Neste capítulo discutiremos o que é uma DLL, seus aspectos e tipos e ainda, porquê é tão importante para as aplicações Windows

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Neste capítulo discutiremos o que é uma DLL, seus aspectos e tipos e ainda, porquê é tão importante para as aplicações Windows"

Transcrição

1 DINAMIC LINK LIBRARIES Capítulo 7 Neste capítulo discutiremos o que é uma DLL, seus aspectos e tipos e ainda, porquê é tão importante para as aplicações Windows O QUE É UMA DLL? Dinamic Link Libraries são módulos de programas que armazenam código, dados ou recursos que podem ser compartilhados entre diversas aplicações Windows. Uma DLL é funcionalmente equivalente a uma unit, pois representa uma coleção de funções externas ao módulo principal da aplicação. A principal diferença entre DLL e unit está no modo como são linkadas, pois a unit é linkada em tempo de compilação, enquanto que a DLL é linkada em tempo de execução. Um dos principais usos das DLLs é permitir que as aplicações carregam código executável em run-time, ao invés de linkar o código a aplicação em compile-time. As DLLs KERNEL32.DLL, USER32.DLL e GDI32.DLL são 3 das DLLs que compõem a Win32. O Kernel32.dll é responsável pela gerência de memória, processos e threads. O User32.dll possui rotinas para que a interface com o usuário possa criar janelas e manipular mensagens, O Gdi32.dll, manipula gráficos. Outras DLLs importantes são: ADVAPI32.DLL (gerencia a segurança de objetos e do Registry) e COMDLG32.DLL que manipula janelas de diálogo. Outra grande vantagem do uso de DLLs, é tornar a aplic ação modular, isso simplifica a atualização da aplicação, pois só é necessário atualizar a DLL e não toda a aplicação. O S.O. Windows é um grande exemplo de modularidade. Uma DLL é basicamente a mesma coisa que uma programa executável, a principal diferença é que uma DLL não é um arquivo executável independente, apesar de armazenar código executável. A maioria das DLLs possuem a extensão.dll, porém existem outras extensões tais como:.drv ( device driver),.sys (arquivos do sistema),.fon( recursos de fonte). DLLs compartilham seu código com outras aplicações em um processo chamado Linkagem Dinâmica. Quando uma aplicação usa uma DLL, a Win32 assegura que somente uma cópia daquela DLL está em memória, esta tarefa é realizada através de uma arquivo mapeado em memória, isto é, a DLL é carregada na heap da Win32 e depois mapeada no endereço do processo chamador. Quando uma DLL é chamada por múltiplos processos, cada processo recebe uma imagem da DLL. Isso não significa que existem diversas copias da DLL em memória, A imagem da DLL é coloca na espaço de endereçamento de cada processo, através do mapeamento da heap do sistema. Delphi Pag. 109

2 CRIANDO UMA DLL Para criar uma DLL, selecione o item de menu File/New: O Delphi cria o esqueleto de uma DLL, veja a figura abaixo: Delphi Pag. 110

3 Uma vez gerado o código do esqueleto da DLL, basta adicionar o conjunto de funções que serão exportadas. O código abaixo ilustra uma DLL de funções matemáticas triviais. library math; uses SysUtils, Classes; function pi : extended; result := ; function AreaCircunf(Raio: Extended): Extended; stdcall; export; result := pi*sqr(raio); function soma(a,b: Extended):Extended;stdcall; export; result := A+B; function Multiplica (A,B: Extended): Extended; stdcall; export; result := A*B; exports AreaCircunf index 1, Soma Index 2, Multiplica index 3; end. A função PI não está sendo exportada, pois é privada à DLL. Funções privadas em DLLs só podem ser usadas no interior da library. CARREAGANDO UMA DLL Uma DLL pode ser carregada de duas maneiras distintas: Estaticamente ou Dinamicamente. A escolha de como carregar uma DLL deverá levar em consideração a vantagem e desvantagem de cada modo. STATIC LINKING x DYNAMIC LINKING A linkagem estática (Static Linking) refere-se ao método usado pelo compilador Delphi para carregar a DLL, isto é, O método estático sempre referencia o mesmo endereço de entrada na DLL e o Windows, ao carregar o aplicativo para a memória, Delphi Pag. 111

4 também carrega a DLL. Caso a DLL não seja encontrada, Windows não permite que o aplicativo seja executado pois falta um componente essencial. A linkagem estática pode ser feita através do.dpr ou da própria unit. O código abaixo ilustra a importação de uma DLL estaticamente. unit Unit1; interface uses Windows, Messages, SysUtils, Classes, Graphics, Controls, Forms, Dialogs, StdCtrls; type TForm1 = class(tform) Button1: TButton; procedure Button1Click(Sender: TObject); private { Private declarations } public { Public declarations } var Form1: TForm1; implementation {$R *.DFM} function Soma (A,B : Extended): Extended; external 'teste.dll' index 2; procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject); Soma(1,2); end. A carga dinâmica (Dinamic Linking) a ligação entre a chamada da função e o código executável é resolvido em run-time através do uso de uma referência externa à função da DLL. Essa declaração geralmente é feita em uma unit separada chamada Import. Esta unit declara as funções e procedimentos importados. Suponha que você possui uma DLL chamada MAXLIB.DLL que possui a função: Function Max(I1, I2 : integer): integer; A unit Import será: Unit MaxUnit; Interface Delphi Pag. 112

5 Function Max(I1, I2: Integer): Integer; Implementation Function Max; External MaxLib ; End. Este exemplo ilustra uma das duas formas de fazer uma carga dinâmica, ele é chamado Implicit Loading. A outra forma de fazer a carga dinâmica de uma DLL é através do uso da API LoadLibrary( ). Neste caso, chamamos de Explicit Loading. Deve-se atentar para o modo de carga de uma DLL. Por exemplo, suponha que uma DLL possua muitas funções e nem sempre sua aplicação faz uso dessas rotinas, logo, se a carga da DLL for implícita, haverá um desperdício de memória, então neste caso deve-se fazer uma carga explícita. A Win32 possui funções específicas para DLLs, a saber: LoadLibrary( ), FreeLibrary( ) e GetProcAddress( ). LoadLibrary( ) FreeLibrary( ) GetProcAddress( ) Faz a carga de uma DLL e faz seu mapeamento no espaço de endereçamento do p rocesso. Libera a instância da library Retorna o endereço de uma função O exemplo abaixo ilustra uma carga explícita: procedure TMainForm.btnGetCalendarClick(Sender: TObject); var LibHandle : THandle; ShowCalendar: TShowCalendar; { Tenta carregar a DLL } LibHandle := LoadLibrary('CALENDARLIB.DLL'); try if LibHandle = 0 then raise EDLLLoadError.Create('Unable to Load := GetProcAddress(LibHandle, 'ShowCalendar'); if not = nil) then lbldate.caption := DateToStr(ShowCalendar(Application.Handle, Caption)) else RaiseLastWin32Error; finally FreeLibrary(LibHandle); // Descarrea a DLL. EXCEPTIONS em DLLs Nas versões anteriores do Delphi, fazia -se necessário verificar se ocorreria uma exception na DLL, caso ocorre-se a exception ela deveria ser capturada antes que escapa-se da DLL. No Delphi 4 isso não é mais necessário pois as exceptions do Delphi4 Delphi Pag. 113

6 são mapedas como exceptions da Win32. Para que isso funcione, você deve incluir a unit SysUtils na cláusula uses da DLL. A DIRETIVA SAFECALL Funções do tipo SafeCall são usadas em manipulação de exceções e no COM, que garantem que qualquer exceção será propagada ao chamador da função. Resumindo, uma função do tipo SafeCall converte a exceção em um valor de retorno HResult. Veja um exemplo da sintaxe de uma função SafeCall: Function NCE_UFRJ(Serra : Integer): Integer; Safecall; O compilador enxerga a função como: Function NCE_UFRJ(Serra : Integer): Integer; HResult; StdCall; O compilado ainda insere implicitamente um bloco Try..Except que envolve toda o conteúdo da função e captura qualquer exceção. HOUSEKEEPING Algumas vezes, necessitamos desalocar estruturas alocadas durante a execução de uma DLL. A melhor maneira de fazer isso é implementar toda a funcionalidade da DLL em unit a serem utilizadas pela DLL. O código para desalocar as estruturas poderia ser colocado na cláusula Finalization das units que fazes as alocações. Recomenda-se que toda unit que possui uma sessão Initialization também inclua uma sessão Finalization. LOCALIZAÇÃO DOS.DLL Para garantir que uma DLL será encontrada no momento de sua chamada, é necessário que ela esteja em um dos seguintes diretórios: Diretório do programa executável; Diretório \WINDOWS Diretório \WINDOWS\SYSTEM Ou qualquer outro diretório mencionado na variável de ambiente PATH. Delphi Pag. 114

Evitando conflitos em aplicações multi-thread no Delphi/Kylix

Evitando conflitos em aplicações multi-thread no Delphi/Kylix LABORATÓRIO DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS - OOLAB Evitando conflitos em aplicações multi-thread no Delphi/Kylix Edmilson dos Santos de Jesus Salvador, março de 2002. ÍNDICE Agradecimentos............ 2 Aplicações

Leia mais

Adicionando Propriedades e Funcionalidades aos Componentes Parte II

Adicionando Propriedades e Funcionalidades aos Componentes Parte II Adicionando Propriedades e Funcionalidades aos Componentes Parte II Quantas vezes eu não lamentei por este componente não ter uma propriedade que guardasse uma lista paralela a lista que é mostrada em

Leia mais

MÓDULOS GAVETEIROS MGI-20/MGI-40 AC MGI 2000 AC. Manual de Instruções

MÓDULOS GAVETEIROS MGI-20/MGI-40 AC MGI 2000 AC. Manual de Instruções MÓDULOS GAVETEIROS MGI-20/MGI-40 AC MGI 2000 AC Manual de Instruções Leia com Atenção Cód. Menno: 833020001 Rev.: 7 1. Apresentação A linha tradicional de módulos gaveteiros da MENNO sempre foi direcionada

Leia mais

Delphi IDE. Jocélio Passos joceliodpassos@bol.com.br. Delphi - IDE. Integrad Development Enviroment Ambiente de Desenvolvimento Integrado

Delphi IDE. Jocélio Passos joceliodpassos@bol.com.br. Delphi - IDE. Integrad Development Enviroment Ambiente de Desenvolvimento Integrado Delphi Integrad Development Enviroment Ambiente de Desenvolvimento Integrado IDE Jocélio Passos joceliodpassos@bol.com.br Iniciar Programas Borland Delphi X Delphi X 2/2/2007 2 Primeiro Projeto Menu File

Leia mais

END OF FILE: Tutorial Chat Em Delphi

END OF FILE: Tutorial Chat Em Delphi END OF FILE: Tutorial Chat Em Delphi fórum: http://offile.umforum.net site: http://fts315.xp3.biz autor: kõdo no kami (www.facebook.com/hacker.fts315) - skype: hackefts315 greetz: mmxm, sir.rafiki, suspeit0@virtual,

Leia mais

Estrutura, Processos e Threads

Estrutura, Processos e Threads Estrutura, Processos e Threads Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2007 1 Sistema computacional A p l i c a t i v o s U t i l i t á r i o s N ú c l e o d o S i s t e m a O p e r a c i o n a l H a r d w

Leia mais

PROJECT 1 Delphi Project (Extensão. DPR)

PROJECT 1 Delphi Project (Extensão. DPR) CAPÍTULO2 1. A ESTRUTURA DE UM APLICATIVO Quando iniciamos uma aplicação em Delphi ele interpreta que iremos desenvolver um projeto. Este gerencia um conjunto de recursos como Forms, Units, objetos, funções

Leia mais

Framework InterLattes Construção de Módulos. Marcelo Domingos

Framework InterLattes Construção de Módulos. Marcelo Domingos Construção de Módulos Marcelo Domingos Sumário 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PRÉ-REQUISITOS... 5 2.1 Perfil da equipe... 5 2.2 Infra-estrutura... 5 3 TECNOLOGIA... 6 4 AÇÕES E EVENTOS INTERLATTES... 12 4.1 Eventos

Leia mais

Interface para Regras de Negócios em Multi-Banco

Interface para Regras de Negócios em Multi-Banco 1 Interface para Regras de Negócios em Multi-Banco MARCELO JALOTO (marcelo@jaloto.net) é graduado no curso superior Projetos e Gestão de Redes de Computadores e formado no curso Técnico em Processamento

Leia mais

vb Inno Script Conversor

vb Inno Script Conversor vb Inno Script Conversor 1 vb Inno Script Conversor Copyright 2006-2007, Lizaro Soft Lizaro Soft All rights Reserved vb Inno Script Conversor 2 1 Descrição vb Inno Scrip Conversor é um conversor de projetos

Leia mais

A multimídia para ambiente Windows foi desenvolvida a poucos anos atrás e hoje é lugar comum, nesta seção discutimos alguns itens genéricos.

A multimídia para ambiente Windows foi desenvolvida a poucos anos atrás e hoje é lugar comum, nesta seção discutimos alguns itens genéricos. MULTIMÍDIA Capítulo 8 Neste capítulo apresentaremos alguns elementos de multimídia, tais como: sons e vídeos e também como utilizar os recursos usando o controle de multimídia do ambiente Delphi. O Delphi

Leia mais

AMBIENTE. FORMULÁRIO: é a janela do aplicativo apresentada ao usuário. Considere o formulário como a sua prancheta de trabalho.

AMBIENTE. FORMULÁRIO: é a janela do aplicativo apresentada ao usuário. Considere o formulário como a sua prancheta de trabalho. DELPHI BÁSICO VANTAGENS Ambiente de desenvolvimento fácil de usar; 1. Grande Biblioteca de Componentes Visuais (VCL - Visual Component Library), que são botões, campos, gráficos, caixas de diálogo e acesso

Leia mais

Inledning till DLL för USB Experiment-Interfacekortet K8055

Inledning till DLL för USB Experiment-Interfacekortet K8055 K8055D.DLL 1 Inledning till DLL för USB Experiment-Interfacekortet K8055 O K8055, Interface USB, tem 5 canais digitais de entrada e 8 canais digitais de saída. Adicionalmente, existem duas entradas analógicas,

Leia mais

Índice. Tutorial para Desenvolvimento de Conduits em Delphi

Índice. Tutorial para Desenvolvimento de Conduits em Delphi Índice Índice...1 Desenvolvendo Conduits...2 (Passo a Passo)...2 Criando um Arquivo.mdb... 2 Arquivos...6 Instalando os componentes... 7 Recompilando os Comonentes do Delphi...13 Configurando a Conexão

Leia mais

Utilizando bibliotecas externas

Utilizando bibliotecas externas Você pode estender as capacidades nativas do Visual FoxPro aproveitando as vantagens das facilidades dos controles ActiveX (.arquivos OCX ) e bibliotecas de vínculo dinâmico (DLLs). As bibliotecas externas

Leia mais

Desenvolvimento de uma interface para uma biblioteca open-source de algoritmos de programação linear

Desenvolvimento de uma interface para uma biblioteca open-source de algoritmos de programação linear Desenvolvimento de uma interface para uma biblioteca open-source de algoritmos de programação linear William Pereira dos Santos Wada 1 Luís Gustavo Barioni 2 Introdução Um grande número de problemas de

Leia mais

Padrões de Projeto. Singleton

Padrões de Projeto. Singleton Padrões de Projeto Padrões de Criação Singleton Singleton Assegura que uma classe tenha apenas uma instância e provê um ponto de acesso global a ela 2 Livro Texto: Design Pattern - Elements 1 Motivação

Leia mais

Tutorial de Computação Introdução a Programação Gráfica em Lazarus Para MEC 1100 v2010.10

Tutorial de Computação Introdução a Programação Gráfica em Lazarus Para MEC 1100 v2010.10 Tutorial de Computação Introdução a Programação Gráfica em Lazarus Para MEC 1100 v2010.10 Linha de Equipamentos MEC Desenvolvidos por: Maxwell Bohr Instrumentação Eletrônica Ltda. Rua Porto Alegre, 212

Leia mais

1.6. Tratamento de Exceções

1.6. Tratamento de Exceções Paradigmas de Linguagens I 1 1.6. Tratamento de Exceções Uma exceção denota um comportamento anormal, indesejado, que ocorre raramente e requer alguma ação imediata em uma parte do programa [GHE 97, DER

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Prof. Marcelo Sabaris Carballo Pinto Gerenciamento de Dispositivos Gerenciamento de Dispositivos de E/S Introdução Gerenciador de Dispositivos Todos os dispositivos

Leia mais

PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -TRATAMENTO DE EXCEÇÕES. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. frozza@ifc-camboriu.edu.br

PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -TRATAMENTO DE EXCEÇÕES. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. frozza@ifc-camboriu.edu.br PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -TRATAMENTO DE EXCEÇÕES Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. frozza@ifc-camboriu.edu.br ROTEIRO 5. Tratamento de Exceções Introdução e conceitos Capturando exceção usando

Leia mais

Plugins TerraView. Última revisão: 12/12/32006 Versão TerraLib: 3.1.4

Plugins TerraView. Última revisão: 12/12/32006 Versão TerraLib: 3.1.4 Plugins TerraView Última revisão: 12/12/32006 Versão TerraLib: 3.1.4 Requisitos Código completo da TerraLib na estrutura de diretórios sugerida no site da TerraLib 1. Código completo do TerraView na estrutura

Leia mais

Estruturando um aplicativo

Estruturando um aplicativo Com o Visual FoxPro, é possível criar facilmente aplicativos controlados por eventos e orientados a objetos em etapas. Esta abordagem modular permite que se verifique a funcionalidade de cada componente

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS Tópico 4 Estrutura do Sistema Operacional Prof. Rafael Gross prof.rafaelgross@fatec.sp.gov.br FUNÇÕES DO NUCLEO As principais funções do núcleo encontradas na maioria dos sistemas

Leia mais

Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Gerenciamento de Memória: Introdução O gerenciamento de memória é provavelmente a tarefa mais complexa de um sistema operacional multiprogramado.

Leia mais

Instalação do Componente TcomPort

Instalação do Componente TcomPort Instalação do Componente TcomPort O componente para porta serial TcomPort, pode ser baixado na página www.jclima.tk. Estando na página principal, selecione o link para a página downloads. Selecione então

Leia mais

DIFERENÇAS ENTRE FUNÇÃO E BLOCO FUNCIONAL; CRIAÇÃO DE FUNÇÃO / BLOCO FUNCIONAL; UTILIZAÇÃO NO LADDER; EXEMPLO DE BLOCO FUNCIONAL;

DIFERENÇAS ENTRE FUNÇÃO E BLOCO FUNCIONAL; CRIAÇÃO DE FUNÇÃO / BLOCO FUNCIONAL; UTILIZAÇÃO NO LADDER; EXEMPLO DE BLOCO FUNCIONAL; Boletim Técnico EP3 11/07 Utilizando Funções e Blocos Funcionais de usuário pelo software A1 19 de outubro de 2007 O objetivo deste boletim é mostrar como utilizar o recurso de Funções (Functions) e Blocos

Leia mais

Primeiramente lemos a seguinte citação, copiada de Excel-Ajuda:

Primeiramente lemos a seguinte citação, copiada de Excel-Ajuda: 33 Capítulo 3 Procedimentos (macros) Primeiramente lemos a seguinte citação, copiada de Excel-Ajuda: O objetivo de uma macro é automatizar as tarefas usadas com mais freqüência. Embora algumas macros sejam

Leia mais

Tabela de Símbolos. Análise Semântica A Tabela de Símbolos. Principais Operações. Estrutura da Tabela de Símbolos. Declarações 11/6/2008

Tabela de Símbolos. Análise Semântica A Tabela de Símbolos. Principais Operações. Estrutura da Tabela de Símbolos. Declarações 11/6/2008 Tabela de Símbolos Análise Semântica A Tabela de Símbolos Fabiano Baldo Após a árvore de derivação, a tabela de símbolos é o principal atributo herdado em um compilador. É possível, mas não necessário,

Leia mais

Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Memória Flash Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

SEGURANÇA DO WINDOWS Análise sobre as APIs. Por: Fergo

SEGURANÇA DO WINDOWS Análise sobre as APIs. Por: Fergo SEGURANÇA DO WINDOWS Análise sobre as APIs Por: Fergo INTRODUÇÃO Você já se perguntou alguma vez sobre o porquê do Windows suscetível à falhas e a execução de códigos mal intencionados? Neste artigo eu

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

Índice: Nitgen do Brasil www.nitgen.com.br

Índice: Nitgen do Brasil www.nitgen.com.br Índice: CAPÍTULO 3. PROGRAMAÇÃO EM DELPHI...2 3.1 INICIALIZANDO E FECHANDO O MÓDULO...2 3.1.1 Inicializando o módulo...2 3.1.2 Fechar o módulo após o uso...2 3.2 RELACIONANDO OS SENSORES NA PROGRAMAÇÃO...2

Leia mais

Capítulo 11. WebSnap. Conhecendo os componentes. Algumas curiosidades. 202 Delphi 7 Internet e Banco de Dados

Capítulo 11. WebSnap. Conhecendo os componentes. Algumas curiosidades. 202 Delphi 7 Internet e Banco de Dados 202 Delphi 7 Internet e Banco de Dados Capítulo 11 WebSnap O WebSnap, presente desde a versão 6 do Delphi, e a versão 2 do Kylix, tem como proposta e objetivo principal o desenvolvimento de aplicações

Leia mais

Programação Estruturada. Programação Estruturada. Idéias Básicas da Programação Estruturada

Programação Estruturada. Programação Estruturada. Idéias Básicas da Programação Estruturada Programação Estruturada Programação Estruturada Paradigmas de Linguagens de Programação As linguagens desse paradigma são muitas vezes chamadas de linguagens convencionais, procedurais ou imperativas.

Leia mais

ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I PROFESSOR RAFAEL BARRETO

ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I PROFESSOR RAFAEL BARRETO ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I PROFESSOR RAFAEL BARRETO DELPHI - UTILIZANDO OPENDIALOG PARA ARMAZENAR IMAGENS EM BANCO DE DADOS Criaremos uma solução simples para criar

Leia mais

Podemos agora ver no IDE do Morfik os objetos que já incorporamos ao nosso projeto :

Podemos agora ver no IDE do Morfik os objetos que já incorporamos ao nosso projeto : Podemos agora ver no IDE do Morfik os objetos que já incorporamos ao nosso projeto : O form Index A tabela Fotos A query Q_seleção_de_fotos Vide figura 46. Figura 46 O próximo passo é criar um form que

Leia mais

Display de 7. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 16/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Display de 7. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 16/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Display de 7 Segmentos Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 16/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Marcelo Lobosco DCC/UFJF Comunicação em Sistemas Distribuídos Aula 06 Agenda Modelo Cliente-Servidor (cont.) Invocação Remota de Método (Remote Method Invocation RMI) Visão Geral

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Gerência de processos Controle e descrição de processos Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Representação e controle de processos pelo SO Estrutura

Leia mais

Ferramenta de Análise Código Fonte em Delphi. Aluno - Roque César Possamai Orientador - Everaldo Artur Grahl

Ferramenta de Análise Código Fonte em Delphi. Aluno - Roque César Possamai Orientador - Everaldo Artur Grahl Ferramenta de Análise Código Fonte em Delphi Aluno - Roque César Possamai Orientador - Everaldo Artur Grahl Roteiro Introdução Fundamentação Teórica Conceitos Básicos Métricas de Software Métricas de Software

Leia mais

Usando o evento OnFilterRecord para filtrar ClientDataSets

Usando o evento OnFilterRecord para filtrar ClientDataSets Usando o evento OnFilterRecord para filtrar ClientDataSets O objetivo mais importante no desenvolvimento de um programa é fornecer ao cliente maior liberdade para usar as interfaces e ao mesmo tempo tornar

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE VARIAÁ VEL Antes de iniciarmos os comandos referentes a Banco de Dados, precisamos de uma breve descrição técnica sobre Variáveis que serão uma constante em programação seja qual for sua forma de leitura.

Leia mais

Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 19/12/2005 Última versão: 18/12/2006. PdP. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 19/12/2005 Última versão: 18/12/2006. PdP. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Barra de LEDs Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 19/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

Manual do PolicyKit-kde. Daniel Nicoletti Tradução: Luiz Fernando Ranghetti

Manual do PolicyKit-kde. Daniel Nicoletti Tradução: Luiz Fernando Ranghetti Daniel Nicoletti Tradução: Luiz Fernando Ranghetti 2 Conteúdo 1 Resumo 5 2 Como funciona 6 2.1 Resumo............................................ 6 2.2 O problema.........................................

Leia mais

Usando Borland DELPHI para implementar aplicações CORBA

Usando Borland DELPHI para implementar aplicações CORBA Página 1 de 10 USANDO BORLAND DELPHI PARA IMPLEMENTAR APLICAÇÕES CORBA por Simone Vey Dutra e César Bridi Introdução A Arquitetura CORBA Criando uma Aplicação CORBA em Delphi Criando um Servidor CORBA

Leia mais

Capítulo 6. Delphi x Web x WebBroker. Primeiro Exemplo (Hello World)

Capítulo 6. Delphi x Web x WebBroker. Primeiro Exemplo (Hello World) 66 Delphi 7 Internet e Banco de Dados Capítulo 6 Delphi x Web x WebBroker Para entender como funcionam as aplicações servidoras desenvolvidas em Delphi, nada melhor do que aprender na prática. A cada exercício

Leia mais

Inserindo Dados no Banco de Dados Paradox.

Inserindo Dados no Banco de Dados Paradox. Inserindo Dados no Banco de Dados Paradox. - Construção do Banco de Dados: Para podermos inserir algo em um banco precisaremos de um Banco de Dados, para isto iremos montar um utilizando o Programa Database

Leia mais

A memória é um recurso fundamental e de extrema importância para a operação de qualquer Sistema Computacional; A memória trata-se de uma grande

A memória é um recurso fundamental e de extrema importância para a operação de qualquer Sistema Computacional; A memória trata-se de uma grande A memória é um recurso fundamental e de extrema importância para a operação de qualquer Sistema Computacional; A memória trata-se de uma grande região de armazenamento formada por bytes ou palavras, cada

Leia mais

Procedimentos para Instalação do SISLOC

Procedimentos para Instalação do SISLOC Procedimentos para Instalação do SISLOC Sumário 1. Informações Gerais...3 2. Instalação do SISLOC...3 Passo a passo...3 3. Instalação da Base de Dados SISLOC... 11 Passo a passo... 11 4. Instalação de

Leia mais

(ou seja, boas praticas de programação orientada a objetos devem ser empregadas mesmo se não foram explicitamente solicitadas)

(ou seja, boas praticas de programação orientada a objetos devem ser empregadas mesmo se não foram explicitamente solicitadas) PC-2 / LP-2 2009/2 Lista 2 Prof. Alexandre Sztajnberg Em todos os exercícios a(o) aluna(o) deve, além de atender aos requisitos enunciados, utilizar os conceitos e características de orientação a objetos

Leia mais

Adicionando Propriedades e Funcionalidades aos Componentes

Adicionando Propriedades e Funcionalidades aos Componentes Adicionando Propriedades e Funcionalidades aos Componentes Você já não precisou de uma determinada propriedade (que não foi implementada) num componente? Por exemplo: Quem nunca precisou de uma propriedade

Leia mais

Guia de Fatores de Qualidade de OO e Java

Guia de Fatores de Qualidade de OO e Java Qualiti Software Processes Guia de Fatores de Qualidade de OO e Java Versã o 1.0 Este documento só pode ser utilizado para fins educacionais, no Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco.

Leia mais

Slide 1 Deitel/Deitel, 8e. Java Como programar Copyright 2010 Pearson Education

Slide 1 Deitel/Deitel, 8e. Java Como programar Copyright 2010 Pearson Education Java Como Programar, 8/E Slide 1 Slide 2 Slide 3 Métodos genéricos e classes genéricas (e interfaces) permitem especificar, com uma única declaração de método, um conjunto de métodos relacionados ou, com

Leia mais

A Linguagem Pascal e o Ambiente de Programação Dev-Pascal. Introdução à Ciência da Computação I

A Linguagem Pascal e o Ambiente de Programação Dev-Pascal. Introdução à Ciência da Computação I A Linguagem Pascal e o Ambiente de Programação Dev-Pascal Introdução à Ciência da Computação I Março/2004 Introdução (1 de 3) Homenagem a Blaise Pascal, filósofo e matemático do século XVII. Desenvolvida

Leia mais

OBJETOS : Timer1 e RadioGroup

OBJETOS : Timer1 e RadioGroup 1 OBJETOS : Timer1 e RadioGroup É comum em projetos termos rotinas que devem ser disparadas de tempo em tempo. Para isso, o Delphi dispõe de um controle que permite a execução de procedimentos sempre que

Leia mais

Conceitos básicos de programação de sistemas. ambientes UNIX e Linux Taisy Silva Weber

Conceitos básicos de programação de sistemas. ambientes UNIX e Linux Taisy Silva Weber Conceitos básicos de programação de sistemas ambientes UNIX e Linux Taisy Silva Weber conceitos básicos programação de sistemas programação em ambientes UNIX: executáveis e scripts compiladores C e C++,

Leia mais

Modelagem e Implementação (Incremental de um Software para Controle) de Aquário de Peixes

Modelagem e Implementação (Incremental de um Software para Controle) de Aquário de Peixes Modelagem e Implementação de Aquário de Peixes- por Jorge Fernandes - Página 1 Modelagem e Implementação (Incremental de um Software para Controle) de Aquário de Peixes Jorge Fernandes Natal, Agosto de

Leia mais

Kerio Exchange Migration Tool

Kerio Exchange Migration Tool Kerio Exchange Migration Tool Versão: 7.3 2012 Kerio Technologies, Inc. Todos os direitos reservados. 1 Introdução Documento fornece orientações para a migração de contas de usuário e as pastas públicas

Leia mais

PROGRAMAÇÃO II 3. PILHA DINÂMICA

PROGRAMAÇÃO II 3. PILHA DINÂMICA 3. PILHA DINÂMICA PROGRAMAÇÃO II Prof. Jean Eduardo Glazar Uma pilha é um tipo especial de Pilha na quais todas as inserções e remoções são feitas na primeira posição, que é chamada de topo. Outro nome

Leia mais

Orientação a Objetos

Orientação a Objetos 1. Domínio e Aplicação Orientação a Objetos Um domínio é composto pelas entidades, informações e processos relacionados a um determinado contexto. Uma aplicação pode ser desenvolvida para automatizar ou

Leia mais

Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação. versão 2.0. experts em Gestão de Conteúdo

Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação. versão 2.0. experts em Gestão de Conteúdo Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação versão 2.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2 1.1 Público alvo... 3 1.2 Convenções... 3 1.3 Mais recursos... 3 1.4 Entrando em contato com a ez... 4 1.5

Leia mais

WDM_1256.SYS DRIVER DA CAD12/56 PARA WINDOWS 98

WDM_1256.SYS DRIVER DA CAD12/56 PARA WINDOWS 98 Código do Documento: S142U01 Revisão: 0 WDM_1256.SYS DRIVER DA CAD12/56 PARA WINDOWS 98 1. INTRODUÇÃO WDM_1256.SYS é um kernel mode driver que gerencia o acesso à placa A/D CAD12/56 no sistema operacional

Leia mais

Capítulo 9. Desenvolvendo utilitários para Internet. Portas Abertas: Seja Bem-Vindo OBJETO. pntopo TPanel

Capítulo 9. Desenvolvendo utilitários para Internet. Portas Abertas: Seja Bem-Vindo OBJETO. pntopo TPanel Capítulo 9 Desenvolvendo utilitários para Internet 127 Desenvolvendo utilitários para Internet Neste capítulo, iremos desenvolver uma série de utilitários para Internet. Portas Abertas: Seja Bem-Vindo

Leia mais

CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM

CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM 71 Introdução Difere dos níveis inferiores por ser implementado por tradução A tradução é usada quando um processador está disponível para uma mensagem fonte mas

Leia mais

ECD1200 Equipamento de Consulta de Dados KIT DE DESENVOLVIMENTO

ECD1200 Equipamento de Consulta de Dados KIT DE DESENVOLVIMENTO Equipamento de Consulta de Dados KIT DE DESENVOLVIMENTO Versão do documento: 1.1 1. Introdução...3 2. Documentação...3 2.1. DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA... 3 2.2. DESCRIÇÃO FUNCIONAL... 4 2.2.1. INTERFACE...

Leia mais

ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II PROFESSOR RAFAEL BARRETO

ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II PROFESSOR RAFAEL BARRETO ETEC DR. EMÍLIO HENRNANDEZ AGUILAR PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II PROFESSOR RAFAEL BARRETO DELPHI CRIANDO UMA AUTENTICAÇÃO DE USUÁRIO UTILIZANDO O COMPONENTE QUERY A autenticação de usuários serve para

Leia mais

PROGRAMAÇÃO II 4. ÁRVORE

PROGRAMAÇÃO II 4. ÁRVORE 4. ÁRVORE PROGRAMAÇÃO II Prof. Jean Eduardo Glazar Uma árvore impõe uma estrutura hierárquica em uma coleção de itens. Um exemplo familiar é a árvore genealógica. Árvores despontam de forma natural em

Leia mais

CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES

CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES 3.1 - IDENTIFICADORES Os objetos que usamos no nosso algoritmo são uma representação simbólica de um valor de dado. Assim, quando executamos a seguinte instrução:

Leia mais

Criação de Applets com o JBuilder Professor Sérgio Furgeri

Criação de Applets com o JBuilder Professor Sérgio Furgeri OBJETIVOS DA AULA: Apresentar o processo de criação em uma interface gráfica para a Internet; Fornecer subsídios para que o aluno possa compreender onde aplicar Applets; Demonstrar a criação de uma Applet

Leia mais

Gerenciamento de Arquivos e Pastas. Professor: Jeferson Machado Cordini jmcordini@hotmail.com

Gerenciamento de Arquivos e Pastas. Professor: Jeferson Machado Cordini jmcordini@hotmail.com Gerenciamento de Arquivos e Pastas Professor: Jeferson Machado Cordini jmcordini@hotmail.com Arquivo Todo e qualquer software ou informação gravada em nosso computador será guardada em uma unidade de disco,

Leia mais

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Criação de backups importantes... 3 3. Reinstalação do Sisloc... 4 Passo a passo... 4 4. Instalação da base de dados Sisloc...

Leia mais

Entradas Digitais. PdP. Autores: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 27/12/2005 Última versão: 18/12/2006

Entradas Digitais. PdP. Autores: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 27/12/2005 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Entradas Digitais Autores: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 27/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Sistema de arquivos. Prof. Valeria M. Bastos Prof. Antonio Carlos Gay Thomé 13/06/2012 1

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Sistema de arquivos. Prof. Valeria M. Bastos Prof. Antonio Carlos Gay Thomé 13/06/2012 1 UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade IV Sistema de arquivos Prof. Valeria M. Bastos Prof. Antonio Carlos Gay Thomé 13/06/2012 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Sistema de Arquivos Gerenciamento de E/S

Leia mais

Procedimentos para Instalação do Sisloc

Procedimentos para Instalação do Sisloc Procedimentos para Instalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Instalação do Sisloc... 3 Passo a passo... 3 3. Instalação da base de dados Sisloc... 16 Passo a passo... 16 4. Instalação

Leia mais

Armazenamento de Dados. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior

Armazenamento de Dados. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior Armazenamento de Dados Prof. Antonio Almeida de Barros Junior 1 Armazenamento de Dados Todos os dados que utilizamos até o momento, ficavam armazenados apenas na memória. Ao final da execução dos programas,

Leia mais

Usando o simulador MIPS

Usando o simulador MIPS Usando o simulador MIPS O objetivo desta aula prática será a utilização do simulador MipsIt para executar programas escritos em linguagem de máquina do MIPS. 1 Criando um projeto Cada programa a ser executado

Leia mais

Programando em C# Orientado a Objetos. By: Maromo

Programando em C# Orientado a Objetos. By: Maromo Programando em C# Orientado a Objetos By: Maromo Agenda Módulo 1 Plataforma.Net. Linguagem de Programação C#. Tipos primitivos, comandos de controle. Exercícios de Fixação. Introdução O modelo de programação

Leia mais

Visão Geral da. Plataforma Ning 5. Como publicar. Vídeos e Fotos?

Visão Geral da. Plataforma Ning 5. Como publicar. Vídeos e Fotos? Visão Geral da Plataforma Ning 5 Como publicar Vídeos e Fotos? O Ning possui áreas próprias para fotos e vídeos, mas estes recursos podem ser utilizados de várias maneiras. Vamos começar pelos vídeos:

Leia mais

NT_D1216.SYS DRIVER DA CDA12/16 PARA WINDOWS NT 4.0

NT_D1216.SYS DRIVER DA CDA12/16 PARA WINDOWS NT 4.0 Código do Documento: S139U04 Revisão: 1 NT_D1216.SYS DRIVER DA CDA12/16 PARA WINDOWS NT 4.0 1. INTRODUÇÃO NT_D1216.SYS é um kernel mode driver que gerencia o acesso à placa D/A CDA12/16 no sistema operacional

Leia mais

Criando documentação com javadoc

Criando documentação com javadoc H Criando documentação com javadoc H.1 Introdução Neste apêndice, fornecemos uma introdução a javadoc ferramenta utilizada para criar arquivos HTML que documentam o código Java. Essa ferramenta é usada

Leia mais

PdP. Autor: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 26/12/2005 Última versão: 18/12/2006

PdP. Autor: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 26/12/2005 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Servo-motor Autor: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 26/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 06: Threads. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 06: Threads. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 06: Threads Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Objetivos Introduzir o conceito de thread Discutir as APIs das bibliotecas de threads Pthreads, Win32

Leia mais

Programação Paralela e Distribuída (DCC/UFRJ)

Programação Paralela e Distribuída (DCC/UFRJ) Programação Paralela e Distribuída (DCC/UFRJ) Aula 7: Programação com memória compartilhada usando OpenMP 1, 8, 10 e 15 de abril de 2015 OpenMP (Open MultiProcessing) Projetado para sistemas de memória

Leia mais

Algoritmos e Programação Estruturada

Algoritmos e Programação Estruturada Algoritmos e Programação Estruturada Virgínia M. Cardoso Linguagem C Criada por Dennis M. Ritchie e Ken Thompson no Laboratório Bell em 1972. A Linguagem C foi baseada na Linguagem B criada por Thompson.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE VARIAÁ VEL Antes de iniciarmos os comandos referentes a Banco de Dados, precisamos de uma breve descrição técnica sobre Variáveis que serão uma constante em programação seja qual for sua forma de leitura.

Leia mais

Especificação do 3º Trabalho

Especificação do 3º Trabalho Especificação do 3º Trabalho I. Introdução O objetivo deste trabalho é abordar a prática da programação orientada a objetos usando a linguagem Java envolvendo os conceitos de classe, objeto, associação,

Leia mais

Guilherme Pina Cardim. Pesquisa de Sistemas Operacionais I

Guilherme Pina Cardim. Pesquisa de Sistemas Operacionais I Guilherme Pina Cardim Pesquisa de Sistemas Operacionais I Presidente Prudente - SP, Brasil 30 de junho de 2010 Guilherme Pina Cardim Pesquisa de Sistemas Operacionais I Pesquisa realizada para identicar

Leia mais

Base RF para Terminais Shellby 915

Base RF para Terminais Shellby 915 Base RF para Terminais Shellby 915 Gradual Tecnologia Ltda. Manual Base RF Agosto/2008 1 Índice Apresentação...3 Características Elétricas...3 Características Mecânicas...3 Configuração da Base RF...4

Leia mais

Manual Captura S_Line

Manual Captura S_Line Sumário 1. Introdução... 2 2. Configuração Inicial... 2 2.1. Requisitos... 2 2.2. Downloads... 2 2.3. Instalação/Abrir... 3 3. Sistema... 4 3.1. Abrir Usuário... 4 3.2. Nova Senha... 4 3.3. Propriedades

Leia mais

Filas. A ordem de saída corresponde diretamente à ordem de entrada dos elementos. Fila de caixa bancário

Filas. A ordem de saída corresponde diretamente à ordem de entrada dos elementos. Fila de caixa bancário Filas Fila é um tipo de lista linear onde as inserções são realizadas num extremo (final da Fila) e as remoções restritas ao outro (começo da Fila). O primeiro a entrar é o primeiro a sair e último a entrar

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais

Sumário 1. SOBRE O NFGoiana DESKTOP... 3 1.1. Apresentação... 3 1.2. Informações do sistema... 3 1.3. Acessando o NFGoiana Desktop... 3 1.4.

Sumário 1. SOBRE O NFGoiana DESKTOP... 3 1.1. Apresentação... 3 1.2. Informações do sistema... 3 1.3. Acessando o NFGoiana Desktop... 3 1.4. 1 Sumário 1. SOBRE O NFGoiana DESKTOP... 3 1.1. Apresentação... 3 1.2. Informações do sistema... 3 1.3. Acessando o NFGoiana Desktop... 3 1.4. Interface do sistema... 4 1.4.1. Janela Principal... 4 1.5.

Leia mais

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional 01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações

Leia mais

ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente

ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente Conceito ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente O Sagres Diário é uma ferramenta que disponibiliza rotinas que facilitam a comunicação entre a comunidade Docente e Discente de uma instituição,

Leia mais