À Linda Ao Francisco e à Catarina

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "À Linda Ao Francisco e à Catarina"

Transcrição

1 À Linda Ao Francisco e à Catarina i

2 Agradecimentos Realizar um trabalho como este implica empenhamento, concentração, rigor, e o acompanhamento e estímulo das pessoas que estão mais próximas. Na conclusão desta etapa da minha formação académica fico muito grato ao Professor Manuel Filipe Santos, orientador, amigo e solidário. Ao meu colega e amigo Pedro Gago, um agradecimento muito especial pelas ajudas, conselhos e disponibilidade incondicional que sempre demonstrou com um companheiro assim as coisas ficam e são mais fáceis. Não posso deixar neste momento de agradecer à minha esposa, mulher de M grande que suportou com paciência cada fase desta caminhada as minhas ausências e as minhas falhas. Muito Obrigado Linda. ii

3 Resumo Resumo A existência de bases de dados nas empresas nunca foi tão relevante como nos últimos anos, sendo fácil constatar a sua presença em qualquer projecto ou investimento desenvolvido. Uma base de dados poderá ainda ser considerada, como um repositório de conhecimento potencialmente relevante, mas escondido. De facto o seu conteúdo muitas vezes não é explorado em profundidade, pese embora existam numerosas actividades desenvolvidas sobre elas, como é o caso do marketing directo ou do marketing relacional. As diversas contribuições e trabalhos realizados no âmbito da exploração de bases de dados com recurso a procedimentos estatísticos e a processos de interrogação, têm-se revelado insuficientes pelo facto dos modelos desenvolvidos não captarem convenientemente o conhecimento implícito nem revelaram as acuidades desejáveis. As técnicas de Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados surgem assim como alternativa a explorar, uma vez que apresentam características que permitem o estudo de problemas complexos, de difícil resolução através das abordagens mais convencionais, sendo por isso cada vez mais utilizadas nas diferentes áreas da gestão, em particular no marketing. Neste trabalho é apresentada uma proposta para a sistematização das actividades de Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados como suporte às actividades de Business Intelligence, com aplicação concreta num caso na área da distribuição. iii

4 Abstract Abstract Databases have never been as relevant for organizations as they are nowadays. It is easy to see how widespread they are, being used in every project or investment. A database may also be seen as a repository for hidden but potentially useful knowledge. In fact, its contents are seldom thoroughly explored even though there are a number of activities like direct marketing that depend on the information in the database. Past approaches to database contents study by means of database queries or statistical procedures have been proven unsatisfactory as the resulting models often not only lack the ability to uncover the implicit hidden knowledge but also present low predictive accuracies. Thus, Knowledge Discovery in Databases techniques present an interesting alternative as they can be used on complex problems where the more conventional approaches usually fail and their use is growing especially in marketing. In this work a framework systematizing the Knowledge Discovery in Databases activities for Business Intelligent activities support is presented. This framework is show in action through a case study. iv

5 Abstract Conteúdo RESUMO...III ABSTRACT...IV ÍNDICE DE FIGURAS...XI ÍNDICE DE TABELAS...XIII ACRÓNIMOS E ABREVIATURAS...XIV ACRÓNIMOS E ABREVIATURAS...XIV 1 INTRODUÇÃO MOTIVAÇÃO OBJECTIVOS ORGANIZAÇÃO DA DISSERTAÇÃO BUSINESS INTELLIGENCE E DATABASE MARKETING BUSINESS INTELLIGENCE Definição Aplicações organizacionais de BI Formalização da actividade Business Intelligence Suporte tecnológico de BI v

6 Abstract Sistemas de Apoio à Decisão DATABASE MARKETING Definição de Database Marketing Estrutura do Database Marketing Componente Operativa do DBM Componente Analítica do DBM Catalisadores e Obstáculos do Database Marketing BUSINESS INTELLIGENCE VERSUS DATABASE MARKETING DESCOBERTA DE CONHECIMENTO EM BASES DE DADOS INTRODUÇÃO HIERARQUIA DO CONHECIMENTO EM BASES DADOS PRINCÍPIOS DA DESCOBERTA DE CONHECIMENTO EM BASE DADOS FASES DO PROCESSO DE DCBD Exploração e Selecção de dados Pré-Processamento Tratamento de valores omissos Avaliação de excepções (outliers) Derivação de novos atributos Dispersão de valores Integridade da informação do registo Identificação de atributos duplicados e redundantes Identificação de inconsistências Identificação de ruído ou poluição dos dados Identificação de valores atribuídos por definição (defaults) Transformação dos dados Normalização dos Dados Discretização de atributos quantitativos em qualitativos Discretização de atributos qualitativos em quantitativos Transposição de tabelas vi

7 Abstract Data Mining METODOLOGIAS DE DATA MINING CRISP-DM SEMMA PROBLEMAS E ABORDAGENS EM DATA MINING INTRODUÇÃO TIPOS DE OBJECTIVOS EM DATA MINING Previsão Classificação Regressão Descrição Segmentação Associação ou análise de dependências Sumariação Visualização MÉTODOS DE ABORDAGEM EM DATA MINING Regras de Associação Indução de regras Redes Neuronais Árvores de Decisão AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DM4DBM - PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA DE DATA MINING PARA DATABASE MARKETING INTRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS DAS ACTIVIDADES DE MARKETING SUPORTE ÀS ACTIVIDADES DE MARKETING COM MODELOS DE DATA MINING DATA MINING PARA DATABASE MARKETING Recolha de Informação Recolha de Dados Constituição da Base de dados de Marketing vii

8 Abstract Extracção de Conhecimento Análise e Selecção dos Dados Pré-processamento e Transformação de Dados Modelação Exemplos de Aplicação em projectos de DCBD em Acções de Marketing Desenvolvimento de Acções de Marketing Medição dos Resultados e da Eficácia dos Modelos DM4DBM VERSUS CRISP-DM DATABASE MARKETING APLICADO À DISTRIBUIÇÃO INTRODUÇÃO (A) OBJECTIVOS DE NEGÓCIO E DE MARKETING (a1) Enquadramento (a2) Objectivos do Estudo e Abordagens Consideradas (a3) Recolha e Exploração dos Dados Avaliação dos dados internos disponíveis Importação e criação da BD inicial Filtragem e Limpeza de dados Constituição da Base Dados de Marketing Sistematização da Angariação de dados Selecção dos registos elegíveis (B)DESCOBERTA DE CONHECIMENTO EM BASES DADOS (b1) Compreensão dos dados (b2) Análise dos dados Pré-Processamento dos Dados (b3) (b4) Modelação Selecção de dados para treino Aplicação de Algoritmos (C) Desenvolvimento de Acções de Marketing viii

9 Abstract (D) Discussão de resultados CONCLUSÕES E TRABALHO FUTURO SINOPSE CONCLUSÕES TRABALHO FUTURO ANEXO A METODOLOGIA CRISP-DM ANEXO B METODOLOGIA SEMMA ANEXO C PSEUDO CÓDIGO PARA TRANSPOSIÇÃO DE TABELAS ANEXO D MODELOS DE DATA MINING: MODELO ANEXO E MODELOS DE DATA MINING: MODELO ANEXO F MODELO DE DATA MINING: MODELO ANEXO G MODELO DE DATA MINING : MODELO ANEXO H ix

10 Abstract 15 MODELO ENTIDADE RELACIONAMENTO DA BD ANEXO I DESCRIÇÃO DOS DADOS ANEXO J COMPREENSÃO DOS DADOS ANEXO K MODELO DE DADOS BIBLIOGRAFIA GLOSSÁRIO DE TERMOS x

11 Índice de Figuras Índice de Figuras FIGURA 1 MARKETING TRADICIONAL (ADAPTADO DE [DROZDENKO ET AL., 2002]). 3 FIGURA 2 - PROCESSO DE MARKETING RELACIONAL. 4 FIGURA 3 - ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO 10 FIGURA 4 SUPORTE TECNOLÓGICO DA ACTIVIDADE DE BUSINESS INTELLIGENCE 19 FIGURA 5 - BUSINESS INTELLIGENCE EM SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO. 22 FIGURA 6- CONSTITUIÇÃO DO DBM [ADAPTADO DE [SIQUEIRA ET AL., 2002]). 27 FIGURA 7 - FASES DO PROCESSO DE DCBD (ADAPTADO DE [FAYYAD ET AL., 1996]). 43 FIGURA 8 - PERCENTAGEM DE TEMPO DESPENDIDO EM CADA FASE DO PROCESSO DE DCBD. 44 FIGURA 9 - RELAÇÃO ENTRE O NÚMERO DE MAILINGS E O NÚMERO DE RESPOSTAS. 45 FIGURA 10 REPRESENTAÇÃO DAS TABELAS INICIAS. 57 FIGURA 11 REPRESENTAÇÃO DA TABELA FINAL APÓS TRANSPOSIÇÃO. 57 FIGURA 12 METODOLOGIA CRISP-DM (ADAPTADO DE [CHAPMAN ET AL., 2000]). 61 FIGURA 13 METODOLOGIA SEMMA (ADAPTADO DE [SAS, 2005]). 62 FIGURA 14 MATRIZ PARA CLASSIFICAÇÃO (ADAPTADO DE [RODRIGUES, 2000]). 63 FIGURA 15 ESTRUTURA DO NEURÓNIO ARTIFICIAL (NODO) [QUINTELA, 2005]. 76 FIGURA 16 ESQUEMAS COM AS FUNÇÕES DE ACTIVAÇÃO. 77 FIGURA 17 REDE DE UMA SÓ CAMADA. 78 FIGURA 18 ARQUITECTURA DE UMA REDE FEEDFORWARD MULTICAMADA 79 FIGURA 19 ARQUITECTURA DE UMA REDE COMPETITIVA OU RECORRENTE. 79 FIGURA 20 PARADIGMA DE APRENDIZAGEM SUPERVISIONADA. 81 FIGURA 21 PARADIGMA DA APRENDIZAGEM NÃO SUPERVISIONADA. 81 FIGURA 22 REDE PERCEPTRON. 82 FIGURA 23 ESQUEMA DAS REDES DE KOHONEN [KOHONEN, 1989]. 87 FIGURA 24 EXEMPLO DE UMA ÁRVORE DE DECISÃO. 89 FIGURA 25 - ÁRVORE DE DECISÃO OBTIDA PELO ALGORITMO ID3. 94 FIGURA 26 - ENQUADRAMENTO DO DBM NA ORGANIZAÇÃO (ADAPTADO [HUGHES, 1995]). 102 xi

12 Índice de Figuras FIGURA 27 PROPOSTA DA METODOLOGIA DE DATA MINING PARA DATABASE MARKETING 107 FIGURA 28 RECOLHA DE INFORMAÇÃO DE FONTES DIVERSAS 111 FIGURA 29 - PROCESSO DE DCBD (ADAPTADO DE [FAYYAD ET AL., 1996]) 112 FIGURA 30 ORGANIZAÇÃO ACTIVIDADES PRÉ-PROCESSAMENTO E TRANSFORMAÇÃO DE DADOS 115 FIGURA 31 - RECOMPENSAS DA APLICAÇÃO DE DBM 123 FIGURA 32 PARALELISMO ENTRE AS METODOLOGIAS DM4DBM E CRISP-DM 128 FIGURA 33 - FLUXO DE INFORMAÇÃO RELATIVO AO PROJECTO DE MARKETING RELACIONAL 132 FIGURA 34 CRIAÇÃO DA BD INICIAL IMPORTAÇÃO DE DADOS 137 FIGURA 35 DUPLICAÇÃO NA CODIFICAÇÃO PARA O MESMO ATRIBUTO. 139 FIGURA 36 - REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DA FORMAÇÃO DA BD DO PROJECTO. 146 FIGURA 37 - DISTRIBUIÇÃO APÓS A REDUÇÃO DE CLASSES 152 FIGURA 38 - TRANSPOSIÇÃO DA TABELA VALE PARA UMA NOVA TABELA CLIENTE-VALE. 153 FIGURA 39 REPRESENTAÇÃO DA TRANSPOSIÇÃO DAS TABELAS PERGUNTA E QUESTIONÁRIO. 154 FIGURA 40 - ORGANIZAÇÃO DOS DADOS DAS TABELAS QUESTIONÁRIOS E QUESTÕES. 155 FIGURA 41 - TABELA RESULTANTE DA TRANSPOSIÇÃO DAS TABELAS. 155 FIGURA 42 - DISTRIBUIÇÃO DE CASOS DENTRO DE CADA CLUSTER. 176 FIGURA 43 - CLUSTERS VS REBATE DE VALES. 178 xii

13 Índice de Tabelas Índice de Tabelas TABELA 1- RESULTADOS DE ACTIVIDADES DE DBM EM MARKETING 33 TABELA 2- EXEMPLIFICAÇÃO DE CODIFICAÇÕES DISTINTAS PARA O MESMO REGISTO. 47 TABELA 3- EXEMPLO DE TABELA DE FREQUÊNCIAS PARA O VALOR DE UM ATRIBUTO. 49 TABELA 4- CODIFICAÇÃO DISTINTA PARA O MESMO ATRIBUTO [PINTO ET AL., 2005]. 53 TABELA 5- ALGUMAS DAS TÉCNICAS DISPONÍVEIS PARA CADA TIPO DE PROBLEMA EM DM. 69 TABELA 6 - EVOLUÇÃO DO ALGORITMO ID3. 90 TABELA 7 - DADOS USADOS PELO ALGORITMO. 92 TABELA 8 - MATRIZ DE CONFUSÃO DE UM CLASSIFICADOR. 98 TABELA 9 - ACTIVIDADES DE DM APLICADAS A QUESTÕES DE MARKETING. 105 TABELA 10 EXEMPLOS DE APLICAÇÃO EM CASOS DE MARKETING 117 TABELA 11 - EXEMPLIFICAÇÃO DE CODIFICAÇÕES DISTINTAS PARA O MESMO REGISTO. 139 TABELA 12 INCONGRUÊNCIA NA CODIFICAÇÃO DO MESMO OBJECTO. 140 TABELA 13 - EXEMPLO DE VIOLAÇÃO DE DOMÍNIO NO ATRIBUTO SEXO. 141 TABELA 14 - CLASSIFICAÇÃO EM FUNÇÃO DO VOLUME DE QUESTIONÁRIOS E VALES. 143 TABELA 15 - CLASSIFICAÇÃO EM FUNÇÃO DA DIMENSÃO DA FAMÍLIA E ACESSÓRIOS CONFORTO. 143 TABELA 16 ATRIBUTOS UTILIZADOS NA MODELAÇÃO 144 TABELA 17 DOMÍNIO DOS ATRIBUTOS DE TRABALHO 145 TABELA 18 QUANTIDADE DE RESPOSTAS OBTIDAS PARA A QUESTÃO TÊM FILHOS? 149 TABELA 19 QUANTIDADE DE RESPOSTAS À QUESTÃO NÚMERO DE FILHOS? 149 TABELA 20 - RESPOSTAS ÀS QUESTÕES TÊM FILHOS E NÚMERO DE FILHOS 150 TABELA 21 - RESPOSTAS ÀS QUESTÕES APÓS COERÊNCIA DE DADOS. 151 TABELA 22 TABELA DE FREQUÊNCIA PARA O ATRIBUTO Nº FILHOS. 151 TABELA 23 - ESTABELECIMENTO DA RELAÇÃO CLIENTE VALE. 154 TABELA 24 TAXA DE REBATIMENTO DE CADA VALE EMITIDO. 158 TABELA 25 - DERIVAÇÃO DE NOVAS VARIÁVEIS. 159 TABELA 26 CLASSIFICAÇÃO DE CLIENTES. 160 TABELA 27 - ORDENAÇÃO DE CLIENTES EM FUNÇÃO DO VOLUME DE QUESTÕES RESPONDIDAS: 162 TABELA 28 NÚMERO DE CASOS POR CADA ESCALA DE CLASSIFICAÇÃO. 163 TABELA 29 RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO ALGORITMO PARA DE INDUÇÃO DE REGRAS GRI. 170 TABELA 30 DISTRIBUIÇÃO DE INDIVÍDUOS PARA CADA CLUSTER. 177 xiii

14 Acrónimos e Abreviaturas Acrónimos e Abreviaturas AD BD BP BDM CRISP-DM CRM DCBD DM DW IA ODBC OLAP RNA RMFC SEMMA SGBD SQL W3C WWW Árvores de Decisão Base de Dados Back-Propagation Bases de Dados de Marketing Cross Industry Standard Process for Data Mining Customer Relationship Management Descoberta de Conhecimento em Base de Dados (Knowledge Discovery in Databases) Data Mining Data Warehouse Inteligência Artificial On-line DataBase Connectivity On-Line Analytic Processing Redes Neuronais Artificiais Redes Feedforward Multicamada Sample, Explore, Modify, Model, Assessement Sistema de Gestão de Base de Dados Structured Query Language World Wide Web World Wide Web xiv

15 Capítulo 1 Introdução Capítulo 1 1 Introdução O marketing é o conjunto de meios de que dispõe uma organização 1 para vender os seus produtos aos seus clientes com rendibilidade 2 [Angelmar et al., 1975]. O termo marketing surge da conjugação das palavra inglesas market e thinking, representando uma preocupação desta ciência em auxiliar as organizações na abordagem aos mercados [Bartels, 1976], [Angelmar et al., 1975]. Outros autores definiram o marketing como o conjunto dos métodos e dos meios de que uma organização dispõe para promover, nos públicos pelos quais se interessa, os comportamentos favoráveis à realização dos seus próprios objectivos" [Lindon et al., 2000]. A investigação realizada em torno da escolha de mercados-alvo ou da integração de funções como captação, manutenção e fidelização de clientes 3 por meio da criação, da entrega e da comunicação de um valor superior para o cliente, confere ao marketing um carácter científico [Kotler, 2002]. Na mesma linha de orientação, a American Marketing Association define o marketing enquadrado com as actividades de negócios das organizações que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor: é o processo de planeamento e execução da estratégia, estabelecimento do preço, promoção e 1 Uma organização consiste numa unidade social deliberadamente construída para alcançar objectivos específicos num determinado contexto social [Etzioni, 1980]. Considerando de modo igual uma empresa como uma unidade social organizada com objectivos, e tendo em atenção os objectivos deste trabalho, ambos os termos, organização e empresa, serão usados indiferentemente para designar o mesmo tipo de actividade. 2 A rendibilidade de um cliente em marketing traduz-se pelo retorno que a empresa obtém em resultado do seu investimento e.g., vendas realizadas ou resposta a acções de marketing. 3 Cliente indivíduo que, num espaço de tempo definido, tem por objectivo adquirir um bem ou um serviço [ Montcel, 1972]. 1

16 Capítulo 1 Introdução distribuição de ideias, produtos e/ou serviços, com vista a desenvolver os intercâmbios que irão satisfazer as necessidades dos indivíduos e organizações [AMA, 2005]. Num sentido mais lato é possível afirmar que o marketing consiste em gerir a relação entre uma empresa e os seus clientes, no sentido de atingir os objectivos dos primeiros satisfazendo as necessidades dos segundos. O conceito de marketing não é recente, havendo na sua prática e nos seus fundamentos um desenvolvimento ao longo dos anos, sendo possível identificar quatro períodos distintos na sua evolução [Rodrigues, 2000]: Produção: desde a revolução industrial, as organizações, em geral, enfatizavam a eficiência do processo produtivo. Existia uma premissa subjacente a esta filosofia: um bom produto venderá por si mesmo [Munhoz, 2005]; Vendas: a eficácia dos processos produtivos (equipamentos, tecnologias e recursos humanos) conduziu a uma optimização da capacidade produtiva oferta - e esta tornou-se superior à procura, pelo que as preocupações das organizações passaram a centrar-se nas vendas [Lindon et al., 2000]; Mercado: Os esforços de vendas, desenvolvidos e introduzidos no período anterior, necessitavam de uma adequação dos produtos aos mercados onde eram comercializados. Esta necessidade fez surgir nas organizações a preocupação de se orientarem para o mercado, para o seu conhecimento e mesmo, por algumas vezes, para a diversificação do tipo de produtos [Munhoz, 2005]; Cliente: o desenvolvimento exponencial da concorrência entre empresas, com a natural diferenciação dos seus produtos, promoveu a exigência nos consumidores 4, surgindo assim os denominados segmentos de mercado [Kotler, 2002]. O marketing 4 Consumidor indivíduo com informação do mercado de determinado(s) produto(s) ou serviço(s), com potencial de vir a tornar-se cliente [Montcel, 1972]. 2

17 Capítulo 1 Introdução centrado no cliente desenvolve estratégias de comunicação dirigidas a subconjuntos de consumidores com características comuns [Lindon et al., 2000]. Não obstante a evolução registada, as práticas do marketing tradicional eram todavia mais orientadas para o produto e para a transacção (Figura 1) do que para o cliente e para a relação com este. Na perspectiva da organização, a relação com o cliente resumiase à transacção de produtos ou serviços como meio a seguir para a obtenção dos seus objectivos (na maioria dos casos, o lucro), sendo a preocupação com o cliente apenas ao nível da satisfação das necessidades do momento [Drozdenko et al., 2002]. Figura 1 Marketing Tradicional (adaptado de [Drozdenko et al., 2002]). A constatação da insuficiência das abordagens expostas deu lugar a novas formas de pensar e agir, com as organizações a procurarem não só políticas de marketing mas antes políticas de relacionamento com os seus clientes o marketing relacional. O marketing relacional caracteriza-se por um fluxo significativo de comunicação entre a organização e o cliente (Figura 2), com o objectivo explícito de obter informação actualizada nas suas Bases de Dados (BD). Os meios privilegiados para o conhecimento dos seus clientes são tão diversos como, e.g., a imprensa, a Internet ou correspondência directa. Os dados entretanto registados actualizam os anteriores e são utilizados nas interacções subsequentes para uma optimização dos novos contactos, tendo em vista o reforço da relação entre a organização e os clientes. 3

18 Capítulo 1 Introdução Base de Dados Actualização e Análise da Base de Dados Media Mail Internet Telefone Outros Feedback Contacto do cliente Compra Uso do feedback recebido Contacto com as vendas Personalizar a relação com cliente Fornecer informação Cliente Figura 2 - Processo de Marketing Relacional (adaptado de [Drozdenko et al., 2002]). Alguns autores apresentam o marketing relacional como a evolução do marketing tradicional (cuja filosofia de desenvolvimento assenta em 4 Ps Place (Mercado), Promotion (Promoção), Product (Producto) e Price (Preço) [Kotler, 2002]), abrindo espaço para uma nova abordagem, com novas variáveis de acção, menos rígidas, em torno das quais são Fórmuladas as estratégias de marketing. Essas variáveis são [Schewe et al., 1995]: Sensibilidade ao consumidor Preocupação na qualidade do atendimento ao cliente; registo das respostas; cuidado no tratamento das reclamações, entre outros aspectos relacionados; Produto Definição das diferentes características do produto em função das necessidades e desejos dos consumidores; Conveniência do consumidor Tornar a oferta do produto num modo atractivo, apresentando-o em função da conveniência do consumidor (e.g., dimensão e tipologia das embalagens dos produtos); 4

19 Capítulo 1 Introdução Serviço Assegurar serviços ao longo da relação com o cliente, como sejam a prévenda (informações sobre detalhes e características dos produtos), assistência na venda (e.g., facilidades de pagamento ou de entrega) e pós-venda (serviço de manutenção e garantia dos produtos); Preço Definição da política de preços em função das empresas concorrentes e dos mercados onde são comercializados os produtos; Distribuição e acessibilidade Facilitar o acesso aos produtos em termos de locais de oferta (distribuição geográfica de pontos de venda ), prazos de entrega e acessibilidade (e.g., loja generalista ou especializada); Comunicação Utilização dos meios de comunicação em função do perfil dos consumidores (e.g., definição dos veículos publicitários) e dos clientes (e.g., envio de comunicações personalizadas). Este novo conceito de marketing, preocupado em conhecer e em compreender os mercados e os seus consumidores, expande a visão relativamente ao que representa um programa de marketing centrando-se o seu desenvolvimento na utilização das Tecnologias de Informação (TI) [Gonçalves et al., 2002] e, em particular, nas tecnologias orientadas para a utilização de BD [Drozdenko et al., 2002]. Entretanto, graças ao desenvolvimento tecnológico e à diminuição dos custos de armazenamento, as BD aumentaram em número (em qualquer departamento de uma qualquer empresa, o registo da sua actividade é guardado em BD) e no volume de registos guardados (e.g., a BD de clientes de uma cadeia de hipermercados é actualmente na ordem dos Terabytes), abrindo espaço para o aparecimento de uma abordagem sistemática na sua utilização, centrada no processo de preparação dos dados, que permitisse aumentar a confiança no resultado final [Linoff et al., 2000], [Han et al., 2001], [Gago, 2001]. Essa abordagem sistemática, integrando fases de préprocessamento dos dados e pós-processamento dos resultados, é denominada por 5

20 Capítulo 1 Introdução Knowledge Discovery in Databases (KDD), termo que neste texto é traduzido para Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados (DCBD). A DCBD consiste numa série bem definida de passos que vão desde a preparação dos dados até à extracção de padrões sobre esses dados e à avaliação dos mesmos e é aqui apresentada como uma alternativa aos processos tradicionais de utilização de BD (e.g., processos clássicos de inferência estatística ou processos simples de interrogação a BD) para o suporte à definição de estratégias de marketing, uma vez que permitem o estudo/resolução de problemas mais complexos. 1.1 Motivação As actividades de marketing são muitas e diversas, permitindo o seu desenvolvimento em diferentes perspectivas e contextos variados. Contudo, na elaboração deste trabalho, assume particular relevância a utilização de BD no suporte às actividades de marketing no decorrer de acções de marketing relacional. Numa perspectiva científica, o marketing pode ser colocado entre as Tecnologias de Informação e a Gestão [Hughes, 1994], [Shepard, 1998], suportando a tese que o indica como uma das áreas de maior interesse para a aplicação de técnicas de DCBD [Linoff et al., 1997]. Como contributo para esta motivação adicione-se o facto de até ao momento serem desconhecidos casos de sucesso da aplicação desta metodologia em casos de marketing. A existência de BD na maioria das organizações é actualmente um facto inquestionável. Contudo, a sua utilização limita-se às abordagens tradicionais, sugerindo um enorme potencial ainda por explorar [Welge et al., 2001]. Alguns autores, perspectivando uma visão de futuro para o marketing apontam cinco vectores chave para o seu desenvolvimento [McKenna, 2002]: 6

21 Capítulo 1 Introdução Subestrutura digital - o novo paradigma tecnológico provoca mudanças em toda a cadeia produtiva [Zorrinho, 1991]. A estrutura digital auxilia a comunicação e facilita o acesso da empresa ao cliente e, vice-versa; Desaparecimento da fidelidade à marca a revolução digital estimulou a infidelidade às marcas [Lindon et al., 2000]. A facilidade de acesso à informação (em particular através da internet) tornou o consumidor mais pró-activo com maior volume de informação para poder decidir sobre a aquisição de determinado produto ou serviço; Redefinição do conceito de imagem face à necessidade de adaptação a mercados cada vez mais competitivos, a imagem da empresa ou dos seus produtos tornou-se dinâmica e perdeu o seu carácter mais estático [Lindon et al., 2000]. A imagem passou a ser definida pelos meios de comunicação e nas experiências interactivas com os consumidores; Alteração do papel do Cliente - O cliente deixou de ser um elemento passivo (simples consumidor) para se tornar num elemento activo (consome, analisa e reage) [McKenna, 2002] ; O marketing suportado nas tecnologias da informação são abundantes os indícios de convergência entre a área das tecnologias de informação e as actividades de marketing, e.g,. o marketing directo 5 [Lindon et al., 2000]. A dificuldade em conquistar e manter a fidelidade dos clientes gerou nas empresas a necessidade de adoptarem novas estratégias de relacionamento baseadas em sistemas de informação, que a operar na retaguarda, são capazes de registar toda a informação libertada durante a relação em BD [McKenna, 2002]. 5 O marketing directo pode ser considerado como uma ferramenta de comunicação de marketing utilizada para estabelecer o relacionamento directo entre as empresas e seus consumidores e prospects (tanto pessoas físicas quanto outras empresas) 7

22 Capítulo 1 Introdução O sistema aglutinador de um conjunto de ferramentas que viabilizam a obtenção, análise e manutenção de dados, possibilitando a obtenção da informação adequada, para a pessoa ideal, no tempo certo, denomina-se por Business Intelligence Systems (BIS) [Negash et al., 2003]. Aproveitar as funcionalidades e conhecimentos que o Business Intelligence (BI) proporciona não é apenas um factor de sucesso, mas essencialmente um factor de sobrevivência [Jackson, et al., 1997]. A expressão da prática do BI em contextos do marketing encontra reflexo nas actividades de utilização das BD de marketing com vista ao suporte e definição das estratégias estas actividades são definidas como processos de DataBase Marketing (DBM), os quais consideram não só as fases do BI como também prevêem a sua aplicação prática. A viabilização de um projecto de DBM depende essencialmente de dois factores: dos dados disponíveis e da sua exploração (suportada pelo processo de DCBD) [Shepard, 1998]. O DBM vem sendo apontado como a ferramenta que permite aos profissionais do marketing obter a informação necessária à formulação das suas estratégias [Shepard, 1998], [Hughes, 1994], [Jackson, et al., 1997], [Drozdenko et al., 2002]. Contudo verifica-se ainda, a falta de um processo sistematizado que explicite todas as fases e requisitos de informação em função dos objectivos estabelecidos e que formalize os modelos para uso posterior. 1.2 Objectivos Tendo sido constatada a ausência de uma metodologia ou um sistema explícito para o desenvolvimento de processos de BIS em marketing. Procura-se com este trabalho preencher esse vazio e apresentar uma sistematização de actividades de DCBD em actividades de BI, com uma aplicação prática na área do DBM. Esta sistematização permitirá uma abordagem eficiente e generalizada no âmbito do desenvolvimento de 8

23 Capítulo 1 Introdução projectos na área de DBM em diferentes acções de marketing, cujas características e requisitos mais importantes, são: Inclusão de processos de angariação e recolha de dados com vista à criação de BD de marketing, específicas em função dos objectivos de negócio previamente definidos; Função integradora das actividades de DCBD em processos de Marketing, com a consideração de tarefas específicas para o seu desenvolvimento; Alinhamento de técnicas de Data Mining (DM) com as actividades de marketing; Desenvolvimento das acções de marketing suportadas pelo conhecimento extraído em BD após determinação dos modelos de DM para as actividades em estudo; Estabelecimento de limites na utilização dos conceitos propostos na sistematização: a aplicação de acções de DBM varia consoante os objectivos de marketing propostos para o sistema; Caracterização das técnicas a utilizar em função dos objectivos de DCBD propostos. A principal contribuição da dissertação concretiza-se por: (i) propor um sistema para o desenvolvimento do processo de DBM que integre as técnicas de DCBD, e (ii) seguir os passos do sistema proposto no âmbito deste trabalho, demonstrando a sua adequação num contexto real aplicado ao sector da distribuição. A sistematização desenvolvida foi denominada como DM4DBM (Data Mining For Database Marketing) Este sistema é suficientemente genérico, podendo ser utilizado nas mais diversas diferentes áreas do marketing. O estudo de caso levado a cabo situa-se no domínio comercial (retalho), pretendendo-se aproveitar a oportunidade surgida de um caso real e uma vez que neste domínio se pode facilmente evidenciar a sistematização dos passos desenvolvidos e a sua aplicação prática. 9

24 Capítulo 1 Introdução 1.3 Organização da dissertação A dissertação, para além deste capítulo introdutório, apresenta mais cinco capítulos e um conjunto de anexos considerados de interesse, quer para o trabalho desenvolvido, quer para trabalhos futuros que sobre ele possam vir a ser desenvolvidos. 1. Introdução Revisão de Literatura 2. Business Intelligence Database Marketing 3. Descoberta Conhecimento em Bases de Dados A contribuição da dissertação 4. Metodologia IUBDM 5. Aplicação prática da metodologia IUBDM 6. Conclusões e Trabalho futuro Figura 3 - Estrutura da dissertação Num primeiro grupo (Figura 3), intitulado Revisão da literatura, composto pelos capítulos 2 e 3, existe a preocupação de contextualizar o trabalho desenvolvido quer analisando a posição dos diferentes investigadores da área quer fazendo uma exploração tecnológica da lacuna existente no domínio da DCBD em Marketing. Considera-se que só assim é possível atribuir valor ao trabalho presente. No capítulo 2 é realizada uma revisão da literatura numa abordagem prática aos conceitos de Business Intelligence e Database Marketing, referindo ambos os assuntos numa perspectiva tecnológica. 10

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

MESTRADO EM PESQUISA DE MERCADOS 2006 2007

MESTRADO EM PESQUISA DE MERCADOS 2006 2007 MESTRADO EM PESQUISA DE MERCADOS 2006 2007 PROGRAMA DAS DISCIPLINAS 1 1º trimestre PESQUISA DE MERCADOS Objectivos Pretende-se que os alunos: (a) adquiram os conceitos e semântica próprios do tema, (b)

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves Sistema Integrado de Gestão Evento IDC PME 24.set.2008 Carlos Neves Agradecimentos Carlos Neves - 24.Set.08 2 Sumário 1. Oportunidades e desafios para as PME 2. Os projectos SI/TI e a Mudança 3. Perspectivas

Leia mais

Como tornar o seu. Maribel Yasmina* Isabel Ramos*

Como tornar o seu. Maribel Yasmina* Isabel Ramos* Os sistemas de Business Intelligence são imprescindíveis a decisores dinâmicos e motivados para aproveitar as oportunidades que uma sociedade em transformação rápida pode oferecer Maribel Yasmina* Como

Leia mais

Mónica Montenegro António Jorge Costa

Mónica Montenegro António Jorge Costa Mónica Montenegro António Jorge Costa INTRODUÇÃO... 4 REFERÊNCIAS... 5 1. ENQUADRAMENTO... 8 1.1 O sector do comércio em Portugal... 8 2. QUALIDADE, COMPETITIVIDADE E MELHORES PRÁTICAS NO COMÉRCIO... 15

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1 Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas João Varajão 1, Daniela Santana 2, Manuela Cunha 3, Sandra Castro 4 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias, Universidade

Leia mais

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento.

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Cadeira de Tecnologias de Informação Ano lectivo 2007/08 Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Prof. Mário Caldeira Profª Ana Lucas Dr. Fernando Naves

Leia mais

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação 1.º Ano / 1.º Semestre Marketing Estratégico Formar um quadro conceptual abrangente no domínio do marketing. Compreender o conceito

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Business Intelligence & Performance Management

Business Intelligence & Performance Management Como medir a evolução do meu negócio? Tenho informação para esta decisão? A medição da performance é uma dimensão fundamental para qualquer actividade de gestão. Recorrentemente, qualquer gestor vê-se

Leia mais

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) CLF

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) CLF GESTÃO Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) Informação e Decisões Gerir envolve tomar muitas e frequentes decisões Para decidir com eficácia

Leia mais

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos 27 LEADERSHIP AGENDA a inovação na gestão do relacionamento compensa Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos A participação activa dos cidadãos é vital para a promoção

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANÁLISE DE DADOS E GESTÃO DE INFORMAÇÃO Grupo de trabalho Armando Mendes Áurea Sousa Fátima Brilhante Rita Marques Brandão Osvaldo Silva Fevereiro 2010 Enquadramento e justificação

Leia mais

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE Capítulo 7 Balanced Scorecard ÍNDICE 7.1 O que é o Balanced Scorecard 7.2 Indicadores de Ocorrência 7.3 O Método 7.4 Diagramas de Balanced Scorecard Capítulo 7 - BALANCED

Leia mais

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas Análise de Sistemas Conceito de análise de sistemas Sistema: Conjunto de partes organizadas (estruturadas) que concorrem para atingir um (ou mais) objectivos. Sistema de informação (SI): sub-sistema de

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Lembrando... Aula 4 1 Lembrando... Aula 4 Sistemas de apoio

Leia mais

Sistemas de Apoio à Decisão. Vocabulário e conceitos Vista geral

Sistemas de Apoio à Decisão. Vocabulário e conceitos Vista geral Sistemas de Apoio à Decisão Vocabulário e conceitos Vista geral Decisão A escolha de uma entre várias alternativas Processo de tomada de decisão (decision making) Avaliar o problema Recolher e verificar

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas Conceito As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas PÁG 02 Actualmente, face à crescente necessidade de integração dos processos de negócio, as empresas enfrentam o desafio de inovar e expandir

Leia mais

O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol

O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol O presente estudo visa caracterizar o cluster da electrónica, informática e telecomunicações (ICT), emergente

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

As Vendas e Prestações de Serviços

As Vendas e Prestações de Serviços Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano lectivo: 2009/2010 Prof: Adelina Silva As Vendas e Prestações de Serviços Trabalho Realizado por: Susana Carneiro 12ºS Nº18 Marketing Marketing é a parte do processo

Leia mais

foram previstas inicia-se um círculo vicioso em que é feito um pedido aos informáticos, esse pedido entra na «linha de montagem» das queries, e num

foram previstas inicia-se um círculo vicioso em que é feito um pedido aos informáticos, esse pedido entra na «linha de montagem» das queries, e num PREFÁCIO Actualmente estamos confrontados com um mundo fascinante em que todos os dias surgem novidades no universo das novas tecnologias da informação, mas em que velhos problemas no que concerne à falta

Leia mais

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente Grupo Pestana suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O trabalho de consolidação de informação permitiu desde logo abrir novas possibilidades de segmentação, com base num melhor conhecimento

Leia mais

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de Pessoas) na Gestão Empresarial Marketing Interno Licenciatura de Comunicação Empresarial 3º Ano Docente: Dr. Jorge Remondes / Discente: Ana Teresa Cardoso

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

As Organizações e os Sistemas de Informação

As Organizações e os Sistemas de Informação As Organizações e os Sistemas de Informação Uma Introdução Luís Paulo Peixoto dos Santos Junho, 2002 Uma organização é uma estrutura complexa e formal cujo objectivo é gerar produtos ou serviços, com ou

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas Informática Aula 3 Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução aos Sistemas A Teoria dos Sistemas proporciona um meio poderoso

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Data Warehouse - Conceitos Hoje em dia uma organização precisa utilizar toda informação disponível para criar e manter vantagem competitiva. Sai na

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013

FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Especialização em Gestão de Projectos Nível 1 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER Este curso constitui

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Inovar para Ganhar Paulo Nordeste Portugal tem apresentado nos últimos anos casos de sucesso em inovação; como novos produtos, serviços e modelos de

Leia mais

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N. Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.º 32603 INTRODUÇÃO Na área do controlo de gestão chamamos atenção para

Leia mais

BOLSA DO EMPREENDEDORISMO 2015. Sara Medina saramedina@spi.pt. IDI (Inovação, Investigação e Desenvolvimento) - Algumas reflexões

BOLSA DO EMPREENDEDORISMO 2015. Sara Medina saramedina@spi.pt. IDI (Inovação, Investigação e Desenvolvimento) - Algumas reflexões BOLSA DO EMPREENDEDORISMO 2015 INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA 1 I. Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI) Missão: Apoiar os nossos clientes na gestão de projetos que fomentem a inovação e promovam oportunidades

Leia mais

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Pedro Miguel Barros Morgado Índice Introdução... 3 Ponto.C... 4 Descrição do Problema... 5 Bibliografia... 7 2 Introdução No mundo

Leia mais

Desenvolver uma estratégia de marketing

Desenvolver uma estratégia de marketing Gerir - Guias práticos de suporte à gestão Desenvolver uma estratégia de marketing O principal objectivo de uma Estratégia de Marketing é o desenvolvimento do negócio, tendo em linha de conta, a análise

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI Noções de sistemas de informação Turma: 01º semestre Prof. Esp. Marcos Morais

Leia mais

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Ficha Técnica Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Edição: Região Autónoma dos Açores Secretaria Regional da Educação e Ciência Direcção Regional da Educação Design e Ilustração: Gonçalo Cabaça Impressão:

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

PALAVRAS CHAVE RESUMO

PALAVRAS CHAVE RESUMO ESIG2001 SPATIAL INTELLIGENCE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA COMO MEIO DE SUPORTE À DECISÃO João Machado Costa, Rui Marques Ferreira Novabase www.novabase.pt joao.machado@novabase.pt PALAVRAS CHAVE Spatial Information

Leia mais

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento O QUE É IMPRESCINDÍVEL NUMA SOLUÇÃO DE ORÇAMENTAÇÃO E PREVISÃO? Flexibilidade para acomodar mudanças rápidas; Usabilidade; Capacidade de integração com as aplicações a montante e a jusante; Garantir acesso

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

Uma plataforma estratégica

Uma plataforma estratégica Publicado: Fevereiro 2007 Autor: Rui Loureiro Sénior Partner Implementar o Help Desk Quando simplesmente pensamos em implementar um Help Desk, isso pode significar uma solução fácil de realizar ou algo

Leia mais

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios UNIMEP MBA em Gestão e Negócios Módulo: Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 TI com foco nos Negócios: Áreas envolvidas (Parte II) Flávio I. Callegari www.flaviocallegari.pro.br O perfil do profissional

Leia mais

Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio. João Pequito. Director Geral da PSE

Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio. João Pequito. Director Geral da PSE Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio João Pequito Director Geral da PSE Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio Qualquer instituição tem hoje

Leia mais

O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito. Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1.

O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito. Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1. O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1.3, Outubro, 2015 Nota prévia Esta apresentação tem por objetivo, proporcionar

Leia mais

Inovação e Criação de Novos Negócios

Inovação e Criação de Novos Negócios INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA Inovação e Criação de Novos Negócios Luís Mira da Silva Cristina Mota Capitão Isabel Alte da Veiga Carlos Noéme Inovação INOVAÇÃO Inovação: introdução INOVAR

Leia mais

GUIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS

GUIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS GUIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS Decidir sem informação é como navegar em mar-alto sem bússola As decisões, sejam elas de abrangência política, económica, social ou empresarial, têm que se apoiar em informação

Leia mais

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM por Engº João Barata (jbarata@ctcv.pt), CTCV Inovação Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro 1. - INTRODUÇÃO Os sub-sistemas de gestão, qualquer que seja o seu

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A.

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. Empresa especializada na concepção, instalação e manutenção de equipamentos para a indústria hoteleira, restauração e similares. Primeira empresa do sector a nível

Leia mais

Qualidade e Inovação. CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo

Qualidade e Inovação. CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo Curso de Arte e Multimédia/Design 2º Semestre 1º Ciclo Ano lectivo 2007/2008 Docente: José Carlos Marques Discentes: Ana Pedro nº 2068207/ Encarnação

Leia mais

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO 1 Sumário: Conceito e Objectivos Estrutura do PN o Apresentação da Empresa o Análise do Produto / Serviço o Análise de Mercado o Estratégia de Marketing o

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e Ética 6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e de Ética ETICA COMPROMISSO CONDUTA EMPRESAS PROFISSIONAL PRINCÍPIOS INDEPENDÊNCIA DEVERES CLIENTES EXIGÊNCIAS PÚBLICO

Leia mais

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar eficiência os objectivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. com eficácia e 1

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

APLICAÇÃO DE MINERAÇÃO DE DADOS PARA O LEVANTAMENTO DE PERFIS: ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA

APLICAÇÃO DE MINERAÇÃO DE DADOS PARA O LEVANTAMENTO DE PERFIS: ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA APLICAÇÃO DE MINERAÇÃO DE DADOS PARA O LEVANTAMENTO DE PERFIS: ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA Lizianne Priscila Marques SOUTO 1 1 Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani CRM Definição O CRM é uma abordagem que coloca o cliente no centro dos processos do negócio, sendo desenhado para perceber e antecipar as necessidades

Leia mais

Assim, torna-se crucial a utilização de metodologias de avaliação do risco de crédito cada vez mais precisas.

Assim, torna-se crucial a utilização de metodologias de avaliação do risco de crédito cada vez mais precisas. OBJECTIVO O risco de crédito está presente no quotidiano de qualquer empresa, sendo hoje reconhecido, por uma grande parte das organizações, como uma das suas principais preocupações. Também nas empresas

Leia mais

srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo

srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo CBSI Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação BI Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Faculdade de Computação Instituto

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Tipos de SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução 2 n As organizações modernas competem entre si para satisfazer as necessidades dos seus clientes de um modo

Leia mais

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia Gestão em Farmácia Marketing 3 Manuel João Oliveira Análise Externa Análise do Cliente Segmentação, comportamento do cliente, necessidades não-correspondidas Análise dos Concorrentes Grupos estratégicos,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO CENTRO DE ALOJAMENTO DE LONGA DURAÇÃO 1 Introdução A experiência da AANP, decorrente quer da intervenção e acompanhamento diários

Leia mais

2. Enquadramento metodológico

2. Enquadramento metodológico 1. A Agenda 21 LOCAL 1. Em 1992, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUAD) aprovou um Plano de Acção para o Século 21, intitulado Agenda 21. Realizada

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Pereira, Amaral e Castro, Outsourcing de serviços de sistemas de informação na banca em Portugal, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Pereira, Amaral e Castro, Outsourcing de serviços de sistemas de informação na banca em Portugal, Computerworld, 2011 1 Outsourcing de serviços de sistemas de informação na banca em Portugal João Varajão 1, Cidália Pereira 2, Luís Amaral 3, Sandra Castro 2 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias,

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE Autores: 1 Gabriela Azevedo e Rita Ramos Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS No âmbito dos procedimentos da Avaliação

Leia mais

«As organizações excelentes gerem, desenvolvem e libertam todo o potencial dos seus colaboradores ao nível individual, de equipa e organizacional.

«As organizações excelentes gerem, desenvolvem e libertam todo o potencial dos seus colaboradores ao nível individual, de equipa e organizacional. A melhoria não é um acontecimento pontual ( ) um processo que necessita de ser planeado, desenvolvido e concretizado ao longo do tempo em sucessivas vagas, produzindo uma aprendizagem permanente. De acordo

Leia mais

Business Intelligence e ferramentas de suporte

Business Intelligence e ferramentas de suporte O modelo apresentado na figura procura enfatizar dois aspectos: o primeiro é sobre os aplicativos que cobrem os sistemas que são executados baseados no conhecimento do negócio; sendo assim, o SCM faz o

Leia mais

A Gestão, os Sistemas de Informação e a Informação nas Organizações

A Gestão, os Sistemas de Informação e a Informação nas Organizações Introdução: Os Sistemas de Informação (SI) enquanto assunto de gestão têm cerca de 30 anos de idade e a sua evolução ao longo destes últimos anos tem sido tão dramática como irregular. A importância dos

Leia mais

SAD. Paulo Silva, Rodolfo Ribeiro, Vinicius Tavares

SAD. Paulo Silva, Rodolfo Ribeiro, Vinicius Tavares SAD Paulo Silva, Rodolfo Ribeiro, Vinicius Tavares DataWarehouse Armazena informações relativas a uma organização em BD Facilita tomada de decisões Dados são coletados de OLTP(séries históricas) Dados

Leia mais

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI (1) PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI Docente: Turma: T15 Grupo 5 Mestre António Cardão Pito João Curinha; Rui Pratas; Susana Rosa; Tomás Cruz Tópicos (2) Planeamento Estratégico de SI/TI Evolução dos SI

Leia mais

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO Como fazemos 1. Através do Serviço de Assistência Empresarial (SAE), constituído por visitas técnicas personalizadas às

Leia mais

Planeamento e estratégia

Planeamento e estratégia Planeamento e estratégia Tipos de planos e vantagens Etapas do processo de planeamento Informação para o planeamento Análise SWOT Definir missão e objectivos Processo de gestão estratégica Níveis da estratégia

Leia mais

GESTÃO LOGÍSTICA 05. O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia. Padrões de SaC. Amílcar Arantes 1

GESTÃO LOGÍSTICA 05. O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia. Padrões de SaC. Amílcar Arantes 1 GESTÃO LOGÍSTICA 2004-05 05 Capítulo - 2 Índice 1. Introdução 2. Definição de 3. 4. Desenvolvimento e Documentação de Padrões de SaC 5. Barreiras a uma Estratégia efectiva de SaC 6. Melhorar o Desempenho

Leia mais

Strenghts: Vantagens internas da empresa ou produto(s) em relação aos seus principais concorrentes;

Strenghts: Vantagens internas da empresa ou produto(s) em relação aos seus principais concorrentes; Gerir - Guias práticos de suporte à gestão A análise SWOT A Análise SWOT é uma ferramenta de gestão muito utilizada pelas empresas para o diagnóstico estratégico. O termo SWOT é composto pelas iniciais

Leia mais

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web PROVA DE AVALIAÇÃO DE CAPACIDADE REFERENCIAL DE CONHECIMENTOS E APTIDÕES Áreas relevantes para o curso de acordo com o n.º 4 do art.º 11.º do

Leia mais

Developing Corporate Image in Higher Education Sector A case study of University of East Anglia Norwich United Kingdom

Developing Corporate Image in Higher Education Sector A case study of University of East Anglia Norwich United Kingdom Muhammad Amjad, Muhammad Moazam Fraz Developing Corporate Image in Higher Education Sector A case study of University of East Anglia Norwich United Kingdom LAP LAMBERT Academic Publishing, 2012 (72 páginas)

Leia mais

DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004)

DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004) DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004) por Mónica Montenegro, Coordenadora da área de Recursos Humanos do MBA em Hotelaria e

Leia mais

Marketing Turístico e Hoteleiro

Marketing Turístico e Hoteleiro 1 CAPÍTULO I Introdução ao Marketing Introdução ao Estudo do Marketing Capítulo I 1) INTRODUÇÃO AO MARKETING Sumário Conceito e Importância do marketing A evolução do conceito de marketing Ética e Responsabilidade

Leia mais

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Pedro João 28 de Abril 2011 Fundação António Cupertino de Miranda Introdução ao Plano de Negócios Modelo de Negócio Análise Financeira Estrutura do Plano de

Leia mais

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética 1. Objecto e Âmbito do Regulamento O presente regulamento foi adoptado pelo Conselho Geral e de Supervisão (CGS) e pelo Conselho de Administração Executivo

Leia mais

UNIVERSIDADE DE AVEIRO

UNIVERSIDADE DE AVEIRO UNIVERSIDADE DE AVEIRO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, GESTÃO E ENGENHARIA INDUSTRIAL MESTRADO EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO DISCIPLINA: GESTÃO DA INFORMAÇÃO CAPACIDADE DE RESPOSTA A SOLICITAÇÕES DO EXTERIOR - DIÁLOGO

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

Negócios à Sua dimensão

Negócios à Sua dimensão Negócios à Sua dimensão O seu Software de Gestão acompanha-o? O ArtSOFT pode ser a solução de gestão da sua empresa. O ArtSOFT Profissional permite o controlo total sobre a gestão da sua empresa, assegura

Leia mais

As parcerias e suas dinâmicas: considerações a ter em conta para a promoção da mudança

As parcerias e suas dinâmicas: considerações a ter em conta para a promoção da mudança Centro de Recuperação de Menores D. Manuel Trindade Salgueiro Assumar 26 e 27 de Abril de 2013 As parcerias e suas dinâmicas: considerações a ter em conta para a promoção da mudança João Emílio Alves ESE-IPP

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico APLOG Centro do Conhecimento Logístico Avaliação de Investimentos Logísticos e Outsourcing Logístico Guilherme Loureiro Cadeia de Abastecimento- Integração dos processos de gestão Operador Logístico vs

Leia mais

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS

Leia mais

Pretendemos também abordar as filosofias e os tipos de Marketing. Outro dos pontos abordados é o planeamento estratégico e o processo de Marketing.

Pretendemos também abordar as filosofias e os tipos de Marketing. Outro dos pontos abordados é o planeamento estratégico e o processo de Marketing. Universidade do Algarve Escola superior de Tecnologia Engenharia Elétrica e Eletrónica MARKETING Docente: Jaime Martins Discentes: Mário Sousa Nº25649 Mário Fontainhas Nº24148 Paulo Rodrigues Nº23615 Introdução

Leia mais