ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO DE WEBSITES DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: o caso do sistema de bibliotecas da Universidade Federal de Alagoas 1

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DIRETÓRIO ACADÊMICO DE BIBLIOTECONOMIA XIV Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da informação Os novos campos da profissão da informação na contemporaneidade 16 a 22 de janeiro de 2011 ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO DE WEBSITES DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: o caso do sistema de bibliotecas da Universidade Federal de Alagoas 1 Zayr Cláudio Gomes da Silva Ronaldo Ferreira de Araújo RESUMO Aborda as características de organização e disseminação da informação em websites de Bibliotecas Universitárias. Analisa a Arquitetura de Informação do website do Sistema de Bibliotecas (SIBI) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) a partir de quatro elementos: a) sistema de organização; b) sistema de navegação; c) sistema de rotulagem; e d) sistema de busca. Para melhor compreensão e descrição dos quatro elementos utilizou-se a técnica de análise de conteúdo. Percebeu-se que o website não atende alguns critérios estabelecidos pelos elementos da Arquitetura de Informação de websites, como por exemplo: a identificação de links que não funcionam e a ausência de um sistema de busca. Reforça-se a importância da participação do profissional Bibliotecário na elaboração de websites, tendo em vista os conteúdos que geralmente fazem parte de sua formação como: os estudos de usos e usuários da informação; e os produtos e serviços de informação na era digital. Palavras-chave: Arquitetura de Informação de websites. Bibliotecas Universitárias. Sistema de Bibliotecas. 1 INTRODUÇÃO A Internet possibilita o acesso, a recuperação e a disponibilização de dados e informações de forma instantânea na web. Esta facilidade proporcionada pela web na qual as pessoas podem inserir diversos conteúdos (textos, imagens, gráficos, sons, vídeos etc.) no ambiente digital, gerando um crescimento exponencial do ambiente web. O volume de informação contida origina o que teóricos aventam como explosão da não-informação 1 Trabalho Cientifico de Comunicação (ORAL) apresentado ao GT 4 Tecnologias e Redes de Informação. Discente. Graduando em Biblioteconomia/UFAL. Docente do Curso de Biblioteconomia/UFAL. Mestre em Ciência da Informação (UFMG).

2 (informação desorganizada). Diante desse contexto surgiram estudos e instrumentos para auxiliar no tratamento da informação no ambiente digital, como a Arquitetura de Informação (AI) para web. O presente trabalho analisa a organização e disseminação da informação por meio da AI de websites no contexto das Bibliotecas Universitárias (BU). Foram considerados na análise os quatros elementos interdependentes da AI: a) Sistema de Organização; b) Sistema de Navegação; c) Sistema de Rotulagem; e d) Sistema de Busca. Tem-se como lócus de análise o website do Sistema de Bibliotecas (SIBI) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e os elementos foram verificados por meio da análise de conteúdo. A importância da pesquisa pode ser percebida tendo em vista que as informações disponibilizadas em websites devem estar organizadas para que as instituições atinjam seus objetivos, principalmente as unidades de informação que utilizam seus websites como meio de comunicação para o estreitamento entre unidade, profissionais e usuários. Além da acuidade desses portais para disseminação de seus produtos e serviços. Desse modo faz-se necessário a produção técnico-científica através de pesquisas que problematizem as características de organização e disseminação da informação na web das Bibliotecas Universitárias brasileiras, para que essas unidades atentem para prestação de serviços através da web, pois cada vez mais os usuários estão inseridos no mundo digital. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Teorias são redes, lançadas para capturar aquilo que denominamos o mundo' (Karl Popper). Tratam-se alguns fundamentos teóricos pertinentes ao nosso objeto de estudo (Arquitetura de Informação na web), objetivando esclarecimentos da temática abordada. Além de elencar conceitos e características de Bibliotecas Universitárias, discute a importância do website para essas unidades de informação. 2.1 Arquitetura de Informação de websites Diante do crescimento exponencial da web surgem diversas ferramentas que auxiliam na organização e disseminação da informação nos websites, intranets, sistemas de informação digital e softwares.

3 Na década de 70 Richard Saul Wurman um arquiteto e desenhista gráfico estadounidense cunhou o termo Information of Architecture, uma junção da arquitetura e da informação. Vale ressaltar que nesse tempo, ainda o autor apresentava a AI, pensando no gerenciamento da informação nas organizações. E com o passar dos tempos e a evolução digital passou a se discutir essa área focada na web. Para Camargo e Vidotti (2006, p. 106) a definição de AI cunhada por Wurman pode ser compreendida como uma estrutura ou mapa de informação que permite que as pessoas e/ou usuários encontrem seus caminhos pessoais para o conhecimento. Nesse sentido percebe-se uma base contextual em que foi apresentado o conceito de AI centrado no objetivo de auxiliar a organização da informação para uma recuperação eficiente e eficácia de modo que os usuários encontrem o que desejam. Para Silva & Dias (2008, p. 4) atender às necessidades de informação dos usuários é o grande objetivo da arquitetura da informação na web, através da organização da informação em websites, de forma que os usuários consigam encontrá-las e alcancem seus objetivos. O Institute of Information Architecture 2 (2010, Online) define a AI como a arte e a ciência de organizar e catalogar websites, intranets, comunidades online e software de modo que a usabilidade seja garantida. Esta profissão ocupar-se-ia de solucionar o que era complexo e de arrumar o tsunami de dados que rompe nas praias do mundo civilizado. (BUSTAMANTE, 2004, não paginado, grifo do autor). De acordo com Rosenfeld e Morville (2002 apud REIS, 2007b) são apresentados quatros sistemas interdependentes cada qual composto por suas devidas regras e próprias aplicações, unidos aos diversos elementos de interação dos usuários com o ambiente informacional virtual, objetivando que o arquiteto da informação desenvolva um bom trabalho na organização da informação na web. 2 Instituto de Arquitetura da Informação. Ver referência.

4 Quadro 2. Sistemas da Arquitetura de Informação na web SISTEMAS Sistema de Organização DEFINIÇÃO Define o agrupamento e a categorização de todo o conteúdo informacional. Sistema de Navegação Especifica as maneiras de navegar, de se mover pelo espaço informacional e hipertextual. Sistema de Rotulação Sistema de Busca Estabelece as formas de representação, de apresentação, da informação definindo signos para cada elemento informativo. Determina as perguntas que o usuário pode fazer e o conjunto de respostas que irá obter. Fonte: Adaptado de Rosenfeld e Morville (2002 apud REIS, 2007b, p. 71 e SILVA; DIAS, 2008). No Sistema de Organização, dois aspectos merecem destaques. O primeiro, o aumento da complexidade do sistema de organização devido às diversas perspectivas dos usuários, pois os arquitetos de informação precisam evitar as indossincrasias (ROSENFELD; MORVILLE, 2006 apud SILVA; DIAS, 2008). O outro, que o sistema de organização é o componente da arquitetura de informação que tem por função definir as regras de classificação e ordenação das informações [ ] que serão apresentadas os conteúdos oferecidos (ROSENFELD e MORVILLE, 2002 apud REIS, 2007b, p. 73). Tais aspectos trazem características de categorização das informações. Para Reis (2007b, p. 74) categorizar é agrupar entidades (objetos, idéias e ações, etc.) por semelhança. No Sistema de Navegação é agregado basicamente o que nós precisamos ao chegar num determinado ambiente a procura de informação, isto é, orientação. Segundo Reis (2007b) o sistema de navegação de um website têm duas funções básicas: indicar ao usuário a sua localização e mostrar o caminho correto que precisa seguir para chegar ao seu destino. De acordo com o mesmo autor supracitado o sistema de navegação embutida é composto por três subsistemas: a navegação global (mostra os links para áreas-chave do site, normalmente localiza-se no cabeçalho ou rodapé da tela principal); a navegação local (subseções do site); e a navegação contextual (coleção de referências cruzadas que ligam a páginas com temas relacionados em outras seções). Segundo Agner (2009, p. 101) o sistema de navegação suplementar é basicamente formado por guias, índices, mapas do site e a busca. Para esse autor os mecanismos de busca são a parte principal da navegação principal,

5 uma vez que muitos usuários preferem utiliza a busca por palavras-chave em vez de ir aos menus ou em outros elementos do website. Além disso, constituem a navegação suplementar a personalização, a customização e a navegação social. O Sistema de Rotulagem é de suma importância na arquitetura de informação de um website, pois é através dele que se busca disponibilizar determinadas informações aos usuários, utilizando-se de rótulos 3. Para Rosenfeld e Morville (2006, apud SILVA & DIAS, 2008) o objetivo desse sistema é comunicar os conceitos de forma eficiente, isto é, não utilizar um grande espaço da página, com o intuito de não demandar vários esforços cognitivos dos usuários. Nesse sentido, Reis (2007b, p. 91) afirma que a eficiência dessa comunicação está diretamente ligada à capacidade do rótulo em resumir e contextualizar a informação da página que aponta. Para assinalar assuntos importantes no sistema de rotulagem, Rosenfeld e Morville (2002 apud REIS, 2007b, p. 101) afirma que a grande dificuldade no projeto de rótulos é conseguir utilizar a mesma linguagem do usuário. A última parte do Sistema na Arquitetura da Informação elencado é o Sistema de Busca. Em consonância com Silva & Dias, (2008) julga-se este, como, talvez, o mais importante. Visto que ao acessar um website, é através deste que há uma maior possibilidade do usuário conseguir o que deseja, ou seja, satisfazer suas necessidades informacionais. Atualmente existem várias formas para os websites no que tange um sistema de busca, o Google disponibiliza um motor de busca aos websites, além de que existem diversas formas e modelos de motores de busca próprios para websites específicos. 2.2 Bibliotecas Universitárias De acordo com Milanesi (2002), a Biblioteca é uma coleção organizada com registros de informação e conhecimento, com objetivo de disponibilizar a informação e a possibilidade de transmissão de conhecimento. No caso das Bibliotecas Universitárias (BU), compreendem-se como unidades que objetivam a organização, tratamento e a disseminação de informações visando às necessidades dos usuários, desde seus discentes, técnicos aos docentes. Este objetivo está atrelado a uma tríade que forma a base da universidade no Brasil, Pesquisa-Ensino-Extensão. As BU surgem como espaço de armazenamento e disseminação do conhecimento 3 É um símbolo lingüístico utilizado para representar um conceito (REIS, 2007b, p. 99).

6 científico, reflete a impactualidade do grande avanço tecnológico, uma vez que se utiliza de diversas ferramentas para auxílio na prestação de serviços, além de estreitar o relacionamento com os usuários. Umas dessas ferramentas úteis é, sem dúvida, os seus websites. Estes, por sua vez, são veículos que possibilitam a disseminação das informações fomentando tais estreitamentos entre o SIBI 4, profissionais bibliotecários e usuários. São espelhos para promoção de seus serviços e produtos. Nesse sentido, há possibilidades das bibliotecas utilizarem os websites, uma vez que estes promovem diversas formas de disponibilizar seus produtos e serviços na web. Brinkley (1999, p.8-15 apud AMARAL, GUIMARÃES, 2002, p. 3) assegura que o website é o melhor meio para promover e publicar os serviços oferecidos pela biblioteca. Logo, com a utilização por essas organizações dos webites, existem chances que os próprios usuários apresentam um feedback devido ao bom trabalho. 2.3 Bibliotecário como Arquiteto da Informação Traze-se uma abordagem sobre a atuação do profissional bibliotecário no ambiente web, especificamente a atuação do profissional Bibliotecário como Arquiteto da Informação. Atenta-se para a definição da CBO em relação ao profissional bibliotecário, como um profissional da informação que gerencia redes e sistemas de informação. Desse modo, reflete-se sobre a possibilidade de atuação bibliotecária no tratamento da informação na web, tendo em vista o fluxo de informação ascendente nesse ambiente. O bibliotecário colabora com os provedores de recursos de tecnologia, e participa no desenvolvimento de bases de dados e nas ferramentas de buscas para uso efetivo da Internet para atender demandas informacionais específicas. Ele tem a possibilidade de exercer função como designer da informação na Web por ser conhecedor de sua área de atuação e conhecer o perfil de seus clientes (BLATTMANN; FACHIN; RADOS, 2000, não paginado). De acordo com Abbas (1997 apud BLATTMANN, FACHIN, RADOS, 2000), há diferenças entre o trabalho do computador e o do profissional bibliotecário, elenca-se que enquanto os computadores coletam, identificam e organiza a informação, o bibliotecário auxilia na seleção da informação para os usuários, evitando uma sobrecarga informacional, evitando o que Richard Wurman glosa como Ansiedade da Informação. 4 É um portal que dissemina informações de todo o SIBI, além de informações específicas da Biblioteca Central e Bibliotecas Setoriais da instituição matriz (UFAL).

7 Entretanto, vale ressaltar que de acordo com Blattmann, Fachin, Rados (2000) é importante para o bibliotecário um aprendizado melhor como acessar as informações e uma avaliação crítica dos recursos da Internet para determinar a validade dos dados/informações ali dispostos. Para mais, É fundamental que o profissional tenha um entendimento dos diversos formatos, seus recursos e ferramentas e tipos de documentos, isto é, diferenciar os formatos de imagens e documentos, metadados, multimídia, arquivos somente textual (RTF), PDF (Portable Document Format), GIS (Geographic Information Systems), CAD (Computer Aided Design), HTML (Hyper Text Markup Language- linguagem de marcação para criar hiperdocumentos). [ ] Cabe ao profissional incorporar conhecimentos sobre o desenvolvimento de software e hardware quer quanto aos aspectos ergonômicos ou tecnológicos. O conhecimento de tecnologias emergentes tais como: vídeo digital DVD e Internet de alta velocidade, redes locais, links externos e protocolos são requisitos paralelos para sobrevivência em seu novo habitat" (BLATTMANN; FACHIN; RADOS, 2000, não paginado). Sem dúvida as áreas da AI e Biblioteconomia existem relações teóricas e práticas. De acordo, Camargo & Vidotti (2006, p. 106) afirmam que a arquitetura da informação, de um modo geral, unifica os métodos de organização, classificação e recuperação de informação advindos da área de Biblioteconomia, com a exibição espacial da área de arquitetura, utilizando-se de tecnologias de informação e comunicação, em especial, da Internet.. Em consonância, Bustamante (2004, não paginado) relata que estes profissionais emergentes que gerenciam documentos digitais variam desde os tradicionais arquivistas, os bibliotecários e outros profissionais que manejam registros e bases de dados tais como os analistas de sistemas de dados e informações, e as novas designações que estão no mercado de trabalho oriundos principalmente da Internet, tais como os Web designers e arquitetos da informação digital. Contudo, acredita-se ser necessário que as escolas de Biblioteconomia do Brasil atentem ao crescimento do mundo digital, visto que isto implica diretamente na atuação do profissional Bibliotecário. Pois, pensa-se que são necessárias algumas reformulações em planos políticos pedagógicos dessas escolas, trazendo mais disciplinas voltadas à tecnologia, de modo que o profissional saia capacitado em atuar nesse mundo digital tão emergente.

8 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS [...], sobretudo, quando o analista se dedica a um domínio da investigação, ou a um tipo de mensagens pouco exploradas, onde faltam ao mesmo tempo a problemática de base e as técnicas a utilizar (BARDIN, 2004, p ). Trata-se de uma pesquisa exploratória, que pode ser compreendida como aquela que busca levantar informações sobre um determinado objeto, delimitando assim um campo de trabalho, mapeando as condições de manifestação desse objeto. (SEVERINO, 2007, p. 123). Os dados foram analisados por meio da Análise de Conteúdo. Conforme escritos de Severino (2007, p. 121) a Análise de Conteúdo é definida como uma metodologia de tratamento e análise de informações constantes de um documento, sob forma de discurso pronunciada em diferentes linguagens: escritos, orais, imagens, gestos. Um conjunto de técnicas de análise das comunicações. Trata-se de se compreender criticamente o sentido manifesto ou oculto das comunicações.. Analisou-se o website do SIBI da UFAL, no âmbito do nosso objeto de pesquisa, a partir de métodos qualitativos tendo em vista os quatro sistemas interdependentes da AI na web, a saber: a) Sistema de Organização; b) Sistema de Navegação; c) Sistema de Rotulagem; d) Sistema de Busca. 4 ANÁLISE DOS DADOS E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Para representar melhor a análise realizada capturou-se a imagem da página inicial do website do SIBI/UFAL. A Figura 1 demonstra a análise dos sistemas da AI a partir dos quatros sistemas em diferentes cores, sendo: 1 - Sistema de Organização (Vermelha); 2 Sistema de Navegação (Verde); 3 Sistema de Rotulagem (Azul) e; 4 Sistema de Busca (Cinza).

9 Figura 1 Website do SIBI/UFAL nos elementos da AI Fonte: Elaborado pelos autores a partir da Página Inicial do Sistema de Bibliotecas UFAL (http://www.sibi.ufal.br/) 5 A partir da análise de conteúdo voltada ao Sistema de Organização notou-se que o website do SIBI/UFAL possui uma categorização simples e intuitiva das informações. Há uma categorização básica do menu em duas partes (SIBI e Biblioteca Central) e um agrupamento de produtos/serviços em uma coluna à direita (Pergamun, BDTD UFAL, Via Pesquisa). Considera-se haver certa falta de ordenação no agrupamento de informações uma vez que na mesma coluna na qual se descreve produtos/serviços da BU estão informações sobre seu funcionamento. Em comum acordo com nossa fundamentação esse sistema deve 5 Imagem gerada em 20 de setembro.

10 atentar para ordenação e classificação, ou seja, organizar suas informações em categorias, como ressaltado por Reis (2007). Em relação ao Sistema de Navegação, o website busca orientar os usuários de forma simples a partir das opções do menu, dos rótulos e outros (hiper)links. Entretanto, percebe-se que em tal sistema faltam alguns elementos que facilitem o percurso do usuário na caminhada e na indicação do percurso por ele traçado na busca por informações. Podemos elencar alguns desses como mapa do site e um indicador chamado Bread Crumb 6. Este último como elemento imprescindível para sinalização e orientação ao usuário sobre onde ele está, onde esteve, e para onde pode ir. Ainda, indicamos a inserção de um menu mais dinâmico objetivando uma melhor navegação do usuário de modo que seja contemplado a navegação local, não somente a navegação global. No que tange o Sistema de Rotulagem, percebeu-se uma quantidade demasiada de rótulos simbólicos na página inicial, embora seja muito relevante a menção de alguns rótulos, pois demonstram a preocupação na promoção e disseminação de informações como bases de dados, e-books, etc. Vale ressaltar que os rótulos devem agregar conceitos de forma eficiente, mas sem usar grande espaço das páginas. Além de que são utilizados vários tipos de fontes, onde deveria haver uma padronização. Não foi possível analisar o Sistema de Busca, uma vez que o website não disponibiliza nenhum motor de busca em sua página. Contudo, indica-se a inserção de um motor de busca, uma vez que é de suma importância para um website este tipo de ferramenta. Além de que se trata de um portal de responsabilidade de um sistema de bibliotecas, sendo um conjunto de unidades com características de pesquisa. O website de pesquisa na web, o Google, disponibiliza um tipo de motor que outros websites podem utilizar para o sistema de busca. 6 CONCLUSÃO O website do Sistema de Bibliotecas da UFAL requer alguns ajustes tendo em vista aspectos teóricos e práticos que a área da AI na web discute em relação a disponibilização da informação na web. Vale ressaltar que se avistou após as análises de dados da pesquisa, houve algumas modificações, exemplo: avista-se na página inicial um hiperlink para o Repositório da Instituição. 6 É uma lista de elementos (links) separados por algum caractere (normalmente >, : ou ) ou gráfico (normalmente uma seta para a direita). Tem a intenção de informar o usuário onde ele se encontra na estrutura do website e prover links para os níveis hierárquicos imediatamente superiores (REIS, 2007b, p. 95).

11 O website pode tem como marca forte a sobreposição de rótulos na página inicial. Sugerimos que haja um conteúdo primário (dinâmico) côo últimas notícias, ou mesmo informações gerais que apresente a biblioteca como um conteúdo fixo, e que os rótulos podem vir logo abaixo. As informações sobre horário de funcionamento pode ser um elemento fixo no rodapé do website, além de compor o conteúdo da opção serviços do menu da Biblioteca Central. Sugerimos ainda a inclusão e disponibilização online de algumas ferramentas de web 2.0 (Twitter, Wiki, Redes Sociais, Feeds RSS (Really Simple Syndication), visto que facilita a interação colaborativa entre a instituição, profissionais bibliotecários e usuários, fomentando de certa forma, uma melhor prestação de serviços à comunidade. Por fim reforçamos a importância de uma participação do profissional Bibliotecário na manutenção do website, pois este profissional é capacitado para desenvolver processos que objetivem as necessidades informacionais dos usuários. INFORMATION ARCHITECTURE OF WEBSITES OF UNIVERSITY LIBRARIES: the case of the library system at the Federal University of Alagoas ABSTRACT Deals the characteristics of organization and dissemination of information on websites of University Libraries. Analyze Information Architecture Library Systems website (SIBI), Federal University of Alagoas (UFAL) from four elements: a) system of organization, b) navigation system, c) labeling system, and d) system search). For better understanding and description of the four elements we have used the technique of content analysis. It was noticed that the website does not meet certain criteria established by the elements of Information Architecture for websites such as: identification labeling on the front page too, the test of some missing links do not work and search system. It reinforces the importance of participation of the professional librarian in developing websites, in view of the contents that are generally part of their training as the study of uses and users of information, and the products and information services in the digital age. Keywords: Information Architecture of websites. University Libraries. Library of System.

12 REFERÊNCIAS AGNER, Luis. Ergodesign e arquitetura de informação: trabalhando com o usuário. 2. ed. Rio de Janeiro: Quartet, AMARAL, Sueli; GUIMARÃES, Tatiara Paranhos. Sites de Bibliotecas universitárias brasileiras. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS - SNBU Rio de Janeiro. Rio de Janeiro Anais Eletrônicos... Disponível em:<http://www.sibi.ufrj.br/snbu/snbu2002/oralpdf/131.a.pdf>. Acesso em: 22 ago BLATTMANN, Ursula; FACHIN, Gleisy Regina Bóries; RADOS, Gregório J. Varvakis. Bibliotecário na posição do arquiteto da informação em ambiente web. In. SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSI TÁRIAS, Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina Florianópolis. Anais. Disponível em: <http://www.ced.ufsc.br/~ursula/papers/arquinfo.html>. Acesso em: jun BUSTAMANTE, J. A arquitetura de informação do século XX ao XXI. [Online] Disponível em: <http://iainstitute.org/es/translations/ html>. Acesso em: 22 mar CAMARGO, Liriane Soares de Araújo de; VIDOTTI, Silvana A. Borseti Gregório. Arquitetura da informação para biblioteca digital personalizável. Santa Catarina, Encontros Bibli Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Florianópolis, n. esp., 1º sem Disponível em:<http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/viewfile/346/389>. Acesso em: 29 jul FERREIRA, Lusimar Silva. Bibliotecas universitárias brasileiras: análise de estrutura centralizadas e descentradas, São Paulo: Pioneira, INSTITUTO DE ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO. Definição de Arquitetura da Informação. Disponível em: <http://iainstitute.org/pt/>. Acesso em: 22 mar MORIGI, Valdir José; PAVAN, Cleusa. Tecnologias da informação e comunicação: novas sociabilidades nas bibliotecas universitárias. Ciência da Informação, Brasília, v. 33, n. 1, p , jan./abr., 2004, Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s &script=sci_abstract&tlng= pt >. Acesso em: 13 abr REIS, Guilhermo Almeida dos. Arquitetura da informação x design de websites. 2007a. Disponível em: <http://www.guilhermo.com/apresentacoes/arquitetura_informacaoxdesign_websites.pdf>. Acesso em: 20ag Centrando a arquitetura de informação no usuário. 2007b. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação)--Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007b. Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27151/tde />. Acesso em: 5 maio SARACEVIC, Tefko. Ciência da informação: origem, evolução e relações. Perspectiva em

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