O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS

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5 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS O objetivo deste trabalho é apresentar as dimensões de foco da Comissão Doing Business da BRAiN Brasil Investimentos & Negócios e suas propostas, bem como mostrar o novo Brasil e as mudanças já ocorridas no ambiente de negócios do País, que deveriam refletir em uma melhora de seu posicionamento no ranking do relatório Doing Business do Banco Mundial e IFC.

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7 Índice Introdução O que é a BRAiN? O Brasil no Doing Business Reformando o ambiente brasileiro de negócios Abertura de empresas Resolução de insolvência Registro de propriedades Obtenção de alvarás de construção Obtenção de crédito Pagamento de impostos Proteção de investidores Emprego de trabalhadores O papel dos respondentes e suas deficiências no Brasil O novo Brasil: presente e futuro Realidade versus imagem do Brasil no mundo Mudanças em curso: o ambiente de negócios brasileiro Setor financeiro Setor de comércio e serviços O crescimento da economia brasileira na última década e as mudanças no padrão de consumo A evolução da classe média no Brasil As transformações trazidas ao cenário brasileiro com as mudanças sociais Conclusão

8 8 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS INTRODUÇÃO O Banco Mundial e a International Finance Corporation (IFC) publicam desde 2002 o relatório Doing Business, que avalia a facilidade de realização de negócios em 183 países do globo por meio dos seguintes indicadores: abertura de empresas, obtenção de alvarás de construção, obtenção de eletricidade, registro de propriedades, obtenção de crédito, proteção de investidores, pagamento de impostos, comércio entre fronteiras, execução de contratos e resolução de insolvência (fechamento de um negócio, em relatórios anteriores). O ranking do Doing Business é usado internacionalmente por governos para pautar suas ações e por empresários e investidores para avaliar os países onde pretendem investir. Evidentemente, a entrada de capital no Brasil promove a evolução da economia brasileira, gera mais negócios e permite a expansão do desenvolvimento do País. Por tal motivo, é de vital importância que se busque não apenas a melhora do posicionamento do País, mas também que o ranking reflita a real e verdadeira situação do ambiente brasileiro de negócios.

9 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS 9 Em setembro de 2011, foi lançada a Comissão Doing Business da BRAiN Brasil Investimentos & Negócios com o objetivo de avaliar o relatório e, com base nele, propor intervenções que possam contribuir para a melhoria do ambiente de negócios no Brasil e, naturalmente, melhorar a posição do País no ranking do Doing Business. Na edição de 2012, publicada em 20 de outubro de 2011, o Brasil ocupou a 126ª posição, pior que a maioria de seus vizinhos latino-americanos e os Brics, com exceção da Índia. E a comissão atua para sensibilizar os gestores públicos, parlamentares e o Poder Judiciário sobre a necessidade de agir de forma pragmática e precisa para tornar o ambiente brasileiro de negócios mais amistoso. Composta por representantes dos associados da BRAiN, a Comissão identificou os indicadores com os quais é possível obter avanços rápidos, de forma a aperfeiçoar o ambiente de negócios brasileiro e, consequentemente, melhorar a posição do Brasil no ranking, tornando-o mais atrativo e desburocratizado. São eles: abertura de empresas, resolução de insolvência, registro de propriedades, obtenção de alvarás de construção, obtenção de crédito, proteção de investidores e pagamento de impostos. O indicador emprego de trabalhadores também é abordado pela comissão, por sua relevância para o ambiente brasileiro de negócios, a despeito de não entrar ainda no ranking do Doing Business. Em todos os aspectos, há iniciativas simples em outras partes do mundo e até mesmo dentro do Brasil que poderiam ser replicadas em São Paulo (cidade brasileira tomada como base para a pesquisa, por ser a maior cidade de negócios do País) com sucesso e sem a necessidade de grandes mudanças estruturais. Percebeu-se que a melhoria do ambiente de negócios no País passa, muitas vezes, por medidas relativamente simples e que podem facilitar de forma considerável a vida dos empresários, sejam eles do setor financeiro, do comércio, da construção civil ou outros. Trata-se, portanto, de uma pauta multissetorial. Além da apresentação dos indicadores de foco da Comissão Doing Business e suas propostas de melhoria, o objetivo desse trabalho é mostrar que nos últimos anos um novo Brasil vem surgindo, e que as recentes mudanças no ambiente de negócios nacional deveriam refletir em melhor posicionamento nos rankings internacionais, como o relatório Doing Business, a despeito das notórias deficiências ainda existentes no País. No entanto, mais do que melhorar a posição do Brasil em um ranking específico, trata-se de aumentar o potencial de atratividade do País para novos investimentos.

10 10 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS O QUE É A BRAiN? Criada em março de 2010, a BRAiN Brasil Investimentos & Negócios tem a missão de articular e catalisar a consolidação do Brasil como um polo internacional de investimentos e negócios, com foco regional na América Latina, mas com projeção e conexões globais. Idealizada por três entidades-chave dos mercados financeiro e de capitais do País Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), BM&FBovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros) e Federação Brasileira de Bancos (Febraban) a BRAiN é uma associação que representa diversos setores da sociedade e que conta com o patrocínio e a participação de várias instituições privadas.

11 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS 11 Em 2004, a Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), a BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) e, pouco depois, a Febraban juntaram-se para lançar uma iniciativa de promoção do mercado de capitais brasileiro no cenário internacional, o Best, cuja sigla em inglês (Brazil: Excellence in Securities Transactions) significa Brasil: Excelência em Transações de Valores Mobiliários. Apoiado pelo Banco Central do Brasil, pela Comissão de Valores Mobiliários e pelo Tesouro Nacional, o Best promoveu eventos de divulgação do mercado de capitais nacional ao redor do mundo e trabalhou para o aprimoramento operacional e regulatório do mercado brasileiro. O Best teve imenso sucesso ao longo dos seus cinco primeiros anos, atingindo mais de 3 mil investidores em 13 centros financeiros mundiais. Em 2008, o Brasil alcançou novo momento no cenário financeiro mundial ao receber o chamado grau de investimento, ou investment grade, em Inglês. Desde então, diversas entidades dos setores público e privado perceberam o surgimento de um momento propício para ampliar a projeção internacional do País, posicionando-o não apenas como um destino atraente para investimentos, mas também como uma plataforma de negócios para os demais países da região. Com o envolvimento no Best e uma percepção positiva sobre o valor de iniciativas conjuntas do governo e iniciativa privada, nasceu o chamado Projeto Ômega, o qual foi desenvolvido entre setembro de 2008 e maio de 2009 com o objetivo de articular o fortalecimento da rede de negócios latino-americana e do papel do Brasil dentro da mesma. No curso do projeto, idealizado pela Anbima, BM&FBovespa e FEbraban e, com o apoio do Boston Consulting Group, juntaram-se outras entidades de mercado que ajudaram a fundar a BRAiN em 2010 e que hoje constituem seus associados: FecomercioSP, Banco Bradesco, Banco do Brasil, Banco Santander, Banco Votorantim, BTG Pactual, Cetip, Citibank, HSBC e Itaú-Unibanco. Durante o projeto, aproximadamente 300 pessoas de mais de 70 instituições públicas e privadas foram envolvidas, com a participação de formadores de opinião de diversos setores. O projeto foi apresentado para diretorias e executivos de empresas, entidades de classe, economistas e técnicos de renome, assim como para autarquias e representantes das esferas federal, estadual e municipal do governo, incluindo o Ministério da Fazenda, o Banco Central do Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, as prefeituras de São Paulo e do Rio de Janeiro e seus respectivos governos estaduais.

12 12 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS A interação com os mais variados setores durante o processo deixou claro que enfocar as discussões somente no setor financeiro seria pouco compatível com o tamanho e a diversidade da América Latina e do Brasil o desenvolvimento da região e a conjuntura internacional geraram uma visão emergente mais ampla e abrangente. Como resultado, desenhou-se a visão multissetorial da América Latina como uma rede regional de negócios fortemente interconectada aqui exposta, hoje apoiada pela BRAiN. A BRAiN tem consciência de que o crescimento com distribuição de renda em um país está diretamente ligado ao crescimento das empresas. E o crescimento das empresas depende basicamente do ambiente em que estão inseridas e da disponibilidade de capital para fomentar o investimento. Em teoria, as empresas têm quatro possíveis fontes de financiamento: governo, organismos multilaterais, bancos e mercado de capitais. Se traçarmos um cenário para os próximos anos, percebemos que três das quatro opções estarão bastante restringidas. No contexto de crise econômica mundial, o governo e os organismos multilaterais estão limitados pela responsabilidade fiscal e pelos planos de austeridade, enquanto os bancos terão maiores problemas com o advento de Basileia III e as restrições ao crédito que ela acarretará. Sobra o mercado de capitais, em um contexto de economia mundial com elevada liquidez, dados os planos de expansão monetária dos países desenvolvidos. Assim, é primordial para o crescimento da economia brasileira o aprofundamento do mercado de capitais. Dentro desse contexto, a BRAiN tem como seus principais objetivos tratar exatamente destas duas questões: a melhora do ambiente de negócios para empresas e o fomento do mercado de capitais, principalmente de longo prazo, a fim de desenvolver o investimento. Por conta disso, a Comissão Doing Business tem papel de alta relevância, pois atua diretamente na propagação de um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento das empresas que nele atuam e à atração de novos investimentos. Como uma de suas metas específicas, a BRAiN pretende melhorar, até 2014, a posição do Brasil no ranking do relatório Doing Business do terceiro para o segundo quartil.

13 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS 13 Em teoria, as empresas têm quatro possíveis fontes de financiamento: governo, organismos multilaterais, bancos e mercado de capitais

14 14 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS O BRASIL NO DOING BUSINESS REFORMANDO O AMBIENTE BRASILEIRO DE NEGÓCIOS As reformas promovidas nos últimos anos no Brasil vêm contribuindo para melhorar o ambiente de negócios nacional. Bom exemplo é o Novo Código Civil e a Nova Lei de Falências, que tornaram o País bastante seguro para investidores e credores. No entanto, as deficiências em algumas áreas impedem que o Brasil esteja mais bem posicionado no ranking do relatório Doing Business. O País conta com diversas características que o tornam atraente como um polo de investimentos e negócios, tais como crescimento econômico, grande disponibilidade de população economicamente ativa, amplo mercado interno, en-

15 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS 15 tre outras. Ainda assim, perdeu seis colocações no ranking do Doing Business 2012 em relação ao ano anterior, porque outros países avançaram mais rápido nas suas reformas e o ambiente de negócios por aqui, ainda que cada vez menos hostil, ainda esbarra na burocracia e desmotiva os empresários. O País é atualmente a sexta maior economia mundial. Porém, é apenas o 48º no último relatório de competitividade global (Global Competitiveness Report ) do Fórum Econômico Mundial e ocupou a 126ª posição no relatório Doing Business 2012 entre as 183 economias avaliadas, figurando entre os piores da América Latina, atrás de Argentina (113 ), Paraguai (102 ), Uruguai (90 ) e Peru (41 ). Para reverter esse cenário, a Comissão Doing Business da BRAiN definiu temas-foco e, com base no relatório Doing Business, propõe intervenções que possam melhorar efetivamente o ambiente de negócios no País e, por consequência, sua posição no ranking. Isso também passa por um trabalho de conscientização dos respondentes do Doing Business, a fim de que suas respostas tenham mais qualidade e reflitam as mudanças que vêm ocorrendo. Esse tema será tratado mais adiante. A seguir, destaca-se a posição do Brasil nos indicadores de foco da comissão e identificam-se as áreas nas quais é possível obter avanços de forma rápida e eficiente, a fim de tornar o ambiente de negócios brasileiro mais atrativo, célere e desburocratizado. Abertura de empresas O Doing Business avalia o tamanho dos desafios burocráticos e legais que um empreendedor enfrenta para abrir e começar a operar formalmente um novo negócio, comercial ou industrial. No ranking do Doing Business 2012, o Brasil ganhou cinco posições nesse indicador, mas ainda ficou apenas com o 120 lugar. O Brasil possui nitidamente oportunidades para desenvolver-se nesse quesito. A facilitação da abertura de empresas é fundamental para estimular novos investimentos e negócios no País. O tempo que se leva para abrir uma empresa no Brasil encolheu 27% nos últimos quatro anos, mas ainda assim segue entre os maiores do mundo, de acordo com o relatório. Os atuais 119 dias já foram 152 em 2008, e esse número contribui para colocar o País entre os piores do ranking. Um dos fatores que mais contribuem para esse número é o tempo que leva o pedido de alvará de funcionamento na prefeitura, chegando a aproximadamente 90 dias.

16 16 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS Para se abrir uma empresa no Brasil, é necessário registro nas instâncias federal, estadual e municipal. A burocracia é constatada também no número de procedimentos (treze), superior à média da América Latina e do Caribe (nove) e dos países-membros da OCDE (cinco), o que corrobora para a morosidade do processo de abertura de empresas no País. Como contraponto, quanto ao capital mínimo requerido, que é um dos índices que compõem o indicador, o Brasil ocupa a primeira posição, beneficiado pela legislação específica de São Paulo, que não exige capital mínimo para a constituição de novas sociedades. As avaliações ainda são muito ruins, não acompanhando a realidade brasileira, ainda que tenha havido uma perceptível melhora nos índices nos últimos anos. Isso mostra que ainda há um longo caminho a percorrer, qual seja: Os índices tempo e número de procedimentos devem ser reduzidos substancialmente para que o País chegue ao segundo quartil no ranking específico do indicador; O custo de abertura de empresas também deve ser reduzido, mas as expectativas de melhora no Produto Interno Bruto (PIB) per capita podem trazer ganhos para o índice; Como um todo, é necessária uma melhoria da ordem de 50% para trazer a posição do Brasil no indicador para o segundo quartil. Quando o tema é estabelecimento de empresas estrangeiras no Brasil, o caso é ainda mais preocupante. Estima-se um número total de 166 dias para cumprirem-se todas as etapas da abertura de empresas estrangeiras, segundo o relatório Investing Across Borders 2010 do Banco Mundial. No caso de habilitação para a realização de importação/exportação, a concessão da licença demora aproximadamente 40 dias. Quando se trata de Brics, a mesma licença leva um total de 65 dias para ser concedida na China, 46 dias na Índia e 31 dias na Rússia. Cingapura continua apresentando bons números (nove dias), assim como os europeus França também com nove dias e Reino Unido 14 dias. Na análise regional, América Latina e Caribe apresentam o pior resultado uma média de 74 dias, enquanto Europa Oriental e Ásia Central o melhor número 22 dias. Ainda segundo o relatório Investing Across Borders 2010, em um ranking de 0 a 100, quanto à facilidade de se estabelecer empresa estrangeira, o Brasil possui números (62,5) parecidos com os da China (63,7) e a média da

17 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS 17 América Latina/Caribe (62,8). Países desenvolvidos, porém, continuam com pontuação melhor França (77,5), Japão (81,6), Estados Unidos (80) e Reino Unido (85). A Comissão Doing Business identificou os gargalos para a abertura de empresas no País, em especial no município de São Paulo e elaborou alternativas factíveis para a melhora da posição brasileira no indicador. Nesse sentido, são propostas as seguintes ações: Centralização de processos governamentais com a integração dos cadastros federal, estadual e municipal em um procedimento único; Simplificação de formulários; Redução do prazo para a outorga de licença de funcionamento por meio da concessão de licença provisória e exclusão de inspeção prévia para início das atividades; Introdução de processos e pagamentos eletrônicos com a automação de processos de enquadramento sindical e de checagem para o início das atividades. Resolução de insolvência O Doing Business analisa o tempo, o custo e os resultados dos procedimentos de recuperação de empresas nacionais. Antes chamado fechamento de empresas, foi alterado para resolução de insolvência apenas para melhor refletir seu conteúdo. No Doing Business 2012, o Brasil ganhou uma posição em relação a 2011, mas ainda ficou entre os últimos colocados (136ª colocação). No Brasil, o processo de encerramento de empresas é uma ação lenta e extremamente burocrática, levando em média quatro anos para ser concluído. O distanciamento dos números brasileiros em relação aos do Japão, primeiro do ranking, é brutal. Em território japonês, o mesmo processo dura apenas seis meses. Essa diferença deve-se, principalmente, às exigências legais brasileiras para a conclusão dos procedimentos. O indicador resolução de insolvência é composto por três índices. Porém, os que mais afetam o ranking são a taxa de recuperação das empresas e o tempo. Na forma de cálculo, a taxa de recuperação é registrada como centavos de dólar

18 18 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS recuperados pelos credores. Os valores são corrigidos a valor presente usando a taxa de juros do País para o cálculo, o que no caso brasileiro prejudica o índice os juros ainda são elevados, apesar da recente tendência de queda. A taxa é de 17,9 centavos por dólar no Brasil, bem abaixo da média regional dos países latino-americanos (30,7) e os de alta renda (68,2). No cenário atual, o País encontra-se classificado no terceiro quartil e seriam necessárias melhorias da ordem de 60% para alcançar apenas o segundo quartil. No entanto, é importante ressaltar que o País vem obtendo avanços importantes com a Nova Lei de Falências ou Lei de Recuperação de Empresas (Lei nº /05). O novo diploma legal disciplinou a recuperação judicial de empresas e fez com que a média anual de falências caísse para 2,7 mil entre 2006 e Em 2003, esse número chegou a 20,7 mil. Portanto, o procedimento de resolução de insolvência de empresas vem melhorando nos últimos anos, mas ainda há espaço para progressos. Mundo afora, várias economias facilitaram o encerramento de negócios. Bom exemplo é a República Tcheca, que reduziu o tempo de fechamento de uma empresa em 50% e ganhou 83 posições no ranking do Doing Business de 2010 para 2011 com a criação de pacotes de reformas e a eliminação, em alguns casos, da obrigatoriedade de declaração de insolvência. O caso acima demonstra que o indicador é bastante sensível à variável tempo. Outros países que se aperfeiçoaram no quesito encerramento de empresas foram o Reino Unido (6 ), Bélgica (8 ) e Japão (1 ). No caso brasileiro, a Comissão Doing Business sugere as seguintes ações: Revisão da Lei de Recuperação de Empresas de modo a viabilizar a negociação extrajudicial antes do procedimento judicial; Eliminação de ambiguidades existentes na Lei de Recuperação de Empresas; Agilização do processo de encerramento de empresas, criação de instâncias especiais para casos de insolvência, tribunais especiais e regulamentação de profissionais especializados em insolvência; Identificação de formas de aumento da abrangência da lei de modo a aumentar o público ao qual é aplicável, além da revisão dos parâmetros de deferimento e parâmetros de concessão da recuperação.

19 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS 19 é importante ressaltar que o País vem obtendo avanços importantes com a Nova Lei de Falências ou Lei de Recuperação de Empresas (Lei nº11.101/05)

20 20 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS Registro de propriedades O Doing Business analisa a sequência completa dos procedimentos necessários para uma empresa (comprador) adquirir uma propriedade de outra empresa (vendedor) e transferir o título de propriedade para o nome do comprador, de modo que este possa usá-la para expandir seu negócio, como garantia para tomar novos empréstimos ou, se necessário, vendê-la para outra empresa. O indicador é composto por três índices: tempo, custo e número de procedimentos. O Brasil perdeu cinco posições no relatório de 2012 e ocupa a 114ª posição no ranking geral. São 13 procedimentos que levam, em média, 39 dias, número superior à média de cinco procedimentos da OCDE, com duração média de 31 dias em No caso brasileiro, é necessário encurtar em 40% a quantidade de procedimentos para que o País alcance apenas o terceiro quartil, enquanto o número de dias precisaria cair em 50% para alcançar o primeiro quartil. Já em termos de custo, o Brasil ocupa boa posição no ranking e, com ligeira melhora, poderia ocupar o primeiro quartil. No geral, portanto, são necessárias melhorias da ordem de 30% para trazer o País para o segundo quartil no indicador registro de propriedades. No entanto, vale destacar que o registro de propriedades em São Paulo já conta com diversos procedimentos on-line, o que já poderia reduzir, automaticamente, o tempo e o custo. Trata-se da emissão de certidão pela Justiça do Trabalho, obtenção de documentação nos cartórios e certidão negativa de impostos municipal, entre outros. Mesmo com diversos procedimentos já automatizados, é possível ser ainda mais eficiente, seguindo os exemplos de estados como o Maranhão e o Distrito Federal. Mundo afora, economias tão diversas quanto Cabo Verde, Dinamarca, Portugal, Peru e Jamaica realizaram recentemente processos de melhoria por meio da redução de taxas, aumento da eficiência administrativa e implantação de sistemas computadorizados, com introdução de processos on-line e consolidação de procedimentos. No caso brasileiro, a Comissão Doing Business propõe as seguintes ações: Redução do número de procedimentos para a matrícula de imóveis com a adoção do princípio da concentração, a fim de diminuir custos e tempo e proporcionar maior segurança jurídica;

21 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS 21 Redução de prazos; Viabilização de procedimentos em paralelo, ou seja, que diferentes processos possam ser realizados simultaneamente. Obtenção de alvarás de construção O Doing Business avalia todos os procedimentos necessários para uma empresa do setor de construção erguer um depósito padrão. O indicador é composto por três índices: número de procedimentos, custo e tempo. O Brasil apresentou melhora nesse indicador nos últimos anos. Ganhou seis posições e ocupa o 127 lugar do ranking em 2012 devido, sobretudo, à evolução do item custo. Ainda assim, a colocação brasileira está muito ruim, prejudicada pela variável tempo. Para a construção de um depósito padrão no País, por exemplo, leva-se 469 dias, sendo que, apenas com a obtenção da licença de aprovação e licença de execução da obra, são despendidos 274 dias. O período de obtenção de licença no Brasil é bem superior à média da América Latina (221 dias) e OCDE (152 dias). Em termos de custo, no entanto, o percentual sobre a renda per capita representa 40,2%, desempenho melhor do que a média da América Latina (160,3%) e OCDE (45,7%). É importante destacar que esta melhoria, porém, pode estar atrelada mais a uma evolução positiva da renda per capita brasileira que a uma efetiva redução do custo. Quanto ao número de procedimentos, há muito que evoluir. São 17 procedimentos no Brasil ante 14 na América Latina e Caribe e países de alta renda (OCDE). Vale ainda salientar que na aferição do cálculo, algumas características específicas da cidade de São Paulo podem prejudicar o resultado final. Na medição do item tempo, por exemplo, levam-se em conta prazos de inspeção, enquanto a variável número de procedimentos considera todo e qualquer procedimento necessário, e a maioria deles depende dos serviços públicos. Além disso, o código de construção, as informações dos peritos e os cronogramas específicos dos pagamentos de taxas são utilizados como fonte de custo e tempo, medida essa que pode ser influenciada pela percepção subjetiva dos respondentes aos questionários do Doing Business.

22 22 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS Enfim, para melhorar os resultados, a Comissão Doing Business da BRAiN sugere o seguinte: Centralização de processos em um balcão único, objetivando reduzir o número de procedimentos e prazos. No âmbito do município de São Paulo, a proposta poderia ser materializada por meio da aprovação do existente Projeto de Lei n 420/2006, instituindo o Balcão Único de Aprovação de Projetos de Empreendimentos Buape-HAB; Concentração da força de trabalho para estimular redução de tempo na prefeitura; Introdução de processos e pagamentos eletrônicos. Obtenção de crédito O Doing Business avalia a força dos direitos dos mutuários e mutuantes no tocante às transações com garantia e a profundidade das informações sobre crédito. O indicador é composto por quatro itens: registro público e privado de mutuários, profundidade de informações de crédito e proteção legal de credores e mutuários, sendo que apenas os dois últimos são considerados para o cálculo. O Brasil evoluiu positivamente em termos de crédito nos últimos anos. No entanto, essas evoluções não foram amplamente absorvidas pelo Doing Business. O País está bem posicionado no quesito profundidade de informações, com destaque para o cadastro positivo, que permite às agências privadas coletarem informações e divulgarem dados positivos, e para a Nova Lei de Falências. Contudo, ainda há espaço para melhorias no item proteção legal de credores e mutuários. No relatório de 2012, o Brasil ocupou a 98ª posição do ranking geral. Dos dez procedimentos analisados em proteção legal de credores e mutuários, diferentemente do informado pelos respondentes aos questionários do Doing Business, todos se aplicam à realidade brasileira. O Brasil possui os dez procedimentos listados, mas os respondentes só consideram três (ver quadro a seguir). Isso impacta negativamente a colocação do Brasil no ranking. No segundo quadro a seguir, descrevem-se os sete procedimentos não considerados pelos respondentes e a maneira como se aplicam à realidade brasileira.

23 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS 23 Proteção DOS direitos do credor e do devedor Procedimento Indicador visão dos respondentes Indicador visão da BRAiN Qualquer empresa poderá usar bens móveis como garantia e, manter a posse dos bens, sendo que qualquer instituição financeira poderá aceitar tais bens como garantia Lei permite que empresa conceda direito de garantia não possessória em uma única categoria de bens móveis (tais como contas a receber ou inventário), sem exigir descrição específica da garantia Lei permite que uma empresa conceda um direito de garantia não possessória em todos os seus bens móveis sem exigir uma descrição específica da garantia Direito de garantia pode estender-se por mais tempo ou após a aquisição dos bens e pode estender-se automaticamente para os produtos, recursos ou substitutos dos bens originais Descrição geral das dívidas e obrigações é permitida nos contratos de garantia e em documentos de registro todos os tipos de dívida e obrigações podem ser garantidos entre as partes e o contrato de garantia pode incluir uma quantia máxima para a qual os bens são onerados Registro de garantias ou instituição de registros está em operação, unificado geograficamente e por tipo de bem, com um banco de dados eletrônico indexado pelo nome do devedor Credores garantidos são pagos em primeiro lugar quando um devedor não cumpre o contrato fora de um processo de insolvência Credores garantidos são pagos em primeiro lugar quando a empresa é liquidada Credores garantidos não estão sujeitos à suspensão automática ou moratória dos procedimentos de execução quando um devedor entra em um processo de reorganização societária supervisionado pelo tribunal Lei permite que as partes acordem em um contrato de garantia que o mutuante possa exercer seu direito de garantia sem recorrer à justiça Fonte: Doing Business 2012 (IFC), Análise BCG Total 3 10

24 24 O AMBIENTE DE NEGÓCIOS BRASILEIRO: REALIDADES E DESAFIOS Procedimento Indicador Lei permite que empresa conceda direito de garantia não possessória em uma única categoria de bens móveis (tais como contas a receber ou inventário), sem exigir descrição específica da garantia. A lei brasileira permite tanto a cessão fiduciária como o penhor de recebíveis de crédito. Lei permite que uma empresa conceda um direito de garantia não possessória em todos os seus bens móveis sem exigir uma descrição específica da garantia. Ainda que a lei não proíba a constituição de uma garantia como ao lado especificada, sua eficácia jurídica é muito discutível. Interpretando, portanto, literalmente a questão posta, sem avaliar as consequências jurídicas posteriores desse ajuste e diante da ausência de proibição expressa, a resposta ao quesito pode ser considerada positiva. Direito de garantia pode estender-se por mais tempo ou após a aquisição dos bens e pode estender-se automaticamente para os produtos, recursos ou substitutos dos bens originais A legislação brasileira reconhece expressamente que os direitos de garantia do credor permanecem preservados até integral liquidação do débito garantido, de modo que o direito de garantia permanece válido pelo tempo que for necessário à integral satisfação do direito do credor. Além disso, é direito assegurado ao credor o de considerar vencida a dívida se deteriorados, perecidos ou desfalcados os bens dados em garantia, o devedor não os reforçar ou substituir no tempo fixado pelo credor.

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