RecLink3. Duplicidade Padroniza Relaciona Combina Associa. Concepção e programação: Kenneth Rochel de Camargo Jr. Cláudia Medina Coeli

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1 Rio de Janeiro 2007

2 Duplicidade Padroniza Relaciona Combina Associa RecLink3 Concepção e programação: Kenneth Rochel de Camargo Jr. Cláudia Medina Coeli Atualização do manual e tutoriais: Mariana Miranda Autran Sampaio Documentação e implementação de rotinas de estimação de parâmetros: Washingotn Leite Junger

3 1 Índice: CAPÍTULO 1: INFORMAÇÕES GERAIS...3 Apresentação:...3 Instalando o programa:...4 Arquivos utilizados e gerados pelo programa...5 Preparando a área de trabalho:...5 Ciclos de operação do sistema...7 Planejamento de um projeto de linkage:...9 CAPÍTULO 2: PRINCIPAL...12 TUTORIAL PRINCIPAL...12 CAPÍTULO 3: PADRONIZA...19 TUTORIAL PADRONIZAÇÃO...21 CAPÍTULO 4: RELACIONA...40 TUTORIAL RELACIONA...50 CAPÍTULO 5: COMBINA...74 TUTORIAL COMBINA...76 CAPÍTULO 6: ESTRATÉGIA DE MÚLTIPLOS PASSOS...85 TUTORIAL MÚLTIPLOS PASSOS...85 CAPÍTULO 7: DUPLICIDADE TUTORIAL DUPLICIDADE CAPÍTULO 8: ASSOCIA TUTORIAL ASSOCIA CAPÍTULO 9: EDITOR DE EXPRESSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:...135

4 2 ATENÇÃO: Todo o cuidado foi tomado para garantir a adequação das informações prestadas neste manual. Como o programa está sendo permanentemente revisto, contudo, é possível que algumas telas ou funções não funcionem exatamente como mostrado aqui. Em caso de dúvida, consulte os autores.

5 3 CAPÍTULO 1: INFORMAÇÕES GERAIS Apresentação: O relacionamento de bancos de dados vem sendo crescentemente utilizado na pesquisa em saúde. O método determinístico pode ser empregado quando um campo identificador unívoco (ex. CPF, número de cartão de saúde) encontra-se presente nos bancos a serem relacionados. Na ausência deste identificador, o relacionamento pode ser executado empregando-se o método probabilístico (probabilistic record linkage). Este último baseia-se na utilização conjunta de campos comuns presentes em ambos os bancos de dados (ex. nome, data de nascimento), com o objetivo de identificar o quanto é provável que um par de registros se refira a um mesmo indivíduo. No relacionamento probabilístico são executados um conjunto de processos, a saber: (1) a utilização de rotinas para a padronização dos campos comuns a serem empregados no relacionamento (ex. quebra do campo nome em seus componentes e a formatação de campos data); (2) a blocagem (blocking), que consiste na criação de blocos lógicos de registros dentro dos arquivos a serem relacionados, permitindo que a comparação entre registros se faça de uma forma mais otimizada; (3) a aplicação de algoritmos para a comparação aproximada de cadeias de caracteres, que levam em consideração possíveis erros fonéticos e de digitação (ex. Manoel e Manuel seriam reconhecidos como iguais); (4) o cálculo de escores, que sumarizam o grau de concordância global entre registros de um mesmo par; (5) a definição de limiares para a classificação dos pares de registros relacionados em pares verdadeiros, não pares e pares duvidosos; (6) a revisão manual dos pares duvidosos visando a classificação dos mesmos como pares verdadeiros ou não pares; (7) a verificação de duplicidade de registros em arquivos.

6 4 O software RecLink III implementa várias rotinas de processamento de arquivos, em especial a associação com base na técnica de relacionamento probabilístico de registros. Este documento irá demonstrar, passo a passo, a operação do programa RecLink III. Ele assume que conhecimentos básicos do Windows, por exemplo, como iniciar um programa, já sejam dominados pelo usuário. Além disso, apenas as operações básicas são cobertas aqui. Detalhes sobre a lógica de funcionamento do programa ou sobre os algoritmos utilizados podem ser encontrados no artigo escrito pelos seus autores 1. Cada módulo do programa será apresentado com informações gerais sobre o módulo seguido de um tutorial. Este tutorial será baseado no relacionamento de um arquivo exemplo do Sistema de Informações de Agravo de Notificação AIDS (SINANEX.DBF) com um arquivo exemplo do Sistema de Informações Sobre Mortalidade (DOEX.DBF). ATENÇÃO: Os nomes e datas armazenados nos arquivos exemplo são fictícios, sendo criados especialmente com o objetivo didático. Adicionalmente, estes arquivos apresentam a estrutura completa destes bancos de dados, embora a grande maioria dos campos não se encontre preenchida. Instalando o programa: O programa RecLink III pode ser instalado em ambientes Windows 95/98/2000/NT/XP. O procedimento de instalação é simples: Localize o arquivo InstalaRL3.zip (nota: dependendo da configuração de seu sistema, a extensão.exe pode não aparecer no Windows Explorer) no disco de

7 5 distribuição (ou no seu disco rígido, caso o tenha baixado da internet). Extraia o programa InsatalaRL3.exe e execute-o. Siga as instruções que irão aparecer na tela. Após instalar o programa, ele pode ser executado a partir do Menu Iniciar clique em Iniciar, e depois procure na lista de programas por RecLink III, selecione o link correspondente e clique sobre ele. Arquivos utilizados e gerados pelo programa Todos os arquivos de dados, incluindo os gerados pelo programa, utilizam o padrão XBase (extensão DBF). Adicionalmente, o programa gera dois tipos de arquivos de definição, a saber: arquivos com parâmetros para padronização (extensão STD); arquivos com parâmetros para a blocagem/pareamento e procedimento de combinação (extensão CLN). Durante a operação de Relacionamento (blocagem/pareamento) o sistema gera apenas um arquivo temporário (arquivos com extensão MDX), que pode ser apagado ao final de cada passo. Um terceiro tipo de arquivo, denominado expressions.txt, traz alguns parâmetros. Assim, por exemplo, campos data podem ser transformados em campos ano. Preparando a área de trabalho: A opção de instalação completa cria um subdiretório (ou pasta) com o nome cursoreclink no seu disco rígido, e coloca nele os arquivos SINANEX.DBF, DOEX.DBF, SINANEXD.DBF e SINANEXP.STD, além de criar uma estrutura de diretórios abaixo deste com os nomes bancos ; duplicidade; passo1 ; passo2 ; passo3 ; passo4 e passo5. Você deverá ver a seguinte estrutura de pastas:

8 6 Cada pasta denominada passo irá armazenar os arquivos que serão gerados ao longo do processo de relacionamento. ATENÇÃO: Nenhum arquivo (dados ou definição) a ser utilizado pelo programa RecLink III pode ser armazenado em subdiretórios que contenham espaço no nome (ex. My Documents). Caso isto ocorra o programa não conseguirá ser executado.

9 7 Ciclos de operação do sistema O processo de relacionamento usualmente demanda que se execute o programa repetidamente para identificar todos os pares verdadeiros nos dois arquivos que se deseja relacionar. A cada ciclo, é possível reprocessar os arquivos de entrada de modo a excluir destes os registros identificados como pertencentes a um par verdadeiro na etapa anterior. As figuras a seguir representam esses ciclos de modo esquemático. A descrição de cada etapa pode ser encontrada no item correspondente desse manual. Em cada figura, os arquivos estão representados por caixas azuis e as rotinas por elipses amarelas. Figura 1: Padronização e relacionamento ARQUIVO A ARQUIVO B Padronização Padronização ARQUIVO A' ARQUIVO B' Relacionamento ARQUIVO DE RELACIONAMENTO A figura acima representa o início do ciclo de operação do programa. Dois arquivos quaisquer que se deseja relacionar (identificados como A e B) são padronizados (opção padroniza), gerando os arquivos A' e B'. Esses, por sua vez, são

10 8 relacionados, gerando o arquivo de relacionamento, formado por registros de links, contendo como informação o número do registro de A' e correspondente ao par, o número do registro B' correspondente ao par e o escore produzido no relacionamento dos dois registros segundo as opções selecionadas. Combinação Arquivo de Relacionamento Arquivo A Arquivo B Combinação ARQUIVO combinado ARQUIVO A reduzido ARQUIVO B reduzido 2º passo de blocagem Com base no arquivo de relacionamento criado ao fim da etapa anterior e nos dois arquivos padronizados anteriormente, a rotina de combinação (opção combina) produz um arquivo combinado, contendo os pares verdadeiros e dois arquivos reduzidos, que são compostos pelas observações restantes do arquivo de origem, ou seja, aquelas que foram classificadas como não par, dúvida ou ignorado. Para continuar a combinação, é necessário relacionar os arquivos reduzidos, formando um novo arquivo de relacionamento, que, junto com os arquivos reduzidos, irá servir para

11 9 reiniciar o processo de combinação. Duplicidade Com base nas configurações estabelecidas ao longo da operação é criado um campo com um código único para cada registro no arquivo original e um arquivo mestre (sem duplicidades), contendo os campos selecionados para a operação de duplicidade, o código único e um campo que indica o total de registros repetidos. Planejamento de um projeto de linkage: Todo projeto de relacionamento de bases de dados deve ser planejado antes de sua execução. Abaixo são listados alguns pontos que devem ser considerados: (1) Definir o objetivo do projeto de linkage. Se o objetivo é uma aplicação acadêmica (ex. análise de sobrevida), que será realizada uma única vez, recomenda-se a realização de revisão extensa de links para a definição final do status do par, buscando, dessa forma, minimizar a ocorrências de erros. Se o objetivo é uma aplicação regular em serviço, que será repetida várias vezes (ex. identificação de subregistros em bases de

12 10 vigilância), pode-se optar por definir uma estratégia mais conservadora, com a definição de limiares em uma amostra e a realização de revisões manuais da área cinza apenas periodicamente. (2) Avaliar os recursos materiais e humanos disponíveis. O limite para bancos que podem ser relacionados com o RL3 é da ordem de grandeza de terabytes, o que permite a realização de projetos envolvendo grandes bases de dados. Deve-se ter em mente, entretanto, que quanto maior for o tamanho das bases envolvidas, maior será o tempo de processamento e maior deve ser a capacidade de processamento (clock), memória e tamanho do disco rígido do computador utilizado no processo de linkage. No caso da disponibilidade de equipamentos de baixa performance, é mais indicado quebrar a base em pedaços (ex. ano a ano) e repetir o processo várias vezes. O mesmo vale para os recursos humanos disponíveis para a realização da revisão manual. Se esses forem escassos, pode-se admitir uma margem de erro maior e realizar a revisão manual em uma faixa menos ampla de escores. (3) Antes de iniciar qualquer processo deve ser conhecida a estrutura dos bancos que serão relacionados (dicionário de dados). Deve-se, adicionalmente, realizar a tabulação da frequência de todas as variáveis que serão usadas no linkage (para nomes completos pode ser complicado, fazer ao menos do primeiro nome). O objetivo é identificar campos não preenchidos e com preenchimento com valores não informativos (ex. SI, Sem Informação). Antes da padronização, deve-se ainda: selecionar registros segundo critérios de inclusão (redução das bases; ex. somente crianças); substituir valores missing por espaços em branco (valor missing default do RL3); igualar estrutura dos campos nas duas bases(tamanho); substituir valores de campos (ex. sexo F/M em uma base e 1/3 em outra). Embora o RL3 disponibilize funções para substiuição de valores no banco, pode ser mais fácil empregar um

13 11 programa com o qual que o usuário está mais familiarizado para a execução desse tipo de operação (ex. Epi-info, Sata, R etc.). Lembrar, entretanto, que a base modificada deve ser gravada em padrão Xbase (dbf) para poder ser lida pelo RL3. (4) Definir campos de blocagem e pareamento. Blocagem (ex. pbloco, ubloco, sexo, UF, município). Na rotina de pareamento não devem ser incluídos campos usados na blocagem. Da mesma forma, não devem ser incluídos campos e partes deles simultaneamente (nome completo e primeiro nome) na rotina de pareamento. (5) Estimar parâmetros de relacionamento (correto m e incorreto u). Se as bases forem grandes isso pode ser feito com uma ou ambas as bases reduzidas (escolher apenas um ano). Uma base reduzida pode ser usada para definir limiares, por meio de uma revisão extensa dos links. No caso de bases de abrangência nacional, escolha um ano e se, ainda assim a base for muito grande, retire uma amostra aleatória da mesma, ao invés de escoher uma UF, por exemplo. Erros de entrada e dados e padrões de nomes se modificam de local para local, sendo melhor incluir a experiência de todos os locais. (6) Todo o processo deve ser documentado (dicionários, frequências de variáveis, arquivos de configuração e resultados obtidos em cada passo).

14 12 CAPÍTULO 2: PRINCIPAL TUTORIAL PRINCIPAL A tela do menu PRINCIPAL contém duas opções: Tabela e Encerra. arquivo. Clicando em Tabelas aparecerá uma tela que permite a visualização de um

15 13 Para selecionar o arquivo a ser visualizado, aponte para o ícone de pasta na parte superior da tela. Escolha o arquivo DOEX. Os registros aparecerão e alguns comandos na parte inferior da tela poderão ser

16 14 acionados. Os botões marcados com uma elipse vermelha são setas que permitem o deslocamento entre os registros. A primeira seta apagada, com um traço à esquerda, serve para voltarmos ao primeiro registro. Como no momento que abrimos qualquer arquivo, a seta está no primeiro registro, ele não permite esta opção, mas à medida que nos movimentarmos pelos outros registros, esse botão automaticamente se acenderá. A segunda seta apagada, virada para a esquerda, faz com que voltemos apenas um registro. Novamente, como estamos no primeiro registro e não há registros anteriores, essa opção não é válida neste momento. A seta acesa, voltada para a direita, permite que andemos um registro para baixo e a seta na mesma direção, com um traço, nos leva ao último registro. No canto superior direito, existe um campo que não está disponível enquanto não existem índices criados. Para criar um índice, clique em Novo, aparecerá uma tela para criar índices. Escolha o nome desejado para o índice e escreva no campo, por exemplo ÍNDICE. Você deverá escolher a forma como seu índice será criado, ou seja, a forma como será ordenado. Clique em Expressão, aparecerá uma tela com um ícone em forma de lâmpada com as opções: função, operador, campo e assistente.

17 15 A opção função permite criar expressões xbase, para quem tem o domínio dessa linguagem; a opção assistente traz algumas expressões predefinidas, por exemplo, permite criar um campo de ano a partir de um campo de data; a função operador permite que sejam feitas composições para montar o índice e a função campo permite selecionar os campos desejados. Por exemplo, se você deseja organizar um índice por sexo e data de nascimento, você deverá selecionar a opção campo, aparecerá uma nova tela com o nome dos campos disponíveis para seleção, escolha sexo. Posteriormente, selecione operador, aparecerá um novo campo com os

18 16 operadores disponíveis, selecione +. Realize o mesmo procedimento para selecionar o campo DATANASC. O ícone Examina permite que a expressão escolhida seja visualizada. No exemplo dado, o primeiro dígito se refere à variável sexo, enquanto os outros dígitos se referem à data de nascimento no formato AAAAMMDD. Para fechar a tela, é só clicar no X no canto superior direito.

19 17 Clique em OK. A opção Identificadores únicos, quando selecionada, retira registros duplicados do índice, enquanto o campo Descendente ordena os registros de maneira descendente. Uma vez criado um índice, o campo na parte superior direita começa a funcionar, permitindo que o(s) índice(s) criados sejam selecionados. O índice fica vinculado ao arquivo criado, podendo ser selecionado sempre que ele for visualizado.

20 18 Ao final da visualização, clique em retorna para voltar ao menu principal. A outra opção de PRINCIPAL é encerra. Ela serve para encerrar o programa. A apertar esta opção, aparecerá uma mensagem: Clicando em não, retornará ao menu principal. Confirmando a operação no Sim, o programa será encerrado.

21 19 CAPÍTULO 3: PADRONIZA A rotina de padronização de arquivos tem por objetivo padronizar um arquivo para posterior utilização das rotinas de relacionamento (blocagem/pareamento) do programa Reclink III. Esta padronização visa basicamente: a) manter formatos de campos idênticos em diferentes arquivos, de modo que se possa fazer a associação entre os mesmos (ex. campos data com mesmo formato, nomes escritos em caixa alta); b) quebrar campos nome em seus componentes (ex. primeiro, último, etc..); c) trabalhar apenas com os campos necessários, uma vez que um arquivo com um número grande de campos que não serão utilizados apenas reduz a velocidade de execução do relacionamento no Reclink III. Com relação a este último aspecto, devem ser mantidos apenas: (a) os campos chaves de cada arquivo (ex. número da DO, número da notificação). Estes campos serão utilizados para a criação de arquivos com os registros de pares verdadeiros. Adicionalmente, podem ser utilizados para combinar os arquivos de pares verdadeiros (ex. PAR.DBF) com arquivos mestres (ex. DOEX.DBF e SINANEX.DBF) a partir do módulo Associa. (b) os campos que serão utilizados no processo de blocagem ou de pareamento (ex. data de nascimento, nome, sexo). (c) campos que não serão utilizados no processo de pareamento automático, mas que podem ajudar na decisão sobre o verdadeiro status de um par (falso ou verdadeiro). Por exemplo, o campo endereço e os campos data do óbito (DOEX.DBF) e data de início de sintomas (SINANEX.DBF) (estes campos podem ser comparados devendo a data de início de sintomas obrigatoriamente ser anterior a data do óbito). No processo de padronização todos os campos serão convertidos para campos caractere; campos nos formato Data, Numérico ou Lógico serão automaticamente

22 20 convertidos; campos no formato Memo serão ignorados; finalmente, campos do tipo Caractere serão convertidos de acordo com a especificação do usuário. As opções Elimina pontuação, Nomes próprios e Subdivide cadeia, tratam as cadeias de caracteres com ações que são progressivamente mais abrangentes. A opção Elimina pontuação retira todos os sinais de pontuação definidos pelo usuário. A opção Nomes próprios faz a mesma coisa que a opção Elimina pontuação e, adicionalmente, retira cadeias de caracteres definidas pelo usuário (ex. de, dos, das), elimina espaços duplos, elimina todos os acentos, elimina todos os dígitos e transforma todos os caracteres para caixa alta. A opção "Subdivide nome" faz as mesmas tarefas que a opção anterior e, adicionalmente, cria automaticamente seis campos com nomes padrão FNOMEP, FNOMEU, FNOMEI, FNOMEA, PBLOCO e UBLOCO. Estes campos armazenam, respectivamente, o primeiro nome, o último nome, as iniciais do meio, os apêndices (Jr., Filho, etc.) e o primeiro e último nomes formatados para blocagem (com pequenas modificações nas primeiras letras, para evitar problemas na utilização do código soundex para blocagem). Estes nomes podem ser mudados, e os campos omitidos. Sugerimos fortemente que ao menos o primeiro nome e o último, formatados para blocagem, sejam deixados, na medida em que são campos úteis para a blocagem (ver a rotina de Relacionamento). Um pseudocampo permite que se utilize uma expressão XBase para produzir o campo de saída; ao se escolher esta opção, surgirá a janela de edição de expressões. Nesta janela, deve-se entrar o nome do campo que deverá ser criado, na área de texto inferior, e a expressão que será utilizada, na área de texto superior. O botão à direita desta área aciona um menu de opções para a edição de expressões XBase. Este recurso poderia ser usado, por exemplo, para subdividir um campo data em seus componentes (ano, mês, dia) empregando-se as funções do XBase Year( ), Month()

23 21 e Day( ). Para maiores detalhes, ver o capítulo 9 desse guia (Editor de expressões) TUTORIAL PADRONIZAÇÃO Para selecionar a rotina de padronização, no menu principal do programa, aponte a opção Padroniza e clique. Aparecerão dois ícones: Opções e Executa. Clique em Opções. Aparecerá um assistente para auxiliar a padronização.

24 22 padronizado. Clique em próximo. O próximo passo consiste na seleção do arquivo que será Clique no ícone de Arquivo de entrada. Selecione a pasta cursoreclink e depois a pasta bancos. A seguinte tela aparecerá:

25 23 Selecione o arquivo DOEX.DBF e clique no botão Abrir na parte inferior da tela. ATENÇÃO: Ao selecionar um arquivo de saída, caso uma estrutura já tenha sido definida, será solicitada a confirmação do usuário para apagar a estrutura definida. Essa mensagem destina-se a evitar que, no caso de se desejar gerar um novo arquivo mantendo-se a estrutura de definição de campos existente, a mesma seja apagada. Uma vez definido o arquivo de entrada, deve-se criar uma estrutura de conversão. Esta estrutura consiste em uma ou mais linhas contendo: o nome do campo no arquivo de entrada ( Entrada ); a forma de conversão desejada ( Processo ); e o

26 24 nome do campo no arquivo de saída ( Saída ). Vá para a Entrada (coluna mais à esquerda) e clique com o botão esquerdo do mouse, uma lista dos campos disponíveis aparecerá. Clique no campo DO. Clicando-se no nome do campo, o mesmo será selecionado. O campo de saída terá o mesmo nome do de entrada, a menos que seja editado.

27 25 Como este campo é do tipo caractere se faz necessário especificar o tipo de processo da conversão. Vá para Processo (coluna do meio) e clique com o botão esquerdo. A seguinte tela aparecerá:

28 26 Na parte superior da tela Conteúdo de DO (que foi o campo selecionado) você poderá visualizar os valores armazenados no campo DO para os primeiros registros do banco. Na área Tipo de conversão clique na opção Nenhuma (cópia simples) e depois clique em OK. Você retornará para a tela principal do módulo de pradonização. A seguir clique no ícone Adiciona no lado direito da tela. Esta ação incluirá uma nova linha na tela da definição de estrutura, permitindo que um novo campo seja selecionado. Proceda como anteriormente e selecione o campo NOME. Vá para a coluna Processo, clique com o botão esquerdo e selecione a opção Nomes próprios. Inclua mais uma linha e selecione novamente o campo NOME. Vá para a coluna Processo, clique com o botão esquerdo, mas agora selecione a opção Subdivide nome. Aparecerá a seguinte tela:

29 27 Se clicar em Sim, serão criados dois campos: PBLOCO e UBLOCO. Se clicar em Não, serão criados seis campos, com nomes padrão FNOMEP, FNOMEU, FNOMEI, FNOMEA, PBLOCO e UBLOCO). ATENÇÃO: Caso deseje retirar alguma linha na tela da definição de estrutura, basta selecionar a linha a ser removida e clicar em remove.

30 28 Inclua mais uma linha e selecione o campo DATANASC e vá para Processo. Observe o conteúdo dos primeiros registros do campo. Esta data foi armazenada no banco original como um campo caractere no formato AAAAMMDD. Este é o formato utilizado como padrão pelo RecLink, i.e., caso este campo fosse originalmente um campo data, o RecLink automaticamente iria transformar o formato do campo data (ex. MM/DD/AA) para uma campo caractere no formato AAAAMMDD. Sendo assim, neste caso nada precisa ser feito, devendo ser selecionada a opção Nenhuma (cópia simples).

31 29 ATENÇÃO: Algumas vezes outros formatos de data são escolhidos para o armazenamento dos dados no banco original. Por exemplo, a informação sobre data pode ser armazenada como um campo caractere do tipo AAMMDD (ex ). Para a padronização deste campo deveria ser selecionada a opção Data, sendo selecionado como tipo de data o formato AAMMDD. O RecLink faria, então, a conversão para o formato AAAAMMDD. Tome cuidado na hora de informar o formato da data no campo original, caso contrário poderá ocorrer uma inversão das posições do ano, mês ou dia no campo de saída.

32 30 Na tela principal da rotina de padronização, clique no ícone Adiciona para incluir uma nova linha e selecione novamente o campo DATANASC e vá para Processo. Selecione a opção Subcadeia. Observe que as palavras situadas em Subcadeia na parte inferior da tela vão se iluminar. Conforme o nome indica, esta opção permite que pedaços da cadeia de caracteres sejam extraídos do campo, sendo necessário informar que parte da cadeia deve ser extraída. Por exemplo, para extrair o ano da data de nascimento seria necessário digitar 1 em Início e 4 em Caracteres, i.e., você estaria retirando quatro caracteres do campo data a partir da posição 1. Ao invés de digitar o número também seria possível clicar nas setas para cima ou para baixo ao lado dos campos Início e Caracteres. Ao final do processo clique em Ok e retorne para a tela principal. O último passo consiste na mudança do nome do campo de saída, pois o campo

33 31 DATANASC já havia sido incluído. Vá para Saída e digite ANONASC. Para criar os campos MESNASC e DIANASC, proceda como acima, digitando para MESNASC o número 5 em Início (quinta posição) e 2 em Caracteres, sendo os respectivos valores para DIANASC iguais a 7 e 2. ATENÇÃO: Não esqueça de trocar os nomes de saída dos campos. No caso desta troca não ser feita, o software automaticamente renomeará os campos saídas com o nome original do campo (ex. DATANASC) seguido do caracter sublinha e um número que vai de 0 até o número máximo de vezes em que o campo for incluído (ex. DATANASC_0, DATANASC_1, DATANASC_2). Por fim, inclua os campos SEXO, MUNIRES, AREARES, BAIRES, ENDERECO, COMPLEM e DATAOBITO. Para todos eles selecione como Processo a opção Nenhuma (cópia simples). O campo sexo será utilizado para a blocagem de registros, enquanto os demais podem ser empregados durante a revisão manual, auxiliando a tomada de decisão em relação à definição do status final do par (verdadeiro ou falso). Na nossa base, por exemplo, estes campos não se encontram preenchidos, optamos por incluí-los, entretanto, com o objetivo de simular o uso do software em uma situação real. ATENÇÃO: Caso deseje incluir todos os campos, ao invés de adicionar linha por linha, poderá clicar na opção Adiciona todos. Assim, todas as variáveis serão adicionadas, bastando que o processo seja preenchido.

34 32 Ao final clique na opção Próximo. Aparecerá uma tela com as opções Exclusões e Pontuação, em que podem ser digitados, respectivamente, cadeias de caracteres e sinais de pontuação para serem removidos durante o processo de padronização. As preposições (de, da, do, dos, das) e os sinais de pontuação, que aparecem na tela são utilizados como parâmteros default do sistema. Embora não seja recomendado, estes parâmetros podem ser removidos.

35 33 Clique em próximo novamente. Um indicador de andamento do processo aparecerá e ao final será emitida a seguinte mensagem Clique o botão Retorna para continuar... O botão se encontra no canto inferior direito. Clicando no botão Retorna, aparecerá novamente a tela principal da padronização. No quadro abaixo são apresentados os campos de entrada, com os respectivos tipos de processo e nomes dos campos de saída empregados neste exemplo: Entrada Processo Saída DO NADA DO NOME CNOMES NOME NOME FNOMEP FNOMEP NOME FNOMEU FNOMEU NOME FNOMEI FNOMEI NOME FNOMEA FNOMEA NOME PBLOCO PBLOCO NOME UBLOCO UBLOCO DATANASC NADA DATANASC DATANASC S1:4 ANONASC DATANASC S5:2 MESNASC DATANASC S7:2 DIANASC SEXO NADA SEXO MUNIRES NADA MUNIRES AREARES NADA AREARES BAIRES NADA BAIRES ENDERECO NADA ENDERECO COMPLEM NADA COMPLEM DATAOBITO NADA DATAOBITO

36 34 Com as opções configuradas, clique no ícone Executa da tela principal do módulo de padronização. Aparecerá a tela abaixo: Clique no ícone à direita, em Arquivo de configuração, e selecione o arquivo criado com extensão.std.

37 35 No ícone de Arquivo de entrada, selecione DOEX.DBF e crie um nome para o arquivo de saída, por exemplo, DOEXp.DBF, clicando no ícone de Arquivo de saída, selecionando DOEX.DBF e acrescentando um p no nome do arquivo.

38 36 Clique no ícone Processa para criar o arquivo de saída. Quando o processamento estiver completo, clique em retorna.

39 37 Observe que existem os campos Reg. inicial e Reg. final, em que aparecem os números, respectivamente, da primeira e da última linha do arquivo. Caso não deseje padronizar todo o arquivo por algum motivo, é possível iniciar, por exemplo, no registro 10 ou terminar no registro 98. Para o arquivo SINAN já foi fornecido um arquivo de configurações de padronização (SINANEX.STD). Para gerar o arquivo SINANEXP.DBF, basta ir direto para a opção Executar do módulo Padroniza e preencher os campos correspondentes conforme indicado na tela abaixo. Obs: Para criar expressões para a realização de funções avançadas de padronização (ex. substituição de valor), entre no módulo de padronização, na opção configura opções - entrada de dados e selecionar o

40 Clique com o botão direito do mouse em processo duas vezes e a tela abaixo aparecerá: 38

41 39 Clique com o botão direito do mouse na lâmpada e um menu popdown list aparecerá. Escolha a opção assistente.

42 40 Clique em próximo e a tela seguinte aparecerá: Para a descrição das rotinas disponibilizadas no assistente e sobre como implementar rotinas adicionais, ver o capítulo 9 desse guia (Editor de expressões) CAPÍTULO 4: RELACIONA O módulo de relacionamento de registros envolve dois processos básicos, a saber: a blocagem e o pareamento de registros. Esta rotina relaciona dois arquivos, previamente padronizados, com base na associação probabilística de um ou mais campos homólogos nos arquivos. Denominamos de campos homólogos aqueles que guardam informações de mesma natureza nos dois arquivos que serão relacionados (ex. nome). Campos homólogos podem ter denominações diferentes nos dois arquivos (ex. nome e nome_pac), mas necessitam ter o mesmo tamanho. O seu funcionamento se dá a partir da seleção de parâmetros pelo usuário, que são depois utilizados no processo de

43 41 relacionamento. Os parâmetros selecionados são gravados em um arquivo de definição, com a extensão "RSD". O resultado do relacionamento é uma tabela contendo a localização dos registros pareados nas bases originais e a pontuação alcançada por cada par. Este arquivo segue o formato Xbase (extensão DBF) e recebe o mesmo nome definido para o arquivo de definição (arquivo com extensão RSD). Os parâmetros selecionáveis são de dois tipos: parâmetros de blocagem e parâmetros de relacionamento. Parâmetros de blocagem: A blocagem (blocking) consiste na criação de blocos lógicos de registros dentro dos arquivos a serem relacionados. O objetivo desta etapa é permitir que a comparação entre registros se faça de uma forma mais otimizada. O número de pares possíveis com a combinação de duas bases de dados é igual ao produto entre o número de registros na primeira base e o número de registros na segunda base. Por exemplo, o relacionamento de duas bases de dados com registros cada implicaria na necessidade de comparação de de pares de registros, o que demandaria um alto custo para o processamento das comparações. A blocagem permite que as bases de dados sejam logicamente divididas em blocos mutuamente exclusivos, sendo as comparações limitadas aos registros pertencentes a um mesmo bloco. Os blocos são constituídos de forma a aumentar a probabilidade de que os registros neles contidos representem pares verdadeiros. O processo consiste na indexação dos arquivos a serem relacionados segundo uma chave formada por um campo ou pela combinação de mais de um campo. Os registros de um determinado bloco apresentam o mesmo valor para a chave escolhida. Diferentes chaves podem ser utilizadas em passos seqüenciais, i.e., emprega-se uma determinada chave para blocagem e procede-se à comparação dos registros. Os registros não

44 42 pareados na primeira etapa são então novamente comparados empregando-se para tanto uma nova chave. A chave para a blocagem deve apresentar um grande número de valores que se distribuem de modo relativamente uniforme, buscando, desta maneira, alcançar a divisão do arquivo em um número grande blocos com tamanho reduzido (poucos registros por bloco). Adicionalmente, os campos que formam a chave devem apresentar baixa probabilidade de ocorrência de erros. Estes últimos fazem com que os registros relativos a um mesmo indivíduo sejam alocados em blocos diferentes, impossibilitando a comparação dos registros, e levando a classificação dos mesmos como falsos não pares. Em resumo, deve-se buscar a utilização estratégias de blocagem que minimizem simultaneamente o custo com o processamento e a perda de pares verdadeiros. O emprego de códigos fonéticos de partes do nome (primeiro e/ou último nome) representa uma alternativa habitualmente utilizada, já que as chaves apresentam múltiplos valores com uma ocorrência de erros bem menor do que a seria esperada com o emprego direto do primeiro e/ou do último nome. O soundex é um dos códigos freqüentemente usados para este fim. A descrição detalhada sobre sua regra de formação pode ser encontrada em Newcombe 2. Resumidamente, o código é constituído por quatro dígitos, sendo o primeiro representado pela primeira letra da palavra a ser codificada enquanto os demais são dígitos numéricos codificados segundo regras que buscam minimizar erros (por exemplo, eliminação de vogais e substituição de consoantes com sons similares por um código numérico comum). Por exemplo, o soundex da palavra soundex é S32, enquanto o da palavra João é J000. O software RecLink permite que sejam definidos campos chaves para blocagem baseados na utilização da função soundex (SOUNDEX(nome do campo).

45 43 Trabalhando com bases de dados nacionais encontramos um problema de inadequação do código soundex para alguns nomes brasileiros que apresentam variações de grafia da primeira sílaba para um mesmo som (por exemplo, Helena x Elena; Jorge x George). Estes nomes são mais sujeitos a erros de registro. Como o código soundex retém a primeira letra do nome, as diferentes grafias recebem códigos diferentes, sendo conseqüentemente alocadas em blocos diferentes, o que aumenta a probabilidade da perda de pares verdadeiros. Em função disto, implementamos na rotina de padronização Subdivide nome a criação dois campos adicionais (PBLOCO e UBLOCO) relativos ao primeiro e último nome onde a primeira sílaba é modificada segundo as seguintes transformações: - Primeira letra W e segunda A -> Primeira letra passa a V - Primeira letra H -> Deleta primeira letra - Primeira letra K e segunda A, O ou U -> Primeira letra passa a C - Primeira letra Y -> Primeira letra passa a I - Primeira letra C e segunda E ou I -> Primeira letra passa a S - Primeira letra G e segunda E ou I -> Primeira letra passa a J Estes campos devem ser empregados no lugar dos campos FNOMEP e UNOMEP no processo de blocagem. O parâmetro de blocagem é uma expressão da linguagem xbase que, ao ser avaliada, produzirá uma cadeia de caracteres. O usuário deve certificar-se da homologia dos parâmetros escolhidos, isto é, as expressões geradas devem ter base em funções (ex. soundex( )) e campos semelhantes (guardam a mesma informação, o primeiro nome, por exemplo). Esta expressão permite criar uma chave de blocagem formada pela combinação de mais um campo (primeiro nome, último nome, sexo) os quais podem ser transformados por uma função xbase (ex. soundex()). Os campos são combinados

46 44 através de operadores (ex. soma + ). Um exemplo de parâmetro de chave de blocagem seria: SOUNDEX(PBLOCO) + SOUNDEX (UBLOCO) + SEXO Para minimizar a perda de pares deve ser utilizada uma rotina de múltiplos passos, com diferentes chaves de blocagem sendo empregadas. O número de passos e a característica das chaves são estabelecidos de acordo com as variáveis disponíveis nos bancos utilizados e com os objetivos. Para uma maior sensibilidade, é indicado usar um número maior de passo. No entanto, isso pode acarretar um aumento no tempo, especialmente se o banco for muito grande. Visando otimizar o processo, deve-se sempre iniciar com uma chave muito restrita, formada a partir da combinação de vários campos, e progressivamente ir incluindo outras chaves menos restritas. Chaves pouco restritas irão gerar um número de pares muito grande, o que aumenta o tempo para o processo automático. Adicionalmente, o número de pares a ser revisto manualmente aumenta consideravelmente. Na tabela abaixo, apresentamos uma seqüência de passos aplicando diferentes chaves de blocagem que apresentou um bom desempenho no SIH- SUS e SIM 3 : Para o relacionamento de outros bancos, deve-se realizar um estudo em uma amostra dos bancos. Para maiores detalhes do estudo, ver Coeli & Camargo (2002) 3. Passo Chave 1 SOUNDEX(PBLOCO) + SOUNDEX (UBLOCO) + SEXO 2 SOUNDEX (PBLOCO) + SEXO 3 SOUNDEX (UBLOCO) + SEXO 4 SOUNDEX (PBLOCO) + SOUNDEX (UBLOCO) 5 ANONASC + SEXO Parâmetros de pareamento: O segundo tipo de parâmetro permite o cálculo do escore atribuído ao relacionamento entre os dois registros, para um número indeterminado de campos.

47 45 O pareamento de registros é baseado na construção de escores para os diferentes pares possíveis de serem obtidos a partir de uma determinada estratégia de blocagem empregada. O escore final de cada par é construído a partir da soma dos escores ponderados de cada campo empregado no processo de pareamento (nome, último nome, sexo e data de nascimento, por exemplo), permitindo desta maneira que cada campo contribua de forma diferenciada para o escore total do par. A contribuição diferenciada é recomendável, pois os campos apresentam diferente poder discriminatório e ao mesmo tempo apresentam uma maior ou menor probabilidade de terem seus conteúdos registrados de forma incorreta. Por exemplo, o campo sexo apresenta um baixo poder discriminatório, mas o seu registro é geralmente feito de forma correta. Já o campo último nome, apesar de apresentar um bom poder discriminatório, é mais sujeito a erros de registro. Os pesos são construídos a partir de conceitos muito utilizados entre os epidemiologistas na avaliação da acurácia de testes diagnósticos. Para cada campo i define-se a probabilidade m i do campo concordar entre os dois registros dado que se trata de um par verdadeiro, e a probabilidade u i do campo concordar dado que se trata de um par falso. Em outras palavras, m i representa a probabilidade do campo identificar um par como verdadeiro quando ele realmente é verdadeiro (sensibilidade, probabilidade de verdadeiro positivo) e u i a probabilidade do campo identificar um par como verdadeiro quando na realidade ele é falso (1 especificidade, probabilidade de falso positivo). De forma análoga, 1 mi poderia ser definida como a probabilidade do campo discordar entre dois registros dado que se trata de um par verdadeiro (1 sensibilidade, probabilidade de falso negativo), enquanto que 1 ui representaria a

48 46 probabilidade do campo discordar dado que se trata de um par falso (especificidade, probabilidade de verdadeiro negativo). A partir destas probabilidades são construídos dois fatores de ponderação: um para a situação de concordância e outro para a situação de discordância. Ou seja, compara-se o campo do primeiro registro com o do segundo registro. Se os campos concordarem, aplica-se o fator de ponderação de concordância e no caso contrário o de discordância. O fator de ponderação de concordância é calculado como o logaritmo de base 2 da razão de verossimilhanças entre mi e u i ( mi wci = log 2 ui ), e o de discordância como o logaritmo de base 2 da razão de verossimilhanças entre 1 mi e 1 u i ( wd i = log 2 ( 1 mi) ( 1 u ) i ). O escore total de um determinado par é obtido a partir da soma dos fatores de ponderação atribuídos após a comparação de cada campo avaliado. Como mi é geralmente maior que u i, o fator de concordância contribui positivamente para o escore final, enquanto o fator de discordância contribui negativamente. Nem sempre é fácil a decisão acerca da concordância ou discordância entre dois campos de um determinado par. Conseqüentemente, muitas vezes é difícil escolher qual o fator de ponderação a ser atribuído como resultado da comparação de dois campos. Por exemplo, considere que o primeiro registro de um par em avaliação apresentasse a data de nascimento igual a 03/07/29, enquanto no segundo esta data fosse igual a 29/01/35. Estas datas são bem diferentes e não haveria nenhum problema em atribuir o fator de ponderação de discordância. Entretanto, que decisão deveria ser tomada no caso da data do segundo registro ser igual a 06/07/29? É verdade que estas datas não

49 47 são exatamente iguais, mas sem sombra de dúvida poderíamos considerar que elas concordam razoavelmente bem. Uma solução para este problema seria a atribuição do fator de ponderação de concordância, porém não de forma integral. Ou seja, atribui-se um valor que contribuirá positivamente para o escore final, porém esta contribuição será menor do que aquela que seria utilizada no caso da concordância ser exata. Resta, portanto, definir qual a discordância aceitável e que parcela do valor do fator de ponderação de concordância que deve ser empregada. Estas definições dependerão do tipo do campo avaliado e do algoritmo de comparação utilizado e certamente constituem uma área de investigação interessante a ser explorada. Os parâmetros para a construção dos fatores de ponderação e o valor mínimo aceitável para que o conteúdo de dois campos possam ser considerados concordantes, recebem as seguintes denominações no programa RecLink III: Par correto: Probabilidade do campo concordar entre os dois registros dado que se trata de um par verdadeiro (sensibilidade), m i ; Par incorreto: Probabilidade de o campo concordar entre dois registros dado que se trata de um par falso (1 - especificidade), u i ; Limiar aproximado: Valor a partir do qual se considera que houve concordância entre os dois registros (não é usado em comparações exatas). Existem diferentes técnicas estatísticas que podem ser empregadas para que se possa estimar os valores dos parâmetros de par correto ( m i ) e par incorreto ( u i ). Não existe consenso entre os autores sobre o melhor método a ser empregado e todas estas técnicas apresentam certo grau de complexidade. A alternativa utilizada nas versões anteriores era partir de valores previamente conhecidos pelo pesquisador. Na tabela

50 48 abaixo apresentamos alguns valores que foram por nós estimados para o relacionamento de arquivos de dados de Autorização de Internações Hospitalares e bases de mortalidade. Campo Algoritmo Sensibilidade m i 1- especificidade u i Proporção mínima de concordância Nome Aproximado 92% 1% 85% Data de nascimento Caracter 90% 5% 65% Primeiro nome Aproximado 99% 2% 75% Último nome Aproximado 99% 3% 75% Iniciais do nome do meio Exato 89% 3% - Dia Diferença 91% 10% ± 2 Mês Diferença 94% 23% ± 2 Ano Diferença 92% 4% ± 2 Entretanto, a versão III do Reclink permite criar matrizes que estimam os parâmetros a serem utilizados com base nos bancos de dados utilizados, acionando-se a opção Gera matriz do menu Relaciona. Para a execução dessa opção é necessário ter-se criado anteriormente um arquivo de configuração de relacionamento, cujos parâmetros serão utilizados como uma semente para o cálculo dos parâmetros. O parâmetro m i considera a chave de blocagem (idealmente estimada com a chave mais restrita, já que a mesma aumenta a probabilidade de serem formados pares verdadeiros) enquanto o parâmetro u i não a considera. Em função da estimativa de u i, é necessário calcular uma fração amostral, caso contrário, o tempo gasto para estimar os parâmetros seria muito grande. A fração amostral precisa levar em consideração o tamanho do arquivo menor. Quanto maior o arquivo, menor a fração amostral. Para o cálculo dos parâmetros é necessário que a amostra não tenha nenhum valor de freqüência de pares igual a zero; caso isto ocorra, o programa sinaliza e solicita que uma fração amostral maior seja utilizada.

51 49 A rotina opera em duas etapas, gerando quatro arquivos, uma dupla para o parâmetro m i (passo1.blctrl e passo1.blmatriz) e outra para o parâmetro u i (passo1.ctrl e passo1.matriz). Os nomes dos arquivos, fora as extensões, serão os mesmos nomes do índice especificado na rotina Opções (na tela onde são entrados os campos para blocagem). A primeira etapa gera matriz para estimação do parâmetro u i ; caso não haja nenhum valor igual a zero nas freqüências dessa primeira etapa (ver acima), a segunda etapa gerará a matriz para estimação do parâmetro m i. A estimação dos parâmetros propriamente dita é feita na opção Calcula parâmetros, também no menu Relaciona. Esta opção apresenta uma série de valores de referência para a estimação dos parâmetros; recomenda-se a utilização dos valores padrão (default) sugeridos pelo programa. A única variável que necessita ser fornecida é o nome do arquivo de configuração, que deve ser o mesmo do passo anterior; a rotina não será executada sem a presença dos quatro arquivos de matriz. O cálculo dos parâmetros chama um programa externo (instalado juntamente com o RecLink 3), que implementa rotinas de estimação com base no algoritmo EM (Expectation-Maximisation), desenvolvidas por Junger (2006) 4. Ao final da operação da rotina, o programa pergunta ao usuário se deseja transferir os valores calculados diretamente para o arquivo de configuração; essa opção evita que o arquivo de configuração tenha que ser editado manualmente. Além disso, várias informações sobre o processo de estimação de parâmetros são apresentadas na janela de informação da rotina. Antes de se atribuir o fator de ponderação (concordância ou discordância) se faz necessário utilizar um algoritmo que vai comparar o conteúdo dos dois campos e vai retornar o quão semelhante eles o são. Dependendo da natureza do campo, deve-se

52 50 empregar diferentes tipos de algoritmos de comparação. O RecLink conta com os seguintes tipos de algoritmos de comparação: Aproximado: Faz comparação de seqüências de caractere com base num algoritmo determinado distância de Levenshtein, retornando valores entre 1 (correspondência total) e 0 (discordância total). É o algoritmo ideal para ser empregado para campos que guardam informações sobre nome Exato: Retorna 1 para pares exatos e 0 para discordância (deve ser reservado para campos com apenas um caractere e onde a ocorrência de erros é pequena) Caractere: Faz comparações de seqüências de dígitos (ignorando separadores) comparando pares de dígitos na mesma posição, retornando valores entre 1 (correspondência total) e 0 (discordância total). Pode ser empregado para campos que trazem a data completa. Diferença: Calcula a diferença entre dois campos, avaliados como números, considerando-os como par caso a diferença seja menor ou igual ao valor do parâmetro limiar aproximado. Pode ser empregado para comparação de campos com informação ano, mês, dia. TUTORIAL RELACIONA Para selecionar a rotina de padronização, no menu principal do programa aponte a opção Relaciona e clique. A seguir, se for a primeira vez que o procedimento for realizado para uma dada dupla de bancos, a opção Opções deve ser selecionada.

53 51 Opções: Clique em Opções, aparecerá uma tela com um breve assistente. configuração. Clicando em Próximo, aparecerá uma tela para selecionar um arquivo de

54 52 Para escolher o arquivo de configuração desejado ou para criar um novo, clique no botão à direita da área de entrada, aparecerá uma caixa de seleção de arquivos. Selecione a pasta passo1 e digite passo1 na área inferior da tela Nome do arquivo.

55 53 O arquivo criado ou selecionado aparecerá na tela. Clique em Próximo para selecionar os arquivos de referência e de comparação. O primeiro arquivo ( Arquivo de comparação ) terá todos os seus registros lidos, um a um; para cada conjunto de atributos de blocagem selecionados, serão examinados os possíveis pares dentro do bloco correspondente no segundo arquivo ( Arquivo de referência ). O arquivo de comparação deverá ser o maior, enquanto o de referência, o menor.

56 54 Mais uma vez, a entrada de nomes de arquivos é feita clicando no botão à direita da área de entrada; isto irá apresentar uma caixa de seleção de arquivos a partir da qual se pode escolher o arquivo desejado. Selecione o arquivo DOEXp.DBF como arquivo de referência e o arquivo SINANEXp.DBF como arquivo de comparação. Ambos já devem ter sido padronizados anteriormente.

57 55 Passaremos a seguir a informar os parâmetros de blocagem. Nessa versão, há uma tela específica para isso. Escreva em Nome do índice o nome desejado para a chave de blocagem. Esse índice não terá utilização pelo usuário, ele é usado em operações internas do programa. Por exemplo, blocos. Em Comparação, selecione os nomes dos campos que serão comparados com os do arquivo de referência, clicando no canto direito da área.

58 56 Para adicionar linhas, clique em adiciona. Os campos a serem comparados são PBLOCO, UBLOCO e SEXO. No Recklink II havia uma opção para selecionar a função desejada. Nesta versão, PBLOCO e UBLOCO já vem com um código de soundex. Proceda da mesma maneira para selecionar os campos do Arquivo de Referência, clicando do lado direito da área.

59 57 O próximo passo consiste na definição dos parâmetros de pareamento. Clicando em Próximo, aparecerá a seguinte tela: Para este exemplo iremos utilizar apenas dois campos para o pareamento, a saber: o nome completo e a data de nascimento. Vá para a área Comparação e clique no botão à direita desta área. Os campos do arquivo de referência serão apresentados. Selecione o campo NOME.

60 A seguir, vá para a área Referência e proceda da mesma forma. 58

61 59 Note que o nome do campo pode ser diferente, basta que apresentem o mesmo tipo de informação nos arquivos Referência e Comparação. A seguir clique em Compara. para definir o algoritmo de comparação como Aproximado e informe os valores para Correto (92), Incorreto (1) e Limiar (85), digitando diretamente ou fazendo uso das setas para cima e para baixo do lado

62 60 direito destes campos. Lembre que os valores de Correto e Incorreto são valores sementes que, posteriormente, serão substituídos pelos valores calculados com os dados do próprio banco. Clique no botão adicionar uma linha e entre com os parâmetros para o campo data de nascimento. O algoritmo será o Caractere e os valores serão: Correto (90), Incorreto (5) e Limiar (65). Lembrando que os valores de Correto e Incorreto são valores sementes que, posteriormente, serão substituídos pelos valores calculados com os dados do próprio banco. Neste ponto, a tela do programa deverá estar conforme se vê abaixo:

63 61 Ao clicar no botão Próximo, aparecerá uma tela que permite calcular os escores do relacionamento ou ignorar escores baixos. à tela anterior. Para calcular escores, clique em Calcula escores. Pressione OK para retornar

64 62 Para ignorar escores baixos, selecione ignora score baixo. O campo Score mínimo se acenderá e permitirá a seleção do valor abaixo do qual os escores serão ignorados. Neste exemplo, não utilizaremos essa função. Clicando em Próximo, aparecerá uma tela que indicará se houve algum problema na configuração. Na ausência de problemas, clique em Retorna para voltar à tela inicial. Com o arquivo de configuração criado você poderá ir direto para a o opção Executa, caso decida usar valores de parâmetros da literatura ou já tenha estimado os mesmos anteriormente. Caso contrário, vá para a opção Parâmetros. Matrizes: Clique em Gera matriz para gerar os arquivos que permitirão calcular os parâmetros para esse banco de dados.

65 63 Escolha, em Arquivo de configuração, o arquivo denominado passo1.cln. Automaticamente os campos Arquivo de comparação e Arquivo de referência serão preenchidos. A fração amostral precisa ser determinada em função do tamanho do banco de menor tamanho. Quanto maior o banco, menor poderá ser a fração amostral. Bancos muito grandes exigem um longo gasto de tempo se for escolhida uma fração amostral alta. Como o banco do exemplo é pequeno, usaremos uma fração amostral de 20%. Clique em Processa para gerar a matriz. Note que essa rotina opera em duas etapas; você verá a barra que indica o ponto em que o processamento se encontra se deslocar da esquerda até a direita, então retornar à esquerda e repetir o processo. Caso não se cumpra a condição de não haver nenhuma freqüência de pares igual a zero, o processamento será encerrado ao final da primeira etapa, e uma mensagem de erro irá informar o problema, solicitando que a fração amostral seja aumentada.

66 64 Atenção: Essa rotina do RecLink III não deve ser rodada juntamente com outros programas (ex. editores de texto, pacotes estatísticos), pois ela demanda muita memória. Portanto, lembre-se de fechar outros programas que porventura estejam abertos. Caso ainda assim haja uma interrupção no processo, apague os arquivos mdx da pasta. Ao final do processo, clique em Retorna para voltar à tela Relacionamento Gera matriz, onde deverá clicar novamente em Retorna. Você estará novamente no Menu Principal. Cálculo de parâmetros. Para fazer finalmente a estimativa de u i e m i clique na opção Parâmetros. A janela da rotina de cálculo de parâmetros traz uma série de variáveis já com valores padrão (default); o único valor que necessariamente deve ser especificado pelo usuário é

67 65 o nome do arquivo de configuração. No botão ao lado direito de Arquivo de configuração, selecione o arquivo passo1.cln. Os valores de entrada para o cálculo dos parâmetros serão brevemente descritos abaixo. No entanto, eles não devem ser modificados, à exceção das probabilidades de erro (rejeitar par e não rejeitar não par), que precisam ser consideradas de acordo com os bancos de dados utilizados. - Valor inicial para os m_i: um único valor para todas as probabilidades m i. Os valores são acessados tantas vezes quanto os números de campos. O algoritmo EM é tão robusto, que o valor entrado não é um problema. - Valor inicial para os u_i: um único valor para todas as probabilidades u i. Os valores são acessados tantas vezes quanto os números de campos. O algoritmo EM é tão robusto, que o valor entrado não é um problema. verdadeiro. - Valor inicial para o p: valor inicial para a probabilidade de ser um par

68 66 - Número máximo de iterações: é o número máximo de iterações (execuções repetidas) para o algoritmo EM. - Convergência relativa (epsilon): critério de convergência em valor absoluto do log-verossimilhança para o algoritmo EM. - Probabilidade de rejeitar par: probabilidade máxima do erro do tipo I, isto é, um par verdadeiro classificado como um não par. - Probabilidade de rejeitar não par: probabilidade máxima do erro do tipo II, i.e., um não par classificado como um par verdadeiro. Clique em Processa. Ao final do processamento, o programa irá perguntar se você deseja transferir os parâmetros calculados para o arquivo de configuração; se você clicar no botão Sim isso ocorrerá automaticamente. Caso contrário, é possível copiar as informações na área de texto à direita da tela para um editor de texto qualquer, como o Bloco de Notas (Notepad) do Windows e salvá-las para referência posterior.

69 67 A saída apresenta os seguintes resultados: Numero de iteracoes do algoritmo EM 5 Menor diferenca da log-verossimilhanca entre iteracoes Maior valor da funcao de log-verossimilhanca: Tempo de processamento (seg) 0.14 Parametros estimados Probabilidade m(i) do campo concordar dado que e' um par m(1) = m(2) = Probabilidade u(i) do campo concordar dado que e' um nao-par u(1) = e-005 u(2) = Probabilidade (p) de ser par Frequencia de concordancia (f) do campo i f(1) = 3 f(2) = 1325 Limiar inferior (na escala do escore): Limiar superior (na escala do escore): Pesos da concordancia A(i) [log(wi/ui)] A(1) = A(2) = Pesos da discordancia D(i) [log((1-mi)/(-ui))] D(1) = D(2) = Poder discriminante do campo P(i) [A(i)-D(i)] P(1) =

70 68 P(2) = Padroes, frequencias e escores observados Padrao: 1 frequencia: configuracao: 0 / 0 / score: Padrao: 2 frequencia: 237 configuracao: 0 / 1 / score: Padrao: 3 frequencia: 182 configuracao: 1 / 0 / score: Padrao: 4 frequencia: 427 configuracao: 1 / 1 / score: Nessa rotina os limiares são estimados tomando por base a metodologia proposta por Fellig & Sunter (1969) 5. Esses limiares poderiam ser usados para aceitar como pares os links com valores de escore maior ou igual ao valor do limiar superior, rejeitar os com valor menor ou igual ao limiar inferior e encaminhar para a revisão manual os links com valores intermediários de escore. O método proposto por Fellig & Sunter (1969) 5 tem como premissa a aplicação de algortimos exatos (do tipo tudo ou nada). Dessa forma, no exemplo acima, seriam apenas observados 4 valores de escores relacionados aos quatro padrões de frequência de escores possíveis de serem formados com dois campos sendo empregados para o relacionamento. Os padrões 1, 2, 3 e 4 descrevem as freqüências, as configurações e os escores entre as combinações de concordância entre os campos. O padrão 1 apresenta a freqüência de pares em que não houve concordância nem em campo nome nem em data de nascimento. Os padrões 2 e 3 apresentam as freqüências de pares em que houve concordância de um ou outro campo. O padrão 4 apresenta a freqüência de pares em que houve concordância em ambos os campos. No entanto, o Reclink aplica algoritmos mais sofisticados e, por meio do uso de uma função de penalização, atribui frações de pesos de concordância para campos que são considerados semelhantes, embora não iguais. Dessa forma, uma mesma configuração pode estar associada a mais de um valor de escore, devendo os valores limiares calculados por meio da metodologia proposta por Fellig & Sunter (1969), serem interpretados de forma relativa. Ou seja, eles podem orientar as faixas em que se espera encontrar os verdadeiros valores de limiar, que nessa versão do programa, devem ser

71 69 definidos empiricamente por meio da revisão manual dos links. Sugere-se que isso seja feito empregando-se uma base menor (ex apenas um ano da mortalidade) A lista de frequência de configurações e escores associados poderá ser utilizada para definir valores de escores de links, que por muito baixos, não devem ser incluídos no arquivo de links que será inspecionado na rotina Combina, economizando tempo na análise manual. Os pares que não concordaram em nenhum dos campos poderão ser sempre eliminados. Na nossa análise, eliminaremos pares com escores abaixo de -21. Para isso, retorne à tela Opções do menu Relaciona e selecione o arquivo de configuração do tutorial (passo1.cln). Você deverá ir clicando em Próximo, sem alterar as informações recuperadas automaticamente até aparecer a tela abaixo: Clique em Ignora score baixo. O campo Score mínimo se acenderá. Mova com a seta até -21. Note que o programa não aceita a digitação do sinal de negativo. Clique em Próximo. Em seguida, em Retorna para voltar ao Menu Principal.

72 70 ATENÇÃO: Quando calcular os escores, não esqueça de clicar em OK. Caso contrário, a janela ficará aberta e o programa não permitirá que você retorne ao Menu Principal. Se isso acontecer, clique em Voltar e feche a janela. Clique em Executa. A seguinte tela aparecerá: Clique no botão direito da área Arquivo de configuração para selecionar o arquivo criado. Clique na pasta passo1 e selecione o arquivo passo1.cln. Os arquivos de comparação e de referência aparecerão automaticamente.

73 71 Clicando em Processa, o processo de relacionamento irá começar. O processo poderá ser interrompido clicando no botão ( Para ) que aparecerá do lado direito da área de processamento. Ao final do processo, clique em Retorna. ATENÇÃO: Antes de o programa iniciar a operação de relacionamento, será criado um arquivo de índice baseado na expressão entrada. Caso já exista um índice, o programa irá perguntar se o usuário deseja reutilizá-lo. Apenas aceite esta opção caso tenha certeza absoluta de que o índice foi gerado para o mesmo arquivo e que este não sofreu nenhuma alteração desde então. Ao final do processo de relacionamento, será criado o arquivo PASSO1.DBF. Para visualizar a estrutura deste arquivo, clique na opção Principal da tela inicial e selecione a opção Tabela. Aparecerá uma tela Visualiza arquivo. Clique no botão à

74 72 direita e selecione dentro da pasta passo1, o arquivo PASSO1.DBF. Aumente a coluna SCORE mantendo a tecla esquerda do mouse apertada enquanto arrasta a linha lateral do campo SCORE. Este arquivo contém a posição (número do registro) do registro de comparação (COMPREC), a posição do registro que foi pareado a ele no arquivo de referência (REFREC), um campo que armazena o valor do escore gerado (SCORE) e um campo que servirá futuramente para marcar se os registros são ou não pares (MATCH), criado nesta versão. Inicialmente o campo MATCH vem com um traço, indicando que ainda não há informação a respeito de os registros serem ou não pares. Na rotina Combina, os registros serão classificados. É Possível ordenar o arquivo pelo registro de comparação, pelo registro de referência ou pelo score, clicando com o botão esquerdo do mouse no

75 73 botão direito do campo superior direito. Clique no botão Retorna para retornar ao menu principal.

76 74 CAPÍTULO 5: COMBINA A operação de combinação de arquivos permite que se crie um novo arquivo a partir de dois outros, com base no arquivo de relacionamento. Esta operação permite que o usuário selecione os campos em cada um dos arquivos de origem que deverão constar do arquivo final. Para cada par gerado no arquivo de relacionamento, a operação de combinação irá gerar um registro no arquivo de saída, contento os dados dos dois arquivos de entrada segundo a especificação do usuário. Para acessar a opção de combinar arquivos relacionados é necessário ter anteriormente executado a operação de relacionamento de registros. Caso em uma mesma seção de utilização do programa se faça o relacionamento e, posteriormente, se escolha a opção de combinar arquivos, o último arquivo de relacionamento usado será automaticamente escolhido. Se nenhum relacionamento foi rodado, o programa pedirá que se selecione um arquivo de definição de relacionamento para servir de base para a operação. A partir deste, os nomes dos arquivos de referência e comparação serão automaticamente selecionados; é necessário a seguir definir a estrutura e nome do novo arquivo que será gerado. Antes de iniciar o processo de combinação propriamente dito, há uma tela para a inspeção dos pares. Neste momento, é possível fazer a seleção manual ou automática dos pares. Os arquivos selecionados como pares falsos não serão incluídos no arquivo de saída. Os registros marcados terão uma luz acesa nas cores verde, amarela, vermelha ou cinza, nos casos de par, dúvida, não par ou ignorado, respectivamente. Quando são digitados scores mínimos e máximos para a formação de pares ou não pares, é possível fazer uma classificação automática, apertando o botão marca todas. Uma vez feita a inspeção, é necessário ir em Executa para gerar o arquivo combinado. A tela de execução da combinação apresenta um campo para o arquivo

77 75 de configuração de relacionamento, outro para o arquivo combinado e mais dois campos, identificados por Referência e Comparação. O nome para o arquivo que será gerado (arquivo combinado), terá que ser obrigatoriamente diferente dos arquivos de entrada. Além disso, se você escolher algum arquivo já existente, o programa irá pedir sua confirmação antes de gerar o novo arquivo, uma vez que o antigo será apagado neste caso. Diferente do Reclink II, os campos do arquivo combinado são gerados automaticamente e trazem indicação sobre qual dos arquivos de entrada pertencia o campo de origem. Após o preenchimento da tela de execução da combinação, é só clicar no botão Processa e o arquivo será gerado.

78 76 TUTORIAL COMBINA Para selecionar a rotina de combinação de arquivos, no menu principal do programa, selecione a opção Combina e clique em Inspeciona. A seguinte tela aparecerá:

79 77 Clique no botão ao lado de Config. do relacionamento, na parte superior da tela, e selecione o arquivo relacionado anteriormente passo1.cln. No Reclink II, era necessário entrar todas as variáveis que desejássemos incluir na estrutura do arquivo, no Reclink III, todas as variáveis já aparecem na tela automaticamente.

80 78 Os campos aparecem segundo a ordem de seus arquivos originais. Então, para facilitar a inspeção, é possível colocá-los na mesma ordem, utilizando as setas à esquerda das variáveis de referência e à direita das variáveis de comparação. Para deslocar o campo DO, do arquivo de comparação, basta selecionar o campo e clicar na seta para baixo. Assim, os nomes nos dois arquivos, ficarão na mesma direção. Do lado inferior direito aparece a palavra índice e ao lado, na caixa do menu drop-down está indicado SCORE. Trata-se do índice que ordena o arquivo segundo o escore (do menor para o maior). Para ativar esse índice aponte e clique na seta do meu drop-down e selecione o índice SCORE. Os registros aparecem em ordem crescente, de forma que o primeiro registro é o de escore mais baixo, enquanto o último é o de escore mais alto.

81 79 As setas selecionadas na tela acima servem para nos deslocarmos através dos pares ou dos registros de referência. Clicando na primeira seta, voltada para a esquerda, com uma barra, aparecerá o primeiro par (início), clicando na seta mais à direita, também com uma barra ao lado, aparecerá o último par (fim). As setas sem barra servem para percorrer os pares de um em um, para o início ou para o final do arquivo. O campo no meio em que aparece um número e setas para cima e para baixo, serve para indicar quantos registros você gostaria de saltar quando usa as setas sem barra (o valor default é um, ou seja, move-se de um em um como valor default, mas isso pode ser aumentado para dois em dois, cinco em cinco, etc.).

82 80 A área selecionada nos ajuda na inspeção. Para que apareçam os valores dos scores com suas respectivas freqüências, é necessário clicar em Score, Freq. ou em quaisquer dos campos abaixo dos mesmos. Aparecerá uma tela para confirmar, uma vez que o processo é demorado para arquivos grandes. Clicando em Sim a operação será confirmada e aparecerá a seguinte tela:

83 81 No campo Freq. (freqüência de escores), na parte direita da área selecionada, é possível observar como se distribuem os escores. Além disso, quando se clica em uma determinada freqüência, o programa move a tela de visualização para o primeiro registro daquela faixa. A partir da observação, é possível selecionar um escore mínimo para que o programa considere um par verdadeiro, no campo Score par mín., e um escore máximo para que o programa considere um não par, no campo Score n/par max.. Por exemplo, considerando todos por pares com escore maior que 10 com verdadeiros e com escore menor que -3 com não par, clicamos em Marca todos.

84 82 Os pares que antes estavam pré-categorizados como Ignorado, passam a ser categorizados como Par, se apresentarem scores maiores que 10, Não par, se apresentarem scores menores que -3 e como Dúvida, se apresentarem scores intermediários. Também é possível selecionar manualmente um para como Dúvida. Ao final do processo, aperte OK. Como é a primeira vez que vamos rodar o programa com os campos e valores de pesos selecionados fica difícil definir um valor mínimo de escore a ser incluído. Apesar do módulo de estimativa sugerir valores de limiares, esse é baseado na metodologia proposta por Felig, que somente atribui o peso total de concordância (quando o algoritmo indica que concorda completamente) ou o peso total de discordância (quando o algoritmo indica que não concorda competamente). No programa RecLink, empregam-se algoritmos que permitem a concordância parcial entre campos, penalizando, entretanto, o valor final do peso de concordância (ao invés de valer 100%,

85 83 vale 99%, 98% até o valor mínimo de limiar de concordância, no caso do nome, nesse exemplo, 85%). Então, uma mesma configuração de link (concorda no nome e na data de nascimento, por exemplo) pode ter mais de um valor de escore. A rotina para cálculo de limiaes hoje presente no software apenas orienta possíveis faixas de valores, mas a definição desses limiares deve ser ainda feita de forma empírica. Entretanto, é importante ressaltar que os pares com o valor mínimo (todos os campos discordando) não devem nem ser incluídos no arquivo de combinação que será inspecionado (na opção de configuração do relacionamento escolhe-se um valor mínimo para ser carregado para o arquivo de inspeção). Em outras palavras, em situações reais devemos selecionar um valor mínimo de escore a ser incluído, caso contrário será gerado um arquivo com um número excessivo de registros com escores muito baixos, apresentando, portanto, uma baixa probabilidade de se tratarem de pares verdadeiros. Após a inspeção, clique em executa para gerar o arquivo combinado. A seguinte tela aparecerá:

86 84 Selecione o Arquivo de configuração de relacionamento na pasta passo1, o arquivo passo1 gerado no relacionamento dos bancos. Crie um arquivo combinado (de pares), por exemplo, parpasso1, que irá conter todos os campos dos arquivos originais. Crie um novo arquivo de comparação e um novo arquivo de referência, nomeando-os respectivamente, SINANEXp2.dbf e DOEXp2.dbf (eles serão usados no passo 2 e devem ser gravados na pasta do passo correspondente). Clique em Processa. Quando o processamento estiver completo, clique em retorna para voltar ao Menu Principal. Para visualizar o que foi gerado, clique em Tabela, no menu Principal e selecione os arquivos desejados. No arquivo passo1, observe o campo MATCH. Os pares verdadeiros são marcados com um X, os não pares com uma exclamação (!) e os dúvida com uma interrogação (?).

87 85 Ao final será gerado um arquivo de combinação, com os pares verdadeiros (combp1.dbf), e os arquivos que comportarão os resquícios dos arquivos de origem que não formaram pares (SINANEXp2.dbf e DOEXp2.dbf). CAPÍTULO 6: ESTRATÉGIA DE MÚLTIPLOS PASSOS TUTORIAL MÚLTIPLOS PASSOS Para que se torne mais fácil inspecionar os arquivos de registros que não foram considerados pares, é possível combiná-los novamente, usando chaves de blocagem menos restritas (conforme tabela no capítulo 4: Relaciona). Para isso, os arquivos irão passar novamente pelo processo de relacionamento e combinação. Estaremos começando do passo 2, pois o passo 1 foi o procedimento já descrito nos tutoriais do relaciona e do combina. Os arquivos SINANEXp1.dbf e DOEXp1.dbf podem ser novamente combinados, usando chaves de blocagem menos restrita (conforme tabela no capítulo 4:

88 86 Relaciona). Para isso, irão passar novamente pelo processo de relacionamento e combinação. Para o relacionamento desses arquivos, crie como arquivo de combinação passo2, na pasta chamada passo2. Você pode copiar o arquivo passo1.cln, trocando o seu nome (no Windows) e depois editando-o no RecLink 3. Não se esqueça de gravá-lo no passo 2. Qualquer dúvida, consulte os tutoriais de relacionamento ou de combinação. Na configuração dos campos de blocagem, entrarão os campos PBLOCO e SEXO. O campo UBLOCO, que foi incluído no passo1 não entrará nesse passo. Coloque como nome do índice passo2.

89 87 Os campos de comparação serão os mesmos em todos os passos. Lembre-se de colocar o valor dos parâmetros calculado para os bancos que estão sendo utilizados. Quando as opções tiverem sido configuradas, conclua e abra a opção executa. Você irá selecionar o arquivo de configuração passo2 na pasta passo2 e os arquivos de comparação e referência, SINANEXp2.dbf e DOEXp2.dbf, aparecerão

90 88 automaticamente. Note que o número final do registro cai de 370 (no passo1) para 245 (no passo2), pois alguns registros já foram para o arquivo combinado. Uma vez terminado o relacionamento, inicie o processo de combinação. Uma vez terminado o relacionamento, inicie o processo de combinação. Proceda a inspeção conforme explicação no tutorial de combinação. Dessa vez, você poderá selecionar o escore mínimo para par em 9 e o máximo para não par em -3. Os valores atribuídos aqui são sugestões para o tutorial, mas eles devem ser atribuídos após uma análise dos pares.

91 89 Quando o exame tiver sido concluído, vá para o Executa. Selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo2, crie o arquivo de pares parpasso2, na pasta passo2 e os arquivos de comparação e de referência com os registro que não foram considerados pares, respectivamente SINANEXp3 e DOEXp3, na pasta passo3.

92 90 No próximo passo, iremos usar a chave de blocagem SOUNDEX (UBLOCO) + SEXO. Para isso, vá no Relaciona e crie o arquivo passo3 na pasta passo3. Selecione na pasta passo3 os arquivos de comparação e de referência, respectivamente SINANEXp3 e DOEXp3.

93 91 Na configuração dos campos de blocagem, entrarão os campos UBLOCO e SEXO. Coloque como nome do índice passo3. Uma vez que as opções estejam configuradas, selecione o arquivo de configuração passo3 no Executa. Observe que agora o número de registros caiu para 202.

94 92 Vá para o combina e selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo3. Mais uma vez, coloque como escore mínimo 9 e escore máximo -3.

95 93 Quando o exame tiver sido concluído, vai para o Executa. Selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo3, crie o arquivo de pares parpasso3, na pasta passo3 e os arquivos de comparação e de referência com os registro que não foram considerados pares, respectivamente SINANEXp4 e DOEXp4, na pasta passo4. No próximo passo, iremos usar a chave de blocagem SOUNDEX (UBLOCO) + SEXO. Para isso, vá no Relaciona e crie o arquivo passo3 na pasta passo3.

96 94 Selecione na pasta passo3 os arquivos de comparação e de referência, respectivamente SINANEXp3 e DOEXp3. Na configuração dos campos de blocagem, entrarão os campos UBLOCO e SEXO. Coloque como nome do índice passo3.

97 95 Uma vez que as opções estejam configuradas, selecione o arquivo de configuração passo3 no Executa. Observe que agora o número de registros caiu para 202.

98 96 Vá para o combina e selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo3. Mais uma vez, coloque como escore mínimo 9 e escore máximo -3. Quando o exame tiver sido concluído, vai para o Executa. Selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo3, crie o arquivo de pares parpasso3, na pasta passo3 e os arquivos de comparação e de referência com os registro que não foram considerados pares, respectivamente SINANEXp4 e DOEXp4, na pasta passo4.

99 97 No próximo passo, iremos usar a chave de blocagem SOUNDEX (UBLOCO) + SEXO. Para isso, vá no Relaciona e crie o arquivo passo3 na pasta passo3.

100 98 Selecione na pasta passo3 os arquivos de comparação e de referência, respectivamente SINANEXp3 e DOEXp3. Na configuração dos campos de blocagem, entrarão os campos UBLOCO e SEXO. Coloque como nome do índice passo3.

101 99 Uma vez que as opções estejam configuradas, selecione o arquivo de configuração passo3 no Executa. Observe que agora o número de registros caiu para 202. Vá para o combina e selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo3. Mais uma vez, coloque como escore mínimo 9 e escore máximo -3.

102 100 Quando o exame tiver sido concluído, vai para o Executa. Selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo3, crie o arquivo de pares parpasso3, na pasta passo3 e os arquivos de comparação e de referência com os registro que não foram considerados pares, respectivamente SINANEXp4 e DOEXp4, na pasta passo4.

103 101 No passo 4, iremos usar a chave de blocagem SOUNDEX (PBLOCO) + SOUNDEX (UBLOCO). Para isso, vá no Relaciona e crie o arquivo passo4 na pasta passo4.

104 102 Selecione na pasta passo4 os arquivos de comparação e de referência, respectivamente SINANEXp4 e DOEXp4. Na configuração dos campos de blocagem, entrarão os campos PBLOCO e UBLOCO. Coloque como nome do índice passo4.

105 103 Uma vez que as opções estejam configuradas, selecione o arquivo de configuração passo4 no Executa. Observe que agora o número de registros caiu para 200. Vá para o combina e selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo4. Como nesse momento, há muito poucos registros, o melhor e marcar manualmente os pares ou não. Vá inspecionando o registro e clicando em pares, não pares ou dúvida, conforme julgamento.

106 104 Quando o exame tiver sido concluído, vai para o Executa. Selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo4, crie o arquivo de pares parpasso4, na pasta passo4 e os arquivos de comparação e de referência com os registro que não foram considerados pares, respectivamente SINANEXp5 e DOEXp5, na pasta passo5.

107 105 No passo 5, iremos usar a chave de blocagem ANONASC + SEXO. Para isso, vá no Relaciona e crie o arquivo passo5 na pasta passo5. Selecione na pasta passo5 os arquivos de comparação e de referência, respectivamente SINANEXp5 e DOEXp5.

108 106 Na configuração dos campos de blocagem, entrarão os campos ANONASC e SEXO. Coloque como nome do índice passo5. Uma vez que as opções estejam configuradas, selecione o arquivo de configuração passo4 no Executa. Observe que agora o número de registros caiu para 198.

109 107 Vá para o combina e selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo5. Considere como não pares aquele que tiverem escore máximo de -6.

110 108 Quando o exame tiver sido concluído, vai para o Executa. Selecione o arquivo de configuração de relacionamento passo5, crie o arquivo de pares parpasso5, na pasta passo5 e os arquivos de comparação e de referência com os registro que não foram considerados pares, respectivamente SINANEXpfim e DOEXpfim, na pasta bancos.

111 109 CAPÍTULO 7: DUPLICIDADE O relacionamento interno de bases constitui um caso especial da técnica de linkage, que tem como objetivo a identificação de registros duplicados internamente em uma base de dados visando: (1) eliminar duplicações após escolha do registro mais adequado para permanecer na base; (2) eliminar duplicações após a atualização de um dos registros com informações presentes nos múltiplos registros duplicados; (3) criar um arquivo mestre com apenas uma ocorrência (registro) de cada indivíduo e adicionalmente criar um campo chave comum que é armazenado no arquivo mestre e nos arquivos de movimento, permitindo a recuperação de todos os dados de um indivíduo em um determinado período de tempo. Essa rotina dará como produto o arquivo mestre (com uma ocorrência de cada indvíduo) e o arquivo de entrada atualizado com um campo único que permite identificar as repetições no arquivo. No caso do objetivo ser eliminar duplicidades, o arquivo mestre poderá ser usado (ex. banco do SINAN). No caso de se querer recuperar as múltiplas ocorrências de um indivíduo para uma análise longitudinal de dados (base da AIH, com interesse em estudar múltiplas hopsitalizações de um mesmo indivíduo, o arquivo de entrada modificado poderá ser usado. TUTORIAL DUPLICIDADE Clique em Duplicidade e selecione Opções.

112 110 Aparecerá um breve assistente: Clique em Próximo. Em seguida, pressione na nova tela o botão ao lado de Arquivo de entrada e selecione, na pasta bancos, o arquivo SINANEXD.DBF.

113 111 Crie o arquivo mestre na mesma pasta ( bancos ) acrescentando o mestre ao nome do arquivo. Clicando em Próximo aparecerá uma tela que permite configurar o campo de blocagem. Selecione o campo Nome, clique em Processo e escolha Subdivide nome. Abrirã uma tela perguntando: Cria só os campos de blocagem (PBLOCO e UBLOCO)?. Escolha a opção Sim.

114 112 Acrescente uma linha e selecione Sexo, optando por cópia simples. Clicando em Próximo aparecerá uma tela para configuração dos arquivos de comparação. Iremos selecionar os campos NUMERO, NOME e DTNASC. Diferente da rotina de relacionamento, em que os arquivos já estão padronizados, essa rotina contém um algoritmo de padronização. Em Entrada, selecione o campo NUMERO,

115 113 em Saída, o mesmo nome da entrada aparecerá automaticamente. Caso opte por um nome diferente, é necessário editar. Neste campo especificamente, não é necessária a padronização. Então, clique duas vezes no campo Padroniza e escolha Cópia simples. No campo Compara, selecione Nenhum. Acrescente outra linha para incluir o campo Nome e faça o mesmo procedimento. Em Entrada, selecione o campo Nome, em Saída aparecerá automaticamente o mesmo nome do campo. Clique duas vezes no botão de Padroniza e selecione Nomes próprios. No campo Compara, selecione Aprox. e atribua os valores, 92 para correto, 1 para incorreto e 85 para limiar. Acrescente outra linha para o campo DTNASC. Em Padroniza, selecione Data. Se acenderá uma parte da tela que permite selecionar o tipo de data do arquivo de entrada. Selecione AAAAMMDD. No campo Compara, selecione Caracter. Atribua os valores 90 para correto, 5 para incorreto e 65 para limiar. Edite o campo de saída para DATANASC.

116 114 A próxima tela traz as exclusões de algumas preposições e pontuações como default, que podem ser alteradas, embora não seja indicado. É necessário dar um nome para Campo único e para Campo total. Nesta mesma tela, também é possível observar a distribuição dos scores, clicando em Calcula escores. A seguinte tela aparecerá:

117 115 No campo Score mínimo, você deverá escrever 9,6. Esse score foi estimado pelos autores por ser um score alto, ou seja, bastante específico. Os registros só são classificados como pares quando o score está acima deste valor. Desta forma, garantimos que os pares classificados tenham grandes chances de serem verdadeiros. Após clicar em Próximo aparecerá uma tela indicando se houve problemas na configuração. Não havendo problemas, clique em Retorna. No menu inicial, escolha Executa. Selecione o arquivo mestre criado SINANEXDmestre.dbf e o arquivo de atualização SINANEXD.DBF. Clique em Processa. Ao término do processamento, clique em Retorna.

118 116 Para visualizar o que foi criado, clique em Principal, na tela inicial, e selecione tabela. No ícone da pasta, selecione o arquivo inicial SINANEXD.dbf.

119 117 Para visualizar o campo único é necessário clicar ao lado direito da coluna e arrastar. Clique em Retorna e faça o mesmo procedimento para visualizar SINANEXDmestre.dbf. O campo único também foi criado no arquivo mestre e, além dele, um campo total. O cam-po total indica a quantidade de registros iguais que aparecem. Na tela acima, todos os primeiros registros aparecem duas vezes no banco, então o número total é 2. Os registros que aparecem uma só vez recebem o número 1.

120 118 CAPÍTULO 8: ASSOCIA A opção Associa equivale ao antigo Combina independentes do Reclink II, permite que arquivos que tenham campos unívocos em comum sejam unidos em um outro arquivo. No exemplo desse guia, pode ser útil, poderia ser usada para adicionar no arquivo original do SINAN (SINANEX.DBF) a informação sobre o número da DO, presente no arquivo de pares obtido, por exemplo, no primeiro passo (combp1.dbf). TUTORIAL ASSOCIA No menu principal, clique em Associa e escolha Opções : Aparecerá um breve tutorial:

121 119 Clique em próximo e escolha ou crie o arquivo de configuração. Neste tutorial, o arquivo de configuração desta rotina será chamado de associa. Clicando em Próximo, aparecerá uma tela para selecionar os dois arquivos a serem associados.

122 120 Clique na pasta ao lado de Arquivo A e selecione na pasta cursoreclink, a pasta bancos e escolha o banco SINANEXD. Em Arquivo B, faça o mesmo para selecionar o banco Copia_SINANEXD. Clicando em Próximo, aparecerá uma tela para a configuração dos camposchave dos dois arquivos. Escolha o campo NUMERO como chave para o arquivo

123 121 SINANEX.DBF e C-Numero para o outro. A seguir, vá para a próxima tela, clicando novamente em Próximo. Esta nova tela permitirá a seleção dos campos de cada arquivo original que serão incorporados ao arquivo que será criado, fruto da associação dos dois. Se desejar que todos os campos de um e/ou do outro arquivo migrem para o arquivo associado, clique em marca todos. Para desmarcar tudo é só clicar em limpa todos.

124 122 Nesse exemplo, selecione todos os campos para o arquivo SINANEX.DBF e apenas o campo R_DO do arquivo combp1.dbf. Após a seleção, clique em Próximo. A nova tela informará sobre possíveis problemas, caso não haja problemas, será visualizada a frase Configuração sem problemas.

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