COMO ANALISAR A CAMPANHA ELEITORAL NOS WEBSITES DOS CANDIDATOS? Uma proposta metodológica para observar as eleições de 2012 e 2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMO ANALISAR A CAMPANHA ELEITORAL NOS WEBSITES DOS CANDIDATOS? Uma proposta metodológica para observar as eleições de 2012 e 2014"

Transcrição

1 COMO ANALISAR A CAMPANHA ELEITORAL NOS WEBSITES DOS CANDIDATOS? Uma proposta metodológica para observar as eleições de 2012 e 2014 Michele Goulart Massuchin, UFSCar FAPESP

2 COMO ANALISAR A CAMPANHA ELEITORAL NOS WEBSITES DOS CANDIDATOS? Uma proposta metodológica para observar as eleições de 2012 e 2014 Michele Goulart Massuchin 1 RESUMO: Este paper faz parte de um estudo mais amplo que analisa o uso que os candidatos fazem de seus websites durante o período eleitoral tendo como base a campanha realizada para as eleições de cargos majoritários em 2012 e O objetivo aqui é apresentar e discutir uma proposta metodologia construída para a análise dos dados. Foram elaboradas a partir da literatura já existente variáveis e categorias que permitem analisar o conteúdo postado diariamente nos sites dos candidatos durante o período eleitoral. O exercício proposto é relacionar as categorias e variáveis aos conceitos teóricos que os originaram e apresentar alguns indícios daquilo que se pretende responder com a análise de tais características da campanha online. A metodologia usada é quantitativa de análise de conteúdo e tem por objetivo apresentar, ao final, um panorama dos usos e funções dos websites durante a campanha. PALAVRAS-CHAVE: internet; metodologia; campanha eleitoral; eleições 2012 e INTRODUÇÃO A discussão metodológica proposta aqui faz parte de uma pesquisa mais ampla que tem por objetivo identificar como que os candidatos se apropriam da internet como ferramenta de campanha. O uso da internet em períodos eleitorais no Brasil tanto nacionais quanto municipais tem sido acompanhado por diversos grupos de pesquisas gerando uma série de trabalhos que mostram sua evolução como ferramenta de campanha eleitoral desde a campanha de Seguindo a literatura internacional sobre o tema, as pesquisas na área de política e internet tomaram três linhas distintas: a) uso das ferramentas por parte da elite política como fonte de informação; b) utilização da internet para melhorar a participação política e c) como mecanismos de transparência pública. Esta pesquisa tem por objetivo contribuir com a primeira linha de estudos em 1 Doutoranda em Ciência Política pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mestre em Ciência Política pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e graduada em Comunicação Social Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Bolsista FAPESP.

3 que se observa as contribuições dessa ferramenta como fonte de informação política e também como ela é usada a partir das estratégias da elite política nas eleições. A campanha eleitoral é o momento, segundo Mazzoleni (2010), em que os candidatos se apresentam publicamente para expor seus programas e ideias com um caráter propagandístico que perpassa toda a comunicação feita pela elite política nesse período. Dentre a série de variáveis que interfere na decisão do eleitor, a comunicação eleitoral tem por objetivo apresentar os candidatos e tentar convencer os cidadãos ainda indecisos sobre quem seria o mais bem preparado para representá-los. É durante a campanha que se percebe, com maior intensidade, a interação entre os distintos atores, podendo ser considerado como um momento simbólico intenso que reforça os valores que regem o processo democrático. Para os estudos em comunicação política, esse é o período em que se percebe com maior ênfase o papel dos meios de comunicação na esfera política, tornando-se um encontro que tem implicações no jogo político, sendo considerado uma importante variável que contribui para a definição do voto (MAZZOLENI, 2010). Esse momento primordial para as democracias representativas passou por evoluções. Segundo Mancini e Swanson (1995), os países democráticos têm alterado, de maneira significativa e rápida, a forma de fazer campanha nos últimos anos. No entanto, essas alterações nos modos como se relacionam os partidos, candidatos, eleitores e a mídia não acontecem da mesma forma em todos os países, mas apresentam determinados pontos muito semelhantes, o que passou a ser chamado de processo de modernização da campanha por alguns autores (MANCINI e SWANSON, 1995; MAZZOLENI, 2010; AZEVEDO, 2000). A internet faz parte das campanhas modernas que marcam o final do século XX e início do século XXI. Embora as experiências de campanha online tenham surgido nos Estados Unidos e alguns países da Europa ainda na década de 1990 (DADER, 2009; DAVIS, 1999), no Brasil os exemplos de uso da internet em campanhas eleitorais só passaram a ser mais significativo a partir das eleições de 2002, quando os candidatos criaram seus websites e passaram a difundir informações políticas e propagandas por meio desse novo mecanismo. Embora grande parte dos trabalhos que tem a internet como objeto se centram na observação dos usos das potencialidades oferecidas pelo novo espaço, esta pesquisa tem a pretensão de identificar características do uso da ferramenta por meio da análise do

4 conteúdo postado nos websites. O objetivo é observar as estratégias utilizadas pela elite política neste novo espaço de campanha. Embora o uso de mecanismos intrínsecos a internet ainda seja restrito, como muitos trabalhos já mostraram, o espaço tem sido apropriado a cada eleição pelos candidatos como ferramenta que complementa a campanha em outras esferas. Dessa forma, faz-se necessário ver o que eles têm publicado e qual o perfil desse conteúdo partindo do pressuposto que o espaço também apresenta estratégias de marketing e tem sido usado para fazer propaganda eleitoral O estudo no qual se utiliza esta proposta metodológica tem como objeto o conteúdo informativo disponibilizado aos eleitores. O corpus da pesquisa abrange os websites dos principais candidatos para prefeito em 2012 de sete capitais (Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Manaus e Goiânia) e dos candidatos à presidência da república de Nesta primeira etapa já definida da pesquisa, são 16 websites que farão parte da análise, sendo de dois candidatos em algumas cidades e três em outras, conforme o contexto eleitoral de cada uma. A discussão metodológica apresentada aqui tem por objetivo contribuir para responder, após a análise dos dados, as seguintes questões: 1) como agem os candidatos, a partir dos usos e estratégias, neste novo espaço de campanha? 2) os candidatos agem de maneira partidarizada (referindose ao partido, seus valores e ações) na campanha feita em seus websites oficiais ou possuem uma estratégia personalista? Para o desenvolvimento da pesquisa optou-se pelo uso da metodologia quantitativa de análise de conteúdo devido a alguns fatores referentes às questões as quais a pesquisa pretende responder e as características do objeto a ser analisado (RAGIN, 1984). Uniu-se a metodologia quantitativa à análise de conteúdo, sendo que a pretensão é observar de maneira sistematizada os textos publicados (ALONSO, VOLKENS e GÓMEZ, 2012). CAMPANHAS ELEITORAIS MODERNAS E O USO DA INTERNET No período que antecede as eleições existem dois tipos de informações políticas sendo distribuídas: aquele resultado da atuação dos partidos e aquela fornecida pelos meios de comunicação. O objetivo final da pesquisa que engloba esta proposta metodologia apresentada aqui é estudar uma pequena parte da campanha feita pelos candidatos e partidos, a qual possui uma função diferente do segundo modelo, pois

5 enquanto a elite política tem a função de persuadir o eleitor para obter votos com a campanha por meio da propaganda, os meios de comunicação possuem a função mais informativa e menos persuasiva (MAZZOLENI, 2010). O eleitor que chega ao período de pré-campanha ainda sem ter definido o voto, se utilizada da campanha e das informações disponibilizadas neste período para decidir em quem vai votar. Sendo assim, a propaganda política feita por candidatos e partidos tem por objetivo atingir um tipo específico de eleitor que tem aparecido mais nos últimos anos. Trata-se dos cidadãos sem identificação partidária que deixam para definir o voto de acordo com o cenário político de cada pleito. Eles podem ser chamados de voláteis ou flutuantes como define Manin (1995). O foco da campanha eleitoral, seja do HGPE, da campanha face a face e de todas as estratégias é atingir, direta ou indiretamente, os eleitores indecisos. É para esse perfil de eleitor que o candidato se apresenta, discute temas, profere discursos mais ideológicos ou pragmáticos, escolhe uma estratégia persuasiva ou outra. O processo denominado como modernização das campanhas eleitorais diz respeito há uma série de práticas tradicionais que foram sendo substituídas por outras modernas e que marcam o final do século XX e início do século XXI, sendo neste contexto de mudança e transformação que emerge a internet como uma nova ferramenta midiática apropriada pelos partidos e candidatos para colocar em prática estratégias de campanha. Associado a isso também está a menor partidarização dos eleitores e o enfraquecimento das bases ideológicas. Dessa forma, emerge também um novo tipo de partido juntamente com novos meios de comunicação e de campanhas mais elaboradas tecnicamente. Trata-se dos partidos de opinião (MANCINI e SWANSON, 1995). São partidos despreocupados com sua base ideológica e que necessitam investir nas campanhas ano a ano para ganhar a atenção dos eleitores classificados como voláteis, indecisos ou sem afinidade por um partido político específico. Em função desses fatores, a forma de fazer campanha por parte dos partidos foi mudando. Eles precisam se adaptar a um cenário de disputa e para isso investem em estratégias para ganhar a opinião do público cada vez mais volátil. Como ressaltou Manin (1995), as campanhas desenvolvidas no seu último modelo de democracia de público tendem a focar na imagem dos candidatos e em determinadas características pessoais. Portanto, o que passa a definir as eleições, em muitos casos, são as facilidades

6 que os candidatos possuem em lidar com a mídia e dominarem suas ferramentas. Isso explica a presença de campanhas cada vez mais profissionalizadas e estratégicas. Alguns elementos podem ser usados para caracterizar o processo de modernização das campanhas. Mancini e Swanson (1995) fazem uma caracterização das campanhas modernas, mas sem apresentar um marco transitório como Norris (2000) e Mazzoleni (2010). Os autores ressaltam que o primeiro ponto que caracteriza esse novo cenário é a personalização da política, onde a imagem dos candidatos possui mais visibilidade que os próprios partidos, sendo enfatizadas questões pessoais e menos ideológicas. A imagem do candidato é uma das categorizações apresentadas por Albuquerque (1999) para definir os diferentes tipos de mensagens veiculadas, por exemplo, no HGPE. E para que essa imagem seja introduzida de maneira eficaz, as campanhas têm ficado cada vez mais profissionalizadas necessitando pessoas com experiência e domínio técnico para construir a campanha e trabalhar com as estratégias de marketing. Desde a campanha de 1989 no Brasil é possível perceber que as questões técnicas prevaleceram no desenvolvimento das campanhas eleitorais (ALBUQUERQUE, 1999). Ao mesmo tempo, para saber se essas técnicas e estratégias empregadas possuem efeito no público são usadas estatísticas de opinião que substituem o contato interpessoal que havia entre os partidos tradicionais e os eleitores (MANCINI e SWANSON, 1995). Essa nova forma de medir as preferências dos cidadãos sobre questões políticas tem distanciado os partidos dos cidadãos, o que também é sustentado por Manin (1995). Outra característica das campanhas modernas é que os partidos acabam dividindo cada vez mais a função de informar o público sobre questões políticas com os meios de comunicação. Se nas campanhas tradicionais as informações eram restritas aquelas fornecidas pelos partidos, inclusive por meio de mecanismos como cartazes, jornais partidários e publicidades, com o desenvolvimento dos meios de massa há um aumento da quantidade de informações sendo distribuídas agora também pela mídia comercial. Ela contribui com o processo de formação da opinião pública e do debate público, tendo uma função antes exercida unicamente pelos partidos (MANIN, 1995; MANCINI e SWANSON, 1995). No entanto, embora seja uma relação emblemática, os partidos precisam encontrar maneiras, segundo Mancini e Swanson (1995), de dialogar com a mídia para diminuir o impacto negativo da sua cobertura.

7 A modernização das campanhas, segundo Mazzoleni (2010), gera uma inversão no cenário do debate público. Agora ele é formado não apenas por meio daquilo divulgado pelos partidos, mas também pela mídia comercial nos seus variados formatos havendo maior instabilidade das opiniões sobre política e pouco domínio dos partidos sobre o que é discutido. Além disso, em momentos não-eleitorais é por meio da mídia tradicional que os cidadãos tomam ou não conhecimento daquilo que vem sendo desenvolvido pelos seus representantes. E com a midiatização das campanhas eleitorais e o foco da campanha nos meios de comunicação, o cidadão passa a ser a audiência (MANCINI e SWANSON, 1995) não possuindo um contato direto entre partido e eleitor, reforçando o processo de afastamento entre representantes e representados causado pela centralização das pesquisas de opinião em detrimento do contato entre militantes e eleitores. Outra autora que apresenta uma descrição do processo evolutivos das campanhas é Pipa Norris (2000). A autora subdivide as campanhas ocidentais em três grandes períodos que marcam seu desenvolvimento. O primeiro momento é definido como prémoderno e marca as campanhas realizadas até Esse momento se distingue bastante das fases posteriores, pois aqui ainda há formas mais diretas de comunicação entre eleitores e candidatos e uma forte tendência de identificação e adesão aos partidos. Já em uma segunda fase que marca a segunda metade do século XX, o auge das campanhas é a televisão que substitui a campanha face a face e se transforma no cenário de competição eleitoral. Este é o marco da profissionalização da campanha abordado por Mancini e Swanson (1995) onde há pessoas específicas para produzir as campanhas eleitorais. Neste momento também já há uma menor identificação dos partidos. No caso brasileiro, segundo Albuquerque (1999) essa fase só ganha destaque, tratando-se de regimes democráticos e campanhas eleitorais, no final da década de 1980 com o retorno da democracia. Norris (2000) caracteriza uma terceira fase das campanhas chamada de pós-modernas, pois se trata de uma total profissionalização de todas as atividades da campanha. Além disso, há segmentação das mensagens e estudos mais aprofundados, baseando-se nas pesquisas de opinião pública, para identificar as características do eleitorado e como atingi-lo por meio das estratégias usadas pelos profissionais. É neste contexto da terceira fase apresentada por Norris (2000) em que há a citação dos novos meios como ferramenta de campanha. Segundo a autora, as novas

8 tecnologias passam a ser usadas no marketing eleitoral, pois teriam determinadas características relevantes para contatar o eleitor (NORRIS, 2000). Nesta terceira fase há uma multiplicidade de meios de comunicação apropriados pelos partidos e candidatos e um aumento elevado dos gastos de campanha, pois não são os militantes e partidários que fazem as campanhas (DADER, 2012), mas pessoas contratadas e especialistas no assunto principalmente no caso da televisão e da internet. Ressalta-se, no entanto, que isso não significa que a modernização tenha tornado as campanhas mais democráticas e pluralistas, pois são necessários recursos financeiros para se utilizar dos diferentes meios de comunicação com estratégias realmente efetivas (MAZZOLENI, 2010). Mazzoleni (2010) também contribui com essa discussão sobre a modernização das campanhas apontando três fatores que não podem ser desvencilhados desse processo. Segundo o autor, tangencia o processo de modernização a secularização da política, que significa a perda de peso das ideologias como já havia ressaltado Norris (2000) e Manin (1995). Ao mesmo tempo, há uma multiplicação dos recursos midiáticos e canais de informação incluindo aqui a internet o que tornou as campanhas mais complexas e totalmente midiatizadas. E associado a esses dois fatores, faz-se necessário uma campanha profissionalizada, o que já foi foco da discussão de Mancini e Swanson (1995). Esta é, na perspectiva de Mazzoleni (2010), uma necessidade em tempos modernos já que para chegar até o eleitor volátil é preciso conhecer estratégias e ter um plano sistemático de comunicação. Enquanto Mancini e Swanson (1995) não citavam ainda a ascensão da internet como mecanismo de campanha eleitoral o que também não era feito por Manin (1995) Mazzoleni (2010) já ressalta a inclusão dessa nova mídia, seguindo a perspectiva de Norris (2000), de que os novos meios são ferramentas que passam a ser utilizadas pela elite política para fazer campanha segmentada entre seus eleitores. Da mesma maneira, mostrando o papel da internet no avanço do processo de modernização das campanhas, Blumler e Kavanagh (1999) já identificam alguns indícios de como essa ferramenta passou a ser utilizada, no que o autor chama de terceira fase da comunicação política que seria muito mais complexa do que as demais. Blumler e Kavanagh (1999) dizem que ao usar a internet, os candidatos tentam uma nova maneira de se aproximar do eleitorado.

9 Esta ferramenta começa a ser utilizada nas campanhas de 1995 e 1996, nos Estados Unidos e Inglaterra, respectivamente (DADER, 2009). E forma-se um novo campo de pesquisa que passou a ser conhecido como cibercomunicacão política (DADER e AYUSO, 2008). Na primeira década do século XXI o que não falta na literatura são estudos, cada vez mais amplos e nos mais diversos contextos, estudando os usos dos novos meios como ferramenta de campanha em períodos eleitorais nos mais diversos países (BRAGA e NICOLAS, 2011; DADER, 2009; GIBSON e WARD, 2000; NEWELL, 2001; VACARI, 2008). Segundo Dader (2009) assim que a internet passa aparecer como um novo espaço de comunicação, os partidos e candidatos já se apropriam desse espaço sem nem mesmo saber exatamente a função que podem ter nas campanhas. Na década de 1990 o uso dos websites ainda era muito restrito, mas logo nos anos 2000 já havia, segundo Dader (2009), 1250 sites de partidos de diversos países na internet, o que significava um avanço em termos de uso. Na Espanha, por exemplo, a campanha de 2000 é considerada como um marco no uso generalizado dos websites (DADER, 2009). Já a partir de 2007, a internet tende a estar mais consolidada em diversos países e é possível perceber o impacto dos websites nas campanhas, já que ele deixa de ser um instrumento marginal e passa a integrar a dinâmica eleitoral combinados com outros meios, como os impressos e a televisão (DADER, 2009). Embora sozinhos, parecem ser insignificantes, atuam de forma ativa e significativa em parceria com outros veículos compondo a rede de campanha de candidatos e partidos, podendo servir para reforçar e auxiliar a campanha realizada em outras esferas. As campanhas realizadas na internet têm sido usadas como mecanismo para que os candidatos e partidos obtenham êxito no processo eleitoral e é neste sentido que se analisa por meio das variáveis e categorias que serão apresentadas o objeto da pesquisa: observando as estratégias implantadas na internet. As campanhas mostram-se cada vez mais modernas e profissionalizadas, preocupadas com as estratégias de marketing e com a formação da imagem que precisa ser produzida para convencer o eleitor da melhor escolha. O objetivo dos candidatos de ganhar a eleição e obter poder político se mantém independente do modelo. A diferença entre eles é a inclusão e apropriação de novas formas tais como a internet - de atingir este fim.

10 DEFINIÇÃO DA METODOLOGIA E CONTEXTUALIZAÇÃO DA PESQUISA Embora o método seja somente um processo intermediário entre o objeto e os resultados e interpretações a serem feitas é necessário justificá-lo a partir do objeto e objetivos da pesquisa. O primeiro argumento para justificar a metodologia usada para análise é o fato de se trabalhar com uma grande quantidade de material da campanha online. Trata-se de um universo amplo e a maneira mais sistemática de observar determinadas características é padronizando-as para chegar a alguns perfis. Acrescentase também o fato de que o objetivo é observar padrões no conteúdo apresentado nos sites dos candidatos (RAGIN, 1984). A metodologia quantitativa foi considerada, a partir destes aspetos, como a mais adequada, pois permite analisar várias características de muitos casos. Devido à quantidade de dados utilizar-se-á o software estatístico SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) para apresentar os resultados que serão analisados posteriormente. A pesquisa parte do pressuposto de que, embora o trabalho de coleta de dados seja por meio de códigos numéricos em grande parte das variáveis, permitindo a construção de índices e indicadores, tanto o processo anterior à codificação quanto os processos posteriores de análise e interpretação dos dados são de caráter qualitativo, pois se trata da análise de conteúdo e este material possui aspectos qualitativos (ALONSO, VOLKENS e GÓMEZ, 2012). A codificação, a criação de variáveis e categorias são apenas uma sistematização dos conceitos teóricos para que estes possam ser analisados e explicados empiricamente. Os dados a serem analisados por meio da sistematização que pretende-se fazer aqui, correspondem ao período eleitoral para o primeiro turno das eleições, nos meses de julho, agosto e setembro, quando os candidatos já são permitidos a fazer propaganda. No caso das eleições de 2012 que compreende a primeira parte do universo da pesquisa a análise foi feita entre os dias sete de julho e sete de outubro, data em que aconteceu a eleição para o primeiro turno. Para representar o cenário eleitoral de 2012 e o uso da internet pelos candidatos a prefeito, optou-se em trabalhar com a capital com maior número de eleitores de cada região geográfica do país, de acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atualizados em março de 2012.

11 A escolha das capitais para a análise de 2012 se deu por serem cidades maiores, onde já é possível observar as campanhas profissionalizadas e modernizadas (MANCINI e SWANSON, 1996), para além da comunicação face a face presente em cidades menores (NORRIS, 2001). Além disso, trabalhando com dados de todas as regiões e de dois pleitos diferentes é possível apresentar um panorama nacional sobre o tema estudado. Ressalta-se que um dos objetivos da pesquisa também é poder fazer algum tipo de generalização a partir dos dados apresentados. Além das capitais selecionadas previamente, também foram escolhidos determinados candidatos para compor o corpus da pesquisa. Em todas elas foram incorporados para a catalogação informações de websites de dois candidatos, sendo sempre os mais bem colocados no resultado do primeiro turno. Decididas as cidades e os candidatos que terão seus websites avaliados, desenvolveu-se uma série de variáveis e categorias para serem identificadas na coleta de dados. Para a análise do comportamento na web nas eleições de 2014 serão coletados dados referentes aos principais candidatos ao cargo de presidência da república. A pesquisa dos websites selecionados consistirá na análise de todo o conteúdo informativo (normalmente localizado na seção notícia ) disponibilizado durante os três meses de campanha. A metodologia foi desenvolvida a partir da adaptação de modelos empíricos utilizados por outros pesquisadores, adaptando e acrescentando novas variáveis criadas a partir da literatura as quais são sistematizadas no tópico seguinte. O objetivo é discutir a relação entre conceitos e variáveis, demonstrando que a codificação é somente um instrumento para operacionalizar a teoria (ALONSO, VOLKENS e GÓMEZ, 2012). DOS CONCEITOS ÀS REPRESENTAÇÕES: VARIÁVEIS E CATEGORIAS Para a análise do conteúdo informativo postado diariamente pelos candidatos nos websites foram selecionadas algumas variáveis já utilizadas para análise de mídias tradicionais no Grupo de Pesquisa em Comunicação Política e Opinião Pública da UFPR do DOXA/IESP e por Albuquerque (1999) para pesquisar o Horário Gratuito Político Eleitoral (HGPE). Além dessas também foram incluídas variáveis específicas para identificar a presença de características e valores partidários que aparecem na campanha online. Essas variáveis surgem do esforço teórico e metodológico de

12 relacionar o tema e o objeto estudado. Embora dificilmente haja uma discussão específica sobre a relação entre os conceitos e as variáveis que o materializam este artigo tem por objetivo desenvolver esse raciocínio e estabelecer os laços entre a teoria e a empiria de modo que seja possível ter uma noção dos tipos de resultados e análises que a pesquisa pode gerar posteriormente. Trata-se de um exercício que consiste em mostrar o caminho feito para chegar às varáveis, ou seja, de que forma os conceitos são transformados em variáveis que possibilitam analisar a realidade social. Para Perea, Martínez e Lago (2011), uma variável é uma característica empiricamente observável de algum conceito e é por meio dela que se pode passar para a observação. As variáveis elencadas para a análise estão divididas em subgrupos: 1) indexadoras, 2) de formato, 3) de conteúdo, 4) aparição e 5) valoração. Dentre as indexadoras, que servem para organizar a análise, estão: nome do candidato, partido, data da postagem, número de entradas diárias e título. Entre as de formato, que observam a estrutura dos textos postados, estão: formato do texto, presença de elementos gráficos, tamanho dos textos e presença de links. As referentes ao conteúdo são: temática, perfil, tipo de ataque, referência de atividades do partido em outras esferas, mensagem de campanha, abrangência, apelo, fontes, enquadramento e discurso de visão de mundo. As de aparição englobam: citação de candidato, citação de partido, citação de vice, presença de símbolos do partido, citação de liderança, referência a candidatos de outra região, quantidade de comentários. Aquelas presentes no grupo de variáveis valorativas são: valência para o candidato, valência para o partido e valência para opositores. Essas variáveis e categorias apresentadas acima são analisadas com o intuito de criar perfis distintos de uso desse espaço de campanha, para medir o grau de partidarismo dos sites, como também para poder comparar os websites de diferentes candidatos com a pretensão de observar a homogeneidade ou heterogeneidade no uso dessa ferramenta, seja por membros de um mesmo partido ou de siglas diferentes. Cada uma dessas variáveis será apresentada e discutida na sequência, sendo que essa ampla análise dos websites dos candidatos se justifica pelo crescimento desse espaço como ferramenta da campanha eleitoral o que já foi discutido.

13 As primeiras variáveis do banco de dados são aquelas chamadas de indexadoras. Elas organizam o banco, não tem relações com o conteúdo analisado, mas são usadas na análise, pois representam os casos estudados. Nesta pesquisa os dados são divididos pelos candidatos e partidos para que se possa, posteriormente, comparar os dados por meio dessas duas formas. É possível, por exemplo, observar os temas subdivididos entre os candidatos para saber qual dos assuntos se sobressai para cada um, permitindo comparar o debate apresentado por cada um. Pode-se observar, também, usando o partido como unidade de análise, qual deles tende a ter candidatos mais partidarizados ou personalistas. Embora cada texto seja uma unidade de análise, o banco permite agrupar os textos por candidatos, por partidos ou por datas. Esta última variável citada oferece mecanismos para análises longitudinais ao longo da campanha e juntamente com o número de entradas diárias pode mostrar o aumento ou diminuição de postagens em determinados períodos. A variação pode ser explicada pelos resultados de pesquisa de opinião, escândalos políticos envolvendo candidatos, mudança de estratégia eleitoral, entre outras coisas. Também apresenta-se o título do texto para representar a unidade analisada e para que seja possível retornar ao conteúdo integral para a observação de aspectos mais pontuais ou qualitativos que podem contribuir com a análise de alguma variável na hora de sistematizar o capítulo de análise dos dados. Tem-se um segundo grupo de variáveis que dizem respeito à estrutura dos textos, pois servem para identificar características que ainda não estão relacionadas diretamente com o conteúdo, mas possuem impacto na quantidade e na qualidade da informação. A primeira delas é o formato dos textos que foi dividido entre textos opinativos e informativos. Embora no jornalismo haja uma divisão mais específica como aponta Medina (2001), aqui se optou em trabalhar apenas com a divisão entre textos de gênero informativo e opinativo. O primeiro se referindo a textos que destaquem somente dados ou informações, sem a presença de atributos e opiniões que qualificam as atividades, os atores citados, etc. Já no segundo, o foco é enfatizar a opinião dos atores, a qualificação, caracterizando-o como opinativo. Também no leque das variáveis relacionadas com a estrutura dos textos está a presença de elementos gráficos. Uma das características da internet é proporcionar a presença de fotos, vídeo e áudio, sendo possível inclusive assistir programas do HGPE (SAIZ, 2010). Dessa forma observa-se se as postagens são compostas apenas de textos,

14 se apresentam imagens ou se possuem também vídeos de campanha, seja do HGPE, spots, pronunciamentos ou com notícias sobre a corrida eleitoral. Esta é uma maneira de identificar se os candidatos se utilizam das ferramentas oferecidas pela web. Como já havia dito Weber (1992), é preciso observar também o espaço ocupado pelos temas nos meios de comunicação. No caso de Weber (1992), o autor se referia aos meios impressos, assim como a grande maioria das pesquisas que observam essa variável espaço (CERVI, 2003). No entanto, aqui ao invés de medir o tamanho do texto em cm2, realiza-se a contagem dos caracteres. Essa informação pode ser comparada e indica a maior ou menor quantidade de informações disponibilizada pelos candidatos nesse espaço. Embora não possibilite medir a qualidade desses textos o que é função das variáveis de conteúdo por meio dela é possível perceber se o objetivo do autor é trabalhar mais com aspectos visuais ou textuais, fazendo uma campanha mais informativa ou mais propagandística na internet. Isso pode diferenciar um candidato do outro no que tange as estratégias de campanha por meio da internet. Outra função da internet é possibilitar a horizontalidade da informação, por meio da hipertextualidade, permitindo que o usuário navegue de um site a outro adquirindo mais informações e complementando o que já foi consumido. Segundo Primo e Recuero (2006) a internet está na terceira fase do hipertexto, o que confere não mais uma produção isolada, mas uma estrutura integrada de funcionalidades e conteúdo, inclusive oferecendo ao internauta a possibilidade de contribuir com os links. Dá ao eleitor, neste caso, a possibilidade de construir o caminho que deseja e estabelecer contato com outros websites informativos sobre política, seja do partido, de um veículo de comunicação, entre outros. Indica, ainda, se o site é fechado ou se dialoga com outras fontes. Portanto, há uma variável para contabilizar o número de links e outra para saber qual é o link apresentado. É possível, perceber, por exemplo, uma proximidade entre o candidato e o partido caso ele apresente links que levam o leitor ao site da organização. O leque maior de variáveis diz respeito ao conteúdo qualitativo dos textos. A principal delas é a temática. Embora aqui não se discuta a teoria da agenda de McCombs (1972) e nem mesmo questões referentes ao processamento dessas informações pelos eleitores ou ao impacto na decisão do voto, parte-se do pressuposto que juntamente com outros meios televisão, rádio, mídia impressa, HGPE e, inclusive, a campanha face a face as informações fornecidas pelos websites contribuem para a

15 conformação do ambiente informacional dos eleitores. Por isso se faz necessário identificar os temas abordados neste espaço. Não parte-se do pressuposto que a internet tem efeito direto e impacto na decisão do voto, mas sim que não se pode ignorá-la já que as pesquisas mostram seu crescimento e o potencial mobilizador de quem acessa esses espaços mais específicos de campanha. Observa-se os temas dos textos por meio dessa variável, pois ela possibilita identificar a agenda eleitoral na qual os candidatos estão inseridos (ALDÉ, MENDES e FIGUEIREDO, 2007). Saiz (2010) ressalta, neste sentido, que os temas presentes na campanha eleitoral de cada candidato também refletem os assuntos mais emblemáticos daquele contexto político e social no momento das eleições. Além de mostrar o foco do debate feito pelo candidato, pode-se observar se candidatos de um mesmo cenário se apropriaram dos mesmos assuntos. Portanto, inclui-se tal variável em função da sua contribuição mesmo que indireta no debate público, assim como pelo fato de representar a agenda eleitoral e os temas que os candidatos consideram mais adequados e que podem propor determinadas soluções. Partindo desses pressupostos teóricos, pretende-se observar quais as temáticas centrais dos textos postados nos websites dos candidatos com o objetivo de perceber o foco da discussão de cada um, observar a que tema da agenda eleitoral estão relacionados, comparar com as discussões centrais de seus partidos e entre os demais candidatos. É possível definir as temáticas que pautaram o debate online nas eleições de 2012 nas grandes capitais, assim como também observá-las ao longo do tempo, percebendo as estratégias de impor temas para o debate entre os eleitores. Essa é uma variável já utilizada em outras pesquisas organizadas pelo DOXA/IESP (ALDÉ, MENDES e FIGUEIREDO, 2007) e adaptada pelo Núcleo de Pesquisa e Comunicação Política e Opinião Pública da UFPR (CERVI, FAMA e CAMARGO, 2008) também para fazer análise da cobertura eleitoral de veículos impresso. Na sequência ela foi repensada para análise de novas mídias (CERVI e MASSUCHIN, 2011) e é utilizada aqui com algumas alterações que convém para a disputa em específico para observar os temas que pautaram o debate online dos candidatos durante a campanha de Por se tratar de uma disputa local, optou-se por incluir temas mais próximos da agenda de debate dos municípios substituindo questões mais amplas que estavam presente nas análises para cargos majoritários nacionais. Optou-se, por exemplo, em incluir as categorias tradicionais de campanha eleitoral e política institucional, mas

16 também se acrescentou, por exemplo, mobilidade urbana, meio ambiente, segurança urbana, combate a miséria, políticas para o esporte e habitação, além de ações participativas. No total são 18 categorias temáticas já delimitadas, além da categoria outro para os casos que não se encaixam nestes propostos anteriormente. Uma segunda variável analisada é chamada aqui de perfil e tem por objetivo observar características e estratégias mais específicas dos textos que não possuem relação com o tema central, por isso a criação do nome perfil. Tenta-se, a partir dessa variável, observar a intenção do candidato com a publicação do texto: falar da sua agenda de campanha, atacar adversários, mostrar apoio de celebridades, exaltar seu bom posicionamento em pesquisas de opinião pública, atacar administrações passadas, discutir um tema apenas, entre outras questões. Independente do assunto central do texto, parte-se do pressuposto que os candidatos possuem estratégias para atuarem nesse espaço de campanha (SAIZ, 2010) e que são possíveis perceber por meio da análise do conteúdo dos textos. Os candidatos usam os websites como ferramentas de campanha e marketing político (SAIZ, 2010), desenvolvendo certas estratégias para ocupar esse espaço como, por exemplo, fazer campanha negativa, dar ênfase em seus atributos pessoais, apenas transpor a campanha de outras esferas, etc. Essa variável permite responder, de certo modo, a seguinte questão: quais as funções dos websites dos candidatos a partir das informações publicadas? Em uma pesquisa realizada por Iasulaitis (2007) com dados das eleições de 2006, a autora concluiu que entre as finalidades dos websites estavam: a provisão de informações com enquadramento positivo, a disseminação de propaganda, a angariação de recursos, o recrutamento de apoiadores e voluntários e a mobilização de militantes. Saiz (2010), por exemplo, diz que os candidatos possuem estratégias específicas para usar a internet e possuem determinados objetivos que são previamente pensados pela equipe de campanha. Dessa forma, a partir da categorização apresentada pela pesquisa, é possível apreender quais seriam os objetivos de cada um dos candidatos e como se articulam nesse novo espaço de campanha. Algumas pesquisas realizadas no Brasil já têm mostrado que a internet tem sido usada, nas últimas eleições, com uma característica bastante evidente: a campanha negativa (SAMPAIO, 2012). Segundo Steibel (2005), os agentes do campo político consideram o ataque como uma estratégia competitiva e por isso tem ficado perceptível

17 esse tipo de propaganda durante as campanhas. Embora essa estratégia não tenha surgido em função ou juntamente com as novas tecnologias, ela encontra aqui um espaço para ficar mais explicita. A propaganda negativa já foi tema de vários estudos americanos, ganhando aos poucos espaço nas pesquisas em outros países, mas quase sempre em meios tradicionais. Mesmo em outros espaços de campanha, como o HGPE, a propaganda negativa despertou interesse somente nos últimos anos no Brasil quando surgiram algumas pesquisas sobre uso durante os spots e no HGPE (STEIBEL, 2005; BORBA, 2012; ALBUQUERQUE, 1999). Os ataques aos candidatos concorrentes podem ser pessoais, políticos ou relacionados com a atual administração (no caso de candidatos a reeleição) dependendo da maneira como são direcionados. A pesquisa permite identificar se há campanha negativa, se esse é um perfil estratégico de algum candidato ao utilizar os websites e também possibilita ver qual o tipo de ataque e em que cenário ele ocorre. Resultados de outras pesquisas mostram, por exemplo, que candidatos que atacam são, na sua maioria, os que se configuram como de oposição e também os que estão em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto (BENOIT, 1999), sendo algo que se intensifica com a proximidade das eleições (GEER, 2006). E com o intuito de contribuir com as pesquisas que discutem a propaganda negativa como uma estratégia de alguns candidatos dependendo do contexto em que se encontram na disputa, pretende-se identificar como esse perfil de campanha aparece nos websites e se realmente há uma tendência de apropriação desse espaço para esse tipo de campanha. Outra característica que se pretende estudar nos textos é a mensagem explicita em cada texto. Essa é uma variável adaptada das pesquisas feitas sobre HGPE e criada inicialmente por Albuquerque (1999). As diferentes mensagens possíveis elencadas pelo autor foram adaptadas para análise dos websites e se dividem aqui em três grandes grupos em que o foco pode ser temático, formação da imagem e meta-campanha. Esta última diz respeito ao uso da internet neste caso a ser estudado como uma reprodução da campanha feita em outros espaços sem estratégias próprias. Como ressalta Albuquerque (1999) embora a campanha pareça ter por finalidade discutir problemas sociais e políticos, muitas das mensagens acabam tendo outra função. Já as categorias enquadradas como formação da imagem englobam textos em que o objetivo é formar a imagem, seja do candidato, do partido, da cidade ou do país. Se a campanha

18 online tende a ser mais personalista, por exemplo, haverá foco na formação da imagem do candidato em textos em que exaltam características deste. No caso da estratégia temática é quando o objetivo do texto é discutir questões de interesse público. Se há foco na imagem do partido, já se percebe alguns indícios de partidarismo nos websites o que ajuda a responder uma das questões de pesquisa. Ressalta-se aqui que não se trata de uma variável que atravessa as variáveis tema e perfil, pois são características distintas analisadas em cada caso. Um texto pode ter um tema como pano de fundo, mas o perfil dele é de ataque ao adversário (quando usa-se um tema para fazer ataques) e ao mesmo tempo exaltar a imagem do candidato. Não era possível criar somente uma variável com todas essas possibilidades analíticas, pois são níveis diferentes de observação. Todo texto tem um grande tema geral, mas as estratégias pensadas para a publicação do mesmo são outras, não tendo relação com o tema, mas com o objetivo com o qual o texto foi publicado e neste último caso, com o tipo de mensagem do texto. Obviamente há categorias dessas variáveis que caminham na mesma direção, como é o caso de o tema ser campanha eleitoral, dizendo respeito somente a disputa, que possivelmente fará referência ao perfil de agenda, tratando do dia-a-dia do candidato e sendo uma mensagem de meta campanha. Mesmo assim, cada variável tem por objetivo responder uma questão diferente de pesquisa e juntas permitem criar um perfil mais exato dos usos e funções dos websites. A abrangência é outra característica elencada na análise com o intuito de observar o perfil do conteúdo publicado. Observa-se se o texto refere-se à disputa e temas locais, ou assuntos mais abrangentes que envolvem a esfera estadual, nacional ou internacional. O intuito é descobrir se os temas tratados nos websites são realmente voltados ao público local ou tratam que questões mais amplas. Essa variável relacionase com os conceitos de interesse público e proximidade, pois na medida em que o assunto se distancia do eleitor, menor o interesse deste último e do sucesso das estratégias aplicadas pelo candidato. Ao mesmo tempo, ao enfatizar ações partidárias de outras esferas, o candidato age de maneira partidarizada e enfatiza sua relação com o partido. Portanto, é possível medir questões partidárias e de proximidade com a observação da abrangência dos textos. Com a variável apelo podemos identificar qual o apelo empregado no texto, sendo esta uma característica relacionada com as estratégias persuasivas de campanha

19 do candidato. Essa variável foi criada para estudos de persuasão nas campanhas (FIGUEIREDO et al., 1998) e pode ser usada, por exemplo, para identificar o apelo da fala do orador dominante de cada segmento (TAVARES, MASSUCHIN e CERVI, 2012). Ele está dividido em cinco tipos: programático, quando apresenta a proposição de alguma política pública; ideológico, quando está baseado em dogmas ou preceitos ideológicos; político, quando defende claramente a posição de um grupo ou partido político; emocional, quando não há conteúdo político, nem ideológico ou pragmático, limitando-se ao apelo para aspectos simbólicos, e por fim, credibilidade da fonte (FIGUEIREDO et al., 1998). Neste acaso analisado, o apelo tem relação com o tipo de linguagem utilizada nos textos em que se percebe se o foco da postagem é discutir determinada política pública ou questões ideológicas ou dogmáticas (caso de discussões sobre religião, por exemplo). Essa variável também contribui para encontrar relação entre o candidato e o partido a partir da presença ou ausência da concentração da persuasão por meio do apelo político que tende a estar relacionado com o partido político. Uma análise mais qualitativa nesses casos específicos permite alcançar resultados mais interpretativos e relevantes para a pesquisa. Ao final é possível, com a junção desta variável e de outras mais, criar um indicador de partidarismo ou personalismo nos websites. Outra variável que analisa o conteúdo dos textos diz respeito aos atores que possuem espaço de voz dentro dos sites dos candidatos. Como os textos analisados seguem o estilo jornalístico sempre há, para além de quem escreve, fontes que aparecem para dar veracidade e credibilidade às informações apresentadas, as quais são chamadas de fontes. Ao mesmo tempo em que para o jornalismo isso serve como confirmação das informações, neste caso analisado o objetivo da análise parte do pressuposto que este também é um espaço de visibilidade e que há interesses por parte de quem fala. A variável é adaptada dos estudos sobre cobertura de jornais impressos e propõe-se aqui categorias adaptadas para a pesquisa: candidato, lideranças partidárias, eleitores, justiça eleitoral ou texto sem citação de fonte. Por meio da catalogação dessa informação é possível analisar, por exemplo, se há presença de lideranças partidárias citadas nos textos, o que representaria uma proximidade maior com os partidos políticos e menor centralidade no candidato. Uma campanha com citação de militantes ou eleitores também representaria uma campanha

20 mais participativa. Esse exercício de observar o que chamamos de fonte, seria no HGPE aquilo que Albuquerque (1999) chamou de personagens na suas categorizações. A diferença é que aqui trata-se de um texto escrito, o que necessitou uma estruturação diferente para tal variável, mas o objetivo também é entender como determinados personagens aqui os candidatos, lideres partidários, militantes, eleitores, etc aparecem e fazem parte da estratégia de campanha de cada candidato. Outra variável relacionada ao conteúdo dos textos é o que chamamos aqui de enquadramento. Embora receba este nome, não se trata da categorização de Porto (2004), mas tem um embasamento teórico que parte de autores que entendem o enquadramento de maneira mais abrangente e sem categorias pré-definidas. Nas teorias do jornalismo, o enquadramento faz parte daquilo que alguns autores chamam de tratamento dos fatos (SILVA, 2005), envolvendo seleção e saliência (ENTMAN,1993) e pode ser resumido como a seleção de alguns aspectos da realidade que aparecem de maneira mais salientes em um texto como, por exemplo, a definição do problema particular. O conceito está relacionado com os aspectos que ficam enfatizados, sugerindo a seleção, ênfase ou exclusão. Embora essa categorização esteja relacionada com seleção de argumentos sobre temas, é possível perceber determinadas ênfases em textos publicados não apenas na mídia, mas também na propaganda eleitoral. Isso explica o uso do termo enquadramento, embora aqui trata-se de enquadramento baseado no foco que os textos dão para: lideranças partidárias (enfatizando as atividades do partido, a relação entre partido e candidato, etc), candidato (enfatizando atributos pessoais e personalistas) e temas de políticas públicas (foco propositivo e de debate sobre temas). Para a criação dessa nova categorização partiu-se do debate apresentado por Albuquerque e Martins (2010) sobre uma nova metodologia para análise de websites partidários. Os autores dialogam com Duverger (1980) e Panebianco (2005) e ressaltam que os sites também têm outras funções para além de objetivos racionais de o candidato obter votos, podendo dar visibilidade para lideranças ou propor temas para debate. Dessa forma, considerou-se para a análise essa divisão como três possíveis categorias de enfoques que os textos podem ter: dar visibilidade ao candidato, propor temas para debate e enfoque nas lideranças partidárias. Essa caracterização, também em conjunto

CAMPANHAS ELEITORAIS E COMUNICAÇÃO MIDIÁTICA: CICLOS DE MUDANÇA E CONTINUIDADE

CAMPANHAS ELEITORAIS E COMUNICAÇÃO MIDIÁTICA: CICLOS DE MUDANÇA E CONTINUIDADE CAMPANHAS ELEITORAIS E COMUNICAÇÃO MIDIÁTICA: CICLOS DE MUDANÇA E CONTINUIDADE 48 Monalisa Soares Lopes Universidade Federal do Ceará (UFC) monalisaslopes@gmail.com Os estudos da política contemporânea,

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. A VOLATILIDADE ELEITORAL: Uma análise socioeconômica e espacial sobre o voto em Santa Maria.

PROJETO DE PESQUISA. A VOLATILIDADE ELEITORAL: Uma análise socioeconômica e espacial sobre o voto em Santa Maria. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS BACHARELADO GUSTAVO ANDRÉ AVELINE MÜLLER PROJETO DE PESQUISA A VOLATILIDADE

Leia mais

O PAPEL DA AGÊNCIA DE JORNALISMO DA UEPG NO FOMENTO À PRODUÇÃO DE NOTÍCIAS INSTITUCIONAIS NA WEB

O PAPEL DA AGÊNCIA DE JORNALISMO DA UEPG NO FOMENTO À PRODUÇÃO DE NOTÍCIAS INSTITUCIONAIS NA WEB 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA O PAPEL DA

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR.

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. Autor: Wagner de Araújo Baldêz 1 - UFOP. Orientador: William Augusto Menezes 2 - UFOP. O objetivo desse artigo é relatar

Leia mais

Estrela Serrano JORNALISMO POLÍTICO EM PORTUGAL

Estrela Serrano JORNALISMO POLÍTICO EM PORTUGAL A/484566 Estrela Serrano JORNALISMO POLÍTICO EM PORTUGAL A cobertura de eleições presidenciais na imprensa e na televisão (1976-2001) Edições Colibri Instituto Politécnico de Lisboa ÍNDICE Introdução 23

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário SOUZA, Kauana Mendes 1 ; XAVIER, Cintia 2 Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, PR RESUMO O projeto Portal

Leia mais

Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais

Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais A campanha do prefeito de Duque de Caxias Alexandre Aguiar Cardoso, natural de Duque de Caxias, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro,

Leia mais

O IDEAL DA MUDANÇA E OS ATAQUES NOS SPOTS DO PRIMEIRO TURNO DAS

O IDEAL DA MUDANÇA E OS ATAQUES NOS SPOTS DO PRIMEIRO TURNO DAS O IDEAL DA MUDANÇA E OS ATAQUES NOS SPOTS DO PRIMEIRO TURNO DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2014 Luma Doné Miranda 1 RESUMO: Este artigo analisa as inserções na programação de televisão dos candidatos à

Leia mais

Sociedade e Cultura ISSN: 1415-8566 brmpechincha@hotmail.com Universidade Federal de Goiás Brasil

Sociedade e Cultura ISSN: 1415-8566 brmpechincha@hotmail.com Universidade Federal de Goiás Brasil Sociedade e Cultura ISSN: 1415-8566 brmpechincha@hotmail.com Universidade Federal de Goiás Brasil Urizzi Cervi, Emerson; Goulart Massuchin, Michele Redes sociais como ferramenta de campanha em disputas

Leia mais

Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1

Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1 Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1 Letícia BARROSO 2 Thaís PEIXOTO 3 Centro Universitário Fluminense Campus II- Campos/RJ RESUMO: A falta de espaço nos veículos convencionais

Leia mais

Site institucional da Secretaria de Saúde de Goiânia como comunicação estratégica¹

Site institucional da Secretaria de Saúde de Goiânia como comunicação estratégica¹ Site institucional da Secretaria de Saúde de Goiânia como comunicação estratégica¹ Serena Veloso GOMES² Thamara Rocha Ribeiro FAGURY³ Kalyne Menezes SOUZA4 Silvana Coleta Santos PEREIRA5 Universidade Federal

Leia mais

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE André William Alves de Assis 1 RESUMO: Como participantes do processo comunicativo,

Leia mais

Apontamentos sobre marketing eleitoral

Apontamentos sobre marketing eleitoral Apontamentos sobre marketing eleitoral Posicionamento da Candidatura Cada campanha é única e terá seu próprio cronograma. No entanto, é possível propor uma divisão geral em fases, pelas quais qualquer

Leia mais

Anais do! V Seminário Nacional Sociologia & Política!

Anais do! V Seminário Nacional Sociologia & Política! Anais do V Seminário Nacional Sociologia & Política 14, 15 e 16 de maio de 2014, Curitiba - PR ISSN: 2175-6880 Recursos e alocação de recursos: as eleições municipais na cidade de Sorocaba em 2012 Mércia

Leia mais

Como monitorar seus concorrentes e fazer pesquisa de mercado nas redes sociais. Por Gustavo Valvasori

Como monitorar seus concorrentes e fazer pesquisa de mercado nas redes sociais. Por Gustavo Valvasori Como monitorar seus concorrentes e fazer pesquisa de mercado nas redes sociais Por Gustavo Valvasori Índice 1. Introdução 2. Por que monitorar? 3. O que monitorar? 4. Como dialogar 5. Fluxo de comunicação

Leia mais

ROTINAS DE PRODUÇÃO JORNALÍSTICA NO SITE PORTAL COMUNITÁRIO

ROTINAS DE PRODUÇÃO JORNALÍSTICA NO SITE PORTAL COMUNITÁRIO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) (X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

Propaganda ideológica. Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia

Propaganda ideológica. Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia Propaganda ideológica Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia Propagandas: comerciais e eleitorais Estão em todo parte: televisão, rádio, cartazes; veículos; objetos... As

Leia mais

Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal

Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA Introdução É importante ressaltar que um plano de comunicação tem a finalidade de tornar conhecida

Leia mais

Diretrizes de Cobertura Jornalística

Diretrizes de Cobertura Jornalística Introdução As eleições 2014 marcam a quarta cobertura eleitoral da Empresa Brasil de Comunicação - EBC. Desde a primeira eleição, a EBC divulga para seus funcionários e para o público em geral um Manual

Leia mais

Você pode contribuir para eleições mais justas

Você pode contribuir para eleições mais justas Procuradoria Regional Eleitoral no Estado de SP Defesa da democracia, combate à impunidade. Você pode contribuir para eleições mais justas Os cidadãos e as cidadãs podem auxiliar muito na fiscalização

Leia mais

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo MARTINS, André Ricardo Nunes. A polêmica construída: racismo e discurso da imprensa sobre a política de cotas para negros. Brasília: Senado Federal, 2011, 281p. O livro intitulado A polêmica construída:

Leia mais

ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015.

ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015. ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015. 1 OBJETIVO O objetivo deste documento é estipular um plano de ação para criar e gerenciar perfis do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

ADDITIONAL TEXT PASSO A PASSO CAMPANHA ELEITORAL

ADDITIONAL TEXT PASSO A PASSO CAMPANHA ELEITORAL ADDITIONAL TEXT PASSO A PASSO CAMPANHA ELEITORAL COMO FAZER UMA CAMPANHA POLÍTICA? Passo-a-passo para você vencer as eleições internet + mídias sociais Para um político conseguir ser eleito, ele precisa

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador VALDIR RAUPP

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador VALDIR RAUPP PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado nº 441, de 2012 (nº 6.397, de 2013, na Câmara dos Deputados),

Leia mais

INTRODUÇÃO AO CURSO DE MARKETING ELEITORAL

INTRODUÇÃO AO CURSO DE MARKETING ELEITORAL INTRODUÇÃO AO CURSO DE MARKETING ELEITORAL FAÇA SUA CAMPANHA PARA PROJETO PODER P - Planejamento O - Organização D - Delegação E - Execução R - Realização Lance sua campanha para Vereador com o Projeto

Leia mais

A intenção é introduzir o tema para instigar a troca de opiniões. O Partido acumula boas experiências a partir do debate iniciado em

A intenção é introduzir o tema para instigar a troca de opiniões. O Partido acumula boas experiências a partir do debate iniciado em Propaganda Eleitoral 6.05.200 A. Introdução A intenção é introduzir o tema para instigar a troca de opiniões O Partido acumula boas experiências a partir do debate iniciado em + - 998 O tema esquentou

Leia mais

SEO PARA INICIANTES Como otimizar um blog Guia passo a passo para fazer o seu blog otimizado e indexado corretamente!

SEO PARA INICIANTES Como otimizar um blog Guia passo a passo para fazer o seu blog otimizado e indexado corretamente! 1 SEO PARA INICIANTES Como otimizar um blog Guia passo a passo para fazer o seu blog otimizado e indexado corretamente! Fórmula Hotmart - www.formulahotmart.com 2 Este ebook pertence: Claudio J. Bueno

Leia mais

RELACIONAMENTO E POSTURA NA ATIVIDADE PÚBLICA

RELACIONAMENTO E POSTURA NA ATIVIDADE PÚBLICA XXX CONGRESSO BRASILEIRO DE SERVIDORES DE CÂMARAS MUNICIPAIS X ENCONTRO NACIONAL DE VEREADORES - ABRASCAM. RELACIONAMENTO E POSTURA NA ATIVIDADE PÚBLICA Adriana Nóbrega Comunicação e Marketing Político

Leia mais

POVOS INDÍGENAS E A MÍDIA ESCRITA SUL-MATO-GROSSENSE. Renata Guerreiro Barbosa¹; Beatriz dos Santos Landa²

POVOS INDÍGENAS E A MÍDIA ESCRITA SUL-MATO-GROSSENSE. Renata Guerreiro Barbosa¹; Beatriz dos Santos Landa² POVOS INDÍGENAS E A MÍDIA ESCRITA SUL-MATO-GROSSENSE Renata Guerreiro Barbosa¹; Beatriz dos Santos Landa² 1. 2. Bolsista UEMS, Acadêmica do Curso de Enfermagem da UEMS Professora do Curso de Ciências Biológicas

Leia mais

Romer Mottinha Santos 2 Doacir Gonçalves de Quadros 3 Faculdade Internacional de Curitiba Grupo Uninter - Curitiba, PR

Romer Mottinha Santos 2 Doacir Gonçalves de Quadros 3 Faculdade Internacional de Curitiba Grupo Uninter - Curitiba, PR Jornal Impresso e Eleições: Um Panorama da Cobertura dos Jornais Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Folha de Londrina, sobre as Eleições 2010 para Governador do Paraná 1 Romer Mottinha Santos 2 Doacir

Leia mais

FACEBOOK NA CAMPANHA PELO PLEBISCITO

FACEBOOK NA CAMPANHA PELO PLEBISCITO FACEBOOK NA CAMPANHA PELO PLEBISCITO 1 Sumário Importância das mídias...03 Linguagem nas mídias...04 Facebook...04 Compartilhe conteúdo...04 Comentários...04 Programação de postagens...05 Marcar pessoas...06

Leia mais

INICIATIVA CIDADES EMERGENTES E SUSTENTÁVEIS (ICES)

INICIATIVA CIDADES EMERGENTES E SUSTENTÁVEIS (ICES) INICIATIVA CIDADES EMERGENTES E SUSTENTÁVEIS (ICES) APRESENTAÇÃO DO PROJETO: MONITORAMENTO EXTERNO DA INICIATIVA CIDADES EMERGENTES E SUSTENTÁVEIS NO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA, BRASIL 1 INDICE 1. Introdução...p.

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 27

PROVA ESPECÍFICA Cargo 27 29 PROVA ESPECÍFICA Cargo 27 QUESTÃO 41 A importância e o interesse de uma notícia são avaliados pelos órgãos informativos de acordo com os seguintes critérios, EXCETO: a) Capacidade de despertar o interesse

Leia mais

TIPOS DE TEXTOS E ARGUMENTAÇÃO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS prof. ALEMAR RENA alemarrena@gmail.com

TIPOS DE TEXTOS E ARGUMENTAÇÃO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS prof. ALEMAR RENA alemarrena@gmail.com TIPOS DE TEXTOS E ARGUMENTAÇÃO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS prof. ALEMAR RENA alemarrena@gmail.com TIPOS RELACIONADOS À FUNÇÃO REFERENCIAL: RESUMO RESUMO DESCRITIVO > Resume estrutura temática > Inclui

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

Telefones: 41.91135521 e-mails: doacir.q@grupouninter.com.br

Telefones: 41.91135521 e-mails: doacir.q@grupouninter.com.br IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título do projeto: Meios de Comunicação e Política Pesquisador responsável: Prof. Doutor Doacir Gonçalves de Quadros Contatos: Telefones: 41.91135521 e-mails: doacir.q@grupouninter.com.br

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada 5 1. Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas

Leia mais

Marcele Bastos. o Graduada em Comunicação Social - Relações Públicas. Fundamentos de marketing. o Especialista em Gestão - ênfase em Marketing

Marcele Bastos. o Graduada em Comunicação Social - Relações Públicas. Fundamentos de marketing. o Especialista em Gestão - ênfase em Marketing o Especialista em Gestão - ênfase em Marketing o Graduada em Comunicação Social - Relações Públicas o Docente universitária na disciplina Fundamentos de marketing o 12 anos de experiência em comunicação

Leia mais

HASHTAGS: ROMPIMENTOS COM DIZERES SEDIMENTADOS* Autora: Vânia Lúcia Coelho- Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto- FFCLRP/USP

HASHTAGS: ROMPIMENTOS COM DIZERES SEDIMENTADOS* Autora: Vânia Lúcia Coelho- Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto- FFCLRP/USP 1 HASHTAGS: ROMPIMENTOS COM DIZERES SEDIMENTADOS* Autora: Vânia Lúcia Coelho- Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto- FFCLRP/USP RESUMO: Há muito que áreas como a Biblioteconomia e

Leia mais

Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010. Regional

Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010. Regional Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010 Regional Julho de 2010 Pesquisa de Avaliação Campanha Brasil 2010 - Regional No período entre 28 de junho e 02 de julho de 2010 foram realizados os Grupos Focais

Leia mais

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico O Dia D e a culturalização de um posicionamento estratégico 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE Centro Universitário Franciscano uma universidade para suas aspirações Santa Maria é um polo educacional

Leia mais

A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA

A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA Ivania Skura 1, Julia Cristina Paixão 2, Joaquim

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

As 10 coisas que todas as campanhas vitoriosas fazem

As 10 coisas que todas as campanhas vitoriosas fazem Eleições 2012 As 10 coisas que todas as campanhas vitoriosas fazem Dicas práticas para prefeito e vereador Conquiste o diploma mais importante da sua vida Faça do blog Campanhas e Mandatos sua vantagem

Leia mais

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos.

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos. Questão nº 1 I. Seleção de dados relevantes para o assunto em pauta, comparação, hierarquização. Devem aparecer nos textos: a) a Internet grátis desafia os provedores estabelecidos. Ressaltar as posições

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada 4 1 Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas com os seus públicos de relacionamento,

Leia mais

MANUELA DE SOUZA PEREIRA GOVERNANÇA ELEITORAL NA AMÉRICA LATINA: DISPOSITIVOS CONSTITUCIONAIS COMPARADOS

MANUELA DE SOUZA PEREIRA GOVERNANÇA ELEITORAL NA AMÉRICA LATINA: DISPOSITIVOS CONSTITUCIONAIS COMPARADOS 41 GOVERNANÇA ELEITORAL NA AMÉRICA LATINA: DISPOSITIVOS CONSTITUCIONAIS Electoral governance in Latin America: Comparative constitutional devices Manuela de Souza Pereira Universidade Federal de Pernambuco

Leia mais

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Agnaldo dos Santos Pesquisador do Observatório dos Direitos do Cidadão/Equipe de Participação Cidadã Apresentação O Observatório dos Direitos

Leia mais

CONSTRUINDO UM JOGO EDUCATIVO UTILIZANDO O SOFTWARE DE AUTORIA ADOBE FLASH

CONSTRUINDO UM JOGO EDUCATIVO UTILIZANDO O SOFTWARE DE AUTORIA ADOBE FLASH CONSTRUINDO UM JOGO EDUCATIVO UTILIZANDO O SOFTWARE DE AUTORIA ADOBE FLASH Francielly Falcão da Silva¹, Samuel Carlos Romeiro Azevedo Souto², Mariel José Pimentel de Andrade³ e Alberto Einstein Pereira

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL E CRÍTICA DE ARTE NA WEB. ANÁLISE DA PRODUÇÃO TEXTUAL E PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO EM SITES

JORNALISMO CULTURAL E CRÍTICA DE ARTE NA WEB. ANÁLISE DA PRODUÇÃO TEXTUAL E PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO EM SITES Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 01 06 JORNALISMO CULTURAL E CRÍTICA DE ARTE NA WEB. ANÁLISE DA PRODUÇÃO TEXTUAL E PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO EM SITES AGUIRRE, Alexandra 1 BASÍLIO,

Leia mais

D O S S I Ê DE CURITIBA EM. Emerson Cervi & Nelson Rosário de Souza

D O S S I Ê DE CURITIBA EM. Emerson Cervi & Nelson Rosário de Souza D O S S I Ê MÍDIA, DISCURSO E PODER IMPRENSA E ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE CURITIBA EM 2000 E 2004: EM AS COBERTURAS DA FOLHA DO PARANÁ E DA GAZETA DO POVO 1 Emerson Cervi & Nelson Rosário de Souza 34 EMERSON

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS E PROJETOS EXPERIMENTAIS

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS E PROJETOS EXPERIMENTAIS CURSO DE JORNALISMO MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS E PROJETOS EXPERIMENTAIS 1 1 ÁREAS TEMÁTICAS Respeitada a disponibilidade de carga horária dos professores orientadores e a escolha dos alunos,

Leia mais

Comunicação Governamental e Meios de Comunicação de Massa em Democracias Contemporâneas 1

Comunicação Governamental e Meios de Comunicação de Massa em Democracias Contemporâneas 1 Comunicação Governamental e Meios de Comunicação de Massa em Democracias Contemporâneas 1 Resumo Sylvia Iasulaitis - UNESP 2 Este paper tem como propósito analisar os efeitos que a comunicação governamental

Leia mais

Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil

Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil Messias Bonjardim, Solimar Guindo GIL FILHO, Sylvio Fausto. Espaço sagrado: estudo em geografia

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

Código: MAP-DIINF-003 Versão: 00 Data de Emissão: 0101/2013 Elaborado por: Gerência de Comunicação

Código: MAP-DIINF-003 Versão: 00 Data de Emissão: 0101/2013 Elaborado por: Gerência de Comunicação Código: MAP-DIINF-003 Versão: 00 Data de Emissão: 0101/2013 Elaborado por: Gerência de Comunicação Aprovado por: Diretoria de Informação Institucional 1 OBJETIVO Definir e padronizar os procedimentos referentes

Leia mais

Propaganda Eleitoral. Eduardo Buzzinari Ribeiro de Sá 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS ESPÉCIES DE PROPAGANDA POLÍTICA

Propaganda Eleitoral. Eduardo Buzzinari Ribeiro de Sá 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS ESPÉCIES DE PROPAGANDA POLÍTICA Série Aperfeiçoamento de Magistrados 7 Curso: 1º Seminário de Direito Eleitoral: Temas Relevantes para as Eleições de 2012 Propaganda Eleitoral 85 Eduardo Buzzinari Ribeiro de Sá 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA:

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

Publicidade. Monitoramento: Percepções sobre Publicidade. Relatório de Monitoramento de Marcas e Conversações

Publicidade. Monitoramento: Percepções sobre Publicidade. Relatório de Monitoramento de Marcas e Conversações Crédito da imagem: ronnestam.com Anúncio Upex Publicidade Relatório de Monitoramento de Marcas e Conversações Introdução Foram realizadas buscas na mídia social Twitter, através de ferramenta de monitoramento

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

RELATÓRIO DE ANÁLISE DA MÍDIA

RELATÓRIO DE ANÁLISE DA MÍDIA RELATÓRIO DE ANÁLISE DA MÍDIA CLIPPING SENADO FEDERAL E CONGRESSO NACIONAL NOTICIÁRIO JUNHO DE 2010 SEAI 06/2010 Brasília, julho de 2010 Análise de Notícias Senado Federal e Congresso Nacional 1. Eleições:

Leia mais

Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil. Região do Rio Grande do Sul

Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil. Região do Rio Grande do Sul Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil Após um mais de ano de trabalho e experiências adquiridas a CRIC apresenta à diretoria regional as diretrizes que regem

Leia mais

Projeto RossNet A Verdade Selfie

Projeto RossNet A Verdade Selfie Projeto RössNet 1. O Projeto RossNet é um catálogo comum de coisas importantes; 2. De Coisas Importantes na nossa Vida, no nosso dia-a-dia, na nossa satisfação, no nosso futuro; 3. É um Catálogo de Verdades

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE ARTIGO DE OPINIÃO : UM OLHAR INCLUSIVO E UM SER MAIS CIDADÃO

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE ARTIGO DE OPINIÃO : UM OLHAR INCLUSIVO E UM SER MAIS CIDADÃO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SEQUÊNCIA

Leia mais

Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL. O que é Marketing Multicanal?

Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL. O que é Marketing Multicanal? Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL O que é Marketing Multicanal? Uma campanha MultiCanal integra email, SMS, torpedo de voz, sms, fax, chat online, formulários, por

Leia mais

SOMOS UMA AGÊNCIA JOVEM, ÁGIL E CRIATIVA QUE TEM UM PROPÓSITO BEM CLARO: TER BOAS IDEIAS PARA GERAR BONS RESULTADOS.

SOMOS UMA AGÊNCIA JOVEM, ÁGIL E CRIATIVA QUE TEM UM PROPÓSITO BEM CLARO: TER BOAS IDEIAS PARA GERAR BONS RESULTADOS. 2 plenapropaganda portfólio quem somos 3 SOMOS UMA AGÊNCIA JOVEM, ÁGIL E CRIATIVA QUE TEM UM PROPÓSITO BEM CLARO: TER BOAS IDEIAS PARA GERAR BONS RESULTADOS. A Plena é uma agência que atua sempre focada

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA Vitória, ES Janeiro 2010. 1ª Revisão Janeiro 2011. 2ª Revisão Janeiro 2012. POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DA REDE GAZETA IDENTIDADE CORPORATIVA Missão

Leia mais

O que fazer para reformar o Senado?

O que fazer para reformar o Senado? O que fazer para reformar o Senado? Cristovam Buarque As m e d i d a s para enfrentar a crise do momento não serão suficientes sem mudanças na estrutura do Senado. Pelo menos 26 medidas seriam necessárias

Leia mais

Aplicação. Análise multidimensional da exposição da marca da empresa ou entidade na mídia.

Aplicação. Análise multidimensional da exposição da marca da empresa ou entidade na mídia. Aplicação A pesquisa de Observatório 3D é a análise multidimensional da exposição da marca da empresa ou instituição na mídia. Indicadores calculados a partir da análise da exposição da marca, por tipo

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE UMA MARCA-LUGAR E O DESENVOLVIMENTO REGIONAL

A CONSTRUÇÃO DE UMA MARCA-LUGAR E O DESENVOLVIMENTO REGIONAL A CONSTRUÇÃO DE UMA MARCA-LUGAR E O DESENVOLVIMENTO REGIONAL Giovana Goretti Feijó de Almeida 1 Resumo: Este estudo visa um melhor entendimento a respeito do conceito de marcalugar (que também é chamado

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

Jornalismo Alternativo e a Internet: Uma Possibilidade Cidadã para a Notícia

Jornalismo Alternativo e a Internet: Uma Possibilidade Cidadã para a Notícia Jornalismo Alternativo e a Internet: Uma Possibilidade Cidadã para a Notícia GARRIDO, Bibiana 1 MAGNONI, Antônio Francisco 2 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP RESUMO Neste breve relato de experiência

Leia mais

1 Introdução 17. 1 Introdução

1 Introdução 17. 1 Introdução 1 Introdução 17 1 Introdução Esta pesquisa parte da observação feita por Tim O Reilly, Dale Dougherty e John Battelle durante o planejamento de uma conferência em 2004, no qual surgiu a idéia de que a

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA

O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA Vera Alice Cardoso SILVA 1 A origem: motivações e fatores indutores O Curso de Gestão Pública

Leia mais

O SR. NELSON MARQUEZELLI (PTB - sp) pronuncia o. seguinte discurso: Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados,

O SR. NELSON MARQUEZELLI (PTB - sp) pronuncia o. seguinte discurso: Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, O SR. NELSON MARQUEZELLI (PTB - sp) pronuncia o seguinte discurso: Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, encontra-se em curso, no Congresso Nacional, uma proposta de reforma que aborda questões consideradas

Leia mais

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 000023 - COMUNICACAO SOCIAL - JORNALISMO Nivel: Superior

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 000023 - COMUNICACAO SOCIAL - JORNALISMO Nivel: Superior PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO Curso: 000023 - COMUNICACAO SOCIAL - JORNALISMO Nivel: Superior Area Profissional: 0006 - COMUNICACAO Area de Atuacao: 0110 - EDITORACAO/COMUNICACAO

Leia mais

GUIA DE USO FRAMEWORK APLANAR Versão 0.1 21/07/2014 Cópia distribuída e controlada

GUIA DE USO FRAMEWORK APLANAR Versão 0.1 21/07/2014 Cópia distribuída e controlada GUIA DE USO SUMÁRIO 1. Utilizando o FrameWork Aplanar... 2 1.1 GRID... 2 1.1.1 Barra de menus:... 2 1.1.2 Barra de ferramentas:... 3 1.1.3 Barra de pesquisa:... 3 1.2 MENU ADMINISTRATIVO... 4 1.2.1 Usuário:...

Leia mais

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR Crack: o drama de uma escolha 1 Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR RESUMO Esse trabalho se propõe a explicar o processo de produção da reportagem Crack: o drama

Leia mais

PORTARIA PGR Nº 107 DE 18 DE FEVEREIRO DE 2014.

PORTARIA PGR Nº 107 DE 18 DE FEVEREIRO DE 2014. PORTARIA PGR Nº 107 DE 18 DE FEVEREIRO DE 2014. Aprova o Guia para o Relacionamento com a Imprensa do Ministério Público Federal. O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere

Leia mais

PROGRAMA DE RÁDIO NA WEB ANTENA COMUNITÁRIA : ANÁLISE E PROPOSTA DE FORMATO JORNALÍSTICO NO PORTAL COMUNITÁRIO

PROGRAMA DE RÁDIO NA WEB ANTENA COMUNITÁRIA : ANÁLISE E PROPOSTA DE FORMATO JORNALÍSTICO NO PORTAL COMUNITÁRIO 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PROGRAMA DE RÁDIO NA WEB ANTENA

Leia mais

Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais

Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais Em ano de eleições municipais é importante estar atento ao calendário eleitoral 2012 para as eleições municipais. O Tribunal Superior Eleitoral/TSE divulgou

Leia mais

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento.

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA Título provisório (uma expressão

Leia mais

OBJETIVOS DE MARKETING

OBJETIVOS DE MARKETING CASE Banco do Brasil Todo Seu O Banco do Brasil é a mais antiga instituição bancária brasileira. Reconhecido como fundamental para o desenvolvimento econômico e social do país, é também o maior banco da

Leia mais

CONSULTORIA E PROJETOS ELÉTRICOS JÚNIOR

CONSULTORIA E PROJETOS ELÉTRICOS JÚNIOR Título do Case: Impulsionando a Captação de Projetos Através do Marketing Digital Categoria: Projeto Interno Temática: Mercado Resumo: Sabe-se que grande parte dos projetos realizados pelas empresas juniores

Leia mais

Apresentação da Disciplina

Apresentação da Disciplina Mídia - 2015.1 Nilmar Figueiredo 1 2 3 4 Calendário Acadêmico Comentários Apresentação da Disciplina Sistema de Avaliação 1 - Apresentação da Disciplina O que é Mídia? Departamento de Mídia - Organização

Leia mais

SEQUÊNCIA N.º 1 TEXTOS DOS DOMÍNIOS TRANSACIONAL E EDUCATIVO O ESSENCIAL. 1. Artigos científicos e técnicos

SEQUÊNCIA N.º 1 TEXTOS DOS DOMÍNIOS TRANSACIONAL E EDUCATIVO O ESSENCIAL. 1. Artigos científicos e técnicos SEQUÊNCIA N.º 1 TEXTOS DOS DOMÍNIOS TRANSACIONAL E EDUCATIVO O ESSENCIAL 1. Artigos científicos e técnicos Textos que tratam áreas específicas do saber, sendo normalmente escritos por especialistas, o

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO Neusa Kreuz 1 RESUMO: É indiscutível a grande importância da linguagem oral no processo interacional humano. Trata-se da primeira

Leia mais

AS RECENTES MUDANÇAS NAS VAGAS DOS LEGISLATIVOS MUNICIPAIS DO BRASIL

AS RECENTES MUDANÇAS NAS VAGAS DOS LEGISLATIVOS MUNICIPAIS DO BRASIL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 770 AS RECENTES MUDANÇAS NAS VAGAS DOS LEGISLATIVOS MUNICIPAIS DO BRASIL Tiago Valenciano Mestrando do Programa de

Leia mais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais TRATADO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL CIRCULO DE ESTUDOS IPOG - INSTITUTO DE PÓSGRADUAÇÃO MBA AUDITORIA, PERÍCIA E GA 2011 Princípios Desafios Sugestões 01

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

Manual de Regras. Modelo de debates

Manual de Regras. Modelo de debates Manual de Regras Modelo de debates Parte 1 Introdução 1.1. Formato do Debate 1.1.1. O debate será realizado por quatro duplas, cujos integrantes denominar-se-ão membros ou deputados, e será presidido por

Leia mais

"Política é comunicação. Toda e qualquer ação política passa pela comunicação."

Política é comunicação. Toda e qualquer ação política passa pela comunicação. "Política é comunicação. Toda e qualquer ação política passa pela comunicação." As formas de se realizar uma campanha eleitoral mudaram muito nos últimos anos, seja devido às leis, ou ao avanço na tecnologia.

Leia mais

As oportunidades de utilização do SMS no marketing político

As oportunidades de utilização do SMS no marketing político As oportunidades de utilização do SMS no marketing político "Dicas e oportunidades para mobilização de massas através de mensagens curtas de texto via SMS e marketing de permissão." por Rubem Didini e

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais