A INTERNET NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR: ESTUDO DE TRÊS WEBSITES EDUCATIVOS PORTUGUESES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A INTERNET NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR: ESTUDO DE TRÊS WEBSITES EDUCATIVOS PORTUGUESES"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO A INTERNET NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR: ESTUDO DE TRÊS WEBSITES EDUCATIVOS PORTUGUESES DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO: ESPECIALIZAÇÃO EM COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA EDUCATIVAS ANA ISABEL PEIXOTO DE NEVES PINTO Vila Real, 2012

2 UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO A INTERNET NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR: ESTUDO DE TRÊS WEBSITES EDUCATIVOS PORTUGUESES DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO: ESPECIALIZAÇÃO EM COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA EDUCATIVAS ANA ISABEL PEIXOTO DE NEVES PINTO ORIENTADOR: PROFESSOR DOUTOR JOAQUIM JOSÉ JACINTO ESCOLA Vila Real, 2012

3 Esta dissertação é dedicada a todos aqueles que contribuíram directa ou indirectamente para o seu desenvolvimento e que apoiaram e possibilitaram a sua formulação. I

4 Agradecimentos Ao Professor Doutor Joaquim Escola, orientador desta dissertação, por toda a disponibilidade e por todo o trabalho de orientação. A todos os professores do mestrado pelo apoio e formação proporcionados. Aos colegas de mestrado pelo convívio e pela partilha de conhecimentos. dissertação. A todos os familiares e amigos que me apoiaram durante o desenvolvimento da II

5 Resumo Atendendo que as tecnologias fazem actualmente parte do know how do desenvolvimento humano, tornou-se cada vez mais premente introduzir o sua utilização o mais precoce possível. Tal, levou à criação de programas informáticos destinados a todas as idades incluindo a idade pré-escolar. Partindo do pressuposto de que a sua criação obedece a regras educacionais adequadas a estas faixas etárias, decidimos efectuar um estudo que visou avaliar três websites portugueses desenvolvidos para a educação pré-escolar: Júnior, Portal dos Catraios e Eu Sei!. Esta investigação teve como objectivos gerais analisar os três websites e verificar se obedecem aos requisitos de qualidade necessários para poderem ser utilizados no ensino de crianças do pré-escolar. Neste âmbito estabelecemos objectivos específicos para a investigação e verificação do cumprimento de: - Princípios de identificação de websites; - Princípios de uso de websites - Princípios de apresentação de informação e de propostas de actividade para b a aprendizagem através de websites; - Princípios para a colaboração de utilizadores em websites; - Princípios de comunicação em websites. Para a avaliação dos websites construímos uma grelha de observação baseada nos critérios já citados para alcançar os objectivos específicos que foram considerados fundamentais em diversos estudos documentais. Através deste estudo concluímos que os três websites cumprem muitos dos requisitos fundamentais para a construção de uma ferramenta tecnológica adequada à educação pré-escolar. Contudo, a existência de certos erros e lacunas impedem o seu reconhecimento enquanto instrumentos de eficácia total. III

6 Abstract Given that the technologies are currently part of the know how of the human development, it takes more and more imperious to insert its use as early as possible. This led to the creation of computer programmes designed for all ages, including preschool. Assuming that its creation obeys to the appropriate educational rules for these age groups, we decided to do a descriptive study that aimed to evaluate three portuguese websites developed for preschool education: Júnior, Portal dos Catraios and Eu Sei!. This research had as general goals to analyze these three websites and check if they obey to the necessary quality requirements in order to be used in teaching children of preschool. In this context we defined specific goals for the investigation and the websites evaluation: - Identification principles of the website; - Usability principles of the website; - Principles of presenting information and motion activity for learning of the b website; - Collaboration principles for users of the website; - Communication principles of the website. For the evaluation of the websites we built an observation table, based on the criteria previously mentioned, to achieve the specific goals that were considered fundamental to a diverse number of documental studies. Through this study we conclude that the three websites meet many of the fundamental requirements for the construction of an appropriate technological tool to preschool education. However, the existence of certain errors and gaps prevent its recognition as instruments of overall effectiveness. IV

7 Índice Introdução O desenvolvimento da aprendizagem da criança dos três aos seis anos Desenvolvimento cognitivo Desenvolvimento social e afectivo Desenvolvimento da linguagem oral e escrita Desenvolvimento motor A Internet Breve historial Funcionalidade Multimédia digital Medias estáticos e dinâmicos Interactividade A Internet e a sociedade A apropriação do computador e da Internet pela comunidade educativa A Internet no ensino em Portugal A relação das crianças com o computador A integração do computador na prática lectiva do educador A aprendizagem através da Internet Tipos de websites educacionais Benefícios do uso da Internet na educação Modelo construtivista ao serviço da educação com computadores Os websites educativos para o pré-escolar em Portugal Princípios fundamentais para a avaliação de websites educativos para o pré-escolar Princípios fundamentais para a identificação de websites Princípios fundametais para o uso de websites Princípios fundamentais para a apresentação de informação e de propostas de actividade para a aprendizagem através de websites Princípios fundamentais para a colaboração de utilizadores de websites Princípios fundamentais para a comunicação em websites Metodologia Problemática Objectivos Procedimento metodológico Processo de construção dos instrumentos de avaliação Validação do instrumento de avaliação Análise de dados Avaliação de três websites educativos portugueses para o pré-escolar Júnior V

8 Identificação do website Uso do website Apresentação de informação e propostas de actividades para a aprendizagem através do website Colaboração de utilizadores do website Comunicação no website Portal dos Catraios Identificação do website Uso do website Apresentação de informação e de propostas de actividade para a aprendizagem através do website Colaboração dos utilizadores do website Comunicação no website Eu Sei! Identificação do website Uso do website Apresentação da informação e de propostas de actividade para a aprendizagem através do website Colaboração de utilizadores do website Comunicação no website Apresentação e análise estatística dos resultados obtidos na avaliação dos websites educativos para o pré-escolar Conclusão Análise reflexiva sobre os websites educativos para o pré-escolar Análise dos critérios de identificação dos websites Análise dos critérios de uso dos websites Análise dos critérios de apresentação da informação e de propostas de actividade para a aprendizagem através dos websites Análise dos critérios de colaboração de utilizadores dos websites Análise dos critérios de comunicação nos websites Análise global dos critérios dos websites Bibliografia Anexo 1: Grelha de avaliação de websites educativos Anexo 2: Grelha de avaliação dos três websites educativos VI

9 Índice de figuras Figura 1: Página inicial do Júnior Figura 2: Menu da página "Jardim" Figura 3: Menu da página "Jardim" com o seu logótipo situado à direita Figura 4: Página "Animais" (acedido através do menu do "Jardim") com os restantes itens do menu do "Jardim" no topo Figura 5: Página "Pré-escolar 3/4 anos" (acedido através do menu "Escolinha") com os restantes itens do menu da "Escolinha" à direita Figura 6: Menu da página "Escolinha" Figura 7: "Jogo das Letras": o tipo de letra utilizado não é adequado para uma boa legibilidade Figura 8: Página inicial do Portal dos Catraios com o logótipo no canto superior esquerdo Figura 9: Página inicial do Portal dos Catraios com o menu Figura 10: Página "Miúdos" com o título "Cantinho dos Miúdos" à esquerda, por baixo do logótipo do website, e outro título designado "Crianças dos 2 aos 12 anos" destacado no centro do ecrã Figura 11: Página "Catálogo Infantil" com o título à esquerda, por baixo do logótipo do website Figura 12: Página "Professores" com o título à esquerda por baixo do logótipo do website Figura 13: Página "Jardim dos Catraios" com um submenu à esquerda, com itens reconhecidos apenas pela ilustração e outro centrado em grande plano, onde a identificação dos itens é feita mediante texto e imagem Figura 14: Ícones de apoio à navegação Figura 15: Motor de pesquisa interno destinado à procura de conteúdos do site em geral Figura 16: Motor de pesquisa interno da página "Aprender Jogando" destinado à busca de propostas relacionadas com esse espaço em particular VII

10 Figura 17: Ícones destinados a diferentes finalidades Figura 18: Actividades da página "Aprender Jogando", cada qual apetrechada com o respectivo título, ilustração, área de conteúdo e descrição sucinta Figura 19: "Puzzle de Números e Vogais" Figura 20: Página "Aprender Jogando" com as opções "Anterior", "Topo" e "Seguinte" na sua base Figura 21: Espaço "Sala de Recursos: Materiais de Apoio" com indicação do trajecto percorrido Figura 22: Página "Cantinho dos Miúdos" com "Símbolo de Acessibilidade na Web" no canto inferior esquerdo Figura 23: Página "Jardim dos Catraios" onde se observa um inadequado contraste entre a cor de fundo e a cor das letras Figura 24: Página inicial do Eu Sei! com as hiperligações a cada um dos três níveis de ensino ("Jardim de Infância", "1º Ciclo " e "2º Ciclo") e com o logótipo Figura 25: Hiperligção à página inicial no canto inferior direito Figura 26: Página inicial de "Jardim de Infância" com menu Figura 27: Menu da página "Jogar e aprender" com a imagem de uma seta na base, que permite aceder à página seguinte Figura 28: Menu da página "Ouvir Histórias" com o título de cada história acompanhado de uma imagem que difere consoante o seu género Figura 29: Página "Jogar e Aprender" contém no topo (por baixo do título) a imagem repetida da criança que representa essa hiperligação no menu à esquerda. Quando o usuário clica sobre essa gravura ouve as instruções dessa página Figura 30: Actividade "Higiene" da área "Pintar" com a gravura de um pato com um ponto de interrogação no canto superior esquerdo, destinado ao acesso de instruções Figura 31: Puzzle "Vamos lavar os dentes!": Contém no topo uma introdução à actividade e dispõe ao redor da palavra "Puzzle" o número de peças propostas Figura 32: Título da página "Jogar e aprender" e listagem de propostas Figura 33: Título da página "Ouvir Histórias" e título da proposta seleccionada ("A Carochinha") Figura 34: Puzzle "O Super Homem": À medida que se aproxima do centro a cor de fundo torna-se mais clara e, consequentemente, o texto é menos legível VIII

11 Figura 35: Jogo "Povos do Mundo": utilização de cores diferentes das do padrão utilizado como fundo, tornando os espaços com texto legíveis Figura 36: "Jogar e aprender": Utilização de imagens para identificar diferentes tipos de jogos Figura 37: "Colorir" - O resultado de coloração da imagem é ineficiente, visto que não preenche totalmente cada área seleccionada. Deste modo, isenta-se de beleza estética e, consequentemente, impede que a criança sinta gosto pelo produto final Figura 38: "Jogo do Galo" Indicação do vencedor IX

12 Índice de quadros Quadro nº 1: Distribuição das frequências da classificação dos critérios de identificação dos websites Quadro nº 2: Distribuição das frequências da classificação dos critérios de uso dos websites Quadro nº 3: Distribuição das frequências da classificação dos critérios de apresentação de informação e de propostas de actividade para a aprendizagem através dos websites Quadro nº 4: Distribuição das frequências de classificação dos critérios de colaboração de utilizadores dos websites Quadro nº 5: Distribuição das frequências de classificação dos critérios de comunicação nos websites Quadro nº 6: Distribuição das frequências da classificação total dos websites X

13 Lista de siglas ANMP - Associação Nacional de Municípios Portugueses ARPA - Advanced Research and Projects Agency ARPANET - Advanced Research and Projects Agency Network CAE Bragança - Centro da Área Educativa de Bragança CCTICESES - Centro de Competência TIC da Escola Superior de Educação de Santarém CERCIFAF - Cooperativa de Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas de Fafe CERN - Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire CITI - Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas CRIE - Computadores, Redes e Internet na Escola DGIDC - Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular DNS - Domain Name Server ERTE/PTE - Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas/ Plano Tecnológico da Educação ESEB - Escola Superior de Educação de Bragança ESES Escola Superior de Educação de Santarém FAQ - Frequently Asked Questions FCCN - Fundação para a Computação Científica Nacional FSE - Fundo Social Europeu FTP - File Transfer Protocol GEPE - Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação GIASE - Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo GIF - Graphics Interchange Format HTML - HyperText Markup Language HTTP - Hypertext Transfer Protocol IBM - International Business Machines IPB - Instituto Politécnico de Bragança IPETCCO - Investigation in Primary Education Teachers Confidence and Competence JPG - Joint Photographic Experts Group XI

14 LAN - Local Area Network NCSA - National Center for Supercomputing Applications NSF - National Science Foundation NSFNET - National Science Foundation Network PISA - Programme for International Student Assessment PLATO - Programmed Logic for Automated Teaching Operations POSI - Programa Operacional Sociedade da Informação PRODEP III - Programa Operacional da Educação PRP - Prevenção Rodoviária Portuguesa RCTS - Rede Ciência Tecnologia e Sociedade RDIS - Rede Digital Integrada de Serviços TCP/IP - Transmission Control Protocol/Internet Protocol TIC - Tecnologias da Informação e Comunicação UMIC - Unidade de Missão Inovação e Conhecimento URL - Uniform Resourse Locator WAIS - Wide Area Information Serve XII

15 Introdução Nas últimas décadas tem-se assistido a uma rápida e eficiente evolução das tecnologias da informação e da comunicação. Como tal, a educação não pôde ficar indiferente a este avanço, o que induziu à criação de programas informáticos nos diferentes níveis de ensino. A informática tornou-se, assim, um instrumento globalizante, cada vez mais imprescindível no desenvolvimento do raciocínio, da criatividade e da aprendizagem. Não podendo, assim, ser descurado no ensino pré-escolar. A Internet é um recurso que tem-se vindo a tornar cada vez mais acessível a grande parte da população. Nela enquadra-se um grande número de websites didácticos que podem ser aproveitados por pais e educadores de infância, para o desenvolvimento das crianças de diferentes faixas etárias. No entanto, para que tal procedimento seja eficaz, é importante que se saiba seleccionar os mais adequados. Tal implica um bom conhecimento relativamente a diferentes parâmetros dos quais se destacam: a estética visual (design), a estrutura (organização, layout), a interactividade e os conteúdos. A conjugação destes factores permite a construção de programas educativos apelativos, de destreza funcional e promotores de aprendizagens, tal como mencionam Chiasson e Gutwin (2005: SP): Any successful product will need to be adapted to the particular needs of its users, including modes of communication, input methods, tasks and appearance. Partindo destes pressupostos desenvolvemos esta investigação que se debruçou sobre a avaliação de três websites portugueses: Júnior, Portal dos Catraios e Eu Sei!. Para fundamentar melhor o nosso estudo recorremos a uma pesquisa de conceitos bibliográficos que permitiram o desenvolvimento do corpo teórico ao qual aliámos a construção de um instrumento de avaliação prática sob a forma de grelha de observação que facilitou a avaliação dos três websites portugueses. Recolhida a informação sobre a construção dos websites educativos para o préescolar efectuámos uma análise reflexiva dos mesmos. O que nos despertou para este estudo foi perceber se os recursos informáticos disponíveis para as crianças do pré-escolar reuniam os requisitos fundamentais a um frutífero desenvolvimento das crianças em diferentes níveis. 1

16 Como o campo de estudo é vasto, e para que pudéssemos diminuir a dispersão estruturámos o trabalho dividido em capítulos e procurámos expor os assuntos de maneira a permitir uma leitura e compreensão acessíveis. Neste sentido, começámos por abordar numa perspectiva teórica o desenvolvimento da aprendizagem da criança dos três aos seis anos, a Internet, a Internet e a educação, a aprendizagem através da Internet, os critérios de avaliação de websites educativos para o pré-escolar. Seguidamente, efectuámos a avaliação dos três websites portugueses Júnior, Portal dos Catraios e Eu Sei! e procedemos à sua análise reflexiva. Finalmente, tecemos as considerações finais na conclusão. 2

17 1. O desenvolvimento da aprendizagem da criança dos três aos seis anos De acordo com diversos autores (Sprinthall e Sprinthall, 1993) as crianças desenvolvem-se através da experiência resultante do contacto com o meio, bem como da sua natural maturação fisiológica. Esta dicotomia, fatalmente ligada à motivação que a criança tem para aprender, tanto pode estimular o seu encorajamento para fazer algo, como causar constrangimentos. Ao percepcionar o que sucede, após determinado comportamento, alcança um novo passo no seu desenvolvimento. Assim, o resultado emerge de diferentes tentativas, até encontrar aquela que responde de forma mais eficaz ao objectivo a atingir. Por seu lado, a maturação fisiológica vai permitir-lhe, também, aprimorar todas as habilidades ocorridas a partir das experiências facilitadas pelo meio. Para que a criança adquira certas atitudes, é fundamental que tenha desenvolvido algumas capacidades, neurológicas, sensoriais e motoras. Existem diferentes formas de explicar o processamento da aprendizagem das crianças. De entre elas, a abordagem comportamental enquadra essa aprendizagem por via do condicionamento clássico e operante. No condicionamento clássico, a aprendizagem, resulta da reacção automática a um determinado estímulo que anteriormente não exercia qualquer influência. No condicionamento operante aprende a fornecer uma resposta com o intuito de conquistar algum efeito. Os recém-nascidos desenvolvem, facilmente, aprendizagens segundo este processo através do encorajamento (Papália, Olds e Feldman, 2001). A brincadeira é uma das actividades primordiais para a aprendizagem das crianças. A partir delas estimulam os sentidos, aprendem a utilizar os músculos, fazem associações entre as suas atitudes e aquilo que observam, estabelecem o controlo das suas acções, agem em descoberta do seu mundo e de si mesmas, adquirem novas competências, desenvolvem a linguagem, experimentam diferentes papéis sociais e aprendem a lidar com emoções complexas ao simularem as suas representações da realidade (idem). 3

18 1.1. Desenvolvimento cognitivo Papália, Olds e Feldman (2001: 195) mencionam seis parâmetros que o ambiente familiar deve proporcionar a nível da concretização do desenvolvimento cognitivo e psicossocial. Estes mecanismos precursores desenvolvimentais são: o encorajamento para explorar o ambiente, a orientação em competências cognitivas e sociais básicas, tais como nomear, sequenciar, classificar e comparar, o reforço de novas realizações, a supervisão na prática e expansão de novas capacidades, a protecção de punição inadequada de arreliar ou de desaprovar erros ou consequências não intencionais da exploração e experimentação de competências novas e a estimulação da linguagem e outra comunicação simbólica. As pessoas que rodeiam as crianças, têm um importante papel durante o seu crescimento. A forma como lidam com elas pode contribuir para melhorar a sua investigação e integração no espaço e auxiliar na obtenção de domínio sobre o mesmo. A ausência deste cuidado pode criar alguns atrasos no desenvolvimento. Piaget (in Papália, Olds e Feldman, 2001; Sprinthall e Sprinthall, 1993) denominou de estádio pré-operatório o período de desenvolvimento que decorre desde os dois aos sete anos. Neste surge a capacidade de fazer representações mentais à qual atribui significado. Esta, pode ser constatada através da imitação diferida (que consiste na repetição de uma acção observada anteriormente), do jogo simbólico (no qual um objecto passa a representar qualquer coisa que a criança deseje) e da linguagem. A brincadeira é um importante meio para a aprendizagem nestas idades. No fazde-conta as crianças incorporam diferentes papeis sociais, desenvolvem a sua autoestima, libertam as suas dúvidas, medos e angústias e enfrentam desafios e situações perigosas, escapando aos riscos a que se sujeitavam na vida real. Desse modo, aprendem a controlar os seus impulsos. São, também, uma forma de escapar às pressões a nível de maturação exigidas por muitos adultos (Brazelton e Sparrow, 2010). Os contos de fadas são um recurso muito apreciado pelas crianças entre os quatro e os seis anos. Através deles podem identificar-se facilmente com as suas personagens e com os conflitos a que são expostas. Estes permitem-lhes experienciar momentos de alegria, de tristeza, de medo, entre outros, que muitas histórias actuais não conseguem reflectir (idem). 4

19 Começa, igualmente, a desenvolver uma melhor compreensão das identidades, isto é, consegue reconhecer algo, mesmo que mude de forma, tamanho ou aparência. Adquire a noção de causa e efeito (que se aplica também em algumas situações sociais, notórias quando utiliza as palavras porque e por isso), a capacidade de fazer classificações (nomeadamente de cor, da forma e através da categorização de outras pessoas), comparações (nomeadamente de tamanhos e de quantidades) e de compreender conceitos numéricos básicos, como o princípio de 1-a-1 (nomeia um número para cada item que conta), o princípio da ordem-estável (conta ordeiramente), o princípio da ordem-irrelevante (conta a partir de qualquer item, mas a contagem será sempre a mesma), o princípio da cardinalidade (Sabe que o último número a ser utilizado é o correspondente ao total da contagem) e o princípio da abstracção (conta qualquer tipo de material) (Papália, Olds e Feldman, 2001: 314). Outras características nestas idades são a centração (não é capaz de pensar ao mesmo tempo em diferentes aspectos, centrando-se apenas num único), a irreversibilidade (não percebe que uma acção pode ocorrer em vários sentidos), a transdução (atribui uma relação causal entre um acontecimento que ocorre no mesmo momento que outro, quer faça sentido ou não) e o egocentrismo (situa-se na sua perspectiva, ou seja, considera as suas ideias como únicas e irrefutáveis) (idem) Desenvolvimento social e afectivo Tal como refere Delmine e Vermeulen (2001: 128) a criança do pré-escolar deseja estar com os outros, interessa-se pelo que os outros fazem, mas o seu comportamento é ainda pré-social. Nesta idade, há necessidade de companhia, mas o egocentrismo ( ) e a instabilidade do carácter constituem ainda entraves ao desenvolvimento da cooperação. Até aos quatro anos as crianças dedicam-se a praticar actividades individualmente ou de forma paralela, ou seja, encontram-se no mesmo espaço a realizar a mesma brincadeira, mas de um modo individual. A predisposição para brincar colaborativamente surge a partir desta mesma idade e culmina com o aumento das interacções e dos conflitos (idem). É frequente as crianças brincarem com outras do mesmo sexo (E. E. Mccoby, 1988, 1990, 1994, Ramsey & Lasquade, 1996, J. Snyder et 5

20 al 1996, cit. Papalia, Olds e Feldman, 2001), visto que existe uma divergência, em termos de gostos, interesses e estilos de brincadeira nestes níveis (Benenson, Apostoleris & Parnass, 1997, cit. Idem). Erikson (cit. Sprinthall e Sprinthall, 1993), caracteriza o período de vida entre os três e os seis anos através do estádio que denominou como iniciativa versus culpa. Durante esta fase a crianças descobre a sua identidade ao nível da sua sexualidade. Assim, identifica-se com os adultos do mesmo sexo e modela os seus comportamentos em função da observação que efectua sobre estes. Nesta altura os rapazes começam a interessar-se pelas mães e a estabelecer uma espécie de rivalidade com o pai, para obter a atenção da mãe só para si. O mesmo acontece com as raparigas de modo inverso. A punição dos adultos face a estas atitudes leva a criança a sentir-se culpada por ter exprimido os seus sentimentos. Este fenómeno, necessário à aprendizagem com vista à integração da criança no mundo e ao desenvolvimento da sua identidade de género e dos seus papéis sexuais, é igualmente, explicada, através da teoria da aprendizagem social. Esta considera que os modelos escolhidos para observação e imitação, podem ser qualquer pessoa sendo que, na maioria dos casos, a figura parental do mesmo sexo se torna na principal referência (Papalia, Olds e Feldman, 2001). Contudo, esta teoria tem vindo a ser contestada por alguns teóricos (Hethernington, 1965, Mussen & Rutherford, 1963, cit. idem) que afirmam que a personalidade das crianças não é mais parecida com a dos seus pais do que com outros adultos, nem a sua imitação se baseia apenas em modelos do mesmo sexo. Este tipo de imitação constitui, então, um importante marco no seu desenvolvimento, pois, a partir daí, começam a entrar no mundo dos adultos e a estabelecer padrões sociais. O elogio é de facto algo fundamental nestas idades e a falta deste pode levá-las a desanimarem ou a deixarem de dar valor àquilo que fazem. Este é um incentivo para a execução de qualquer trabalho, tornando-o sempre mais perfeito, pois se alguém acreditar nas suas capacidades, ela fará o mesmo e procurará aperfeiçoá-las ainda mais. 6

21 1.3. Desenvolvimento da linguagem oral e escrita A linguagem tem um importante papel no desenvolvimento das capacidades de interacção da criança, na medida em que lhe possibilita comunicar com os outros de forma cada vez mais complexa e perceptível. O aumento do seu vocabulário, permitelhe exprimir-se cada vez mais facilmente e de diferentes modos. Brazelton e Sparrow (2010) consideram o desenvolvimento linguístico como uma grande conquista e um importante passo para a sua interacção e influência sobre as pessoas. À medida que começa a dominar a linguagem, a construir frases e a utilizar um vocabulário cada vez mais sofisticado, começa sentir-se capaz de comunicar de forma cada vez mais perceptível. Estes motivos constituem reforços intrínsecos e extrínsecos para a sua aprendizagem. O Ministério da Educação (1997) refere que a educação pré-escolar deve alargar as aptidões linguísticas das crianças, tanto ao nível da sua compreensão como da sua produção. A linguagem é um processo que se desenvolve desde muito cedo e se vai aprimorando no decorrer do tempo. As crianças do pré-escolar encontram-se na fase inicial do desenvolvimento linguístico, motivo pelo qual a fomentação do diálogo com outros adultos e crianças se torna imprescindível nesta fase. Como já foi mencionado anteriormente, o egocentrismo é uma das características predominantes nos mais novos e pode observar-se na sua linguagem. Elas utilizam muitas vezes o monólogo colectivo, isto é, realizam conversas paralelas dentro de um grupo de pessoas. Deste modo, treinam a pronúncia de palavras sem necessitar de aguardar pela sua vez. É, nesta fase que a sua linguagem sofre um aumento significativo. Possuem um vocabulário relativamente rico, sendo capazes de compreender o significado de cada palavra, bem como de utilizar várias palavras. A comunicação com outras pessoas proporciona um aumento ainda mais acelerado a este nível. As histórias, as canções, os poemas, as lengalengas, entre muitos outros meios de exploração da sua língua, constituem métodos adequados para o seu desenvolvimento linguístico. A sua aprendizagem é, marcadamente, intuitiva. Adoram explorar sons e diferentes palavras, sem se preocuparem com o significado, por vezes, inconveniente de alguns tipos de palavras ou frases. Este tipo de aprendizagem leva as crianças a fazer 7

22 livres associações, fantasias e a atribuir significados únicos e ilógicos a quase tudo com que contactam directa ou indirectamente. Elas procuram descobrir a linguagem por si, independentemente da fidelidade dos resultados obtidos através dessa exploração (Sprinthall e Sprinthall, 1993). É importante frisar que As crianças do período pré-escolar fazem rápidos avanços no vocabulário, na gramática e na sintaxe, mas também demonstram sinais de imaturidade linguística. (Papalia, Olds e Feldman, 2001: 322). Numa fase inicial do desenvolvimento da linguagem oral, a criança presta mais atenção ao significado das palavras do que aos sons que a constituem. Só mais tarde começa a adquirir a consciência fonológica, ou seja, a compreender que as palavras são constituídas por sons que se podem isolar e manipular. Este desenvolvimento não depende apenas da simples maturação cognitiva e linguística da criança, pelo que a estimulação e a aprendizagem da leitura e da escrita têm um papel preponderante (Sim- Sim, 2006). Para se conseguir apoiar as crianças na aquisição e no aprimoramento da fala e da escrita é importante saber identificar os principais passos inerentes ao desenvolvimento linguístico. Rigolet (2006) descreve-o como um processo que se realiza de um modo sequencial, seguindo um ritmo que varia de criança para criança, e que necessita do apoio externo fornecido pelos adultos. No terceiro ano de vida, a criança utiliza, com maior frequência, substantivos. No entanto, em alguns casos, também se começa a detectar o emprego de verbos. Raramente menciona advérbios ou adjectivos. Aplica, também, muitas vezes, o artigo definido, principalmente do singular, a par dos pronomes (pessoais e possessivos) e das preposições que aparecem, igualmente, nesta altura. As suas frases atingem uma média de três palavras. Para conseguir enquadrar algumas palavras nas frases, menciona-as de forma incorrecta (ex: fazi). Tem, ainda, dificuldade em exprimir alguns fonemas, e em articular palavras compridas e com sons complexos. Deste modo, utiliza processos de simplificação como: a supressão (de alguns fonemas), a substituição (de um fonema difícil, por outro simples), a inversão (altera a ordem dos fonemas) e a assimilação (emprega exageradamente um fonema sobre os outros). É importante que os educadores incentivem as crianças, nestas idades, a substituir os infantilismos pelas palavras reais. 8

INTERNET -- NAVEGAÇÃO

INTERNET -- NAVEGAÇÃO Página 1 INTRODUÇÃO Parte 1 O que é a Internet? A Internet é uma rede mundial de computadores, englobando redes menores distribuídas por vários países, estados e cidades. Ao contrário do que muitos pensam,

Leia mais

CLC5 Formador: Vítor Dourado

CLC5 Formador: Vítor Dourado 1 A designação da Internet advém de Interconnected Network, ou seja, rede interligada. A Internet é uma gigantesca teia mundial de redes de computadores, em constante crescimento e evolução, oferecendo

Leia mais

É uma rede mundial de computadores ligados entre si. INTERNET

É uma rede mundial de computadores ligados entre si. INTERNET INTERNET O QUE É A INTERNET? O QUE É NECESSÁRIO PARA ACEDER À INTERNET? QUAL A DIFERENÇA ENTRE WEB E INTERNET? HISTÓRIA DA INTERNET SERVIÇOS BÁSICOS DA INTERNET 2 1 INTERCONNECTED NETWORK INTERNET A Internet

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Expressar curiosidade e desejo de saber; Reconhecer aspetos do mundo exterior mais próximo; Perceber a utilidade de usar os materiais do seu quotidiano;

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet

Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet Tecnologias da Informação e Comunicação UNIDADE 3 Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet Aula nº 2º Período Escola EB 2,3 de Taíde Ano lectivo 2009/2010 SUMÁRIO Introdução à Internet: história

Leia mais

Manual Internet. Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt

Manual Internet. Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt Manual Internet Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt Fevereiro de 2006 Índice Internet... 2 Correio electrónico... 2 Os endereços... 2 Lista de correio... 2 Grupos

Leia mais

T ecnologias de I informação de C omunicação

T ecnologias de I informação de C omunicação T ecnologias de I informação de C omunicação 9º ANO Prof. Sandrina Correia TIC Prof. Sandrina Correia 1 Objectivos Aferir sobre a finalidade da Internet Identificar os componentes necessários para aceder

Leia mais

Avaliação do valor educativo de um software de elaboração de partituras: um estudo de caso com o programa Finale no 1º ciclo

Avaliação do valor educativo de um software de elaboração de partituras: um estudo de caso com o programa Finale no 1º ciclo Aqui são apresentadas as conclusões finais deste estudo, as suas limitações, bem como algumas recomendações sobre o ensino/aprendizagem da Expressão/Educação Musical com o programa Finale. Estas recomendações

Leia mais

Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita

Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita I n t e r v e n ç ã o E d u c a t i v a O acompanhamento musical do canto e da dança permite enriquecer e diversificar a expressão musical. Este acompanhamento pode ser realizado pelas crianças, pelo educador

Leia mais

Conceitos Sistema da informação e comunicação N.º de Aulas

Conceitos Sistema da informação e comunicação N.º de Aulas PLANIFICAÇÃO AGRUPAMENTO ANUAL - DE TECNOLOGIAS ANO ESCOLAS LECTIVO DR. VIEIRA DE CARVALHO 9º ANO 2008/2009 DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Tecnologias 1º Período Conceitos Sistema da informação e comunicação

Leia mais

O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas,

O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas, O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas, pois este é um dos meios de socialização e da aquisição das primeiras competências

Leia mais

Internet. O que é a Internet?

Internet. O que é a Internet? O que é a Internet? É uma rede de redes de computadores, em escala mundial, que permite aos seus utilizadores partilharem e trocarem informação. A Internet surgiu em 1969 como uma rede de computadores

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO INTRODUÇÃO À INTERNET A Internet é a maior rede de computadores do Mundo, abrangendo praticamente todos os países; Escrevemos Internet com um «I» maiúsculo

Leia mais

Internet. A Grande Rede Mundial. Givanaldo Rocha givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha

Internet. A Grande Rede Mundial. Givanaldo Rocha givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha Internet A Grande Rede Mundial Givanaldo Rocha givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha O que é a Internet? InterNet International Network A Internet é uma rede mundial de

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Aula 23 http://www.ic.uff.br/~bianca/introinfo/ Aula 23-07/12/2007 1 Histórico da Internet Início dos anos 60 Um professor do MIT (J.C.R. Licklider) propõe a idéia de uma Rede

Leia mais

Internet e seus recursos

Internet e seus recursos O Portal dos Miúdos e Graúdos Instituto Politécnico de Bragança Escola Superior de Educação Internet e seus recursos Portal dos Catraios, 2002 Vitor Gonçalves Conceito Básico INTERNET é uma rede global

Leia mais

INFORMÁTICA PARA GESTÃO I Curso Superior de Gestão de Marketing

INFORMÁTICA PARA GESTÃO I Curso Superior de Gestão de Marketing INFORMÁTICA PARA GESTÃO I Curso Superior de Gestão de Marketing Docente (Teóricas): E-mail: vmnf@yahoo.com Web: http://www.vmnf.net/ipam Aula 10 Sumário A Internet: História, Serviços e Tipos de Ligação

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISICPLINAR - Informática ANO: 8º TICT2 ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/9

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISICPLINAR - Informática ANO: 8º TICT2 ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/9 ANO: 8º TICT2 ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/9 Módulo 1 Tecnologias da Informação e Comunicação 1.1 Conceitos Essenciais Conceitos Básicos o Informática o Tecnologias da Informação o Tecnologias da Informação

Leia mais

Internet. Definição. Arquitectura cliente servidor

Internet. Definição. Arquitectura cliente servidor Internet Definição A definição mais simples de Internet é que é a maior rede mundial de computadores. Do ponto de vista técnico, a Internet consiste numa rede composta por outras redes de computadores

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

Módulo I MOTORES DE BUSCA NA INTERNET

Módulo I MOTORES DE BUSCA NA INTERNET Módulo I MOTORES DE BUSCA NA INTERNET Introdução Pesquisa de Informação de carácter genérico Pesquisa de Informação em Bases de Dados Utilização de dicionários on-line Ferramentas de tradução on-line 1

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

internet http://www.uarte.mct.pt internet... abrir o programa... pag.. 6 ecrã do internet explorer... ligações... escrever um endereço de internet...

internet http://www.uarte.mct.pt internet... abrir o programa... pag.. 6 ecrã do internet explorer... ligações... escrever um endereço de internet... internet 1 http://www.uarte.mct. internet...... pag.. 2 abrir o programa...... pag.. 3 ecrã do internet explorer... pag.. 4 ligações...... pag.. 5 escrever um endereço de internet... pag.. 6 voltar à página

Leia mais

Planificação Curricular Pré-escolar

Planificação Curricular Pré-escolar PLANO ANUAL DE ATIVIDADES Ciclo/ Área/ Disciplina: Pré-escolar Ano Letivo 2012/2013 Área de Formação pessoal e Social Esboço Curricular para a Educação de Infância (segundo as Orientações Curriculares

Leia mais

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano Escola Básica do 2º e 3º Ciclos João Afonso de Aveiro Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Secção de Informática Planificação Anual (1.º Período) Ano lectivo 2010/2011 Tecnologias da Informação

Leia mais

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR INTRODUÇÃO ÍNDICE - Objectivos de Educação Pré-Escolar - Orientações Curriculares - Áreas de Conteúdo/Competências - Procedimentos de Avaliação - Direitos e Deveres dos Encarregados de Educação - Calendário

Leia mais

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns.

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Internet Internet ou Net É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Como Comunicam os computadores Os computadores comunicam entre si utilizando uma linguagem

Leia mais

Ferramentas como, por exemplo, linhas de conexão, formas automáticas, sombras pendentes, WordArt, etc.

Ferramentas como, por exemplo, linhas de conexão, formas automáticas, sombras pendentes, WordArt, etc. Ambiente de trabalho Ambiente de trabalho Porquê criar páginas web? A World Wide Web é a melhor forma das pessoas comunicarem umas com as outras. Nos dias de hoje, é importante poder comunicar com outras

Leia mais

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Unidade de Ensino/Aprendizagem Tecnologias da Informação e Comunicação Conceitos Introdutórios Conceitos

Leia mais

Internet. Professor: Francisco Silva

Internet. Professor: Francisco Silva Internet e Serviços Internet A Internet, ou apenas Net, é uma rede mundial de computadores ligados entre si através de linhas telefónicas comuns, linhas de comunicação privadas, satélites e outros serviços

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

Unidade 4 Concepção de WEBSITES. Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1.

Unidade 4 Concepção de WEBSITES. Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1. Unidade 4 Concepção de WEBSITES Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1. Sobre o conteúdo 1 Regras para um website eficaz sobre o conteúdo Um website é composto

Leia mais

Introdução à Internet

Introdução à Internet Internet Introdução à Internet A Internet é a maior rede de computadores do Mundo, abrangendo praticamente todos os países. Uma rede de computadores é um conjunto de dois ou mais computadores interligados,

Leia mais

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação.

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação. GLOSSÁRIO Este glossário contém termos e siglas utilizados para Internet. Este material foi compilado de trabalhos publicados por Plewe (1998), Enzer (2000) e outros manuais e referências localizadas na

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Metodologia

Leia mais

Introdução à Internet

Introdução à Internet Tecnologias de Informação e Comunicação Introdução Internet? Introdução 11-03-2007 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 2 Internet Introdução É uma rede global de computadores interligados que comunicam

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. * O leitor consente,

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Madalena. Projeto do Clube de Música. Ano Lectivo 2012-2013 1

Agrupamento de Escolas da Madalena. Projeto do Clube de Música. Ano Lectivo 2012-2013 1 Agrupamento de Escolas da Madalena Projeto do Clube de Música Ano Lectivo 2012-2013 1 Projectos a desenvolver/participar: Projetos Dinamizado por: 1º Concurso de Flauta Prof. Teresa Santos - Participação

Leia mais

USAR MÉTODOS ALTERNATIVOS E AUMENTATIVOS DA COMUNICAÇÃO

USAR MÉTODOS ALTERNATIVOS E AUMENTATIVOS DA COMUNICAÇÃO USAR MÉTODOS ALTERNATIVOS E AUMENTATIVOS DA COMUNICAÇÃO Nos últimos anos, numerosas equipas multidisciplinares têm dedicado esforços ao desenvolvimento de métodos e estratégias para:. aumentar a comunicação

Leia mais

OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche. Maria Teresa de Matos

OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche. Maria Teresa de Matos OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche Maria Teresa de Matos Projecto Pedagógico de Sala Creche Princípios Orientadores Projecto Pedagógico de Sala * Projecto Curricular

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Conceitos Gerais. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br

Introdução à Tecnologia Web. Conceitos Gerais. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br IntroduçãoàTecnologiaWeb ConceitosGerais ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ConceitosGerais Índice 1 História da Internet... 2 a) No Mundo...

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (5 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (5 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (5 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Conhecer diferentes termos espaciais (em pé, deitado, em cima, em baixo, à frente, atrás, dentro, fora ) Descrever itinerários diários (exemplos:

Leia mais

ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas

ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas Agrupamento de Escolas Nº 1 de Abrantes ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas ESCOLA: Dr. Solano de Abreu DISCIPLINA:TIC ANO: 1 ANO 2013/2014 CONTEÚDOS Conceitos básicos Informática

Leia mais

Associação Para o Desenvolvimento de Lagares

Associação Para o Desenvolvimento de Lagares Associação Para o Desenvolvimento de Lagares Projecto Pedagógico 2010 / 2011 Educadora: Lígia Moreira Sala dos amiguinhos A educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo da educação

Leia mais

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Desenvolvimento em Ambiente Web Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Internet A Internet é um conjunto de redes de computadores de domínio público interligadas pelo mundo inteiro, que tem

Leia mais

Casa do Povo de Óbidos - Creche e Jardim de Infância Ano lectivo de 2011/2012 1

Casa do Povo de Óbidos - Creche e Jardim de Infância Ano lectivo de 2011/2012 1 PROJECTO DE VALÊNCIA DE CRECHE Ano lectivo de 2011/2012 1 Índice 1-INTRODUÇÃO... 1 2-PRINCÍPIOS GERAIS E OBJECTIVOS PEDAGÓGICOS DA CRECHE... 2 3-ÁREAS DE CONTEÚDO... 4 3.1 - ÁREA DE FORMAÇÃO PESSOAL E

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft Excel 2010 Colecção: Software

Leia mais

24-05-2011. Web. Técnico de Organização de Eventos Módulo III Criação de Páginas Web. Técnico de Organização de Eventos

24-05-2011. Web. Técnico de Organização de Eventos Módulo III Criação de Páginas Web. Técnico de Organização de Eventos Sumário Tecnologias de Informação e Comunicação Introdução ao módulo III. Importância das Páginas Web. Conceitos básicos. Bases de funcionamento de um sistema WWW. Técnicas de implantação e regras básicas

Leia mais

Web. Web. Web. Web. Unidade 4. Conceitos básicosb. Publicação. Web: Frontpage Programa de animação gráfica. Programa de edição

Web. Web. Web. Web. Unidade 4. Conceitos básicosb. Publicação. Web: Frontpage Programa de animação gráfica. Programa de edição Criação de páginas p Unidade 4 UNIDADE 4: Criação de Páginas P Conceitos básicosb Técnicas de implantação de páginas p Criação de páginas p Programa de edição : Frontpage Programa de animação gráfica :

Leia mais

PÁGINAS WEB. António Ginja Carmo

PÁGINAS WEB. António Ginja Carmo PÁGINAS WEB António Ginja Carmo Índice 1 - Titulo 2 2 Enquadramento 2 3 - Descrição 3 4 - Objectivos 3 5 Público-Alvo 3 6 - Conteúdos 4 7 - Calendário das Actividades 5 8 - Estratégias Pedagógicas 8 9

Leia mais

ACÇÃO DE FORMAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DA ACÇÃO. Domínio de Formação. Área de Formação. Modalidade de Formação. Duração: (Número total de horas) 36

ACÇÃO DE FORMAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DA ACÇÃO. Domínio de Formação. Área de Formação. Modalidade de Formação. Duração: (Número total de horas) 36 Plano de Formação 2009 ACÇÃO DE FORMAÇÃO Competências em TIC : Curso A nível 1 CARACTERIZAÇÃO DA ACÇÃO Área de Formação Domínio de Formação Tecnologias de Informática e Comunicação Utilização e/ou Manutenção

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Internet

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Internet André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Internet Noções de Internet: O que é Internet; História da Internet; Recursos da Internet; Serviços não-web.

Leia mais

Informática Aplicada. Aula 3 Internet, Browser e E-mail. Professora: Cintia Caetano

Informática Aplicada. Aula 3 Internet, Browser e E-mail. Professora: Cintia Caetano Informática Aplicada Aula 3 Internet, Browser e E-mail Professora: Cintia Caetano SURGIMENTO DA INTERNET A rede mundial de computadores, ou Internet, surgiu em plena Guerra Fria, no final da década de

Leia mais

UNIDADE DIDÁCTICA 1. Tecnologias

UNIDADE DIDÁCTICA 1. Tecnologias AGR U P AM E N T O DE E SC OL AS DR. VIE IR A DE C AR VAL H O PLANIFICAÇÃO ANUAL - TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LECTIVO 2008/2009 9º ANO UNIDADE 1. Tecnologias da Informação e Comunicação

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Revelar curiosidade e desejo de saber; Explorar situações de descoberta e exploração do mundo físico; Compreender mundo exterior mais próximo e do

Leia mais

Guia de Websites para a Administração Pública

Guia de Websites para a Administração Pública Guia de Websites para a Administração Pública Portugal precisa de um desafio de exigência e de conhecimento que nos eleve aos níveis de competência e de produtividade dos países mais desenvolvidos, de

Leia mais

O que é brincar e como se diferencia das outras actividades?

O que é brincar e como se diferencia das outras actividades? i dos Pais Temas O Brincar Todas as crianças são únicas e diferentes das outras, sendo que as suas diferenças individuais parecem estar diretamente associadas com a sua maneira de brincar e a imaginação

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft PowerPoint 2010 Colecção: Software

Leia mais

3.º e 4.º Anos de Escolaridade Competências Conteúdos Sugestões metodológicas Articulações

3.º e 4.º Anos de Escolaridade Competências Conteúdos Sugestões metodológicas Articulações Introdução ao Ambiente de Trabalho 3.º e 4.º Anos de Escolaridade Distinguir hardware de software; Identificar os principais componentes físicos de um computador e as suas funções; Reconhecer os principais

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR 2015/2016

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR 2015/2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR 2015/2016 Critérios de Avaliação da Educação Pré-Escolar Página 1 Introdução O princípio consensualmente partilhado de que a avaliação é um elemento integrante e regulador

Leia mais

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 TÍTULO: Animatic - Marionetas Digitais Interactivas ORIENTADORES: Professor Doutor Aníbal Ferreira Professor Doutor Rui Torres ALUNO:

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação. Principais tipos de serviços da Internet

Tecnologias da Informação e Comunicação. Principais tipos de serviços da Internet Tecnologias da Informação e Comunicação Principais tipos de serviços da Internet Introdução à Internet Serviços básicos Word Wide Web (WWW) Correio electrónico (e-mail) Transferência de ficheiros (FTP)

Leia mais

Unidade de Ensino/Aprendizagem 1 - Tecnologias da Informação e Comunicação

Unidade de Ensino/Aprendizagem 1 - Tecnologias da Informação e Comunicação Unidade de Ensino/Aprendizagem 1 - Tecnologias da Informação e Comunicação 1.1. CONCEITOS INTRODUTÓRIOS Sugestões metodológicas / Situações de - O professor deverá proceder a uma avaliação diagnóstica

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática 1 Este é o seu teste de avaliação de frequência. Leia as perguntas com atenção antes de responder. Escreva as suas respostas nesta folha de teste, marcando um círculo em volta da opção ou opções que considere

Leia mais

Planificação Anual da disciplina de TIC 9ºANO

Planificação Anual da disciplina de TIC 9ºANO Planificação Anual da disciplina de TIC 9ºANO Conteúdos/Temas Competências Avaliação 1.1. Conceitos Introdutórios - Conhecer os conceitos básicos: Informação Informática Tecnologias da Informação e - Conhecer

Leia mais

INFormática. Paulo Coelho 2001/2002 pcoelho@di.estv.ipv.pt. Instituto Superior Politécnico de VISEU Escola Superior de Tecnologia

INFormática. Paulo Coelho 2001/2002 pcoelho@di.estv.ipv.pt. Instituto Superior Politécnico de VISEU Escola Superior de Tecnologia Paulo Coelho 2001/2002 pcoelho@di.estv.ipv.pt 1 2 3 4 software Transmission control Protocol/Internet Protocol 5, Routers 6 7 8 Domain Name System Traduz nomes para endereços IP 9 10 11 12 Nome do Domínio.com.edu.org.net.mil.biz.info.int

Leia mais

PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA

PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA ANO LETIVO 2015/ 2016 1 Índice Introdução... 3 Definindo Projeto Curricular de Jardim de Infância... 4 Projeto Curricular de Jardim de Infância MENINO DO MUNDO Intencionalidades...

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

UNIDADE 3: Internet. Navegação na Web utilizando um browser. Utilização de uma aplicação para Correio Electrónico

UNIDADE 3: Internet. Navegação na Web utilizando um browser. Utilização de uma aplicação para Correio Electrónico Navegação na Web utilizando um browser Utilização de uma aplicação para Correio Electrónico A Internet, ou apenas Net, é uma rede mundial de computadores ligados entre si através de linhas telefónicas

Leia mais

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO UNIDADE 3 Internet 1 CONTEÚDOS Evolução da Internet e da World Wide Web Principais serviços da Internet Funcionalidades de um browser Endereços da Internet Análise

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Noções Básicas de Informática Componentes de hardware Monitor : permite visualizar informação na forma de imagem ou vídeo; todo o trabalho desenvolvido com o computador pode ser

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR REGISTO DE OBSERVAÇÃO / AVALIAÇÃO Nome Data de Nascimento / / Jardim de Infância de Educadora de Infância AVALIAÇÃO

Leia mais

Manual PowerPoint 2000

Manual PowerPoint 2000 Manual PowerPoint 2000 Índice 1. INTRODUÇÃO 1 2. DIRECTRIZES PARA APRESENTAÇÕES DE DIAPOSITIVOS 1 3. ECRÃ INICIAL 2 4. TIPOS DE ESQUEMA 2 5. ÁREA DE TRABALHO 3 5.1. ALTERAR O ESQUEMA AUTOMÁTICO 4 6. MODOS

Leia mais

Manual de conteúdos da Aula Técnicas de Implantação

Manual de conteúdos da Aula Técnicas de Implantação Departamento de Inovação, Ciência e Tecnologia Licenciatura em Informática Ramo Educacional Ano Lectivo 2006/2007 Manual de conteúdos da Aula Técnicas de Implantação GRUPO 2 N.º Aluno Licenciatura Nome

Leia mais

18. (Ausência de resposta).

18. (Ausência de resposta). Na sua opinião, a sua formação inicial contemplou de forma adequada o desenvolvimento de competências profissionais na área das Expressões Artísticas? Respostas Categorias 1. (Ausência de resposta). 2.

Leia mais

Oficina de Multimédia B. ESEQ 12º i 2009/2010

Oficina de Multimédia B. ESEQ 12º i 2009/2010 Oficina de Multimédia B ESEQ 12º i 2009/2010 Conceitos gerais Multimédia Hipertexto Hipermédia Texto Tipografia Vídeo Áudio Animação Interface Interacção Multimédia: É uma tecnologia digital de comunicação,

Leia mais

Manual do Utilizador Aluno

Manual do Utilizador Aluno Manual do Utilizador Aluno Escola Virtual Morada: Rua da Restauração, 365 4099-023 Porto PORTUGAL Serviço de Apoio ao Cliente: Telefone: (+351) 707 50 52 02 Fax: (+351) 22 608 83 65 Serviço Comercial:

Leia mais

COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1. Oficina da Internet

COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1. Oficina da Internet COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1 Oficina da Internet Utilização Educativa da Internet Guião de iniciação à consulta e pesquisa de informação na Web Índice Introdução... 2 Alguns conceitos básicos...2

Leia mais

Redes - Internet. Sumário 26-09-2008. Aula 3,4 e 5 9º C 2008 09 24. } Estrutura baseada em camadas. } Endereços IP. } DNS -Domain Name System

Redes - Internet. Sumário 26-09-2008. Aula 3,4 e 5 9º C 2008 09 24. } Estrutura baseada em camadas. } Endereços IP. } DNS -Domain Name System Redes - Internet 9º C 2008 09 24 Sumário } Estrutura baseada em camadas } Endereços IP } DNS -Domain Name System } Serviços, os Servidores e os Clientes } Informação Distribuída } Principais Serviços da

Leia mais

Netiqueta (ou Netiquette)

Netiqueta (ou Netiquette) Netiqueta (ou Netiquette) Conjunto de atitudes e normas recomendadas (não impostas) para que todos os utilizadores possam comunicar através da Internet de um forma cordial e agradável. Evite a utilização

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho

Leia mais

NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS: intervir em rede

NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS: intervir em rede NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS: intervir em rede Algumas especificações técnicas 1 Bibliografia: REBELO, Manuel Ferreira Soares Textos de Apoio da Acção de Formação Internet e Word Web: Novos Espaços

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

0767 Internet - Navegação

0767 Internet - Navegação TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 0767 Internet - Navegação Noção de Internet Noção de Internet A Internet é uma rede mundial de computadores ligados entre si através de linhas telefónicas comuns,

Leia mais

Ajuda: Pesquisa Web na base de dados Digitarq

Ajuda: Pesquisa Web na base de dados Digitarq Ajuda: Pesquisa Web na base de dados Digitarq A pesquisa Web nos oferece duas principais possibilidades, a saber: 1) Pesquisa simples e 2) Pesquisa avançada 1) Pesquisa simples O interface da pesquisa

Leia mais

Desenvolvimento Cognitivo

Desenvolvimento Cognitivo Desenvolvimento Cognitivo Psicologia do Desenvolvimento Jean Piaget elaborou uma teoria do desenvolvimento a partir do estudo da inteligência da criança e do adolescente. A sua teoria permitiu que se acabasse

Leia mais

// Questões para estudo

// Questões para estudo // Questões para estudo 2 // Ferramentas Básicas de Internet e Web 2.0 1. Sobre a internet, marque a opção correta: A) A internet poder ser definida como uma rede mundial, composta por mihões e milhões

Leia mais

Plano de Promoção de Leitura no Agrupamento

Plano de Promoção de Leitura no Agrupamento AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO Plano de Promoção de Leitura no Agrupamento 1. Apresentação do plano 2. Objectivos gerais 3. Orientações 4. Objectivos específicos 5. Actividades 6. Avaliação 1

Leia mais

INTERNET. Professor: Leandro Crescencio E-mail: leandromc@inf.ufsm.br. http://www.inf.ufsm.br/~leandromc. Colégio Politécnico 1

INTERNET. Professor: Leandro Crescencio E-mail: leandromc@inf.ufsm.br. http://www.inf.ufsm.br/~leandromc. Colégio Politécnico 1 INTERNET Professor: Leandro Crescencio E-mail: leandromc@inf.ufsm.br http://www.inf.ufsm.br/~leandromc Colégio Politécnico 1 Internet Origem: Guerra Fria DARPA (Departamento de Defesa de Pesquisas Avançadas)

Leia mais

World Wide Web. Disciplina de Informática PEUS, 2006 - U.Porto. Disciplina de Informática, PEUS 2006 Universidade do Porto

World Wide Web. Disciplina de Informática PEUS, 2006 - U.Porto. Disciplina de Informática, PEUS 2006 Universidade do Porto World Wide Web Disciplina de Informática PEUS, 2006 - U.Porto Redes de Comunicação Nos anos 60 surgem as primeiras redes locais destinadas à partilha de recursos fisicamente próximos (discos, impressoras).

Leia mais

Capitulo VI. 6.1 Intervenção Precoce. 6.1.1 - Da teoria à prática

Capitulo VI. 6.1 Intervenção Precoce. 6.1.1 - Da teoria à prática Capitulo VI 6.1 Intervenção Precoce 6.1.1 - Da teoria à prática Análogo ao que vem deliberado no despacho conjunto n.º 891/99, a intervenção precoce é uma medida de apoio integrado, centrado na criança

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE A EQUIPA DO PTE 2009/2010 Índice 1. Entrar na plataforma Moodle 3 2. Editar o Perfil 3 3. Configurar disciplina 4 3.1. Alterar definições 4 3.2. Inscrever alunos

Leia mais

Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0. Tutorial HTML. versão 4.01

Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0. Tutorial HTML. versão 4.01 Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0 Tutorial HTML versão 4.01 K O M Σ D I Copyright by Editora Komedi, 2007 Dados para Catalogação Rimoli, Monica Alvarez Chaves,

Leia mais

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo.

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo. MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com URL: http://esganarel.home.sapo.pt GABINETE: 1G1 - A HORA DE ATENDIMENTO: SEG. E QUA. DAS 11H / 12H30 (MARCAÇÃO

Leia mais

CONTEÚDO ANUAL 2016 OBJETIVOS GERAIS:

CONTEÚDO ANUAL 2016 OBJETIVOS GERAIS: CONTEÚDO ANUAL 2016 SEGMENTO: Ensino Fundamental I SÉRIE: 1º ano OBJETIVOS GERAIS: Criar condições para o desenvolvimento integral das crianças, considerando as possibilidades de aprendizagem que apresentam,

Leia mais