UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I O Planejamento e sua aplicação em Enfermagem 1 Dutra, Herica Silva 2 1. Objetivos: Identificar os princípios, as características e os níveis de planejamento; Utilizar o planejamento como instrumento para a administração em enfermagem; Conhecer a Metodologia de Resolução de Problemas e o Planejamento Estratégico Situacional como instrumentos para o gerenciamento em enfermagem. 2. Por que estudar planejamento em Enfermagem? Iniciamos nossa discussão identificando motivos essenciais para nos debruçarmos sobre esse estudo, conforme apresentado por GAMA (2010) e reforçado por GRECO (2011). Assim, as autoras apontam uma relação de instrumentos legais que indicam a importância e a necessidade de estudar esse tema. Em primeiro lugar destacamos a Lei 7498/86, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências. Em seu Art. 11, inciso I, destaca as atividades privativas do enfermeiro, dentre elas: a) direção do órgão de Enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e de unidade de Enfermagem; b) organização e direção dos serviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços; c) planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços de assistência de Enfermagem. Além disso, como integrante do serviço de saúde aponta que ao enfermeiro compete dentre outras funções: a) participação no planejamento, execução e avaliação da programação de saúde; b) participação na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde (BRASIL, 1986). O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN 311/07) aponta em seu preâmbulo: O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem leva em consideração a necessidade e o direito de assistência em enfermagem da população, os interesses do profissional e de sua organização. Além disso, destacamos o Art. 66 quando afirma que é direito do enfermeiro exercer cargos de direção, gestão e coordenação na área de seu exercício profissional e do setor saúde (COFEN, 2007). A Deliberação COREN-MG 176/07 que baixa normas para definição das atribuições do Enfermeiro Responsável Técnico apresenta em seu Art. 1º, inciso I: Elaborar o Diagnóstico Situacional do Serviço de Enfermagem e a Proposta do Plano de Trabalho que deverão ser apresentados ao Representante Legal da Instituição e encaminhados ao COREN-MG no prazo de 90 (noventa) dias (COREN, 2010). E por fim as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) no que se refere aos cursos de graduação em Enfermagem, publicadas oficialmente na Resolução CNE/CES Nº 03 de 7/11/2001, onde em seu Art. 4, inciso V aponta como competência ou habilidade exigida dos enfermeiros a Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho quanto dos recursos físicos e materiais e de informação, da 1 Este texto foi elaborado como material instrucional para a Disciplina Administração em Enfermagem I, para os acadêmicos do Curso de Graduação em Enfermagem do 6º período da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Juiz de Fora, em 11 de novembro de Pedimos que caso haja o interesse em utilizar este material para outro fim seja citada a referência, outras informações podem ser solicitadas pelo seguinte 2 Enfermeira, Mestre em Saúde Coletiva, Professor Assistente do Departamento de Enfermagem Básica da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Juiz de Fora.

2 mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde (BRASIL, 2001). Diante dessas considerações, podemos ratificar a importância e necessidade de discutir os conteúdos de Administração em Enfermagem, incluindo as funções administrativas que se articulam e subsidiam a prática profissional do enfermeiro. Nesse momento, vamos nos dedicar a discutir o Planejamento e sua aplicação à Enfermagem. 3. Planejamento em Enfermagem O planejamento pode ser considerado a primeira função administrativa, pois se constitui a base para as demais funções (organização, direção, coordenação e controle). A partir do planejamento, todas as demais ações administrativas se dão. Portanto, para administrar é fundamental planejar. Figura 1: A função planejar dentro do processo administrativo Fonte: CHIAVENATO, 2004; p Na enfermagem, e mais especificadamente na administração da assistência de enfermagem, a experiência mostra que um planejamento bem feito resulta uma série de vantagens que recompensam o tempo e energia nele despendidos. Os resultados desse esforço talvez não sejam percebidos sempre de forma imediata, mas a prática tem comprovado que são de longo e largo alcance. Torna-se evidente que nenhuma atuação do enfermeiro pode ter condições de eficiência e eficácia, se dirigida pela improvisação e pela falta de sistematização (GAMA, 2010; p. 2). Dessa forma, pode-se inferir que o planejamento é parte essencial do processo de trabalho do enfermeiro. A administração da assistência de enfermagem, portanto, inclui o planejamento da assistência (sistematização da assistência de enfermagem) e o planejamento das condições que permitam a execução dessa assistência (planejamento gerencial em enfermagem). Podemos compreender o planejamento nesta perspectiva como um instrumento do trabalho do enfermeiro, definido como a arte de fazer escolhas e de elaborar planos para favorecer um processo de mudança (CIAMPONE; MELLEIRO, 2010; p. 36). Alguns autores definem o planejamento: O planejamento é uma atividade sistêmica que visa, de forma organizada, prever os recursos necessários para serem utilizados no momento certo e da maneira correta, para atingir resultados desejados (MORETTO NETO; SILVA; SCHMITT, 2007; p. 14). O planejamento é a função administrativa que determina antecipadamente quais são os objetivos a serem atingidos e como se deve fazer para alcançá-los. Trata-se, pois, de um modelo teórico para a ação futura. Começa com a determinação dos objetivos e detalha os planos necessários para atingi-los da melhor maneira possível. Planejar é definir os objetivos e escolher antecipadamente o melhor curso de ação para

3 alcançá-los. O planejamento define onde se pretende chegar, o que deve ser feito, quando, como e em que sequência (CHIAVENATO, 2004; p ). Planejamento pode ser entendido como um método de se pensar ações, de organizar, de alcançar resultados e de efetivar metas estabelecidas. Não há garantia de sucesso, ou seja, os resultados não serão sempre positivos simplesmente por terem sido planejados, mostrando que planejamento é também um processo dinâmico, ativo e deliberativo, mas que sem ele as chances de fracasso são maiores (LANZONI et al, 2009; p. 432). Na prática da enfermagem, os enfermeiros necessitam do planejamento para realizar a assistência, a gerência, a investigação e o ensino, pois o planejamento é o ponto de partida para todas as ações a serem desenvolvidas (GRECO, 2011). Isso inclui não somente as situações indesejáveis (problemas), mas principalmente aquelas desejáveis, com o objetivo de mantê-las ou melhorá-las (GAMA, 2010). O planejamento também engloba a tomada de decisão entre diferentes alternativas. No ambiente corporativo, uma decisão errônea pode representar perdas significativas; portanto, um planejamento efetivo poderá melhor subsidiar a tomada de decisão do enfermeiro. Podemos inferir, então, que o processo de planejamento envolve raciocínio, reflexão e análise sobre como realizar determinada atividade, sua abrangência e resultados possíveis. 3. Princípios e características do Planejamento De acordo com Greco (2011), para que o planejamento seja eficiente (diz respeito à utilização dos recursos), eficaz (diz respeito ao alcance dos resultados) e efetivo (diz respeito ao que é real e permanente) ele deve seguir os seguintes princípios básicos (GRECO, 2011; p. 4): Princípio da definição dos objetivos: o planejamento deve ser elaborado em função dos objetivos que se quer alcançar assim eles devem ser definidos de forma clara e concisa, pois a finalidade do planejamento é determinar como os objetivos podem ser alcançados; Princípio da flexibilidade: uma vez que o planejamento se refere ao futuro, ele deve ser flexível e elástico, para se adaptar as situações que podem sofrer alterações, nem sempre previstas; Princípio da participação: o planejamento será tanto mais efetivo e eficaz na medida em que envolva e contemple no processo de elaboração, execução e avaliação todas as áreas, setores e pessoas envolvidas; Princípio da coordenação: deve haver sincronia, inter-relação e articulação entre os vários aspectos envolvidos no planejamento de modo a que eles atuem interdependentemente e de modo integrado; Princípio da permanência: o planejamento deve ser constantemente revisto para que possa permanecer atual e válido. Greco (2011) cita Arndt; Huckabay (1983); Ciampone (1991) destacando as características de um bom planejamento: ter objetivos claros; ser simples, sem ambiguidade de interpretação; ter estabilidade e ao mesmo tempo ser flexível, com capacidade de se adaptar a situações prioritárias, de emergência ou mudanças; ser econômico e realista, em relação aos recursos necessários, otimizando ao máximo os recursos existentes; possibilitar a análise das atividades em cada uma das fases, tanto durante sua execução como no final; estar voltado para o futuro; ser suficientemente importante, racional e justificável em relação aos objetivos organizacionais e individuais; reconhecer o ambiente organizacional, do ponto de vista sócioeconômico e cultural. 4. Fases do Planejamento O planejamento tradicional ou normativo pode ser dividido em sete fases (CIAMPONE; MELLEIROS, 2010; CIAMPONE, 1991): * Fase 1 Diagnóstico: Conhecimento do Sistema como um Todo: nesta fase deve-se elaborar um diagnóstico de situação. É importante considerar o conhecimento do sistema técnico (tarefas, área física,

4 equipamentos e recursos existentes = eficiência potencial) e do sistema social (relações entre os agentes responsáveis pela execução das tarefas que transformam a eficiência potencial em eficiência real). * Fase 2 Determinação dos Objetivos: de acordo com Chiavenato (2004; p. 168) objetivos são resultados futuros que se pretende atingir. São alvos escolhidos que se pretende alcançar dentro de um certo espaço de tempo, aplicando determinados recursos disponíveis ou possíveis. Assim, os objetivos são pretensões futuras que, uma vez alcançadas, deixam de ser objetivos para se tornarem realidade. Eles ocupam uma escala graduada, onde os objetivos da instituição se sobrepõem aos demais, seguidos dos objetivos de cada departamento, divisão, do serviço, da seção até o nível operacional. Os objetivos devem ser descritos sempre iniciando com verbo no infinitivo. De acordo com Greco (2011) podemos classificar os objetivos em gerais e específicos. Os objetivos gerais são amplos, e expressam valores principais e a política da organização. Já os objetivos específicos são uma decomposição dos objetivos gerais, determinando as ações pelas quais os objetivos gerais serão alcançados. Também podemos classificar os objetivos quanto ao tempo em longo, médio e curto prazo. Os objetivos de longo prazo demandam acima de cinco anos para serem atingidos. São em geral alvos finais. Os objetivos de médio prazo necessitam de um a cinco anos para seu alcance. Já os objetivos de curto prazo podem ser conseguidos em até um ano. Em geral contribuem para atingir os objetivos de médio e longo prazo. * Fase 3 Estabelecimento de Prioridades: decidir que ações devem ser realizadas em primeiro lugar, definindo uma sequência de prioridades. Nesta etapa é importante determinar o que se pretende alcançar, e a partir disso selecionar quais ações são mais propícias. Usa-se a capacidade de escolher os meios para alcançar os fins. * Fase 4 Seleção dos Recursos Disponíveis: deve englobar recursos físicos, materiais, humanos e financeiros. A partir da seleção dos recursos são estabelecidas estratégias para otimização dos recursos ao máximo, incluindo agrupá-los ou redistribuí-los. * Fase 5 Estabelecimento do Plano Operacional: Consiste em definir como, de que forma, com que ações e estratégias os objetivos serão alcançados. Deve ser explicitado o conteúdo (genérico/detalhado), a extensão de tempo (longo, médio ou curto prazo) e sua amplitude (macro ou micro-orientado). * Fase 6 Desenvolvimento: inclui nesta etapa a aprovação pelas instâncias superiores e execução propriamente dita das ações planejadas. Nesta etapa também aparece a coordenação, a fim de minimizar atritos. Devem ser definidas as responsabilidades de todas as partes envolvidas. * Fase 7 Aperfeiçoamento: são realizadas avaliação e replanejamento das ações desenvolvidas. Destacase que a avaliação deve ser realizada em todas as etapas e não somente ao término de implantação de todas as fases anteriores. Assim, a avaliação realizada continuamente permite identificar e corrigir falhas no decorrer do processo e favorecer o sucesso do planejamento. 5. Niveis do Planejamento Chiavenato (2004) aponta três níveis distintos de planejamento: estratégico, operacional e tático. O planejamento estratégico abrange toda a organização, sendo assim o mais amplo. É projetado para longo prazo, com efeitos também amplos e de longa duração. Envolve recursos e atividades de todas as áreas. É definido pela cúpula organizacional, estando todos os demais planos a ele subordinados. O planejamento tático abrange cada departamento ou unidade. É projetado para médio prazo, frequentemente para exercício anual. Envolve os recursos departamentais e procura atingir seus objetivos. É definido no nível intermediário. O planejamento operacional abrange cada atividade ou tarefa específica. É projetado para curto prazo ou imediato. Preocupa-se com o alcance de metas específicas e é definido no nível operacional.

5 Quadro 1: Os três níveis do planejamento Fonte: GRECO, 2011 Adaptado de CHIAVENATO, Instrumentos utilizados no Planejamento Existem vários instrumentos que podem auxiliar na realização do planejamento. Dentre eles citamos: * Cronograma: disposição gráfica do tempo necessário para realizar um projeto, conforme as atividades a serem cumpridas. Horizontalmente são distribuídas as atividades e verticalmente o tempo despendido para cada uma delas. Auxilia no gerenciamento e controle dos trabalhos, permitindo uma visualização rápida de seu andamento. No cronograma são detalhadas e definidas as atividades a serem executadas durante um período de tempo (ALVES, 2009). Quadro 2: Exemplo de cronograma Atividade Abril Maio Junho Julho Levantar junto à equipe de enfermagem temas para serem discutidos X Planejar os encontros X Realizar as reuniões de educação permanente X X Avaliação dos resultados X * Gráfico de Gantt: trata-se de uma variação do cronograma. Nas colunas relativas ao tempo, cada mês é subdividido em semanas. Facilita a visualização do tempo disponível para cada atividade (CIAMPONE, 1991). Quadro 3: Exemplo 2 de Gráfico de Gantt Abril Maio Junho Tarefa 1ª s 2ª s 3ª s 4ª s 1ª s 2ª s 3ª s 4ª s 1ª s 2ª s 3ª s 4ª s A B C * Técnica de Revisão e Avaliação de Projetos ou Programas (Program Evaluation Review Technique PERT): é um instrumento mais complexo indicado para situações onde múltiplas atividades interrelacionadas e interdependentes são desenvolvidas numa rede de passos sequenciais. Assim, cada círculo representa um evento e cada seta uma atividade. O PERT tem sido associado ao CPM (Critical Path Method) ou método do caminho crítico. Neste caso considera-se caminho crítico aquele mais demorado para realizar determinada atividade.

6 Figura 2: PERT-CPM de atendimento a parada cardiorrespiratória Fonte: GRECO, 2011; p. 8. Adaptado de CIAMPONE (1991). * 5W 3H: É uma ferramenta usada para planejar a implementação de uma solução de forma organizada, identificando as ações, definindo responsabilidades, métodos, prazos e recursos associados. Representa as iniciais das palavras em inglês: WHAT: o que será feito (etapas). O que será feito para resolver um determinado problema? O que a empresa deseja alcançar? WHY: por que deve ser feito (justificativa). Por que é importante que determinadas estratégias e ações sejam feitas? Quais os impactos que elas deverão alcançar? WHO: quem realizará as tarefas (responsabilidade). Quais as pessoas e áreas que devem ser envolvidas nas estratégias e ações? WHEN: quando cada uma das tarefas será executada (tempo). Qual o momento adequado para iniciar as estratégias e atividades? WHERE: onde cada etapa será executada (local). HOW: como deverá ser realizada cada etapa (método). Quais as estratégias que devem ser utilizadas para obtermos os resultados a serem alcançados? HOW MUCH: quanto custa cada etapa (custo). Qual será o montante financeiro que deverá ser gasto em cada uma das estratégias? HOW MEASURE: como medir (avaliação) (ALVES, 2009; TAJRA, 2007).

7 Quadro 4: Plano 5W3H para redução de extravios no enxoval O QUE Reduzir o extravio do enxoval em 80% POR QUE Melhorar o controle e diminuir os gastos com a reposição do enxoval QUEM Enfermagem + higiene hospitalar + lavanderia COMO Implantar controle de roupas desde a saída da lavanderia (roupa limpa) até o retorno ao setor (roupa suja). QUANDO 01/05 a 31/07/xx CUSTOS Valores gastos com este processo ONDE Unidades de internação COMO Através de inventários mensais MEDIR Fonte: adaptado de ALVES (2009). * Instrumento utilizado na prática das disciplinas Administração em Enfermagem I e II: para auxiliar no desenvolvimento das atividades de planejamento em enfermagem, sugere-se o uso do esquema abaixo nas práticas da disciplina. Quadro 5: Instrumento de Planejamento das disciplinas Administração em Enfermagem I e II Descrição da situação (o quê) Objetivos (para quê? Por quê? O quê se espera alcançar) Ações propostas (como, onde, com quem, para quem) Cronograma (quando) 7. Método de Análise e Solução de Problemas (MASP) Tem sido utilizado também o MASP como ferramenta para o planejamento. Na Enfermagem, o MASP apresenta-se como uma maneira de racionalizar o trabalho, bem como uma maneira de conhecer de maneira progressiva e fundamentada os fatos e idéias que possam dificultar a prática assistencial. No desenvolvimento do MASP seguimos as seguintes etapas: * Identificação do problema: descreve-se a situação problema da maneira que é percebida, definindo o problema a partir da listagem das supostas causas, assim como suas consequências. A partir desta descrição, pode-se melhor refletir sobre a situação. * Coleta e análise de dados: colher e levantar informações a fim de avaliar a situação. Nesta etapa todos os envolvidos são ouvidos e faz-se um estudo das opiniões do grupo de trabalho. Assim, procura-se identificar os determinantes da situação problema a partir de diferentes perspectivas. Devem ser relacionadas aqui as forças negativas (causam ou mantêm o problema, resistindo à solução) e as forças positivas (contribuem para a solução do problema). * Soluções Alternativas: nesta etapa são listadas as várias propostas de soluções alternativas, apontando viabilidade e efeitos prováveis de cada uma delas. É importante, neste caso, não atacar os sintomas ao invés dos problemas. Experiências anteriores, hábitos e rotinas existentes podem ser bastante relevantes. Dinâmicas de grupo são indicadas para explorar as opiniões dos envolvidos. Após o estudo da situação e das opções de solução, procede-se à escolha de uma ou mais alternativas. * Implementação e Avaliação: é o desenvolvimento da solução escolhida. Esta fase está intimamente relacionada à anterior, pois quando a solução parte de decisão do grupo a implantação ocorrerá com maior adesão e vice-versa. Finalmente procede-se à avaliação, onde é verificado o que se alcançou na resolução da situação problema e as consequências das ações implantadas. Essa avaliação deverá subsidiar ações futuras (CIAMPONE 1991; KRON; GRAY, 1994 apud GRECO, 2011). 8. Planejamento Estratégico Situacional O Planejamento Estratégico Situacional (PES) tem como precursores Carlos Matus e Mário Testa voltado para a resolução de problemas atuais ou potenciais. Problema é entendido como algo identificável no cenário social e que motiva diferentes atores na busca de soluções. Assim, o planejamento é compreendido como uma ferramenta que permite viabilizar mudanças, favorecendo o controle e empoderamento dos atores sociais (CIAMPONE e MELLEIRO, 2010). O planejamento estratégico identifica os fatos atuais e projeta os passos a serem dados por uma organização, em acordo a esse diagnóstico, buscando antecipar-se aos possíveis problemas que possam

8 surgir, otimizar seus aspectos positivos e adaptar-se às mudanças necessárias. O planejamento estratégico traduz a identidade de uma organização, podendo, a partir disso, traçar seus objetivos e metas com base em uma missão a ser constantemente perseguida. Deve apontar seus objetivos, listar as atividades a serem desenvolvidas e ter uma visão crítica do processo. Considera ações imediatas, mas agrega o pensamento e reflexão à ação, de forma mais abrangente, o que o torna um planejamento de médio a longo prazo. O perfil do planejador é mais horizontal em relação aos outros trabalhadores da saúde, e justo por esse motivo, o planejamento estratégico geralmente é adotado junto ao planejamento participativo (LANZONI et al, 2009; p. 431). O PES é composto por quatro momentos interrelacionados: momento explicativo (como explicar a realidade?), momento normativo (como conceber o plano?), momento estratégico (como tornar viável o plano?) e momento tático-operacional (como agir no cotidiano de forma planejada?). No momento explicativo, a realidade é explicada a partir da seleção dos problemas mais relevantes e as principais causas do problema, buscando compreender porque ocorrem e identificando seus nós críticos. O momento normativo inclui a identificação de soluções para os problemas encontrados e dos recursos disponíveis. O momento estratégico trata da construção de viabilidade para desenvolvimento das ações, através do gerenciamento de conflitos e negociações. Esse momento deve permear todas as etapas de elaboração do plano. Por fim, o momento tático-operacional consiste na implementação das ações propostas. O plano, nesse momento, deve adequar-se à realidade, considerando diferentes situações que podem ocorrer. A avaliação contínua permite redesenhar o plano sempre que necessário. Ao se analisar o PES, pode-se descrevê-lo como um método de permanente exercício de diálogo e reflexão sobre os problemas que incidem em uma dada realidade, visando prever situações e alternativas, antecipar possibilidades de decisão e preparar estratégias para a obtenção de governabilidade sobre as mesmas (CIAMPONE e MELLEIRO, 2010; p. 49). Vejamos as principais características do PES destacadas por CIAMPONE e MELLEIRO (2010; p.49): Quadro 6: Principais características do PES O sujeito que planeja faz parte da realidade juntamente com outros atores Admite-se que não há uma realidade única estática, avançando-se para o entendimento da mesma no que diz respeito à superação da visão da multicausalidade para uma teoria explicativa pautada na determinação social Admite-se que não há neutralidade e que o planejamento tem uma importante dimensão política e social, além da dimensão técnica É histórico e identifica-se com o pode ser Trabalha com a visão dialética situacional-estratégica Reconhece o conflito e as relações de poder com as quais trabalha Fonte: adaptado de CIAMPONE e MELLEIRO (2010). Considerações finais O planejamento está presente constantemente no processo de trabalho do enfermeiro, sendo indispensável em sua prática cotidiana. Para exercer a gerência do cuidado e da unidade, o enfermeiro precisa descrever as situações que necessitam de mudanças e aquelas que podem ser mantidas ou melhoradas, traçar objetivos, selecionar os recursos para desenvolver seu plano e prever o tempo que será gasto. Dessa forma, há uma maior probabilidade de sucesso neste empreendimento, que depois de implementado deverá ser continuamente avaliado e aperfeiçoado. Finalizando, concordamos com Tancredi et al (1998) quando afirma que não existe planejamento perfeito e nem plano irreprovável. Todavia, acredita-se que a adoção de metodologia de planejamento por gestores e profissionais de saúde é de grande importância, pois construir competências para planejar permite ampliar a capacidade de análise de problemas e, consequentemente, tende a qualificar os processos decisórios (CIAMPONE; MELLEIRO, 2010; p. 50).

9 Outro aspecto associado ao planejamento refere-se às mudanças que frequentemente decorrerão das ações desenvolvidas. Trabalhar mudanças requer habilidades de negociação, liderança e gerência grupal. Mas esses são temas de outras discussões... Referências Bibliográficas ALVES, V.L.S. Gestão da qualidade: ferramentas utilizadas no contexto contemporâneo da saúde. São Paulo: Martinari, BRASIL. Lei 7498 de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências. Disponível em: Acesso em 05 abr BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES Nº 3, de 7 de novembro de Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Disponível em: Acesso em 06 abr CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, CIAMPONE, M.H.T. Metodologia do planejamento em Enfermagem. In: KURCGANT, P. (coord). Administração em Enfermagem. São Paulo: EPU, CIAMPONE, M.H.T; MELLEIRO, M.M. O Planejamento e o Processo Decisório como Instrumentos do Processo de Trabalho Gerencial. In: KURCGANT, P (coord). Gerenciamento em Enfermagem. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução 311/07 de 08 de fevereiro de Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Disponível em Acesso em 05 abr CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS. Deliberação nº. 176, de 06 de agosto de Baixa normas para definição das atribuições do Responsável Técnico. In: Legislação e Normas. Ano 12, n.1. Belo Horizonte, Disponível em: Acesso em: 06 abr GAMA, B.M.B.M. As funções administrativas e o Planejamento em Enfermagem. Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Enfermagem. Apostila de curso GRECO, R.M. A função administrativa planejar como instrumento do processo de trabalho do enfermeiro. Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Enfermagem. Apostila de curso LANZONI, G.M.M. et al. Planejamento em Enfermagem e em Saúde: uma revisão integrativa da literatura. Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2009 jul/set; n.17, v.3, p Disponível em: Acesso em 06 abr MORETTO NETO, L.; SILVA, J.J.C.; SCHMITT, V.G.H. Funções administrativas. In: Introdução à administração hospitalar. Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração. UFSC, TAJRA, S.F. Gestão Estratégica na Saúde: Reflexões e práticas para uma administração voltada para excelência. 2ª ed. São Paulo: Iátria, 2007.

10 Exercícios de fixação 1. Descreva as etapas do planejamento normativo e dê um exemplo voltado para o serviço de enfermagem onde cada etapa deverá ser descrita. 2. Com base nas legislações específicas da Enfermagem, responda qual é a importância do planejamento para o trabalho do enfermeiro. 3. Cite e descreva os princípios do planejamento. 4. Explique a diferença entre os níveis de planejamento: estratégico, tático e operacional. 5. Cite três instrumentos que podem ser utilizados no planejamento em Enfermagem e explique um deles. 6. Cite e descreva as etapas do MASP. 7. Comente sobre o planejamento estratégico descrevendo suas etapas.

Bases Legais que fundamentam por que estudar administração em enfermagem

Bases Legais que fundamentam por que estudar administração em enfermagem UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I A FUNÇÃO ADMINISTRATIVA PLANEJAR COMO INSTRUMENTO DO PROCESSO DE

Leia mais

PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1.

PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1. GRECO, ROSANGELA MARIA 2 Objetivo

Leia mais

admiiplan20010/2 Assunto: As Funções Administrativas e o Planejamento em Enfermagem

admiiplan20010/2 Assunto: As Funções Administrativas e o Planejamento em Enfermagem Universidade Federal de Juiz de Fora - Faculdade de Enfermagem Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama admiiplan20010/2

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Gerência em Enfermagem 1 Dutra, Herica Silva 2 Todo trabalho diretamente

Leia mais

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los.

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los. Decorrência da Teoria Neoclássica Processo Administrativo. A Teoria Neoclássica é também denominada Escola Operacional ou Escola do Processo Administrativo, pela sua concepção da Administração como um

Leia mais

CONCEITOS. Professor Wagner Rabello Jr

CONCEITOS. Professor Wagner Rabello Jr CONCEITOS PLANEJAMENTO OPERACIONAL Para realizar objetivos, é preciso definir quais atividades devem ser executadas e quais recursos são necessários para a execução das atividades. O processo de definir

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II custos2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Gerência de Custos em Enfermagem GRECO, Rosangela

Leia mais

GLOSSÁRIO. Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado.

GLOSSÁRIO. Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado. GLOSSÁRIO Accountability: obrigação de prestar contas. Responsabilização. Envolve não apenas a transparência dos processos como também a definição de responsabilidades e identificação dos responsáveis.

Leia mais

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA 1. Introdução A apresentação dos Projetos de Inovação e Melhoria - PIM pelos Escalões/Divisões possui os seguintes objetivos: a. Estimular os Escalões e Divisões do Cmdo

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Coordenação e Supervisão em Enfermagem 1 Dutra, Herica Silva 2

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

Gestão de Processos Estratégicos

Gestão de Processos Estratégicos Gestão de Processos Estratégicos Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais e

Leia mais

Redução no custo e prazo de desenvolvimento de novos produtos; Aumento no tempo de vida dos novos produtos; Aumento de vendas e receita; Aumento do

Redução no custo e prazo de desenvolvimento de novos produtos; Aumento no tempo de vida dos novos produtos; Aumento de vendas e receita; Aumento do Revisão 1 Redução no custo e prazo de desenvolvimento de novos produtos; Aumento no tempo de vida dos novos produtos; Aumento de vendas e receita; Aumento do número de clientes e de sua satisfação; Aumento

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

Gestão de Processos. Principais etapas, decisões e desafios da implantação de processos de TI com base no ITIL

Gestão de Processos. Principais etapas, decisões e desafios da implantação de processos de TI com base no ITIL Conhecimento em Tecnologia da Informação Gestão de Processos Principais etapas, decisões e desafios da implantação de processos de TI com base no ITIL 2011 Bridge Consulting Apresentação É comum que as

Leia mais

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 Ementa: Realização de treinamentos, palestras, cursos e aulas por profissionais

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Fatores e Indicadores de Desempenho ADP

Fatores e Indicadores de Desempenho ADP Fatores e Indicadores de Desempenho ADP RESPONSABILIDADE / COMPROMETIMENTO COM A INSTITUIÇÃO - Assumir o compromisso na realização das atribuições - Atuar com disposição para mudanças - Buscar qualidade

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico RESUMO Entre as estratégias gerenciais em empresas de médio e grande porte existe o

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM OBJETIVOS DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I MÉTODOS DE TRABALHO - FERRAMENTAS NA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO DA ENFERMAGEM 1.

Leia mais

A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações

A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações Carlos Campello Introdução Nos dias atuais existe a necessidade de constantes modificações das estratégias

Leia mais

Liderança. Potencial PSI. Competências. Liderança: Qual é a definição? Conhecimento. -Com pares - Com subordinado - Com clientes -Com Gestor

Liderança. Potencial PSI. Competências. Liderança: Qual é a definição? Conhecimento. -Com pares - Com subordinado - Com clientes -Com Gestor Liderança Competências Conhecimento Habilidade Atitude - - Relacionamento - - -Com pares - Com subordinado - Com clientes -Com Gestor Crise Liderança: Qual é a definição? Principal fator de saída da empresa

Leia mais

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Por Maria Luiza Panchihak

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Por Maria Luiza Panchihak BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS Por Maria Luiza Panchihak Este artigo apresenta os benefícios do gerenciamento de projetos e mostra a importância desse processo, dentro de uma organização, para

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Ilca Maria Moya de Oliveira Cargos e suas estruturas são hoje um tema complexo, com várias leituras e diferentes entendimentos. Drucker (1999, p.21) aponta que, na nova sociedade do conhecimento, a estrutura

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Publicada no DJE/STF, n. 127, p. 1-3 em 3/7/2013. RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I Sistema de Informação em Enfermagem DUTRA, Herica Silva Profa.

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Prof. Fabrício Rogério Parrilla Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Orientações para elaboração de documentos utilizados no gerenciamento e assistência de enfermagem

Orientações para elaboração de documentos utilizados no gerenciamento e assistência de enfermagem Orientações para elaboração de documentos utilizados no gerenciamento e assistência de enfermagem REGIMENTO DO SERVIÇO DE ENFERMAGEM De acordo com Paulina Kurcgant (1991): O regimento interno é o ato normativo

Leia mais

AS ETAPAS DO PLANEJAMENTO

AS ETAPAS DO PLANEJAMENTO AS ETAPAS DO PLANEJAMENTO O planejamento possui três etapas: O estabelecimento dos objetivos a alcançar Tomada de decisões a respeito das ações futuras Elaboração de planos Explicando melhor, quanto mais

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

Prof Elly Astrid Vedam

Prof Elly Astrid Vedam Prof Elly Astrid Vedam Despertar e saber lidar com os mecanismos de liderança e se preparar para a gestão de pequenos e médios negócios; Identificar conflitos no ambiente de seu negócio, calculando e avaliando

Leia mais

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional CASO PRÁTICO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTÃO DE TALENTOS: COMO A GESTÃO DA CULTURA, DO CLIMA E DAS COMPETÊNCIAS CONTRIBUI PARA UM AMBIENTE PROPÍCIO À RETENÇÃO DE TALENTOS CASO PRÁTICO: COMPORTAMENTO

Leia mais

Detalhamento da Fase de Planejamento e Programação de Projeto. Gerenciamento de Tempo

Detalhamento da Fase de Planejamento e Programação de Projeto. Gerenciamento de Tempo Detalhamento da Fase de Planejamento e Programação de Projeto Gerenciamento de Tempo Principal objetivo garantir que o projeto seja concluído dentro do prazo determinado; O cronograma do projeto é sempre

Leia mais

FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO

FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO Construção Civil e Arquitetura Industria: Museus: Serviços: Saúde: Varejo: ENL Escola de Novos Líderes - 1.500 coordenadores Formação de Monitores - 1000 profissionais

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Planejamento estratégico e gestão nas organizações sociais

Planejamento estratégico e gestão nas organizações sociais CAPACITAÇÃO CASA/PSO Planejamento estratégico e gestão nas organizações sociais Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Conteúdos 1. O conceito de planejamento estratégico como estratégia de fortalecimento

Leia mais

Engenharia de Software II

Engenharia de Software II Engenharia de Software II Aula 22 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 22-07/07/2006 1 Ementa Processos de desenvolvimento de software Estratégias e técnicas de teste de software Métricas para software

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Gestão de Projetos. Professor Ruy Alexandre Generoso

Gestão de Projetos. Professor Ruy Alexandre Generoso Gestão de Projetos Professor Ruy Alexandre Generoso Gestão de Projetos Fornecimento de produtos e serviços Planejamento e controle do processo Demanda de produtos e serviços Recursos de produção O gerenciamento

Leia mais

A Enfermagem e o Gerenciamento de Recursos Financeiros nos Serviços de Sáude 1

A Enfermagem e o Gerenciamento de Recursos Financeiros nos Serviços de Sáude 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II A Enfermagem e o Gerenciamento de Recursos Financeiros nos Serviços

Leia mais

ANEXO I Relatório de Avaliação de Desempenho Individual - RADI (Funcional)

ANEXO I Relatório de Avaliação de Desempenho Individual - RADI (Funcional) ANEXO I Relatório de Avaliação de Desempenho Individual - RADI (Funcional) 1 Senhor (a) Avaliador (a), a) Para Autoavaliação: utilizar a coluna "A" do campo ; b) Para Avaliação da Equipe de Trabalho: utilizar

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

Módulo IV. Delegação e Liderança

Módulo IV. Delegação e Liderança Módulo IV Delegação e Liderança "As pessoas perguntam qual é a diferença entre um líder e um chefe. O líder trabalha a descoberto, o chefe trabalha encapotado. O líder lidera, o chefe guia. Franklin Roosevelt

Leia mais

Departamento de Enfermagem Básica Disciplina Administração em Enfermagem II

Departamento de Enfermagem Básica Disciplina Administração em Enfermagem II UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM Departamento de Enfermagem Básica Disciplina Administração em Enfermagem II Gerencia2010 A Gerência em Enfermagem: unidade de trabalho e do

Leia mais

A APRENDIZAGEM BASEADA NA IMPLANTAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATEGICO SITUACIONAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA

A APRENDIZAGEM BASEADA NA IMPLANTAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATEGICO SITUACIONAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA A APRENDIZAGEM BASEADA NA IMPLANTAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATEGICO SITUACIONAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA Galeazzi, Leiza 1 Deggeroni, Ariane Fátima 1 Rosalen, Camila 1 Hillesheim, Adriana Cristina 2 Resumo:

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE CAPACITAÇÃO EM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM URGÊNCIA E

Leia mais

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000)

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000) Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Assunto: As dimensões do Cuidar e as Competências da

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II A função controle e a gerência da qualidade em Enfermagem 1 Dutra,

Leia mais

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO: PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO: PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS CURSO PÓS-GRADUAP GRADUAÇÃO EM GESTÃO SOCIAL DE POLÍTICAS PÚBLICASP DISCIPLINA: Monitoramento, informação e avaliação de políticas sociais INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO: PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS Janice

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso

Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso FRANKENBERG, C. L. C. a*, CANTELLI, M. a, DE OLIVEIRA, P. G. b a. Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

Auditoria em Saúde ASSESSORANDO A GESTÃO

Auditoria em Saúde ASSESSORANDO A GESTÃO Auditoria em Saúde ASSESSORANDO A GESTÃO 1 Tânia Regina Fávero Enfermeira Licenciatura em Enfermagem pela UNICAMP/SP MBA em Gestão de Planos de Saúde Docente em cursos na ABRAMGE/SP Docente em cursos na

Leia mais

Processo de enfermagem: características essenciais da prescrição e evolução de enfermagem

Processo de enfermagem: características essenciais da prescrição e evolução de enfermagem Processo de enfermagem: características essenciais da prescrição e evolução de enfermagem Cleo Chinaia Aluno do Curso de Graduação em Enfermagem. Isabel Cristina Kowal Olm Cunha Doutora em Enfermagem.

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 42-CEPE/UNICENTRO, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2012. Aprova o Curso de Especialização MBA em Gestão Estratégica de Organizações, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa Cruz, da UNICENTRO.

Leia mais

Introdução ao Planejamento

Introdução ao Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Introdução ao Planejamento Profa. Marta Valentim Marília 2014 Conceitos de Planejamento

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I 2º semestre de 2014 TOMADA DE DECISÃO E O PENSAMENTO CRITICO REFLEXIVO

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA 01. Partindo do princípio de que a estratégia é a definição do melhor futuro para a sua equipe ou organização, o mapeamento da rota para alcançá-lo e a sua clara comunicação,

Leia mais

Evolução do uso de competências para remuneração

Evolução do uso de competências para remuneração Tema: Competências e Instrumentos de Análise de Desempenho na Gestão da Remuneração: Experiências e Lições dos Principais Grupos Empresariais do Brasil José Hipólito Evolução do uso de competências para

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos Motivação Por que estudar Gerenciamento de Projetos? As habilidades mais valorizadas pelas organizações são Liderança (89%) Comunicação (78%) Conhecimento em Gerenciamento de

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 350-GR/UNICENTRO, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013. Aprova, ad referendum do CEPE, o Curso de Especialização em MBA em Gestão Estratégica de Organizações, modalidade regular, a ser ministrado no

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 7 Planejamento Estratégico Planejamento de TI Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a

Leia mais

PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO. Maria da Conceição Muniz Ribeiro

PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO. Maria da Conceição Muniz Ribeiro PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO Maria da Conceição Muniz Ribeiro I - CENTRO CIRÚRGICO CONJUNTO DE ELEMENTOS DESTINADOS AS ATIVIDADES CIRÚRGICAS, BEM COMO À RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA

Leia mais

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 DALCIN, Camila Biazus 2 ; GUERRA, Leonardo Rigo 3 ; VOGEL, Gustavo Micheli 4 ; BACKES, Dirce

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FOR A FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FOR A FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FOR A FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I Comunicação e relações humanas no trabalho de Enfermagem

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS E PLANEJAMENTO: SUA IMPORTÂNCIA PARA O EMPREENDIMENTO

PLANO DE NEGÓCIOS E PLANEJAMENTO: SUA IMPORTÂNCIA PARA O EMPREENDIMENTO PLANO DE NEGÓCIOS E PLANEJAMENTO: SUA IMPORTÂNCIA PARA O EMPREENDIMENTO Bruna Carolina da Cruz Graduando em administração Unisalesiano Lins bruna-estella@hotmail.com Rafael Victor Ostetti da Silva Graduando

Leia mais

Manual Básico do Usuário GP-Web Gestão de projetos

Manual Básico do Usuário GP-Web Gestão de projetos Manual Básico do Usuário GP-Web Gestão de projetos Departamento de Planejamento Pró-reitoria de Planejamento e Finanças Universidade Federal de Santa Catarina 1 Sumário O que é um projeto?... 4 O que é

Leia mais

Oficina de Planejamento Estratégico

Oficina de Planejamento Estratégico Oficina de Planejamento Estratégico Conselho Estadual de Saúde Secretaria Estadual da Saúde Paraná, agosto de 2012 Planejamento Estratégico Planejamento: atividade inerente ao ser humano Cada um de nós

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS Atualizado em 31/12/2015 GESTÃO DE PROJETOS PROJETO Para o PMBOK, projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo.

Leia mais

Gestão de Processos. Tutoria: Prof. Murilo Alvarenga Oliveira, D.Sc.

Gestão de Processos. Tutoria: Prof. Murilo Alvarenga Oliveira, D.Sc. 1 Gestão de Processos Tutoria: Prof. Murilo Alvarenga Oliveira, D.Sc. Coordenação Geral: Prof a Sandra Mariano, D.Sc. Vice-Coordenação - Prof. Esther Lück, D.Sc. 2 MURILO ALVARENGA OLIVEIRA Doutor em Administração

Leia mais

PLANEJAMENTO NORMATIVO: O

PLANEJAMENTO NORMATIVO: O PLANEJAMENTO NORMATIVO: O processo de construção conceitual do Método CENDES/OPS No documento denominado "Problemas Conceptuales y Metodológicos de la Programação de la Salud" encontra-se um desdobramento

Leia mais

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento;

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento; FRANCISCO BITTENCOURT Consultor Sênior do MVC VISÃO, AÇÃO, RESULTADOS Visão sem ação é um sonho, sonho sem visão é um passatempo. Fred Polak INTRODUÇÃO No conhecido diálogo entre Alice e o gato Ceeshire,

Leia mais

MATRIZ DE MARCO LÓGICO UMA FERRAMENTA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS - BANCO MUNDIAL

MATRIZ DE MARCO LÓGICO UMA FERRAMENTA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS - BANCO MUNDIAL MATRIZ DE MARCO LÓGICO UMA FERRAMENTA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS - BANCO MUNDIAL 1.- GENERALIDADES O marco lógico é uma ferramenta para facilitar o processo de conceptualização, elaboração, execução e avaliação

Leia mais

REGULAMENTO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

REGULAMENTO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL REGULAMENTO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC - 2010 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 1 DOS OBJETIVOS GERAIS... 1 CAPÍTULO II... 1 DOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 1 CAPÍTULO III...

Leia mais

GPWeb Gestão de projetos

GPWeb Gestão de projetos Manual Básico do Usuário GPWeb Gestão de projetos Brasília DF, Maio de 2015 1 Sumário O que é um projeto?... 5 O que é o GPWeb?... 6 Como criar um projeto no GPWeb:... 6 As partes envolvidas: Integração/

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVO MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II. Nas tomadas de decisão em qualquer

INTRODUÇÃO OBJETIVO MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II. Nas tomadas de decisão em qualquer ADMINISTRAÇÃO Gestão de Inovação e Ativos Intangíveis Profº Douglas Murilo Siqueira MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II OBJETIVO INTRODUÇÃO Procurar compreender os fundamentos e as práticas dos modelos de decisão

Leia mais

O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES

O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES KOWALCZUK, Lidiane Mendes Ferreira - PUCPR lidianemendesf@gmail.com VIEIRA, Alboni Marisa Dudeque Pianovski - PUCPR alboni@alboni.com Eixo Temático: Formação de Professores

Leia mais

Implementação do Plano de Classificação municípios de Santarém e Torres Vedras

Implementação do Plano de Classificação municípios de Santarém e Torres Vedras I Workshop sobre o Plano de Classifica ção da Informação Arquivísti ca para a Administra ção Local (versão 0.2) 20 de março de 2014 Implementação do Plano de Classificação Carlos Guardado da Silva SANTARÉM

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM CAPÍTULO I DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SUAS FINALIDADES Art. 1º. As atividades complementares, no âmbito do Curso de Enfermagem,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERALDE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II

UNIVERSIDADE FEDERALDE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II (admii/sem2/2013) UNIVERSIDADE FEDERALDE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Dimensionamento de Pessoal em Enfermagem Bernadete

Leia mais

Método do Caminho Crítico PERT /CPM. Prof. Marcio Cardoso Machado

Método do Caminho Crítico PERT /CPM. Prof. Marcio Cardoso Machado Método do Caminho Crítico PERT /CPM Prof. Marcio Cardoso Machado - Conjunto de técnicas utilizado para o planejamento e o controle de empreendimentos ou projetos - Fatores: prazo, custo e qualidade - Aplicado

Leia mais

AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO

AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO 1 AUÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 2 2 O QUE É UM PROJETO?... 2 2.1 PROJETO DE PESQUISA... 2 3 CLASSIFICAÇÃO DAS PESQUISAS... 4 4 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA

Leia mais

DESCRITIVO DE CURSO. MBA em Liderança e Gestão de Pessoas

DESCRITIVO DE CURSO. MBA em Liderança e Gestão de Pessoas DESCRITIVO DE CURSO MBA em Liderança e Gestão de Pessoas 1. Posglobal Após a profunda transformação trazida pela globalização estamos agora em uma nova fase. As crises econômica, social e ambiental que

Leia mais