montante dos lucros e reservas do estabelecimento que não tenham sido incluídos no lucro tributável do sujeito passivo em Portugal nos 12 períodos de tributação anteriores. Entidades Não residentes Lucro Tributável de EE São aceites como gastos os encargos gerais de administração que seriam normalmente contratados, aceites e praticados entre entidades independentes, deixando de ser aplicado o critério de razoabilidade aceites pela Autoridade Tributária. Normas CFC Controlled Foreign Company Alteram-se as regras de determinação dos regimes fiscais privilegiados, eliminandose a referência ao imposto efectivamente pago correspondesse a um valor igual ou menor que 60% do imposto que seria devido em território português, substituindo-se por um critério com base na taxa de imposto, que deverá ser inferior a 60% da taxa geral de IRC legalmente prevista (No caso 60% x 23% = 13,8%). Deixa de se qualificar para o âmbito de aplicação das normas CFC as entidades não residentes sujeitas a um regime fiscal privilegiado cuja actividade principal não consista na realização de operações relativas a partes representativas de menos de 5% do capital social ou direitos de voto. Redução de Capital Social Apenas há rendimento tributável quando o montante entregue aos sócios em resultado da redução do capital, exceda o valor de aquisição das respectivas partes de capital. Acções Próprias É clarificado que os resultados com a transmissão de acções próprias não relevam fiscalmente. Regime de neutralidade Fiscal Alargamento do âmbito objetivo do regime de neutralidade fiscal das operações de restruturação societária, o qual passa a ser aplicável às seguintes operações: i) Fusão da globalidade do património de uma sociedade noutra sociedade existente, cujo capital social é detido na totalidade pela sociedade fundida (fusão inversa); ii) Fusão da globalidade do património de uma sociedade noutra sociedade existente quando a totalidade do capital social de ambas seja detida pelo mesmo sócio (fusão com sociedade irmã); iii) Cisão-fusão de um ou mais ramos de atividade na sociedade detentora da totalidade do capital social da sociedade cindida (cisão-fusão com sociedade-mãe); iv) Cisão-fusão de um ou mais ramos de atividade em sociedade existente, quando a totalidade do capital social de ambas seja detida pelo mesmo sócio (cisão-fusão com sociedade irmã); v) Cisão-fusão de um ou mais ramos de atividade em sociedade cujo capital social é detido na totalidade pela sociedade cindida (cisão-fusão inversa). Os prejuízos fiscais das sociedades fundidas ao abrigo deste regime de neutralidade fiscal podem ser transmitidos para a sociedade beneficiária, dentro de certas condições. Os benefícios fiscais e saldos apurados no âmbito da limitação da dedutibilidade dos gastos de financiamento líquidos podem ser transmitidos para a sociedade beneficiária, dentro de certas condições. Esta possibilidade de transmissão pode ser extensível a operações de cisão e entrada de activos mediante autorização de membro do Governo responsável pelas Finanças. 7

7 As mais ou menos valias resultantes da anulação de partes sociais da sociedade fundida na sociedade beneficiária não concorrem para a formação do lucro tributável. Fusões, cisões, entrada de activos ou permutas de parte da capital quando não abrangidas pelo regime de neutralidade fiscal Nas operações de fusão, cisão, entrada de activos ou permuta de acções em que não é aplicável o regime da neutralidade fiscal, o facto tributário sujeito verifica-se ao nível da sociedade transmitente, sendo que à mais-valia gerada não é aplicável o regime do reinvestimento. Liquidação de sociedades Clarifica-se que, para efeitos de tributação dos sócios, ao valor atribuído a cada um deles em resultado da partilha é abatido não só o valor de aquisição das suas participações sociais, assim como o valor de outros instrumentos de capital próprio. O resultado positivo da partilha resultante de liquidações de sociedades é qualificado como mais-valia. A mais-valia é tributável, excepto se abrangida pelo regime de participation exemption. No caso de menos-valias elas serão integralmente dedutíveis pelo montante que exceder a soma de prejuízos fiscais deduzidos no âmbito da aplicação do RETGS e dos lucros e reservas distribuídos pela sociedade tenham beneficiado do regime de participation exemption, quando as participações tenham sido detidas por um período igual ou superior a 4 anos. Estabelece-se ainda que caso um dos sócios (ou uma entidade relacionada) da sociedade liquidada prossiga a atividade desenvolvida por esta nos quatro períodos de tributação seguintes à liquidação, será acrescido ao lucro tributável desse sócio o valor da menos-valia deduzida, majorada em 15% Redomiciliação de Sociedades - Exit Tax A transferência da residência de uma sociedade com sede ou direcção efectiva em território nacional para fora deste território é sujeita a exit tax, embora o pagamento de imposto seja diferido, caso a transferência seja feita para um Estado Membro da EU ou do EEE, mediante certas condições. Este regime aplica-se igualmente, com as devidas adaptações, no caso de transferência dos elementos patrimoniais afectos a estabelecimento estável em Portugal de entidades não residentes. Pagamentos Por Conta Os sujeitos passivos ficam dispensados de efectuar pagamentos por conta quando o imposto do período de tributação de referência for inferior a 200,00. Pagamentos Especiais Por Conta (PEC) O PEC passa a ser dedutível à colecta até ao sexto período de tributação, deixando o reembolso, no final desse período, de depender de inspeção fiscal. Ficam dispensados da obrigação de efectuar o PEC os sujeitos passivos que optem pela tributação pelo regime simplificado. As alterações ao PEC apenas são aplicáveis aos referentes a períodos de tributação que se iniciem em ou após 1 de janeiro de Obrigações Acessórias Passa a ser admitida a utilização de certificados de residência no formato do Estado de Residência do beneficiário relativamente às seguintes situações: a. Para aplicação de ADT; b. Para aplicação do regime de Participation Exemption; c. Para aplicação da Directiva UE sobre Juros e Royalties. É alargado para 12 anos a obrigação de manutenção de arquivo da documentação fiscalmente relevante. Limitação à dedutibilidade de encargos financeiros Diminuição do valor absoluto para efeitos de limitação à dedutibilidade dos gastos financeiros para ,00, mantendo-se a possibilidade de se aceitar como gasto até 30% do resultado antes de depreciações, amortizações, gastos de financiamento líquido e impostos, se superior. O reporte de gastos de financiamento deixa de poder ser utilizado conjuntamente com os gastos de financiamento desse período, passando apenas 8

8 a ser deduzido após a consideração dos gastos de financiamento líquidos desse mesmo período. Aplicação do critério FIFO para identificação dos gastos de financiamento líquidos não dedutíveis na parte não utilizada do limite que deva acrescer ao montante máximo dedutível nos períodos seguintes. No caso de sociedades no perímetro do RETGS, a sociedade dominante pode optar pela aplicação do limite de gastos de financiamento líquidos do grupo. Neste caso, o limite para a dedutibilidade ao lucro tributável é de , independentemente do número de sociedades pertencentes ao grupo ou, quando superior, a 30%d calculado com base no resultado antes de depreciações, amortizações, gastos de financiamentos líquidos e impostos consolidado relativo à totalidade das sociedades do Grupo. A possibilidade de reporte dos gastos líquidos de financiamento e o reporte da parte não utilizada do limite máximo deixa de ser aplicável quando se verificar, à data do termo do período de tributação, que se verificou a alteração da titularidade de mais de 50% do capital social ou da maioria dos direitos de voto, salvo em algumas situações identificadas no n.º 9 do artigo 52.º do CIRC ou obtida autorização do membro do Governo responsável pela área das Finanças em caso de reconhecido interesse económico. Taxas A taxa de IRC é reduzida para 23%. No caso de sujeitos passivos que exerçam, diretamente e a título principal, uma atividade económica de natureza agrícola, comercial ou industrial que sejam qualificados como pequena ou média empresa, a taxa de IRC aplicável aos primeiros de matéria coletável é de 17%. Encontra-se prevista a descida gradual da taxa de IRC nos próximos anos, com o objetivo final de a fixar entre 17% e 19% em Esta redução encontra-se dependente da evolução da situação económica e financeira do país e da ponderação realizada por uma comissão de monitorização dos efeitos da reforma do IRC Derrama Municipal A Derrama Municipal manterá uma taxa máxima de 1,5% sobre lucro tributável, a aplicar de acordo com o definido localmente pelos municípios. Derrama Estadual A Derrama Estadual será aplicada nos seguintes termos: i) 3% sobre lucro tributável superior a 1,5M ; ii) 5% sobre lucro tributável superior a 7,5M ; iii) 7% sobre lucro tributável superior a 35M ; Tributação Autónoma Os encargos com viaturas ligeiras de passageiros, motos ou motociclos, excluindo veículos elétricos, passam a estar sujeitos a tributação autónoma de acordo com as seguintes taxas: i. 10% - se o custo de aquisição for inferior a ,00; ii. iii. 27,5% - se o custo de aquisição for igual ou superior a ,00, mas inferior a ,00; 35% - se o custo de aquisição for superior a ,00. Estas taxas são elevadas em 10 pontos percentuais em caso de entidades que apresentem prejuízos fiscais. A tributação autónoma deixa de ser aplicável: i. a despesas incorridas por EE situados fora de Portugal, relativas à atividade exercida por seu intermédio; ii. aos encargos com viaturas automóveis relativamente às quais tenha sido celebrado acordo escrito, entre a empresa e o colaborador, que preveja a utilização da viatura para fins pessoais. A taxa de tributação autónoma aplicável aos lucros distribuídos por entidades sujeitas a IRC a sujeitos passivos que beneficiem de isenção total ou parcial abrangendo, neste caso, os rendimentos de capitais, quando as partes sociais a que respeitam os lucros não tenham permanecido na titularidade do mesmo sujeito passivo, de modo ininterrupto, durante o ano anterior à data da sua colocação à disposição e não venham a ser mantidas durante o tempo necessário para completar esse período. é reduzida para 23%. Regime Simplificado Reintroduziu-se o regime simplificado de determinação da matéria colectável de sujeitos passivos, não isentos nem sujeitos a um regime especial de tributação, que exerçam a título principal uma actividade de natureza comercial, 9

9 industrial ou agrícola e que preencham cumulativamente as seguintes condições: a. Tenham obtido, no período de tributação imediatamente anterior, um montante anual ilíquido de rendimento não superior a ,00; b. O total do seu balanço, relativo ao período de tributação imediatamente anterior, não exceda ,00; c. Não estejam legalmente obrigados à revisão legal de contas; d. O capital social não seja detido em mais de 20%, directa ou indirectamente, por entidades não preencham nenhuma das condições previstas nas alíneas anteriores, excepto quando sejam sociedades de capital de risco ou investidores de capital de risco; e. Adoptem o regime de normalização contabilística para as microentidades, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 36-A/2001, de 09 de Março; f. Não tenham renunciado a aplicação do regime nos três anos anteriores, com referência à data em que se inicia a aplicação do regime. A matéria colectável relevante para efeitos de aplicação do regime simplificado obtém-se através da aplicação dos seguintes coeficientes: a. 0,04 das vendas de mercadorias e produtos, bem como das prestações de serviços efectuadas no âmbito das actividades hoteleiras e similares, restauração e bebidas; b. 0,75 dos rendimentos das actividades profissionais constantes da tabela a que se refere o artigo 151.º do CIRS; c. 0,10 dos restantes rendimentos de prestações de serviços e subsídios destinados à exploração; d. 0,30 dos subsídios não destinados à exploração; e. 0,95 dos rendimentos provenientes de contratos que tenham por objecto a cessão ou utilização temporária da propriedade intelectual ou industrial ou a prestação de informações respeitantes a uma experiência adquirida ni sector industrial, comercial ou científico, dos outros rendimentos de capitais, do resultado positivo de rendimentos prediais, do saldo positivo da mais e menos-valias e dos restantes incrementos patrimoniais; f. 1,00 do valor de incrementos patrimoniais obtidos a título gratuito determinado nos termos do n.º 2 do artigo 21.º do CIRC. Os sujeitos passivos abrangidos pelo regime simplificado de determinação da matéria colectável ficam dispensados de: i. Tributações autónomas relativamente a despesas de representação dedutíveis, a ajudas de custo e a deslocações em viatura própria, dedutíveis, incorridas ao serviço do sujeito passivo e não faturadas a clientes, os lucros distribuídos por sociedades sujeitas a IRC quando as partes sociais a que respeitam os lucros não tenham permanecido na titularidade do mesmo sujeito passivo durante 1 ano, bem como sobre determinadas indemnizações e bónus pagos a órgãos diretivos. ii. Obrigação de efectuar Pagamentos Especiais por Conta. Os sujeitos passivos podem adotar o regime de normalização contabilística para as microentidades (independentemente do número de trabalhadores). RETGS Ao nível do RETGS, são consagradas as seguintes alterações: i. Diminuição da percentagem de detenção mínima para integração de uma sociedade no perímetro do grupo de 90% para 75%; ii. iii. iv. Passa a permitir-se a participação de sociedades residentes noutro Estado Membro da EU ou do EEE, neste caso desde que exista obrigação de cooperação administrativa no domínio da fiscalidade equivalente à estabelecida no âmbito da UE, que sejam detidas directa ou indirectamente em, pelo menos, 75% pela sociedade dominante. A não comunicação de alterações na composição do grupo deixou de ter como efeito a cessação automática do regime; Prevê-se a possibilidade de continuidade de aplicação do RETGS caso se verifique a alteração da sociedade dominante, mediante comunicação à AT, nos 30 dias seguintes à data de verificação desse facto; neste caso, e desde que em situações de reconhecido interesse económico, a dedutibilidade dos prejuízos anteriores fica condicionada a autorização por parte do membro do Governo responsável pelas Finanças. 10

10 Retenções na Fonte Ficam dispensados de retenção na fonte, quando esta tenha a natureza de imposto por conta, os juros e outros rendimentos resultantes de contratos de suprimento, papel comercial ou obrigações, pagos a detentores directos ou indirectos de mais de 10% do capital social, durante o ano anterior à data de colocação à disposição dos rendimentos. Preços de Transferência Foi revisto o conceito de relações especiais, nomeadamente através do aumento de 10% para 20% da participação no capital social para qualificação como entidades vinculadas, da clarificação da noção de relação de domínio societário e do conceito de dependência económica; As regras de preços de transferência passam a ser aplicadas nas relações entre uma entidade residente e os seus EE situados fora do território português ou entre estes EE. atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola; e iv) Caso o cessionário seja uma entidade relacionada, os direitos de propriedade industrial não podem ser utilizados para criar gastos dedutíveis para o sujeito passivo. Para efeitos da eliminação da dupla tributação jurídica internacional (i.e quando os rendimentos sejam obtidos no estrangeiro e sujeitos a retenção na fonte), consideram-se apenas 50% desses rendimentos para o cálculo do correspondente crédito de imposto. O regime aplica-se apenas a ativos registados a partir de 1 de Janeiro de Rendimentos de patentes e outros direitos de propriedade industrial É introduzido um regime fiscal próprio para rendimentos de patentes e outros direitos de propriedade industrial (patent box) que prevê a atribuição de uma isenção parcial (50%) de IRC a sociedades exploradoras de patentes ou outros direitos de propriedade intelectual, como sejam modelos ou projetos industriais protegidos por direitos de propriedade intelectual. A isenção aplica-se a uma proporção dos lucros auferidos através da cessão ou utilização temporária e alienação dos direitos de propriedade intelectual. Para além do mais, na medida em que a isenção é aplicável ao rendimento bruto, os gastos suportados com o desenvolvimento dos direitos de propriedade intelectual permanecem dedutíveis na totalidade. Para aplicação da isenção parcial devem preencher-se os seguintes requisitos: i) Os direitos de propriedade intelectual devem resultar de atividades de investigação e desenvolvimento realizadas ou contratadas pelo sujeito passivo; ii) O cessionário não pode ser residente numa jurisdição sujeita a um regime fiscal claramente mais favorável; iii) O cessionário deve utilizar os direitos de propriedade intelectual na prossecução de uma 11

11 A presente Informação destina-se a ser distribuída entre Clientes e Colegas e a informação nela contida é prestada de forma geral e abstracta, não devendo servir de apoio a uma decisão sem acompanhamento profissional qualificado e dirigido ao caso concreto. O conteúdo desta Informação não pode ser reproduzido, no seu todo ou em parte. Caso deseje obter informação adicional sobre esta matéria, por favor contacte: Elsa Rodrigues Coordenação Equipa de Tax Ricardo Peão Sara Botelho de Almeida Tânia Albuquerque de Almeida 12

12 Rua Castilho, nº 75, 8º Dto LISBOA PORTUGAL * Tel (351) * Fax (351) * URL: NIPC * Registo OA 64/04 * Capital social ,00 13

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

CIRCULAR. Gabinete Jurídico-Fiscal

CIRCULAR. Gabinete Jurídico-Fiscal CIRCULAR Gabinete Jurídico-Fiscal N/REFª: 41/2014 DATA: 02 de Junho de 2014 Assunto: O IRC e a Reorganização das Estruturas Empresariais Exmos. Senhores, Para conhecimento, junto enviamos a Circular nº

Leia mais

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 1 IRC 2 Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros Distribuídos Na sociedade detentora Eliminação da Dupla Tributação nos Lucros auferidos

Leia mais

16 Janeiro 2014. Reforma do IRC Especial Tax News Flash

16 Janeiro 2014. Reforma do IRC Especial Tax News Flash 16 Janeiro 2014 Reforma do IRC Especial Tax News Flash 2 Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) - Lei da Reforma do IRC Foi publicada a Lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro, que aprova a Reforma

Leia mais

REFORMA DO IRC. Janeiro de 2014

REFORMA DO IRC. Janeiro de 2014 Janeiro de 2014 REFORMA DO IRC Foi hoje publicada em Diário da República a Lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro, que introduz profundas alterações ao Código do IRC, com o intuito de simplificar e modernizar

Leia mais

Comissão para a Reforma do IRC - 2013. Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego

Comissão para a Reforma do IRC - 2013. Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego Principais medidas da Reforma 2 I. Redução da taxa do IRC - A redução das taxas de IRC é fundamental para a atração de investimento

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

Reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC)

Reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Reforma do IRC Reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Índice Incidência 2 Isenções 2 No passado dia 16 de Janeiro, foi publicada em Diário da República a Lei n.º 2/2014, a qual

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 6546-(314) Diário da República, 1.ª série N.º 252 31 de dezembro de 2014 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 82-C/2014 de 31 de dezembro Altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas,

Leia mais

Reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC)

Reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Proposta de Lei da Reforma do IRC (versão apresentada na AR) Reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) No passado dia 15 de Outubro, foi entregue na AR a Proposta de Lei n.º 175/XII,

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade DOCUMENTAÇÃO Acção de Formação Fiscalidade Painel Fiscalidade ENQUADRAMENTO FISCAL IRS IVA EBF IRC INCIDÊNCIA BASE DO IMPOSTO RENDIMENTOS ISENTOS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL DETERMINAÇÃO DO RENDIMENTO

Leia mais

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar Fiscalidade em Portugal Um primeiro olhar ÍNDICE 01 IMPOSTOS PORTUGUESES A perspectiva global 02 TRIBUTAÇÃO DO RENDIMENTO Principais regras e taxas 03 TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO Principais regras e taxas

Leia mais

Proposta de Orçamento do Estado 2014. Proposta de Reforma em sede de IRC. Novembro de 2013

Proposta de Orçamento do Estado 2014. Proposta de Reforma em sede de IRC. Novembro de 2013 Proposta de Orçamento do Estado 2014 e Proposta de Reforma em sede de IRC Novembro de 2013 ORÇAMENTO ESTADO 2013 Proposta de Lei ÍNDICE Imposto sobre o Rendimentos das Pessoas Singulares IRS 4 Segurança

Leia mais

Direito Fiscal. A Reforma do IRC. Principais Alterações e Implicações para as Empresas. Direito Fiscal

Direito Fiscal. A Reforma do IRC. Principais Alterações e Implicações para as Empresas. Direito Fiscal Direito Fiscal A Reforma do IRC Principais Alterações e Implicações para as Empresas Direito Fiscal 0 Direito Fiscal A Macedo Vitorino & Associados foi constituída em 1996, concentrando a sua actividade

Leia mais

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC V Conferência Internacional OTOC/IDEFF/Direcção - Geral dos Impostos 8 e 9 de Outubro de 2010 Apresentado por: José Vieira dos Reis 1 1. Normalização Contabilística 2.

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 11 16 de janeiro de 2014 253

Diário da República, 1.ª série N.º 11 16 de janeiro de 2014 253 Diário da República, 1.ª série N.º 11 16 de janeiro de 2014 253 5 O disposto no artigo 10.º é aplicável à assembleia geral convocada para proceder às alterações estatutárias necessárias para efeitos do

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 175/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 175/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 175/XII Exposição de Motivos A reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) é uma prioridade do Governo desde o início da legislatura. Esta reforma consta, desde

Leia mais

www.pwc.com/pt empresarial Jorge Figueiredo

www.pwc.com/pt empresarial Jorge Figueiredo www.pwc.com/pt Fiscalidade pessoal e empresarial Jorge Figueiredo 18 de Fevereiro de 2011 Agenda 1. IRS 1.1 Alterações das taxas 1.2 Outros rendimentos 1.3 Dedução específica Categoria A 1.4 Reporte de

Leia mais

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei estabelece o regime fiscal das operações de titularização de créditos efectuadas no âmbito

Leia mais

Guia Fiscal 2014 ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO FISCAL DE PLMJ

Guia Fiscal 2014 ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO FISCAL DE PLMJ Guia Fiscal 2014 ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO FISCAL DE PLMJ Guia Fiscal 2014 1 - IRS O IRS incide sobre os rendimentos auferidos a nível mundial por pessoas singulares residentes fiscais em Portugal. Tratando-se

Leia mais

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2010 1 Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2011 2 Revisores e Auditores 9

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2010 1 Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2011 2 Revisores e Auditores 9 Assuntos Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2010 1 Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2011 2 Revisores e Auditores 9 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL OUTUBRO DE 2010 Ministério das Finanças e da Administração

Leia mais

O Orçamento de Estado 2011

O Orçamento de Estado 2011 O Orçamento de Estado 2011 Resumo dos aspectos essenciais da Lei do Orçamento de Estado de 2011, Lei n.º 55-A/2010. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Dupla tributação económica Eliminada

Leia mais

PASSAPORTE PARA ANGOLA

PASSAPORTE PARA ANGOLA PASSAPORTE PARA ANGOLA Samuel Fernandes de Almeida 17 e 18 de Fevereiro REGRAS GERAIS DE IMPOSTO INDUSTRIAL Incidência subjectiva Empresas com sede ou direcção efectiva em Angola e empresas com sede e

Leia mais

LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI. de investimento

LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI. de investimento LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI Portugal como plataforma de investimento LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM

Leia mais

O Planeamento das Grandes Empresas

O Planeamento das Grandes Empresas O Planeamento das Grandes Empresas A REFORMA DO IRC: PERSPECTIVAS E CONTRADIÇÕES Universidade Católica Portuguesa Ricardo da Palma Borges Lisboa, 29 de Outubro de 2013 1 Introdução e generalidades Entre

Leia mais

Índice. Competitividade e promoção do investimento... 2. Simplificação, estabilidade e previsibilidade... 4. Política Fiscal Internacional...

Índice. Competitividade e promoção do investimento... 2. Simplificação, estabilidade e previsibilidade... 4. Política Fiscal Internacional... Tiago Marreiros Moreira tm@vda.pt Conceição Gamito crg@vda.pt Joaquim Pedro Lampreia jpl@vda.pt Manuel Simões de Carvalho msc@vda.pt 17 de janeiro de 2014 A reforma do imposto sobre o rendimento das pessoas

Leia mais

NEWSLETTER Janeiro 2014 ORÇAMENTO DE ESTADO 2014

NEWSLETTER Janeiro 2014 ORÇAMENTO DE ESTADO 2014 NEWSLETTER Janeiro 2014 ORÇAMENTO DE ESTADO 2014 ORÇAMENTO DE ESTADO 2014 Índice 1. INTRODUÇÃO 3 2. IRC 4 3. IRS 8 4. SEGURANÇA SOCIAL 10 5. IVA 11 6. BENEFÍCIOS FISCAIS 13 7. OUTROS 14 3 1. Introdução

Leia mais

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à Reabilitação Urbana e Nova Lei das Rendas Introdução Como instrumento

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 34/2005 17/02 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa a um regime fiscal comum

Leia mais

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO hhh IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) O Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) é aplicável quer ao rendimento obtido por entidades residentes

Leia mais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME SIMPLIFICADO / ACTO ISOLADO. Regime Simplificado de Tributação. Profissionais, Comerciais e Industriais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME SIMPLIFICADO / ACTO ISOLADO. Regime Simplificado de Tributação. Profissionais, Comerciais e Industriais MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2008 3 A MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS - IRS IDENTIFICAÇÃO DO(S) SUJEITO(S) PASSIVO(S) Sujeito passivo A NIF 06 Sujeito

Leia mais

Impostos & Contribuições

Impostos & Contribuições Impostos & Contribuições Principais alterações que resultam da aprovação do Orçamento de Estado para 2014: 1. IRS (Imposto sobre Rendimento das Pessoas Singulares) 1.1 Seguros de saúde ou de doença Caso

Leia mais

Novas medidas e benefícios fiscais para 2014. Abílio Sousa

Novas medidas e benefícios fiscais para 2014. Abílio Sousa Novas medidas e benefícios fiscais para 2014 Abílio Sousa Programa Vetores essenciais das medidas de natureza fiscal constantes da lei do OE 2014 DLRR um novo benefício fiscal para PME A reforma do IRC

Leia mais

MEMORANDO. Cartões 6 Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito)

MEMORANDO. Cartões 6 Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito) GUIA FISCAL 2015 MEMORANDO INDICE I. Introdução II. Enquadramento fiscal dos produtos financeiros Contas 1. Contas à ordem 2. Conta ordenado 3. Conta não residente 4. Depósito a prazo 5. Contas Poupança-Habitação

Leia mais

7. A Soc. Z efectuou, pela 1ª vez, ajustamentos em dívidas a receber ( Provisões para créditos de cobrança duvidosa), conforme quadro abaixo:

7. A Soc. Z efectuou, pela 1ª vez, ajustamentos em dívidas a receber ( Provisões para créditos de cobrança duvidosa), conforme quadro abaixo: Considere os seguintes limites fixados para os funcionários públicos (P 30-A/2008): Subsídio de Refeição (4,11 ); Transporte em automóvel próprio ( 0,39 por quilómetro). O SP A está sujeito à seguinte

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Completa a transposição da Diretiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de junho de 2003, relativa a um regime fiscal comum aplicável aos pagamentos de juros e royalties efetuados entre sociedades associadas

Leia mais

ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 As principais novidades/ alterações recentes, em matéria fiscal e contributiva, resultam da aprovação do Plano de Estabilidade e Crescimento para 2010 2013

Leia mais

Contas à ordem Conta ordenado Conta não residente Depósito a prazo Contas Poupança-Habitação (CPH) Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito)

Contas à ordem Conta ordenado Conta não residente Depósito a prazo Contas Poupança-Habitação (CPH) Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito) GUIA FISCAL 2015 INDICE I. Introdução II. Enquadramento fiscal dos produtos financeiros Contas 1. 2. 3. 4. 5. Contas à ordem Conta ordenado Conta não residente Depósito a prazo Contas Poupança-Habitação

Leia mais

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo.

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo. Classificação: 00 0. 0 1. 0 9 GABINETE DO DIRECTOR GERAL Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Activos Fixos Tangíveis Código do IRC Decreto Regulamentar n.º 25/2009,

Leia mais

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Setúbal, 28 de Introdução No âmbito das relações com o sistema desportivo, a partilha de competências entre o Estado e o movimento associativo deverá sempre

Leia mais

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de

Leia mais

CÓDIGO DE CONTAS DO SNC

CÓDIGO DE CONTAS DO SNC CÓDIGO DE CONTAS DO SNC 1 MEIOS FINANCEIROS LÍQUIDOS 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Outros instrumentos financeiros 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis 1412 Potencialmente

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA Exame Época Normal 04 de Julho de 0 Duração: H 00M Deve identificar-se nesta folha de prova, indicando o nome completo, número de matrícula e turma em que se encontra inscrito(a). As opções de resposta

Leia mais

Portaria n.º 92-A/2011, de 28 de Fevereiro - 41 SÉRIE I, 1º SUPLEMENTO

Portaria n.º 92-A/2011, de 28 de Fevereiro - 41 SÉRIE I, 1º SUPLEMENTO Define os elementos que integram o dossier fiscal, aprova novos mapas de modelo oficial e revoga a Portaria n.º 359/2000, de 20 de Junho A Nos termos do artigo 129.º do Código do Imposto sobre o Rendimento

Leia mais

Perspectiva Fiscal SAMUEL FERNANDES DE ALMEIDA. de 2012. de 2012

Perspectiva Fiscal SAMUEL FERNANDES DE ALMEIDA. de 2012. de 2012 Perspectiva Fiscal SAMUEL FERNANDES DE ALMEIDA de de 2012 ÍNDICE SUJEIÇÃO CONCEITO DE REMUNERAÇÃO REMUNERAÇÃO ACESSÓRIA EXEMPLOS DE REMUNERAÇÕES SUJEITAS BREVE ANÁLISE DO CONCEITO DE REMUNERAÇÃO DO CÓDIGO

Leia mais

Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS

Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS Globalmente, a Associação Industrial Portuguesa Câmara de Comércio e Indústria (AIP-CCI) considera positivo o Anteprojeto de Reforma do IRS efetuado

Leia mais

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares.

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. Estamos à sua disposição para o aconselhar em questões

Leia mais

II Congresso de Direito Fiscal

II Congresso de Direito Fiscal II Congresso de Direito Fiscal João de Sousa Lisboa, 11 de Outubro de 2011 Tópicos Definições de PME s; Factores fiscais discriminatórios para as PME s; Factores fiscais favoráveis às PME s; Comentários

Leia mais

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS 1 O E / 2008 IRC 2 Apresentação 1. Acolhimento de recomendações da OCDE 2. Combate à evasão fiscal 3. Aperfeiçoamentos técnico-legislativos 4. Medidas de simplificação

Leia mais

Projecto Cidadania - 3º Barómetro

Projecto Cidadania - 3º Barómetro Projecto Cidadania - 3º Barómetro 1. A carga fiscal em 2012 será maior do que em 2011: Sim Não Average Para as famílias? 106 (98.1%) 2 (1.9%) 1.02 108 100.0% Para as empresas? 75 (70.8%) 31 (29.2%) 1.29

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O I N T R O D U Ç Ã O O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património

Leia mais

Reforma do IRC e OE 2014

Reforma do IRC e OE 2014 Fevereiro 2014 Audit Tax Outsourcing Consulting Corporate Finance Information Systems An independent member of Baker Tilly International Payroll IRS e Segurança Social Ameaças Conceito de regularidade

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O INTRODUÇÃO O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património imobiliário

Leia mais

EDITORIAL 3 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) 4 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS (IRC) 12

EDITORIAL 3 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) 4 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS (IRC) 12 ÍNDICE 2015 EDITORIAL 3 IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO 4 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) 4 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS (IRC) 12 TAXAS DE RETENÇÃO NA FONTE DE IRS

Leia mais

Fiscalidade 2013 Última atualização 2013/09/17. Cartões 6 Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito)

Fiscalidade 2013 Última atualização 2013/09/17. Cartões 6 Cartões de dupla funcionalidade (débito/crédito) GUIA FISCAL 2013 INDICE I. Introdução II. Enquadramento fiscal dos produtos financeiros Contas 1. Contas à ordem 2. Conta ordenado 3. Conta não residente 4. Depósito a prazo 5. Contas Poupança-Habitação

Leia mais

CAPÍTULO I A ORGANIZAÇÃO DA CONTABILIDADE ÍNDICE

CAPÍTULO I A ORGANIZAÇÃO DA CONTABILIDADE ÍNDICE CAPÍTULO I A ORGANIZAÇÃO DA CONTABILIDADE ÍNDICE A ORGANIZAÇÃO ÍNDICE DA CONTABILIDADE Capítulo I - A ORGANIZAÇÃO DA CONTABILIDADE 1. As necessidades de Informação nas empresas... 27 2. O ciclo contabilístico...

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS A declaração modelo 10 destina-se a declarar os rendimentos sujeitos a imposto,

Leia mais

AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES

AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES São sujeitos passivos de: - IRC; - IVA. Têm obrigações previstas no Código do IRS Têm obrigação de documentar as despesas e os pagamentos. Algumas poderão beneficiar

Leia mais

Impostos Diferidos e o SNC

Impostos Diferidos e o SNC Impostos Diferidos e o SNC Na vigência do anterior Plano Oficial de Contabilidade (POC) a Directriz Contabilistica (DC) nº 28, da Comissão de Normalização Contabilística (CNC) veio, em tempo, estabelecer

Leia mais

Cada vez mais a abolição das

Cada vez mais a abolição das Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes P o r M a r i a M a n u e l a V i e i r a R e i n o l d s d e M e l o As retenções na fonte de rendimentos obtidos por não residentes obedecem

Leia mais

A R E F O R M A N A T R I B U T A Ç Ã O D O S O R G A N I S M O S D E I N V E S T I M E N T O C O L E C T I V O

A R E F O R M A N A T R I B U T A Ç Ã O D O S O R G A N I S M O S D E I N V E S T I M E N T O C O L E C T I V O i N º 6 / 1 5 A R E F O R M A N A T R I B U T A Ç Ã O D O S O R G A N I S M O S D E I N V E S T I M E N T O C O L E C T I V O INTRODUÇÃO O Decreto-Lei n.º 7/2015, ontem publicado, procedeu à reforma do

Leia mais

Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA

Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA Regime de Contabilidade de Caixa em Sede de IVA Legislação: Decreto-Lei n.º 71/2013 de 30 de Maio Data de entrada em vigência: 1 de Outubro de 2013 Aplicação: o regime de IVA de caixa aplica-se a todas

Leia mais

Imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas

Imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas Patrício, Moreira & Valente Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas Regime Geral IRC Não são dedutíveis para efeitos de IRC, designadamente, os seguintes

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho)

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) Artigo 2.º Conceito de benefício fiscal e de despesa fiscal e respectivo controlo

Leia mais

CFEI. Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento

CFEI. Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento CFEI Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento A Lei n.º 49/2013, de 16 de julho, criou um incentivo fiscal ao investimento designado por CFEI Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento. O presente

Leia mais

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março, n.º 51 - Série I

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março, n.º 51 - Série I Aprova o Código de Contas para Microentidades O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as microentidades, tendo previsto a publicação, em portaria

Leia mais

A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA)

A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Informação n.º 2/2013_Revista 22/novembro/2013 CRÉDITOS INCOBRÁVEIS E EM MORA IVA e IRC A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Regularização do IVA 1. Créditos vencidos até 31/12/2012 e

Leia mais

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO Antas da Cunha LAW FIRM TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO I) MAIS-VALIAS A mais-valia consiste na diferença entre o valor de aquisição (que pode ser gratuita ou onerosa) e o valor de realização

Leia mais

VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal

VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal perspetivas newsletter NOV2014 VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal 1- O que é o valor residual de um ativo fixo tangível? Nos termos previstos na Norma Contabilística e de Relato Financeiro

Leia mais

NEWS TCC SROC Julho 2014

NEWS TCC SROC Julho 2014 Novidades Portal das Finanças - Certificação de Software Foi divulgado pelo despacho n.º 247/2014 de 30 Junho de 2014, a prorrogação para 1 de outubro de 2014 a obrigação de certificação de software de

Leia mais

Artigo 7.º Fiscalização

Artigo 7.º Fiscalização Artigo 7.º Fiscalização 1 - Todas as pessoas, singulares ou coletivas, de direito público ou de direito privado, a quem sejam concedidos benefícios fiscais, automáticos ou dependentes de reconhecimento,

Leia mais

EDITORIAL 3 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) 4 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS (IRC) 12

EDITORIAL 3 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) 4 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS (IRC) 12 Guia Fiscal 2014 ÍNDICE 2014 EDITORIAL 3 IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO 4 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) 4 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS (IRC) 12 TAXAS DE RETENÇÃO

Leia mais

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014 Exercício 2014 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais em...7

Leia mais

CFI - Código Fiscal ao Investimento - DL 162/2014 de 31 Outubro

CFI - Código Fiscal ao Investimento - DL 162/2014 de 31 Outubro CFI - Código Fiscal ao Investimento - DL 162/2014 de 31 Outubro Generalidades Aplicação a investimentos realizados a partir de 1 Janeiro de 2014 (excepto para efeito de apuramento dos limites máximos dos

Leia mais

Fiscalidade. As Mais-Valias e Menos-Valias de Partes Sociais em sede de IRC. Joana Moniz

Fiscalidade. As Mais-Valias e Menos-Valias de Partes Sociais em sede de IRC. Joana Moniz Joana Moniz Fiscalidade As Mais-Valias e Menos-Valias de Partes Sociais em sede de IRC 1.1. Introdução Com a apresentação deste tema pretendemos estudar e sistematizar a diversidade de situações fiscais

Leia mais

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas

Leia mais

1.5. Sede da entidade-mãe Largo Cónego José Maria Gomes 4800-419 Guimarães Portugal.

1.5. Sede da entidade-mãe Largo Cónego José Maria Gomes 4800-419 Guimarães Portugal. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Montantes expressos em euros) 1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. Designação da Entidade Casfig Coordenação de âmbito social

Leia mais

DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES

DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES Perspectiva Contabilística e Fiscal Fases DISSOLUÇÃO LIQUIDAÇÃO PARTILHA Formalidades da Dissolução A dissolução deve obedecer a uma das seguintes formas: Por escritura

Leia mais

Advocacia e Cidadania

Advocacia e Cidadania REGRA GERAL: SUJEIÇÃO TRIBUTÁRIA (Art. 3.º e 48.º CIRC) IPSS não exercem a título principal uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola Tributadas pelo rendimento global, o qual corresponde

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS PARTE I - Princípios gerais Artigo 1 - Âmbito de aplicação As disposições da parte I do presente Estatuto aplicam-se aos benefícios fiscais nele previstos, sendo extensivas

Leia mais

O artigo 51º do CIRC estabelece que os dividendos recebidos por sociedades portuguesas são totalmente excluídos de tributação sempre que:

O artigo 51º do CIRC estabelece que os dividendos recebidos por sociedades portuguesas são totalmente excluídos de tributação sempre que: DESTAQUE Novembro de 2010 FISCAL Proposta de alterações aos mecanismos para evitar a dupla tributação económica de dividendos A Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2011 ( Proposta de OE 2011 )

Leia mais

The tax regime for temporary expatriates in Portugal: practical aspects of implementation

The tax regime for temporary expatriates in Portugal: practical aspects of implementation The tax regime for temporary expatriates in Portugal: practical aspects of implementation Bilateral Meeting between the Portuguese and Spanish Branches of IFA Ricardo da Palma Borges 27 April 2012 1 Âmbito.

Leia mais

Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015

Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 O NOVO BANCO vem prestar alguns esclarecimentos que considera úteis para o preenchimento da declaração Modelo 3 de IRS, tomando por base a informação

Leia mais

Boletim Informativo AMI 10467

Boletim Informativo AMI 10467 , 28 de Janeiro de 2013. Informação Fiscal Residentes Fiscais não habituais Portugal. Em resultado do reconhecimento pelas autoridades fiscais portuguesas do estatuto de residente fiscal não habitual,

Leia mais

newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013

newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2013 2 Contabilização dos Subsídios do Governo e Divulgação de Apoios do Governo 3 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO

Leia mais

Anteprojeto da Reforma do IRS. Conheça as principais propostas do Anteprojeto da Reforma do IRS recentemente publicado.

Anteprojeto da Reforma do IRS. Conheça as principais propostas do Anteprojeto da Reforma do IRS recentemente publicado. Conheça as principais propostas do Anteprojeto da Reforma do IRS recentemente publicado. Audit Tax Advisory Consulting www.crowehorwath.pt Índice A. Principais medidas no âmbito da Simplificação 3 B. Principais

Leia mais

A R E F O R M A D O I R C : S I M P L I F I C A Ç Ã O F I S C A L E P R O M O Ç Ã O D O I N V E S T I M E N T O

A R E F O R M A D O I R C : S I M P L I F I C A Ç Ã O F I S C A L E P R O M O Ç Ã O D O I N V E S T I M E N T O i N º 4 / 1 4 A R E F O R M A D O I R C : S I M P L I F I C A Ç Ã O F I S C A L E P R O M O Ç Ã O D O I N V E S T I M E N T O SUMÁRIO TAX & BUSINESS A presente Informação Fiscal destina-se a ser distribuída

Leia mais

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (OE 2015) CIRC Artigo 87.º - Taxas n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Artigo 6.º - Sociedades de Profissionais n.º 4, alínea

Leia mais

Estatuto dos Benefícios Fiscais Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares. Seminário Inovações Fiscais 2014

Estatuto dos Benefícios Fiscais Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares. Seminário Inovações Fiscais 2014 Estatuto dos Benefícios Fiscais Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares IMI Prédios para habitação própria e permanente Momento da contagem do período de isenção. Quando o pedido é apresentado

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA MOD. 4.3 Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P úbl i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Lei n.º 64/2015, de 1 de julho Estado: vigente Resumo:

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013 Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas A presente informação técnica substitui a informação 27/2008,

Leia mais

ENCERRAMENTO DE CONTAS DE 2014 E ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015

ENCERRAMENTO DE CONTAS DE 2014 E ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 ENCERRAMENTO DE CONTAS DE 2014 E ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 José Soares Roriz 09 de janeiro de 2015 TEMAS A DESENVOLVER A Reforma do IRC As alterações ao Código do IRC introduzidas pelo OE/2015 e pelas

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

SISTEMA FISCAL. 27 de Outubro SAMUEL FERNANDES DE ALMEIDA

SISTEMA FISCAL. 27 de Outubro SAMUEL FERNANDES DE ALMEIDA SISTEMA FISCAL 27 de Outubro SAMUEL FERNANDES DE ALMEIDA Auditório SIBS PASSAPORTE PARA MOÇAMBIQUE ÍNDICE Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas ( IRPC ) Imposto sobre o Rendimento das Pessoas

Leia mais

Alienou acções nacionais ou estrangeiras detidas durante menos de 12 meses?

Alienou acções nacionais ou estrangeiras detidas durante menos de 12 meses? Mais-valias Alienou acções nacionais ou estrangeiras detidas durante menos de 12 meses? Nesse caso, o saldo anual positivo entre as mais e menos-valias apuradas vai ser sujeito a uma taxa especial de imposto

Leia mais

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS - 2009

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS - 2009 OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS - 2009 JANEIRO / 2009 Até ao dia 12 Entrega da Declaração Modelo 11, por transmissão electrónica de dados, pelos Notários, Até ao dia 20 - Entrega, pelas Instituições de Crédito

Leia mais

LEI Nº 28/2014, DE 23 DE SETEMBRO: REGIME ESPECÍFICO DE TRIBUTAÇÃO E DE BENEFÍCIOS FISCAIS DA ATIVIDADE MINEIRA

LEI Nº 28/2014, DE 23 DE SETEMBRO: REGIME ESPECÍFICO DE TRIBUTAÇÃO E DE BENEFÍCIOS FISCAIS DA ATIVIDADE MINEIRA LEI Nº 28/2014, DE 23 DE SETEMBRO: REGIME ESPECÍFICO DE TRIBUTAÇÃO E DE BENEFÍCIOS FISCAIS DA ATIVIDADE MINEIRA I. ENQUADRAMENTO E FINALIDADES Na sequência da publicação da Lei n.º 20/2014, de 18 de Agosto,

Leia mais