SISTEMA IMUNOLÓGICO UM SOFISTICADO SISTEMA DE DEFESA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA IMUNOLÓGICO UM SOFISTICADO SISTEMA DE DEFESA"

Transcrição

1 2009 Congregação das Filhas do Amor Divino Colégio Nossa Senhora das Neves Natal / RN. NOME: Nº ENSINO MÉDIO 2ª série TURMA Turno: matutino 1º Trimestre Data: / /2009 Componente curricular: Biologia Professora: Karin Holzheimer PRONEVES SISTEMA IMUNOLÓGICO UM SOFISTICADO SISTEMA DE DEFESA Mecanismos de defesa inespecíficos o Pele o Membranas mucosas o Saliva o Suor o Lágrimas o Muco das vias respiratórias o Ácido clorídrico BARREIRA FÍSICA Para nos defender de tantos perigos, contamos com um incansável trabalho de um sofisticadíssimo sistema de defesa, que envolve células, tecidos, produtos químicos e cuja finalidade é identificar e destruir tudo aquilo que é estranho ao organismo. É graças a esse sistema que na maioria das vezes nem sequer percebemos que fomos atacados por inimigos microscópicos. O primeiro obstáculo a ser vencido pelos microorganismos invasores é uma barreira física, representada pela pele. BARREIRA QUÍMICA Contra os inimigos que conseguem vencer a barreira física, o organismo tem armas mais enérgicas: as barreiras químicas, por exemplo. Constantemente estamos liberando, na saliva, na lágrima, no suor e em outras secreções do corpo, substâncias químicas que destroem microorganismos. QUANDO AS BARREIRAS FALHAM Vamos imaginar que, ao descascar uma laranja, uma pessoa corte acidentalmente o dedo. No mesmo instante, micróbios presentes na lâmina da faca e no ambiente começam a penetrar em seu organismo. No interior do corpo, os microorganismos encontram um ambiente ideal para se reproduzir e, rapidamente, começam a se multiplicar. Mas a reação do organismo ao ataque é imediata, pois a dor que a pessoa sente ao se cortar funciona como um alarme. Esse alarme atrai para o local danificado um grupo especial de células do sangue, os glóbulos brancos ou leucócitos. Os muitos tipos de leucócitos desempenham várias funções, todas associadas ao sistema imunológico. Para facilitar nossa descrição, vamos dividir os leucócitos em apenas dois grupos: os fagócitos (ou células fagocitárias) e os linfócitos.

2 Os fagócitos são os principais agentes da imunidade celular. São assim chamados porque fagocitam, isto é, comem todos os agentes estranhos que encontram. Uma vez no interior do fagócito, o invasor é completamente destruído em tem seus componentes digeridos pela célula. Já os linfócitos fazem parte da resposta imunológica adquirida, combatendo os invasores com uma estratégia mais sofisticada e mortal a guerra química. TIPOS DE LEUCOCITOS PROPRIEDADES DOS LEUCÓCITOS Quando um tecido do nosso corpo é lesado por partículas ou microorganismos estranhos, os leucócitos são acionados e desempenham as seguintes tarefas: o Fagocitose o Digestão das partículas fagocitadas o Diapedese o Movimento amebóide o Quimiotaxia

3 RESPOSTA INFLAMATÓRIA - Inicia-se com a liberação de histamina basófilos e mastócitos. - Promovem a vasodilatação e o aumento da permeabilidade do capilar. - Propicia um aumento de fluxo sangüíneo no local deixando-a avermelhada. - O aumento da temperatura no local contribui para evitar a entrada de microrganismos sensíveis ao calor. - A permeabilidade propicia a saída dos neutrófilos e macrófagos pelos capilares e também a saída do plasma inchaço ou edema. RESPOSTA DOS MACRÓFAGOS E DOS NEUTRÓFILOS À INFLAMAÇÃO 1ªlinha macrófagos que já estão nos tecidos. Células de kupfer fígado Células reticulares nódulos linfáticos, baço e medula óssea. Macrófagos alveolares Teciduais ou histiócitos pele

4 2ªlinha Formada pela chegada dos neutrófilos - kamikases - Esse aumento no sangue é resultado Fator indutor de leucocitose liberado pelos tecidos inflamados. -É lançado no sangue e este o transporta medula óssea liberação de neutrófilos no sangue circulante. NEUTRÓFILOS são encontrados em maior número no sangue; chegam em primeiro lugar no local infectado, porque são atraídos pelas substâncias lançadas pelos invasores ou pela dor; realizam a diapedese e a fagocitose velozmente; eles resolvem a maior parte das infecções de curta duração; são chamados de células camicases. 3ªlinha Representada pelo aumento lento, mas prolongado do número de macrófagos. Isso resulta: Da multiplicação dos macrófagos já existentes no tecido; Pela migração de grande número de monócitos para área inflamada. No período de 8 a 12 horas, atingem os tecidos, aumentam de tamanho e são chamados macrófagos. MACRÓFAGOS São acionados quando os neutrófilos não conseguem dar conta da invasão; Fazem fagocitose mais lentamente, porém vivem mais; Os fragmentos dos invasores ficam expostos do lado de fora da membrana dele e são chamados por isso de apresentadores de antígenos; Eles levam os restos mortais dos invasores para os linfócitos e assim desencadeiam o seu funcionamento. EOSINÓFILOS Defendem o corpo contra vermes e agem também nas alergias; Fagocitam o complexo antígeno-anticorpo. BASÓFILOS Na presença dos invasores liberam substâncias, que provocam uma inflamação favorecendo o isolamento da região atingida.

5 FEBRE Como uma infecção causa a febre: No local os macrófagos liberam pirógenos 1 Os pirógenos passam para a corrente sangüínea 2 Cérebro 3 Contração dos músculos tremor produz calor 4 Pele vasoconstrição diminuir a perda de calor o calor fica retido no corpo febre. O QUE É PUS? As regiões do nosso corpo onde macrófagos e neutrófilos estão fagocitando partículas estranhas são verdadeiros campos de batalha. Neles se engalfinham leucócitos vivos com agentes invasores também vivíssimos. No final de uma batalha, jazem sobre o campo de guerra microscópico muitos cadáveres de invasores destruídos, juntamente com fragmentos de glóbulos brancos mortos durante a luta em defesa de nossa saúde e bem-estar. O pus, líquido viscoso e branco-amarelado que encontramos, por exemplo, em espinhas e furúnculos, é constituído por esses restos. MECANISMOS ESPECÍFICOS DE DEFESA Sistema imunitário A terceira linha de defesa do corpo humano é formada pelo sistema imunitário. Ele se diferencia dos mecanismos inespecíficos de defesa por dois fatores básicos: especificidade e memória. ESPECIFICIDADE A especificidade refere-se à capacidade do sistema imunitário de reconhecer e eliminar certos microrganismos ou substâncias estranhas ao corpo. O elemento estranho capaz de estimular uma resposta imune é denominado antígeno e geralmente é uma proteína ou um polissacarídeo. O sistema imunitário responde ao antígeno produzindo uma proteína chamada anticorpo, que é especifica para aquele antígeno. Antígenos podem estar presentes nos envoltórios de vírus, bactérias, fungos, protistas e vermes parasitas, e também na superfície de materiais estranhos ao corpo humano, com pólen e tecidos transplantados.

6 Os anticorpos, proteínas denominadas genericamente de imunoglobulinas (Ig), são produzidos pelos linfócitos B. Um anticorpo reconhece apenas o antígeno que induziu sua formação, sendo, portanto altamente específico. Anticorpos são moléculas esquematicamente representadas em forma de Y. Cada molécula é formada por quatro cadeias pequenas, chamadas leves, e duas grandes, chamadas pesadas, como mostra de forma esquemática a figura a seguir. Os sítios de reconhecimento e de ligação dos antígenos estão localizados nas extremidades de cada braço do anticorpo. Assim, o que determina a especificidade de um anticorpo são os sítios nos braços Y. Os anticorpos apresentam diversos mecanismos de ação, dos quais podemos destacar: Alguns anticorpos, quando se ligam à superfície de uma bactéria, têm capacidade própria de destruí-la. Existem bactérias dotadas de cápsulas, que são capazes de escapar da fagocitose executada por neutrófilos e por macrófagos. Entretanto, quando estão recobertas pelos anticorpos, passam a ser fagocitadas. MEMÓRIA A memória refere-se à capacidade que o sistema imunitário tem de reconhecer novamente um mesmo antígeno e reagir contra ele, produzindo rapidamente mais anticorpos específicos. Existem dois tipos de resposta imune: a humoral e a celular. Imunidade humoral A imunidade humoral (humor = fluido corporal) está relacionada aos anticorpos presentes no sangue e na linfa. Ao nascer, uma criança já recebeu de sua mãe, através de placenta, anticorpos prontos, obtendo ainda outros durante a amamentação. Ao longo da vida, diversos anticorpos são formados, e desse processo participam os linfócitos B. Tais linfócitos são produzidos na medula óssea e passam para a corrente sangüínea já amadurecidos, com anticorpos expostos em sua membrana plasmática. Cada linfócito B produz apenas um tipo de anticorpo. Assim, no meio dos linfócitos B que circulam normalmente no corpo já

7 existem vários anticorpos já prontos. A resposta humoral desencadeada contra um antígeno não é eficaz contra outro. Os anticorpos que atacam o vírus da rubéola não atacam o vírus do sarampo; os anticorpos que protegem o organismo contra a catapora não o protegem contra a caxumba. Um fato bastante conhecido ocorre quando adquirimos certas infecções (como a rubéola). Depois da cura, dificilmente voltamos a contraí-las. Dizemos que essas doenças deixam imunidade. Os mecanismos fundamentais da aquisição dessa imunidade estão na figura abaixo. Em uma segunda exposição a um determinado antígeno, a produção de anticorpos tem desencadeamento diferente daquele que se segue á primeira exposição. Na segunda exposição, os anticorpos são produzidos mais rápida e intensamente.

8 Após um primeiro contato com o vírus da rubéola, o organismo de uma criança irá demorar algumas semanas para produzir anticorpos em níveis neutraliza dores (resposta primária) e deverá manifestar a doença. Em segundo contato com o mesmo vírus, a produção de anticorpos será muito mais rápida e intensa (resposta secundária), inativando-o antes que ele tenha tempo de causar sintomas. Os anticorpos são bastante ativos contra patógenos extracelulares, como a maioria das bactérias. Por serem parasitas intracelulares, os vírus oferecem maior dificuldade para ser destruídos, e a ação dos anticorpos é menos eficaz. Para destruir vírus, as células de defesa atacam e destroem as células que eles estão parasitando ou atacam os vírus no momento em que eles deixam as células parasitadas. Imunidade celular A imunidade celular é mediada pelos linfócitos T. Esses linfócitos são produzidos ma medula óssea vermelha, mas amadurecem no timo. Eles não produzem anticorpos nem fazem fagocitose. Tipos de linfócitos T: - linfócitos T auxiliares ou CD4 ou T4; - linfócitos T citotóxicos ou CD8 ou linfócitos assassinos ou matadores; - linfócitos T supressor. Imunidade humoral x imunidade celular

9 Modo de ação dos principais componentes do sistema imunitário Você já viu que, depois de fagocitar alguns micróbios e digeri-los, os macrófagos começam a circular pelo corpo, levando, expostos na membrana, os antígenos. Depois disso, passam para os vasos linfáticos e atingem os linfonodos. Nesse local eles entram em contato com os linfócitos T auxiliares, também chamados T4 ou CD4. Existe um tipo de linfócito T4 para cada tipo de antígeno. Quando um linfócito T4 encontra o antígeno contra o qual foi encarregado de combater, imediatamente o antígeno é reconhecido e o linfócito se ativa, passando a se reproduzir e originando um clone celular. Nessa altura, o processo de imunidade exige a entrada de um outro personagem: os linfócitos B. Como no caso dos T4, também há um tipo de linfócito B especifico para cada tipo de antígeno existente, necessitando encontrar o antígeno contra o qual ele foi produzido para ser ativado. Após ativação, o linfócito B gera um clone de células capaz de reconhecer um mesmo antígeno. A novidade aqui é que o linfócito B, para se ativar, necessita da presença do linfócito T4, pois é este que irá organizar, dimensionar e orquestrar a resposta contra o antígeno em questão. Esse controle se dá através de mensagens químicas que induzem respostas em outras células do sistema imunológico. Essas mensagens, as interleucinas, são popularmente conhecidas como interferon. Essas mensagens também ativar outro tipo de linfócito T, o chamado citotóxico (a ação direta ou indireta das células de defesa contra outras células do corpo, infectadas por vírus ou quimicamente alteradas, é conhecida como ação citotóxica). Os linfócitos T citotóxicos unem-se a células infectadas e as destroem. Por sua ação, eles são também chamados linfócitos assassinos ou matadores. Esses linfócitos não têm atividade fagocitária e não destroem diretamente o micróbio invasor, mas sim as células do corpo que estão sendo atacadas por um agente infeccioso. Os linfócitos T citotóxicos também são capazes de reconhecer células cancerígenas e destruí-las antes que formem um tumor maligno. São também as principais células responsáveis pela rejeição de órgãos transplantados. A atuação desses linfócitos é peculiar. Eles possuem, próximo à membrana plasmática, vesículas repletas de proteínas, dentre elas as denominadas perforinas, que são lançadas por exocitose sobre a membrana plasmática de uma célula infectada. Essas proteínas provocam perfurações na membrana plasmática dessa célula, propiciando a entrada de água. Com isso, a célula estoura e morre, matando também os invasores. Beijo da morte Ação das perforinas

10 Quando determinado linfócito T citotóxico é estimulado, ele aumenta de tamanho e divide-se, desencadeando a formação de um clone. Parte das células desse clone dá origem aos linfócitos T citotóxicos ativados, que vão destruir as células parasitadas. Outra parte vai formar as células T da memória imunológica. Havendo uma segundo infecção pelo mesmo micróbio (que corresponde ao mesmo antígeno), as células T de memória são ativadas e diferenciam-se em linfócitos T citotóxicos. Estes vão destruir mais rapidamente as células infectadas por aquele tipo de micróbio. Portanto, as células de memória imunológica podem ser derivadas dos linfócitos T e B. O esquema a seguir resume o que foi explicado.

11 QUANDO PARAR? Após uma semana de combate á infecção, o sistema imunológico encontra-se em plena atividade. Pelo menos três tipos diferentes de soldados foram convocados para a guerra : os fagócitos, os anticorpos e os linfócitos T citotóxicos. Na maioria dos casos, isso é suficiente para que, em duas ou três semanas, todos os invasores tenham sido eliminados. E o que acontece com todo o exército de células mobilizado para combater a infecção quando esta se acaba? Para resolver esse problema existe um tipo particular de linfócito T, o chamado linfócito T supressor. Ao contrario dos outros linfócitos, ele só aparece no sangue quando os antígenos deixam de estar presentes na circulação. Passa, então, a emitir um sinal químico que inibe a atividade e a reprodução dos outros linfócitos. Com isso a produção de anticorpos diminui rapidamente, até parar por completo. IMUNIZAÇÕES Imunizar significa tornar protegido. A imunização pode acontecer de diversas formas, como veremos a seguir. Imunização passiva Quando uma pessoa se torna protegida recebendo anticorpos contra uma doença, essa imunização é passiva, pois seu organismo não produziu anticorpos, mas os recebeu prontos. A ação desses anticorpos é imediata, iniciando-se assim que eles entram no organismo receptor. Entretanto, os anticorpos recebidos desaparecem depois de algumas semanas ou meses. A imunização passiva pode ocorrer por vias naturais. Através da placenta, anticorpos são transferidos das fêmeas dos mamíferos para os fetos, que nascem protegidos contra uma serie de doenças infecciosas, como a rubéola, o sarampo e a caxumba. Durante os primeiros seis meses de vida, a concentração de anticorpos recebidos da mãe diminui progressivamente, até que eles desaparecem, quando os bebês se tornam suscetíveis a essas doenças. O leite é outro excelente protetor dos filhotes dos mamíferos. Nele há anticorpos, células fagocitárias vivas e vários outros elementos com propriedades antimicrobianas. Os anticorpos recebidos pelo leite revestem o tubo digestivo e impedem a proliferação de bactérias patogênicas. Tanto a passagem de anticorpos por via placentária como a passagem pelo leite materno são exemplos de imunização passiva natural. Existem formas artificiais de fornecer anticorpos para uma pessoa. Eles podem ser obtidos de plasma humano e são conhecidos comercialmente por imunoglobulinas, uma mistura de diversos tipos de anticorpos contra inúmeras doenças. A imunoglobulina antitetânica, por exemplo, pode inativar rapidamente a toxina tetânica, antes que ela lese o sistema nervoso do paciente. A imunoglobulina antitetânica, extraída de sangue humano, é uma imunoglobulina homóloga. O soro contra a peçonha de serpentes é obtido do sangue de cavalos que foram previamente inoculados com ela. Como a ligação entre os anticorpos e os antígenos é especifica, existem soros próprios para neutralizar cada tipo de peçonha. O soro obtido de sangue de outros animais são soros heterólogos. Sempre que possível, o uso de imunoglobulina homóloga deve ter preferência sobre os soros heterólogos, que contêm proteínas estranhas. Afinal, são anticorpos produzidos pelos organismos de outros animais (geralmente cavalos). O organismo de uma pessoa, ao receber um soro heterólogo, irá desenvolver anticorpos anti-soro, e poderá apresentar reações alérgicas muito graves, como o choque anafilático. O emprego das imunoglobulinas homólogas ou heterólogas é exemplo de imunização passiva artificial. A figura a seguir apresenta formas de imunização passiva.

12 Imunização passiva natural Imunização passiva artificial. Imunização ativa Quando o organismo de uma pessoa ou de um animal é estimulado a produzir anticorpos, a imunização é ativa. Na primeira exposição a um antígeno, níveis elevados de anticorpos demoram em ser alcançados, mas a imunidade resultante pode ser permanente, porque surgem células de memória. No primeiro contato com vírus causador do sarampo, o organismo de uma criança irá reconhecê-lo como partícula estranha, produzir anticorpos e adquirir células de memória. Em um próximo contato, deverá desencadear contra ele uma rápida e intensa produção de anticorpos. Essa criança estará permanentemente imunizada contra o sarampo. Essa é um exemplo de imunização ativa natural. O emprego de antígenos modificados, mortos ou atenuados, incapazes de causar doenças mas potentes para estimular a produção de anticorpos e a aquisição das células de memória, constitui a imunização ativa artificial, conseguida com o uso das vacinas. Algumas formas de imunização ativa estão representadas na figura abaixo. Imunização ativa natural Imunização ativa artificial Em geral, os soros são usados no tratamento de doenças, enquanto as vacinas servem para a prevenção.

28.03. As plaquetas são os elementos figurados do sangue responsáveis pela coagulação sanguínea.

28.03. As plaquetas são os elementos figurados do sangue responsáveis pela coagulação sanguínea. BIO 10E aula 28 28.01. Para fazer a defesa do organismo, alguns leucócitos podem atravessar a parede dos vasos sanguíneos e atuar no tecido conjuntivo. Este processo é denominado diapedese. 28.02. A coagulação

Leia mais

DOCUMENTO DE APOIO AO ESTUDO BIOLOGIA 12.º

DOCUMENTO DE APOIO AO ESTUDO BIOLOGIA 12.º DOCUMENTO DE APOIO AO ESTUDO BIOLOGIA 12.º Avisos 1. Este documento apenas serve como apoio parcial às aulas de Biologia 12.º ano parte da Unidade 2 e Unidade 3 - leccionadas na Escola Secundária Morgado

Leia mais

Microbiologia e Imunologia Clínica

Microbiologia e Imunologia Clínica Estudo dos mecanismos naturais de defesa contra doenças. Microbiologia e Imunologia Clínica Estudo do sistema imune do corpo e suas funções e alterações. Profa. Ms. Renata Fontes Fundamentos da Imunologia

Leia mais

Sistema Imunitário. Estado especifico de protecção do organismo permitindo-lhe reconhecer agentes infecciosos ou estranhos neutralizando-os

Sistema Imunitário. Estado especifico de protecção do organismo permitindo-lhe reconhecer agentes infecciosos ou estranhos neutralizando-os O que é a Imunidade? Estado especifico de protecção do organismo permitindo-lhe reconhecer agentes infecciosos ou estranhos neutralizando-os e eliminando-os Funções: Eliminação de agentes estranhos no

Leia mais

A LINGUAGEM DAS CÉLULAS DO SANGUE LEUCÓCITOS

A LINGUAGEM DAS CÉLULAS DO SANGUE LEUCÓCITOS A LINGUAGEM DAS CÉLULAS DO SANGUE LEUCÓCITOS Prof.Dr. Paulo Cesar Naoum Diretor da Academia de Ciência e Tecnologia de São José do Rio Preto, SP Sob este título o leitor poderá ter duas interpretações

Leia mais

Imunidade aos microorganismos

Imunidade aos microorganismos Imunidade aos microorganismos Características da resposta do sistema imune a diferentes microorganismos e mecanismos de escape Eventos durante a infecção: entrada do MO, invasão e colonização dos tecidos

Leia mais

Tecido sanguíneo. Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto

Tecido sanguíneo. Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Tecido sanguíneo Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Transporte Regulação Proteção Funções do Sangue Sangue É um tecido conjuntivo especializado pois apresenta sua matriz extracelular totalmente fluida. O sangue

Leia mais

. Hematos = sangue + poese = formação.

. Hematos = sangue + poese = formação. Marco Biaggi - 2015 . Hematos = sangue + poese = formação. transporte de nutrientes, gases respiratórios, hormônios e excretas Sangue participa da defesa do organismos, juntamente com a linfa e o sistema

Leia mais

ANTICORPOS. CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido

ANTICORPOS. CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido ANTICORPOS Anticorpo é uma globulina sintetizada por linfócitos B e principalmente

Leia mais

VIROLOGIA HUMANA. Professor: Bruno Aleixo Venturi

VIROLOGIA HUMANA. Professor: Bruno Aleixo Venturi VIROLOGIA HUMANA Professor: Bruno Aleixo Venturi O que são vírus? A palavra vírus tem origem latina e significa "veneno". Provavelmente esse nome foi dado devido às viroses, que são doenças causadas por

Leia mais

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características Vírus Virulogia Características Vírus- latim veneno - agentes filtráveis Parasita intracelular obrigatório Extracelular: virion Intracelular: vírus Possuem alta especificidade Vírus Características Alta

Leia mais

Os anticorpos são proteínas específicas (imunoglobulinas) capazes de se combinarem quimicamente com os antigénios específicos.

Os anticorpos são proteínas específicas (imunoglobulinas) capazes de se combinarem quimicamente com os antigénios específicos. Os anticorpos são proteínas específicas (imunoglobulinas) capazes de se combinarem quimicamente com os antigénios específicos. Ä Os anticorpos apenas reconhecem algumas regiões da membrana do antigénio

Leia mais

DEFINIÇÃO. quantidade de plaquetas.

DEFINIÇÃO. quantidade de plaquetas. HEMOGRAMA DEFINIÇÃO É o exame mais requisitado pela medicina e nele analisa-se as células sanguíneas. É comum você pegar um laudo dividido em três partes:eritrograma, parte que analisa as células vermelhas

Leia mais

Resposta imune às infecções virais ou DEFESAS DO HOSPEDEIRO CONTRA OS VÍRUS

Resposta imune às infecções virais ou DEFESAS DO HOSPEDEIRO CONTRA OS VÍRUS Resposta imune às infecções virais ou DEFESAS DO HOSPEDEIRO CONTRA OS VÍRUS MULTIPLICATION 1 Defesas Resposta imune frente a infecções 2 Defesas Imunidade inata Defesa e recuperação Genética Fatores séricos

Leia mais

VÍRUS. Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html

VÍRUS. Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html VÍRUS Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html RESUMO -Os vírus não pertencem a nenhum reino específico, são estudados como um caso à parte. -Os vírus são

Leia mais

ANTICORPOS: ESTRUTURA E FUNÇÃO

ANTICORPOS: ESTRUTURA E FUNÇÃO ANTICORPOS: ESTRUTURA E FUNÇÃO Por definição, anticorpos são moléculas de glicoproteína, também chamadas de imunoglobulinas. São glicoproteínas altamente específicas sintetizadas em resposta a um antígeno,

Leia mais

Imunidade Adaptativa Humoral

Imunidade Adaptativa Humoral Imunidade Adaptativa Humoral Daiani Cristina Ciliao Alves Taise Natali Landgraf Imunidade Adaptativa Humoral 1) Anticorpos: Estrutura Localização 2) Maturação de célula B: Interação dependente de célula

Leia mais

DICAS DE SAÚDE Proteja sua família

DICAS DE SAÚDE Proteja sua família DICAS DE SAÚDE Proteja sua família Elaborado: Apoio: Saúde e o Sistema Imunológico Saber como o organismo combate os agressores e se protege, assim como conhecer os fatores que o levam a um funcionamento

Leia mais

Plano de Aula CIÊNCIAS. Sistema imunológico

Plano de Aula CIÊNCIAS. Sistema imunológico Plano de Aula CIÊNCIAS Sistema imunológico Sistema imunológico. 10 p.; il. (Série Plano de Aula; Ciências) ISBN: 1. Ensino Fundamental - Ciências 2. Sistema Imunológico 3. Educação Presencial I. Título

Leia mais

RESPOSTA IMUNE AOS MICRORGANISMOS. Prof. Aline Aguiar de Araujo

RESPOSTA IMUNE AOS MICRORGANISMOS. Prof. Aline Aguiar de Araujo RESPOSTA IMUNE AOS MICRORGANISMOS Prof. Aline Aguiar de Araujo INTRODUÇÃO Número de indivíduos expostos à infecção é bem superior ao dos que apresentam doença, indicando que a maioria das pessoas tem condições

Leia mais

Visão Geral. Tecido conjuntivo líquido. Circula pelo sistema cardiovascular. Produzido na medula óssea, volume total de 5,5 a 6 litros (homem adulto)

Visão Geral. Tecido conjuntivo líquido. Circula pelo sistema cardiovascular. Produzido na medula óssea, volume total de 5,5 a 6 litros (homem adulto) Tecido Sanguíneo Visão Geral Tecido conjuntivo líquido Circula pelo sistema cardiovascular Produzido na medula óssea, volume total de 5,5 a 6 litros (homem adulto) Defesa imunológica (Leucócitos) Trocas

Leia mais

EXPLORANDO 5 O SISTEMA IMUNOLÓGICO. Camila Lopes Fernando Amaral

EXPLORANDO 5 O SISTEMA IMUNOLÓGICO. Camila Lopes Fernando Amaral EXPLORANDO 5 O SISTEMA IMUNOLÓGICO Camila Lopes Fernando Amaral EXPLORANDO O SISTEMA IMUNOLÓGICO Camila Lopes Fernando Amaral Ilustrações: Camila Lopes Leonardo Maia Símbolos usados neste livro Caro professor,

Leia mais

SANDRA BERTELLI RIBEIRO DE CASTRO LABORATÓRIO DE IMUNOLOGIA. Aviso: Início das aulas práticas

SANDRA BERTELLI RIBEIRO DE CASTRO LABORATÓRIO DE IMUNOLOGIA. Aviso: Início das aulas práticas ANTÍGENO E ANTICORPO SANDRA BERTELLI RIBEIRO DE CASTRO LABORATÓRIO DE IMUNOLOGIA Aviso: Início das aulas práticas Laboratório de Imunologia, Departamento de Parasitologia, Microbiologia e Imunologia, Instituto

Leia mais

SISTEMA CIRCULATÓRIO P R O F E S S O R A N A I A N E

SISTEMA CIRCULATÓRIO P R O F E S S O R A N A I A N E SISTEMA CIRCULATÓRIO P R O F E S S O R A N A I A N E Sistema circulatório O coração e os vasos sanguíneos e o sangue formam o sistema cardiovascular ou circulatório. A circulação do sangue permite o transporte

Leia mais

Professora: Ms Flávia

Professora: Ms Flávia Professora: Ms Flávia Sua principal função é: Transporte de nutrientes necessários à alimentação das células; Transporte de gás oxigênio necessário à respiração celular; Remoção de gás carbônico produzido

Leia mais

Ciências E Programa de Saúde

Ciências E Programa de Saúde Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Educação Ciências E Programa de Saúde 13 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE SP Vai e avisa a todo mundo que encontrar que ainda existe um sonho

Leia mais

Exercícios de Monera e Principais Bacterioses

Exercícios de Monera e Principais Bacterioses Exercícios de Monera e Principais Bacterioses 1. (Fuvest) O organismo A é um parasita intracelular constituído por uma cápsula protéica que envolve a molécula de ácido nucléico. O organismo B tem uma membrana

Leia mais

Professor: Edilberto Antônio Souza de Oliveira Ano: 2008 RESUMO SOBRE O SISTEMA IMUNE

Professor: Edilberto Antônio Souza de Oliveira Ano: 2008 RESUMO SOBRE O SISTEMA IMUNE 1 Professor: Edilberto Antônio Souza de Oliveira Ano: 2008 RESUMO SOBRE O SISTEMA IMUNE O sistema imune tem como principal finalidade a defesa do organismo contra as doenças infecciosas, ou seja, resistência

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO 28/07/2015. Origem mesodérmica; Grande quantidade de substância intercelular: Profº Fernando Teixeira @biovestiba. Vascularizado.

TECIDO CONJUNTIVO 28/07/2015. Origem mesodérmica; Grande quantidade de substância intercelular: Profº Fernando Teixeira @biovestiba. Vascularizado. TECIDO CONJUNTIVO Origem mesodérmica; Profº Fernando Teixeira @biovestiba Grande quantidade de substância intercelular: o Substância fundamental; o Proteínas colágenas ou elásticas; Vascularizado. Preenchimento;

Leia mais

Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física Adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira

Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física Adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Componentes do sistema imunitário Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física Adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Manual Merck Capítulo 167 O sistema imunitário é composto por células

Leia mais

CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito

CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2005 e 1 o semestre letivo de 2006 CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito Verifique se este caderno contém: INSTRUÇÕES AO CANDIDATO

Leia mais

SISTEMA CIRCULATÓRIO

SISTEMA CIRCULATÓRIO SISTEMA CIRCULATÓRIO FUNÇÕES DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: Transporte de substâncias : * Nutrientes para as células. * Resíduos vindos das células. *Gases respiratórios. * Hormônios. OBS: O sangue também pode

Leia mais

PROPRIEDADES E VISÃO GERAL DAS RESPOSTAS IMUNES. FARMÁCIA PROFa SIMONE PETRI AULA - 1

PROPRIEDADES E VISÃO GERAL DAS RESPOSTAS IMUNES. FARMÁCIA PROFa SIMONE PETRI AULA - 1 PROPRIEDADES E VISÃO GERAL DAS RESPOSTAS IMUNES FARMÁCIA PROFa SIMONE PETRI AULA - 1 INTRODUÇÃO A função fisiológica do sistema imune é a defesa contra micro-organismos infecciosos. Entretanto, mesmo

Leia mais

COLÉGIO JARDINS. Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade

COLÉGIO JARDINS. Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade COLÉGIO JARDINS Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade TECIDO CONJUNTIVO I São aqueles que atuam nas funções de preenchimento de espaços entre órgãos, sustentação, defesa e nutrição.

Leia mais

Acadêmicos AEMS/ Biomedicina; 2 Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS

Acadêmicos AEMS/ Biomedicina; 2 Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS EOSINOFILIA RELACIONADA COM A ENTAMOEBA COLI Dayane Santos de Oliveira. 1 ; Flavia Alves da Conceição¹ Henrique de Oliveira Medeiros¹ Eliana Alvarenga de Brito 2 1; Acadêmicos AEMS/ Biomedicina; 2 Docente

Leia mais

ATUALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EM SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA

ATUALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EM SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA ATUALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EM SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA Daniel Martins do Nascimento 2,3 ; Cristiane Alves Fonseca 1,3 ; Andréia Juliana Leite 1,4 ; 1 Pesquisador Orientador 2 Voluntário Iniciação

Leia mais

Profa. MsC Priscila P. S. dos Santos

Profa. MsC Priscila P. S. dos Santos Células e órgãos especializados em defesa CÉLULAS DO SISTEMA IMUNITÁRIO Resposta imune Inata Resposta imune específica Profa. MsC Priscila P. S. dos Santos Quem são os invasores? Quem são os invasores?

Leia mais

Profa. MsC Priscila P. S. dos Santos

Profa. MsC Priscila P. S. dos Santos Células e órgãos especializados em defesa CÉLULAS DO SISTEMA IMUNITÁRIO Resposta imune Inata Resposta imune específica Profa. MsC Priscila P. S. dos Santos Quem são os invasores? Quem são os invasores?

Leia mais

Patogênese Viral Instituto de Ciências Biomédicas Departamento de Microbiologia Prof. Dr. Charlotte Marianna Hársi

Patogênese Viral Instituto de Ciências Biomédicas Departamento de Microbiologia Prof. Dr. Charlotte Marianna Hársi Patogênese Viral Instituto de Ciências Biomédicas Departamento de Microbiologia Prof. Dr. Charlotte Marianna Hársi BMM-280-2009 Patogênese Viral Como os vírus causam doença no hospedeiro? Virulência =

Leia mais

PRÁTICA CONTEXTUALIZADA INTEGRADORA

PRÁTICA CONTEXTUALIZADA INTEGRADORA PRÁTICA CONTEXTUALIZADA INTEGRADORA Título: Componentes do sangue humano. Integração: Integração Eixo Ambiente e Saúde Enfermagem Cuidados com a Pessoa Idosa Agente Comunitário de Saúde Anatomia e Fisiologia

Leia mais

Semana Europeia da Vacinação

Semana Europeia da Vacinação Diverte-te com esta Sopa de Letras sobre Vacinação: N A J I X S E B I G D F P O U M E R L H F S Q B I K R C W U O T A B H I G I E N E Y SAÚDE VACINA PREVENÇÃO BACTÉRIA IMUNIDADE CONTÁGIO HIGIENE INFEÇÃO

Leia mais

EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015)

EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015) EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015) 1- A Fábrica Celular Células de bactérias (procarióticas) e células animais (eucarióticas), apresentam semelhanças e diferenças. a) Qual a estrutura presente em ambas que

Leia mais

Seres muito simples: cápsula protéica envolvendo o material genético (DNA ou RNA) Vírus que infectam Bactérias

Seres muito simples: cápsula protéica envolvendo o material genético (DNA ou RNA) Vírus que infectam Bactérias Seres muito simples: cápsula protéica envolvendo o material genético (DNA ou RNA) Estrutura de Vírus Menores que as menores células conhecidas Vírus que infectam Bactérias Exemplo: vírus que infectam a

Leia mais

RESPOSTA INFLAMATÓRIA

RESPOSTA INFLAMATÓRIA RESPOSTA INFLAMATÓRIA Augusto Schneider Carlos Castilho de Barros Faculdade de Nutrição Universidade Federal de Pelotas INFLAMAÇÃO É uma reação dos tecidos a uma agente agressor caracterizada morfologicamente

Leia mais

6- Qual é a causa do câncer? genes DNA), moléculas de RNA cromossomos ribossomos Genes: Moléculas de RNA: Ribossomos:

6- Qual é a causa do câncer? genes DNA), moléculas de RNA cromossomos ribossomos Genes: Moléculas de RNA: Ribossomos: 6- Qual é a causa do câncer? Na realidade não há apenas uma causa, mas várias causas que induzem o aparecimento do câncer. Primeiramente é importante saber que todo o câncer tem origem genética por abranger

Leia mais

Disciplina de Imunologia. Curso de Biomedicina. Imunidade aos Microbios Bactéria extracelular

Disciplina de Imunologia. Curso de Biomedicina. Imunidade aos Microbios Bactéria extracelular Disciplina de Imunologia Curso de Biomedicina Imunidade aos Microbios Bactéria extracelular Como o sistema imune exerce sua função fisiológica principal = Proteger o hospedeiro de infecções por agentes

Leia mais

EQUILÍBRIO BIOQUÍMICO DO CORPO

EQUILÍBRIO BIOQUÍMICO DO CORPO EQUILÍBRIO BIOQUÍMICO DO CORPO BODY TALK SYSTEM - ENERGY MEDICINE O Body Talk System (BTS) estimula o corpo a curar-se. No mundo moderno, o estresse nosso de cada dia interfere no corpo e compromete a

Leia mais

Aula 37 Sistema Imune

Aula 37 Sistema Imune 134 Biologia Com base nessa figura e em seus conhecimentos sobre o tema, A) Cite o nome do órgão que é alvo primário da eritropoetina. Justifique sua resposta. B) Explique como o aporte elevado de O 2

Leia mais

RESUMO TECIDOS ÓSSEO, HEMATOPOÉTICO E SANGUÍNEO, SANGUÍNEO E IMUNIDADE, MUSCULAR E NERVOSO

RESUMO TECIDOS ÓSSEO, HEMATOPOÉTICO E SANGUÍNEO, SANGUÍNEO E IMUNIDADE, MUSCULAR E NERVOSO RESUMO TECIDOS ÓSSEO, HEMATOPOÉTICO E SANGUÍNEO, SANGUÍNEO E IMUNIDADE, MUSCULAR E NERVOSO TECIDO ÓSSEO - Características: apresenta matriz calcificada e atua como o principal depósito de cálcio e fósforo

Leia mais

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?

Leia mais

Cap. 4: Componentes orgânicos celulares As moléculas multifuncionais. Equipe de Biologia

Cap. 4: Componentes orgânicos celulares As moléculas multifuncionais. Equipe de Biologia ap. 4: omponentes orgânicos celulares As moléculas multifuncionais Equipe de Biologia De que são formados os seres vivos? Substâncias orgânicas arboidratos Lipídios Proteínas Vitaminas Ácidos nucleicos

Leia mais

substância intercelular sólida, dura e resistente.

substância intercelular sólida, dura e resistente. Tecido ósseo É um dos tecidos que formam o esqueleto de nosso corpo, tendo como função principal a sustentação. Além disso: serve de suporte para partes moles; protege órgão vitais; aloja e protege a medula

Leia mais

Questão 89. Questão 90. Questão 91. alternativa B. alternativa B

Questão 89. Questão 90. Questão 91. alternativa B. alternativa B Questão 89 Qual das alternativas classifica corretamente o vírus HIV, o tronco de uma árvore, a semente de feijão e o plasmódio da malária, quanto à constituição celular? Plasmódio da Vírus Tronco Semente

Leia mais

O que é Imunologia?... 7

O que é Imunologia?... 7 1 Conteúdo O que é Imunologia?... 7 A resposta imune reconhece e relembra diferentes antígenos. A imunidade específica é caracterizada por três propriedades:... 7 Os principais tecidos e órgãos do sistema

Leia mais

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 51 ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 51 ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 51 ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE célula indiferenciada totipotente hemácia neutrófito eosinófilo basófilo linfócito monócito megacariócito por fragmentação origina plaquetas Núcleo

Leia mais

INFLAMAÇÃO. Processos Imunológicos e Patológicos PROCESSO INFLAMATÓRIO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA

INFLAMAÇÃO. Processos Imunológicos e Patológicos PROCESSO INFLAMATÓRIO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA Processos Imunológicos e Patológicos INFLAMAÇÃO Prof.: Hermínio M. da R.Sobrinho PROCESSO INFLAMATÓRIO A inflamação constitui uma resposta imune

Leia mais

Imunização ativa x passiva

Imunização ativa x passiva A IMUNIZAÇÃO É DEFINIDA COMO A AQUISIÇÃO DE PROTEÇÃO IMUNOLÓGICA CONTRA UMA DOENÇA INFECCIOSA. Imunização ativa x passiva A imunização ativa ocorre quando o próprio sistema imune da criança, ao entrar

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE ANATOMIA PATOLÓGICA E MEDICINA LEGAL DISCIPLINA DE IMUNOLOGIA MED194

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE ANATOMIA PATOLÓGICA E MEDICINA LEGAL DISCIPLINA DE IMUNOLOGIA MED194 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE ANATOMIA PATOLÓGICA E MEDICINA LEGAL DISCIPLINA DE IMUNOLOGIA MED194 Monitor: Ricardo Souza ÓRGÃOS LINFÓIDES 1-ÓRGÃOS LINFÓIDES PRIMÁRIOS

Leia mais

c) Macrófagos e células B apresentam antígenos a células T helper. (Preencha as lacunas.). 2 pontos.

c) Macrófagos e células B apresentam antígenos a células T helper. (Preencha as lacunas.). 2 pontos. Questão 1 Você é um imunologista que quer ficar rico e decide deixar o mundo da ciência, conseguindo um emprego como consultor de roteiro em um novo seriado de drama médico. Você avalia o conhecimento

Leia mais

Sistema Cardiovascular. Professora Cristiane Rangel Ciências 8º ano

Sistema Cardiovascular. Professora Cristiane Rangel Ciências 8º ano Sistema Cardiovascular Professora Cristiane Rangel Ciências 8º ano O sistema cardiovascular ou circulatório O conhecimento sobre a circulação humana é fruto do trabalho de muitos pesquisadores, como William

Leia mais

Patologia Geral AIDS

Patologia Geral AIDS Patologia Geral AIDS Carlos Castilho de Barros Augusto Schneider http://wp.ufpel.edu.br/patogeralnutricao/ SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (AIDS ou SIDA) Doença causada pela infecção com o vírus

Leia mais

Sistema Circulatório. Sistema Circulatório. Ciências Naturais 9º ano

Sistema Circulatório. Sistema Circulatório. Ciências Naturais 9º ano Sistema Circulatório Índice Sangue Coração Ciclo cardíaco Vasos sanguíneos Pequena e grande circulação Sistema linfático Sangue Promove a reparação de tecidos lesionados. Colabora na resposta imunológica

Leia mais

ESTRUTURA VIRAL. Visualização: apenas ao ME. Não apresentam estrutura celular (acelulares) Estrutura básica: Cápsula protéica (capsídeo)

ESTRUTURA VIRAL. Visualização: apenas ao ME. Não apresentam estrutura celular (acelulares) Estrutura básica: Cápsula protéica (capsídeo) VÍRUS CARACTERÍSTICAS Organismos acelulares Não possuem metabolismo Características vitais: Reprodução Evolução Possui grande capacidade proliferativa Só se reproduz no interior de células que estejam

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Vírus da Rubéola Togavirus Vírus de RNA fita simples Principal epítopo dominante:

Leia mais

C n o c n e c i e tos o s i ni n ci c ai a s C n o c n e c i e tos o s i ni n ci c ai a s

C n o c n e c i e tos o s i ni n ci c ai a s C n o c n e c i e tos o s i ni n ci c ai a s Conceitos iniciais Parasita: organismo que vive em associação com outros e dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro. Hospedeiro: organismo que

Leia mais

VIROSES. Prof. Edilson Soares www.profedilson.com

VIROSES. Prof. Edilson Soares www.profedilson.com VIROSES Prof. Edilson Soares www.profedilson.com CATAPORA OU VARICELA TRANSMISSÃO Saliva Objetos contaminados SINTOMAS Feridas no corpo PROFILAXIA Vacinação HERPES SIMPLES LABIAL TRANSMISSÃO Contato

Leia mais

VIROLOGIA. 1. Ebola 2. Febre Chikungunya

VIROLOGIA. 1. Ebola 2. Febre Chikungunya Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia VIROLOGIA 1. Ebola 2. Febre Chikungunya Prof. Leandro Parussolo Família: Filoviridae Gênero: Filovirus

Leia mais

Introdução ao sistema imune

Introdução ao sistema imune Introdução ao sistema imune Simone Aparecida Rezende Dep. de Análises Clínicas - Escola de Farmácia Fone: 3559-1032. Aulas, exercícios, exemplos de questões de prova e comunicação com alunos em: www.aulasecia.com/imunobasica

Leia mais

Tipos de enxertos. Tipos de Enxertos: Tipos de Enxertos: O que é um transplante? Imunologia dos Transplantes. Singênicos

Tipos de enxertos. Tipos de Enxertos: Tipos de Enxertos: O que é um transplante? Imunologia dos Transplantes. Singênicos O que é um transplante? Imunologia dos Transplantes Prof.Dr. Gilson Costa Macedo Processo de retirada de células, tecidos ou órgãos, chamados enxertos, de um indivíduo e a sua inserção em um indivíduo

Leia mais

04/06/2015. Imunologia dos Transplantes. Bases imunológicas da rejeição do enxerto

04/06/2015. Imunologia dos Transplantes. Bases imunológicas da rejeição do enxerto Imunologia dos Transplantes Dayse Locateli Transplante: ato de transferir células, tecidos ou órgãos de um lugar para outro. Indivíduo doador Receptor Dificuldades: Técnicas Cirúrgicas Quantidade de doadores

Leia mais

Vírus - Características Gerais. Seres acelulares Desprovidos de organização celular. Não possuem metabolismo próprio

Vírus - Características Gerais. Seres acelulares Desprovidos de organização celular. Não possuem metabolismo próprio vírus Vírus - Características Gerais Seres acelulares Desprovidos de organização celular Não possuem metabolismo próprio Capazes de se reproduzir apenas no interior de uma célula viva nucleada Parasitas

Leia mais

O SANGUE. Constituintes do Sangue e suas funções

O SANGUE. Constituintes do Sangue e suas funções O SANGUE Constituintes do Sangue e suas funções AS HEMÁCIAS OU GLÓBULOS VERMELHOS Células sanguíneas sem núcleo que contém hemoglobina, que é a substância responsável pela cor vermelha. São as células

Leia mais

Arimide. Informações para pacientes com câncer de mama. Anastrozol

Arimide. Informações para pacientes com câncer de mama. Anastrozol Informações para pacientes com câncer de mama. AstraZeneca do Brasil Ltda. Rod. Raposo Tavares, km 26,9 CEP 06707-000 Cotia SP ACCESS net/sac 0800 14 55 78 www.astrazeneca.com.br AXL.02.M.314(1612991)

Leia mais

Professor Fernando Stuchi M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO

Professor Fernando Stuchi M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO P ROTEÍNAS P ROPRIEDADE BÁSICA São grandes moléculas (macromoléculas) constituídas por aminoácidos, através de ligações peptídicas. É o composto orgânico mais abundante no corpo

Leia mais

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI MANUAL DO PACIENTE - LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EDIÇÃO REVISADA 02/2004 HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI Este manual tem como objetivo fornecer informações aos

Leia mais

Tecido conjuntivo 1º ano Pró Madá Componentes da matriz extracelular A matriz é uma massa amorfa, de aspecto gelatinoso e transparente. É constituída principalmente por água e glicoproteínas e uma parte

Leia mais

VÍRUS (complementar o estudo com as páginas 211-213 do livro texto)

VÍRUS (complementar o estudo com as páginas 211-213 do livro texto) COLÉGIO E CURSO INTELECTUS APOSTILA NOME: MAT.: Biologia I PROFº: EDUARDO SÉRIE: TURMA: DATA: VÍRUS (complementar o estudo com as páginas 211-213 do livro texto) Os vírus são os únicos organismos acelulares,

Leia mais

Tralen 28% tioconazol. Tralen 28% solução para unhas em embalagem contendo 1 frasco com 12 ml.

Tralen 28% tioconazol. Tralen 28% solução para unhas em embalagem contendo 1 frasco com 12 ml. Tralen 28% tioconazol I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Tralen Nome genérico: tioconazol APRESENTAÇÕES Tralen 28% solução para unhas em embalagem contendo 1 frasco com 12 ml. VIA DE ADMINISTRAÇÃO:

Leia mais

BIOFÍSICA MEMBRANAS BIOLÓGICAS

BIOFÍSICA MEMBRANAS BIOLÓGICAS BIOFÍSICA MEMBRANAS BIOLÓGICAS CÉLULA Unidade fundamental dos seres vivos Menor estrutura biológica capaz de ter vida autônoma Átomos Moléculas Estruturas supramoleculares Células tecidos órgãos Sistemas

Leia mais

AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA AO CROMOSSOMA X

AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA AO CROMOSSOMA X AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA AO CROMOSSOMA X Esta brochura é para ser usada pelos pacientes e pelas suas famílias e não deve substituir o aconselhamento de um imunologista clínico. 1 Também disponível: DOENÇA

Leia mais

Tralen 1% tioconazol. Tralen 1% pó dermatológico em embalagem contendo 1 frasco plástico com 30 gramas.

Tralen 1% tioconazol. Tralen 1% pó dermatológico em embalagem contendo 1 frasco plástico com 30 gramas. Tralen 1% tioconazol I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Tralen Nome genérico: tioconazol APRESENTAÇÕES Tralen 1% pó dermatológico em embalagem contendo 1 frasco plástico com 30 gramas. VIA

Leia mais

A importância hematofágica e parasitológica da saliva dos insetos hematófagos. Francinaldo S.Silva.

A importância hematofágica e parasitológica da saliva dos insetos hematófagos. Francinaldo S.Silva. Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Departamento de Parasitologia PET A importância hematofágica e parasitológica da saliva dos insetos hematófagos. Francinaldo S.Silva. Maria

Leia mais

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO 1/8 O inverno chegou e junto com ele maiores problemas com as doenças respiratórias entre outras Isso não ocorre por acaso já que pé nesta estação onde

Leia mais

MICROBIOTA OU FLORA NORMAL DO CORPO HUMANO

MICROBIOTA OU FLORA NORMAL DO CORPO HUMANO MICROBIOTA OU FLORA NORMAL DO CORPO HUMANO Disciplina: Microbiia e Parasitia Patrícia de Lima Martins INTRODUÇÃO O que é Microbiota? MICROBIOTA São os microrganismos (bactérias, fungos, vírus e protozoários)

Leia mais

20/10/2014. TECIDO CONJUNTIVO ou CONECTIVO

20/10/2014. TECIDO CONJUNTIVO ou CONECTIVO TECIDO CONJUNTIVO ou CONECTIVO Poucas células, encontram-se separadas; Presença de grande quantidade de substância intercelular; Substância intercelular ou matriz extracelular Substância fundamental amorfa:

Leia mais

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data!

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Use canetas coloridas ou escreva palavras destacadas, para facilitar na hora de estudar. E capriche! Não se esqueça

Leia mais

Inflamação: - Do latim inflamare

Inflamação: - Do latim inflamare INFLAMAÇÃO CONCEITOS: Inflamação: - Do latim inflamare Reação dos tecidos vascularizados a um agente agressor caracterizada morfologicamente pela saída de líquidos e de células do sangue para o interstício.

Leia mais

MUNDO DAS ESPECIALIDADES SANGUE E DEFESAS DO CORPO

MUNDO DAS ESPECIALIDADES SANGUE E DEFESAS DO CORPO SANGUE E DEFESAS DO CORPO 018 Texto: Rozi Lima; Diagramação: Khelven Klay ROZI LIMA Estudante do 7 semestre de Enfermagem pela Faculdade Adventista da Bahia - IAENE. secretaria do clube Garimpeiros do

Leia mais

Histologia animal. Equipe de Biologia

Histologia animal. Equipe de Biologia Histologia animal Equipe de Biologia Tipos de tecidos animais Tecidos epiteliais Tecidos conjuntivos Tecidos musculares http://www.simbiotica.org/tecidosanimal.htm Tecido nervoso Tecidos epiteliais Apresenta

Leia mais

Peço desculpa, mas perdi o documento e apenas o consegui recuperar nesta forma. Para não atrasar mais, envio-o mesmo assim.

Peço desculpa, mas perdi o documento e apenas o consegui recuperar nesta forma. Para não atrasar mais, envio-o mesmo assim. Peço desculpa, mas perdi o documento e apenas o consegui recuperar nesta forma. Para não atrasar mais, envio-o mesmo assim. Assinale com uma cruz no(s) quadrado(s) que antecede(m) a(s)resposta(s) verdadeira(s):

Leia mais

Sistema Digestivo - Função

Sistema Digestivo - Função Sistema Digestivo Fome Saciedade Sistema Digestivo - Função O organismo humano recebe os nutrientes através dos alimentos. Estes alimentos têm de ser transformados em substâncias utilizáveis, envolvendo

Leia mais

Sugestão de avaliação

Sugestão de avaliação Sugestão de avaliação 8 CIÊNCIAS Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao terceiro bimestre escolar ou às Unidades 4 e 5 do Livro do Aluno. Avaliação - Ciências NOME: TURMA: escola: PROfessOR:

Leia mais

PATOGENIA DAS INFECÇÕES VIRAIS

PATOGENIA DAS INFECÇÕES VIRAIS PATOGENIA DAS INFECÇÕES VIRAIS Profª Maria Luzia da Rosa e Silva Viroses em humanos Patogenicidade: capacidade de infectar o hospedeiro e causar doença infecção viral (1) injúria nos órgãos (2) manifestações

Leia mais

Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194

Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 IMUNOPARASITOLOGIA Monitor: Alessandro Almeida Sumário 1 Introdução...1

Leia mais

Tipo de itens. O sangue é o principal fluído que circula no organismo humano.

Tipo de itens. O sangue é o principal fluído que circula no organismo humano. Tipo de itens O sangue é o principal fluído que circula no organismo humano. 1. Quais são as suas principais funções? Transporte de nutrientes, defesa, regulação térmica e controlo 2. Quais os seus constituintes?

Leia mais

Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia

Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia Febre Reumática CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: CREDITO IMAGEM DA CAPA: http://www.guildford.gov.uk/play EDITORAÇÃO: Rian Narcizo Mariano PRODUÇÃO: www.letracapital.com.br Copyright SBR-, 2011 O conteúdo desta

Leia mais

GLOSSÁRIO VIROLOGIA VETERINÁRIA

GLOSSÁRIO VIROLOGIA VETERINÁRIA GLOSSÁRIO VIROLOGIA VETERINÁRIA Adjuvante: substância ou formulação utilizada em vacinas não-replicativas para potencializar o efeito imunoestimulante do antígeno. Adsorção: etapa inicial do ciclo replicativo

Leia mais

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários

Leia mais

Hemoglobina / Glóbulos Vermelhos são as células responsáveis por carregar o oxigênio para todos os tecidos.

Hemoglobina / Glóbulos Vermelhos são as células responsáveis por carregar o oxigênio para todos os tecidos. Doenças Hematológicas Hematologia é o ramo da medicina que estuda o sangue, seus distúrbios e doenças, dentre elas anemias, linfomas e leucemias. Estuda os linfonodos (gânglios) e sistema linfático; a

Leia mais