ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira

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1 ENTERPRISE JAVABEANS 3 Msc. Daniele Carvalho Oliveira

2 Apostila Servlets e JSP

3 INTRODUÇÃO

4 Introdução Enterprise JavaBeans é um padrão de modelo de componentes no lado servidor para aplicações de negócio distribuídos. EJBs são os componentes JEE que executam a tecnologia de Enterprise JavaBeans. Os EJBs funcionam no container EJB ambiente runtime dentro de algum servidor JEE.

5 EJB Embora transparente ao desenvolvedor da aplicação, o container de EJB fornece serviços a nível de sistema. (Ex. Transações) Permitem construir e disponibilizar rapidamente os EJBs, que formam o núcleo de aplicações transacionais JEE. EJB» componente server-side que encapsula a lógica do negócio de uma aplicação.

6 Tipos de Enterprise Bean Existem 3 tipos de enterprise beans: 1. Session Beans: executa uma tarefa para um cliente 1. Stateless: Sem informação de estado 2. Stateful: Com informação de estado 2. Message Driven Beans (MDB): Atua como um listener para a API Java Message Service (JMS), processando mensagens assincronamente. 3. Entity Beans: Representa um objeto de entidade de negócios que existe no armazenamento persistente.

7 Container EJB A arquitetura EJB define um modelo de sistema distribuído, baseado em componentes. Container EJB define um conjunto de componentes que atendem uma especificação Applet Container WEB Container EJB Container Para um componente rodar nestes ambientes, o mesmo tem que atender as especificações descritas nestes containers.

8 Container EJB Um Enterprise Bean não pode rodar fora de um container. Gerencia todo o aspecto de um enterprise bean em um ambiente de execução Acesso remoto ao bean Segurança Persistência Transações Concorrência Acesso aos recursos de pool (fila)

9 Container EJB Inicialmente, o container intercepta a invocação para assegurar: Persistência, Transação, Segurança pelas propriedades do Bean, para toda operação que o cliente executar O container gerencia automaticamente esses fatores O desenvolvedor não precisa implementar este tipo de lógica no código do bean. Foco nas regras de negócio.

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11 Container EJB O container gerenciará muitos beans simultaneamente do mesmo modo que o Web Container gerencia muitos servlets. Quando um bean não está sendo usado, o container colocará no pool o bean para ser reutilizado por outro cliente, ou eliminará da memória quando o bean não é mais necessário Quando o cliente invoca um método na interface remota o container simplesmente revitaliza o bean para servir a requisição.

12 Container EJB O Enterprise Bean interage com o container através de três mecanismos: Métodos de CallBack: O container invocará estes métodos para notificar o Bean quando os eventos acontecem EJBContext Interface: A interface EJBContext provê métodos para interagir com o container. Permite ao bean requisitar informações sobre o seu ambiente Identificação do cliente Status de uma transação Referências remotas para ele mesmo.

13 Container EJB JNDI (Java Naming and Directory Interface): Permite um bean acessar recursos como Conexões JDBC Outros enterprise beans Propriedades específicas para aquele bean

14 O Conteúdo de um enterprise bean Para desenvolver um enterprise bean, você deve fornecer os seguintes arquivos: 1. Descritor de implantação (deployment descriptor) Um arquivo XML que especifica as informações sobre o bean, como seu tipo de persistência e atributos de transação. 2. Classe do enterprise bean (enterprise bean class): Implanta os métodos definidos nas interfaces local e/ou remota

15 O Conteúdo de um enterprise bean 1. Interfaces: A interface remota é necessária para o acesso remoto. Para acesso local, a interface local é necessária. 2. Classes auxiliares (helper classes): Outras classes necessárias para a classe do enterprise bean, como classes de exceção e de utilitários. Estes arquivos são empacotados em um arquivo JAR EJB. Para montar uma aplicação JEE empacota-se um ou mais módulos JAR EJB em um arquivo EAR.

16 Quando usar EJBs 1. A aplicação deve ser escalável. Para acomodar o crescimento do número de usuários, você talvez precise distribuir os componentes de uma aplicação em múltiplas máquinas. Não somente podem os EJBs de uma aplicação funcionar em máquinas diferentes, mas suas localizações permanecerão transparentes para os clientes. 2. As transações são necessárias para assegurar a integridade dos dados. Os EJBs suportam transações, os mecanismos que controlam o acesso concorrente de objetos compartilhados. 3. A aplicação terá inúmeros clientes. Com apenas algumas linhas do código, os clientes remotos podem facilmente encontrar EJBs.

17 INTERFACES DE ACESSO

18 Interfaces de Acesso Um cliente pode acessar um session ou um entity bean somente com os métodos definidos nas interfaces do bean. Interfaces bem definidas simplificam o desenvolvimento e a manutenção de aplicações JEE. Protegem os clientes de todas as complexidades do EJB Permitem que os beans mudem internamente sem afetar os clientes.

19 Interfaces de Acesso Para implementar um enterprise bean, é necessário definir duas interfaces: Interface Remota: Define os métodos de negócio, ou seja, os métodos presentes para o mundo externo que irá utilizar o bean. Interface Local: Define os métodos que o EJB irá disponibilizar para acesso local. Além disso, é necessário implementar uma ou duas classes: Classe Bean: Responsável por implementar os métodos de negócios. Deve conter os métodos que implementam as assinaturas definidas nas interfaces remota e/ou local.

20 Interface Remota Foram projetadas para permitir o acesso remoto aos EJBs. Em um modelo de Arquitetura distribuída este tipo de acesso é muito importante. Um cliente remoto de um EJB tem as seguintes características: 1. Pode funcionar em um nó diferente e em uma JVM diferente da qual o EJB está executando; 2. Pode ser um componente Web, um cliente JEE, ou um outro EJB; 3. Para um cliente remoto, a localização do EJB é transparente.

21 Interface Remota Define os métodos de negócio que são específicos ao bean.

22 Interface Local A interface local é utilizada para clientes que executam na mesma JVM. Estes clientes podem acessar o bean através de chamadas locais O cliente local possui as seguintes características: 1. Deve funcionar na mesma JVM que o bean que ele acessa; 2. Pode ser um componente web ou um outro EJB; 3. É comum em entity beans que se relacionam com outros entity beans via Containes Maneged Relationship.

23 Interface Local Os métodos definidos na interface local serão disponibilizados apenas aos clientes locais.

24 Decidindo entre interfaces locais e remotas A decisão a respeito da permissão ou não de acesso local ou remoto depende dos seguintes fatores: 1. Acoplamento forte ou fraco de beans: Beans fortemente acoplados dependem uns dos outros, e são bons candidatos para o acesso local. Fazendo parte de uma composição tipo mestre/detalhe eles chamam um ao outro frequentemente, portanto existe o benefício do acesso local. Outro benefício é em função do tempo de latência da rede se forem remotos. Beans remotos são prejudicados pela latência da rede.

25 Decidindo entre interfaces locais e remotas 2. Tipo de cliente: Se um EJB for acessado por clientes JEE, então eles devem permitir o acesso remoto. Em um ambiente de produção, estes clientes funcionam quase sempre em máquinas diferentes dos servidores JEE. Se os clientes de um EJB forem componentes web ou outros EJBs, então o tipo de acesso depende de como você quer distribuir seus componentes.

26 Decidindo entre interfaces locais e remotas 3. Distribuição de componente: As aplicações JEE são escaláveis porque seus componentes server podem ser distribuídos através de múltiplas máquinas. Em uma aplicação distribuída, por exemplo, os componentes web podem rodar em um servidor diferente do que os EJBs que eles acessam. Neste cenário distribuído, os EJBs devem permitir o acesso remoto.

27 Decidindo entre interfaces locais e remotas Se houver dúvida sobre o tipo certo de acesso que um EJB deve ter, escolhe-se o acesso remoto. Pois permite maior flexibilidade. Embora incomum, é possível para um EJB permitir o acesso remoto e local ao mesmo tempo. Tal EJB teria que fornecer interfaces remotas e locais.

28 SESSION BEAN

29 O que é Um session Bean representa um único cliente dentro do servidor JEE o bean é único para cada cliente Para acessar uma aplicação que foi instalada no servidor, o cliente invoca os métodos do Session Bean. Um Session Bean não é persistente, ou seja, seus dados não são armazenados em uma base de dados. Quando o cliente encerra, seu Session Bean finaliza (morre) e não ficará mais associado com o ele.

30 Quando utilizar Session Beans são utilizados para conter regras de negócio das aplicações. Podem acessar outros session beans, ou então outros tipos de beans entity beans message driven beans. Geralmente deve-se usar um session beans se as seguintes circunstâncias ocorrerem: 1. Quando somente um cliente possuir o acesso a instância do bean; 2. Se o estado do bean não é persistente, existindo somente por um período de tempo curto (talvez algumas horas).

31 Stateful Session Bean O estado de um objeto consistem nos valores de suas variáveis de instância. Em um Stateful Session Bean, as variáveis de instância representam o estado de uma sessão original do clientebean. estado de conversação. O estado é retido para a duração da sessão do clientebean. Se o cliente remover o bean ou o terminar, a sessão termina e o estado desaparece.

32 Stateless Session Bean A sessão não mantém um estado de conversação para um cliente particular. Quando um cliente invoca o método de um stateless bean, as variáveis do bean podem conter um estado, mas somente para a duração da chamada. Quando o método é terminado, o estado é encerrado. Exceto durante a chamada do método, todos as instâncias de um bean stateless são equivalentes, permitindo que o container EJB atribua uma instância a qualquer cliente.

33 Stateless Session Bean A criação de um bean deste tipo é diferenciada de um Stateful. Antes de criar o bean é preciso definir as interfaces de acesso ao bean.

34 Stateless Session Beans

35 Ciclo de vida de um Stateless Session Bean Um Stateless Session Bean é constituído somente de dois estados Inexistente Pronto para executar Antes de chamar o método anotado o container cria a instância do Bean e realiza as injeções através das anotações no JNDI ENC.

36 O método anotado é chamado pelo container imediatamente após o a instancia do bean ter sido criada. Esta notação é aplicada tanto para stateful quanto stateless. O método anotado é chamado antes do container destruir um bean expirado ou não utilizado. Esta notação é aplicada tanto para stateful quanto stateless.

37 Quando utilizar Stateless Session Bean Para melhorar o desempenho, você pode escolher um session bean stateless se encontrar algumas destas situações: 1. O estado do bean não tem nenhum dado para um cliente específico. 2. Em uma única chamada do método, o bean executa uma tarefa genérica para todos os clientes. 3. Por exemplo, você pôde usar um session bean stateless para emitir um que confirmasse um pedido on-line. 4. Se o bean busca de uma base de dados um conjunto de informações somente de leitura, as quais são usadas frequentemente por clientes. Tal bean poderia recuperar, por exemplo, os registros da tabela que representam os produtos que estão a venda neste mês.

38 Statefull Session Bean Cada stateful session bean é dedicado a um cliente durante a sua permanência conectada ao servidor (sessão). São criados para servir um determinado usuário e logo em seguida serão destruídos.

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41 INICIANDO A CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA Pular

42 Servidores Os servidores de aplicação mais comuns no mercado são: GlassFish JBoss WebSphere

43 GlassFish O Sun GlassFish Enterprise Server, é a implementação de referência Java EE É um servidor de aplicações de código aberto de nível corporativo que oferece desempenho, confiabilidade, produtividade e facilidade de uso

44 Características do GlassFish GlassFish suporta todas as especificações da API Java EE, tais como JDBC, RMI, JavaMail, JMS, JMX etc. e define como coordená-las. GlassFish também suporta algumas especificações específicas para componentes Java EE, como Enterprise JavaBeans, conectores, servlets, portlets, JSF e diversas tecnologias de web services. Isto permite que desenvolvedores criem aplicações corporativas portáveis, escaláveis.

45 Características do GlassFish A base de GlassFish é o código-fonte liberado pela Sun e o sistema de persistência TopLink da Oracle. Ele utiliza uma variante do Apache Tomcat como container de servlets.

46 JBoss JBoss é um servidor de aplicação de código fonte aberto baseado na plataforma JEE implementada na linguagem de programação Java. Como é baseada em Java, JBoss pode ser usado em qualquer Sistema Operacional que suporte Java. Os desenvolvedores responsáveis estão agora empregados por uma empresa de serviços chamada "JBoss Inc." fundada por Marc Fleury, o criador da primeira versão do JBoss. O projeto é custeado por uma rede mundial de colaboradores. Em Abril de 2006 foi anunciada sua aquisição pela Red Hat.

47 Os desenvolvedores responsáveis estão agora empregados por uma empresa de serviços chamada "JBoss Inc." fundada por Marc Fleury, o criador da primeira versão do JBoss. O projeto é custeado por uma rede mundial de colaboradores. Em Abril de 2006 foi anunciada sua aquisição pela Red Hat.

48 WebSphere WebSphere Application Server (WAS) é um dos principais servidores para JEE e web services. É um produto da IBM e tem uma grande fatia do mercado. É capaz de executar em todas as plataformas importantes do mercado como Windows, Linux, vários Unix, AS/400 e até mesmo no mainframe onde tem crescido em larga escala. A IBM também fornece uma versão gratuita de servidor de aplicação baseada no Apache Geronimo que tem o nome de WebSphere Application Server Community Edition.

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