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1 FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA MESTRADO EM DESIGN DE COMUNICAÇÃO E NOVOS MEDIA Design Visual e Credibilidade Percecionada na Web _ ANÁLISE EMPÍRICA DE WEBSITES DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR TIAGO MACHADO

2 People do judge books by their covers, Internet sites by their first pages, and buildings by their lobbies. _ LIDWELL ET AL. (2010)

3 What is beautiful is good. _ DION ET AL. (1972)

4 CAPITULO 1 Internet, websites e utilizadores CAPITULO 2 Design visual de websites CAPITULO 3 Credibilidade CAPITULO 4 Websites de universidades CAPITULO 5 Objetivos, hipóteses e método CAPITULO 6 Resultados

5 CAPITULO 1 Internet, websites e utilizadores

6 ACESSO À INTERNET EM ,40% Mundo 66,12% Portugal 4,8 horas/dia em desktop 2,1 horas/dia em mobile

7 As far as the costumer is concerned, the interface is the product. _ RASKIN (2000)

8 A deriva. _ DEBORD (1958)

9 CAPITULO 2 Design visual de websites

10 Design visual: aparência visual da interface do website, constituída por elementos e propriedades estruturais como a grelha/ composição, tipografia, imagem, cor, formas, padrões e estética.

11 Bom design: manipulação de forma informada, consciente e intencional dos elementos e propriedades visuais de uma interface, de acordo com os principios de design visual, resultando num website com aspeto profissional e adequado à organização que representa.

12 Efeito global sinérgico, ou gestalt: as pessoas apreendem algo não como um conjunto de características e atributos individuais, mas antes como um todo unificado num determinado contexto, em interação com o que o rodeia.

13 Princípios de organização visual (Gestalt): proximidade, semelhança, continuidade, fechamento, figura-fundo, área e simetria.

14 Princípios de design visual aplicados ao design de interfaces: organização e estrutura visual; elegância e simplicidade; escala, contraste e proporção; módulo e programa; imagem e representação; e estilo.

15 The alternative to good design is bad design, not no design at all. _ DOUGLAS MARTIN (MULLET E SANO, 1995)

16 CAPITULO 3 Credibilidade

17 Credibilidade: perceção subjetiva do utilizador, não é propriedade de uma fonte, objeto ou informação.

18 Fiabilidade Credibilidade Competência

19 Fiabilidade: honestidade e reputação; Competência: conhecimento, experiência e perícia;

20 4 tipos de credibilidade online: presumida: suposições pessoais; reputada: prestígio das fontes; adquirida: experiências continuadas; superficial: primeiras impressões.

21 AVALIAÇÃO DA CREDIBILIDADE ONLINE Baseada nas primeiras impressões, por vezes em apenas 50 milisegundos

22 CAPITULO 4 Websites de universidades

23 INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR Cultura de problematização Cultura de performance

24 Necessidade de diferenciação, num contexto global de competição pela captação de alunos, verbas e projetos de investigação.

25 INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR Mais de no mundo 181 em Portugal

26 A confiança e credibilidade de uma marca são estruturais para o processo de decisão: uma IES que se destaca pode cobrar valores mais altos e encorajar a lealdade dos seus alunos.

27 Investimento sem precendentes em campanhas de marketing para catapultar a marca internacionalmente e assegurar uma conotação de qualidade e prestígio.

28 PROCESSO DE PROCURA E DECISÃO 2 em cada 3 usaram a internet

29 Os websites são cada vez mais os primeiros pontos de contacto e é nestes que se formam as primeiras impressões relativamente à marca, fundamentalmente com base em aspectos visuais.

30 PROCESSO DE PROCURA E DECISÃO Um website com mau design ou aparência desadequada afasta os candidatos e retira credibilidade à marca

31 CAPITULO 5 Objetivos, hipóteses e método

32 OBJETIVOS Estudar a relação entre o design visual e a credibilidade percecionada de websites.

33 OBJETIVOS Identificar os elementos visuais que, de facto, influenciam a perceção de credibilidade superficial.

34 OBJETIVOS Verificar se existem diferenças nas avaliações do design visual e da credibilidade percecionada em função do perfil demográfico e das competências informáticas dos utilizadores.

35 HIPÓTESE 1 O design visual influencia a perceção de credibilidade dos websites.

36 HIPÓTESE 1A Websites com bom design visual são percecionados como mais credíveis do que websites com mau design visual.

37 HIPÓTESE 2 Utilizadores com maior literacia informática avaliam de forma mais coerente a credibilidade e o design visual dos websites do que os utilizadores com menor literacia informática.

38 HIPÓTESE 3 Utilizadores com formação em Arquitetura, Artes Plásticas e Design efetuam avaliações mais coerentes do design visual dos websites do que utilizadores com formação em outras áreas de estudo.

39 MÉTODO 2 Fases Inquéritos por questionário

40 FASE 1: AMOSTRA INICIAL DE WEBSITES = + 10 websites 5 com bom design visual 5 com mau design visual

41 ALFABETO E LÍNGUA DOS CONTEÚDOS Latino/romano Finlandês

42

43

44

45

46 PRÉ-TESTE COM ESPECIALISTAS Avaliação da qualidade visual dos websites 9 especialistas inquiridos

47 FASE 2: AMOSTRA FINAL DE WEBSITES = + 6 websites 3 com bom design visual 3 com mau design visual

48 TEMPO DE VISUALIZAÇÃO 3 segundos

49 PRÉ-TESTE COM ESPECIALISTAS Avaliação do design visual e credibilidade percecionada 26 especialistas inquiridos

50 TESTES COM UTILIZADORES Avaliação do design visual e credibilidade percecionada 106 utilizadores inquiridos

51 UTILIZADORES anos 39% homens, 61% mulheres 92,4% nacionalidade portuguesa 98,1% sem conhecimentos de finlandês

52 CAPITULO 6 Resultados

53 A - Design Visual A - Credibilidade Percecionada 3,90 3,96 C - Design Visual C - Credibilidade Percecionada 3,52 3,53 D - Design Visual D - Credibilidade Percecionada 3,66 3,

54 B - Design Visual 2,08 B - Credibilidade Percecionada 2,63 E - Design Visual 2,55 E - Credibilidade Percecionada 2,97 F - Design Visual F - Credibilidade Percecionada 2,80 3,

55 Conclusões

56 CONCLUSÕES Existe uma correlação forte entre o design visual e a credibilidade percecionada

57 CONCLUSÕES Páginas web com bom design visual são percecionadas como mais credíveis do que páginas com mau design

58 CONCLUSÕES Os elementos visuais que mais influenciam a avaliação da credibilidade são: organização e estrutura visual, imagética e cores e padrões

59 CONCLUSÕES Não foi possível constatar diferenças significativas nas avaliações entre diferentes grupos de utilizadores

60 CONCLUSÕES Primeiro estudo a procurar isolar a componente visual de um website, de modo a que a aferição de credibilidade se realize exclusivamente com base na aparência

61 CONCLUSÕES Primeiro estudo sobre a relação entre o design visual e a perceção de credibilidade aplicada a websites de IES

62 CONCLUSÕES Precursor na identificação das propriedades visuais que mais contribuem para a perceção de credibilidade superficial.

63 CONCLUSÕES Este estudo pode de certa forma revalidar o pressuposto de que o que é bonito é bom

64 IMPLICAÇÕES E LIMITAÇÕES Num estudo futuro poderão ser cruzados dados de natureza sociodemográfica, funcional e comportamental dos públicos com as categorias de elementos visuais que contribuem para a avaliação da credibilidade

65 IMPLICAÇÕES E LIMITAÇÕES Num estudo futuro poder-se-à recorrer a aparelhos de eye tracking que permitem registar a posição e movimento dos olhos, produzindo heat maps e gaze plots

66 IMPLICAÇÕES E LIMITAÇÕES Num estudo futuro poder-se-à comparar a perceção de credibilidade de websites em língua inglesa e noutra língua imperceptível para os inquiridos

67 BIBLIOGRAFIA Leitura, análise e cruzamento de dados de mais de 127 livros e artigos científicos.

68 Aarseth, E.J. (2005 [1997]). Alexa (2012). Allen, E. e Seaman, A. (2007). Angerilli, N. (2013). Alsudani, F. e Casey, M. (2009). Arnheim, R. (1954). Bart, Y. et al. (2005). Behrens, R.R. (1998). Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian (2009). Bolter, J.D. e Gromala, D. (2003). Bonacho, F. (2011). Bradley, S. (2014). Carifio, J. e Perla, R..J. (2007). Carter, R.F. e Greenberg, B.S. (1965). Castells, M. (2013). Centre for Science and Technology Studies (2012). Center for World-Class Universities of Shanghai Jiao Tong University (2012). Chang, D. et al. (2002). Choi, S.M. e Rifon, N.J. (2002). Cloran, R. e Irwin, B. (2005). Cohen et al. (2000). Cooper, A. et al. (2007). Cybermetrics Lab (2012). Debord, G.E. (1958). DeVellis, R.F. (2003). Dion, K. et al. (1972). Direção-Geral do Ensino Superior (2008). Dochterman, M.A. e Stamp, G.H. (2010). Ehlich, K. (2004). Eysenbach, G. (2008). Faul, F. et al. (2007). Fisher, R.A. (1925). Flanagin, A.J. e Metzger, M.J. (2007). Flanagin, A.J. e Metzger, M.J. (2008). Fogg, B.J. et al. (2002a). Fogg, B.J. et al. (2002b). Fogg, B.J. (2003a). Fogg, B.J. (2003b). Frascara, J. (2004). Gass, R.H. e Seiter, J.S. (2003). Gomes, L. et al. (2001). Gomes, L. e Murphy, J. (2003). Gosh, A.K. et al. (2001). Hemsley-Brown, J. e Goonawardana, S. (2007). Hill, M.M. e Hill, A. (2009). Hsiao, S. e Chou, J. (2006). Hu, Y. e Sundar, S.S. (2009). Iding, M. et al. (2006). Internet Live Stats (2014). Internet World Stats (2014). Jamieson, S. (2004). Kassarjian, H.H. (1977). Kensicki, L.J. (2003). Kepes, G. (1944). Kim, J. et al. (2003). Kline, R. B. (2005). Kolbe, R.H. e Burnett, M.S (1991). Lankes, R. D. (2008). Lavie, T. e Tractinsky, N. (2004). Liao, Q. e Fu, W. (2011). Lidwell, W. et al. (2010). Lindgaard, G. et al. (2006). Lipovetsky, G. e Serroy, J. (2010 [2007]). Lloyd, P.R. (2012). Lowry, P.B. et al. (2007). Lupton, E. (2004). Maeda, J. (2006). Manovich, L. (2001). McIntire, P. (2008). Metzger, M.J. (2007). Michailidou, E. et al. (2008). Miller, M.D. e Levine, T.R. (1996). Moggridge, B. (2007). Moszowicz, J. (2011). Mullet, K. e Sano, D. (1995). Nadin, M. (1988). Nelson, M.M. (2007). Nielsen, J. (1995). Norman, D.A. (2004). Norman, G. (2010). Olivares, M. e Wetzel, H. (2011). Olsen, M. e Peters, M.A. (2005). Papachristos, E. et al. (2006). Papachristos, E. e Avouris, N. (2011). Pestana, M.H. e Gageiro, J.N. (2005). Pinto, M. et al. (2007). Pinto, M. et al. (2009). Platão (ca a.c. [1945]). Princeton Survey Research Associates (2002). QS Intelligence Unit (2012). Ramakatane, M.G. (2003). Rand, P. (1985). Raskin, J. (2000). Robins, D. e Holmes, J. (2008). Razali, N.M. e Wah, Y.B. (2011). Robins, D. e Holmes, J. (2008). Robins, D. et al. (2010). Schuller, G. (2009). Seixas, A.M. (2001). Self, C.C. (1996). Shapiro, S.S. e Wilk, M.B. (1965). Siegel, S. (1957). Sillence, E. et al. (2005). Sillence, E. et al. (2006). Silva, C. et al. (2005). Sundar, S.S. (2008). Times Higher Education (2012). Tractinsky, N. (2014). Tseng, T. e Fogg, B.J. (1999). Universitas Indonesia (2012). Van Deursen, A.J.A.M. (2010). Van Dijck, P. (2003). Van Duyne, D.K. et al. (2003). Vinh, K. (2011). Wang, X. e Huang, W. (2009). Warnick, B. (2004). Watzman, S. (2002). We Are Social (2014). Wertheimer, M. (1938). Wertheimer, M. (1958). World Higher Education Database (2014). Wright, A. (2009). Wroblewski, L. (2003). Ye, Y. (2010). Yoo, S. e Jongdae, J. (2004). Zeldman, J. (2001).

69 FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA MESTRADO EM DESIGN DE COMUNICAÇÃO E NOVOS MEDIA O fim começo. Obrigado. TIAGO MACHADO

70 FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA MESTRADO EM DESIGN DE COMUNICAÇÃO E NOVOS MEDIA Design Visual e Credibilidade Percecionada na Web _ ANÁLISE EMPÍRICA DE WEBSITES DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR TIAGO MACHADO

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