SETENTA ANOS DA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO - CLT

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1 SETENTA ANOS DA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO - CLT Discurso Ministro Carlos Alberto Reis de Paula, presidente do Tribunal Superior do Trabalho A história é sempre uma grande escola. Há setenta anos, pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 01 de maio, o presidente Getúlio Vargas aprovou a Consolidação das Leis do Trabalho. À época em que a CLT veio a lume as principais questões trabalhistas, sociais e econômicas tinham sua origem imediata no complexo período que se iniciara em 1930 com a ascensão de Vargas ao poder e, remotamente, vinculavam-se ao processo de formação nacional durante a Colônia e o Império, até a crise final que culminou com o fim da República Velha. [ ] Na linha do tempo surge a Consolidação das Leis do Trabalho, não um mero agregado de dispositivos então esparsos, mas um texto com estrutura normativa, axiológica e principiológica que orienta o Direito do Trabalho até os dias de hoje [...] [ ] O fundamento deste Direito é justamente a preservação do princípio da igualdade, com enfoque na justiça distributiva, ou seja, através de desigualdade formal procede-se à correção de desigualdades materiais, com a necessária delimitação da autonomia privada, seja pela autonomia privada coletiva, seja por normas imperativas, que garantem um patamar mínimo. Assim, pode-se dizer que a existência do Direito do Trabalho no Brasil representa a existência da preservação da dignidade da pessoa humana [...] O tempo, que tem seus momentos, deve ser visto sob o aspecto histórico sempre como uma travessia. [ ] Em relação aos direitos sociais, a tutela estatal é imprescindível para construção de uma sociedade mais justa e fraterna, pois como nos diz Albert Camus 'não há ordem sem justiça' e que ' se o homem falhar em conciliar a justiça e a liberdade, então falha em tudo'. Na celebração destes 70 anos da CLT devemos refletir em busca de um pacto para a construção, o que se delineia, de uma sociedade que tenha como um dos seus pilares um Direito do Trabalho humano, mais do que meramente tutelar, mais do que simplesmente distributivista, ainda que sem perder estes dois focos, que busque na sua essência um fundamento fraterno, e que o direito auxilie a construção de um mundo mais humanizado, onde se concilie e convivam a justiça e a liberdade. Brasília, 02 de maio de 2013 em Sessão solene do TST em homenagem aos 70 anos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

2 A Era Vargas e a Consolidação das Leis de Trabalho Getúlio Vargas foi o Presidente do Brasil por 15 anos, entre 1930 e Seu governo é conhecido como um governo autoritário, marcado por muitas resoluções para o Brasil, tanto econômicas, quanto sociais. Seu legado transformou o Brasil e Getúlio Vargas ainda nos dias de hoje, é guardado na memória coletiva como um homem do povo. Para se legitimar no poder, Vargas expediu várias medidas sociais voltadas aos trabalhadores. A Era Vargas significou um período de estabelecimento de mudanças para o país. Das várias determinações que impôs, a maioria se dá no campo trabalhista. A CLT é uma delas. A Consolidação das Leis do Trabalho(CLT), foi a reunião das leis de cunho trabalhistas já estabelecidas desde o Governo Constitucionalista. A relação do Presidente Vargas com os trabalhadores ainda é motivo de críticas nos dias de hoje, por parte daqueles que se preocupam em fazer um panorama de sua administração. Enquanto os mais críticos a definem como uma relação de controle, considerando que Vargas utilizava como amarra a manifestações e protestos, outros relacionavam a sua propensa atenção à classe trabalhadora, somente à busca pela popularidade. Em todo caso, Getúlio Vargas ficou conhecido como Pai dos pobres, atribuição grandemente afirmada pela própria propaganda do seu Governo. Vargas se utilizou das medias sociais em sua propaganda para transmitir uma imagem protecionista dos mais necessitados. Fonte:

3 O GOVERNO CONSTITUCIONALISTA E O ESTADO NOVO O período de 1934 a 1937 é caracterizado pela série de mudanças socioeconômicas realizadas por Vargas. A nova Constituição de 1934 estabeleceu novas diretrizes para o Brasil. Entre as principais mudanças por ela estabelecidas destacam-se: Instituição do voto secreto; Voto permitido para mulheres; Salário mínimo; Carga horária de trabalho para 8 horas diárias. Getúlio Vargas, sendo contra o comunismo, trabalhou juntamente com os militares na tentativa de erradicação do Partido Comunista do Brasil. Em 1935, conseguiu conter a Intentona Comunista, revolta liderada pelo comunista Luiz Carlos Prestes e Olga Benário Prestes. E em 1937, os Integralistas (corrente que defendia a Direita no Brasil) afirmava haver um plano de revolta mais forte e que o país corria o perigo de ser tomado pelos comunistas. Com essa motivação e apoiado pela população e pelos militares, Getúlio Vargas derrubou a Constituição de 34 e proclamou o Estado Novo, governo de caráter totalitário, que estendeu até 1945, com a pressão de Partidos políticos e o Golpe militar em 29 de outubro desse ano. Fonte:

4 I CONGRESSO DE DIREITO SOCIAL: INSPIRAÇÃO PARA A CLT. O Instituto de Direito Social, de orientação católica, realizou, em maio de 1941, com patrocínio do Governo Federal, o 1º Congresso Brasileiro de Direito Social. Segundo Arnaldo Sussekind, membro da Comissão responsável pela elaboração da CLT, as teses aprovadas neste Congresso inspirou a CLT, na condição de fontes materiais. A Desembargadora Magda Barros Biavaschi, em sua tese de Mestrado, descreve: São Paulo, 15 a 21 de maio do ano de O Instituto de Direito Social realizava o 1º Congresso Brasileiro de Direito Social. Congregando especialistas brasileiros de uma nova disciplina jurídica que se afirmava, o Direito Social, tinha como objetivo discutir e firmar doutrinariamente seus pontos básicos. [ ] sua Comissão de Honra era presidida pelo Presidente Getúlio Vargas[...]Aos trabalhos, aderiram várias Faculdades de Direito e diversas instituições jurídicas. Participaram cerca de 500 congressistas. Foram inscritas 155 teses. Muitas das aprovadas inspiraram a comissão que elaborou a CLT. [ ] O Ministro do Trabalho, Waldemar Falcão, fez o discurso de abertura. Recortam-se, a seguir, partes dessa fala para evidenciar a importância desse evento como lócus na construção das normas sociais do trabalho e, ainda, para destacar a compreensão que os homens públicos da época tinham a respeito do significado da Legislação Social: [ ] objetivo que transparece do exame dessas teses (apresentadas no Congresso) é o de trazer ao poder público um contingente valioso de colaborações para o aprimoramento do nosso Direito Social, integrando-o num todo orgânico e sistemático que mais e mais o consolide e articule na consciência nacional, por forma a ter o Brasil um Código de Trabalho que exsurja da própria realidade jurídica, como coroamento natural de uma variedade criadora, que cresceu, floriu e frutificou. Essas passagens sintetizam o pensamento daqueles homens públicos que, junto ao Ministério do Trabalho e/ou com ele se relacionando e interagindo, impulsionavam a construção do Direito Social, depois Direito do Trabalho, num processo que desembocaria na CLT, em 1943, do qual, por certo, o 1º Congresso de Direito Social foi etapa importante. Fonte: BIAVASCHI,Magda Barros. O Direito do Trabalho no Brasil 1940/1942: A construção do sujeito de direitos trabalhistas. Campinas, 2005.Tese (Doutoramento em Economia Aplicada) Universidade Federal de Campinas.

5 A CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO - CLT Em janeiro de 1942, Getúlio Vargas e o então Ministro do Trabalhado Alexandre Marcondes Filho conversaram sobre a necessidade do estabelecimento de diretrizes que consolidassem as leis trabalhistas já em vigor. A comissão encarregada de elaborar o anteprojeto da CLT: Dr. Segadas Viana, procurador indicado pelo próprio Presidente da República, Arnaldo Süssekind, assessor do Ministro, Oscar Saraiva, consultor jurídico do Ministério do Trabalho, Joaquim Leonel de Rezende, procurador-geral que seria encarregado da parte da Previdência, Bezerra de Freitas, assessor também da Previdência, Luís Augusto Rego Monteiro, diretor-geral do Dept. Nacional do Trabalho, Dorval Lacerda, Geraldo Faria Batista e Lyra Madeira, como autuário. A comissão desmembrou a CLT em duas partes, uma dedicada ao Direito do Trabalho e outra à Previdência. A CLT foi inspirada nas teses do I Congresso de Direito Social. Getúlio Vargas participou efetivamente da elaboração da Consolidação, ele pediu a Marcondes Filho que todas as alterações relevantes fossem submetidas a ele. Logo, passaram a ter reuniões frequentes com Vargas, detalhando todos os planos na elaboração do projeto da CLT. Ao final da elaboração, era como se o anteprojeto já estivesse aprovado e assinado, já que Getúlio Vargas acompanhara todo o processo. O anteprojeto foi publicado no Diário Oficial em 5 de janeiro de Após algumas reuniões, uma nova comissão foi formada e com mais algumas revisões, foi feita a redação final do projeto. Na festa de 1ºde Maio de 1943, no estádio de São Januário, o presidente assinou a CLT pelo Decreto-lei no 5.452, a publicação foi feita nos primeiros dias do mês de agosto do mesmo ano. Fonte: GOMES, Ângela de Castro (et alli.). Arnaldo Sussekind, um construtor do Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Renovar, 2004.

6 AS PRINCIPAIS SESSÕES DA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DE TRABALHO DE 1943: Da Carteira de Trabalho e Previdência Social; Art A Carteira de Trabalho e Previdência Social é obrigatória para o exercício de qualquer emprego, inclusive de natureza rural, ainda que em caráter temporário, e para o exercício por conta própria de atividade profissional remunerada. Da Jornada de Trabalho; Art A duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não excederá de 8 (oito) horas diárias, desde que não seja fixado expressamente outro limite. Do Trabalho Noturno; Art. 73. Salvo nos casos de revezamento semanal ou quinzenal, o trabalho noturno terá remuneração superior à do diurno e, para esse efeito, sua remuneração terá um acréscimo de 20% (vinte por cento), pelo menos, sobre a hora diurna. Das férias anuais; Art Todo empregado terá, anualmente, direito ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da respectiva remuneração. Da Proteção à Maternidade; Art Não constitui justo motivo para a rescisão do contrato de trabalho da mulher o fato de haver contraído matrimônio ou de encontrar-se em estado de gravidez. Art É proibido o trabalho da mulher grávida no período de seis (6) semanas antes e seis semanas depois do parto. Do trabalho de Menor. Art Ao menor de 14 anos é proibido o trabalho. Fonte:

7 1º DE MAIO DIA DO TRABALHO O 1º de Maio, resultante de um ato político deliberado... ilustra o lado voluntário da construção de uma classe - a classe operária como tentativa de criar uma identidade universal. Foi idealizado pela parcela organizada da mesma, tendo como objetivo mostrar-se nos espaços das cidades do mundo inteiro, colocando suas reivindicações a público; demonstrar sua força através da união da multidão de trabalhadores reunida não apenas para a classe dominante, mas primordialmente para os próprios trabalhadores. Trata-se de dar à classe operária consciência de si mesma através da realização de gestos idênticos num amplo espaço e de impressionar a opinião pública com tal espetáculo. A escolha do dia e do mês é estratégica pela carga simbólica que carrega. Por que maio? Várias memórias estão presentes na escolha do dia e do mês: O massacre de 9 trabalhadores, em Milwaukee, e 6, em Chicago; a declaração do trabalhador Gabriel Edmonstor de que 'oito horas serão a jornada de trabalho legal, a partir de 1º de maio de 1886'; o fato de que, Estado de Nova York, o mês de maio era o mês de mobilização dos trabalhadores; o fato de que, mantendo a tradição dos camponeses europeus do mês de maio como o mês de renovação da natureza com a primavera, desde 1789, eram plantadas as 'árvores da liberdade', o milho em francês 'mais' como 'símbolos da revolta, monumentos de insurreição. A tradição acima descrita, que se constrói como proposta internacional das correntes organizativas e do movimento operário mundial, assumiu dinâmicas próprias na construção e no fazer-se desse movimento em diferentes em diferentes espaços e temporalidades. Marilena Chauí

8 FLEXIBILIZAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA Tramita no Congresso, em regime de urgência, um projeto de lei que pretende alterar o artigo 618 da CLT (Consolidação das Lei do Trabalho) para admitir que os instrumentos de negociação coletiva entre sindicatos e empresas prevaleçam sobre a lei, salvo em se tratando de preceito constitucional. A proposição é, a nosso ver, imprópria e afronta o direito dos trabalhadores à proteção do Estado, visando a justiça social. É preciso considerar que o Brasil é desigualmente desenvolvido, onde regiões plenamente desenvolvidas convivem com outras em vias de desenvolvimento e com algumas preocupantemente subdesenvolvidas. Ora, só existem sindicatos fortes, capazes de negociar em posição de equilíbrio com importantes empresas nacionais e multinacionais, onde há espírito sindical. E esse dado sociológico emana espontaneamente das grandes concentrações operárias, as quais se formam onde há desenvolvimento econômico, sobretudo no setor industrial.alega-se que os encargos trabalhistas oneram de tal modo a produção que prejudicam o nosso comércio exportador. Mas é preciso considerar que esses encargos incidem sobre salários insignificantes[...] Releva ponderar, por oportuno, que a invocação do sistema de relações do trabalho norte-americano, onde os contratos coletivos entre empresas e sindicatos estipulam quase todas as condições de trabalho, não é pertinente. Lá, esses contratos preenchem o vazio legislativo. No concernente aos direitos individuais do trabalhador, só vigoram duas leis: a do salário mínimo e a da segurança do trabalho. Nos EUA, portanto, o contrato coletivo não dispõe em desrespeito à lei, como se pretende com o mencionado projeto. E nunca é demais recordar que a tradição jurídica brasileira é romano-germânica, da lei, e não anglo-saxônica [ ] Arnaldo Sussekind Texto publicado em

9 O PTB Criado em 15 de Maio de 1945 durante o governo de Getúlio Vargas, o Partido Trabalhista Brasileiro nasceu no seio do movimento queremista que almejava uma assembléia constituinte com Getúlio Vargas na presidência da República e teve sua criação articulada por Alexandre Marcondes Filho, na época, Ministro do Trabalho. O PTB foi criado para servir como um baluarte contra a influência do Partido Comunista e das demais organizações esquerdistas dentro da classe trabalhadora e operaria. O PTB tinha como base eleitoral o operariado urbano, estando extremamente ligado aos movimentos sindicais. Entre 1945 e 1964 foi o partido político que mais cresceu dentro do país, tanto em votos quanto em filiações. Historiadores apontam esse amplo crescimento como um resultado direto da industrialização experimentada pelo país em tais anos, bem como do crescimento urbano. E o próprio programa partidário do PTB pregava reformas urbanas, agrárias e educativas no país, sempre visando o crescimento econômico, o desenvolvimento industrial e a nacionalização dos recursos brasileiros, estando assim, incluso no contexto populista que dominou o cenário político do Brasil a partir da criação do Estado Novo. Já no final da década de 60, o partido era composto por uma ala mais conservadora e centralizadora, com nomes como Lúcio Meira, Ivette Vargas, Gilberto Mestrinho e outros nomes mais próximos da esquerda, cujos maiores expoentes eram Leonel Brizola, Sérgio Magalhães dentre outros. Através do AI-2, em 1965, o PTB foi extinto juntamente com todos os demais partidos políticos existentes na época e a quase totalidade dos membros do PTB que não foram cassados ou exilados do país, migraram para o recém criado MDB. O partido volta ao cenário político após a restauração do pluripartidarismo durante o processo de Abertura Política durante o mandato do presidente João Figueiredo. Fontes:

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