Como diminuir riscos e evitar Ações Trabalhistas. Emerson Adriano Maziero

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Como diminuir riscos e evitar Ações Trabalhistas. Emerson Adriano Maziero"

Transcrição

1 Como diminuir riscos e evitar Ações Trabalhistas Emerson Adriano Maziero Jun/2011

2 Referências Bibliográficas AF, Cesarino Jr e CARDONE, A. Marly. Direito Social. Vol I, 2º. Edição, Editora LTR. FILHO, E. de Moraes, e MORAES, Antonio Carlos Flores. Introdução ao Direito do Trabalho. Editora LTR. FILHO, Ives Gandra Silva Martins. Manual Esquemático de Direito e Processo do Trabalho. Editora Saraiva, MELLO, César Augusto. Compêndio de Introdução ao Direito do Trabalho. São Paulo, Editora WVC, NASCIMENTO, A. M. Iniciação ao Direito do Trabalho. São Paulo: Editora LTR, RODRÍGUEZ, Américo Plá. Princípios de Direito do Trabalho. Editora LTr/ Edusp, ZAINAGHI, Domingos Sávio. Curso de Legislação Social. São Paulo: Editora Atlas, Currículo Resumido do Autor: Emerson Adriano Maziero é advogado graduado pela Universidade Comunitária Regional de Chapecó UNOCHAPECÓ, desde 2008, com Pós Graduação em Direito Tributário pela UNOESC Centro de Excelência em Direito, Consultor Empresarial Certificado pela SOCIESC, Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, OAB/SC, Membro do Núcleo de Consultorias da Associação Comercial e Industrial de Chapecó/ACIC. Atualmente é advogado no escritório Contaseg Contabilidade & Seguros, atuando nas áreas de Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito Trabalhista, Direito Civil e Direito do Consumidor.

3 1. INTRODUÇÃO No direito trabalhista, existe um mito de que só o empregado ganha na Justiça do Trabalho. Embora esse fato não seja uma verdade absoluta, é certo que na grande maioria das vezes, o empregador poderá ser condenado. Em sua grande maioria os empresários se questionam acerca da existência de algum meio para evitar o ajuizamento de ações trabalhistas por seus exempregados. Na verdade, não existe uma fórmula mágica ou alguma maneira de impedir que ex-empregados acionem seus ex-empregadores na Justiça Trabalhista porque o direito de ajuizar ações é garantido pela Constituição Federal e é essencial à manutenção do Estado Democrático de Direito. Entretanto, o empregador pode adotar medidas para ser vitorioso nestes processos evitando perdas e desestimulando ações judiciais aventureiras. Assim, trataremos de alguns conceitos básicos acerca da legislação trabalhista, e cuidados que o Empregador deverá ter, visando esclarecer as pessoas envolvidas no processo, como empregador, chefes de RH, departamentos de pessoal, contadores e outros, almejando que essas falham diminuem ou tornem-se inexistentes. 2. EMPREGADO 2.1. CONCEITO

4 A CLT, em seu art. 3º 1, dispõe que considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário. A doutrina acrescenta a essa definição um outro requisito: a prestação pessoal do serviço REQUISITOS IMPRESCINDÍVEIS PARA A CARACTERIZAÇÃO DO EMPREGADO São cinco os elementos essenciais da definição de empregado: pessoalidade, habitualidade, subordinação, salário e pessoa física. A presença desses cinco elementos é requisito sempre indispensável para o sujeito que realize um determinado trabalho ser enquadrado como empregado. a) - Pessoa física: empregado é sempre pessoa física ou natural. Não é possível dada à natureza personalíssima das obrigações que ele assume, admitir-se a hipótese de um empregado pessoa jurídica. A proteção da legislação trabalhista é destinada à pessoa física, ao ser humano que trabalha. Os serviços prestados por pessoa jurídica são regulados pelo Direito Civil. b) - Habitualidade (ou não-eventualidade): empregado é um trabalhador não eventual, que presta continuamente seus serviços. Deve haver habitualidade na prestação laboral, já que o contrato de trabalho é de prestação sucessiva, que não se exaure numa única prestação. c) - Subordinação (ou dependência): empregado é um trabalhador cuja atividade é exercida sob dependência de outrem, para quem ela é dirigida. Isso significa que o empregado é dirigido por outrem, uma vez que a subordinação o coloca na condição de sujeição em relação ao empregador. d) - Salário: empregado é um trabalhador assalariado, portanto, alguém que, pelo serviço que presta, recebe uma retribuição. Caso os serviços sejam prestados gratuitamente pela sua própria natureza (voluntário, de finalidade cívica, assistencial, religioso, etc.) não se configurará a relação de emprego. e) - Pessoalidade: empregado é um trabalhador que presta pessoalmente os serviços ao empregador. O contrato de trabalho é ajustado em função de determinada pessoa, razão porque é considerado intuitu personae. Assim, o empregador tem o direito de contar com a execução dos serviços por determinada e específica pessoa e não por outra qualquer. Não pode o empregado fazer-se substituir por outra pessoa sem o consentimento do empregador. 3. EMPREGADOR 3.1. CONCEITO 1 Art. 3º Considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob dependência deste e mediante salário.

5 A CLT dispõe que considera-se empregador a empresa, individual ou coletiva, que, assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e dirige a prestação pessoal de serviços (art. 2º) 2. A empresa é comumente conceituada como uma atividade organizada para a produção ou circulação de bens ou serviços destinados ao mercado, com objetivo de lucro. No âmbito do Direito do Trabalho, a CLT expressamente estabelece a exigência de que ela assuma os riscos do negócio. Assim, a empresa deve assumir tanto os resultados positivos quanto os negativos do empreendimento, não podendo estes últimos serem transferidos ao empregado EQUIPARADOS A EMPREGADOR Enquanto o caput do art. 2º da CLT define empregador, o seu parágrafo primeiro trata das pessoas equiparadas a empregador. Consoante este dispositivo, equiparam-se ao empregador, para os efeitos exclusivos da relação de emprego, os profissionais liberais, as instituições de beneficência, as associações recreativas e outras instituições sem fins lucrativos, que admitirem trabalhadores como empregados ( 1º do art. 2º) 3. Podemos concluir que a CLT não foi taxativa ao indicar os tipos possíveis de empregador ou de pessoas a ele equiparadas. A leitura de seu art. 2º evidencia que o ponto essencial da definição está no fato de haver contratação de trabalhadores enquadráveis como empregados, isto é, na configuração da relação de emprego. 4. PRINCÍPIOS DO DIREITO DO TRABALHO Princípios são linhas, diretrizes ou postulados que inspiram o sentido das normas trabalhistas e configuram a regulamentação das relações de trabalho, conforme critérios distintos dos albergados por outros ramos do Direito. Passaremos adiante analisar de forma resumida os principais princípios que norteiam o Direito do Trabalho: a) Princípio da Proteção: Refere-se este princípio à função precípua do Direito do Trabalho, que é protecionista, pois ampara uma das partes da relação jurídica, considerando-a economicamente mais fraca. Este princípio se subdivide em outros três: Aplicação da norma mais favorável; Condição mais benéfica; - In dúbio pró-mísero. b) Princípio da Aplicação da Norma mais Favorável: No caso de haver mais de uma norma aplicável ao caso concreto, aplica-se a norma que melhor 2 Art. 2º Considera-se empregador a empresa, individual ou coletiva, que, assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e dirige a prestação pessoal de serviço. 2º Sempre que uma ou mais empresas, tendo embora, cada uma delas, personalidade jurídica, própria estiverem sob a direção, controle ou administração de outra constituindo grupo industrial, comercial ou de qualquer outra atividade econômica, serão, para os efeitos da relação de emprego, solidariamente responsáveis a empresa principal e cada uma das subordinadas. 3 Art. 2º 1º Equiparam-se ao empregador, para os efeitos exclusivos da relação de emprego, os profissionais liberais, as instituições de beneficência, as associações recreativas ou outras instituições sem fins lucrativos, que admitirem trabalhadores como empregados.

6 favorecer o trabalhador. Portanto, no caso do Direito do Trabalho, não se aplica a hierarquia das leis, mas a que for mais favorável. c) Princípio da Condição mais Benéfica: Por este princípio, cláusulas benéficas para o trabalhador não podem ser retiradas do contrato, não podem ainda serem substituídas por outra menos benéficas. Vantagens já conquistadas, resultantes de contrato, de lei, de normas coletivas, ou até mesmo regulamento da empresa, constituem-se em Direito Adquirido, não podem ser modificadas para pior 4. d) Princípio do In Dúbio Pró-Mísero ou In Dúbio Pró-Operário: Existindo duas interpretações a um texto legal, deve-se aplicar a interpretação que melhor atenda aos interesses do trabalhador. Aplica-se também o princípio do in dúbio pró-mísero na análise do caso concreto. Se num procedimento judicial existem dúvidas, o juiz deve optar pelo julgamento da causa em favor do empregado. e) Princípio da Irrenunciabilidade aos Direitos Trabalhistas: O trabalhador não pode renunciar aos direitos a ele assegurados pela legislação trabalhista, não pode renunciar à proteção legal. Aplica-se aqui princípios do direito público à legislação trabalhista 5. f) Princípio da Continuidade da Relação de Emprego: Há sempre a presunção de que o trabalhador não deseja deixar o emprego. Sempre que existir uma relação de trabalho, presume-se que esta será com vínculo de emprego. g)princípio da Primazia da Realidade: No Direito do Trabalho vale o que acontece no mundo real e não no mundo formal. Este princípio consiste em dar preferência à realidade dos fatos existentes na relação de emprego: prevalece o que é vivenciado na vida real. 5. CONTRATO DE TRABALHO As relações contratuais de trabalho podem ser objeto de livre estipulação das partes interessadas em tudo quanto não contravenha às disposições de proteção ao trabalho, aos contratos coletivos que lhes sejam aplicáveis e às decisões das autoridades competentes. (art. 444 CLT) Significa que todas as condições acertadas com os funcionários, e não contrárias à lei e à norma, devem constar no contrato de trabalho. Todavia, muitas vezes esta situação não é observada por ocasião da contratação do funcionário, ficando deficiente o contrato no seguinte: Não é efetivado de forma escrita; Assinado em branco pelo empregado; 4 Artigo 5º. Inciso XXXVI, e repete-se especificamente na CLT artigo 468, que a seguir transcrevemos: Nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições por mútuo consentimento, e, ainda assim, desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sob pena de nulidade a cláusula infringente desta garantia. 5 Art. 9º. CLT Serão nulos de pleno direito os atos praticados com o objetivo de desvirtuar, impedir ou fraudar a aplicação dos preceitos contidos na presente Consolidação.

7 Não consta que o horário pode vir a ser alterado por necessidade do empregador; Não consta cláusula que o funcionário poderá trabalhar em outro turno; Não consta horário de trabalho; Não consta cláusula autorizando o desconto em folha de pagamento, tais como: de vales, farmácia, seguros, associações, mercado; Outros assuntos específicos e característicos relacionados à atividade da empresa. O contrato de trabalho é um instrumento de acordo entre as partes e constam cláusulas, tais como: horário de trabalho, alteração do horário de trabalho, compensação e prorrogação de jornada de trabalho, autorização para descontos, dentre outras, que posteriormente o funcionário não poderá alegar que não estava ciente. E em eventual reclamatória trabalhista poderá fazer prova a favor da empresa, devido ao aceite do funcionário. Lembramos que, se não existe documento assinado entre as partes, à justiça do trabalho considera tácito o contrato de trabalho acordado verbalmente, o qual será regido pela CLT. Quando o funcionário foi contratado anteriormente e não foi celebrado por escrito o contrato de trabalho, deverá ser feito um aditivo ao contrato de trabalho constando todas as cláusulas necessárias, porém a partir da data do Aditivo ADITIVO AO CONTRATO DE TRABALHO No decorrer do tempo trabalhado na empresa é normal que o funcionário altere seu horário de trabalho, horário de almoço e também venha a ter outros descontos que no início, dentre outros. Toda a alteração que não for acordada por escrito entre as partes, pode ser questionada em juízo sob alegação de alteração unilateral de contrato, obrigando a empresa a remunerar como jornada extraordinária, o tempo trabalhado fora da jornada originalmente contratada. 5.2 CONTRATOS POR PRAZO DETERMINADO Os contratos por prazo determinado não podem ter seu prazo extrapolado. Caso excedam o tempo determinado, a empresa arcará com aviso prévio, multa de FGTS, 1/12 de férias indenizadas, 1/12 de 13º salário indenizado, dentre outras. A CLT fixa o prazo máximo de dois anos para os contratos a prazo determinado em geral, e de noventa dias para o contrato de experiência (arts. 445 e 451) 6. Admite-se uma única prorrogação, que deve ser feita dentro dos prazos que 6 Art O contrato de trabalho por prazo determinado não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, observada a regra do Art Art O contrato de trabalho por prazo determinado que tácita ou expressamente, for prorrogado mais de uma vez. passará a vigorar sem determinação de prazo.

8 a lei fixou. Havendo uma segunda prorrogação, ainda que dentro do prazo legal, o contrato passará a ser considerado por prazo indeterminado. A CLT define o contrato a prazo determinado como o contrato de trabalho cuja vigência dependa de termo prefixado ou da execução de serviços especificados ou ainda da realização de certo acontecimento suscetível de previsão aproximada (art.443). Em seguida, fixa as hipóteses que autorizam sua celebração válida, ao dispor que o contrato por prazo determinado só será válido em se tratando : a) de serviço cuja natureza ou transitoriedade justifique a predeterminação do prazo; b) de atividades empresariais de caráter transitório; c) de contrato de experiência (art. 443, 2º) TÉRMINO DO CONTRATO DE TRABALHO Os contratos extinguem-se em virtude de um fato que lhes põe fim. Podem deixar de existir por um modo normal, que vem a ser a sua natural execução, tal quando atinge seu termo ou alcança os seus fins, ou anormal, que são os casos de dissolução, onde determinados fatores podem fazê-lo cessar abruptamente. O vínculo entre empregado e empregador é de natureza contratual, portanto é o negócio jurídico pelo qual uma pessoa física (empregado) se obriga, mediante o pagamento de uma contraprestação (salário), a prestar trabalho não eventual em proveito de outra pessoa, física ou jurídica (empregador), a quem fica subordinado e juridicamente regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No desenrolar das relações de trabalho comete ato faltoso a parte que deixa de cumprir essas obrigações. A justa causa se constitui pela pratica desse ato faltoso, praticado por uma das partes, autorizando assim a outra a rescindir o contrato, sem ônus para o denunciante, nem todo ato faltoso, entretanto, constitui, justa causa para a rescisão, pois é necessário que este ato se revista de gravidade, como será visto. 5.4 FORMAS DE EXTINÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO a) Período de Experiência: A CLT (art. 443) inclui o contrato de experiência como uma das modalidades do gênero dos contratos a prazo, com a redação do decreto lei nº 229, de Fixou também o prazo máximo de duração de 90 dias (art. 445, parágrafo único). Em face da lei brasileira, a experiência faz nascer um contrato autônomo, preliminar, a termo certo, com tratamento igual aos demais contratos a prazo, inclusive para fins de direito do empregado na rescisão antecipada com pagamento da metade da remuneração faltante para termo final, e a inexistência do direito ao aviso prévio. Experiência é um período da relação de emprego sujeito a termo final, não vedada a ruptura do vínculo no termo final. Não é fase pendente de um contrato futuro porque é a própria relação de emprego em pleno desenvolvimento. b) Extinção por Iniciativa Do Empregador

9 A relação de emprego extingue-se por ato do empregador com a dispensa do empregado, que será com ou sem justa causa, esta implicando a redução dos seus direitos, suprimidas as verbas rescisórias. Será também de iniciativa do empregador a ruptura do contrato decorrente da extinção deliberada da empresa. c) Extinção por Iniciativa de Ambos Cessa o contrato, por iniciativa de ambas as partes, com o acordo. Incorrendo, empregado e empregador, em culpa recíproca, também poderá ser rescindido o contrato; na culpa recíproca ambos concorrem para a ruptura. Serão indevidos aviso prévio, 13º salário proporcional e férias proporcionais. O pagamento direto da multa do empregador sobre o valor dos depósitos do fundo de garantia é reduzido de 40% para 20%. c) Extinção decorrente de Ato de Terceiro Ou Fato Término do contrato a prazo é a extinção da relação de emprego pelo fato de atingir o termo final ajustado pelas partes no seu início hipótese que não se confunde com rescisão antecipada; é indevido aviso prévio no término do contrato pelo decurso do prazo. A extinção da empresa por ato do governo provocando a paralisação definitiva do negócio transferirá a responsabilidade pelas verbas rescisórias que o empregador pagaria diretamente ao Poder Público, figura que tem o nome de factum principis. A morte do empregado faz com que os dependentes se habilitem ao levantamento dos depósitos do Fundo de Garantia, transferindo-se o direito aos pagamentos de natureza salarial e aqueles sobre os quais o de cujos tinha direito adquirido, como as férias vencidas indenizadas. d) Dispensa do Empregado Dispensa é a ruptura do contrato de trabalho por ato unilateral e imediato do empregador, independente da vontade do empregado. Classifica-se, na teoria, em: a. Quanto à causa dispensa com e sem justa causa, aquela subdividindo-se em dispensa com causa justa ou sem causa justa; b. Quanto à forma em dispensa informal e formal, esta dividindo-se em dispensa com procedimento ou sem procedimento; c. Quanto ao controle em dispensa sem e com controle, e este será administrativo, judicial ou profissional; d. Quanto aos efeitos jurídicos será dispensa válida e dispensa nula, esta, por sua vez, com ou sem reintegração de emprego; e. Quanto a número de empregados será individual ou coletiva; f. Quanto aos direitos do empregado será indenizada ou não indenizada. Cuidados que devemos observar na Demissão: Demissão Imotivada: Sem justa causa. Nesta situação verificar os direitos do trabalhador. Horas extras, banco de horas, aviso prévio indenizado ou

10 não, multa do FGTS, estabilidades. Pagar em corretamente as verbas rescisórias representa economia. Pois o pagamento errôneo gera imposição de multa. Prazo: 10 (dez) dias a contar da data da demissão, não havendo aviso prévio. Caso contrário, no 1º dia útil seguinte ao término do contrato. A homologação pode ser posterior. Penalidades; Multas dos Artigos 467 (50%) e 477 da CLT. (Salário mínimo BTN, por trabalhador). Demissão Motivada: Com justa causa. Segue as mesmas regras da modalidade anterior. O grande cuidado nesta situação é documentar e/ou se precaver com testemunhas dos motivos que ensejaram a demissão.deve ser utilizada pelo empregado em última ocasião, quando não é mais possível a manutenção do empregado. Deve ser aplicada de imediato, sob pena de ser descaracterizada como imotivada. O artigo 482 da CLT informa quais são as únicas possibilidades de demissão por justa causa: Art. 482 Constituem justa causa para rescisão do contrato de trabalho pelo empregador: a) ato de improbidade; b) incontinência de conduta ou mau procedimento; c) negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao serviço; d) condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido suspensão da execução da pena; e) desídia no desempenho das respectivas funções; f) embriaguez habitual ou em serviço; g) violação de segredo da empresa; h) ato de indisciplina ou de insubordinação; i) abandono de emprego; j) ato lesivo da honra ou da boa fama praticado no serviço contra qualquer pessoa,ou ofensas físicas, nas mesmas condições, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem; k) ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas físicas praticadas contra o empregador e superiores hierárquicos, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem; l) prática constante de jogos de azar.

11 Parágrafo único. Constitui igualmente justa causa para dispensa de empregado a prática, devidamente comprovada em inquérito administrativo, de atos atentatórios contra a segurança nacional. 6. COMO DIMINUIR RISCOS E EVITAR AÇÕES TRABALHISTAS As indesejáveis falhas cometidas no ambiente de trabalho são comuns no cotidiano. Assim, teceremos um pouco sobre o processo de contratação e manutenção de empregados, visando esclarecer as pessoas envolvidas no processo, como empregador, chefes de RH, departamentos de pessoal, contadores e outros, almejando que essas falham diminuem ou tornem-se inexistentes. A admissão do funcionário começa a partir do recrutamento, que deverá necessariamente ser de forma clara e transparente ao candidato a emprego. O objetivo do recrutamento e seleção é planejar e implantar mecanismos que visem um processo de atração dos talentos necessários bem como definir e implantar políticas e ferramentas que garantam a escolha dos profissionais adequados, sem que haja qualquer discriminação. Nesse diapasão, baila um problema comum no início da contratação de um novo empregado, muitas empresas se esquecem de um detalhe muito importante: a DOCUMENTAÇÃO. No ato da contratação, o empregado deverá assinar um contrato de trabalho, seja de experiência (válido por até 90 dias, permitida uma única prorrogação) ou por prazo indeterminado. Porém, não assinando qualquer contrato, isso não descaracteriza o vínculo de emprego, desde que haja habitualidade, perceba salário e esteja sob a dependência daquele empregador. O Empregador deve ter o cuidado de providenciar assinatura do representante legal da empresa e empregado em outros documentos, como: acordo de compensação de horas, acordo de prorrogação, termo de opção de recebimento ou desistência de vale transporte, termo de recebimento e devolução de CTPS, declaração de existência de filhos para percepção do salário família etc. O empregado na admissão deverá ser submetido a um exame médico admissional. O referido exame irá atestar se o empregado é portador de alguma doença que poderá ser agravada com sua atividade, bem como se é portador de doenças laborais, como por exemplo, L.E.R. (Lesão por Esforços Repetitivos). Esse documento é que garante a empresa está contratando um empregado apto à função que irá desenvolver e se resguardar de futuros problemas que envolvam doença ocupacional. Durante todo o período de trabalho do empregado, ou seja, todo o tempo laboral, o empregador precisa se resguardar de cuidados, não somente quanto à documentação como à conduta de empregados, gestores e gerentes. Qualificar os profissionais envolvidos na área também é uma magnífica ferramenta, uma vez tendo pessoas preparadas em seus departamentos, o empregador fica menos suscetível a esse tipo de problemas.

12 O Empregador deverá ficar atento, por isso elaboramos uma série de cuidados necessários que não podem deixar de ser observados: * Ter cuidado de pagar e fazer com que o empregado goze férias no período certo, para não ocorrer à dobra, ou seja, o empregador tem um período chamado concessivo que perdura por 11 meses após a data do período aquisitivo, então tem uma grande margem de tempo para liberar o empregado para gozo de férias. Lembrando que o período de gozo de férias do empregado é de livre escolha do empregador. * Atender prontamente a fiscalização do Ministério do Trabalho, sendo cortês e maleável, exibindo toda a documentação solicitada e caso tenha dúvidas sobre algum procedimento, pedir orientação imediatamente. * Fornecer equipamentos de proteção individual, e se houver a necessidade, de proteção coletiva. Ressaltando que, a falta de uso ou mau uso do equipamento pelo empregado gera inclusive justa causa para este. * Assinar a CTPS do empregado antes do inicio de suas atividades, ou seja, não deixar o empregado iniciar as atividades para posteriormente providenciar o recebimento da CTPS e demais documentação para fazer o devido registro. Lembrando, que a CTPS deverá ser devolvida ao empregado no prazo de 48 horas, devidamente anotada. * Realizar os exames periódicos em cada empregado, de acordo com a necessidade e grau de risco da atividade. Ressaltando que, todos os exames deverão ser pagos pelo empregador, inclusive se a atividade exigir exames complementares. * Ao necessitar que o empregado prorrogue sua jornada, deverá ser acordado com o empregado através de termo de acordo de prorrogação, lembrando que esse trabalho extraordinário não pode ultrapassar de duas horas/dia. * Não esquecer que cada categoria tem seu sindicato formalizado e certamente com uma convenção a ser seguida, portanto, a empresa deverá estar sempre atenta às clausulas convencionadas. * Fazer com que o empregado no ato de admissão ou sempre que houver qualquer alteração no seu contrato, assine em comum acordo com empresa toda a documentação necessária, como: opção ou desistência de vale transporte, opção de salário família, opção de benefícios concedidos pela empresa, autorização de descontos permitidos em lei etc. * Ao abrir uma conta para depósito de salário do empregado, ter o cuidado de pedir sua ciência para tanto, assim como ao desligar o empregado do quadro funcional, também deverá a empresa dar ciência ao mesmo sobre a responsabilidade por encerramento dessa conta e quais as conseqüências, evitando prejuízos futuros ao empregado e problemas com a empresa. * Evitar intimidades ou insinuações entre empregados em qualquer grau de hierarquia pra que não caracterize assédio moral ou sexual, bem como relação entre empregado X empregador. Lembrando que o assédio moral, mesmo partindo de um gerente para outro empregado, quem responde por esse ato é a empresa.

13 * Não fazer qualquer alteração no contrato do empregado sem antes providenciar um aditivo, como por exemplo, mudança de função. * Dar uma especial atenção ao trabalho da mulher e ao trabalho do menor, haja vista que menor de 16 anos só poderá trabalhar na condição de aprendiz e regulamentado pelo contrato de aprendizagem com alguma entidade competente, como por exemplo: SENAC. * Informar anualmente os dados dos empregados corretamente na RAIS, pois qualquer alteração ou informação errônea do trabalhador, este fica sujeito ao não recebimento do PIS. * Manter toda a documentação referente aos empregados em boa guarda e organizados. Acrescenta-se que todo e qualquer documento deverá ser legível, sem rasuras ou entrelinhas, para que não haja futuras dúvidas. * Para que não se cause embaraço à fiscalização, bem com se obtenha melhor controle por parte da empresa, é importante que se faça todas as alterações e atualizações na CTPS do empregado, sempre que necessário. * A demissão do empregado é um processo que na maioria das vezes demanda alguns cuidados, pois dificilmente o empregado estar pronto para ser desligado. Mesmo o empregado tendo sido demitido por justa causa, a empresa deverá ter cuidado para não expor esse empregado aos demais colegas. * O empregador deverá seguir as normas de segurança e medicina do trabalho (NR s), evitando-se autuações, indenizações por dano material e moral aos empregados decorrentes de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho, outros. * Tratar os empregados, indistintamente, sempre com cortesia e respeito é um dever de toda a empresa e de seus gestores. * Cumprir a legislação trabalhista à risca, principalmente com relação à proteção do trabalhador (equipamentos de proteção individual, etc); * Em caso de contratação de estagiários, não deixar de fazer o contrato com a entidade de ensino e não ultrapassar o limite de horas semanais; * Em contratos com autônomos, fazê-los por escrito, com todas as regras bem esclarecidas e, principalmente, fazer os recolhimentos devidos à previdência social; * Não abusar das suspensões sem justo motivo que as ensejem e ter comprovados os casos de Justa Causa, conversando ANTES com seu contador ou advogado.. * Acompanhar as novidades na área trabalhista através de uma consultoria jurídica ou do seu contador. Com esses cuidados e cumprindo a legislação trabalhista à risca, a empresa terá provas para defender-se em eventual ação trabalhista. O empregador nunca deve buscar manobras ou artifícios que visem sonegar direitos trabalhistas diretos ou indiretos. Práticas comuns como admitir empregado sem registro em Carteira de Trabalho, ainda que por pouco tempo, pagar salários

14 "por fora" lesando o fisco e a previdência; pagar salários com recibos em branco etc., são fraudes facilmente desmascaradas na Justiça do Trabalho, e ainda podem trazer diversas conseqüências tanto administrativas como pesadas multas, além de sérios desdobramentos criminais, principalmente nas últimas hipóteses. A verdade é que não há economia ao burlar leis trabalhistas, pode parecer economia num primeiro momento, mas futuramente este valor supostamente economizado retornará em uma ação trabalhista que poderá causar grandes danos ao patrimônio da empresa. Se o empregador se acha "esperto", essa não é uma boa alternativa, pois a Justiça do Trabalho e as autoridades administrativas são bem mais "espertas" e rígidas quando detectam esses tipos de fraudes praticadas. Contudo, quando a empresa receber uma reclamação trabalhista, deve procurar imediatamente um advogado. Certas providências dentro do processo devem ser tomadas imediatamente após o recebimento da citação, pois uma das fases principais do processo é a instrução. Todavia, a conciliação num processo trabalhista ainda é a melhor saída. Diante de tudo, para minimizar os riscos trabalhistas e evitar reclamatórias, a empresa deve mesmo criar e adotar procedimentos de forma a orientar os seus empregados e manter alerta os responsáveis pela gestão de pessoas (chefes, gerentes, supervisores) da empresa. Não é incomum uma empresa sofrer uma reclamação trabalhista por parte de algum colaborador. Para que haja uma reclamação basta que o colaborador acredite que seus direitos não foram cumpridos. Colaborador pode ser um empregado, um profissional autônomo ou mesmo um estagiário. Caberá a empresa provar que não infringiu a legislação. Sempre há um custo, já que a empresa deverá constituir advogado experiente para defendê-la. Com alguns cuidados é possível evitar esses problemas. Mesmo tomando todos esses cuidados, ainda há a possibilidade de reclamação trabalhista. Caso aconteça, a empresa deve tomar as seguintes providências: 1. Levar a notificação imediatamente a um advogado trabalhista, pois algumas decisões precisam ser tomadas de imediato; 2. Reunir todos os comprovantes e recibos necessários que o advogado julgar pertinentes; 3. Pensar em testemunhas caso haja que possam servir para sua defesa; 4. Estar aberto a um acordo demonstra maturidade da empresa, visto que na maioria das vezes é uma resolução mais rápida e muitas vezes menos onerosa; 5. Se a empresa sofrer ameaça do colaborador ir à Justiça e houver direitos deste a receber a empresa poderá até fazer um acordo antes da reclamação, desde que o colaborador esteja assessorado por um advogado, a fim de evitar que futuramente ele venha a reclamar os mesmos direitos na Justiça Trabalhista.

15 Com esses cuidados é possível ter os colaboradores satisfeitos e evitar custos desnecessários para a empresa. Lembre-se: colaborador. Referências Bibliográficas ALMEIDA, Amador Paes de. Curso Prático de Processo do Trabalho. 16a ed. São Paulo: Saraiva, CLT Comentada. 3a ed. São Paulo: Saraiva, AF, Cesarino Jr e CARDONE, A. Marly. Direito Social. Vol I, 2º. Edição, Editora LTR. FILHO, E. de Moraes, e MORAES, Antonio Carlos Flores. Introdução ao Direito do Trabalho. Editora LTR. FILHO, Ives Gandra Silva Martins. Manual Esquemático de Direito e Processo do Trabalho. Editora Saraiva, MELLO, César Augusto. Compêndio de Introdução ao Direito do Trabalho. São Paulo, Editora WVC, NASCIMENTO, A. M. Iniciação ao Direito do Trabalho. São Paulo: Editora LTR, RODRÍGUEZ, Américo Plá. Princípios de Direito do Trabalho. Editora LTr/ Edusp, ZAINAGHI, Domingos Sávio. Curso de Legislação Social. São Paulo: Editora Atlas, Currículo Resumido do Autor: Emerson Adriano Maziero é advogado graduado pela Universidade Comunitária Regional de Chapecó UNOCHAPECÓ, desde 2008, com Pós Graduação em Direito Tributário pela UNOESC Centro de Excelência em Direito, Consultor Empresarial Certificado pela SOCIESC, Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, OAB/SC, Membro do Núcleo de Consultorias da Associação Comercial e Industrial de Chapecó/ACIC. Atualmente é advogado no escritório Contaseg Contabilidade & Seguros, atuando nas áreas de Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito Trabalhista, Direito Civil e Direito do Consumidor.

Fim do contrato por prazo determinado: este contrato termina no fim do prazo ou quando finda a obra para a qual foi o empregado contratado.

Fim do contrato por prazo determinado: este contrato termina no fim do prazo ou quando finda a obra para a qual foi o empregado contratado. Legislação Social Profª Mestre Ideli Raimundo Di Tizio p 25 RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO Na doutrina não há unanimidade no uso dos termos qualificadores do término do contrato de trabalho, são empregadas

Leia mais

DIREITOS DO TRABALHADOR NA RESCISÃO DO CONTRATO

DIREITOS DO TRABALHADOR NA RESCISÃO DO CONTRATO Autora: Idinéia Perez Bonafina Escrito em julho/2015 DIREITOS DO TRABALHADOR NA RESCISÃO DO CONTRATO 1. DIREITOS DO TRABALHADOR NA RESCISÃO DO CONTRATO O presente artigo abordará os direitos do trabalhador

Leia mais

1- CONTRATO DE TRABALHO

1- CONTRATO DE TRABALHO 1- CONTRATO DE TRABALHO 1.1 - ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO Quando o empregado é admitido - mesmo em contrato de experiência -, a empresa tem obrigatoriamente que fazer as anotações na carteira de

Leia mais

Manual do Jovem Aprendiz

Manual do Jovem Aprendiz Manual do Jovem Aprendiz Seja bem-vindo ao Manual Jovem Aprendiz! Aqui você encontra todas as informações sobre a estrutura e o funcionamento do Programa Jovem Aprendiz CIEDS. Esperamos que, com este

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A doença do empregado e o contrato de trabalho Rodrigo Ribeiro Bueno*. A COMPROVAÇÃO DA DOENÇA DO EMPREGADO A justificação da ausência do empregado motivada por doença, para a percepção

Leia mais

Manual Prático Trabalhista e Previdenciário

Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Qual é o prazo para pagamento dos salários dos empregados? R: O pagamento deve ser realizado até o 5º dia útil do mês seguinte. Esta deve ser a data em que deve

Leia mais

SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO

SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO Tanto na interrupção como na suspensão, ocorre a cessação temporária da obrigação de trabalhar, o que se suspende é o trabalho e não o contrato de trabalho.

Leia mais

Parte I - Direito do trabalho - parte geral, 1. 1 Evolução histórica, 3 1 Evolução mundial, 3 2 Evolução no Brasil, 4.

Parte I - Direito do trabalho - parte geral, 1. 1 Evolução histórica, 3 1 Evolução mundial, 3 2 Evolução no Brasil, 4. Parte I - Direito do trabalho - parte geral, 1 1 Evolução histórica, 3 1 Evolução mundial, 3 2 Evolução no Brasil, 4 2 Denominação, 6 3 Conceito e divisão da matéria, 8 4 Posição enciclopédica, 9 5 Fontes,

Leia mais

A expressão contrato individual de trabalho tem o mesmo significado das expressões contrato de trabalho e contrato de emprego.

A expressão contrato individual de trabalho tem o mesmo significado das expressões contrato de trabalho e contrato de emprego. 1 Aula 02 1 Contrato individual de trabalho A expressão contrato individual de trabalho tem o mesmo significado das expressões contrato de trabalho e contrato de emprego. 1.1 Conceito O art. 442, caput,

Leia mais

CAPÍTULO 2 CONTRATO DE TRABALHO 23 I. Noções """"'''' 23 2. Classificaçãodos contratos de trabalho """""""""""""""'''''' 24

CAPÍTULO 2 CONTRATO DE TRABALHO 23 I. Noções '''' 23 2. Classificaçãodos contratos de trabalho '''''' 24 CAPÍTULO 1 NOÇÕES DE DIREITO DO TRABALHO 1 I. Conceito................. I 2. Natureza e autonomia I Competência para legislar sobre Direito do Trabalho 2 Normas de Direito do Trabalho 3 1. Normas Trabalhistas

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO. O que devo saber? Índice

CONTRATO DE TRABALHO. O que devo saber? Índice CONTRATO DE TRABALHO O que devo saber? Índice Assunto Resposta nº? Acidente de Trabalho 8, 22, 23 Acordo de compensação de horário 26 Admissão de empregado 1, 3, 4 Atestado médico 6, 7, 9 Aviso prévio

Leia mais

OAB 139º - 1ª Fase Extensivo Semanal Disciplina: Direito do Trabalho Professor André Luiz Data: 16/06/2009

OAB 139º - 1ª Fase Extensivo Semanal Disciplina: Direito do Trabalho Professor André Luiz Data: 16/06/2009 TEMAS ABORDADOS EM AULA 4ª Aula: Justa Causa; Direito Coletivo do Trabalho. 1. Justa Causa (JC) JC é a forma de demissão e falta grave é a conduta irregular do empregado que por uma ou várias vezes leva

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO 11 RESPOSTAS. 1. Suspensão, Interrupção e Cessação do Contrato de Trabalho

ESTUDO DIRIGIDO 11 RESPOSTAS. 1. Suspensão, Interrupção e Cessação do Contrato de Trabalho ESTUDO DIRIGIDO 11 RESPOSTAS 1. Suspensão, Interrupção e Cessação do Contrato de Trabalho 1.1. Qual a diferença entre suspensão, interrupção e cessação do contrato de trabalho? RESPOSTA: A suspensão do

Leia mais

DEPARTAMENTO PESSOAL

DEPARTAMENTO PESSOAL DEPARTAMENTO PESSOAL DÚVIDAS MAIS FREQUENTES 1 1. Documentos necessários para admissão Para o processo de admissão, o novo funcionário deverá apresentar a relação de documentos abaixo: *Carteira de Trabalho

Leia mais

Mini Curso de Setor de Recursos Humanos

Mini Curso de Setor de Recursos Humanos Mini Curso de Setor de Recursos Humanos Carlos Antônio Maciel Luciano Nóbrega Cerqueira Maio/Junho 2009 1 SUMÁRIO 1 Admissões 2 Elaboração da Folha de Pagamento 3 Rescisões Contratuais 4 Obrigações Acessórias

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO

CONTRATO DE TRABALHO 7 Legislação Social Profª Mestre Ideli Raimundo Di Tizio p CONTRATO DE TRABALHO Contrato Individual de Trabalho o negócio jurídico pelo qual uma pessoa física se obriga, mediante remuneração, a prestar

Leia mais

EXMO. JUIZ DO TRABALHO DA VARA DO TRABALHO DE

EXMO. JUIZ DO TRABALHO DA VARA DO TRABALHO DE EXMO. JUIZ DO TRABALHO DA VARA DO TRABALHO DE José, nacionalidade, estado civil, profissão, RG, CPF, CTPS, PIS, residente e domiciliado na, vem, respeitosamente, perante V. Exa., por meio de seu advogado,

Leia mais

quinta-feira, 17 de outubro de 13 Me. Ariel Silva

quinta-feira, 17 de outubro de 13 Me. Ariel Silva Me. Ariel Silva Pedido de demissão - ato unilateral O empregado pode desvincular-se do empregador e do trabalho quando quiser (liberdade individual), sem justificativas ou concordância do empregador. Trata-se

Leia mais

Resumo Aula-tema 03: Relações de Trabalho: empregado x empregador. Terceirização.

Resumo Aula-tema 03: Relações de Trabalho: empregado x empregador. Terceirização. Resumo Aula-tema 03: Relações de Trabalho: empregado x empregador. Terceirização. O Direito do Trabalho não se preocupa apenas e tão somente com as relações entre empregado e empregador. Sua abrangência

Leia mais

Aula 01. 1 Princípios 1.1 Conceito. 1.2 Funções. 1.3 Princípios em espécie 1.3.1 Princípio da proteção. 1.3.1.1 Princípio do in dubio pro operarium

Aula 01. 1 Princípios 1.1 Conceito. 1.2 Funções. 1.3 Princípios em espécie 1.3.1 Princípio da proteção. 1.3.1.1 Princípio do in dubio pro operarium 1 Aula 01 1 Princípios 1.1 Conceito Segundo palavras de Maurício Godinho Delgado os princípios correspondem à noção de proposições ideais, fundamentais, construídas a partir de uma certa realidade e que

Leia mais

Cessação do Contrato de Trabalho

Cessação do Contrato de Trabalho Cessação do Contrato de Trabalho Pedido de Demissão Unilateral Resilição Dispensa Imotivada Vontade Bilateral > Distrato Terminação do Contrato de Trabalho Unilateral Dispensa>art. 482,CLT p/j.c. Resolução

Leia mais

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Digite o título aqui INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015 -

Leia mais

MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA

MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA Fiscalização do Trabalho Finalidade: tem por finalidade assegurar, em todo o

Leia mais

Registro. Pessoal. Fernando Silva da Paixão

Registro. Pessoal. Fernando Silva da Paixão Registro de Pessoal Fernando Silva da Paixão Rescisão por Término do Contrato Determinado O empregado terá direito a: 1. Saldo de salário (art. 462 da CLT art.. 7º, inciso X da CF) 2. Férias vencidas e

Leia mais

13º SALARIO Posteriormente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 7º,

13º SALARIO Posteriormente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 7º, 13º SALARIO Trabalhadores beneficiados Farão jus ao recebimento do 13º salário os seguintes trabalhadores: a) empregado - a pessoa física que presta serviços de natureza urbana ou rural à empresa, em caráter

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO - Considerações. Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 13/12/2010.

CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO - Considerações. Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 13/12/2010. CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO - Considerações Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 13/12/2010. Sumário: 1 - Introdução 2 - Conceito 3 - Requisitos 3.1 - Pressupostos de Validade

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/

http://www.lgncontabil.com.br/ 1. INTRODUÇÃO ADMISSÃO DE EMPREGADOS PROCEDIMENTOS Para cada admissão a empresa deve observar, além dos itens descritos nesta matéria, as normas relativas à Segurança do Trabalho, conforme Portaria MTb

Leia mais

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS 11. DIREITOS NA HORA DA DEMISSÃO É de fundamental importância saber quais os direitos dos trabalhadores na hora da rescisão do contrato de trabalho. Devese ter especial atenção no caso de demissões sem

Leia mais

CONTRATO DE EXPERIÊNCIA

CONTRATO DE EXPERIÊNCIA CONTRATO DE EXPERIÊNCIA O contrato de experiência é uma modalidade do contrato por prazo determinado, cuja finalidade é a de verificar se o empregado tem aptidão para exercer a função para a qual foi contratado.

Leia mais

executivo e sua remuneração era de R$ 3.000,00 acrescida de gratificação de um terço de seu salário.

executivo e sua remuneração era de R$ 3.000,00 acrescida de gratificação de um terço de seu salário. EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE FLORIANÓPOLIS/SC ANA KARENINA, estado civil..., profissão..., residente e domiciliada na Rua..., nº..., cidade... estado..., CEP..., representada

Leia mais

A Lei 6.019/74 que trata da contratação da mão de obra temporária abrange todos os segmentos corporativos ou há exceções?

A Lei 6.019/74 que trata da contratação da mão de obra temporária abrange todos os segmentos corporativos ou há exceções? LUANA ASSUNÇÃO ALBUQUERK Especialista em Direito do Trabalho Advogada Associada de Cheim Jorge & Abelha Rodrigues - Advogados Associados O CONTRATO TEMPORÁRIO DE TRABALHO São as conhecidas contratações

Leia mais

1. O que o Auditor-Fiscal do Trabalho deverá entender por trabalho temporário?

1. O que o Auditor-Fiscal do Trabalho deverá entender por trabalho temporário? Trabalho temporário Fonte: Fecomercio Em acréscimo ao Mix Legal Express, nº 168, de 2014, que trata de algumas peculiaridades do trabalho temporário, a que se refere à Lei nº 6.019 de 1974 e Portaria do

Leia mais

Disciplina: Direito e Processo do Trabalho 4º Semestre - 2011 Professor Donizete Aparecido Gaeta Resumo de Aula. 15º Ponto Aviso Prévio.

Disciplina: Direito e Processo do Trabalho 4º Semestre - 2011 Professor Donizete Aparecido Gaeta Resumo de Aula. 15º Ponto Aviso Prévio. Aviso Prévio 1. Conceito 2. Cabimento 3. Prazo 4. Início da contagem do prazo 5. Ausência do aviso prévio 6. Anotação na CTPS da data do encerramento do contrato de trabalho 7. Renúncia do período de aviso

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2012

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2012 FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2012 Disciplina: Direito do Trabalho I Departamento: Direito Social e Coletivo Docente Responsável: Anselmo Domingos da Paz Junior Carga Horária Anual: 100 h/a Tipo:

Leia mais

DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR

DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR Por intermédio destas informações, o SITRIVESCH tem por finalidade informar o trabalhador de seus direitos/deveres. Importante destacar que o não cumprimento

Leia mais

Os contratos de trabalho no país das chuteiras na era da Copa do Mundo de Futebol

Os contratos de trabalho no país das chuteiras na era da Copa do Mundo de Futebol Os contratos de trabalho no país das chuteiras na era da Copa do Mundo de Futebol Oraides Morello Marcon Marques 1 Com o retorno da Copa Mundial de Futebol ao Brasil crescerá a demanda do comércio por

Leia mais

Menor Aprendiz Perguntas Frequentes

Menor Aprendiz Perguntas Frequentes Menor Aprendiz Perguntas Frequentes A aprendizagem é regulada pela CLT e passou por um processo de modernização com a promulgação das Leis nºs. 11.180/2005, 10.097/2008 e 11.788/2008. O Estatuto da Criança

Leia mais

Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise

Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise Maria Lúcia L Menezes Gadotti Telefone : (11) 3093-6600 e-mail: marialucia.gadotti@stussinevessp.com.br Constituição Federal CLT e outras

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO. Empregado Preso

CONTRATO DE TRABALHO. Empregado Preso CONTRATO DE TRABALHO Empregado Preso Muitas dúvidas surgem quando o empregador toma conhecimento que seu empregado encontra-se preso. As dúvidas mais comuns são no sentido de como ficará o contrato de

Leia mais

- GUIA DO EMPRESÁRIO - ABANDONO DE EMPREGO

- GUIA DO EMPRESÁRIO - ABANDONO DE EMPREGO - GUIA DO EMPRESÁRIO - ABANDONO DE EMPREGO Planeta Contábil 2008 Todos os Direitos Reservados (www.planetacontabil.com.br) 1/8 NOTA: Para todos os efeitos os textos deste artigo são fundamentos na legislação

Leia mais

Tal fato decorre do princípio da continuidade da relação do emprego, que é um princípio basilar do Direito do Trabalho.

Tal fato decorre do princípio da continuidade da relação do emprego, que é um princípio basilar do Direito do Trabalho. 1. CONTRATO POR PRAZO INDETERMINADO O Contrato por prazo indeterminado é firmado quando o empregado for contratado para trabalhar em atividades normais da empresa, sem tempo de duração (Princípio da Continuidade

Leia mais

Trabalhador Rural: Lei 5.888/93 + Decreto 73.626/74 + art. 7 CRFB

Trabalhador Rural: Lei 5.888/93 + Decreto 73.626/74 + art. 7 CRFB Trabalhador Rural: Lei 5.888/93 + Decreto 73.626/74 + art. 7 CRFB art. 7 CRFB São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: art. 7 CLT Os

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO. PROJETO DE LEI N o 2.369, DE 2003 (Apensados PL nº 2.593, de 2003, e PL nº 4.

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO. PROJETO DE LEI N o 2.369, DE 2003 (Apensados PL nº 2.593, de 2003, e PL nº 4. COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI N o 2.369, DE 2003 (Apensados PL nº 2.593, de 2003, e PL nº 4.593, de 2009) Dispõe sobre o assédio moral nas relações de trabalho.

Leia mais

O CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO

O CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO O CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO Thiago Leão Nepomuceno (*)1 Normalmente, todo final de ano ao se aproximar traz consigo um aumento na demanda de algumas empresas, fazendo com que a necessidade

Leia mais

ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL

ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Ética e Legislação Profissional Assunto: Legislação Trabalhista/Construção Civil Prof.

Leia mais

Pessoa ou família que admite a seu serviço empregado doméstico (Decreto nº 71.885/1973, art. 3º, II).

Pessoa ou família que admite a seu serviço empregado doméstico (Decreto nº 71.885/1973, art. 3º, II). FONTE: www.iobonlineregulatorio.com.br EMPREGADO DOMÉSTICO: Considera-se doméstico o empregado que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa a pessoa ou família, no âmbito residencial

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO Suscitante: Sindicato dos Corretores de Planos de Saúde Médicos e Odontológicos no Estado de São Paulo, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 09.606.143/0001-16, com sede à Rua Conselheiro

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 1/5 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES CULTURAIS, RECREATIVAS, DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, DE ORIENTAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, NO ESTADO DO PARANÁ SENALBA/PR, CNPJ 75.992.446/0001-49,

Leia mais

LEI Nº 9.601, DE 21 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o contrato de trabalho por prazo determinado e dá outras providências

LEI Nº 9.601, DE 21 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o contrato de trabalho por prazo determinado e dá outras providências LEI Nº 9.601, DE 21 DE JANEIRO DE 1998 Dispõe sobre o contrato de trabalho por prazo determinado e dá outras providências (Alterada pela MP Nº 2.076-35/27.03.2001, MP Nº 2.164-41/24.08.2001 já inserida

Leia mais

APRENDIZ E ESTAGIÁRIO

APRENDIZ E ESTAGIÁRIO APRENDIZ E ESTAGIÁRIO Aprendiz é aquele que mediante contrato de aprendizagem ajustado por escrito e por prazo determinado, em que o empregador se compromete a assegurar ao maior de 14 e menor de 24 anos,

Leia mais

RELAÇÃO DE EMPREGO RELAÇÃO JURIDICA

RELAÇÃO DE EMPREGO RELAÇÃO JURIDICA RELAÇÃO DE EMPREGO A partir do momento em que o trabalho começou a existir, surgiram também as relações de emprego. Sob o ponto de vista do direito, a relação de emprego é um regramento jurídico que envolve

Leia mais

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2005/2006 PELO PRESENTE INSTRUMENTO DE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO DE UM LADO O SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE RÁDIODIFUSÃO DO ESTADO DO PARANÁ, A SEGUIR DENOMINADO

Leia mais

TERMO DE CONVÊNIO. Item 1- Razão Social:. CNPJ:. Item 2 - Denominada simplesmente:. EMPRESA- Item 3 - Endereço: Fone: (45) Foz do Iguaçu Paraná

TERMO DE CONVÊNIO. Item 1- Razão Social:. CNPJ:. Item 2 - Denominada simplesmente:. EMPRESA- Item 3 - Endereço: Fone: (45) Foz do Iguaçu Paraná TERMO DE CONVÊNIO De um lado a GUARDA MIRIM DE FOZ DO IGUAÇU Entidade de direito privado, de fins educacionais e de assistência social, de utilidade pública sem fins lucrativos, com sede à Travessa Tadeu

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO

CONTRATO DE TRABALHO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO ASSUNTOS CONTÁBEIS D PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEERIO PALESTRA CONTRATO

Leia mais

1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado?

1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? 1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? O pagamento em moeda corrente, mediante recibo, deverá ser feito até o 5º dia útil do período (mês, quinzena, semana)

Leia mais

DÚVIDAS FREQÜENTES SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIO (LEI 11.788/2008)

DÚVIDAS FREQÜENTES SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIO (LEI 11.788/2008) DÚVIDAS FREQÜENTES SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIO (LEI 11.788/2008) 1. O que é o estágio? Resposta: Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação

Leia mais

Cartilha do Estagiário das FaFEM

Cartilha do Estagiário das FaFEM Cartilha do Estagiário das FaFEM Apresentação Dúvidas Freqüentes Resumo dos principais pontos da lei 11.788 Legislação reguladora dos estágios: Lei Federal 11.788 de 25/09/2008 Apresentação As FaFEM, no

Leia mais

OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 01.09.2009 Aula nº 01

OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 01.09.2009 Aula nº 01 OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 01.09.2009 Aula nº 01 TEMAS TRATADOS EM AULA 1. PRINCÍPIOS 1.1. Princípio da proteção / protetivo / tutelar /

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI N o 2.369, DE 2003 Dispõe sobre o assédio moral nas relações de trabalho. Autor: Deputado MAURO PASSOS Relator: Deputado VICENTINHO

Leia mais

Disciplina: Direito e Processo do Trabalho 3º semestre - 2011 Professor Donizete Aparecido Gaeta Resumo de Aula

Disciplina: Direito e Processo do Trabalho 3º semestre - 2011 Professor Donizete Aparecido Gaeta Resumo de Aula 1. Princípio da norma mais favorável. 2. Princípio da condição mais benéfica. 3. Princípio de irrenunciabilidade. 4. Princípio da primazia da realidade. 5. Princípio da continuidade da relação de emprego.

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDOS - DIREITO DO TRABALHO CONTRATO DE TRABALHO

ROTEIRO DE ESTUDOS - DIREITO DO TRABALHO CONTRATO DE TRABALHO ROTEIRO DE ESTUDOS - DIREITO DO TRABALHO CONTRATO DE TRABALHO Material de Estudo Legislação: CLT: art. 2º, 3º, 29, 41, 402, 442, 443, 445, 451, 452, 471, 472, 478, 479, 480, 481; CCB: art. 5º e 104; art.

Leia mais

Direito do Trabalho Prof. Isabelli Gravatá

Direito do Trabalho Prof. Isabelli Gravatá Prof. Isabelli Gravatá AULA 3: Interrupção e Suspensão do Contrato: a partir do art. 471 da CLT sem pagamento efetuado pelo empregador SUSPENSÃO INTERRUPÇÃO SEM trabalho e SEM salário SEM trabalho e COM

Leia mais

RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO E SUA ALTERAÇÃO

RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO E SUA ALTERAÇÃO 1 RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO E SUA ALTERAÇÃO Camila Cristina Verly Vieira 1 Márcia Serafim Alves 2 Resumo: Como base sobre o termo rescisório o objetivo é demonstrar as diversas formas de se rescindir

Leia mais

CENTRO DE TREINAMENTO E RECURSOS HUMANOS IN-NOVAR APRENDENDO UM POUCO MAIS..

CENTRO DE TREINAMENTO E RECURSOS HUMANOS IN-NOVAR APRENDENDO UM POUCO MAIS.. CENTRO DE TREINAMENTO E RECURSOS HUMANOS IN-NOVAR APRENDENDO UM POUCO MAIS.. Parabéns por participar de um de nossos cursos. Você está investindo no seu futuro! Esperamos que seja o começo de um grande

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO - Novas Regras

CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO - Novas Regras CONTRATO DE TRABALHO POR PRAZO DETERMINADO - Novas Regras Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 25/09/2013. Sumário: 1 - Introdução 2 - Conceito 3 - Requisitos 3.1 - Pressupostos de Validade

Leia mais

Nova Legislação Específica Sobre Estágio LEI N.º 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008.

Nova Legislação Específica Sobre Estágio LEI N.º 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Nova Legislação Específica Sobre Estágio LEI N.º 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG000363/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/02/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR002753/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.000337/2015-27 DATA DO

Leia mais

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 05/11/2010.

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 05/11/2010. DISPENSA POR JUSTA CAUSA - Considerações Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 05/11/2010. Sumário: 1 - Introdução 2 - Conceito 3 - Figuras da Justa Causa 3.1 - Ato de Improbidade 3.2 -

Leia mais

NOVA LEI DAS DOMESTICAS

NOVA LEI DAS DOMESTICAS NOVA LEI DAS DOMESTICAS DEVERES DAS DOMÉSTICAS Se a doméstica trabalhar menos que o contrato, posso descontar do salário? O desconto é linear? Independentemente de trabalhar menos, ela recebe o mesmo valor

Leia mais

ETEC Extensão CONTROLE DE PROCESSOS E 1T.Contabilidade REMUNERAÇÃO DE PESSOAL

ETEC Extensão CONTROLE DE PROCESSOS E 1T.Contabilidade REMUNERAÇÃO DE PESSOAL Texto em preto: Texto em azul: Texto em verde: Texto em vermelho: Redação original (sem modificação) Redação dos dispositivos alterados Redação dos dispositivos revogados Redação dos dispositivos incluídos

Leia mais

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO TRABALHISTA Para a melhor condução das conciliações, faz-se mister o conhecimento da legislação trabalhista, sobretudo do

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO TRABALHISTA Para a melhor condução das conciliações, faz-se mister o conhecimento da legislação trabalhista, sobretudo do NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO TRABALHISTA Para a melhor condução das conciliações, faz-se mister o conhecimento da legislação trabalhista, sobretudo do contrato de trabalho, seus tipos e as formas de rescisão.

Leia mais

ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR

ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR A CLT ao estabelecer em seu artigo 2º a definição de empregador, concede a este o poder e o risco da direção da atividade, controlando e disciplinando o trabalho, aplicando,

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Calçado, Chapéus e Confecções de Roupas de Juiz de Fora, Bicas, Matias Barbosa e Rio Novo, registrado no CNPJ sob

Leia mais

Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008

Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda Ética e Legislação em Publicidade e Propaganda Profª. Cláudia Holder Nova Lei de Estágio (Lei nº 11.788/08) Lei

Leia mais

T E R M O A D I T I V O VIGÊNCIA: 1º/02/2012 A 31/01/2013

T E R M O A D I T I V O VIGÊNCIA: 1º/02/2012 A 31/01/2013 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO que entre si celebram, de um lado, representando a categoria profissional, o SINDICATO DOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS SAAE/MG,

Leia mais

O PRINCÍPIO DA IRRENUNCIABILIDADE DOS DIREITOS TRABALHISTAS

O PRINCÍPIO DA IRRENUNCIABILIDADE DOS DIREITOS TRABALHISTAS O PRINCÍPIO DA IRRENUNCIABILIDADE DOS DIREITOS TRABALHISTAS SAMIRA MARQUES HENRIQUES 1 RESUMO: O presente trabalho tem a pretensão de contribuir para a discussão a cerca do Princípio específico do Direito

Leia mais

A PI JOR. PJ - como forma de precarização do contrato de trabalho

A PI JOR. PJ - como forma de precarização do contrato de trabalho PJ - como forma de precarização do contrato de trabalho Sílvia Neli* Uma das formas de precarização do contrato individual do trabalho é a utilização ilícita da figura da pessoa jurídica para formalizar

Leia mais

Ricardo Resende Direito do Trabalho Aula 22

Ricardo Resende Direito do Trabalho Aula 22 Ricardo Resende Direito do Trabalho Aula 22 Exercícios estilo Cespe 2ª parte gabarito comentado Tema 6 26 É correto dizer que o contrato de trabalho é um contrato sinalagmático, consensual, intuitu personae,

Leia mais

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL APLICÁVEL NAS RESCISÕES DOS CONTRATOS DE TRABALHO

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL APLICÁVEL NAS RESCISÕES DOS CONTRATOS DE TRABALHO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL APLICÁVEL NAS RESCISÕES DOS CONTRATOS DE TRABALHO ANOTAÇÃO CTPS NA EMPREGADO DISPENSADO, SEM JUSTA CAUSA, NO PERÍODO DE 30 DIAS QUE ANTECEDE A DATA DE SUA CORREÇÃO SALARIAL MULTA DO

Leia mais

Unidade I SISTEMAS PARA OPERAÇÕES DE. Prof. Me. Alexandre Saramelli

Unidade I SISTEMAS PARA OPERAÇÕES DE. Prof. Me. Alexandre Saramelli Unidade I SISTEMAS PARA OPERAÇÕES DE RECURSOS HUMANOS Prof. Me. Alexandre Saramelli Workers II Óleo sobre tela Rob Jefferson Fonte: http://www.millergallery.com/artblog /?tag=rob-jefferson Consolidação

Leia mais

CÁLCULOS TRABALHISTAS

CÁLCULOS TRABALHISTAS CÁLCULOS TRABALHISTAS Remuneração - Salário acrescido da média das variáveis (exemplo: comissões) dos últimos 12 meses. - Média: soma das 6 maiores parcelas variáveis mês a mês, divididas por 6, dentro

Leia mais

NÚCLEO PREPARATÓRIO DE EXAME DE ORDEM

NÚCLEO PREPARATÓRIO DE EXAME DE ORDEM ENDEREÇAMENTO E QUALIFICAÇÃO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA... VARA DO TRABALHO DE... A, estado civil..., profissão..., portador do RG nº..., inscrito no CPF nº..., portador da CTPS..., série...,

Leia mais

DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 3 OUTROS TIPOS DE CONTRATOS DE TRABALHO

DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 3 OUTROS TIPOS DE CONTRATOS DE TRABALHO DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 3 OUTROS TIPOS DE CONTRATOS DE TRABALHO Índice 1. Outros Tipos de Contratos de Trabalho...3 1.1. Trabalho Rural... 3 1.2. Estagiário... 4 1.3. Trabalho Temporário... 5 1.4.

Leia mais

A A CIRCULAÇÃO D O CD OU E-MAIL. receber por e-mail. UTORAIS

A A CIRCULAÇÃO D O CD OU E-MAIL. receber por e-mail. UTORAIS ROTEIRO DO CURSO ROTINAS TRABALHISTAS A A CIRCULAÇÃO O Curso de Rotinas Trabalhistas é composto de 7 módulos que serão remetidos aos cursandos de 15 em 15 dias. AUTORA VERA HELENA PALMA Advogada trabalhista,

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Você foi procurado pelo Banco Dinheiro Bom S/A, em razão de ação trabalhista nº XX, distribuída para a 99ª VT de Belém/PA, ajuizada pela ex-funcionária Paula, que

Leia mais

OS ASPECTOS LEGAIS E A VALIDADE DA CLÁUSULA DE NÃO-CONCORRÊNCIA NO BRASIL

OS ASPECTOS LEGAIS E A VALIDADE DA CLÁUSULA DE NÃO-CONCORRÊNCIA NO BRASIL OS ASPECTOS LEGAIS E A VALIDADE DA CLÁUSULA DE NÃO-CONCORRÊNCIA NO BRASIL DRA. ADRIANA C. CALVO Mestranda da PUC/SP e coordenadora da área trabalhista do escritório rio Stuber Advogados Associados 1 ROTEIRO

Leia mais

GESTÃO CONTÁBIL PARA CONDOMÍNIOS. FACILITADOR: José Martins Castelo Neto Contador CRC/CE nº. 19.235 Mestrando em Controladoria - UFC

GESTÃO CONTÁBIL PARA CONDOMÍNIOS. FACILITADOR: José Martins Castelo Neto Contador CRC/CE nº. 19.235 Mestrando em Controladoria - UFC CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO CEARÁ CRC-CE CE GESTÃO CONTÁBIL PARA CONDOMÍNIOS FACILITADOR: José Martins Castelo Neto Contador CRC/CE nº. 19.235 Mestrando em Controladoria - UFC FORTALEZA-CE

Leia mais

Ponto 1. Ponto 2. Ponto 3

Ponto 1. Ponto 2. Ponto 3 DIREITO DO TRABALHO PEÇA PROFISSIONAL Ponto 1 Pedro ingressou com reclamação trabalhista contra o estado de São Paulo para ver reconhecido o vínculo de emprego entre ambos, ainda que não tenha havido prévia

Leia mais

CAPÍTULO II DA REMUNERAÇÃO

CAPÍTULO II DA REMUNERAÇÃO CAPÍTULO II DA REMUNERAÇÃO Art. 457 - Compreendem- se na remuneração do empregado, para todos os efeitos legais, além do salário devido e pago diretamente pelo empregador, como contraprestação do serviço,

Leia mais

Contratos de trabalho por tempo determinado, previstos na CLT

Contratos de trabalho por tempo determinado, previstos na CLT Contratos de trabalho por tempo determinado, previstos na CLT O contrato de trabalho por prazo determinado é aquele cuja duração dependa de termo prefixado ou da execução de serviços específicos ou ainda

Leia mais

PLANO DEMISSÃO VOLUNTÁRIA -NOSSA CAIXA

PLANO DEMISSÃO VOLUNTÁRIA -NOSSA CAIXA Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro do Grande ABC Rua Cel. Francisco Amaro, 87 - B. Casa Branca - Santo André CEP.: 09020-250 - Tel. ( 11 ) 4993-8299 Fax. ( 11 ) 4993-8290 CNPJ 43.339.597/0001-06

Leia mais

Aspectos Jurídicos no Uso de Dispositivos Pessoais no Ambiente Corporativo. Dra. CRISTINA SLEIMAN. Dra. Cristina Sleiman Diretora Executiva

Aspectos Jurídicos no Uso de Dispositivos Pessoais no Ambiente Corporativo. Dra. CRISTINA SLEIMAN. Dra. Cristina Sleiman Diretora Executiva Comissão de Direito eletrônico E Crimes de Alta Tecnologia Aspectos Jurídicos no Uso de Dispositivos Pessoais no Ambiente Corporativo Dra. CRISTINA SLEIMAN Dra. Cristina Sleiman Diretora Executiva SP,

Leia mais

AVISO PRÉVIO AVISO PRÉVIO - CONCEITO. (art. 7, XXI, CRFB/88 e art. 487, CLT)

AVISO PRÉVIO AVISO PRÉVIO - CONCEITO. (art. 7, XXI, CRFB/88 e art. 487, CLT) Direito do Trabalho Aviso prévio Maria Inês Gerardo (art. 7, XXI, CRFB/88 e art. 487, CLT) - CONCEITO É comunicação que uma parte do contrato deve fazer à outra de que pretende rescindir o referido pacto

Leia mais

Atualizações Trabalhistas

Atualizações Trabalhistas Atualizações Trabalhistas Aviso-prévio não pode ser suprimido por norma coletiva, suplente de Conselho Fiscal tem estabilidade sindical e empregado pago para não trabalhar deve ser indenizado por assédio

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Página 1 de 7 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2013 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002511/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR053502/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.005004/2012-32 DATA

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC000812/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 19/06/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR017988/2009 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.002440/2009-54 DATA

Leia mais