GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS

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1 GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS 1.- NOVOS CONCEITOS ESTRATÉGIA E VANTAGENS COMPETITIVAS Estratégia: a arte da guerra (Se você conhece o inimigo e a si mesmo não precisa temer o resultado de cem batalhas...) "DIZ-SE QUE AQUELE QUE CONHECE O INIMIGO E CONHECE A SI MESMO NÃO FICARÁ EM PERIGO DIANTE DE CENTENAS DE BATALHAS. AQUELE QUE NÃO CONHECE O INIMIGO MAS CONHECE A SI MESMO ÀS VEZES VENCE, ÀS VEZES PERDE. AQUELE QUE NÃO CONHECE O INIMIGO NEM A SI MESMO INVARIAVELMENTE PERDE TODAS AS BATALHAS." Sun Tzu, in A Arte da Guerra - TODA ESTRATÉGIA É SITUACIONAL - CONHECER A SI, O OUTRO E O AMBIENTE COMO UM TODO SIGNIFICADO DA ESTRATÉGIA: COMO EXPLORAR OPORTUNIDADES EM UM HORIZONTE DE TEMPO. 2.- O PENSAMENTO ESTRATÉGICO Estratégia: uso de recursos para provocar mudanças situacionais Arte de lidar com as incertezas O Pensamento Estratégico Quando recorrer a reflexão estratégica Dilema entre: diagnóstico e análise situacional Cada Ator social enxerga a realidade de um posto de observação diferente Outros pensadores: Von Clausewitz e Maquiavel 3.- PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PIRÂMIDE METAESTRATÉGICA 4 PERGUNTAS CHAVES PARA QUE? (Objetivo) COM QUEM? (atores sociais) COM QUE CHANCE DE ÊXITO? COM QUE MEIOS? (recursos)

2 4. O QUE É UM ATOR SOCIAL ALIADOS E ADVERSÁRIOS SÃO PARTE DA REALIDADE (1) tem ação criativa, não segue leis. É único tem força, motivações e memória (2) tem projeto de ação (3) controla parte relevante dos recursos (4) participa do jogo social: não é um simples observador (5) tem personalidade e organização estável (6) pode ser ator-pessoa ou ator grupo. Acumula perícias É UM PRODUTOR DE JOGADAS 5. RELAÇÃO ENTRE ATORES SOCIAIS Todo jogo social é interativo Níveis de Interações: desde cooperativa até conflitivas (polos opostos: cooperação aberta até confronto aberto) Confronto e o sentimento de: Shaden-freude (do alemão, prazer íntimo pelo fracasso alheio). Diferenças entre estilos estratégicos: (1) Chimpanzé o fim sou eu (2) Maquiavel o fim justifica os meios e (3) Ghandi a força moral e o consenso libertar o adversário do erro com paciência e simpatia 6. A NATUREZA DA COOPERAÇÃO descobrir a si mesmo, e o outro POSSIBILIDADES: (1) diferenciação de necessidades: a história da laranja. (2) diferenciação de interesses no tempo: eu te ajudo agora e você me ajuda depois. (3) diferenciação de necessidades no espaço: a territoriedade da ação. A FORMAÇÃO DE PARCERIAS SE ESTABELECE MELHOR ENTRE OS DIFERENTES 7. COOPERAÇÃO E CONFRONTO Uma linha divisória sutil pode separar a cooperação e o confronto 1. Deficiência de um modelo de leitura da realidade 2. Deficiência na análise do intercâmbio potencial de ganhos 3. Inconsistência de valores éticos entre os parceiros 4. Deficiências na informação sobre o acordo 5. Intervenção de outros atores: terceiros

3 8. MATRIZ F.D.O.A. (SWOT) (Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats) MEIO INTERNO (o eu / nós): FORÇAS E DEBILIDADES MEIO EXTERNO (os outros): OPORTUNIDADES E AMEAÇAS MATRIZ SWOT - traça uma análise situacional atual da organização. Deve ser refeita regularmente, dependendo da velocidade com que seu ambiente, seu setor e sua própria empresa mudam. 9. VANTAGENS COMPETITIVAS SUSTENTÁVEIS Relembrando que a ECOEFICIÊNCIA é alcançada fornecendo de bens e serviços com competitividade, com foco na qualidade de vida e no uso racional de recursos. As informações na Matriz SWOT (forças, debilidades, oportunidades e ameaças) permitem: 1. antecipar mudanças no mercado: ler os novos códigos 2. antecipar ações dos concorrentes 3. descobrir competidores potenciais, incluindo os entrantes 4. aprender com os sucessos e falhas (benchmarking ambiental) 5. identificar alianças estratégicas (parceiros potenciais) 6. conhecer melhor os stakeholders 10. GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS NO LITORAL PAULISTA Região Litoral Paulista: todas as condições para um pleno desenvolvimento POTENCIAL: atividades portuárias, parque industrial e atividades turísticas. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO voltado para: 1. Projetos regionais integrados: ampliar vantagens competitivas na região. 2. Movimentos, no meio empresarial, voltados para vantagens competitivas. 3. Formação de rede estruturada de empresas orientada para ecoeficiência. 4. Gestão equilibrada de recursos viabilizando estratégias de negócios com o máximo de produtividade.

4 11. CASOS BEM SUCEDIDOS DE PROJETOS INTEGRADOS (I) As RESEARCH ASSOCIATIONS (RAS) (preocupações do Governo Britânico com a perda da competitividade das indústrias) Idéia Central: programas cooperativos que aumentem a performance RAS orientadas para indústrias RAS orientadas para tecnologias FOCO: 1. estimular novos mercados 2. orientar o setor em face as características ambientais 3. monitorar desenvolvimento na área 4. disseminar imformações 5. desenvolver recursos humanos 6. aprimorar desempenho ambiental 12. O CASO CANADENSE DE PROJETOS INTEGRADOS CRIQ Centro de Pesquisas Industriais do QUEBEC (Canadá) 1. inteligência empresarial 2. tecnologia ambiental 3. desenvolvimento de equipamentos 4. automação e robotização 5. laboratórios de ensaios e qualidade 6. informações industriais e tecnológicas (ecoradar) 7. bureau de normalização e qualidade QUANDO A INOVAÇÃO É A SOLUÇÃO (A Estratégia do Oceano Azul) 13. PRINCÍPIOS ESTRATÉGICOS POSITIVOS (I) 1.- Avaliação Eficaz da Situação (1) diagnóstico: tentar descobrir as leis do sistema com o fim de compreender a realidade (2) avaliação da realidade: há tantas verdades quantos forem os atores em conflito. 2.- Adequação na Relação Recurso-Objetivo Um ator deve propor-se exclusivamente objetivos que estejam ao alcance de sua capacidade para criar recursos e para avaliar situações futuras EVITAR AVENTURAS

5 14. PRINCÍPIOS ESTRATÉGICOS POSITIVOS (II) 3.- Concentração e Continuidade Estratégica (a) Evitar a distração tática. (b) Concentrar-se no que é importante. (c) Concluir o que foi começado. (d) Não abandonar o objetivo exceto quando o objetivo deixar de vigorar. MANTER A DIRECIONALIDADE 4.- Rodeio Tático e Exploração da Fraqueza do Outro Evitar a síndrome do touro, então: Pensar com a cabeça e arremeter com o coração Não deve rejeitar rodeios táticos. Explorar, oportunamente, a fraqueza do outro. 5.- Economia de Recursos (a) Não superutilize o poder. (b) Não angarie adversários desnecessariamente. (c) Faça uso racional dos recursos econômicos (d) proteja todos os recursos escassos; (e) Prefira a cooperação sempre que ela puder compensar mais adiante. 15. A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL de W. CHAN KIM e RENEE MAUBORGNE O livro apresenta uma nova maneira de pensar sobre estratégia, resultando em uma criação de novos espaços (o oceano azul) e uma separação da concorrência (o oceano vermelho). Os autores estudaram 150 ganhadores e perdedores em 30 indústrias diferentes e viram que explicações tradicionais não explicavam o método dos ganhadores. O que eles acharam é que empresas que criam novos nichos, fazendo da concorrência um fator irrelevante, encontram um outro caminho para o crescimento. O livro ensina como colocar em prática essa estratégia. SÍNTESE E INTERPRETAÇÃO DO VÍDEO APRESENTADO (Avaliação)

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