A LUDICIDADE NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

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1 Revista Científica Eletrônica de Ciências Sociais Aplicadas da EDUVALE - ISSN A LUDICIDADE NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL VALDIRLENE de Jesus Lopes Fernandes 1 RESUMO O presente estudo que tem como tema "A Ludicidade nas Práticas Pedagógicas da Educação Infantil" trata de questões relacionadas com o lúdico, o jogo, o brinquedo e a brincadeira. Tem como objetivo observar a organização, o espaço e o tempo do brincar na instituição. Sabe-se que as brincadeiras estimulam e contribuem para o desenvolvimento cognitivo, físico, emocional e social da criança em idade pré-escolar. Por isso, é importante pensar na realidade vivida nas instituições de Educação Infantil tendo como foco as brincadeiras nas atividades docentes. Cabe aos docentes elaborar propostas criativas que viabilizem uma educação que respeite as peculiaridades da infância, considerando-as como o alicerce do trabalho educativo. Os jogos lúdicos devem ser observados, na sua importância para a Educação Infantil, tomando-se um assunto a ser trabalhado por todos os profissionais que atuam com crianças, sabendo que isto não se limita a repassar informações ou mostrar apenas um caminho, mas sim auxiliar a criança a tomar consciência de si mesma, dos outros, e da sociedade. PALAVRAS-CHAVE: Lúdico, Jogos e a Brincadeira. INTRODUÇÃO O jogo, o brinquedo e a brincadeira na Educação Infantil tem sido alvo de interesse de pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento comprovando assim a importância do brincar nos processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança. A realização desta pesquisa justifica-se pelo fato de que o brincar não acontece de repente, mas inicia-se a partir do vínculo existente entre a mãe e a 1 Auxiliar em Educação Infantil na UMEI Menina Angélica, Graduada em Biologia e Pedagogia e Pós graduada em Psicopedagogia.

2 2 criança e se torna essencial para o seu desenvolvimento afetivo e emocional. Infelizmente esta atividade é deixada para segundo plano na vida de alguns pequenos que mais se assemelha a um mini executivo, limitação esta que resultam em grandes consequências em sua formação. A brincadeira não é um mero passatempo. Ela contribui para o desenvolvimento das crianças, promovendo o processo de socialização e de descoberta do mundo. É possível superar os problemas existentes e oferecer melhores condições de vida às crianças, ampliando e valorizando o tempo, o espaço e as oportunidades para organizar as brincadeiras. E acreditando na importância pedagógica do lúdico, espera que, este estudo venha contribuir, como fonte de pesquisa no processo de aprendizagem e conhecimento infantil. Através das brincadeiras, as crianças substituem objetos por algo real. Brincando, a criança sente prazer e inicia a organização das suas relações sociais. Tem-se observado no Brasil, uma preocupação crescente com a Educação Infantil. Isso pode ser identificado em vários níveis, dentre os quais se inclui o legislativo. De acordo com a Constituição Federal de 1988, a Lei n 9.394/96, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), informa que a Educação Infantil passa a ser a 1ª etapa da educação básica. Devendo ser oferecida em creches e pré-escolas, com a finalidade de promover o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade. Esta mesma Lei defende o pluralismo das ideias e das concepções pedagógicas, garantia de padrão de qualidade e valorização da experiência extraescolar. Neste artigo especialmente abordamos um estudo bibliográfico. Inicialmente abordaremos o conceito de lúdico, o significado do jogo e o brincar na infância, o papel do brinquedo no desenvolvimento da criança, e as práticas e a ludicidade como proposta de ensino, com base em alguns autores principais: Ariès (1986), Luckesi (2007), Brougére, (2004), Kishimoto, (1997), Vygotsky (1991) e PIAGET (1976), bem como, Documentos Oficiais do Brasil. 1 O LÚDICO A atividade lúdica já existia antes mesmo da existência cultural e linguística das civilizações. A origem de Lúdico vem do latim ludus, que quer dizer jogos, forma

3 3 espontânea, ação diversão raízes na disputa, e para atingir toda plenitude de sua dignidade e estilo, não pode deixar de levar em conta o elemento lúdico. Na Grécia Antiga e no Egito, as atividades lúdicas faziam parte das atividades cotidianas dos adultos. Nesse período, a criança não era valorizada, sendo submetida aos sacrifícios religiosos. E era vista como um adulto em miniatura, portanto não havia diferença entre os jogos e brincadeiras de crianças e adultos. Segundo Philippe Ariès (1986), em sua pesquisa histórica sobre a infância, aborda a importância das "brincadeiras durante os séculos, XVlI e XVIII. Com o advento do Cristianismo, acontece uma revolução cultural cujo principal fator é o religioso. A criança passa a ser ora valorizada, ora marginalizada. Para educá-la, eram consideradas as necessidades do adulto que nada tinham a ver com o desejo da criança brincar. Porém, na Modernidade, a imagem da criança é modificada. Percebe-se que ela é um ser distinto do adulto e que possui valores próprios, como a fantasia, a ingenuidade, a comunicação, a igualdade passa a ser vista como ser social em processo de formação autor de sua própria história. Faz se necessária uma educação diferenciada que impulsione à criatividade ao desenvolvimento de suas potencialidades tendo como suporte atividades lúdicas e jogos educativos. O brincar deve estar inserido nas práticas de educação sendo esta estratégia poderosa na formação da personalidade, nos domínios da inteligência e na evolução do pensamento da criança. Luckesi (2007), em sua concepção sobre o lúdico, alerta, no entanto, para o fato de que a ludicidade não deve ser confundida com divertimento. Em sua visão, a atividade lúdica é um fazer humano mais amplo, que se relaciona não apenas à presença das brincadeiras ou jogos, mas também a uma atitude verdadeira do sujeito envolvido na ação. Nos primeiros anos de vida, a criança ao brincar desenvolve a inteligência, aprendendo progressivamente a representar simbolicamente sua realidade. Deixa em parte o egocentrismo que a impede de ver o outro diferente dela, aprende a conviver de forma dinâmica, criativa e prazerosa. A dimensão lúdica aparece como secundária em relação à dimensão da aprendizagem. Trata-se, realmente. Segundo BROUGÉRE, (2004) "de aprender brincando, sem ter a impressão de que se aprende". O adulto criativo vai existir de acordo com os estímulos que se tem na infância, privar uma criança de brincar é limitá-la é sufocá-la cognitivamente, deve-se

4 4 repensar nas práticas de ensino atuais torna se decisivo o papel do professor como mediador ou empate desse processo. 1.1 O significado do jogo Os jogos e a educação se identificam principalmente após o século XVlI, a partir dos pedagogos humanistas, dos médicos iluministas, em sua reação antiescolástica e anticlerical, e dos primeiros nacionalistas. Esta evolução foi comandada pela preocupação com a moral, a saúde e o bem comum, tendo como alvo principal a infância. A criança, desde essa época, passou a ser cidadão com imagem social contraditória, ao mesmo tempo em que era o reflexo que o adulto e a sociedade queriam que ela fosse e do que ela se tornasse, era também concebida como livres para progredirem. A preocupação dos estudiosos no século XVII, não era só com as crianças ditas normais, influenciadas pelas ideias de Rousseau, na França, permitiram que fossem criados inúmeros brinquedos educativos utilizando princípios da educação sensorial, com vistas a estudar crianças deficientes mentais e cujos conhecimentos foram, depois, utilizados para o ensino das crianças normais. O jogo não é tarefa fácil, quando se pronuncia a palavra jogo cada um pode entendê-lo de modo diferente. Pode-se estar falando de jogos políticos, de adultos, crianças, animais ou amarelinha, xadrez, adivinhas, contar estórias, brincar de "mamãe e filhinha", futebol, dominó, quebra-cabeça, construir barquinho, brincar na areia e uma infinidade de outros (KISHIMOTO, 1997). O ato de jogar é tão antigo quanto o próprio homem. Na verdade, o jogo faz parte da essência de ser dos mamíferos. O jogo é necessário para o processo de desenvolvimento, tem uma função vital para o indivíduo, principalmente como forma de assimilação da realidade, além de ser culturalmente útil à sociedade. Na concepção piagetiana, os jogos consistem numa simples assimilação funcional, num exercício das ações individuais já aprendidas gerando ainda um sentimento de prazer pela ação lúdica em si e domínio sobre as ações. Portanto, os jogos têm dupla função: consolidar os esquemas já formados e dar prazer ou equilíbrio emocional a criança". (FARIA, 1998, p. 93, 94). O jogo proporciona à

5 5 criança momentos de atração que tornam o aprendizado agradável sendo considerado como um agente facilitador no processo ensino e aprendizagem. Para aumentar a complexidade do campo em questão, entre os materiais lúdicos, alguns são usualmente chamados de jogo, outros brinquedos. Não devemos confundir o jogo estabelecem regras, o brinquedo é objeto da ação de brincar, estes por sua vez são influenciados pela cultura do meio social. Kishimoto (1997, p.37, 38), afirma que a utilização do jogo potencializa a exploração e a construção do conhecimento, por contar com a motivação interna, típica do lúdico, mas o trabalho pedagógico requer a oferta de estímulos externos e a influência de parceiros, bem como a sistematização de conceitos em outras situações A brincadeira na infância A brincadeira é alguma forma de divertimento típico da infância, uma atividade natural da criança, que não implica em compromisso, planejamento ou seriedade e que envolve comportamentos espontâneos e geradores de prazer. É através do brincar que a criança se humaniza, aprendendo a criar vínculos afetivos, bem como a construção de sua autonomia e sociabilidade, enfrenta o desafio de aprender a andar com as próprias pernas e a pensar com sua própria cabeça. O brincar é essencial à criança. Revela-se de diversas formas, buscando maneiras, contextos, símbolos, objetos, movimentos reveladores do sujeito que nos habita. Constitui o auxilio na boa formação infantil, nos aspectos emocionais, intelectivo, social e físico. O brincar faz parte da vida e, ao oferecermos à criança a possibilidade de brincar, oferecemos muito mais do que o ato em si mesmo, visível aos olhos. A brincadeira é consagrada como atividade essencial no desenvolvimento infantil. Historicamente, assim como o lúdico sempre esteve presente na Educação Infantil. No Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (BRASIL, 1998), a brincadeira está colocada como um dos princípios fundamentais, defendida como um direito, uma forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação entre as crianças, sendo assim, a brincadeira é cada vez mais

6 6 entendida como atividade que, além de promover o desenvolvimento pleno das crianças, incentiva a interação entre os pares, a resolução construtiva de conflitos, a formação de um cidadão crítico e reflexivo. 1.3 O papel do brinquedo no desenvolvimento da criança Os brinquedos são parceiros silenciosos que desafiam a criança, possibilitando descobertas e estimulando a auto expressão. É preciso haver tempo para eles, e espaço que assegure o sossego suficiente para que a criança brinque e solte a sua imaginação, inventando, sem medo de desgostar alguém ou ser punida. É através do brinquedo educativo, que a pedagogia aparece justaposta ao lúdico. Ele passa a ser visto também como algo de sério, consequente. Não apenas o instrumento que as crianças utilizam para se divertir e ocupar seu tempo, mas objeto capaz de educá-las. Com o brinquedo educativo, acaba-se a brincadeira, uma vez que fica abolida a inutilidade, que muitos enxergam nas atividades lúdicas infantis (OLIVEIRA, 1989). A criança em idade pequena (2 a 3 anos) não pensa em longo prazo, quer tudo imediatamente para que seus desejos sejam satisfeitos. Na idade pré-escolar, quando o desejo não pode ser imediatamente satisfeito, o comportamento da criança muda, e para que essa questão se resolva, envolve-se num mundo ilusório e imaginário onde os desejos que são realizáveis podem ser realizados. Isto vem a ser o brinquedo. A imaginação surge como um processo psicológico novo para a criança, como uma forma específica de atividade consciente, surge originalmente da ação. O prazer derivado do uso ou manipulação do brinquedo é controlado por diferentes motivações, não significando que todo o desejo não satisfeito dá origem a brinquedos. O desenvolvimento da criança é influenciado pelo brinquedo. É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, dependendo das motivações e tendências internas, sendo o aspecto principal da consciência a união da motivação e percepção, em que a percepção é um aspecto, integrado de uma reação motora. Para Vygotsky (1991):

7 7 O brinquedo cria na criança uma nova forma de desejos. Ensina-a a desejar, relacionando seus desejos a um "eu" fictício, ao seu papel no jogo e suas regras. Dessa maneira, as maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tomar-se-ão seu nível básico de ação real e moralidade. O brinquedo usado de forma lúdica (objeto suporte de brincadeira) conquista espaço na Educação já que por sua vez atua como instrumento pedagógico quando utilizado para esta finalidade. 1.4 As práticas e a ludicidade como proposta de ensino Entende-se que a escola não transforma a sociedade, mas colabora para a mudança se exercer o seu papel de ensinar criticamente fornecendo os instrumentos fundamentais para o exercício da cidadania reconhecendo que os alunos se desenvolvem no seu tempo, respeitando seus limites e possibilidades. O processo de desenvolvimento e aprendizagem infantil implica oportunidades e situações educativas que vão além dos cuidados assistenciais. Deste modo, os objetivos que contemplam a Educação Infantil, precisam priorizar a valorização dessas oportunidades educativas, fundamentando-se na crença de que a criança é um ser ativo na edificação do seu conhecimento, que aprende a partir das ações, reflexões e interações com o adulto, com outras crianças e com o ambiente. A criança deve ser respeitada como um ser que tem direito de viver o seu próprio tempo. Já, no Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (Brasil, 1998), há uma preocupação em sensibilizar os educadores para a importância do brincar tanto em situações formais quanto informais. Eles definem a brincadeira como a linguagem infantil que vincula o simbólico a realidade imediata da criança. O currículo escolar deve ser um instrumento de apoio à organização da ação escolar, especialmente no desempenho dos professores que devem tomar como base a realidade das crianças como ponto de partida para o trabalho, distinguindo sua diversidade, promovendo uma imagem positiva da criança, solicitando atividades concretas desafiadoras, estimulando a descoberta, capacidade criadora e

8 8 criticidade, enfatizando a participação e ajuda mútua. Nessa Educação Infantil deve ser um espaço: [...] para propiciar o desenvolvimento infantil, considerando os conhecimentos e valores culturais que as crianças já têm e, progressivamente, garantindo a ampliação dos conhecimentos, de forma a possibilitar a construção da autonomia, cooperação, criticidade, criatividade, responsabilidade, e a formação do autoconceito positivo, contribuindo, portanto, para a formação da cidadania. (KRAMER, 2003, p. 49). O profissional da educação infantil, tem como papel preponderante propiciar às crianças uma educação de qualidade que as ajudem a entender e superar a realidade em que vivem, criando no espaço escolar uma atmosfera democrática que respeite, valorize, promova a diversidade e que conduza ao bem estar emocional e físico das crianças, contribuindo para diminuir o alívio de suas tensões, receios e medos, encorajando-as a expressarem-se livremente suas expectativas, interesses e necessidades, fazendo uso das diferentes formas de linguagem. E ainda promovendo e estimulando a criatividade, curiosidade e o desenvolvimento da autonomia crítica, ética e social destas crianças, valorizando, partilhando e respeitando a brincadeira e a ludicidade, tão necessária para a constituição e a afirmação do sujeito criativo e fazedor da sua história. As práticas pedagógicas devem favorecer o desenvolvimento infantil e a obtenção de conhecimentos de forma prazerosa e significativa. O trabalho pedagógico orientado e trabalhado pelo educador com um olhar para uma sociedade complexa e diversificada promovendo assim a inserção social construtiva respeitando, sendo capaz de desenvolver sua autonomia, identidade, espírito de cooperação e solidariedade com os demais, não apenas dentro da escola, mas também fora dela. Como é apresentado nos Referenciais Curriculares Nacional de Educação infantil: [...]. A capacidade de se conduzir e tomar decisões, por si próprio, levando em conta regras, valores, sua perspectiva pessoal, bem como a perspectiva do outro, é nessa faixa etária, mais do que um objetivo a ser alcançado com as crianças, um princípio das ações educativas. Conceber uma educação em direção à autonomia significa considerar as crianças como seres com vontade própria, capazes e competentes para construir conhecimentos, e, dentro de suas possibilidades, interferir no meio em que vivem. Exercitando o autogoverno em questões situadas no plano das ações concretas, poderão gradualmente fazê-lo no plano das ideias e dos valores. (BRASIL, 1998, p.14).

9 9 O professor precisa ter uma atitude crítica perante os alunos conhecendo seus limites e possibilidades. De acordo com Signoretti (2003, p.06), "Ao professor compete respeitar as características, o ritmo, as necessidades e possibilidades de cada criança, nas diferentes faixas etárias". Quanto às dificuldades e dúvidas encontradas deve enfrentar os problemas expondo a seus colegas e à equipe pedagógica quando necessário, verificando se suas propostas estão sendo visivelmente entendidas pelos alunos, pois isso ajuda na organização da atividade proposta. Para isso é preciso que o professor tenha segurança e autoridade desde o maior até o menor acontecimento. Os profissionais da Educação Infantil sabem que a atividade favorita das crianças no recreio são os jogos por ser uma atividade espontânea e satisfatória, bem como necessitam uma justificativa para seu uso na sala de aula. Para Kishimoto (1997): O raciocínio decorrente do fato de que os sujeitos aprendem através do jogo é de que este possa ser utilizado pelo professor em sala de aula. As primeiras ações de professores apoiados em teorias construtivistas foram no sentido de tomar os ambientes de ensino bastante ricos em qualidade e variedade de jogos, para que os alunos pudessem descobrir conceitos inerentes às estruturas dos jogos por meio de sua manipulação. Esta concepção tem levado a prática espontaneístas da utilização dos jogos nas escolas (p.77). Os jogos, neste contexto, é uma alternativa didático-pedagógica, que o profissional deve utilizar para tornar o ambiente agradável e repercutir como desafios escolares e que seja apreciada como uma atividade tão séria quanto à outra tarefa. Assim o que difere é o fato de ser uma ação aprazível e significativa. É possível também propor novos jogos em grupo, para despertar nas crianças a curiosidade que permitirá momentos de troca de sugestões ou diferentes formas de agir com relação ao jogo. As atividades envolvendo jogos e brincadeiras conduzem as crianças à interação, possibilitando uma importante aprendizagem. Outro fator importante é a interação espontânea que possibilita para a criança a ampliação de seus conhecimentos. Os jogos e as brincadeiras por admitirem participação de troca de opiniões, socialização, exploração e reflexão sobre as situações vividas, são favoráveis ao aprendizado das disciplinas. Entretanto, não podemos ignorar as dificuldades tanto de ensinamento quanto de aprendizado. Quando se tratar de classes com poucos

10 10 recursos humanos, é preciso utilizar procedimentos diferentes, através de atividades que oportunizam a criança em algumas ações na construção de seus conhecimentos, não como apenas uma prática, mas sim com valor significativo e intencional. CONCLUSÃO A educação lúdica esteve presente em todas as épocas, povos, e contextos de inúmeros pesquisadores, compondo hoje, uma ampla rede de conhecimento, não só no campo da educação, como da psicologia e também nas demais áreas do conhecimento. A educação lúdica agrega uma teoria profunda. Seus objetivos esclarecem as relações múltiplas do ser humano em seu contexto histórico, sociocultural e psicológico. Contudo, as atividades envolvendo o lúdico, os jogos, os brinquedos e brincadeiras precisam ser livres, planejadas e refletidas para despertar na criança o gosto, não só no brincar, mas também pelas disciplinas ensinadas. Neste sentido, as brincadeiras passam a serem atividades de ensino que permitem colocar uma ação, um pensamento, buscando novos conhecimentos. As Instituições de Educação Infantil precisam apresentar propostas pedagógicas em suas práticas de educar e cuidar, com integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivos, linguísticos e sociais da criança, entendendo que a criança é um ser completo. Desta forma, ser, sentir, brincar, expressar-se, agir e responsabilizar-se-ão partes do todo de cada indivíduo, menino ou menina. Por meio deste trabalho percebe-se que o brincar quando tem intenção pedagógica nos leva a uma reflexão acerca da relevante função que o professor da educação infantil tem a exercer. Agir com intenção pedagógica é organizar a aula de maneira consciente, planejada, criativa e capaz de produzir um efeito positivo na aprendizagem do aluno proporcionando possibilidades e ocasiões para que as crianças brinquem e, ao mesmo tempo, aprenda dentro de uma situação planejada e

11 11 equilibrada entre a atuação do professor e a espontaneidade do aluno com o máximo de aproveitamento em prol do desenvolvimento integral da criança. A intenção pedagógica do professor necessita ir além do ritual de planejamento de conteúdos, ela incide, especialmente na atitude do professor, que precisa buscar o tempo todo um diálogo franco, esclarecedor, formativo e proativo com seus alunos, ajustando-se, precisamente, o seu discurso na tentativa de construir no seu aluno algo maior que a transmissão de conceitos e teorias. A brincadeira precisa ser uma das atividades essenciais na Educação Infantil. E grande participação neste processo faz se através do professor planejando, organizando o espaço e o tempo estimulando a brincadeira em função dos resultados que deseja alcançar. Ao desenvolver um ambiente estimulante o professor oportuniza a descoberta, a imaginação através da brincadeira no processo educativo. O ato de brincar no ambiente educativo não é um mero passatempo, mas um instrumento de desenvolvimento educativo para a criança, portanto brincar é tão importante para a criança como trabalhar é para o adulto. REFERÊNCIAS ARIÈS, P. História social da criança e da família. 2. ed. Rio de Janeiro, BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: SEF/MEC, V.1. BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 20 de dezembro de Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez Seção 1, p Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/leis/lein9394.pdf>. Acesso em: 10 de Agosto de BROUGÈRE, Gilíes. Brinquedo e cultura. 7. ed. São Paulo: Cortez, FARIA, Anália Rodrigues de. Desenvolvimento criança e do adolescente segundo Piaget. 4. ed. São Paulo/ Rio de Janeiro: Ática, 1998.

12 12 KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Diferentes tipos de brinquedoteca. In: FRIEDMANN, A. (org.) O direito de brincar: a brinquedoteca. São Paulo: Scritta, ABRIMQ, 1997, p KRAMER, Sônia. Com a pré-escola nas mãos: uma alternativa curricular para a educação infantil. 14. ed. São Paulo. Ática, LUCKESI, Cipriano Carlos. Ludicidade e desenvolvimento humano. In.: D'Ávila, Cristina Maria (Org.) Educação e Ludicidade: ensaios 04. Salvador: Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Educação, Gipel, OLIVEIRA, PAULO DE SALLES. O que é Brinquedo. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, (Coleção: Primeiros Passos). PIAGET. Jean. A formação do símbolo da criança. Rio de Janeiro: Zahar, A psicologia da criança. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, SIGNORETTI, Adriana Elizabeth R.S et ai. Como educar e cuidar: aspectos cotidianos da prática pedagógica com crianças da 0 a 6 anos. Revista do professor. Porto Alegre, v.19, n.73, p.5-10, jan./mar VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

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