GUIA DO MERCADO LABORAL 2013 UMA ANÁLISE DE TENDÊNCIAS E SALÁRIOS EM PORTUGAL

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1 GUIA DO MERCADO LABORAL 2013 UMA ANÁLISE DE TENDÊNCIAS E SALÁRIOS EM PORTUGAL hays.pt

2 ÍNDICE INTRODUÇÃO ACERCA DA HAYS OPINIÕES E PREFERÊNCIAS DOS EMPREGADORES EM PORTUGAL A VISÃO DOS PROFISSIONAIS PERFIS FINANCEIROS PERFIS DE BANCA E SEGUROS PERFIS DE ENGENHARIA (INDÚSTRIA, LOGÍSTICA E CONSTRUÇÃO) PERFIS DE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PERFIS DE LIFE SCIENCES PERFIS DE RETAIL PERFIS DE MARKETING E VENDAS OS MAIS PROCURADOS EM GuÍa Salarial 2013 GuÍa Salarial

3 DE OLHOS POSTOS NO FUTURO Paula Baptista Managing Director, Hays Portugal Acreditamos que parte da nossa missão enquanto empresa de recrutamento especializado consiste em partilhar o conhecimento que obtemos a partir do contacto privilegiado com profissionais e empregadores dos mais variados sectores e regiões do país. É por esse motivo que reunimos todos os anos no nosso Guia do Mercado Laboral as estatísticas e tendências que ajudam a compreender e dinamizar o mercado de trabalho português. Este Guia conta com a experiência dos nossos consultores especializados, que conhecem a fundo os mercados onde actuam e a realidade empresarial portuguesa. Inclui também as opiniões de milhares de candidatos qualificados e de largas centenas de decisores de diversas áreas, sobre assuntos tão variados como níveis salariais, perspectivas de carreira, emigração, desemprego, formação e profissões com maior e menor procura. Um país em mudança Olhando de uma forma global para esta nova edição, é inevitável falar dessa qualidade tão portuguesa que nos define enquanto entidade colectiva e nos tem permitido ultrapassar momentos menos positivos. Refiro-me, claro, à capacidade de adaptação. Encontramos exemplos práticos deste esforço de adaptação um pouco por todo o país. Seja nas muitas empresas que procuram aumentar a eficácia do seu negócio, contratando perfis de análise, controlo e optimização de sistemas e processos. Seja nas inúmeras Indústrias que se voltaram para o exterior para explorar as potencialidades de mercados emergentes, recrutando profissionais que potenciem a internacionalização e as exportações. Ou nas empresas de Tecnologias da Informação que desenvolvem soluções inovadoras e reconhecidas mundialmente, gerando emprego para perfis altamente qualificados. Ou ainda nas grandes marcas de Retalho, que estão a apostar em especialistas de e-commerce e do universo digital para conseguir chegar aos seus clientes de forma mais rentável e eficaz. Também do lado dos profissionais se nota um enorme esforço de adaptação à realidade vigente. Perfis de todas as áreas e níveis de experiência estão a adquirir novas competências e a aprender novos idiomas. Outros reinventam o seu percurso, abrindo negócios inovadores. E muitos partem para o estrangeiro em busca das oportunidades e experiência que não conseguem, neste momento, adquirir em Portugal. Resta saber se planeiam regressar, para partilhar connosco o que aprenderam lá fora. A palavra a empregadores e a candidatos Quase metade dos empregadores que participaram nos nossos inquéritos pensam recrutar mais colaboradores para a sua empresa em Estas podem ser boas notícias, num momento em que a taxa de desemprego em Portugal ultrapassa já os 16%. Por outro lado, cerca de 78% dos candidatos consideram seriamente mudar de emprego em 2013, em busca sobretudo de perspectivas de progressão e melhores salários, o que revela alguma insatisfação relativamente à sua actual situação profissional. Existem, portanto, empresas dispostas a recrutar e profissionais com disponibilidade para aceitar novos projectos. O que será que dificulta, então, o equilíbrio entre o que os empregadores procuram num colaborador e o que o candidato espera ou tem para oferecer? Estarão as empresas a proporcionar oportunidades, salários ou benefícios pouco compatíveis com as expectativas dos candidatos? E terão os candidatos a formação e características que os empregadores realmente valorizam? Questionámos milhares de pessoas relativamente a estes e muitos outros temas que nos ajudam a compreender o que poderá estar a travar a ligação fundamental entre as necessidades de empresas e de profissionais, e de que modo isso pode prejudicar o mercado de trabalho. Novos desafios Estamos em pleno momento de mudança, e essa mudança começa a estender-se, naturalmente, à forma como se trabalha em Portugal. Perante a situação económica instável, estamos a adaptar-nos, a mudar de rumo e de métodos. Estamos a tornar-nos mais objectivos, mais estratégicos, mais orientados para aquilo que são as metas do nosso país, da nossa economia e da nossa carreira profissional. Estamos, no fundo, a reinventar-nos. A Hays orgulha-se de fazer parte desse processo de mudança. Continuaremos a trabalhar junto de empresas e profissionais de todos os sectores para ajudar a enfrentar os novos e interessantes desafios que se avizinham. Portugal é um país de talento e potencial impressionantes precisamos apenas de aprender a confiar na nossa capacidade colectiva para fazer a diferença e construir esta nova década. Aproveito para agradecer em nome da Hays por todas as valiosas contribuições que tornaram possível este Guia do Mercado Laboral ACERCA DE HAYS A Hays é um grupo líder mundial em recrutamento especializado de profissionais qualificados. O Grupo opera nos sectores público e privado, nas áreas de Recrutamento Especializado, Executive Search e Interim Management (Trabalho Temporário Especializado). Conta com cerca de 7800 colaboradores, distribuídos por 245 escritórios em 33 países, actuando em mais de 20 áreas de especialidade. Em Portugal, a Hays opera em todo o país a partir dos seus escritórios de Lisboa e Porto recrutando profissionais nas áreas de: Accountancy & Finance Banking Construction & Property Engineering Information Technology Industry Insurance Logistics Life Sciences Retail Sales & Marketing Contacte-nos para obter o nosso aconselhamento. 4 Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

4 OPINIÕES E PREFERÊNCIAS DOS EMPREGADORES EM PORTUGAL Numa tentativa de melhor compreender a situação e transformações do mercado de trabalho português, questionámos largas centenas de decisores em cargos de responsabilidade, em empresas nacionais (48,6%) ou multinacionais (51,4%). Recolhemos as suas opiniões em assuntos tão diversos como dinâmicas salariais, benefícios oferecidos, características mais valorizadas num colaborador ou erros que podem prejudicar seriamente uma entrevista de emprego. De um modo geral, traçaram-nos um panorama pouco positivo, marcado pelo aumento dos despedimentos, congelamentos salariais e uma redução do investimento em recursos humanos. No entanto, as perspectivas para 2013 parecem ser mais optimistas: quase metade dos entrevistados considera contratar mais colaboradores para a sua empresa, sobretudo perfis comerciais e de Tecnologias da Informação. A situação das empresas no mercado português Quando questionados sobre as dificuldades do mercado de trabalho actual, a grande maioria dos inquiridos aponta a falta de dinamismo da economia portuguesa como principal responsável. Referem ainda a legislação laboral rígida (35,6%), a desadequação entre a oferta de profissionais e as vagas disponíveis (25%) e a fuga de talentos para o estrangeiro (18,9%). Ainda que 56,8% dos empregadores considerem que a sua empresa lidou adequadamente com o ambiente económico menos favorável, ascendem já a 31,6% os que o fizeram com dificuldade. Isto pode ajudar a justificar a tendência de congelamento salarial relatada por 52% dos inquiridos, bem como o desinvestimento em recursos humanos verificado em mais de 40% das empresas. No entanto, de entre todos os indicadores no nosso inquérito que poderiam sugerir um agravar da situação económica portuguesa, o nível de despedimentos é sem dúvida o mais expressivo: a percentagem de empregadores que afirmam ter efectuado despedimentos em 2012 disparou para cerca de 47,4%, mais 14% do que no ano anterior. Segundo os nossos inquiridos, os colaboradores que foram dispensados tinham, na maioria dos casos, uma sólida experiência profissional. Que benefícios oferecem as empresas 60,8% das empresas disponibilizam remuneração variável à maior parte dos seus empregados. Trata-se de um aumento de 7% relativamente ao ano anterior, o que parece indicar um reforço deste tipo de componentes no pacote salarial total, como forma de premiar o desempenho. Esta remuneração variável é calculada principalmente através de resultados e objectivos individuais, resultados da empresa ou comissões de vendas. Perante a tendência de quebra salarial verificada em grande parte das empresas, os benefícios não-financeiros têm-se apresentado como uma alternativa menos dispendiosa (mas bastante valorizada) para reter e atrair talento nos dias de hoje. Além dos incontornáveis telemóvel e automóvel da empresa, que em muitos casos constituem uma ferramenta de trabalho fundamental, são muitas as empresas a oferecer seguro de saúde (67%), formação externa (38,3%), seguro de vida (34,1%) e protocolos com empresas de serviços (30,2%), entre outros. Apenas 6% dos inquiridos optam por não oferecer este tipo de benefícios. O que valorizam realmente os empregadores Uma larga maioria dos inquiridos (80,4%) continua a dar mais valor à experiência profissional do que à formação académica durante um processo de recrutamento. No entanto, são muitos os atributos e características que podem influenciar a escolha de um candidato em detrimento de outro. De uma lista de cerca de 20 factores apresentados, 66,6% dos empregadores escolheram a proactividade/dinamismo como aquele que mais pesa na decisão final. Seguem-se a capacidade de adaptação e polivalência, a capacidade de trabalho, a apetência para trabalhar em equipa, o sentido de ética e valores, e o potencial de crescimento do candidato. Também os conhecimentos de idiomas podem aumentar consideravelmente as hipóteses de conseguir um emprego. Curiosamente, são mais os empregadores que valorizam o Inglês (92,7%) do que o Português (90,1%). O Castelhano ocupa a terceira posição, com 47,4% das respostas, muito à frente do Francês (23,9%), do Alemão (9,7%) e do Italiano (4,4%). O Mandarim reúne ainda apenas cerca de 1% das preferências. Tal como certas capacidades aumentam as hipóteses de um profissional ser seleccionado, alguns comportamentos podem, naturalmente, arruinar uma entrevista de emprego. O mais grave deles será a antipatia ou arrogância, de acordo com 85,2% dos inquiridos. Comentários negativos sobre as anteriores chefias ou empregadores, incapacidade de descrever a experiência ou trabalho, falta de pontualidade e sobrevalorização das capacidades e conhecimentos são outros erros a evitar a todo o custo. Planos para 2013 Quase metade dos empregadores (45,5%) considera contratar mais colaboradores para a sua empresa em Trata-se de um aumento de cerca de 12% comparativamente ao ano anterior, o que poderá ser um indicador positivo perante os actuais números do desemprego em Portugal. O investimento em recrutamento deverá centrar-se principalmente em profissionais da área comercial. Seguem-se os perfis de Tecnologias da Informação (30,3%), Engenharia (25,5%), Administrativos e Suporte (17,6%), Marketing (12%) e Financeiros (12%). Perfis de Recursos Humanos e Payroll, Ciências da Vida e Jurídicos ocupam o fundo da lista de preferências dos empregadores. 6 Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

5 A OPINIÃO DOS EMPREGADORES A sua empresa é nacional ou multinacional? Quais as dificuldades mais problemáticas do mercado de trabalho actual? Se sim, em que níveis de experiência? Se sim, em que consiste essa remuneração variável? Nacional Multicacional % 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Até 2 anos Comissões de vendas De 2 a 5 anos Resultados e objectivos individuais 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% De 5 a 10 anos De 10 a 20 anos Resultados e objectivos da equipa Resultados da empresa Legislação laboral rígida Falta de dinamismo da economia portuguesa Mais de 20 anos Outro Aumentou, manteve ou reduziu o nível de investimento nos Recursos Humanos em 2012? Dificuldades no acesso ao crédito para criação de postos de trabalho TSU excessiva Falta de profissionais qualificados Pouca articulação entre as universidades e as empresas Desadequação entre oferta de profissionais e vagas disponíveis Em 2012, na sua empresa houve: Que tipo benefícios não financeiros oferece aos seus colaboradores? Aumentou Fuga de talentos para o estrangeiro 21.5 Manteve Reduziu Outra % 10% 20% 30% 40% 50% 60% Congelamento salarial 37.1 Redução das componentes variáveis Redução dos benefícios não financeiros Redução da jornada de trabalho Nenhuma destas situações 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% Telemóvel Como lidou a empresa com este ambiente económico menos favorável? Com dificuldade Adequadamente Bem Teve de efectuar despedimentos em 2012? Não Sim Paga remuneração variável à maior parte dos seus empregados? Não Sim Carro da empresa Seguro de saúde Seguro de vida PPR Formação externa Protocolos com empresas de serviços Stock options Nenhum Outros (Todos os números nos gráficos estão representados em percentagens.) 8 Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

6 A OPINIÃO DOS EMPREGADORES 83% O que valoriza mais quando recruta: formação ou experiência? Além da experiência e da formação académica, indique os 5 factores que mais pesam na escolha de um candidato: Seleccione na lista abaixo os 5 erros mais graves que um candidato pode cometer numa entrevista de emprego. Considera contratar mais colaboradores para a sua empresa em 2013? 19.6 Formação Experiência Expectativa salarial 8.9% Não Sim Potencial de crescimento 38.0% Capacidade de adaptação / polivalência 57.1% Criatividade 12.4% Apetência para trabalhar em equipa 45.3% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% Desconhecimento da empresa Proactividade/dinamismo 66.6% Lealdade 15.5% Incapacidade de descrever a sua experiência e trabalho Sobrevalorização das capacidades ou conhecimentos Sobrevalorização dos conhecimentos linguísticos Expectativa salarial exagerada Antipatia ou arrogância Se sim, que tipo de perfis pretende recrutar? Conhecimentos linguísticos 14.3% Disponibilidade de horários 16.9% Falta de pontualidade Falta de confiança Descontracção excessiva Comentários negativos sobre os anteriores chefias ou empregadores Outro Capacidade de trabalho 51.3% Disponibilidade para viajar 8.4% Dotes comunicacionais e de negociação 22.3% Diplomacia/empatía 10.4% Indique por favor que idiomas são importantes na sua empresa: 0% 10% 20% 30% 40% 50% Comerciais Jurídicos Ciências da Vida Marketing Recursos Humanos / Payroll Perfil de liderança 13.1% Percurso internacional 2.2% Ética/valores 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Engenheiros Administrativos / suporte Informáticos / Tecnologias da Informação Financeiros Outros 41.6% Português Capacidade de organização 24.5% Conhecimento da empresa 2.4% Inglês Castelhano Alemão Francês Italiano Conhecimento do sector Mandarim 30.5% Outro Atenção do detalhe 7.3% Outro 1.4% 10 Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

7 A VISÃO DOS PROFISSIONAIS Milhares de profissionais de diferentes áreas de formação e a actuar nos mais diversos sectores aceitaram partilhar connosco a sua opinião sobre o mercado de trabalho em Portugal, em assuntos tão abrangentes como dinâmicas salariais, perspectivas de carreira e motivações para a mudança de emprego. As opiniões que recolhemos demonstram abertura à mudança de emprego, à mobilidade geográfica e a novos horizontes de carreira, motivados sobretudo por perspectivas de progressão profissional e pacotes salariais mais interessantes. Mostram também alguma apreensão relativamente ao futuro próximo, com uma percentagem de cerca de 35% de inquiridos a recear perder o seu emprego nos próximos meses devido sobretudo à situação económica do país ou a reestruturações e possíveis falências da entidade empregadora. Questionámos também profissionais a viver actualmente no estrangeiro, numa tentativa de perceber as suas motivações e a sua disponibilidade para voltar a Portugal aquando de uma recuperação económica. Cerca de 65% demonstram interesse em regressar. Motivações e dificuldades da mudança de emprego Cerca de 78% dos nossos inquiridos consideram mudar de emprego em 2013 e mais de 60% encontram-se já à procura de novos projectos profissionais. Trata-se de números surpreendentes, num momento em que a taxa de desemprego ultrapassa os 16% em Portugal e a situação económica não apresenta sinais de recuperação a imediata. Os motivos para esta vontade de mudança são muito diversos. Perspectivas de progressão e remuneração são os mais referidos, com 60,5% e 55,4% das respostas, respectivamente, mas seguem-se a procura de satisfação profissional (47,1%), a qualidade ou importância do projecto (30,6%) e a vontade de sair de Portugal (26%), entre muitos outros. A maioria dos inquiridos (58,6%) acredita que as agências de recrutamento são o meio mais eficaz para encontrar emprego, enquanto 52,4% referem a sua rede de contactos pessoais. 30,5% optam por pesquisar ofertas de emprego na Internet e 19,7% contactam directamente as entidades empregadoras. Apenas 2,2% elegem as agências de trabalho temporário como melhor opção para procurar novos projectos profissionais. Mas procurar emprego nem sempre se revela uma tarefa simples. Aos 41,4% que afirmam não terem sido seleccionados para os processos de recrutamento em que participaram, somam-se os 35,7% que não encontraram nenhuma proposta interessante e os 26,7% que receberam propostas com níveis salariais abaixo das suas expectativas. Muitos recusaram ainda ofertas por não se adequarem aos seus objectivos ou não encontraram sequer oportunidades de emprego na sua área. Profissionais estão dispostos a trabalhar no estrangeiro Portugal é, tradicionalmente, um país com taxas de emigração consideráveis. Não surpreende, portanto, que 76% dos nossos inquiridos revelem disponibilidade para trabalhar no estrangeiro sobretudo quando a situação do mercado de trabalho português se apresenta num dos momentos mais difíceis das últimas décadas. Mas qual será o destino de eleição destes profissionais? 85,2% indicam a Europa, sendo que os factores de proximidade geográfica e cultural terão certamente muito peso na escolha. No entanto, o continente Americano está também entre os preferidos, sendo que os nossos inquiridos revelam um pouco mais de interesse pela América do Norte (44,7%) do que pela América do Sul (41,1%). Já no que diz respeito a países de eleição, são muitas as referências ao Brasil, Reino Unido, Moçambique, Austrália, Suiça, Estados Unidos da América, Alemanha e Holanda. Quando a mobilidade geográfica se restringe a território nacional, cerca de 81% aceitariam também mudar-se para outra cidade ou região do país se surgissem perspectivas de trabalhar num projecto importante. Dinâmicas salariais e benefícios 73,1% dos profissionais que participaram o nosso inquérito não beneficiaram de qualquer aumento ou promoção em E se quase metade dos inquiridos classificam o seu salário como aceitável, outros 38,1% afirmam que não é sequer adequado ao trabalho que efectuam. Cerca de 43% têm componente variável, que é calculada sobretudo de acordo com resultados e objectivos individuais (em 63,3% dos casos), mas também consoante os resultados da empresa e avaliações desempenho individual ou de desempenho da equipa. De todos os profissionais questionados, apenas 4,2% afirmam não dar muita importância aos benefícios não-salariais durante a negociação de uma proposta de emprego. As preferências da grande maioria dos inquiridos recaem sobre o seguro de saúde, a formação, o automóvel da empresa, o telemóvel e o seguro de vida. 65% dos profissionais no estrangeiro planeiam regressar a Portugal De entre os todos os inquiridos que se encontram neste momento a trabalhar fora de Portugal, a grande maioria emigrou há menos de cinco anos, sendo que 40,8% saíram do país apenas no último ano. Trata-se sobretudo de profissionais nas áreas da Gestão/Administração, Engenharia, Marketing e Finanças. Curiosamente, grande parte dos inquiridos encontravam-se empregados ou receberam ofertas de emprego em Portugal, mas ainda assim optaram por aceitar oportunidades mais aliciantes no estrangeiro. Apenas 16,9% indicam que saíram do país por não encontrarem oportunidades de emprego em território nacional, e 16,5% partiram para assumir funções na mesma empresa, mas numa filial no estrangeiro. Angola, Espanha, Reino Unido, Brasil, França, Moçambique, Suiça, Estados Unidos da América, Alemanha e Holanda foram os países de eleição para mais de metade destes profissionais. Importa ainda referir que cerca de 65% dos profissionais pensam regressar a Portugal caso a situação económica do país melhore. Mais de 30% dos inquiridos no desemprego já recusaram ofertas de trabalho Cerca de 28% dos profissionais que responderam ao nosso inquérito encontram-se, neste momento, em situação de desemprego; trata-se de uma taxa muito superior à do ano anterior (15,8%), e que parece reflectir o agravamento da situação económica portuguesa. A grande maioria destes profissionais estão desempregados por motivos alheios à sua vontade: 46,4% foram despedidos, e 33,8% perderam o seu posto de trabalho devido ao encerramento ou falência da sua antiga entidade empregadora. Mais de 30% encontram-se no desemprego há mais de 1 ano. Ascende a 33,7% a percentagem de inquiridos que já recusaram uma oferta de emprego desde que se encontram desempregados, em mais de metade dos casos (55,6%) porque o salário proposto não era suficiente. No entanto, 31,2% recusaram oportunidades por o projecto não ser interessante, e 28,5% por as ofertas não se adequarem à sua experiência ou área e formação. Ao contrário dos profissionais no activo, os inquiridos desempregados confiam mais na sua rede de contactos pessoais do que nas agências de recrutamento para encontrar novos projectos profissionais. Apostam também mais na Internet/social media e no contacto directo com as entidades empregadoras. 75% destes inquiridos encontram-se disponíveis para trabalhar no estrangeiro, sobretudo na Europa (85,3%), América do Sul (44,5%) e África (41,5%). 43,5% demonstram interesse por emigrar para qualquer país de expressão portuguesa. 12 Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

8 A OPINIÃO DOS PROFISSIONAIS - EMPREGADOS Em geral, qual a sua opinião relativamente ao mercado de recrutamento em Portugal? Existem boas oportunidades Em crescimento Difícil Estável Qual a sua área de formação? % 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% Indique por favor a sua situação profissional: Gestão / Administração Ciências da Vida Ciências Sociais Contabilidade / Finanças Engenharia Informática / Tecnologias da Informação Jurídica / Direito Marketing / Comunicação Recursos Humanos / Payroll Outra 28.9 Empregado Desempregado 71.1 Mudou de emprego em 2012? Considera a hipótese mudar de emprego em 2013? 18.5 Não Sim 22 Não Sim EMPREGADOS (Todos os números nos gráficos estão representados em percentagens.) 14 Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

9 A OPINIÃO DOS PROFISSIONAIS - EMPREGADOS O que motiva essa mudança? Porque ainda não conseguiu? Tem remuneração variável? Que benefícios não-salariais valoriza mais durante a negociação de uma proposta de emprego? Não Sim % 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% Participei num processo de recrutamento mas não fui escolhido % 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% Remuneração Satisfação profissional Benefícios sociais Contrato de trabalho actual pouco estável Interesse em mudar-se para outra cidade / região do país Perspectivas de progressão Qualidade / importância do projecto Insatisfação com a chefia directa Insatisfação com a empresa Não fui incluído no processo de recrutamento (ninguém me contactou) Não encontrei oportunidades interessantes Não existem oportunidades na minha área O projecto que me apresentaram não satisfazia os meus objectivos ou necessidades O salário oferecido estava abaixo das minhas expectativas Na sua opinião, qual a forma mais eficaz de encontrar emprego? Na sua opinião, qual a forma mais eficaz de encontrar emprego? 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% Telemóvel Carro da empresa Seguro de saúde Seguro de vida PPR Formação Protocolos com empresas de serviços Não dou muita importância a estes benefícios Outro Incompatibilidade entre vida pessoal e profissional Vontade de sair de Portugal 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% Outros Resultados e objectivos individuais Avaliação individual de desempenho Encontra-se disponível para trabalhar no estrangeiro? Há quanto tempo procura um novo projecto profissional? 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% Agências de recrutamento Resultados e objectivos de equipa Resultados da empresa 24 Não Sim Menos de 6 meses Entre 6 meses e 1 ano Mais de 1 ano Ainda não iniciei uma procura activa Agências de trabalho temporário Contactos pessoais Internet/redes sociais Contacto directo com as empresas Em 2012, você foi: Considera que o seu salário é adequado ao trabalho que efectua? 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% Aumentado Promovido 14.6 Sim É aceitável Não teve qualquer aumento ou promoção 38.1 Não é adequado Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

10 A OPINIÃO DOS PROFISSIONAIS - EMPREGADOS Se sim, em que regiões? Em que tipo de formação apostou para valorizar o seu currículo? Porquê? Recomendaria o seu empregador actual a um amigo ou familiar? 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 29.9 Não Sim 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% Espanha Europa América do Norte América do Sul África Ásia Oceânia Países de expressão portuguesa em geral Mudar-se-ia para outra cidade ou região de Portugal se surgissem perspectivas de trabalhar num projecto importante? Académica (Licenciatura, Pós-Graduação, Mestrado, Doutoramento) Ferramentas informáticas Técnica Desenvolvimento de competências pessoais Idiomas Nenhuma Outras Receia vir a perder o seu emprego nos próximos meses? Não Sim Tenho um contrato de trabalho temporário A empresa está com problemas financeiros e poderá fechar A empresa vai reduzir o número de colaboradores Outro Hoje em dia, trabalha na sua área de formação ou seguiu um percurso diferente? Trabalho na minha área de formação O meu emprego actual não está relacionado com a minha área de formação 70.1 Tendo em conta a sua experiência no actual mercado de trabalho, arrepende-se da área de formação que escolheu inicialmente? 16.2 Não Sim 19.1 Não Sim Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

11 A OPINIÃO DOS PROFISSIONAIS - DESEMPREGADOS Em geral, qual a sua opinião relativamente ao mercado de recrutamento em Portugal? Qual a sua área de formação? Existem boas oportunidades Em crescimento Difícil Estável 86.6 Indique por favor a sua situação profissional: 28.9 Empregado Desempregado 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% Gestão / Administração Ciências da Vida Ciências Sociais Contabilidade / Finanças Engenharia Informática / Tecnologias da Informação Jurídica / Direito Marketing / Comunicação Recursos Humanos / Payroll Outra 71.1 Porque está desempregado? 2.6 Foi despedido Foi despedido durante período de experiência Tendo em conta a sua experiência no actual mercado de trabalho, arrepende-se da área de formação que escolheu inicialmente? Despediu-se Falência / encerramento da entidade empregadora Procuro o primeiro emprego Não Sim DESEMPREGADOS (Todos os números nos gráficos estão representados em percentagens.) 20 GuÍa Salarial 2013 Guia do Mercado Laboral

12 A OPINIÃO DOS PROFISSIONAIS - DESEMPREGADOS Há quanto tempo está desempregado? Porquê? Que benefícios não-salariais valoriza mais durante a negociação de uma proposta de emprego? Mudar-se-ia para outra cidade ou região de Portugal se surgissem perspectivas de trabalhar num projecto importante? 0 a 3 meses a 6 meses 7 a 12 meses Mais de um ano 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 15 Não Sim O salário oferecido não era suficiente A oferta era noutra cidade/região do país O projecto não era interessante A oferta não se adequava à minha experiência ou área de formação Outro 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% Telemóvel 85 Carro da empresa Seguro de saúde Há quanto tempo procura emprego? 1.5 Na sua opinião, qual o meio mais eficaz para encontrar um novo emprego? Seguro de vida PPR Formação Protocolos com empresas de serviços Em que tipo de formação apostou para valorizar o seu currículo? Ainda não comecei a procurar 0 a 3 meses 4 a 6 meses 7 a 12 meses Não dou muita importância a estes benefícios Outro Mais de um ano 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Se sim, para que regiões? Agências de recrutamento Agências de trabalho temporário Contactos pessoais Internet Contacto directo com a entidade empregadora 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Académica (Licenciatura, Pós-Graduação, Mestrado, Doutoramento) Ferramentas informáticas Técnica Desenvolvimento de competências pessoais Idiomas Desde que se encontra desempregado, já recusou alguma oferta de emprego? 33.7 Não Sim Encontra-se disponível para trabalhar no estrangeiro? 25 Não Sim 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% Espanha Europa América do Norte América do Sul África Ásia Oceânia Nenhuma Outras Países de expressão portuguesa em geral Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

13 A OPINIÃO DOS PROFISSIONAIS NO ESTRANGEIRO Neste momento, vive em Portugal ou no estrangeiro? Qual a sua área de formação? 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% Há quanto tempo emigrou? Há menos de 6 meses Entre 6 meses e 1 ano Entre 1 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 20 anos Há mais de 20 anos 91.8 Vivo em Portugal Vivo no estrangeiro Gestão/Administração Ciências da Vida Ciências Sociais Contabilidade/Finanças Engenharia Informática/Tecnologias da Informação Jurídica/Direito Marketing/Comunicação Recursos Humanos/Payroll Tendo em conta a sua experiência no actual mercado de trabalho, arrepende-se da área de formação que escolheu inicialmente? 13.6 Não Sim Porque decidiu emigrar? 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% Não encontrei oportunidades de emprego na minha área Recebi ofertas de emprego em Portugal, mas tive uma oferta melhor no estrangeiro Já estava empregado/a em Portugal, mas tive uma oferta melhor no estrangeiro Emigrei para acompanhar o cônjuge ou familiares Emigrei por outros motivos de ordem pessoal O meu empregador ofereceu-me um novo projecto numa filial no estrangeiro Outro Pensa regressar a Portugal, caso a situação económica do país melhore? 34.9 Não Sim Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

14 PERFIS FINANCEIROS NOVO DESTAQUE PARA UMA ÁREA EM RECUPERAÇÃO Após o longo período de alguma estagnação e instabilidade que se prolongava desde 2009, o recrutamento de perfis financeiros está finalmente a apresentar bons sinais de recuperação. Outro perfil com particular destaque em 2012 foi o de Responsável Financeiro para projectos internacionais. Há muito que a recessão económica obrigou as empresas portuguesas a apostar na internacionalização e exportações para os mercados externos, sobretudo em países emergentes e com crescente poder de compra. A importância destes profissionais em factores tão sensíveis e fundamentais como o acesso ao crédito, gestão de crédito a clientes, análise de investimento e gestão da tesouraria ajudou a colocar o focus estratégico do negócio mais próximo da área Financeira. Estes perfis assumiram, assim, um lugar mais destacado em 2012 e ganharam poder de decisão estratégica perante outras áreas como a Comercial, Marketing, Operacional e Recursos Humanos. Esta mesma tendência contribuiu ainda para um aumento na procura de Administrativos e Assistentes Comerciais com conhecimentos sólidos de idiomas estrangeiros. Já os Directores Financeiros para território nacional são cada vez menos solicitados, à medida que muitas multinacionais optam por levar as suas direcções financeiras para fora de Portugal. Evolução salarial Trata-se, porém, de uma transição que só agora começa a ganhar os primeiros contornos poderá levar ainda alguns anos até que as remodelações dos modelos financeiros das empresas, a implementação de novos ERP e a reorganização das equipas devolva aos perfis financeiros o lugar de destaque que tinham há cerca de uma década atrás. A recuperação do sector não se reflectiu ainda numa valorização salarial concreta para os profissionais da área Financeira muito pelo contrário. Não podemos esquecer que a oferta deste tipo de perfis é bastante considerável, e que as reestruturações e falências de muitas PMEs portuguesas libertaram para o mercado bons profissionais que poderão aceitar reduções salariais para voltar ao activo. Perfis mais e menos solicitados Três grandes factores devem ser tidos em conta quando analisamos os perfis financeiros mais recrutados em 2012: a crescente internacionalização das empresas, a contínua necessidade de controlo de custos e a predominância das PMEs no tecido empresarial português. Assistimos, assim, a uma estagnação da oferta salarial para a área financeira, acrescida de uma quebra nas componentes variáveis (sobretudo bónus anuais) e da eliminação de alguns benefícios não financeiros. Alguns perfis contabilísticos em Shared Services Centres na região Norte do país constituem a excepção o aumento da procura de candidatos com conhecimentos financeiros e de idiomas muito específicos promoveu um ligeiro incremento da oferta salarial. Este último factor, em particular, ajuda a explicar a constante procura por Controllers Financeiros e Controllers de Gestão; muitos Administradores de PMEs procuram o apoio e os conhecimentos deste tipo de perfis de Middle Management para suportar a área financeira. Os Controllers de Gestão, em particular, revelam-se cada vez mais importantes para determinar onde se pode cortar e optimizar. Por outro lado, vendo o seu volume de negócio sofrer quebras, as empresas continuam a optar por outra forma de garantir a sua viabilidade: o controlo e recuperação de crédito. Não surpreende, portanto, que os Credit Controllers continuem a figurar entre os mais solicitados no mercado de trabalho actual. Perspectivas para 2013 Para este ano espera-se um aumento considerável no recrutamento de Responsáveis Financeiros para os PALOP, para dar resposta ao crescimento económico destes mercados. O aumento do risco de crédito e os incentivos à exportação deverão continuar a contribuir para a procura de Credit Controllers. Controllers de Gestão e Controllers Financeiros, bem como Analistas, estarão também entre os mais solicitados pelos empregadores. Por outro lado, a saída de algumas estruturas directivas de Portugal para o estrangeiro continuará provavelmente a desacelerar a procura por Directores Financeiros em território nacional. BARÓMETRO Perfis mais solicitados Controller Financeiro Controller de Gestão Perfis menos solicitados Director Financeiro Secretária de Direcção Credit Controller Assistente Administrativo Responsável Financeiro Internacional Administrativo com conhecimentos de idiomas PRINCIPAIS TENDÊNCIAS DO SECTOR Os perfis financeiros começam a readquirir um papel de destaque na estratégia de negócio A predominância de PMEs no tecido empresarial promove procura por perfis de Middle Management, em detrimento dos de Top Management Controlo, análise e recuperação de crédito continuam a dominar o sector 26 Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

15 Perfis de Financeiros Analista/Técnico/a de Crédito Controller de Gestão 2-5 anos 14,000 18,000 12,000 14, anos 21,000 25,000 22,000 28, anos 18,000 21,000 14,000 18, anos 28,000 32,000 30,000 35,000 >10 anos 21,000 25,000 18,000 21,000 >10 anos 35,000 42,000 40,000 45,000 Auditor/a Interno Director/a Financeiro/a 2-5 anos 28,000 33,000 21,000 24, anos 42,000 47,000 30,000 35, anos 32,000 35,000 25,000 30, anos 55,000 60,000 35,000 40,000 >10 anos 33,000 40,000 35,000 40,000 >10 anos 60,000 65,000 45,000 50,000 CFO Director/a de Recursos Humanos 2-5 anos 52,000 57,000 49,000 52, anos 49,000 58,800 30,000 35, anos 65,000 70,000 49,000 63, anos 56,000 63,000 40,000 48,000 >10 anos 70,000 80,000 70,000 84,000 >10 anos 70,000 77,000 55,000 60,000 Chefe de Contabilidade Escriturário/a de Contabilidade 2-5 anos 29,000 32,000 28,000 30, anos 12,000 14,000 10,000 12, anos 32,000 38,000 30,000 35, anos 14,000 16,500 12,600 14,000 >10 anos 38,000 42,000 35,000 39,000 >10 anos 16,500 18,000 14,000 16,000 Contabilista/TOC Office Manager 2-5 anos 20,000 21,000 14,000 19, anos 18,000 19,500 14,000 16, anos 24,000 26,000 19,000 22, anos 21,500 22,500 17,000 21,000 >10 anos 27,000 30,000 23,000 25,000 >10 anos 21,000 25,000 21,000 25,000 Controller Financeiro Recepcionista 2-5 anos 21,000 25,000 26,000 28, anos 9,800 12,000 8,400 9, anos 25,000 30,000 30,000 35, anos 12,000 14,000 9,100 10,500 >10 anos 32,000 38,000 40,000 45,000 >10 anos 14,000 16,000 10,500 11, Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

16 Perfis de Financeiros Responsável de Auditoria Interna Técnico/a de Tesouraria 2-5 anos 30,000 33,000 28,000 30, anos 16,000 18,000 13,000 14, anos 35,000 38,000 30,000 35, anos 21,000 25,000 16,000 18,000 >10 anos 40,000 48,000 40,000 45,000 >10 anos 25,000 28,000 20,000 23,000 Responsável de Crédito Técnico/a Administrativo/a 2-5 anos 32,000 35,000 28,000 32, anos 10,500 11,200 9,100 9, anos 35,000 37,000 32,000 35, anos 13,300 14,000 9,800 11,200 >10 anos 35,000 37,000 35,000 37,000 >10 anos 14,000 16,100 12,600 15,000 Responsável de Tesouraria Técnico/a de Recursos Humanos 2-5 anos 23,000 28,000 23,000 25, anos 21,000 26,000 14,000 16, anos 28,000 32,000 25,000 28, anos 28,000 35,000 16,000 22,000 >10 anos 33,000 37,000 28,000 34,000 >10 anos 36,000 39,000 22,000 28,000 Secretário/a 2-5 anos 12,500 14,000 12,000 14, anos 18,200 19,500 14,000 16,000 >10 anos 19,600 21,000 16,000 18,000 Secretário/a Comercial 2-5 anos 14,000 16,000 12,000 13, anos 19,600 20,300 13,500 15,500 >10 anos 21,500 22,000 15,500 18,000 Secretário/a de Direcção 2-5 anos 15,400 16,800 16,000 18, anos 19,600 20,300 19,000 24,000 >10 anos 21,000 23,800 24,000 25, Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

17 BANCA E SEGUROS MAIOR APOSTA EM ANÁLISE E CONTROLO Depois de dois anos de notável resiliência, o mercado de recrutamento de Banca e Seguros ressentiu-se do agravamento da situação económica portuguesa em No caso das instituições bancárias, o aumento das restrições ao financiamento encerrou balcões e travou definitivamente o recrutamento de perfis comerciais e administrativos para a Banca de Retalho e até para a Banca Corporate, que tinha tido algum dinamismo em Já o sector de Seguros viu-se afectado pela redução da matéria segurável as falências de pequenas e médias empresas e a contenção de custos generalizada nos agregados familiares contribuíram em muito para a quebra no volume de contratos, que em muitos casos se restringem apenas aos obrigatórios e incontornáveis. Perfis mais e menos solicitados Nem tudo são más notícias nestes dois sectores. Se é verdade que os perfis administrativos e comerciais de Banca/Seguros tiveram um dos piores anos de sempre em termos de procura, outro tipo de profissionais mais orientados para as áreas Risco e Controlo foram bastante solicitados pelos empregadores. Evolução salarial Os perfis associados a Controlo, Recuperação de Crédito e Análise de Risco foram naturalmente os mais beneficiados em termos de aumento da oferta salarial. Para as restantes funções, a estagnação ou mesmo desvalorização de salários foi uma constante. Importa referir que algumas empresas optaram por reduzir e até abolir prémios trimestrais ou anuais. Esta situação, a juntar à quebra no volume de comissões para perfis comerciais, constitui uma redução muito considerável das componentes variáveis oferecidas. Perspectivas para 2013 Continuidade deverá ser a palavra de ordem para os sectores da Banca e Seguros, tanto a nível de perfis mais recrutados, como de salários praticados. Directores e Técnicos de Risco, Actuários, Controllers de Gestão e de Crédito e Técnicos de Contencioso continuarão a ser bastante procurados por empresas preocupadas em diminuir o risco do negócio e recuperar crédito mal parado. Não é provável que o recrutamento de funções comerciais e administrativas recupere o seu dinamismo, dada a situação económica prevista para Vendo o seu volume de negócio reduzido, muitas Seguradoras e instituições e Crédito ao Consumo voltaram-se naturalmente para perfis que lhes permitissem minimizar o risco de perdas, controlar e recuperar valores. Isto contribuiu para um aumento na procura de perfis como Director e Técnico de Risco, Credit Controller, Actuário e Gestor de Risco Operacional. O volume de crédito mal parado patrocinou também uma maior procura de Técnicos de Contencioso e Responsáveis Jurídicos. Destacamos ainda os profissionais de Controlo de Gestão que, sendo fundamentais para a análise de resultados e previsão de tendências nas empresas, estiveram igualmente entre os mais procurados em BARÓMETRO Perfis mais solicitados Controller de Gestão Director de Risco Técnico de Risco Actuário Gestor de Risco Operacional Responsável Jurídico Técnico de Contencioso Perfis menos solicitados Administrativo de Back Office Analista de Equity Perfiles de Banca Comercial PRINCIPAIS TENDÊNCIAS DO SECTOR Restrições ao crédito bancário e quebra nas contratações de seguros prejudicaram o recrutamento de perfis comerciais e administrativos associados Áreas de Análise de Risco, Contencioso, Controlo e Recuperação de Crédito dominaram o sector 32 Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

18 Perfis de Banca e Seguros Retail Banking Investment Banking Director/a de Sucursal 5-10 anos 40,000 38,000 >10 anos 47,000 42,000 Director/a de Zona Analista de Corporate Finance 2-5 anos 38,000 n/a 5-10 anos 47,000 n/a >10 anos 80,000 n/a 5-10 anos 43,000 40,000 >10 anos 55,000 55,000 Auditor/a Bancário/a 2-5 anos 32,000 n/a 5-10 anos 48,000 n/a Gestor/a de Contas Empresa 2-5 anos 30,000 25, anos 38,000 28,000 Contabilista Bancário/a/TOC 2-5 anos 26,000 n/a 5-10 anos 35,000 n/a Gestor/a de Contas Particulares 2-5 anos 30,000 25,000 >10 anos 42,000 n/a 5-10 anos 38,000 28,000 Sub-Gerente 2-5 anos 30,000 30, anos 35,000 35,000 Director/a Financeiro/a >10 anos 80,000 n/a Director/a de Operações 2-5 anos 30,000 30,000 Private Banking Técnico/a de Back Office 2-5 anos 29,000 n/a Director/a de Private Banking 5-10 anos 85,000 85,000 Private Banker 2-5 anos 40,000 38,000 Técnico/a de Middle Office 5-10 anos 35,000 n/a 2-5 anos 30,000 n/a 5-10 anos 40,000 n/a 5-10 anos 55,000 45,000 Técnico/a de Risco Corporate Banking Account Manager 2-5 anos 40,000 35, anos 52,000 45, anos 38,000 n/a 5-10 anos 58,000 n/a Técnico/a de Sindicação 5-10 anos 40,000 n/a >10 anos 60,000 n/a Analista de Riscos de Banca Corporativa 2-5 anos 38,000 n/a 5-10 anos 50,000 n/a Trader 2-5 anos 40,000 n/a 5-10 anos 60,000 n/a 34 Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

19 Perfis de Banca e Seguros Consummer Finance Analista de Pricing 2-5 anos 28,000 n/a 5-10 anos 42,000 n/a Comercial de Financiamento Auto 2-5 anos 28,000 25, anos 35,000 30,000 Comercial Interno 2-5 anos 30,000 25,000 Técnico/a de Operações 2-5 anos 25,000 n/a Técnico/a de Risco 2-5 anos 30,000 n/a 5-10 anos 38,000 n/a Insurance Actuário/a 2-5 anos 30,000 25, anos 43,000 35,500 Auditor Interno 2-5 anos 35,000 n/a 5-10 anos 50,000 n/a Director/a Comercial 5-10 anos 90,000 75,000 Director/a de Zona 5-10 anos 60,000 56,500 Gerente de Delegação 5-10 anos 42,000 42,000 Underwritter 2-5 anos 30,000 25, anos 45,000 40, Guia do Mercado Laboral 2013 GuÍa Salarial

20 INDÚSTRIA, LOGÍSTICA E CONSTRUÇÃO MERCADO EXTERNO É A GRANDE APOSTA BARÓMETRO Perfis mais solicitados Perfiles menos solicitados Este foi um ano marcado pela retracção generalizada do tecido industrial dependente do mercado interno, sobretudo no que diz respeito à indústria Alimentar e de Materiais de Construção. No entanto, o crescimento das PME s e multinacionais de cariz exportador foi suficiente para contrabalançar a quebra do mercado português e sustentar o habitual volume de recrutamentos no sector. Empresas a actuar nas áreas como a do Calçado, Indústria Química, Polímeros, Metalomecânica, Têxtil, Automóvel, Papel e Medical Devices, entre outras, apresentaram índices interessantes de recrutamento de quadros qualificados de Engenharia. Também o sector de Logística se tem apoiado nos mercados externos para manter a rentabilidade do negócio. Empresas cujas vendas se limitam a território nacional têm tido bastante dificuldade em lidar com as quebras e viram-se muitas vezes obrigadas a reduzir os seus quadros para garantir a viabilidade financeira. Quanto ao sector da Construção pode considerar-se, para todos os efeitos, estagnado. O cancelamento da maioria dos grandes projectos de obras públicas anulou qualquer perspectiva de recuperação a curto prazo e, à excepção de projectos pontuais que vão permitindo a sobrevivência de algumas empresas, o mercado português não oferece oportunidades. À semelhança do que se vem verificando nos últimos anos, a única opção neste momento parece ser a internacionalização para mercados como o Africano e da América Latina. Importa ainda referir sector as Energias Renováveis, que após um início promissor foi abalado pelo corte súbito nos incentivos anteriormente destinados a esta área. A consequência natural foi uma redução drástica de projectos na área e a falência de pequenas empresas. Perfis mais e menos procurados No sector da Indústria, o crescimento das exportações e o consequente aumento de produção reforçou a procura por Directores e Supervisores de Produção, Supervisores e Coordenadores de Manutenção, Gestores de Projecto e Engenheiros de Processo. Numa altura em que a contenção de custos se revela prioritária, muitos empregadores procuraram recrutar Responsáveis de Melhoria Contínua e Lean Manufacturing para implementar medidas de melhoria e optimização de processos produtivos que resultem em poupanças significativas. Muitas foram também as empresas que, querendo adaptar as suas estruturas à nova realidade de mercado, apostaram na contratação de Directores Industriais e Directores-Gerais com visão estratégica de negócio e excelentes competências negociais. A importância das competências linguísticas nos profissionais do sector industrial tem vindo a aumentar de ano para ano, e o peso das exportações no actual volume de produção só veio agudizar ainda mais esta tendência. São raros os perfis de Engenharia que possuam os conhecimentos de Alemão, Francês e Italiano adequados à relação com clientes e fornecedores destes mercados, pelo que é particularmente difícil encontrar candidatos adequados às necessidades das empresas. Também os Engenheiros Aeronáuticos continuam a escassear no mercado de trabalho, apesar do potencial de crescimento previsto para os clusters industriais da área nos próximos cinco anos. Será certamente uma profissão em ascensão, e uma área académica em que vale a pena investir. Por outro lado, mantém-se a oferta excessiva de Engenheiros Químicos, Engenheiros Alimentares e Designers Industriais, cada vez mais desajustada da quantidade reduzida de oportunidades de emprego disponíveis em Portugal. No sector da Logística e Transportes, verificámos uma maior procura por Comerciais de Logística e Operacionais de Carga Marítima e Aérea. Esta tendência está directamente ligada ao aumento das exportações, bem como ao crescente número de empresas que, querendo reduzir custos com armazéns, optam por solicitar serviços de outsourcing na área. Evolução salarial Verificámos uma tendência de aumento na oferta salarial de perfis de Indústria que escasseiam no mercado de trabalho, como os Engenheiros Aeronáuticos ou os Gestores de Projecto com conhecimentos de idiomas. Estas são, no entanto, excepções na generalidade, o sector Industrial praticou valores em tudo semelhantes aos de Assistimos, isso sim, a um reforço das componentes variáveis associadas ao cumprimento de objectivos nas áreas produtivas e de Engenharia, normalmente através de prémios anuais de um ou dois salários, em média. Começa a ser também comum nas funções de Middle Management o acesso a regalias como computador pessoal e seguros de saúde. O sector da Construção foi naturalmente o que registou uma maior quebra em termos salários, sobretudo em perfis técnicos, dada a escassez de projectos e o excesso de oferta de mão-de-obra no mercado nacional. Perspectivas para 2013 Apesar das quebras previstas para a indústria fornecedora de componentes automóveis e para toda a indústria que dependa em exclusivo do mercado nacional (sobretudo a Alimentar, de Materiais de Construção e Metalomecânica), nem tudo serão más notícias em Os programas governamentais de incentivo às exportações deverão ter efeitos práticos na dinamização do tecido industrial português, estimulando mais ainda a contratação de novos quadros. Para isso contribuirão também o ressurgimento das indústrias de Calçado e Têxtil pela mão de vários grupos multinacionais, que pretendem abrir ou aumentar as suas instalações em Portugal. Tanto os sectores de Logística e Transportes, como o de Construção deverão continuar a apostar na internacionalização para mercados emergentes que se encontrem, neste momento, em fase de construção ou reabilitação das suas infra-estruturas básicas. O advento um novo panorama de eficiência energética no sector da Iluminação poderá vir a patrocinar novas contratações de Engenheiros Electrotécnicos com conhecimentos e experiência na área. Supervisor de Produção Director de Produção Supervisor de Manutenção Coordenador de Manutenção Gestor de Projectos Engenheiro de Processo Responsável de Melhoria Contínua/Lean Manufacturing Director Industrial Director-Geral Engenheiro Aeronáutico Engenheiro Electrotécnico LEDs/Eficiência Energética Operacional de Carga Marítima e Aérea Engenheiro Químico Engenheiro Alimentar Designer Industrial Engenheiro Civil PRINCIPAIS TENDÊNCIAS DO SECTOR O crescimento das exportações têm ajudado a equilibrar a retracção do mercado interno, gerando novas oportunidades de emprego para profissionais qualificados Necessidade de contenção de custos e optimização de processos estimulou a contratação de perfis de Melhoria Contínua e Lean Manufacturing Conhecimento de idiomas torna-se fundamental à medida que as empresas portuguesas se abrem ao mercado externo 38 Guia do Mercado Laboral 2013 Guia do Mercado Laboral

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