1.1 A abordagem seguida no livro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1.1 A abordagem seguida no livro"

Transcrição

1 1- Introdução A área de administração de sistemas e redes assume cada vez mais um papel fundamental no âmbito das tecnologias da informação. Trata-se, na realidade, de uma área bastante exigente do ponto de vista técnico, muito por causa da enorme abrangência das tecnologias e serviços que o administrador deve conhecer para ser capaz de assegurar o correto funcionamento de uma rede informática. A formação de um bom profissional passa necessariamente pela aquisição dos conhecimentos teóricos fundamentais, mas sobretudo pela experiência adquirida através da sua aplicação a cenários concretos. Este livro foi escrito com estes dois aspetos em mente, e por este facto complementa, ao longo de todo o texto, a análise teórica dos conceitos apresentados com a sua aplicação a um cenário prático. 1.1 A abordagem seguida no livro No presente livro são apresentadas as tecnologias e serviços fundamentais para a administração de uma rede informática, bem como a sua utilização em servidores Linux. O estudo teórico e a utilização prática dessas tecnologias e serviços serão apresentados de forma integrada ao longo do livro, tendo como referência um cenário de aplicação apresentado no próximo capítulo. O cenário serve para demonstrar a aplicação das tecnologias estudadas num ambiente real, no qual os diversos serviços se complementam para tornar viável o correto funcionamento de uma rede informática. O cenário de aplicação poderá igualmente servir de referência para auxiliar o leitor na ativação dos mesmos serviços noutros ambientes de rede. O Capítulo 2 apresenta o cenário de aplicação utilizado ao longo de todo o livro. Os exemplos apresentados em cada capítulo referem-se, na sua maioria, a um ou vários servidores deste cenário. O cenário consiste numa rede informática com dimensão suficientemente alargada para justificar a utilização de diversos serviços de rede e tecnologias fundamentais. É nosso propósito mostrar ao leitor de que forma uma rede com estas características pode ser configurada desde a sua génese, recorrendo exclusivamente a servidores e equipamentos baseados no sistema operativo Linux. A ordem pela qual são apresentados os diversos temas ao longo do livro é determinada em grande parte pela necessidade de configurar o cenário de aplicação. Os conceitos abordados ao longo do livro varrem um leque bastante alargado de tecnologias, serviços e protocolos de rede. Serão abordados temas como a administração de sistemas ligados em rede, a configuração de serviços de rede fundamentais e a FCA - Editora de Informática 1

2 GESTÃO DE SISTEMAS E REDES EM LINUX utilização de ferramentas de monitorização e de segurança, entre outros. Acreditamos que o conjunto dos temas abordados dará ao leitor os conhecimentos necessários para assegurar a configuração e administração de uma rede informática com diversos e exigentes requisitos de funcionamento. Com o presente livro, o leitor terá a oportunidade de contactar ou aprofundar o seu conhecimento numa área que é muito rica e exigente a nível técnico, mas que providencia igualmente numerosos desafios e recompensas do ponto de vista intelectual. A administração de sistemas e redes é sem dúvida uma área fascinante, pelo alargado leque de conhecimentos e possibilidades que oferece a quem nela trabalha. Por sua vez, o Linux é um sistema operativo de referência no que diz respeito à sua flexibilidade de configuração, abertura de código e enormes potencialidades técnicas, sendo muito utilizado atualmente para disponibilizar serviços e funcionalidades de rede. 1.2 O Linux como plataforma de gestão O livro utiliza o Linux como o sistema operativo de referência para a configuração de serviços e equipamentos em rede. Esta opção não é alheia à experiência prática do autor, que administra há vários anos uma rede de dimensão alargada onde o Linux desempenha um papel preponderante, mas prende-se igualmente com uma forte convicção de que o Linux constitui uma escolha de excelência neste âmbito. As vantagens decorrentes da utilização do Linux prendem-se com o facto de ser baseado em código aberto e também com a sua enorme base de utilizadores, a sua robustez e a sua segurança. É importante notar que estes fatores estão, na realidade, intrinsecamente ligados. A abertura do código do sistema e das aplicações motivou o aparecimento de comunidades alargadas de utilizadores, que por sua vez contribuem para discutir soluções, ajudar na resolução de problemas e documentar diferentes aspetos da utilização das tecnologias. Estes aspetos contribuem como fatores diferenciadores comparativamente a soluções proprietárias, dependentes de fabricantes. A robustez e segurança reconhecidas atualmente no Linux são fruto deste processo de abertura, que possibilita a depuração e melhoria constantes das aplicações e do sistema operativo. É importante notar que o Linux será utilizado não apenas na configuração de servidores no sentido tradicional, mas igualmente na configuração de sistemas para desempenho de outras tarefas habitualmente asseguradas por equipamento especializado, como os routers e as firewalls. Como teremos a oportunidade de verificar, também neste domínio de aplicação o Linux representa uma excelente escolha, encontrando-se no mesmo patamar das melhores alternativas comerciais. No contexto de utilização do Linux, importa referir que daremos prioridade aos aspetos mais avançados de configuração do sistema e serviços, por vezes em detrimento de questões mais introdutórias, como, por exemplo, o processo de instalação do sistema operativo. Este é amplamente descrito em documentação disponível na Internet e 2 FCA - Editora de Informática

3 INTRODUÇÃO atualmente grande parte das distribuições do Linux dispõem de programas de instalação bastante automatizados e intuitivos. Cada capítulo inclui no final a bibliografia recomendada, que complementa os temas abordados ao longo do capítulo. 1.3 Organização do texto Os capítulos encontram-se agrupados em seis partes principais, cuja organização decorre da necessidade de aplicar os temas abordados ao cenário prático. A primeira parte é constituída pelo presente capítulo e pelo Capítulo 2. O Capítulo 2 descreve as redes e servidores que integram o cenário de aplicação, bem como o seu propósito de utilização. O leitor poderá, durante a leitura do livro, consultar este capítulo sempre que for necessário contextualizar as configurações apresentadas no cenário de aplicação. A segunda parte do livro é dedicada às operações de gestão de sistemas em Linux, sendo constituída pelos Capítulos 3 a 11. Estes capítulos dedicam-se às operações fundamentais a nível da administração de sistemas e abordam operações como a gestão de utilizadores, a configuração das interfaces de rede, a configuração do kernel, ou a gestão de cópias de segurança, entre outras. Estes capítulos abordam, portanto, um conjunto de temas fundamentais para a correta administração de um servidor Linux. É importante que o administrador domine estes temas antes de passar para a configuração de serviços de rede. No decorrer desta parte do livro, os servidores do cenário de aplicação serão alvo das configurações consideradas essenciais para que possam suportar os serviços de rede abordados em capítulos posteriores. A terceira parte do livro é constituída pelo Capítulo 12 e aborda a utilização do Linux como router e firewall de uma rede local. Neste capítulo veremos de que forma é possível configurar, no cenário de aplicação, um sistema Linux que assegura a interligação de diversas redes. Este mesmo sistema assegura igualmente a ligação à Internet, bem como as funcionalidades de firewall necessárias à proteção da rede do cenário contra acessos considerados indesejados. A quarta parte do livro é dedicada à administração de serviços de rede. Os Capítulos 13 a 20 são dedicados ao funcionamento e configuração de serviços vitais numa rede informática, como o DNS (Domain Name System) e o correio eletrónico, entre outros. As funcionalidades estudadas ao longo destes capítulos são importantes para a ligação de uma rede à Internet, bem como para a disponibilização de serviços fundamentais para os seus utilizadores. Na quinta parte do livro são estudados diversos aspetos de segurança, uma área certamente muito relevante no âmbito das responsabilidades do administrador de sistemas. Os Capítulos 21 a 23 cobrem temas como os sistemas de deteção de intrusões e as auditorias de segurança. Estes temas são complementados pelos aspetos de configuração de FCA - Editora de Informática 3

4 GESTÃO DE SISTEMAS E REDES EM LINUX sistemas de firewall e autoridades de certificação, abordados em capítulos anteriores. Em particular, o Capítulo 11 discute a utilização do IPTables para a proteção de servidores e o Capítulo 12 utiliza a mesma tecnologia para a configuração do Linux como router e sistema firewall. O Capítulo 16, por sua vez, aborda a utilização do OpenSSL para a criação de uma autoridade de certificação digital no Linux. A sexta (e última) parte do livro diz respeito à utilização de sistemas de monitorização no Linux. O Capítulo 24 descreve a utilização de algumas soluções muito populares na implementação de serviços de monitorização. Estes serviços são particularmente úteis na garantia de níveis elevados de disponibilidade de serviços numa rede local. 4 FCA - Editora de Informática

5 GESTÃO DE SISTEMAS E REDES EM LINUX A designação SNAT (Source NAT) vem do facto de, nesta operação, o router ter a necessidade de alterar de forma automática o endereço de origem dos pacotes destinados à Internet. No retorno dessas ligações, os pacotes correspondentes têm o seu endereço de destino alterado para o endereço original, da rede interna. Esta operação é assegurada pelos mecanismos de NAT de forma automática. A Figura 12.2 ilustra o funcionamento do mecanismo SNAT. No cenário de comunicação representado nesta figura, uma máquina na rede interna utilizando um endereço IP privado estabelece uma ligação para um servidor na Internet. A figura ilustra o processo de alteração do endereço de origem no router através do mecanismo SNAT, bem como a correspondente alteração do endereço de destino dos pacotes de retorno da mesma ligação. Para cada sentido e troço de comunicação, a Figura 12.2 representa os endereços de origem e destino dos pacotes IP. Figura Acesso ao exterior utilizando SNAT De notar que o SNAT pode utilizar um ou mais endereços IP oficiais para efeitos de endereçamento de pacotes nas comunicações com o exterior. É frequente, no entanto, utilizar-se um único endereço, partilhado por todas as comunicações sujeitas a SNAT. De acordo com o cenário da Figura 12.2, as operações do SNAT envolvem a alteração do endereço de origem nos pacotes das comunicações para o exterior, bem como a correspondente alteração do endereço de destino dos pacotes pertencentes ao retorno dessas comunicações. Estas operações são asseguradas de forma automática pelo kernel do Linux. Do ponto de vista da máquina da rede interna, a comunicação decorre como se a ligação fosse estabelecida diretamente com o exterior, até porque os pacotes de retorno são recebidos com o endereço de origem do servidor na Internet. Por outro lado, do ponto de vista do servidor na Internet, a ligação tem origem no router, o que permite ocultar totalmente a existência de máquinas com endereços privados na rede interna. Esta funcionalidade pode contribuir, desta forma, para a segurança da rede interna. 222 FCA - Editora de Informática

6 O LINUX COMO ROUTER E FIREWALL A segunda forma de NAT identificada anteriormente é designada por DNAT (Destination NAT). Tal como o seu nome sugere, o DNAT envolve a modificação dos endereços de destino dos pacotes IP. Esta operação é, normalmente, aplicada no instante em que os pacotes dão entrada no router, tendo origem, por exemplo, em servidores na Internet. Neste caso, os pacotes destinam-se a um dos endereços IP públicos do router e as ligações são redirecionadas de forma automática para serviços disponíveis em servidores na rede interna, que habitualmente utilizam endereços privados. A Figura 12.3 ilustra o funcionamento do mecanismo de DNAT. À semelhança do cenário anterior, a figura identifica igualmente os endereços utilizados no exemplo, em cada um dos troços da sessão de comunicação sujeita a DNAT. De notar que a ligação ilustrada tem origem na Internet, e é encaminhada pelo router para o servidor interno. Figura Acesso a um serviço disponível na rede interna utilizando DNAT O DNAT permite disponibilizar ao exterior serviços que residem em máquinas da rede interna e que, de outra forma, não estariam contactáveis a partir da Internet. De acordo com o cenário da Figura 12.3, é possível ver que, do ponto de vista da máquina na Internet, o serviço é disponibilizado pelo próprio router, já que é o router que utiliza o endereço IP contactado. Por esta razão, nas redes onde o DNAT é utilizado desta forma, é necessário assegurar que o serviço DNS anuncia na Internet o serviço pretendido como encontrando-se associado ao endereço externo do router, onde se pretende que as ligações sejam recebidas. O IPTables é utilizado para implementar as restantes operações, redirecionando as ligações para o serviço residente no servidor da rede interna. O último cenário de NAT funciona como um componente essencial do processo de ativação dos proxies de aplicação no modo transparente. Neste cenário, os acessos dos clientes, por exemplo, os acessos HTTP efetuados pelos browsers dos utilizadores, são redirecionados de forma automática para o proxy. O proxy é uma aplicação que frequentemente se encontra ativada no próprio router ou sistema de firewall, embora FCA - Editora de Informática 223

7 SERVIÇO WWW ~]# cd /var/www/html/ html]# tar zxvf roundcub tar.gz html]# mv roundcub roundcub html]# cd roundcub roundmail]# chown -R apache:apache temp/ logs/ Exemplo Extração do Roundcube e atribuição de permissões A seguir iremos configurar o Roundcube, através de uma página disponibilizada pelo sistema de webmail para esse efeito. A página de configuração do Roundcube corresponde aos scripts de configuração armazenados no diretório installer da zona de documentos criada pelo comando tar no Exemplo No nosso exemplo encontra-se acessível em https://webmail.fca.pt/roundcub /installer. A Figura 19.1 ilustra a página de configuração inicial do Roundcube. Figura Configuração inicial do Roundcube A página de configuração inicial do Roundcube permite verificar se todo o software necessário se encontra instalado no servidor, bem como definir a informação de configuração que esteja em falta. Após a conclusão do processo de configuração do Roundcube, será necessário apagar o diretório de instalação e alterar a definição do parâmetro enable_installer no ficheiro de configuração main.inc.php, tal como o Exemplo ilustra. FCA - Editora de Informática 397

8 GESTÃO DE SISTEMAS E REDES EM LINUX roundcube]# rm rf installer roundcube]# cat config/db.inc.php $rcmail_config['enable_installer'] = false; Exemplo Finalização da configuração do Roundcube Após a conclusão deste processo, o serviço de webmail encontra-se pronto a ser utilizado no endereço https://webmail.fca.pt/roundcub , tal como a Figura 19.2 ilustra. Dado tratar-se de um serviço destinado unicamente aos utilizadores da rede do cenário, iremos ativar, em seguida, um nível adicional de segurança, que consiste na autenticação dos clientes através de certificados X.509. Desta forma, apenas os utilizadores que disponham de um certificado válido instalado nos seus browsers conseguirão aceder ao serviço de webmail. Este método de controlo de acessos irá complementar a autenticação clássica por username e password, que o Roundcube já suporta. Figura Acesso ao sistema de webmail Roundcube Autenticação com certificado de cliente A ativação da autenticação dos acessos ao endereço https://webmail.fca.pt, através de certificado X.509, recorre às definições necessárias no ficheiro ssl.conf do Apache. As definições das diretivas SSLVerifyClient e SSLVerifyDepth foram já discutidas anteriormente e podem ser efetuadas tal como o Exemplo ilustra. 398 FCA - Editora de Informática

9 MONITORIZAÇÃO E GESTÃO DE PROBLEMAS Figura Página principal de acesso ao sistema RT ~]# more /etc/aliases rt: " /opt/rt4/bin/rt-mailgate --queue general --action correspond \ --url rt-comment: " /opt/rt4/bin/rt-mailgate --queue general \ --action comment --url Exemplo Configuração dos aliases de correio para o sistema RT De notar que, de acordo com as definições do Exemplo 24.25, o serviço de trouble tickets estará disponível, do ponto de vista dos utilizadores da rede, no endereço Para que utilizadores desconhecidos no sistema RT possam enviar as suas mensagens será igualmente necessário ajustar as permissões associadas ao grupo Everyone do RT. Outro aspeto importante, no contexto da gestão das permissões, é o facto de ser necessário criar administradores, bem como atribuir-lhes permissões para que possam alterar o estado dos tickets nas queues pretendidas. Com todas as configurações anteriores ativas, um utilizador da rede do cenário deverá já ser capaz de submeter um pedido ao sistema de trouble tickets, enviando para o efeito uma mensagem de correio eletrónico para o utilizador A Figura 24.6 ilustra a visualização, no RT, do primeiro ticket (cujo identificador é 1 ) criado após o envio de uma mensagem para este endereço. Utilizando o RT, o administrador pode responder ao utilizador, mudar o estado do ticket ou fechá-lo quando o problema for considerado resolvido. O utilizador será notificado por correio eletrónico das respostas FCA - Editora de Informática 469

10 GESTÃO DE SISTEMAS E REDES EM LINUX por parte do administrador, bem como do fecho do ticket após a resolução do problema reportado. Figura Visualização de pedido com o sistema RT É importante notar que, para além das configurações discutidas anteriormente, o RT pode ser configurado no sentido de suportar mais queues de trouble tickets, associadas aos endereços de correio eletrónico considerados apropriados, de acordo com as definições adicionadas pelo administrador ao ficheiro /etc/aliases. Outra característica interessante do RT é suportar a interação com utilizadores através do correio eletrónico, como já discutido, mas igualmente através da interface web. Mediante a configuração de permissões adequadas, o utilizador poderá recorrer à mesma página web do sistema RT para consultar o estado de resolução dos trouble tickets por si criados, ou criados automaticamente pelo sistema após o envio de mensagens de correio eletrónico. De acordo com a discussão anterior, podemos verificar que o RT é uma ferramenta bastante útil, no contexto da gestão de problemas. Um sistema de gestão de trouble tickets com as características do RT possibilita a gestão, por parte de uma equipa de administradores, de uma lista de registos de problemas ou pedidos em espera de resolução. Tais registos podem dizer respeito a pedidos ou mensagens submetidas pelos utilizadores, mas também aos registados pelos próprios administradores Conclusão A monitorização dos serviços e recursos numa rede informática reveste-se de particular importância. Tal como tivemos oportunidade de analisar no presente capítulo, a monitorização pode dizer respeito à utilização que é feita dos recursos de comunicações 470 FCA - Editora de Informática

1.1 A abordagem seguida no livro

1.1 A abordagem seguida no livro 1- Introdução A área de administração de sistemas e redes assume cada vez mais um papel fundamental no âmbito das tecnologias da informação. Trata-se, na realidade, de uma área bastante exigente do ponto

Leia mais

Firewall e Proxy. Relatório do Trabalho Prático nº 2. Segurança em Sistemas de Comunicação

Firewall e Proxy. Relatório do Trabalho Prático nº 2. Segurança em Sistemas de Comunicação Segurança em Sistemas de Comunicação Relatório do Trabalho Prático nº 2 Firewall e Proxy Documento elaborado pela equipa: Jorge Miguel Morgado Henriques Ricardo Nuno Mendão da Silva Data de entrega: 07.11.2006

Leia mais

Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador. Viva o momento

Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador. Viva o momento Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador Viva o momento 3 4 5 5 6 6 7 8 9 12 12 14 16 17 18 19 20 21 22 22 23 23 24 24 24 25 26 27 Ligar o Router LEDs Configuração do Router Aceder à ferramenta de configuração

Leia mais

Licenciatura em Eng.ª Informática Complementos de Redes - 3º Ano - 2º Semestre. Trabalho Nº 4 - VoIP

Licenciatura em Eng.ª Informática Complementos de Redes - 3º Ano - 2º Semestre. Trabalho Nº 4 - VoIP Trabalho Nº 4 - VoIP 1. Introdução A utilização de tecnologia VoIP como alternativa às redes telefónicas tradicionais está a ganhar cada vez mais a aceitação junto dos utilizadores, e está sobretudo em

Leia mais

Firewall. Tutorial Firewall em Linux Acadêmicos: Felipe Zottis e Cleber Pivetta

Firewall. Tutorial Firewall em Linux Acadêmicos: Felipe Zottis e Cleber Pivetta Tutorial Firewall em Linux Acadêmicos: Felipe Zottis e Cleber Pivetta Firewall Firewall é um quesito de segurança com cada vez mais importância no mundo da computação. À medida que o uso de informações

Leia mais

Nova plataforma de correio electrónico Microsoft Live@edu

Nova plataforma de correio electrónico Microsoft Live@edu 1 Nova plataforma de correio electrónico Microsoft Live@edu Tendo por objectivo a melhoria constante dos serviços disponibilizados a toda a comunidade académica ao nível das tecnologias de informação,

Leia mais

Requisitos para a Federação de um serviço web. Serviço Utilizador RCTS Janeiro de 2010

Requisitos para a Federação de um serviço web. Serviço Utilizador RCTS Janeiro de 2010 Requisitos para a Federação de um serviço web Serviço Utilizador RCTS Janeiro de 2010 15 de Janeiro de 2010 Requisitos para a Federação de um serviço web Serviço Utilizador RCTS Janeiro de 2010 EXT/2010/Serviço

Leia mais

Plataforma de correio electrónico Microsoft Office 365

Plataforma de correio electrónico Microsoft Office 365 1 Plataforma de correio electrónico Microsoft Office 365 Tendo por objetivo a melhoria constante dos serviços disponibilizados a toda a comunidade académica ao nível das tecnologias de informação, surgiu

Leia mais

Administração de Sistemas Operacionais

Administração de Sistemas Operacionais Diretoria de Educação e Tecnologia da Informação Análise e Desenvolvimento de Sistemas INSTITUTO FEDERAL RIO GRANDE DO NORTE Administração de Sistemas Operacionais Serviço Proxy - SQUID Prof. Bruno Pereira

Leia mais

Servidor, Proxy e Firewall. Professor Victor Sotero

Servidor, Proxy e Firewall. Professor Victor Sotero Servidor, Proxy e Firewall Professor Victor Sotero 1 Servidor: Conceito Um servidor é um sistema de computação centralizada que fornece serviços a uma rede de computadores; Os computadores que acessam

Leia mais

Iptables. Adailton Saraiva Sérgio Nery Simões

Iptables. Adailton Saraiva Sérgio Nery Simões Iptables Adailton Saraiva Sérgio Nery Simões Sumário Histórico Definições Tabelas Chains Opções do Iptables Tabela NAT Outros Módulos Histórico Histórico Ipfwadm Ferramenta padrão para o Kernel anterior

Leia mais

TeamWork. Manual do Utilizador. Para Windows Vista

TeamWork. Manual do Utilizador. Para Windows Vista TeamWork Manual do Utilizador Para Windows Vista V3.2_Vista Fevereiro 2008 ÍNDICE TeamWork Para que serve... 3 TeamWork Como instalar e configurar... 4 TeamWork Como utilizar... 4 Apoio para instalação

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

Instalação e Configuração Iptables ( Firewall)

Instalação e Configuração Iptables ( Firewall) Instalação e Configuração Iptables ( Firewall) Pág - 1 Instalação e Configuração Iptables - Firewall Desde o primeiro tutorial da sequencia dos passo a passo, aprendemos a configurar duas placas de rede,

Leia mais

4 Serviços de Aplicação

4 Serviços de Aplicação 4 Serviços de Aplicação A existência de um suporte de comunicação permite a interligação de diversos dispositivos e também a disponibilização de diversas aplicações que adicionam funcionalidades ao sistema.

Leia mais

Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 6 Firewall e Proxy

Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 6 Firewall e Proxy Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 6 Firewall e Proxy Prof.: Roberto Franciscatto Introdução FIREWALL Introdução Firewall Tem o objetivo de proteger um computador ou uma rede de computadores,

Leia mais

Segurança Informática e nas Organizações. Guiões das Aulas Práticas

Segurança Informática e nas Organizações. Guiões das Aulas Práticas Segurança Informática e nas Organizações Guiões das Aulas Práticas João Paulo Barraca 1 e Hélder Gomes 2 1 Departamento de Eletrónica, Telecomunicações e Informática 2 Escola Superior de Tecnologia e Gestão

Leia mais

5/7/2010. Apresentação. Web Proxy. Proxies: Visão Geral. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux

5/7/2010. Apresentação. Web Proxy. Proxies: Visão Geral. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux Apresentação Servidor Proxy Administração de Sistemas Curso Tecnologia em Telemática Disciplina Administração de Sistemas Linux Professor: Anderson Costa anderson@ifpb.edu.br Assunto da aula Proxy (Capítulo

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Italo Valcy - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal

Leia mais

GoWorkFlow Gestão de Processos

GoWorkFlow Gestão de Processos GoWorkFlow Gestão de Processos Desde criar processos a seguir o seu trajeto, esta plataforma permite uma completa gestão do fluxo de informação entre várias entidades A Dimep Europa S.A. é uma empresa

Leia mais

Curso Firewall. Sobre o Curso de Firewall. Conteúdo do Curso

Curso Firewall. Sobre o Curso de Firewall. Conteúdo do Curso Curso Firewall Sobre o Curso de Firewall Este treinamento visa prover conhecimento sobre a ferramenta de Firewall nativa em qualquer distribuição Linux, o "iptables", através de filtros de pacotes. Este

Leia mais

Trabalho 3 Firewalls

Trabalho 3 Firewalls IST MEIC/MERC Segurança Informática em Redes e Sistemas 2008/2009 Trabalho 3 Firewalls Objectivos Introduzir a configuração de uma firewall utilizando as ferramentas iptables e fwbuilder. 1 Introdução

Leia mais

Plataforma de correio eletrónico Microsoft Office 365

Plataforma de correio eletrónico Microsoft Office 365 1 Plataforma de correio eletrónico Microsoft Office 365 A plataforma Microsoft Office 365 disponibiliza a toda a comunidade académica um conjunto de recursos que permite suportar o trabalho colaborativo

Leia mais

Servidor de email VMware Zimbra

Servidor de email VMware Zimbra Servidor de email VMware Zimbra Instalação, Configuração e Administração Leandro Ferreira Canhada 1 1 Faculdade de Tecnologia SENAC Pelotas Rua Gonçalves Chaves, 602 96.015-560 Pelotas RS Brasil {leandrocanhada@gmail.com}

Leia mais

TeamWork. Manual do Utilizador. Para Windows XP

TeamWork. Manual do Utilizador. Para Windows XP TeamWork Manual do Utilizador Para Windows XP V3.2_XP Fevereiro 2008 ÍNDICE TeamWork Para que serve... 3 TeamWork Como instalar e configurar... 4 TeamWork Como utilizar... 4 Apoio para instalação e configuração.

Leia mais

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns.

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Internet Internet ou Net É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Como Comunicam os computadores Os computadores comunicam entre si utilizando uma linguagem

Leia mais

Apresentação de REDES DE COMUNICAÇÃO

Apresentação de REDES DE COMUNICAÇÃO Apresentação de REDES DE COMUNICAÇÃO Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos MÓDULO VIII Serviços de Redes Duração: 20 tempos Conteúdos (1) 2 Caraterizar, instalar

Leia mais

Plataforma de correio eletrónico Microsoft Office 365

Plataforma de correio eletrónico Microsoft Office 365 1 Plataforma de correio eletrónico Microsoft Office 365 A plataforma Microsoft Office 365 disponibiliza a toda a comunidade académica um conjunto de recursos que permite suportar o trabalho colaborativo

Leia mais

A gestão e monitoria é feita via interfaceweb no estilo Dashboard com idioma em português e inglês. Um solução da VAMIZI, LDA.

A gestão e monitoria é feita via interfaceweb no estilo Dashboard com idioma em português e inglês. Um solução da VAMIZI, LDA. INTRODUÇÃO O Vamizi Firewall é uma plataforma baseada em Linux especializada na proteção e monitoria de rede que possui uma interface WEB de gestão, agregando diversos serviços em um pacote integrado de

Leia mais

INTERNET. TCP/IP protocolo de comunicação sobre o qual se baseia a Internet. (conjunto de regras para a comunicação entre computadores)

INTERNET. TCP/IP protocolo de comunicação sobre o qual se baseia a Internet. (conjunto de regras para a comunicação entre computadores) TCP/IP protocolo de comunicação sobre o qual se baseia a Internet. (conjunto de regras para a comunicação entre computadores) A cada computador integrado na rede é atribuído um número IP que o identifica

Leia mais

1 SQL Injection A consulta normal SQL seria:

1 SQL Injection A consulta normal SQL seria: HTTP Testando aplicação Web. Pegaremos dois tipos de ataques dentre os top 10 do OWASP 1 SQL Injection A consulta normal SQL seria: SELECT * FROM Users WHERE Username='$username' AND Password='$password'

Leia mais

Fundamentos de Administração de Sistemas

Fundamentos de Administração de Sistemas Fundamentos de Administração de Sistemas Este curso tem como objetivo ensinar aos alunos conceitos de administração de um sistema Linux. Isto inclui o gerenciamento de contas de usuários, automação de

Leia mais

Algumas informações sobre a rede informática do ISA

Algumas informações sobre a rede informática do ISA Algumas informações sobre a rede informática do ISA Fernanda Valente Graça Abrantes A grande maioria dos computadores do Instituto Superior de Agronomia estão ligados entre si constituindo uma Intranet,

Leia mais

Enunciados dos Trabalhos de Laboratório. Instituto Superior Técnico - 2005/2006. 1 Introdução. 2 Configuração de Redes

Enunciados dos Trabalhos de Laboratório. Instituto Superior Técnico - 2005/2006. 1 Introdução. 2 Configuração de Redes Enunciados dos Trabalhos de Laboratório Instituto Superior Técnico - 2005/2006 1 Introdução A empresa XPTO vende serviços de telecomunicações. O seu portfólio de serviço inclui: acesso à Internet; serviço

Leia mais

Obs: Endereços de Rede. Firewall em Linux Kernel 2.4 em diante. Obs: Padrões em Intranet. Instalando Interface de Rede.

Obs: Endereços de Rede. Firewall em Linux Kernel 2.4 em diante. Obs: Padrões em Intranet. Instalando Interface de Rede. Obs: Endereços de Rede Firewall em Linux Kernel 2.4 em diante Classe A Nº de IP 1 a 126 Indicador da Rede w Máscara 255.0.0.0 Nº de Redes Disponíveis 126 Nº de Hosts 16.777.214 Prof. Alexandre Beletti

Leia mais

Prática NAT/Proxy. Edgard Jamhour. Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr.

Prática NAT/Proxy. Edgard Jamhour. Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr. Prática NAT/Proxy Edgard Jamhour Exercícios práticos sobre NAT e Proxy, usando Linux. Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais:.ppgia.pucpr.br OBS. Esse roteiro utiliza

Leia mais

Instruções para aceder ao correio electrónico via web

Instruções para aceder ao correio electrónico via web Caro utilizador(a) Tendo por objectivo a melhoria constante das soluções disponibilizadas a toda a comunidade do Instituto Politécnico de Santarém, tanto ao nível de serviços de rede como sistema de informação.

Leia mais

GESTÃO DE SISTEMAS E REDES YNAMIC HOST CONFIGURATION PROTOCOL

GESTÃO DE SISTEMAS E REDES YNAMIC HOST CONFIGURATION PROTOCOL GESTÃO DE SISTEMAS E REDES YNAMIC HOST CONFIGURATION PROTOCOL OUTLINE DHCP PROTOCOLO RELAY AGENT EXEMPLO LINUX EXEMPLO IOS DHCP Dynamic Host Configuration Protocol, ou DHCP, é um dos protocolos de suporte

Leia mais

ETI/Domo. Português. www.bpt.it. ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14

ETI/Domo. Português. www.bpt.it. ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14 ETI/Domo 24810180 www.bpt.it PT Português ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14 Configuração do PC Antes de realizar a configuração de todo o sistema, é necessário configurar o PC para que esteja pronto

Leia mais

Laboratório de Sistemas e Redes. Nota sobre a Utilização do Laboratório

Laboratório de Sistemas e Redes. Nota sobre a Utilização do Laboratório Nota sobre a Utilização do Laboratório 1. Introdução O laboratório de Sistemas e Redes foi criado com o objectivo de fornecer um complemento prático de qualidade ao ensino das cadeiras do ramo Sistemas

Leia mais

Acronis Backup & Recovery 10 Server para Linux. Update 5. Guia da Instalação

Acronis Backup & Recovery 10 Server para Linux. Update 5. Guia da Instalação Acronis Backup & Recovery 10 Server para Linux Update 5 Guia da Instalação Índice 1 Antes da instalação...3 1.1 Componentes do Acronis Backup & Recovery 10... 3 1.1.1 Agente para Linux... 3 1.1.2 Consola

Leia mais

Especificação do Sistema Operativo CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server

Especificação do Sistema Operativo CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server Especificação do Sistema Operativo CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server Versão: 1.06 Data: 2010-11-15 SO CAMES 1 ÍNDICE A Apresentação do CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server - Sistema Operativo de

Leia mais

CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes. Módulo 11 Camada de Transporte TCP/IP Camada de Aplicação

CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes. Módulo 11 Camada de Transporte TCP/IP Camada de Aplicação CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 11 Camada de Transporte TCP/IP Camada de Aplicação Camada de Transporte TCP/IP 2 Introdução à Camada de Transporte As responsabilidades principais da camada de

Leia mais

FACSENAC. Versão:1.5. Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes. Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0. Histórico de revisões

FACSENAC. Versão:1.5. Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes. Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0. Histórico de revisões FACSENAC ECOFROTA Documento de Projeto Lógico de Rede Versão:1.5 Data: 21/11/2013 Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0 Localização: FacSenac

Leia mais

Guia de Rede. Configuração do Windows Utilizar um Servidor de Impressão Monitorizar e Configurar a Impressora Apêndice

Guia de Rede. Configuração do Windows Utilizar um Servidor de Impressão Monitorizar e Configurar a Impressora Apêndice Guia de Rede 1 2 3 4 Configuração do Windows Utilizar um Servidor de Impressão Monitorizar e Configurar a Impressora Apêndice Leia este manual cuidadosamente antes de utilizar o equipamento e mantenha-o

Leia mais

Andarta - Guia de Instalação. Guia de Instalação

Andarta - Guia de Instalação. Guia de Instalação Guia de Instalação 29 de setembro de 2010 1 Sumário Introdução... 3 Os Módulos do Andarta... 4 Instalação por módulo... 6 Módulo Andarta Server... 6 Módulo Reporter... 8 Módulo Agent... 9 Instalação individual...

Leia mais

Implementação de Asterisk (IP PBX) Henrique Cavadas 200803845 José Figueiredo 200604114

Implementação de Asterisk (IP PBX) Henrique Cavadas 200803845 José Figueiredo 200604114 Implementação de Asterisk (IP PBX) Henrique Cavadas 200803845 José Figueiredo 200604114 20 de Dezembro de 2014 Serviços de Comunicações Conteúdo 1 Introdução 2 2 Contextualização 3 2.1 PBX...................................

Leia mais

Capítulo 4 TCP/IP FIREWALLS.

Capítulo 4 TCP/IP FIREWALLS. Capítulo 4 TCP/IP FIREWALLS. O que é uma firewall? É um router entre uma rede privada e uma rede pública que filtra o tráfego com base num conjunto de regras. GRS - Capitulo 4 1/1 Arquitecturas de redes

Leia mais

Especificação da Appliance + SO CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server

Especificação da Appliance + SO CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server Especificação da Appliance + SO CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server Versão: 1.05 Data: 2010-12-15 Appliance CAMES.GT 1 ÍNDICE A Apresentação da Appliance CAMES - CAixa Mágica Enterprise Server B Características

Leia mais

Elaboração de Script de Firewall de Fácil administração

Elaboração de Script de Firewall de Fácil administração Elaboração de Script de Firewall de Fácil administração Marcos Monteiro http://www.marcosmonteiro.com.br contato@marcosmonteiro.com.br IPTables O iptables é um firewall em NÍVEL DE PACOTES e funciona baseado

Leia mais

T ecnologias de I informação de C omunicação

T ecnologias de I informação de C omunicação T ecnologias de I informação de C omunicação 9º ANO Prof. Sandrina Correia TIC Prof. Sandrina Correia 1 Objectivos Aferir sobre a finalidade da Internet Identificar os componentes necessários para aceder

Leia mais

FIREWALL. Prof. Fabio de Jesus Souza. fabiojsouza@gmail.com. Professor Fabio Souza

FIREWALL. Prof. Fabio de Jesus Souza. fabiojsouza@gmail.com. Professor Fabio Souza FIREWALL Prof. Fabio de Jesus Souza fabiojsouza@gmail.com Professor Fabio Souza O que são Firewalls? Os firewalls são sistemas de segurança que podem ser baseados em: um único elemento de hardware; um

Leia mais

Helpdesk Gestão de Ocorrências na área das TIC. Marta Geraldo (Município de Palmela)

Helpdesk Gestão de Ocorrências na área das TIC. Marta Geraldo (Município de Palmela) Marta Geraldo (Município de Palmela) Marta Geraldo Município de Palmela Helpdesk AGENDA Caso de Sucesso Desafio inicial e a Solução Factos e Números Componente Financeira Solução Tecnológica Lições Aprendidas

Leia mais

CONFIGURAÇÃO DO ACESSO REMOTO PARA HS-DHXX93 E HS-DHXX96

CONFIGURAÇÃO DO ACESSO REMOTO PARA HS-DHXX93 E HS-DHXX96 CONFIGURAÇÃO DO ACESSO REMOTO PARA HS-DHXX93 E HS-DHXX96 1 CONFIGURAR PARÂMETROS DE REDE DO DVR Para maior fiabilidade do acesso remoto é recomendado que o DVR esteja configurado com IP fixo (também pode

Leia mais

Manual de Boas Práticas

Manual de Boas Práticas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Serviços de Informática da Universidade Aberta Manual de Boas Práticas Temas: Cuidados a ter com os anexos do correio eletrónico (email) Navegar na internet de forma segura:

Leia mais

Apresentação de SISTEMAS OPERATIVOS

Apresentação de SISTEMAS OPERATIVOS Apresentação de SISTEMAS OPERATIVOS Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos MÓDULO V Configuração Avançada de Sistemas Operativos Servidores Duração: 42 tempos Conteúdos

Leia mais

INTERNET OUTLOOK. 1. Considerando os conceitos e os modos de navegação na Internet, assinale a opção correta.

INTERNET OUTLOOK. 1. Considerando os conceitos e os modos de navegação na Internet, assinale a opção correta. Prof. Júlio César S. Ramos P á g i n a 1 INTERNET OUTLOOK 1. Considerando os conceitos e os modos de navegação na Internet, assinale a opção correta. A O Outlook Express permite criar grupo de pessoas

Leia mais

[Documentação da Plataforma MY.IPLEIRIA.PT dos Estudantes do IPLeiria]

[Documentação da Plataforma MY.IPLEIRIA.PT dos Estudantes do IPLeiria] [Documentação da Plataforma MY.IPLEIRIA.PT dos Estudantes do IPLeiria] Unidade De Administração de Sistemas Serviços Informáticos Instituto Politécnico de Leiria 19-10-2010 Controlo do Documento Autor

Leia mais

1º Seminário de Software Livre Tchelinux Software Livre: leve adiante esta idéia. Soluções de Web Caching e Web Acceleration

1º Seminário de Software Livre Tchelinux Software Livre: leve adiante esta idéia. Soluções de Web Caching e Web Acceleration 1º Seminário de Software Livre Tchelinux Software Livre: leve adiante esta idéia Soluções de Web Caching e Web Acceleration Domingos Parra Novo domingosnovo@terra.com.br Tópicos Introdução O que são web

Leia mais

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G Escola Superior de Gestão de Santarém Pedido de Registo do CET Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos Peça Instrutória G Conteúdo programático sumário de cada unidade de formação TÉCNICAS

Leia mais

Redes de Distribuição de Conteúdos Enunciado do Trabalho Prático

Redes de Distribuição de Conteúdos Enunciado do Trabalho Prático Redes de Distribuição de Conteúdos Enunciado do Trabalho Prático Este trabalho pretende familiarizar os alunos com as redes de distribuição de conteúdos. Para tal terão de implementar diversos componentes

Leia mais

Uma poderosa ferramenta de monitoramento. Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP

Uma poderosa ferramenta de monitoramento. Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP Uma poderosa ferramenta de monitoramento Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP Abril de 2008 O que é? Características Requisitos Componentes Visual O que é?

Leia mais

O endereço IP (v4) é um número de 32 bits com 4 conjuntos de 8 bits (4x8=32). A estes conjuntos de 4 bits dá-se o nome de octeto.

O endereço IP (v4) é um número de 32 bits com 4 conjuntos de 8 bits (4x8=32). A estes conjuntos de 4 bits dá-se o nome de octeto. Endereçamento IP Para que uma rede funcione, é necessário que os terminais dessa rede tenham uma forma de se identificar de forma única. Da mesma forma, a interligação de várias redes só pode existir se

Leia mais

Gestão de Sistemas e Redes

Gestão de Sistemas e Redes Gestão de Sistemas e Redes Firewalls Paulo Coelho 2005 Versão 1.0 1 Acessos do exterior A ligação da rede de uma empresa a um sistema aberto como a Internet merece muitíssimo cuidado Três preocupações

Leia mais

Configure seu Linux pela Web! Instalação à partir de um.tar.gz. Autor: Carlos Eduardo Ribeiro de Melo Data: 05/10/2004

Configure seu Linux pela Web! Instalação à partir de um.tar.gz. Autor: Carlos Eduardo Ribeiro de Melo <eduardo at unisulma.edu.br> Data: 05/10/2004 1 de 6 27/3/2007 10:03 Configure seu Linux pela Web! Autor: Carlos Eduardo Ribeiro de Melo Data: 05/10/2004 Introdução O Webmin é um software de configuração de servidores

Leia mais

KASPERSKY DDOS PROTECTION. Descubra como a Kaspersky Lab defende as empresas contra ataques DDoS

KASPERSKY DDOS PROTECTION. Descubra como a Kaspersky Lab defende as empresas contra ataques DDoS KASPERSKY DDOS PROTECTION Descubra como a Kaspersky Lab defende as empresas contra ataques DDoS OS CIBERCRIMINOSOS ESTÃO A ESCOLHER AS EMPRESAS COMO ALVO Se a sua empresa já tiver sofrido um ataque de

Leia mais

Manual Internet. Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt

Manual Internet. Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt Manual Internet Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt Fevereiro de 2006 Índice Internet... 2 Correio electrónico... 2 Os endereços... 2 Lista de correio... 2 Grupos

Leia mais

Guia de iniciação Bomgar B400

Guia de iniciação Bomgar B400 Guia de iniciação Bomgar B400 Documento: 043010.15 Publicado: maio de 2010 Guia de iniciação Bomgar B400 Documento: 043010.15 Publicado: maio 2010 Obrigado por utilizar a Bomgar. Na Bomgar, o atendimento

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE REDES I LINUX. Firewall. Frederico Madeira LPIC 1, CCNA fred@madeira.eng.br www.madeira.eng.br

ADMINISTRAÇÃO DE REDES I LINUX. Firewall. Frederico Madeira LPIC 1, CCNA fred@madeira.eng.br www.madeira.eng.br ADMINISTRAÇÃO DE REDES I LINUX Firewall Frederico Madeira LPIC 1, CCNA fred@madeira.eng.br www.madeira.eng.br São dispositivos que têm com função regular o tráfego entre redes distintas restringindo o

Leia mais

1 Introdução. O sistema permite:

1 Introdução. O sistema permite: A intenção deste documento é demonstrar as possibilidades de aplicação da solução INCA Insite Controle de Acesso - para controle de conexões dia-up ou banda larga à Internet e redes corporativas de forma

Leia mais

Privacidade no email. Fevereiro de 2009 Luís Morais 2009, CERT.PT, FCCN

Privacidade no email. Fevereiro de 2009 Luís Morais 2009, CERT.PT, FCCN Privacidade no email Fevereiro de 2009 Luís Morais 2009, CERT.PT, FCCN 1 Introdução... 3 2 Funcionamento e fragilidades do correio electrónico... 3 3 Privacidade no correio electrónico... 5 3.1 Segurança

Leia mais

Melhor Comunicação com o serviço UCoIP. Uma nova visão da Identidade Corporativa

Melhor Comunicação com o serviço UCoIP. Uma nova visão da Identidade Corporativa Melhor Comunicação com o serviço UCoIP Uma nova visão da Identidade Corporativa O que irá aprender A Importância do novo conceito UCoIP nas comunicações empresariais de amanhã. Um único endereço para todas

Leia mais

Declaração de Práticas

Declaração de Práticas Declaração de Práticas acingov Registo da revisão Versão Data Responsável Descrição 1.0 24-03-2014 Ricardo Garcês Versão Inicial 2.0 09-10-2014 Ricardo Garcês 3.0 13-10-2014 Ricardo Garcês 4.0 17-10-2014

Leia mais

III WTR do POP-BA III Workshop de Tecnologias de Redes Ponto de Presença da RNP na Bahia Instrutor: Ibirisol Fontes Monitores: Jundaí Abdon.

III WTR do POP-BA III Workshop de Tecnologias de Redes Ponto de Presença da RNP na Bahia Instrutor: Ibirisol Fontes Monitores: Jundaí Abdon. III WTR do POP-BA III Workshop de Tecnologias de Redes Ponto de Presença da RNP na Bahia Instrutor: Ibirisol Fontes Monitores: Jundaí Abdon Prática 2 Cenário: Como na prática número 1, temos na figura

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA

CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA conceito inicial Amplo sistema de comunicação Conecta muitas redes de computadores Apresenta-se de várias formas Provê

Leia mais

Internet. Professor: Francisco Silva

Internet. Professor: Francisco Silva Internet e Serviços Internet A Internet, ou apenas Net, é uma rede mundial de computadores ligados entre si através de linhas telefónicas comuns, linhas de comunicação privadas, satélites e outros serviços

Leia mais

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações Sistemas Multimédia Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP Redes e Comunicações Francisco Maia famaia@gmail.com Já estudado... Motivação Breve História Conceitos Básicos Tipos de Redes Componentes

Leia mais

Kaspersky Security for Mobile

Kaspersky Security for Mobile Kaspersky Security for Mobile 1 Kaspersky Security for Mobile Dez anos de liderança em segurança móvel Tecnologia em constante evolução para ameaças em constante evolução. A Kaspersky Lab tem vindo a

Leia mais

Manual de Autenticação na Plataforma

Manual de Autenticação na Plataforma Manual de Autenticação na Plataforma Índice 1. Autenticação na Plataforma... 3 1.1 Autenticação Via Certificado... 3 1.2 Autenticação Via Cartão de Cidadão... 3 2. Autenticação Via Certificado... 4 2.1

Leia mais

Estrutura de um endereço de Internet

Estrutura de um endereço de Internet Barras do Internet Explorer Estrutura de um endereço de Internet Na Internet, cada servidor tem uma identificação única, correspondente ao endereço definido no IP (Internet Protocol). Esse endereço é composto

Leia mais

Barreiras e dificuldades na implementação do IPv6

Barreiras e dificuldades na implementação do IPv6 Barreiras e dificuldades na implementação do IPv6 Instituto Politécnico de Lisboa (IPL) Pedro Ribeiro Hotel Olissippo Oriente Lisboa, 19 de Maio de 2010 1 CONTEXTO IPL Escolas e serviços dispersos por

Leia mais

Gerência de Redes de Computadores Gerência de Redes de Computadores As redes estão ficando cada vez mais importantes para as empresas Não são mais infra-estrutura dispensável: são de missão crítica, ou

Leia mais

Manual do GesFiliais

Manual do GesFiliais Manual do GesFiliais Introdução... 3 Arquitectura e Interligação dos elementos do sistema... 4 Configuração do GesPOS Back-Office... 7 Utilização do GesFiliais... 12 Outros modos de utilização do GesFiliais...

Leia mais

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO Enquadramento geral Um dos principais desafios que se colocam à sociedade portuguesa é o do desenvolvimento de uma Sociedade de Informação, voltada para o uso

Leia mais

ROUTER BANDA LARGA SEM FIOS 11N 300MBPS

ROUTER BANDA LARGA SEM FIOS 11N 300MBPS ROUTER BANDA LARGA SEM FIOS 11N 300MBPS Manual de Instalação Rápida DN-70591 INTRODUÇÃO DN-70591 é um dispositivo conjunto de rede com fios/sem fios destinado especificamente para as necessidades de pequenas

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 02. Prof. Gabriel Silva

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 02. Prof. Gabriel Silva FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 02 Prof. Gabriel Silva Temas da Aula de Hoje: Revisão da Aula 1. Redes LAN e WAN. Aprofundamento nos Serviços de

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Docentes Universidade Atlântica 1 Introdução O conceito do Moodle (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment) foi criado em 2001 por Martin Dougiamas, o conceito

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO PROTOCOLOS DA INTERNET FAMÍLIA TCP/IP INTRODUÇÃO É muito comum confundir o TCP/IP como um único protocolo, uma vez que, TCP e IP são dois protocolos distintos, ao mesmo tempo que, também os mais importantes

Leia mais

Guia Web Connect. Versão 0 POR

Guia Web Connect. Versão 0 POR Guia Web Connect Versão 0 POR Modelos aplicáveis Este Manual do Utilizador aplica-se aos seguintes modelos: ADS-2500We e ADS-2600We. Definições de notas Ao longo deste manual do utilizador, é utilizado

Leia mais

Introdução à Internet

Introdução à Internet Introdução à Internet Paulo Santos v. 2.0-2012 1 Índice 1 Introdução à Internet... 3 1.1 Conceitos base... 3 1.1.1 O que é a internet?... 3 1.1.2 O que é preciso para aceder à internet?... 3 1.1.3 Que

Leia mais

1. VISÃO GERAL BACKUP REMOTO... 4 2. ÁREA DE GESTÃO DAS SOLUÇÕES CLOUD... 4 3. CONFIGURAÇÃO... 5. 3.1 Configuração do Backup Remoto...

1. VISÃO GERAL BACKUP REMOTO... 4 2. ÁREA DE GESTÃO DAS SOLUÇÕES CLOUD... 4 3. CONFIGURAÇÃO... 5. 3.1 Configuração do Backup Remoto... ÍNDICE 1. VISÃO GERAL BACKUP REMOTO... 4 2. ÁREA DE GESTÃO DAS SOLUÇÕES CLOUD... 4 3. CONFIGURAÇÃO... 5 3.1 Configuração do Backup Remoto... 5 3.2 Instalação do Online Backup Client... 6 3.2.1. Requisitos

Leia mais

LABORATÓRIO XII. PORTSCAN & FOOTPRINTING Documento versão 0.1. Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135

LABORATÓRIO XII. PORTSCAN & FOOTPRINTING Documento versão 0.1. Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 LABORATÓRIO XII PORTSCAN & FOOTPRINTING Documento versão 0.1 Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 Orientado pela Professora Kalinka Regina Lucas Jaquie Castelo Branco Outubro / 2012 Laboratório XII Footprinting

Leia mais

BREVE MANUAL WIRELESS

BREVE MANUAL WIRELESS BREVE MANUAL WIRELESS Introdução O Projecto Municipal Seixal Digital pretende dotar o município do Seixal de equipamentos e infraestruturas que permitam o acesso às tecnologias de informação e comunicação.

Leia mais

1. INTERNET OU NET. Hardware. Computador. Linha telefónica normal, linha RDIS, ligação por cabo ou ADSL. Modem

1. INTERNET OU NET. Hardware. Computador. Linha telefónica normal, linha RDIS, ligação por cabo ou ADSL. Modem 1. INTERNET OU NET O que é a Internet? A Internet, ou apenas Net, é uma rede mundial de computadores ligados entre si através de linhas telefónicas comuns, linhas de comunicação privadas, satélites e outros

Leia mais

Configuração e Partilha de Pastas / ICS

Configuração e Partilha de Pastas / ICS Configuração e Partilha de Pastas / ICS 1. Comunicação entre 2 máquinas. 1.1 Windows Xp Clicar no símbolo de rede no canto inferior direito. 1.2 Ligação área Local No separador Geral Clicar em propriedades.

Leia mais

Conteúdo do pacote de 05 cursos hands-on Linux

Conteúdo do pacote de 05 cursos hands-on Linux Conteúdo do pacote de 05 cursos hands-on Linux Linux Básico Linux Intermediário Proxy Squid Firewall Netfilter / Iptables Samba 4 C o n t e ú d o d o c u r s o H a n d s - on L i n u x 2 Sumário 1 Linux

Leia mais

Manual de Utilizador MDDE Plug-in (Windows) 1 of 22

Manual de Utilizador MDDE Plug-in (Windows) 1 of 22 Manual de Utilizador MDDE Plug-in (Windows) 1 of 22 Marca do Dia Eletrónica (MDDE) A Marca De Dia Eletrónica (MDDE) é um serviço, concebido por CTT e MULTICERT, que coloca uma "estampilha eletrónica" num

Leia mais

Professor Claudio Silva

Professor Claudio Silva Filtragem caso o pacote não seja permitido, ele é destruído caso seja permitido, ele é roteado para o destino Além das informações contidas nos pacotes o filtro sabe em que interface o pacote chegou e

Leia mais

Copyright 2001-2005 GrupoPIE Portugal, S.A.

Copyright 2001-2005 GrupoPIE Portugal, S.A. ComServer ComServer Linux A Restauração do Séc. XXI Copyright 2001-2005 GrupoPIE Portugal, S.A. 1. WinREST ComServer...5 1.1. Licença...5 1.2. Instalação e upgrade...6 1.3. Licenciamento...7 1.4. Interface...8

Leia mais