ESTATUTOS FLUVIÁRIO DE MORA EMPRESA MUNICIPAL, EM. Artigo 1º. (Denominação e natureza jurídica)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTATUTOS FLUVIÁRIO DE MORA EMPRESA MUNICIPAL, EM. Artigo 1º. (Denominação e natureza jurídica)"

Transcrição

1 ESTATUTOS FLUVIÁRIO DE MORA EMPRESA MUNICIPAL, EM Artigo 1º (Denominação e natureza jurídica) 1. A FLUVIÁRIO DE MORA EMPRESA MUNICIPAL, EM, adiante também designada simplesmente por Fluviário de Mora, EM, é uma empresa local municipal com a natutreza de sociedade unipessoal por quotas. 2. A Fluviário de Mora, EM, é uma pessoa colectiva de direito privado, dotada de personalidade jurídica e autonomia administrativa, financeira e patrimonial. 3. A Fluviário de Mora, EM, goza de plena capacidade jurídica, abrangendo a mesma todos os direitos e obrigações necessários à prossecução do seu objecto. Artigo 2º (Regime jurídico) A Fluviário de Mora, EM, rege-se pelo regime aplicável à actividade empresarial local, pela lei comercial, pelos presentes estatutos e pelo regime do sector empresarial do Estado. Artigo 3º (Sede) A Fluviário de Mora, EM, tem a sua sede em Parque Ecológico do Gameiro, Apartado 35, Cabeção - Mora, podendo, por deliberação do seu Conselho de Gestão, estabelecer delegações, agências ou qualquer outra forma de representação onde o entenda conveniente. Artigo 4º (Capital) A Fluviário de Mora, EM, tem o capital social de ,00 (cem mil euros) integralmente realizado pelo Município de Mora. A Fluviário de Mora, EM, tem como objecto principal: Artigo 5º (Objecto) a) A gestão e exploração do complexo cultural e recreativo conhecido e designado por Fluviário de Mora, sito em Parque Ecológico do Gameiro, Apartado 35, Cabeção Mora; b) A realização e promoção de actividades de natureza científica, cultural, recreativa, lúdica, desportiva, pedagógica ou formativa que o dito complexo seja apto a propiciar, nos termos dos presentes estatutos e dos regulamentos, planos, projectos ou directivas que, ao seu abrigo, venham a ser aprovados ou traçados; 1

2 c) O desenvolvimento de outras actividades acessórias ou complementarmente relacionadas com o seu objecto principal, assumindo-se como instrumento das atribuições de natureza, ordem e interesse públicos que, nos termos legais e constitucionais, competem ao município de Mora. Artigo 6º (Atribuições) Constituem atribuições da Fluviário de Mora, EM, todas as que se mostrem necessárias ao cumprimento do seu objecto social, designadamente: a) A gestão, exploração, conservação e reparação de todas as estruturas e bens afectos ao complexo do Fluviário de Mora; b) A concepção, construção ou aquisição dos equipamentos e estruturas necessários ao cabal desenvolvimento e cumprimento do objecto social; c) Em geral, a promoção das acções, programas, realizações e eventos, em articulação ou concertadamente com as entidades tidas por idóneas, e de acordo com os planos, directrizes ou orientações que ao caso couberem e provenientes dos órgãos estatutários ou das entidades com poderes de tutela ou superintendência, que sejam tidos por pertinentes ou adequados à realização dos objectivos acima apontados. São órgãos sociais da Fluviário de Mora, EM,: a) A Assembleia Geral; b) O Conselho de Gestão; c) O Fiscal Único. Artigo 7º (Órgãos) Artigo 8º (Mandato) O mandato dos titulares da Assembleia Geral e do Conselho de Gestão é de quatro anos, sendo coincidente com o mandato dos titulares dos órgãos autárquicos, sem prejuízo da possibilidade de destituição e renúncia, devendo assegurar o exercício de funções até à efectiva substituição. Artigo 9º (Assembleia Geral) A Assembleia Geral integra somente um representante do Município de Mora, designado pela Câmara Municipal de Mora. Artigo 10º (Conselho de Gestão) 2

3 1. O Conselho de Gestão é composto por um presidente e dois vogais, designados pela Assembleia Geral, incumbindo-lhe a administração e representação da empresa. 2. Os membros do Conselho de Gestão podem delegar num deles a gestão técnica, administrativa e financeira corrente da empresa. Artigo 11º (Estatuto remuneratório) 1. Só um dos membros do Conselho de Gestão poderá ser remunerado, sendo o valor da remuneração limitado ao valor da remuneração do vereador a tempo inteiro da Câmara Municipal de Mora. 2. Os membros da Assembleia Geral não serão remunerados. Artigo 12º (Competência) 1. Compete ao Conselho de Gestão, para além de outras competências resultantes da lei ou dos presentes estatutos: a) Gerir o Fluviário de Mora, praticando todos os actos e operações relativos ao objecto social; b) Administrar o seu património; c) Adquirir, alienar e onerar direitos ou bens móveis, e propor à Assembleia Geral a alienação ou oneração de bens imóveis; d) Estabelecer a organização técnico-administrativa da empresa e as normas do seu funcionamento interno, designadamente em matéria de pessoal e da sua remuneração; e) Constituir mandatários, com os poderes que julgue convenientes, incluindo os de substabelecer; f) Elaborar os instrumentos de gestão previsional; g) Elaborar o relatório de gestão e as contas de exercício e submetê-las à apreciação da Assembleia Geral, bem como apresentar proposta de aplicação de resultados; h) Celebrar empréstimos de médio e longo prazo, mediante prévia autorização da Assembleia Geral; i) Contratar, gerir e exercer o poder disciplinar relativamente aos trabalhadores ao serviço da empresa; j) Celebrar os contratos necessários à prosecução do seu objecto, nomeadamente contratos de empreitada e fornecimentro de bens e serviços; l) Exercer os poderes que lhe forem delegados pela Câmara Municipal. 2. O Conselho de Gestão poderá delegar parte dos seus poderes em qualquer dos seus membros, definindo os limites e as condições do seu exercício, e, bem assim, constituir mandatários para a prática de actos 3

4 específicos ou para representação junto de instituições, definindo os poderes e o alcance dessa representação. Artigo 13º (Competência do Presidente do Conselho de Gestão) 1. Compete ao Presidente do Conselho de Gestão: a) Coordenar a actividade do Conselho de Gestão; b) Convocar e presidir às reuniões; c) Representar a empresa em juízo e fora dele; d) Velar pela correcta execução das deliberações do Conselho de Gestão e da Assembleia Geral; e) Desempenhar as demais funções estabelecidas na lei, neste estatuto e nos regulamentos internos. 2. Nas suas faltas e impedimentos, o Presidente do Conselho de Gestão será substituído pelo vogal por si designado, ou, na falta de designação, pelo vogal mais idoso. 3. O Presidente ou quem o substitua terá voto de qualidade. Artigo 14º (Reuniões, deliberações e actas) 1. O Conselho de Gestão fixará as datas das reuniões ordinárias, que terão uma periodicidade quinzenal, e reunirá extraordinariamente sempre que seja convocado pelo presidente, por sua iniciativa ou por requerimento da maioria dos seus membros. 2. As deliberações são tomadas por maioria relativa e só são válidas quando se encontre presente à reunião a maioria dos seus membros com direito a voto, sendo proibido o voto por correspondência ou procuração. 3. De cada uma das reuniões será lavrada acta, a assinar pelos membros presentes à reunião, e que conterá um resumo de tudo o que nela tiver ocorrido, indicando, designadamente, a data e o local da reunião, os membros presentes, os assuntos apreciados e as deliberações tomadas. Artigo 15º (Responsabilidade civil e penal) Os membros do Conselho de Gestão são penal, civil e financeiramente responsáveis pelos actos e omissões praticados durante a sua gestão, nos termos da lei. Artigo 16º (Fiscal Único) 1. A fiscalização da Fluviário de Mora, EM, é exercida por um revisor ou por uma sociedade de revisores de contas, designado pela Assembleia Municipal de Mora, sob proposta da Câmara Municipal. 4

5 2. Sem prejuízo das competências que lhe são atribuídas pela lei comercial, compete, em especial, ao Fiscal Único: a) Emitir parecer prévio relativamente ao financiamento e à assunção de quaisquer obrigações financeiras; b) Emitir parecer prévio sobre a necessidade da avaliação plurianual do equilíbrio de exploração da empresa local e, sendo caso disso, proceder ao exame do plano previsional previsto no n.º 5 do artigo 40.º da Lei nº 50/2012, de 31 de Agosto; c) Emitir parecer prévio sobre a celebração dos contratos-programa previstos no artigo 19º; d) Fiscalizar a ação do Conselho de Gestão; e) Verificar a regularidade dos livros, registos contabilísticos e documentos que lhes servem de suporte; f) Participar aos órgãos e entidades competentes as irregularidades, bem como os factos que considere reveladores de graves dificuldades na prossecução do objeto da empresa; g) Proceder à verificação dos valores patrimoniais da empresa ou por ela recebidos em garantia, depósito ou outro título; h) Remeter semestralmente à Câmara Municipal de Mora informação sobre a situação económico-financeira da empresa; i) Pronunciar -se sobre qualquer assunto de interesse para a empresa, a solicitação do Conselho de Gestão; j) Emitir parecer sobre os instrumentos de gestão previsional, bem como sobre o relatório do Conselho de Gestão e contas do exercício; l) Emitir a certificação legal das contas. Artigo 17º (Princípios de gestão) A gestão da Fluviário de Mora, EM, deve articular -se com os objetivos prosseguidos pela Câmara Municipal de Mora, visando a satisfação das necessidades de interesse geral correspondentes ao seu objecto social, e assegurando a sua viabilidade económica e o equilíbrio financeiro. Artigo 18º (Orientações Estratégicas) 1. Compete à Câmara Municipal de Mora definir orientações estratégicas relativas ao exercício dos direitos societários na empresa, devendo as mesmas ser revistas, pelo menos, com referência ao período de duração do mandato dos órgãos da empresa. 2. As orientações estratégicas referidas no número anterior definem os objetivos a prosseguir, tendo em vista a forma de prossecução do objecto social da empresa, contendo metas quantificadas e contemplando a celebração de contratos entre a Câmara Municipal de Mora e a empresa. 3. As orientações estratégicas devem reflectir-se nas orientações anuais definidas em Assembleia Geral e nos contratos de gestão a celebrar com os membros do Conselho de Gestão. 5

6 Artigo 19º (Contratos-programa) 1. A prestação dos serviços que constituem objecto da empresa dependem da celebração de contratoprograma com a Câmara Municipal de Mora. 2. O contrato-programa deve definir detalhadamente o fundamento da necessidade do estabelecimento da relação contratual, a finalidade desta, os montantes dos subsídios à exploração, assim como a eficácia e a eficiência que se pretende atingir com a mesma, concretizando um conjunto de indicadores ou referenciais que permitam medir a realização dos objetivos setoriais. 3. O desenvolvimento de políticas de preços das quais decorram receitas operacionais anuais inferiores aos custos anuais é objetivamente justificado e depende da adoção de sistemas de contabilidade analítica onde se identifique a diferença entre o desenvolvimento da atividade a preços de mercado e o preço subsidiado na ótica do interesse geral. 4. O desenvolvimento de políticas de preços nos termos do número anterior depende de negociação prévia com a Câmara Municipal de Mora dos termos que regulam as transferências financeiras necessárias ao financiamento anual da atividade de interesse geral, que constam do contrato-programa. 5. Os contratos-programa são aprovados pela Assembleia Municipal de Mora, sob proposta da Câmara Municipal. Artigo 20º (Deveres de informação) Sem prejuízo do disposto na lei comercial quanto à prestação de informações aos sócios, o Conselho de Gestão deve facultar à Câmara Municipal de Mora, tendo em vista o seu acompanhamento e controlo: a) Projetos dos planos de atividades anuais e plurianuais; b) Projetos dos orçamentos anuais, incluindo estimativa das operações financeiras com o Estado e as autarquias locais; c) Planos de investimento anuais e plurianuais e respetivas fontes de financiamento; d) Documentos de prestação anual de contas; e) Relatórios trimestrais de execução orçamental; f) Quaisquer outras informações e documentos solicitados para o acompanhamento sistemático da situação da empresa local e da sua atividade, com vista, designadamente, a assegurarem a boa gestão dos fundos públicos e a evolução institucional e económico-financeira. Artigo 21º (Controlo financeiro) 6

7 1. A Fluviário de Mora, EM fica sujeita a controlo financeiro destinado a averiguar da legalidade, economia e eficiência e eficácia da sua gestão, a qual incumbe à Inspecção-Geral de Finanças e ao Tribunal de Contas, na medida das respectivas atribuições. 2. A empresa adoptará procedimentos de controlo interno adequados a garantir a fiabilidade das contas e demais informação financeira, bem como a articulação com as entidades referidas no número anterior. Constituem receitas da Fluviário de Mora, EM,: Artigo 22º (Receitas) a) As provenientes da sua actividade e as resultantes de serviços prestados no seu âmbito; b) O rendimento de bens próprios; c) As comparticipações, doações e subsídios que lhes sejam destinados; d) O produto da alienação de bens próprios ou da sua oneração; e) As doações, herança e legados; f) O produto da contracção de empréstimos a curto, médio e longo prazo bem como da emissão de obrigações; g) Quaisquer outras que por lei ou contrato venham a perceber. Artigo 23º (Fundos de reserva e aplicação dos resultados do exercício) 1. A Fluviário de Mora, EM, deverá constituir os fundos de reserva julgados necessários, sendo obrigatória a constituição de reserva legal. 2. Constitui reserva legal a dotação anual correspondente a 10% do resultado líquido do exercício, deduzido da quantia necessária à cobertura de prejuízos transitados, reserva essa que somente poderá ser utilizada para incorporação no capital ou para cobertura de prejuízos transitados. 3. O Conselho de Gestão apresentará proposta de aplicação do remanescente dos resultados anuais, considerando, nomeadamente, a constituição de reservas livres e a transferência de verbas para a Câmara Municipal. Artigo 24º (Contabilidade) A contabilidade da Fluviário de Mora, EM, respeitará as normas que integram o Sistema de Normalização Contabilística (SNC), responderá às necessidades de gestão empresarial e deverá permitir um controlo orçamental permanente. 7

8 Artigo 25º (Estatuto do pessoal e mobilidade) 1. O estatuto do pessoal da empresa é o do regime do contrato de trabalho, sendo a contratação colectiva regulada pela lei geral. 2. Os trabalhadores com relação jurídica de emprego público podem exercer funções na empresa por acordo de cedência de interesse público, nos termos da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro. Artigo 26º (Remunerações) 1. A tabela de remunerações do pessoal é fixada pelo Conselho de Gestão. 2. Para estímulo e distinção dos trabalhadores, o Conselho de Gestão poderá atribuir prémios, nas condições que forem estabelecidas e aprovadas em reunião do Conselho de Gestão do Fluviário de Mora. Artigo 27º (Forma de participação dos trabalhadores na gestão do Fluviário de Mora) A participação dos trabalhadores na gestão da Fluviário de Mora, EM, tem uma função não vinculativa e exerce-se da seguinte forma: 1. Recebimento de informações sobre as seguintes matérias e direitos: a) Conteúdo dos instrumentos de gestão previsional e dos de prestação de contas; b) Conteúdo dos regulamentos internos; c) Critérios básicos e gerais da gestão de pessoal e do estabelecimento, e da definição e controle dos mínimos de produtividade e seus resultados. 2. Emissão de parecer sobre os seguintes actos: a) Estabelecimento do plano anual de férias dos trabalhadores da empresa; b) Alteração dos horários de trabalho aplicáveis a todos ou a parte dos trabalhadores da empresa. 3. Exercício do controlo de gestão através das seguintes medidas: a) Apresentação ao Conselho de Gestão de sugestões, recomendações e críticas tendentes à formação profissional dos trabalhadores e, em geral, à melhoria da qualidade de vida no trabalho e das condições de higiene e segurança; b) Defesa junto do Conselho de Gestão dos legítimos interesses dos trabalhadores; c) Gestão ou participação na gestão das obras sociais da empresa. 8

9 Artigo 28º (Transparência) A Fluviário de Mora, EM, tem obrigatoriamente um sítio na internet, onde deve manter permanentemente actualizada a seguinte infoirmação: a) Contrato de sociedade e estatutos; b) Estrutura do capital social; c) Identidade dos membros dos órgãos sociais e respetiva nota curricular; d) Montantes auferidos pelos membros remunerados dos órgãos sociais; e) Número de trabalhadores, desagregado segundo a modalidade de vinculação; f) Planos de atividades anuais e plurianuais; g) Planos de investimento anuais e plurianuais; h) Orçamento anual; i) Documentos de prestação anual de contas, designadamente o relatório anual do órgão de gestão ou de administração, o balanço, a demonstração de resultados e o parecer do órgão de fiscalização; j) Plano de prevenção da corrupção e dos riscos de gestão; l) Pareceres previstos nas alíneas a) a c) do n.º 2 do artigo 16º. Artigo 29º (Dissolução e liquidação) A extinção da Fluviário de Mora, EM, é da competência da Assembleia Municipal de Mora, sob proposta da Câmara Municipal Estatutos aprovados pelo Conselho de Administração, em reunião extraordinária realizada no dia vinte e sete de Fevereiro de dois mil e treze. 9

PRAZILÂNDIA, TURISMO E AMBIENTE E.M.

PRAZILÂNDIA, TURISMO E AMBIENTE E.M. PRAZILÂNDIA, TURISMO E AMBIENTE E.M. Em 31/08/2012 foi publicada a Lei n.º 50/2012, que aprovou o novo regime jurídico da atividade empresarial local e das participações locais, revogando as Leis n.º 53

Leia mais

ESTATUTOS DE MOBITRAL EMPRESA MUNICIPAL MOBÍLIAS TRADICIONAIS ALENTEJANAS, E.M. CAPÍTULO I

ESTATUTOS DE MOBITRAL EMPRESA MUNICIPAL MOBÍLIAS TRADICIONAIS ALENTEJANAS, E.M. CAPÍTULO I ESTATUTOS DE MOBITRAL EMPRESA MUNICIPAL MOBÍLIAS TRADICIONAIS ALENTEJANAS, E.M. CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Denominação personalidade e capacidade jurídica 1 - A empresa adopta a denominação

Leia mais

Texto completo e actualizado dos Estatutos da VARZIM LAZER EMPRESA MUNICIPAL DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS E DE LAZER, E.M.

Texto completo e actualizado dos Estatutos da VARZIM LAZER EMPRESA MUNICIPAL DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS E DE LAZER, E.M. Texto completo e actualizado dos Estatutos da VARZIM LAZER EMPRESA MUNICIPAL DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS E DE LAZER, E.M. CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Denominação e natureza 1 - A

Leia mais

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão Capítulo VI Gestão Financeira e Patrimonial Artigo 18.º Princípios de Gestão 1. A gestão deve articular-se com os objectivos prosseguidos pela Câmara Municipal de Viseu, visando a promoção do desenvolvimento

Leia mais

ESTATUTOS DA ALBIGEC GESTÃO DE EQUIPAMENTOS CULTURAIS, DESPORTIVOS E DE LAZER, E.M., S.A.

ESTATUTOS DA ALBIGEC GESTÃO DE EQUIPAMENTOS CULTURAIS, DESPORTIVOS E DE LAZER, E.M., S.A. ESTATUTOS DA ALBIGEC GESTÃO DE EQUIPAMENTOS CULTURAIS, DESPORTIVOS E DE LAZER, E.M., S.A. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Denominação e Natureza Jurídica 1. A ALBIGEC Gestão de Equipamentos Culturais,

Leia mais

ESTATUTOS DA AMBISOUSA. Capítulo I Disposições gerais. Artigo 1º Denominação e natureza

ESTATUTOS DA AMBISOUSA. Capítulo I Disposições gerais. Artigo 1º Denominação e natureza ESTATUTOS DA AMBISOUSA Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º Denominação e natureza A Ambisousa Empresa Intermunicipal de Tratamento e Gestão de Resíduos Sólidos, EIM (de ora em diante AMBISOUSA) é uma

Leia mais

TUMG - Transportes Urbanos da Marinha Grande, E.M. UNIPESSOAL, S.A. ESTATUTOS CAPITULO I. Disposições Gerais. Artigo 1º Natureza e Designação

TUMG - Transportes Urbanos da Marinha Grande, E.M. UNIPESSOAL, S.A. ESTATUTOS CAPITULO I. Disposições Gerais. Artigo 1º Natureza e Designação TUMG - Transportes Urbanos da Marinha Grande, E.M. UNIPESSOAL, S.A. ESTATUTOS CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Natureza e Designação A TUMG Transportes Urbanos da Marinha Grande, E.M. UNIPESSOAL,

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º ARTIGO 2. ARTIGO 3.

ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º ARTIGO 2. ARTIGO 3. ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º Denominação e Regime Jurídico 1 - A empresa adota a denominação de RESIALENTEJO TRATAMENTO E VALORIZAÇÃO DE RESÍDUOS, E.I.M., adiante designada por RESIALENTEJO,

Leia mais

EMPRESAS MUNICIPAIS INTERMUNICIPAIS e REGIONAIS : PÚBLICAS de CAPITAIS PÚBLICOS e de CAPITAIS MAIORITARIAMENTE PÚBLICOS. Lei nº 58/98, de 18 de Agosto

EMPRESAS MUNICIPAIS INTERMUNICIPAIS e REGIONAIS : PÚBLICAS de CAPITAIS PÚBLICOS e de CAPITAIS MAIORITARIAMENTE PÚBLICOS. Lei nº 58/98, de 18 de Agosto EMPRESAS MUNICIPAIS INTERMUNICIPAIS e REGIONAIS : PÚBLICAS de CAPITAIS PÚBLICOS e de CAPITAIS MAIORITARIAMENTE PÚBLICOS Lei nº 58/98, de 18 de Agosto A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, PERSONALIDADE E CAPACIDADE JURÍDICA, REGIME JURÍDICO E SEDE

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, PERSONALIDADE E CAPACIDADE JURÍDICA, REGIME JURÍDICO E SEDE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, PERSONALIDADE E CAPACIDADE JURÍDICA, REGIME JURÍDICO E SEDE Artigo 1º Denominação, personalidade e capacidade jurídica 1 SABUGAL +, Empresa Municipal

Leia mais

SABUGAL +, EMPRESA MUNICIPAL DE GESTÃO DE ESPAÇOS CULTURAIS, DESPORTIVOS TURÍSTICOS E DE LAZER, EM CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS

SABUGAL +, EMPRESA MUNICIPAL DE GESTÃO DE ESPAÇOS CULTURAIS, DESPORTIVOS TURÍSTICOS E DE LAZER, EM CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SABUGAL +, EMPRESA MUNICIPAL DE GESTÃO DE ESPAÇOS CULTURAIS, DESPORTIVOS TURÍSTICOS E DE LAZER, EM CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, PERSONALIDADE E CAPACIDADE JURÍDICA, REGIME

Leia mais

ESTATUTOS COLISEU MICAELENSE SOCIEDADE DE PROMOÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS, SOCIAIS E RECREATIVOS, E.M., S.A.

ESTATUTOS COLISEU MICAELENSE SOCIEDADE DE PROMOÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS, SOCIAIS E RECREATIVOS, E.M., S.A. ESTATUTOS COLISEU MICAELENSE SOCIEDADE DE PROMOÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS, SOCIAIS E RECREATIVOS, E.M., S.A. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Denominação, sede, objeto e duração Artigo 1.º Tipo,

Leia mais

ESTATUTOS. GESLOURES, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda.

ESTATUTOS. GESLOURES, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda. GESLOURES, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda. Capital Social 3.562.000,00 NIF. 502 814 063 Registada na Conservatória do Registo Comercial de Loures sob o nº 0001/920522 1 CAPÍTULO

Leia mais

Estatutos da Esposende 2000 EM, Sociedade Unipessoal, Lda

Estatutos da Esposende 2000 EM, Sociedade Unipessoal, Lda Estatutos da Esposende 2000 EM, Sociedade Unipessoal, Lda ESPOSENDE 2000 ACTIVIDADES DESPORTIVAS E RECREATIVAS, EM, CAP I - Disposições Gerais Art.º 1º - Denominação e natureza 2 Art.º 2º - Capital Social

Leia mais

Anexo 1 PROPOSTA DE ALTERAÇÂO DOS ESTATUTOS DA GEBALIS GESTÃO DO ARRENDAMENTO SOCIAL EM BAIRROS MUNICIPAIS DE LISBOA, E.M.

Anexo 1 PROPOSTA DE ALTERAÇÂO DOS ESTATUTOS DA GEBALIS GESTÃO DO ARRENDAMENTO SOCIAL EM BAIRROS MUNICIPAIS DE LISBOA, E.M. Anexo 1 PROPOSTA DE ALTERAÇÂO DOS ESTATUTOS DA GEBALIS GESTÃO DO ARRENDAMENTO SOCIAL EM BAIRROS MUNICIPAIS DE LISBOA, E.M. CAPÍTULO I Disposições Gerais Secção I Denominação, natureza e sede Artigo 1º

Leia mais

CAPITULO I Denominação, regime jurídico, sede, duração e objecto social

CAPITULO I Denominação, regime jurídico, sede, duração e objecto social CAPITULO I Denominação, regime jurídico, sede, duração e objecto social Artigo 1º Denominação A Empresa municipal regulada pelos presentes Estatutos, adopta a denominação de ECALMA EMPRESA MUNICIPAL DE

Leia mais

Gesamb Gestão Ambiental e de Resíduos, EIM ESTATUTOS. Artigo 1

Gesamb Gestão Ambiental e de Resíduos, EIM ESTATUTOS. Artigo 1 Gesamb Gestão Ambiental e de Resíduos, EIM ESTATUTOS Artigo 1 1. A Gesamb Gestão Ambiental e de Resíduos, EIM, abreviadamente designada por Gesamb, é uma empresa local com natureza intermunicipal de capitais

Leia mais

ESTATUTOS DA SOCIOHABITAFUNCHAL - EMPRESA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO E.M.

ESTATUTOS DA SOCIOHABITAFUNCHAL - EMPRESA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO E.M. ESTATUTOS DA SOCIOHABITAFUNCHAL - EMPRESA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO E.M. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I DENOMINAÇÃO, PERSONALIDADE E CAPACIDADE JURÍDICA, REGIME JURÍDICO E SEDE Artigo r Denominação,

Leia mais

SERPOBRA Sociedade de Desenvolvimento Local e Reabilitação Urbana, EM ESTATUTOS

SERPOBRA Sociedade de Desenvolvimento Local e Reabilitação Urbana, EM ESTATUTOS SERPOBRA Sociedade de Desenvolvimento Local e Reabilitação Urbana, EM ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação e natureza, personalidade e capacidade jurídica, duração, regime jurídico, sede e objecto Artigo 1.º

Leia mais

Estatutos. CMPEA - EMPRESA de ÁGUAS do MUNICÍPIO do PORTO, EM. CAPÍTULO I Disposições gerais

Estatutos. CMPEA - EMPRESA de ÁGUAS do MUNICÍPIO do PORTO, EM. CAPÍTULO I Disposições gerais Estatutos CMPEA - EMPRESA de ÁGUAS do MUNICÍPIO do PORTO, EM CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º (Denominação e natureza jurídica) 1. A empresa adota a denominação de CMPEA Empresa de Águas do Município

Leia mais

Estatutos - Hospitais E.P.E.

Estatutos - Hospitais E.P.E. Estatutos - Hospitais E.P.E. ANEXO II ao Decreto-Lei n.º 233/05, de 29 de Dezembro ESTATUTOS CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1.º Natureza e duração 1 - O hospital E. P. E. é uma pessoa colectiva de

Leia mais

ESTATUTOS. LOULÉ CONCELHO GLOBAL, E.M., Unipessoal, S.A.

ESTATUTOS. LOULÉ CONCELHO GLOBAL, E.M., Unipessoal, S.A. CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ Código Postal 8104-001 ESTATUTOS LOULÉ CONCELHO GLOBAL, E.M., Unipessoal, S.A. CAPÍTULO I Da Sociedade e do capital social ARTIGO 1.º Denominação A Sociedade adota a denominação

Leia mais

Sítio de Sons Associação Cultural

Sítio de Sons Associação Cultural Sítio de Sons Associação Cultural Estatutos * CAPÍTULO PRIMEIRO (Da denominação, sede, objecto e afins) Artigo primeiro (Da denominação, natureza jurídica, lei aplicável e duração) UM A Associação adopta

Leia mais

ESTATUTOS AMBILITAL Investimentos Ambientais no Alentejo, EIM

ESTATUTOS AMBILITAL Investimentos Ambientais no Alentejo, EIM ESTATUTOS AMBILITAL Investimentos Ambientais no Alentejo, EIM CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO (Denominação) A empresa, criada por deliberação da Assembleia Intermunicipal da Associação de

Leia mais

ESTATUTOS DA EMPRESA LOCAL BRAGAHABIT EMPRESA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE BRAGA, E.M. ÍNDICE SISTEMÁTICO

ESTATUTOS DA EMPRESA LOCAL BRAGAHABIT EMPRESA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE BRAGA, E.M. ÍNDICE SISTEMÁTICO ESTATUTOS DA EMPRESA LOCAL BRAGAHABIT EMPRESA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE BRAGA, E.M. ÍNDICE SISTEMÁTICO Págs. PERSONALIDADE JURÍDICA E ELEMENTOS CONSTITUTIVOS...3 Artigo 1 º - Denominação...3 Artigo 2 º

Leia mais

-------------------------------------ESTATUTOS-------------------------------------

-------------------------------------ESTATUTOS------------------------------------- -------------------------------------ESTATUTOS------------------------------------- ------------------------------------------------CAPÍTULO I---------------------------------------------------- -------------------------------------DISPOSIÇÕES

Leia mais

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A.

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1. Denominação e natureza A RUAS Recriar Universidade Alta e Sofia, adiante designada abreviadamente

Leia mais

PACTO SOCIAL ACTUALIZADO DECORRENTE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS POR FORÇA DA LEI 50/2012 DE 31 DE AGOSTO

PACTO SOCIAL ACTUALIZADO DECORRENTE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS POR FORÇA DA LEI 50/2012 DE 31 DE AGOSTO 1 PACTO SOCIAL ACTUALIZADO DECORRENTE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS POR FORÇA DA LEI 50/2012 DE 31 DE AGOSTO ESTATUTOS DA EMPRESA MUNICIPAL QUINTA DE TUBERAIS ENSINO PROFISSIONAL DE CINFÃES, E.M. CAPÍTULO

Leia mais

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural Pacto Social Constituída por escritura pública a 09 de Novembro de 2001 Capítulo I Denominação, Natureza, Sede, Objecto, Missão e Objectivos Artigo 1.º - Denominação

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO. ARTIGO 1.º (Denominação e natureza)

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO. ARTIGO 1.º (Denominação e natureza) ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO ARTIGO 1.º (Denominação e natureza) 1. A FUTURLAGOS EMPRESA LOCAL PARA O DESENVOLVIMENTO, E.M., S.A., abreviadamente

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º DENOMINAÇÃO, NATUREZA, REGIME JURÍDICO E DURAÇÃO

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º DENOMINAÇÃO, NATUREZA, REGIME JURÍDICO E DURAÇÃO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º DENOMINAÇÃO, NATUREZA, REGIME JURÍDICO E DURAÇÃO 1. A Cascais Dinâmica - Gestão de Economia, Turismo e Empreendedorismo, E.M., S.A. é uma sociedade anónima de capitais

Leia mais

ESTATUTO DA SOCIEDADE .. SOCIEDADE UNIPESOAL S.A.

ESTATUTO DA SOCIEDADE .. SOCIEDADE UNIPESOAL S.A. ESTATUTO DA SOCIEDADE.. SOCIEDADE UNIPESOAL S.A. CAPÍTULO I Da Firma, Tipo, Sede, Duração e Objecto Social ARTIGO 1.º (Natureza jurídica, denominação e duração) A sociedade adopta o tipo de sociedade anónima

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

ESTATUTOS FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL

ESTATUTOS FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL Aprovados pelo CA em de 02-12-2008; pela CMS em 10.12.2008; pela AM em 29.12.2008 Escritura celebrada pelo Notário Privativo da CMS em 16.01.2009 Publicado

Leia mais

ESTATUTOS FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT

ESTATUTOS FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO PRIMEIRO Instituição e Denominação É instituída uma fundação denominada Fundação Champagnat que se regerá pelos presentes estatutos

Leia mais

Estatutos da Caixa Geral de Depósitos

Estatutos da Caixa Geral de Depósitos Estatutos da Caixa Geral de Depósitos Conforme aprovado em Assembleia Geral de 22 de julho de 2011 e posterior alteração pela Deliberação Unânime por Escrito de 27 de junho de 2012. CAPÍTULO I Natureza,

Leia mais

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO ARTIGO 1.º (Denominação e natureza) 1- A Rumo 2020, E.E.M., abreviadamente designada por Rumo 2020 é uma entidade

Leia mais

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A.

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1.º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima de capitais

Leia mais

Pacto Social da ATLÂNTICOLINE, S. A. «CAPÍTULO I» Constituição, Sede e Objecto. Artigo 1.º (Natureza e designação)

Pacto Social da ATLÂNTICOLINE, S. A. «CAPÍTULO I» Constituição, Sede e Objecto. Artigo 1.º (Natureza e designação) Pacto Social da ATLÂNTICOLINE, S. A. «CAPÍTULO I» Constituição, Sede e Objecto Artigo 1.º (Natureza e designação) A Sociedade é comercial, encontra-se constituída sob o tipo de sociedade anónima, tem existência

Leia mais

ASSOCIAÇÃO TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Constituição, Denominação e Natureza

ASSOCIAÇÃO TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Constituição, Denominação e Natureza ASSOCIAÇÃO TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Constituição, Denominação e Natureza A Associação Trienal de Arquitectura de Lisboa é uma associação cultural,

Leia mais

EMPRESA MUNICIPAL DE CAPITAIS MAIORITARIAMENTE PÚBLICOS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO I

EMPRESA MUNICIPAL DE CAPITAIS MAIORITARIAMENTE PÚBLICOS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO I . EMPRESA MUNICIPAL DE CAPITAIS MAIORITARIAMENTE PÚBLICOS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, PERSONALIDADE E CAPACIDADE JURÍDICA, REGIME JURÍDICO E SEDE Artigo 1º. (Denominação,

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL. CAPÍTULO I Disposições Gerais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL. CAPÍTULO I Disposições Gerais ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO PRIMEIRO (Natureza) A Fundação Vodafone Portugal, adiante designada abreviadamente por Fundação, é uma instituição de direito

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. 13 de Outubro de 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO EDP Energias de Portugal, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito)

Leia mais

DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA

DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA EXARADA EM VINTE E DOIS DE SETEMBRO DE DOIS MIL E QUATRO,

Leia mais

CCV Correios de Cabo Verde, SA. Decreto Lei nº 9-A/95:

CCV Correios de Cabo Verde, SA. Decreto Lei nº 9-A/95: CCV Correios de Cabo Verde, SA Decreto Lei nº 9-A/95: Transforma a empresa Pública dos Correios e Telecomunicações CTT, em duas sociedades anónimas de capitais públicos. ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação,

Leia mais

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO PREÂMBULO A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86 de 14 de Outubro) consagrou a interacção com a comunidade educativa local como um pilar fundamental da política educativa. Por essa razão o nº

Leia mais

PACTO SOCIAL (Março 2009)

PACTO SOCIAL (Março 2009) NORMA-AÇORES, SOCIEDADE DE ESTUDOS E APOIO AO DESENVOLVIMENTO REGIONAL, S. A. E S T A T U T O S CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE E OBJECTO Artigo 1.º (Firma) 1. Nos termos da lei e dos presentes estatutos,

Leia mais

CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social

CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social ESTATUTOS DA PARPÚBLICA PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (SGPS), S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social Artigo 1.º (Denominação) A sociedade adota a denominação PARPÚBLICA Participações Públicas

Leia mais

ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO

ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO Capítulo I Artigo 1º (Denominação, natureza e fins) Assembleia Movimento Cívico Não Partidário (abreviadamente designado "Assembleia"), é um movimento

Leia mais

ESTATUTOS DA COMPANHIA DAS LEZÍRIAS, S.A.

ESTATUTOS DA COMPANHIA DAS LEZÍRIAS, S.A. ESTATUTOS DA COMPANHIA DAS LEZÍRIAS, S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objecto Artigo 1.º A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação de Companhia das Lezírias, S.A., abreviadamente

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 11 de 8 de Janeiro de 1991 Conselho de Administração O Conselho de Administração

Leia mais

FUNDAÇÃO ALENTEJO ESTATUTOS

FUNDAÇÃO ALENTEJO ESTATUTOS FUNDAÇÃO ALENTEJO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE E OBJECTO SOCIAL ARTIGO PRIMEIRO (Denominação e Qualificação) A FUNDAÇÃO ALENTEJO adiante designada apenas por Fundação, é uma Pessoa Colectiva

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM Preâmbulo A Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro estabelece, no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os

Leia mais

ESTATUTOS DA CP COMBOIOS DE PORTUGAL, E. P. E. CAPÍTULO I Denominação, sede e objeto. Artigo 1.º Denominação e sede. Artigo 2.

ESTATUTOS DA CP COMBOIOS DE PORTUGAL, E. P. E. CAPÍTULO I Denominação, sede e objeto. Artigo 1.º Denominação e sede. Artigo 2. ESTATUTOS DA CP COMBOIOS DE PORTUGAL, E. P. E. CAPÍTULO I Denominação, sede e objeto Artigo 1.º Denominação e sede 1 A CP Comboios de Portugal, E. P. E., abreviadamente designada por CP, E. P. E., é uma

Leia mais

Estatutos REFER Rede Ferroviária Nacional, E.P.E.

Estatutos REFER Rede Ferroviária Nacional, E.P.E. Estatutos REFER Rede Ferroviária Nacional, E.P.E. DIPLOMA / ACTO : Decreto-Lei n.º 141/2008, de 22 de Julho NÚMERO : 140 SÉRIE I EMISSOR : Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações SUMÁRIO

Leia mais

ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada

ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada Artigo 1.º Denominação A cooperativa de interesse público adopta a denominação

Leia mais

WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA

WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA O presente Regulamento Interno destina-se a explicitar os princípios de funcionamento da Associação WWOOF. CAPITULO

Leia mais

ESPAÇO MUNICIPAL RENOVAÇÃO URBANA E GESTÃO DO PATRIMÓNIO, E.M. S.A. ESTATUTOS

ESPAÇO MUNICIPAL RENOVAÇÃO URBANA E GESTÃO DO PATRIMÓNIO, E.M. S.A. ESTATUTOS ESPAÇO MUNICIPAL RENOVAÇÃO URBANA E GESTÃO DO PATRIMÓNIO, E.M. S.A. ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, DURAÇÃO E OBJETO Artigo 1.º Denominação, natureza e duração 1. A ESPAÇO MUNICIPAL RENOVAÇÃO

Leia mais

Estrada Nacional nº 4 Km 158 7151-912 Borba Tel: 268891510 Fax: 268891529 geral@valorpedra.pt www.valorpedra.pt

Estrada Nacional nº 4 Km 158 7151-912 Borba Tel: 268891510 Fax: 268891529 geral@valorpedra.pt www.valorpedra.pt Artigo 1º. Denominação, Sede e duração 1. A Associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação ASSOCIAÇÃO VALOR PEDRA, tem a sede na Estrada Nacional 4, km 158, Apartado 48 EC Borba, 7151-912 Borba,

Leia mais

Estatutos da EMEL Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa E.M., S.A.

Estatutos da EMEL Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa E.M., S.A. Estatutos da EMEL Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa E.M., S.A. CAPÍTULO I Disposições gerais SECÇÃO I Denominação, natureza, regime jurídico e sede Artigo 1.º (Denominação, natureza

Leia mais

DA ACTIVIDADE SEGURADORA

DA ACTIVIDADE SEGURADORA ANTEPROJECTO DE DIPLOMA QUE CRIA A ENTIDADE DE GESTÃO DOS FUNDOS AUTÓNOMOS DA ACTIVIDADE SEGURADORA A gestão dos fundos autónomos no âmbito da actividade seguradora, actualmente o Fundo de Garantia Automóvel

Leia mais

CONSEST, promoção imobiliária, S.A.

CONSEST, promoção imobiliária, S.A. CONSEST, promoção imobiliária, S.A. CAPITULO I Denominação, objecto e sede social Artigo 1º Denominação e sede 1. A Sociedade adopta a firma CONSEST Promoção Imobiliária, S.A., e tem sede na Av. Defensores

Leia mais

ESTATUTOS. Artigo 1.º Denominação e sede

ESTATUTOS. Artigo 1.º Denominação e sede ESTATUTOS Artigo 1.º Denominação e sede 1. A associação adopta a denominação CAAD Centro de Arbitragem Administrativa. 2. A associação tem a sua sede na Avenida Duque de Loulé, n.º 72 A, freguesia de Santo

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA

CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA CAPÍTULO I FIRMA, OBJECTO SOCIAL E SEDE ARTIGO PRIMEIRO (Firma) Um) A Sociedade é constituída sob a forma de sociedade

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação Regulamento Julho de 2008 CAPÍTULO I Natureza, Missão, Atribuições e Constituição Artigo 1º Natureza O Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL. Regimento do Conselho Municipal de Educação de Alcochete

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL. Regimento do Conselho Municipal de Educação de Alcochete MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL Regimento do Conselho Municipal de Educação de Alcochete A construção de um futuro impõe que se considere fundamental investir na capacitação e formação das pessoas,

Leia mais

Associação dos Administradores de Insolvências. Estatutos. Capítulo I Natureza e Fins. Artigo 1º Natureza

Associação dos Administradores de Insolvências. Estatutos. Capítulo I Natureza e Fins. Artigo 1º Natureza Associação dos Administradores de Insolvências Estatutos Capítulo I Natureza e Fins Artigo 1º Natureza 1. A Associação dos Administradores de Insolvências, adiante designada simplesmente por ASSOCIAÇÃO,

Leia mais

Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos. Província Portuguesa. Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos

Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos. Província Portuguesa. Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos Província Portuguesa Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Artigo 1º Denominação A ASSOCIAÇÃO DOS LEIGOS

Leia mais

ESTATUTOS ARTIGO 1º. (Denominação) 1. A sociedade adota a firma de EPRM Escola Profissional de Rio Maior, Lda., EM.

ESTATUTOS ARTIGO 1º. (Denominação) 1. A sociedade adota a firma de EPRM Escola Profissional de Rio Maior, Lda., EM. Estatutos aprovados pela Câmara Municipal de Rio Maior em 18/02/2013, pela Assembleia Municipal de Rio Maior em 23/02/2013 e ratificados pela Assembleia Geral da EPRM em. ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO,

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. ARTIGO 1.º

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. ARTIGO 1.º REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. ARTIGO 1.º (Composição do Conselho de Administração) 1. O Conselho de Administração é composto por um número mínimo de três

Leia mais

FUNDAÇÃO CASA DE MACAU ESTATUTOS

FUNDAÇÃO CASA DE MACAU ESTATUTOS CAPITULO I - NATUREZA, SEDE E FINS FUNDAÇÃO CASA DE MACAU ESTATUTOS Art. 1 º - NATUREZA A Fundação Casa de Macau, adiante designada simplesmente por Fundação, É uma pessoa colectiva de direito privado

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga A lei de bases do sistema educativo assume que o sistema educativo se organiza de forma a descentralizar, desconcentrar e diversificar as estruturas

Leia mais

Pacto social da AICEP Global Parques Gestão de Áreas Empresariais e Serviços, S.A.

Pacto social da AICEP Global Parques Gestão de Áreas Empresariais e Serviços, S.A. Pacto social da AICEP Global Parques Gestão de Áreas Empresariais e Serviços, S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1.º Denominação A sociedade adopta a denominação de AICEP Global

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito e Aplicabilidade) 1. O presente regulamento estabelece as regras

Leia mais

ESTATUTOS DO INSTITUTO DE GESTÃO DO CRÉDITO PÚBLICO (IGCP)

ESTATUTOS DO INSTITUTO DE GESTÃO DO CRÉDITO PÚBLICO (IGCP) ESTATUTOS DO INSTITUTO DE GESTÃO DO CRÉDITO PÚBLICO (IGCP) Decreto-Lei n.º 160/96 de 4 de Setembro (com as alterações introduzidas pelos D.L. n.º 28/98, de 11 de Fevereiro, D.L. n.º 2/99, de 4 de Janeiro,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS ARTIGO 1º (Constituição) A Associação dos Antigos Alunos e Amigos da Escola Secundária de Leal da Câmara,

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento A Lei de Bases do Sistema Educativo assume que o sistema educativo se deve organizar de forma a descentralizar, desconcentrar

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I. Disposições Gerais ARTIGO 1º. Denominação e natureza jurídica

ESTATUTOS CAPÍTULO I. Disposições Gerais ARTIGO 1º. Denominação e natureza jurídica ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1º Denominação e natureza jurídica 1- A Empresa adopta a denominação de A.D.C. Águas da Covilhã, E.M.. 2- A Empresa é uma Empresa municipal de capitais maioritariamente

Leia mais

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I Disposições Gerais Artigo 1º Definição e Âmbito 1. O Conselho Municipal de Educação de Águeda, adiante designado de Conselho é uma instância

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL O presente instrumento regulamenta a composição, exercício da competência, deveres, funcionamento e serviços de apoio do Conselho Fiscal da Sonae SGPS, SA. COMPOSIÇÃO 1.

Leia mais

Estatutos como Hospital E.P.E.

Estatutos como Hospital E.P.E. Estatutos como Hospital E.P.E. Anexo II ao Decreto-Lei n.º 233/05, de 29 de Dezembro (alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 244/2012, de 9 de novembro) ESTATUTOS CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições Gerais

CAPÍTULO I Disposições Gerais CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Denominação 1. - A associação adopta a designação completa de Associação de Municípios do Vale do Minho,adiante designada abreviadamente de Associação. 2. - A Associação

Leia mais

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º DENOMINAÇÃO, NATUREZA E SEDE 1. A Associação para o Desenvolvimento da Medicina Tropical, adiante designada por ADMT é uma associação cientifica e tecnológica,

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS ARTIGO 1º 1. É constituida uma associação portuguesa científica e técnica, por tempo indeterminado e sem fins lucrativos,

Leia mais

Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E.

Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E. Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E. DIPLOMA / ATO : Decreto-Lei n.º 229/2012 NÚMERO : 208 SÉRIE I EMISSOR: Ministério dos Negócios Estrangeiros SUMÁRIO: Aprova

Leia mais

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Disposições gerais

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições gerais ARTIGO 1º Forma, denominação e duração 1. A Associação é composta pelos municípios portugueses de Alandroal, Moura, Mourão, Portel, Reguengos de Monsaraz, Serpa

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA N. o 36 21 de Fevereiro de 2005 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B 1443 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Portaria n. o 205/2005 de 21 de Fevereiro Pelo

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE LAFÕES

ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE LAFÕES ADRL ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE LAFÕES ESTATUTOS CAPÍTULO I Da associação ARTIGO PRIMEIRO Constituição 1 É constituída uma associação sem fins lucrativos, denominada ADRL Associação de Desenvolvimento

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU

CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU PROPOSTA DE REGULAMENTO 1 Preâmbulo Uma sociedade que quer preparar o futuro tem que criar condições para se proporcionar aos jovens o acesso a uma formação educativa,

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VIEIRA DO MINHO REGIMENTO INTERNO A lei nº 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo19º, nº 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos

Leia mais

CÂMARAMUNICIPALDEAVEIRO PROPOSTA N',...3..12013

CÂMARAMUNICIPALDEAVEIRO PROPOSTA N',...3..12013 CÂMARAMUNICIPALDEAVEIRO PROPOSTA N',...3..12013 TíTULO: Contrato programa entre o Município de Aveiro e a EMA - Estádio Municipal de Aveiro, E.E.M. Considerando: CONSIDERANDO QUE: 1- No passado dia 7/2/2013

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais