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1 Ano 02 Vânia Aparecida Quagliato Perpetua; Jaqueline Daniel; Joicy Emanuelly Santos Pereira; Nilson Aparecido Pinto; Pâmela Cristina Ap. de Arruda; Thiago de Oliveira Kaizer; Lenita Saad Rodrigues; Thais de Almeida Garcia Pizzini n. 04 TERAPIA OCUPACIONAL NA TERCEIRA IDADE COM A RECICLAGEM DO ÓLEO DE COZINHA p Faculdade de Engenharia e Arquitetura FEA Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio CEUNSP Salto-SP 1

2 Vânia Aparecida Quagliato Perpetua; Jaqueline Daniel; Joicy Emanuelly Santos Pereira; Nilson Aparecido Pinto; Pâmela Cristina Ap. de Arruda; curso de Tecnologia em Gestão Ambiental, Lenita Saad Rodrigues, Thais de Almeida Garcia Pizzini, Docentes do Curso de Tecnologia Ambiental da Faculdade de Engenharia e Arquitetura / Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio INTRODUÇÃO O lixo está se tornando um dos problemas mais graves da nossa atualidade, e a reciclagem é uma forma muito atrativa de gerenciamento de resíduos, pois transforma o lixo em insumos, com diversas vantagens ambientais. Pode contribuir para a economia dos recursos naturais, assim como para o bem estar da comunidade. Embora a tecnologia atual já permita reciclar com eficiência diversos tipos de materiais amplamente consumidos, no Brasil, a reciclagem não é ainda um hábito, reciclando 1,5% do lixo urbano orgânico sólido produzido, 10% da borracha consumida, 15% das garrafas PET, 18% dos óleos lubrificantes, 35% das embalagens de vidro e de latas de aço. Os números mais favoráveis estão na reciclagem das latas de alumínio 65% e na de papel 71% (Alberice/2005), quanto ao óleo de cozinha ainda não temos uma estimativa de quanto se recicla deste material no Brasil. Muitos estabelecimentos comerciais (restaurantes, bares, lanchonetes, pastelarias, hotéis) e residências jogam o óleo comestível (de cozinha) usado na rede de esgoto. Os componentes do óleo de cozinha são muito agressivos e chegam aos rios, condenando em 100% o tratamento do esgoto", como afirma Marlene Tobaldini, diretora regional da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e presidente do conselho consultivo do Sesi/ Senai (Gazeta de Piracicaba/2007). O óleo por ser mais leve que a água, fica na superfície, criando assim uma barreira que dificulta a entrada de luz e a oxigenação da água, comprometendo a base da cadeia alimentar aquática, os fitoplânctons. 162

3 Ao ser despejado no ralo, o óleo vai formando crostas na tubulação, um manjar dos Deuses para ratos e baratas, que acabam invadindo as residências e causando doenças. Além de gerar graves problemas de higiene e mau cheiro, a presença de óleos e gorduras na rede de esgoto, causa o entupimento da mesma, bem como o mau funcionamento das estações de tratamento. Para retirar o óleo e desentupir a rede de esgoto são empregados produtos químicos altamente tóxicos, o que acaba criando uma cadeia perniciosa. Além de causar danos irreparáveis ao meio ambiente constitui uma prática ilegal punível por lei, conforme Profª Drª Rosana M. Alberice (projeto de reciclagem/2005). Sabe-se que para cada litro de óleo jogado no esgoto, são contaminados cerca de um milhão de litros de águas (DANIELLETO/2007), isto é o equivalente à quantia que uma pessoa consome de água em aproximadamente 14 anos de vida (D Avignon, 2007). Tomando como referência uma pesquisa informal realizada pelo grupo responsável do projeto, onde foram ouvidas 120 famílias (405 pessoas) das cidades de Salto, Rafard e Capivari, pudemos constatar que cada indivíduo utiliza por mês aproximadamente 1 litro de óleo de cozinha, sendo que desses 1L apenas 250ml sobram para se fazer a reciclagem, ou seja, se cada família de 4 pessoas desprezar erroneamente o seu óleo de cozinha todo mês (Aproximadamente um litro) poderá contaminar cerca de UM MILHÃO de litros da água mensalmente, sendo que cada habitante na região utiliza em média de 7.000L de água por mês (Sane Salto/2008) essa atitude poderá interferir no abastecimento de água de 143 pessoas, encarecer o tratamento de água e ainda contaminar as águas de rios e lagos interferindo a biota aquática. A simples atitude de não jogar óleo de cozinha usado direto no lixo, ou no ralo, pode contribuir também para diminuir o aquecimento global, conforme diz o professor do Centro de Estudos Integrados sobre o Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro Alexandre D Avignon, pois a decomposição do óleo de cozinha emite metano na atmosfera, esse óleo que vai para os ralos das pias acaba chegando ao oceano pelas redes de esgoto, em 163

4 contato com a água do mar, ele sofre uma reação química que resulta em emissão de metano pela sua decomposição através de uma ação anaeróbica (sem ar) de bactéria. Conforme D Avignon ainda não existe uma maneira de descarte ideal para o produto, por isso a solução é reciclar o produto. Uma alternativa visto como a mais viável para o descarte deste óleo é a transformação do mesmo em sabão. A confecção de sabão caseiro não é uma pratica recente conforme resenha história (CÁTIA ROSAS, 2005) a.c. - As primeiras evidencias do material parecido com sabão foram encontradas durante escavações feitas da antiga Babilônia (dados de aproximadamente a.c.). As inscrições revelam que os habitantes ferviam gordura juntamente com cinzas, mas não mencionam para que o sabão era usado a.c. Os Felinos usavam terra argilosa contendo calcário ou cinzas de madeira (sabão pastoso). De acordo com uma lenda romana antiga, a palavra saponificação tem a sua origem no Monte Sapo, onde eram realizados sacrifícios de animais. A chuva levava uma mistura de sebo animal (gordura) derretido, com cinzas e barro para as margens do Rio Tigre. Essa mistura resultava numa borra (sabão). As mulheres descobriram que usando essa borra, as suas roupas ficavam mais limpas. Os romanos passaram a chamar essa mistura de sabão e à reação de obtenção de sabão de Saponificação. - Século I d.c. Gaius Plinius Secundus (23 ou d.c.), autor da História Natural, menciona a preparação do sabão a partir do cozimento de sebo de carneiro com cinzas de madeira. O procedimento envolve o tratamento repetido da pasta resultante com sal, até ao produto final. Segundo Plínio os fenícios conheciam a técnica desde 600 a.c. - Século II d.c. O médico grego Galeno ( d.c.) descreve uma técnica segundo a qual o sabão poderia ser preparado com gordura e cinzas, apontando sua utilidade para a remoção de sujidade corporal e de tecidos mortos da pele. - Século IV O sabão é usado em Roma apenas para lavar os cabelos. - Século VII O alquimista árabe Geber (Jabir Ibn Hayyan) menciona o sabão como agente de limpeza. - Século VIII Aparece o sabão sólido, quando os árabes descobrem o processo de saponificação (mistura de óleos naturais, gordura animal e soda cáustica que depois de fervida endurece). 164

5 - Século XV e XVI Várias cidades européias tornam-se centros produtores de sabão, na época um produto de luxo, usado apenas por pessoas ricas. - Século XVIII Primeira patente do processo de fabricação de sabão; o químico francês Nicolas Leblanc consegue obter soca cáustica do sal de cozinha e, pouco depois, cria-se o processo de saponificação das gorduras, dando um grande avanço na fabricação de sabão. - Século XIX O químico James Gambie descobre como produzir sabão branco, cremoso e perfumado. O seu primo Harley Procter (dono de uma fábrica de velas e sabão) passa a promover esse sabonete, prevendo que com a eletricidade, o seu negócio de velas poderia acabar. Durante este século surgiu também o sabonete Roger & Gallet o primeiro sabonete redondo, envolto artesanalmente em papel drapejado. Atualmente o sabão apresenta várias formas, tipos, tamanhos e cores, e é obtido de gordura (boi, porco, carneiro, etc.) ou de óleos (algodão, vários tipos de palmeiras, soja, etc.), e permite remover certos tipos de sujidade que somente a água não consegue remover.... A transformação do óleo de cozinha usado na produção de sabão, além de poder ser usado como fonte complementar de renda, ainda pode ser utilizada como terapia ocupacional para diminuir, ou ao menos amenizar o índice de depressão causado pelo tempo ocioso em pessoas de terceira idade. A auto-estima está diretamente ligada à qualidade de vida. Na terceira idade, a qualidade de vida pode ser definida como manutenção da saúde, em seu maior nível possível, em todos os aspectos da vida humana: físico, social, psíquico e espiritual (Organização Mundial de Saúde, 1991). Segundo ainda a OMS (Organização Mundial de Saúde) devemos considerar que a população brasileira tem ampliado rapidamente e, em termos proporcionais, a faixa etária a partir de 60 anos de idade é a que mais cresce. No período de 1950 a 2025 o grupo de idosos no Brasil deverá ser aumentado em quinze vezes, enquanto a população total cinco. Projeções recentes indicam que esse segmento poderá ser responsável por 15% da população Brasileira em 2020 (CAMARO et al, 1997). Hoje o idoso institucionalizado é obrigado a adaptar-se a uma rotina de horários, a dividir seu ambiente com desconhecidos e viver à distância da família. A individualidade e o poder de escolha são substituídos pelo sentimento de ser apenas mais um dentro daquela coletividade. 165

6 Segundo o Dr.º Celso Shigueo Saiga (Geriatra),...a família é de suma importância para tudo na vida, ela é o porto seguro para todos independente de idade. É no seio da família que depositamos muitas de nossas esperanças e nosso sonhos, portanto, é de fundamental importância a existência de uma estrutura familiar para uma boa saúde física e mental... Em uma entrevista ao Jornal local quando foi perguntado ao Dr.º Celso o que deve ser feito quando o idoso acha que não tem mais o que fazer e até acabem adoecendo por isso, a resposta foi que sempre há o que fazer, e que na própria consulta médica o idoso é orientado a procurar atividades prazerosas, e ser útil a si mesmo e ao próximo, disse ainda que hoje existem diversas instituições voltadas ao bem estar do idoso. Continuando a entrevista foi dito que muitos familiares optam em deixar o idoso em uma casa de repouso mesmo ele não querendo ir, segundo o Dr.º Celso Há muitas situações a serem levadas em conta, mas que a principio a institucionalização do idoso nos moldes que ocorrem hoje não deveriam existir. Existem atualmente novos conceitos como centros de assistências em que o idoso passa o período diurno recebendo toda assistência integrada e retorna para casa a noite. A institucionalização forçada acaba gerando um forte sentimento de rejeição e conseqüentemente um quadro depressivo. Frequentemente observa-se uma piora do estado geral do idoso, e um decréscimo significativo da sua qualidade de vida causado por uma depressão. A depressão uma das principais causas de doenças na população idosa, é de difícil reconhecimento e diagnóstico, uma vez que a sociedade a encara como fato normal da velhice, porém ela pode acometer qualquer faixa etária desde crianças até idosos, segundo o Professor e Doutor Mario Rodrigues Louzã Neto. Segundo a Dr.ª Elaine Marini,...a depressão tem causas existenciais e funcionais. Dentre as funcionais, os neurotransmissores serotonina, norepinefrina, dopamina e outros, tem um bom peso. Neurotransmissores são substancias que carregam os impulsos nervosos de um neurônio para outro, fazendo as conecções. Se por alguma irregularidade, genética ou não, os neurotransmissores sofrem qualquer abalo pode aparecer a depressão ou outro problema psicológico. Hoje sabe-se que a queda dos neurotransmissores no organismo pode ser provocada também por estados constantes e desfavoráveis de vida (desapoio, desconsideração, sensação de incapacidade, etc...), podem abalar profundamente nosso estado da alma

7 A terceira idade traz com sigo algumas limitações no corpo e na mente, perde-se a rapidez a agilidade o raciocínio rápido até mesmo pode alterar a coordenação motora. Segundo a psicóloga Thalita Freire Maia (2006), existe um mito que velhice é sinônimo de restrições, privações e sofrimento, o que não é verdade, pois os idosos podem gozar de bem estar e saúde até o final da vida tudo vai depender de como eles vivem. A maioria dos idosos pensa que, o chegar à terceira idade já cumpriu sua missão, sentindo-se perdido e inútil, imaginando que não há mais nada para fazer. Ao mesmo tempo a diminuição da agilidade, dos movimentos e da clareza de raciocínio, pode levar a baixa autoestima. Estes fatores somados a doenças, perdas de amigos ou mesmo alteração no padrão de vida podem levar o idoso a depressão. E uma pessoa que trabalhou a vida toda tem dificuldade de lidar com essa nova realidade. Portanto é de suma importância um projeto sócio ambiental que visa utilizar o tempo ocioso do idoso institucionalizado ou não, na produção de um sabão ecologicamente correto. Sem comprometer sua saúde, ele propiciará uma ocupação do seu tempo afastando a hipótese da depressão ao sentir-se improdutivo, podendo até complementar sua renda de aposentadoria vendendo a produção, sem muito esforço físico e mental, fazendo desta atividade algo prazeroso. Ele também se sentirá útil podendo transmitir no seu meio de convívio o quanto esta colaborando com o meio ambiente, e consequentemente será um multiplicador na educação ambiental. Ainda, projetos com esta linha de pesquisa, visam proteger o meio ambiente da contaminação do solo, da água e do ar, minimizando os impactos ambientais causado pelo metano, pela diminuição da oxigenação das águas, alteração da cadeia alimentar, pelo entupimento dos canos na rede de esgoto, entre outros, produzido pelo óleo de cozinha usado e desprezado de maneira errada direto no esgoto ou no solo, e reforçando a importância desses estudos. 167

8 MATERIAL A produção do sabão utilizará os seguintes materiais: 4 litros de óleo de cozinha usado; 2 litros de água; 1 quilo de soda cáustica em escama; 20ml de essência de óleo aromático; 11 caixas de leite longa vida vazias; 4 folhas de papel reciclado (+ ou 70X60cm); 33 etiquetas adesivas; 1 galão de 60 lts; 1 colher de pau cabo longo; 1 faca grande; 2 pares de luvas de borracha cano médio; 2 óculos de proteção; 2 aventais de mapa; 2 pares de bota de borracha cano médio; 2 máscaras faciais (PPF2). METODOLOGIA Por este projeto ter se desenvolvido em na instituição Lar Frederico Ozanam que já conta com a ajuda financeira da população local, não foi difícil conseguir a doação do óleo reciclado e das caixas de leite longa vida vazias. Mensalmente são realizados eventos no local para angariar fundos, e aproveitando o momento foram solicitados tais doações. A soda caustica, a essência, as folhas de papel reciclado, as etiquetas e os equipamentos de proteção individual foram de doação da equipe que esta desenvolvendo o projeto de outra empresa interessada no projeto o BOS Banco de Olhos de Sorocaba. 168

9 Com todo o material em mãos foi iniciado o processo de fabricação do produto. Em uma sala especial onde são realizados trabalhos manuais dentro da instituição, com boa ventilação, localizada no pavimento inferior dos dormitórios, foram trabalhar em sistema de revezamento para evitar cansaço físico, idosos institucionalizados, sob a orientação de um técnico químico (Nilson Aparecido Pinto), uma técnica de enfermagem (Vânia Ap.Quagliato Perpetua), um responsável pela instituição (a terapeuta ocupacional Sr.ª Paula C.Takeyama), e um médico responsável pelos internos (Dr.º Rui Aparecido Mariano) ambos já trabalham na instituição como Terapeuta ocupacional e Geriatra, e se propuseram a estar acompanhando os idosos no desenvolvimento do projeto, além dos outros componentes do grupo que estiveram dando apoio e orientações durante o desenvolvimento do produto, são eles: Jaqueline Daniel, Joicy Emanuelly Santos Pereira, Pâmela Cristina Ap. de Arruda e Thiago de Oliveira Kaizer. No momento da produção quem estava envolvido no processo estava utilizando os EPIs (bota de borracha, luvas de borracha, avental de mapa, óculos de proteção e máscara), para evitar acidente ou intoxicação pela soda caustica. Utilizando um galão de 60 lts foi misturado lentamente 1 (um) quilo de soda caustica em flocos à 2 (dois) litros de água fervendo, mexendo com uma colher de pau até a total dissolução do produto. Após essa mistura foi acrescentado 4 litros de óleo reciclado filtrado (não foi utilizado óleo usado em frituras de peixes ou frutos do mar, pois tem um odor muito forte), juntou-se também 20ml de essência de óleo aromático, e continuou a mexer por aproximadamente 30 (trinta) minutos. Depois da mistura estar pronta essa foi colocada nas caixas de leite longa vida que estavam abertas de um dos lados e cada caixa serviu de forma para 3 (três) pedras de sabão, que após serem preenchidas com 800 ml do sabão, ainda líquido, passaram pelo processo de secagem natural durante aproximadamente uma semana. Após o tempo de secagem que pode ser variável pelas condições climáticas foram desenformadas as pedras de sabão e cortadas em 3 (três) partes iguais dando-se o acabamento para melhorar a estética do produto (retirando as rebarbas 169

10 e deixando as bordas uniformes) quando necessário, ao término deste processo as pedras de sabão foram embaladas por outros idosos para envolver o maior numero de idosos possível. Esse processo de embalagem foi feito com papel reciclado, cada folha de papel de aproximadamente 70x60cm foi cortada em partes iguais com o auxilio de uma tesoura sem ponta para evitar acidentes, a embalagem foi manual e também foram fixadas etiquetas autocolante em cada pedra de sabão embalada com os dizeres Artesanal. Após essa etapa o sabão estava pronto para ser vendido nos eventos realizados na instituição e sua renda revertida para o próprio beneficio dos internos. As caixas de leite longa vida após serem utilizadas foram reutilizadas para uma próxima produção de sabão, as garrafas Pets onde são armazenados os óleos reciclados também retornam para posterior preenchimento, e os retalhos de papel reciclado ficaram para outros trabalhos artesanais realizados na instituição. RESULTADOS E DISCUSSÃO Este projeto foi desenvolvido no Lar Frederico Ozanam onde hoje vivem cerca de quarenta e cinco idosos dos duzentos e cinquenta existentes na cidade de Salto SP distribuídos em outras instituições, segundo a Vigilância Sanitária de Salto. Graças à boa administração do Lar Frederico Ozanam são oferecidos a estes idosos uma boa qualidade de vida, com acomodações adequadas a idade, uma nutricionista para controlar a alimentação diária dos mesmos, um ambulatório com enfermagem e médico a disposição dos idosos, uma terapeuta ocupacional que permanece no local de segunda a sexta feita no período da tarde trabalhando exatamente o tempo ocioso desses idosos para evitar a depressão. Antes da execução do projeto, foram apresentados os membros da equipe e citado em qual faculdade estudavam. A reação dos idosos foi espantosa, o entusiasmo e o saudosismo apresentado por eles foi muito grande, eles comentavam sobre os locais onde trabalhavam como sala de panos, tecelagem, 170

11 falavam das máquinas existentes na época como os teares, os Rinques entre outras, pois a maioria deles havia trabalhado na fabrica de tecidos Brasital onde hoje funciona o campus V da CEUNSP. Para o início do trabalho foi explicado a todos os presentes da instituição, o motivo deste projeto que era inicialmente para evitar a poluição nos rios pelo óleo de cozinha usado, que normalmente, é desprezado na pia ou até mesmo jogado no solo sem nenhum tratamento prévio, contaminando além do solo por lixiviação o lençol freático. Foi explicado também que a água contaminada com óleo quando atinge o mar sofre uma reação química e libera o gás metano contribuindo para o aquecimento global, tudo isso dito em uma linguagem simples para facilitar o entendimento dos idosos. Para evitar acidentes durante a produção, pois foi utilizada soda caustica, através da doação do BOS - Banco de Olhos de Sorocaba adquirimos todos os tipos de equipamentos de proteção individual necessários, uma mascara PPF2 para quem estivesse mexendo a massa não inalasse o vapor da soda caustica, um óculos de proteção para não ter nenhum perigo de queimar os olhos com o vapor, um avental de napa para evitar respingos da massa, já que a soca caustica foi diluída em água fervendo, e por último luvas de borracha que evita queimaduras nas mãos e antebraços. A cada palavra dita e a cada equipamento mostrado e explicado a sua utilidade, pode se ver através das expressões faciais dos idosos, o interesse e a ansiedade em desenvolver o projeto conforme (Figura 1). 171

12 Foto: Paula Takeyama N. 04, setembro 2011 Figura 1: atividades desenvolvidas pelos participantes Pelo conhecimento da rotina de cada idoso e sua condição física e psíquica, a terapeuta selecionou sete deles para desenvolver o projeto de produção de sabão com reuso do óleo de cozinha na sala de trabalhos artesanais, uma sala ventilada, com pia, torneira, mesa, enfim toda infra estrutura necessária para trabalhar. O processo de produção do sabão foi dividido em duas etapas uma para a produção da massa do sabão e outra para desenformar, cortar e embalar as pedras de sabão produzidas. Para primeira etapa, a da produção do sabão, que durou cerca de quatro horas, foi escolhido o senhor J.I.O., que mostrava muita ansiedade para realizar tal tarefa pois fazia muitas perguntas sobre a produção da massa, e um grupo de 03 (três)mulheres as Sr.ªs A.R., M.B., e I.V. e mais dois homens os Sr.ºs V.S. e M.S.R. que iniciaram o trabalho preparando as formas para produção do sabão, sob a orientação dos componentes do grupo que estavam desenvolvendo o projeto (Figura 2 Página 22). Estas formas foram feitas com caixas de leite longa vida reciclado, cortaram uma das partes laterais da caixa e fixavam as demais com fita adesiva para dar sustentação quando as caixas estivessem cheias (Figura 2). 172

13 Foto: Paula Takeyama Foto: Paula Takeyama N. 04, setembro 2011 Figura 2: Preparação das formas para produção do sabão. O senhor J.I.O. escolhido para fazer a massa foi devidamente paramentado com os equipamentos de proteção individual para dar inicio a produção do sabão (Figura 3). Figura 3: Paramentação para trabalhar com produto químico. 173

14 Foto: Paula Takeyama N. 04, setembro 2011 Foi colocado em um balde plástico de 60 litros, um quilo de soda caustica que em seguida foi dissolvida em dois litros de água fervendo com o auxilio de uma colher de pau com cabo comprido para evitar contato com o produto (Figura 4). Figura 4: Diluição da soda caustica em água fervendo 174

15 Foto: Paula Takeyama N. 04, setembro 2011 Figura 5: Adicionando óleo de cozinha reciclado na mistura de soda caustica em água fervendo. Depois de bem dissolvida foi adicionado a essa mistura quatro litros de óleo de cozinha reciclado e filtrado (Figura 5 Página 23), é importante salientar que não se deve usar óleo usado na fritura de peixes ou frutos do mar, pois estes têm um odor muito forte. Conforme estava sendo adicionado o óleo, usava-se a colher de pau para ajudar a homogeneizar essa mistura. Foi adicionada também a massa durante o processo de homogeneização 20 ml de óleo aromático para deixar o produto com aroma agradável (Figura 6). 175

16 Foto: Paula Takeyama N. 04, setembro 2011 Figura 6: Colocando o óleo aromático. Assim que a massa começou a engrossar no próprio balde que estavam sendo misturados os ingredientes, foi dividida e colocada em onze formas previamente preparadas pelos internos escolhidos para essa função, e cada forma produzia três pedaços de sabão. Após todas as formas preenchidas foram colocadas em um local ventilado, protegido de umidade, para secar por uma semana (Figura 7 Página 25). Depois de tudo limpo e em ordem foi comunicado aos idosos que na semana seguinte seria dado continuação ao projeto para desenformar o produto e embalá-lo. Foi observado nesta hora à alegria deles por terem participado desta experiência e a ansiedade por ver o produto pronto na próxima visita, questionado por varias vezes de quando iriam terminar o produto, e se fariam novos produtos naquele local (Figuras 8 e 9 Página 25). 176

17 Foto: Nilson Ap. Pinto Foto: Nilson Ap. Pinto N. 04, setembro 2011 Figura 7: Sabão na forma no período de descanso da massa. Figura 8: Curiosidade dos idosos ao término da primeira etapa da produção de sabão. 177

18 Foto: Paula Takeyama N. 04, setembro 2011 Figura 9: Expressão de alegria. Após a primeira etapa acima apresentada, vendo na hora em que foi colocada a massa de sabão nas caixas de leite que serviriam de forma, que a aparência do produto não ficou como o desejado, pois deveria ter ficado com aspecto uniforme, nova receita foi feita na residência de um dos integrantes do grupo e novamente não deu certo, pois o produto não deu liga. Para não perder o material usado e vendo que o mesmo ficou esfarelando foi passado por um processador de alimentos e triturado transformando-o em um sabão em pó. Foi desenvolvido então um subproduto do projeto, um sabão em pó de boa qualidade, que deixa as roupas brancas e tira manchas de graxa, gordura e tinta. No inicio da semana seguinte antes da data agendada para terminar o projeto, foi-se até o local para ver se o produto que havia sido preparado na instituição estava evoluindo de acordo com o esperado, pois como foi dito anteriormente notou-se na hora de colocar a massa nas formas que a aparência do sabão não se apresentava uniforme, e como prevenção para que nada desse errado no dia de desenformar e embalar as pedras de sabão foi realizado uma análise do produto. Foi constatado que a massa havia endurecido mais que o devido e não daria para ficar um produto de boa aparência. 178

19 Foto: Nilson Ap. Pinto N. 04, setembro 2011 Para não desapontar os idosos fez-se uma nova receita fora do asilo para levar pronto o produto só para cortar e embalar, na execução da nova receita observou-se que o motivo de não ter dado certo a primeira e a segunda vez foi a temperatura da água, que quanto mais quente, mais macia fica a massa. Na data prevista para terminar a produção de sabão, fomos surpreendidos pela terapeuta dizendo que aquele sabão de consistência dura com a aparência pouco uniforme, já estava sendo consumido pela lavanderia do asilo e por voluntários (que tem um compromisso de ir semanalmente visitar os idosos do local para conversar, cortar cabelo, fazer unhas, enfim cuidar da aparência dos internos melhorando assim sua autoestima), disse ainda que o produto apesar da aparência não estar como desejado fez o maior sucesso entre os usuários pois se tratava de um sabão que faz muita espuma e limpa muito bem deixando roupas alvas e louças brilhando. Apesar da decepção por não ter ficado como o desejado já havia encomendas para o produto e muita ansiedade dos internos para fazer nova receita. Iniciou-se então a segunda etapa do processo que também teve a duração de aproximadamente quatro horas onde foi desenformado, cortado, embalado e etiquetado (Figuras 10, 11, 12 e 13). Todos da equipe e os idosos participaram com muita euforia cortando as folhas de papel reciclado, embalando e etiquetando como produto artesanal. Figura 10 e 11: Embalagem do sabão pronto. 179

20 Foto: Nilson Ap. Pinto N. 04, setembro 2011 Figura 12 e 13: Etiquetagem do produto. Os materiais utilizados no processo do sabão serão novamente reciclados para uso posterior, as garrafas pet e as formas de caixa de leite serão novamente utilizadas para fazer sabão e os retalhos do papel reciclado ficaram para trabalhos de artesanato que os idosos realizam no local. Todos estes momentos foram registrados com fotos e o mais importante com pedidos para se repetir a produção do sabão. CONCLUSÃO Fazendo um balanço de tudo que foi feito e visto, na emoção e na alegria estampada nos rostos daqueles idosos (Figuras 14, 15 e 16 Página 30), nos comentários da terapeuta ocupacional do local dizendo sobre a empolgação de como eles reagiram em poder desenvolver o produto contribuindo assim realmente para diminuir o tempo ocioso dos internos, e na opinião do Geriatra Dr. Rui 180

21 Foto: Paula Takeyama N. 04, setembro 2011 Aparecido Mariano médico responsável pelo atendimento dos idosos daquele local, pode se chegar a uma conclusão de que os principais objetivos foram plenamente alcançados. Só com essa produção de sabão contribuiu-se para que milhões de litros de água não fossem contaminados com óleo de cozinha, pois foram feitas uma receita para teste, uma no asilo e mais duas para correção onde foram consumidos um total de dezesseis litros de óleo, e como já é sabido que cada litro de óleo contamina em média um milhão de litros de água, tivemos um saldo positivo de dezesseis milhões de litros de água que deixaram de ser contaminados pelo menos com óleo de cozinha usado. Também deixaram de ir para o aterro sanitário dezenas de caixas de leite que levariam muitos anos para se decomporem. Quanto ao propósito de se contribuir para diminuir o tempo ocioso do idoso que leva fatalmente à depressão também obtivemos êxito conforme relatório da terapeuta ocupacional do asilo, e do médico responsável pela saúde dos internos (anexos 1 e 2 Páginas 31 e 32). Por ser um projeto Piloto e com resultados satisfatórios, pode ser desenvolvido em qualquer instituição tanto para idoso quanto para mais jovens com a finalidade educativa e preservando o meio ambiente hoje tão castigado pelo homem.. Figura 14: Participantes do projeto 181

22 Foto: Vânia Quagliato Foto: Vânia Quagliato N. 04, setembro Figura 15: Terapeuta Ocupacional da Instituição junto com alguns participantes do projeto Figura 16: Produto final do projeto, sabão pronto e satisfação dos participantes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Atlas National Geographic. Europa I. Vol. 3. São Paulo: Editora Abril, p. COLTRO, Alex & COLTRO, Deborah Fátima Pires. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos. São Paulo: Conhecimento & Sabedoria, p. DANIELETTO, Henrique. Reeducação ambiental Óleo de cozinha. COLAB, Projeto interdisciplinar. Novembro Disponível em <http://www.tvpuc.com.br/colab/2007/08/10/projeto-henriquedanieletto-reeducacao-ambiental-oleo-de-cozinha/> Acesso em: 16 mar FERREIRA, Joice. Serviço social e terapia ocupacional. Portal do envelhecimento. Disponível em <http://www.portaldoenvelhecimento.net/artigos/artigo1593.htm> Acesso em: 15 mar FREITAS, Helena. Em casa se faz um sabão eficaz. SETUBAL. Setembro, Disponível em <http://setubal.regionalpost.com/node/88/print> Acesso em: 16 mar KATO, César. Reciclagem de óleo comestível. COBRAP. Novembro, Disponível em <http://www.cobrap.org.br/site/artigos_vis.php?id=448> Acesso em: 15 mar

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