TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOÃO ALVES DA SILVA

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1 ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOÃO ALVES DA SILVA APELAÇÃO CÍVEL N /001 RELATOR : Des. João Alves da Silva 1Q APELANTE: Coris Brasil S/A Turismo, Viagens e Assistência Internacional (Adv. João Alberto Cunha Filho) 2Q APELANTE: Apoio Turismo e Viagens Ltda. (Adv. Alexandre Gomes Bronzeado e outro) 3Q APELANTE: TAP AIR Portugal (Adv. Luciana Costa Arteiro) APELADO : Diego Pereira Gomes (Adv. Alexandre Amaral Di Lorenzo) APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO INDENIZATÓRIA. EXTRAVIO TEMPORÁRIO DE BAGAGEM. DANOS MORAIS CONCEDIDOS NA SENTENÇA. PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE SUSCITADA PELA AGÊNCIA DE TURISMO. MERA EMITENTE DAS PASSAGENS. ACOLHIMENTO. EMPRESA DE ASSISTÊNCIA À VIAGEM CONTRATADA. DEVER DE BUSCA E LOCALIZAÇÃO DA BAGAGEM. PREVISÃO CONTRATUAL. PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DEFEITUOSA. EMPRESA AÉREA. RESPONSABILIDADE. QUANTUM INDENIZATÓRIO FIXADO COM EXCESSO. NECESSIDADE DE REDUÇÃO. HONORÁRIOS FIXADOS CORRETAMENTE. PROVIMENTO PARCIAL. - Não se tratando, in casu, de pacote turístico, hipótese em que a agência de viagens assumiria a responsabilidade de todo o roteiro da viagem contratada, e tendo, portanto, inexistido qualquer defeito na prestação do seu serviço, posto que as passagens aéreas foram regularmente emitidas, aquela não pode ser responsabilizada pelo extravio temporário da bagagem.

2 - A empresa de assistência a viagem internacional responde pelo descumprimento do seu dever de busca e localização de bagagem extraviada previsto contratualmente. - A empresa responsável pelo transporte de bagagem será responsabilizada pelo seu extravio temporário. - A indenização por danos morais deve ser fixada em valores razoáveis, de forma que, mesmo servindo como desestimulo à reincidência do agente, não leve ao enriquecimento sem causa da vítima. - Não merece retoque a fixação dos honorários advocatícios fixados de acordo com o art. 20, 3Q, do CPC, e com as peculiaridades da causa. VISTOS, relatados e discutidos estes autos, em que figuram como partes as acima nominadas. ACORDA a Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, acolher a preliminar de ilegitimidade ativa da segunda apelante, e, no mérito, dar provimento parcial aos demais recursos, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl RELATÓRIO Trata-se de apelações cíveis interpostas pela Caris Brasil S/A Turismo, Viagens e Assistência Internacional, Apollo Turismo e Viagens Ltda. e TAP AIR Portugal contra sentença proferida pelo MM. Juízo de Direito da 4 2. Vara Cível da Comarca desta Capital que, nos autos da ação indenizatória ajuizada por Diego Pereira Gomes, julgou procedente, em parte, os pedidos, condenando as empresas recorrentes a pagar R$ 9.000,00 (nove mil reais) a título de danos morais. Afirma a primeira.recorrente que a sentença é nula, primeiro porque os seus fundamentos divergem do embasamento fático-legal disposto na sua contestação e segundo, em razão da ausência de especificação da falha na prestação dos serviços. No mérito, informa que o apelado não impugnou as argumentações na peça contestatória referentes às cláusulas contratuais que tratam

3 do extravio de bagagens e da indenização complementar dele decorrente. Assevera que é do transportador a responsabilidade pelos danos causados às bagagens e que inexistem provas de que tenha cometido alguma conduta ilícita. Sustenta que inexistem os danos morais e que acaso mantido o entendimento firmado na sentença, o quantum deve ser reduzido. Por fim, pugna pelo provimento do recurso. Por sua vez, a segunda apelante suscita a preliminar de ilegitimidade passiva ad causam, já que se limitou a emitir os bilhetes para a viagem realizada pelo recorrido. No mérito, noticia que somente estaria caracterizada a sua responsabilidade se a viagem fosse feita por meio de um pacote turístico por ela oferecido. Requer, também, a redução do valor da indenização e o acolhimento das suas razões recursais. Já a terceira apelante argumenta que apenas trouxe o apela de volta ao território brasileiro por ordem do governo português, não contratando diretamente com aquele, além de não ter sido responsável pela retenção da bagagem no Aeroporto de Portugal e pela falta do repasse desta ao voo de regresso do mesmo. Aduz que a agência responsável pela remessa da bagagem do recorrido é da empresa que o trouxe a Portugal (Yes Linhas Aéreas Charter S/A) e que supõe que, mesmo após o embarque do apelado, aquela ainda ficou retida para averiguação das autoridades portuguesas. Aponta a existência da culpa exclusiva do próprio apelado e o caso fortuito, afastando-se, assim, o nexo causal. Pede, ainda, a redução da indenização e dos honorários arbitrados em 20% (vinte por cento) sobre o valor da condenação, solicitando o deferimento de seu recurso. do decisum. O apelado apresentou contrarrazões, requerendo a manutenção O Ministério Público absteve-se de opinar. É o relatório. VOTO Colhe-se dos autos que o autor, ora apelado, aforou a presente

4 demanda objetivando receber indenização por danos morais e materiais, alegando, para tanto, que, em agosto de 2005, foi impedido de ingressar em território português pelas autoridades alfandegárias e que, durante o seu retorno para o Brasil, sua bagagem foi extraviada. Argumenta, ainda, que entrou em contato com a empresa de assistência por ele contratada para que ela tomasse providências, tendo a mesma informado que deveria aguardar o prazo de vinte e um dias, sendo que, até o ajuizamento da ação (21/11/2005), nada lhe foi informado. Durante o trâmite regular do feito, o apelado informou sobre o aparecimento da bagagem na cidade de Fortaleza/CE. Após isso, foi proferida a sentença aqui atacada, que, conforme relatado, julgou parcialmente procedente o pedido, condenando a agência de turismo emitente das passagens, a seguradora e a empresa aérea, ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 9.000,00 (nove mil reais). Contra essa decisão, se insurgiram as promovidas. De início, analiso a preliminar de ilegitimidade passiva suscitada pela segunda recorrente, Apollo Turismo e Viagens Ltda. Esta afirma que se limitou a emitir as passagens para o recorrido, não tendo qualquer responsabilidade com o evento danoso. 'N O MM. Juízo sentenciante entendeu que a apelante deveria ser responsabilizada por ter feito parte da cadeia de consumo. A meu ver, esse posicionamento não deve prevalecer, pois, por ter sido a recorrente a mera negociante das passagens aéreas, como afirmado pelo apelado na peça vestibular, não possui qualquer responsabilidade pelo que ocorre com a bagagem durante o voo, o que só ocorreria se a mesma tivesse vendido um pacote turístico ao recorrido, o que não é o caso. Nesse sentido, destaco: "Não se tratando, in casu, de pacote turístico, hipótese em que a agência de viagens assume a responsabilidade de todo o roteiro da viagem contratada, e tendo, portanto, inexistido qualquer defeito na prestação de serviço pela empresa de viagens, posto que as passagens aéreas foram regularmente emitidas, incide, incontroversamente, as normas de exclusão de responsabilidade previstas no art. 14, 3, I e II, do CDC. Reconhecimento da ilegitimidade passiva ad causam da empresa de viagens, ora recorrente." (STJ; REsp ; Quarta Turma; Rel. MM. Jorge Scartezzini; Julg. 26/09/2006; DJU 06/11/2006)

5 Aliás, insta destacar que não foi com o uso das passagens emitidas pela agência apelante que ocorreu o extravio da bagagem. Foi no retorno antecipado que ocorreu o evento lesivo, fato que foi totalmente estranho à relação firmada entre as partes. Assim, não há que se falar em participação na cadeia de consumo, já que houve uma ruptura na relação negociai celebrada entre o recorrido e a agência de turismo recorrente, o que me faz acolher a preliminar de ilegitimidade passiva por ela arguida, determinando a sua exclusão do polo passivo da lide. No tocante ao recurso apelatório aviado pela Coris Brasil S/A Turismo, Viagens e Assistência Internacional, esta alega que a sentença é nula, primeiro porque os seus fundamentos divergem do embasamento fálico-legal esposado na sua contestação e, segundo, em razão da ausência de especificação da falha na prestação de seus serviços. Ora, tais argumentações não ensejam a nulidade do decis São, na verdade, questões que envolvem o mérito recursal, devendo ser ressaltad que o Magistrado, para firmar seu posicionamento, não está obrigado a aprecia todas as alegações.das partes, conforme se extrai do seguinte julgado: "[...] o magistrado não está obrigado a rebater, um a um, os argumentos trazidos pela parte, desde que os fundamentos utilizados tenham sido suficientes para embasar a decisão." (STJ - REsp / CE Ministro Luiz Fux Ti Primeira Turma - DJe 10/09/2009) Quanto ao mérito do recurso, sabe-se que as relações negociais, podem gerar, além das obrigações contratuais ordinárias, algumas responsabilidades extrapatrimoniais decorrentes da prestação defeituosa dos serviços estatuídos no contrato. Isso ocorre, por exemplo, quando configurados os danos morais oriundos da má ou inerte prestação de serviços, o que, no meu sentir, restou demonstrado na hipótese vertente. Na sentença de primeiro grau, a Magistrada explicitou que a responsabilidade da empresa assistencial se refere à sua obrigação de indenizar pelo extravio da bagagem. A meu ver, a sentenciante incorreu em equívoco, pois tal situação ensejaria somente a responsabilização patrimonial, que, como bem destacou, não ficou demonstrada no caderno processual.

6 Em verdade, a conduta causadora da responsabilidade extrapatrimonial cometida pela empresa apelante se cristaliza quando do descumprimertto das cláusulas gerais (cláusula 27 - fl. 132) atinentes ao seu dever de busca e localização da bagagem extraviada. Afirma o recorrido na peça vestibular que, quando chegou ao Brasil e constatou o extravio da bagagem, fez uma ligação à citada empresa e esta sugeriu que o mesmo esperasse vinte e um dias. Já na contestação, a apelante informa que houve o mencionado contato do recorrido com a sua Central Operativa, tendo esta informado que ele deveria enviar o Relatório de Irregularidade de Bagagem, para que pudesse acompanhar a companhia aérea com a busca e o rastreamento da bagagem (fl. 116). Em primeiro lugar, merece ser esclarecido que os disposi ti contratuais que regulam as providências que devem ser tomadas pelo cliente qu pretende localizar a bagagem extraviada não dispõem acerca da obrigatória apresentação do Relatório de Irregularidade de Bagagem (fala-se somente em um formulário - cláusulas 27.1 e 27.2). A apresentação desse documento somente é exigida expressamente quando o cliente requer a indenização pelo extravio (cláusula 27.8), o que não foi solicitado, de início, pelo recorrido. Assim, embora a apelante tenha sido comunicada do extravio, esta não cumpriu o seu dever de busca e localização, exigindo um documento que sequer é solicitado na avença para tal procedimento, configurando, assim, a prestação de serviços defeituosa caracterizadora dos danos morais, considerando que a bagagem apenas foi localizada sete meses depois do retorno do recorrido (29/05/ fl. 56). Acosto, agora, precedentes que confirmam os danos morais quando ocorre inércia na prestação de serviços: "DANO MORAL. - Responsabilidade civil - Prestação de serviços defeituosa - Transferência de linha telefônica que demorou quase um mês para se realizar e só se deu por ordem judicial -Empresa e empresárias que sofreram danos que não se limitam ao mero aborrecimento - Dano, por outro lado, que deve ser ressarcido com temperança - Observância das circunstâncias da causa, da capacidade econômica das partes e das finalidades reparatória e pedagógica no arbitramento - Valor adequadamente fixado Recurso não provido." (TJSP - APL SP - Relator(a): Melo Colombi - Julgamento: 11/05/ Órgão Julgador: 14 4 Câmara de Direito Privado - Publicação: 20/05/2011)

7 Desse modo, não deve prosperar a tese recursal da empresa de assistência, vez que configurada sua responsabilidade pela inércia na prestação do serviço devidamente contratado, merecendo ainda ser esclarecido que inexis tem provas no feito de que aquela tenha contribuído com a localização da bagagem na cidade de Fortaleza/CE. No que se refere ao recurso manejado pela TAP AIR Portugal, constata-se que esta traz argumentação totalmente estranha à que tinha procedido na peça de defesa, especificamente a de que a bagagem do apelado não foi despachada, supostamente, pelo fato desta ter ficado sob a guarda das autoridades aeroporhi á rias de Portugal. Essa afirmação, além de ser, reconhecidamente, uma mera suposição, está totalmente destituída de provas, tratando-se de patente inovação recursal que não se presta a alterar o julgado. Quanto ao envolvimento da empresa Yes Linhas Aéreas Chart S/A, consta na sentença o reconhecimento de que esta faz parte do grupo empresarial da recorrente, fato que não foi impugnado no apelo. Além disso, consta à fl. 58 o adesivo da bagagem contendo a logomarca da empresa insurgente, o que comprova, ainda mais, que esta se responsabilizou pelo envio da bagagem ao território brasileiro sem o devido êxito, inexistindo, portanto, os alegados caso fortuito ou culpa de terceiro. A jurisprudência dispõe que, em casos como o presente, é cabível a indenização por danos morais, in verbis: "A indenização por dano moral em virtude do extravio de bagagem decorre da demora, desconforto, aflição e transtornos suportados pelo passageiro, não se exigindo prova de tais fatores. Improvimento das Apelações. Decisão unânime." (TJPE - APL PE Relator(a): Eurico de Barros Correia Filho Julgamento: 18/08/ Órgão Julgador: 42 Câmara Cível) "APELAÇÃO - AUTOR - AÇÃO DE REPARAÇÃO DE DANOS MORAIS - QUANTUM REPARATÓRIO - Extravio de bagagem - Demora de quatro meses para localização e devolução - Ausência de prejuízos materiais - Quantum reparatório fixado com moderação - Ausência de impugnação específica da r. sentença ou justificativa plausível - Valor mantido, com desindexação do valor do salário mínimo. Recurso não provido." (TJSP - APL SP

8 Relator(a): Tasso Duarte de Melo Julgamento: 26/05/ Órgão Julgador: 37 2 Câmara de Direito Privado Publicação: 07/06/2011) A sentença somente merece reforma no que diz respeito ao quantum indenizatório arbitrado, eis que, no meu entender, o Juízo de primeiro grau o fixou em valor um tanto excessivo (R$ 9.000,00). Sobre o tema, prevalece na jurisprudência o entendimento de que a indenização por danos morais, nada obstante o objetivo de desestimular a reincidência por parte do agente, deve ser fixada em valores razoáveis, que não importem em incremento patrimonial da vítima. Este é, também, o pensamento deste Órgão fracionário que, em casos semelhantes, tem fixado indenizações em valores bem inferiores ao arbitrado na hipótese em apreciação. Assim, considerando o caráter da indenização por danos morais, tenho por bem reduzir o seu valor para R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Por fim, entendo que não merecem ser modificados Os honorários fixados em 20% (vinte por cento) sobre o valor da condenação, já que estes foram arbitrados de acordo com a complexidade da causa e do tempo gasto em sua resolução, estando cumpridos os requisitos do art. 20, 3Q, do CPC. A par do exposto, dou provimento parcial ao recurso, acolho a preliminar de ilegitimidade passiva suscitada pela Apollo Turismo e Viagens Ltda., e dou provimento parcial aos apelos manejados pelas demais demandadas, para reduzir o valor da indenização para R$ 5.000,00 (cinco mil reais), mantendo o restante da sentença em todos os seus termos. É como voto. DECISÃO A Câmara decidiu, por votação unânime, acolher a preliminar de ilegitimidade ativa da segunda apelante, e, no mérito, dar provimento parcial' aos demais recursos, nos termos do voto do relator. Presidiu o julgamento o Excelentíssimo Desembargador João Alves da Silva, dele participando como relator. Participaram do julgamento a Excelentíssima Dra. Maria das Graças Morais Guedes (Juíza Convocada para substituir o Exma. Desembargador Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho) e o Excelentíssimo Desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira.

9 Presente a representante do Ministério Público, na pessoa da Excelentíssima Dra. Jacilene Nicolau Faustino Gomes, Procuradora de Justiça. Sala das Sessões da Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em 24 de novembro de 2011 (data do julgamento). João Pessoa, 24 de novem o de Desembargador Jo A es da Silva Rei

10 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Coordenado 'a Judiciária ;MIT fl,a3 en

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