Capacitância e Capacitores

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Capacitância e Capacitores"

Transcrição

1 Nessa prática, farems um estud sbre capacitres. erá intrduzid cnceit de capacitância e estudarems as leis de carga e descarga de capacitres, bem cm as regras de assciaçã desses elements de circuit. empre que surgir uma dúvida quant à utilizaçã de um instrument u cmpnente, alun deverá cnsultar prfessr para esclareciments. uand usar um capacitr, verifique se ele pssui plaridade; se pssuir, cnfira a plaridade antes de ligar circuit. Ns capacitres dispníveis n labratóri, uma seta apnta para pól negativ. Verifique também a máxima tensã que pde ser aplicada n capacitr. I. apacitr de placas paralelas e capacitância upnhams cas de duas placas cndutras idênticas, paralelas entre si, separadas pr uma distância e cm área A, tal cm mstrad na figura. Uma das placas está carregada cm uma carga e a utra cm uma carga.,φ -, Φ A A Figura apacitr de Placas Paralelas Uma aprximaçã que vams fazer é descnsiderar chamad efeit de brda, ist é, vams calcular camp gerad pr cada placa cm se ela fsse infinita. O camp gerad pr uma placa infinita unifrmemente carregada pde ser calculad pela lei de Gauss send dad pr:

2 r σ () E = = ε Aε Onde σ e a densidade superficial de carga, A é a área da placa e a carga armazenada e ε é a permissividade elétrica d vácu. Nte que se trata de um camp cnstante. A direçã desse camp é perpendicular a placa e sentid saind da placa se é psitiv e entrand na placa se é negativ. O capacitr esquematizad na figura pde ser aprximad cnsiderands duas placas infinitas carregadas cm cargas e e separadas pr uma distância s. Assim, na regiã fra das placas s camps gerads pr cada placa apntam em sentids psts e se cancelam. Entre as placas eles se smam e geram um camp elétric de módul: r () E = Aε O sentid deste camp é da placa psitiva para a placa negativa. A tensã entre as placas é dada pr: V r (3) = E = Aε Vems entã que a tensã entre as placas é prprcinal à carga nelas armazenada. Pdems definir uma grandeza que expressa a capacidade de armazenar carga. Tal grandeza é denminada capacitância (), e é definida cm: = V (4) Para cas das placas paralelas: = A ε (5)

3 Nte que a capacitância nã depende da carga nem da diferença de ptencial entre as placas, u seja, é uma prpriedade d intrínseca d capacitr. e huver um mei dielétric entre as placas, camp elétric gerad será reduzid (na regiã nde dielétric está presente) pr um fatr κ (a cnstante dielétrica d mei). Iss crre prque aparecerã cargas de plarizaçã n dielétric, negativas na interface cm a placa psitiva e psitivas na interface cm a placa negativa, cm na figura. Há um cancelament parcial da carga que está na placa cm a carga de plarizaçã, que faz cm que a densidade superficial de carga na interface seja menr. σ f σ b σ b σ f Figura cargas de plarizaçã n dielétric. σ b é a densidade de cargas de plarizaçã n dielétric, e σ f é a densiade de cargas livres nas placas metálicas. e camp elétric é menr pr um fatr κ, a tensã entre as placas é menr pr um fatr κ, e a capacitância aumenta pr um fatr κ: κa = ε (6) O capacitr tem funções variadas, mas uma das principais é de armazenar energia elétrica. A energia armazenada num capacitr pde ser calculada pel trabalh necessári para carregá-l. A diferença de ptencial entre as placas é V = q /, nde q é a carga que está sbre as placas. O trabalh necessári é: q dw = Vdq = dq (7) 3

4 Para calcular a energia armazenada, basta integrar a equaçã (7) acima de 0 a : U (8) = qdq = 0 Lembrand que = V: V U = (9) Essa energia pde ser recuperada quand capacitr é descarregad, e pr iss é dit que ela fica armazenada n capacitr u, mais precisamente, n camp elétric entre as placas. O capacitr pde entã armazenar energia, para frnecê-la a circuit em mments de pics de cnsum u quand há uma falha da fnte. A máxima tensã que pde ser aplicada a um capacitr é limitada pel fenômen da ruptura dielétrica. uand camp elétric atinge um valr limite, dielétric se trna cndutr. O valr de camp elétric que causa a ruptura depende d dielétric, e é geralmente da rdem de MV/m. Os capacitres de capacitância até µf em geral usam dielétrics istrópics, e seus dis terminais sã equivalentes, cm acntece cm s resistres. Entretant, s capacitres de mair capacitância (chamads capacitres eletrlítics) apresentam dielétric que têm cmprtament diferente de acrd cm sentid d camp elétric. Pr iss, esses capacitres geralmente apresentam plaridade, ist é, pssuem um terminal psitiv e um terminal negativ. Essa plaridade deve ser sempre respeitada a cnectar-se capacitr a um circuit elétric. II. apacitr cilíndric nsidere duas cascas cilíndricas caxiais, cm rais a e b (cm b>a), e cmpriment L (cm na figura 3). Esse arranj é cnhecid cm capacitr cilíndric. As cargas em cada placa cntinuam iguais, mas a área de cada uma delas é diferente, e a densidade de cargas também será. 4

5 Vams assumir que uma carga está na superfície interna, e uma carga na superfície externa. Pela lei de Gauss, camp elétric só é nã-nul na regiã entre as placas. Pela simetria, camp deve ser radial e depender apenas da distância a eix. Tmams cm superfície gaussiana a de um cilindr ttalmente cntid na regiã entre as placas, de rai r (cm a < r < b), e altura h (cm h < L). O flux sbre as tampas é nul prque camp elétric é perpendicular à superfície; sbre a parte lateral, camp é cnstante (em módul) e sempre apnta para fra. As cnfigurações da carga e d camp estã mstradas na figura 3b. (a) (b) - - b - r a b h L - a r - Figura 3 apacitr cilíndric: (a) vista lateral, mstrand capacitr e a superfície gaussiana; (b) vista pr cima, mstrand a distribuiçã de carga e as linhas d camp elétric A carga cntida nesse cilindr é uma fraçã h / L da carga da superfície interna. Entã, pela lei de Gauss:. π. r. h. E( r) = ε h L (0) Prtant: E( r) =. π. ε. L r. () O camp elétric cai cm invers da distância a eix. A diferença de ptencial é btida a integrar camp elétric de a a b: 5

6 V b b E( r). dr = ln. π. ε. L = a a () A capacitância é: = V. π. L = ε ln( b / a) (3) Um cas imprtante é quand s placas estã muit próximas, u seja, a diferença d = b - a é muit pequena em cmparaçã cm a. Nesse cas, pdems usar a aprximaçã ln( b / a) = ln( d / a) d / a :. π.. a. L (4) = ε d Observand a fórmula acima, vems que πal é a área de cada placa (as duas placas têm aprximadamente a mesma área), e d é a separaçã entre elas. Recuperams, prtant, a fórmula para capacitr de placas paralelas. De fat muits capacitres cmerciais sã cilíndrics frmads pr um par de flhas cndutras enrladas em espiral. Ist lhe cnfere uma mair relaçã área das placas/vlume, u seja, uma mair capacitância pr vlume. O cálcul da capacitância deste tip de capacitr pde ser feit de frma aprximada cnsiderand N (númer de vltas da espiral) capacitres cilíndrics assciads em paralel. Verems a seguir cm fazer essa assciaçã. III. Assciaçã de capacitres m n cas ds resistres, s capacitres pdem ser assciads em série u em paralel, cm na figura 4. uand cnectads em série, as cargas em tds sã iguais. Para justificar essa afirmaçã, cnsidere a placa direita d capacitr e a placa esquerda de (figura 4a). Essas placas estã ligadas entre si e isladas de td rest. Inicialmente, elas tinham carga nula, entã a sma das cargas deve permanecer nula. e uma carga - se acumular na placa direita de, uma carga deve se acumular na placa direita de. 6

7 Dessa frma, a carga sbre s dis capacitres é a mesma. Esse argument pde ser usad para quants frem s capacitres ligads em série. (a) (b) V V V n V n V V n 3 Figura 4 Assciaçã de apacitres. (a) em série; (b) em paralel. A tensã sbre cnjunt ds capacitres é a sma das tensões sbre cada capacitr (iss é um fat geral sbre cmpnentes ligads em série): V = V V L V n (5) m a carga em tds é igual: V = L n (6) A capacitância equivalente é eq = / V. Prtant V = = L eq n (7) Na assciaçã em paralel, s capacitres estã em um mesm ptencial (um fat geral sbre cmpnentes em paralel), mas acumulam cargas diferentes (figura 4b). A carga ttal é a sma das cargas acumuladas em cada capacitr. = L n (8) Dividind a equaçã anterir pr V, btems a capacitância equivalente: 7

8 = = L V eq n (9) As fórmulas para assciaçã de capacitres sã análgas às de assciaçã de resistres, mas há uma imprtante diferença. Resistências se smam quand cnectadas em série, enquant capacitâncias se smam quand cnectadas em paralel. A sma ds inverss crre quand resistências se ligam em paralel, u quand capacitres se ligam em série. IV. arga e descarga de capacitres nsidere circuit mstrad na figura 5, nde um capacitr carregad cm carga está ligad em série a um resistr através de uma chave. Inicialmente, cm a chave aberta e a tensã ns terminais d capacitr é V = /. 0-0 R Figura 5 Descarga de um capacitr. N mment em que a chave é ligada, capacitr passa a funcinar cm uma fnte e estabelece uma crrente variável que flui através d resistr. Aplicand a lei da malhas de Kirchff a circuit btems: V = RI (0) m a tensã ns terminais d capacitr é V = / e a crrente é decresce n temp ( capacitr é um reservatóri finit de cargas) a crrente n circuit deve ser escrita cm I = -d/dt. Assim, d R = 0 dt () Essa é uma equaçã diferencial de primeira rdem, linear e hmgênea. A cndiçã inicial é (0) =, e a sluçã que a satisfaz (deduza essa expressã) é: 8

9 ( t) e t / R = () 0 A tensã sbre capacitr é: ( t) V ( t) = = e t / R = V e t /τ (3) A carga e a tensã decaem expnencialmente, cm cnstante temp igual a τ = R. Iss significa que, após decrrid um temp τ, a tensã decai a / e d valr inicial. Vams agra estudar carregament de um capacitr. Para iss, é necessári inserir uma bateria (em série) n circuit, cm na figura 6. IAplicand a lei de malhas de Kirchff a circuit, btem-se: d R = dt V (4) V 0 R Figura 6 circuit para carregar um capacitr A cndiçã inicial é (0) = 0. Pr causa d term V, tems agra uma equaçã nã-hmgênea, cuja sluçã (deduza essa expressã) é: t / R ( t) = V.( e ) (4) A tensã sbre capacitr é: t / R V ( t) = V.( e ) (5) A tensã se aprxima de frma assintótica da tensã da fnte V. 9

10 A figura 7 mstra s gráfics típics de carga e descarga de um capacitr:.0 V / V Descarga arga 0,63 0, t / R Figura 7 urvas de arga e descarga de um capacitr. Existe um instrument chamad capacímetr que é prjetad para medir capacitâncias. Alguns mdels de multímetrs digitais também já apresentam uma funçã para medir capacitâncias. N entant, quand nã se dispõe deste instrument é cmum se analisar as curvas de carga e descarga de capacitres, utilizand um resistr de valr cnhecid, cm fim de determinar a capacitância. Iss é feit através da determinaçã da cnstante de temp de carga u descarga. Uma aplicaçã imprtante ds circuits R é utiliza-l cm base de temp para circuits temprizadres. Uma lâmpada de crredr, pr exempl, pde ser prgramada para ficar acesa pr um temp determinad. Utiliza-se um capacitr que é carregad quand a lâmpada é ligada e a partir daí se descarrega em uma resistência. Um circuit eletrônic mnitra a tensã na resistência e faz cm que a lâmpada se desligue quand essa tensã atingir um limiar. O temp necessári para que iss crra depende da cnstante de temp d circuit, que permite regular quant temp a lâmpada permanece acessa. Em geral, esse tip de circuit R é cnstituíd pr um capacitr fix e um restat, que permite ajuste da cnstante de temp para qualquer valr. 0

11 Experiments Atençã: Nesta prática vcê utilizará capacitres eletrlítics que devem ser cnectads a circuit bedecend a plaridade indicada n mesm. Verifique sempre a plaridade d capacitr antes de cnectá-l a circuit (psitiv da fnte ligad a psitiv d capacitr). A inversã desta situaçã pde acarretar na explsã d capacitr.. Descarga de um capacitr a) Mnte circuit indicad na figura 8, utilizand um multímetr analógic Minipa e um capacitr de 00 µf. Use- na escala de 5V e ante sua resistência interna para esta escala. Vltímetr Vb R v G Figura 8 Descarga de um capacitr pela resistência interna de um vltímetr b) Ajuste a tensã da fnte para 5 V (verifique cm vltímetr). c) arregue capacitr de 00 µf ligand interruptr. Desligue interruptr e bserve a descarga d capacitr sbre a resistência interna d multímetr. Meça temp necessári para que capacitr atinja as seguintes tensões: 4, 3,,, 0, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3 V. Após cada tensã ser atingida, carregue nvamente capacitr. Resultads da medida das tensões durante a descarga de um capacitr Tensã (V) Temp (s) Tensã (V) Temp (s) R (resistência interna d multímetr) = nstante de temp (R) = apacitância () =

12 d) Faça um gráfic de tensã pr temp em papel mnlg e determine a cnstante de temp τ. A partir dela, determine a capacitância.. arga de um capacitr a) Mnte circuit mstrad na figura 9, utilizand um resistr de 00 kω em série cm a bateria (cm na figura 9). Descnecte capacitr e ante valr da tensã indicada pel vltímetr. Essa será a máxima tensã n capacitr V 0. Figura 9 arga de um capacitr b) necte capacitr, e meça temp que capacitr leva para se carregar até alguns níveis predeterminads de tensã. empre cmece cm capacitr descarregad. c) Deduza a expressã da cnstante de temp d carregament desse circuit. d) Faça um gráfic desses pnts em papel milimetrad. e) Faça um gráfic, em papel mnlg, de V 0 V, nde V 0 é valr que vcê mediu n item a. A partir desse gráfic, calcule a cnstante de temp e a capacitância. Resultads da medida das tensões durante a carga de um capacitr Tensã (V) Temp (s) Tensã (V) Temp (s) R (resistência interna d multímetr) = nstante de temp (R) = apacitância () =

13 3. Assciaçã de um capacitr carregad cm um descarregad a) Mnte circuit da figura 0 usand capacitres eletrlítics (verifique a plaridade ds mesms). Ajuste a fnte para V i = 5 V, mantenha a chave aberta e feche a chave para carregar capacitr de 000 µf e meça a tensã V i ns terminais d capacitr. b) Em seguida, descnecte a fnte (abra a chave ) e feche a chave para ligar capacitr descarregad de 00 µf em paralel cm capacitr já carregad ( ). c) Meça a tensã de equilíbri da assciaçã, V f. Imprtante: Antes de repetir experiment lembre-se de descarregar capacitr para evitar que sbre qualquer carga armazenada entre suas placas. d) alcule a energia ttal armazenada pels capacitres antes e depis d cntat. V i V Figura 0 ircuit para estudar a cnservaçã da energia eletrstática em capacitres apacitância de Resultads da medida da energia eletrstática em capacitres apacitância de Tensã inicial em Tensã final Energia inicial Energia final e) Analise s resultads btids tem em vista a lei de cnservaçã da energia. 3

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍI UNIERSIDDE TÓLI DE GOIÁS DEPRTMENTO DE MTEMÁTI E FÍSI Prfessres: Edsn az e Renat Medeirs EXERÍIOS NOT DE UL II Giânia - 014 E X E R Í I OS: NOTS DE UL 1. Na figura abaix, quand um elétrn se deslca

Leia mais

ELETRICIDADE E MAGNETISMO

ELETRICIDADE E MAGNETISMO PONIFÍCIA UNIVERSIDADE CAÓLICA DE GOIÁS DEPARAMENO DE MAEMÁICA E FÍSICA Prfessres: Edsn Vaz e Renat Medeirs ELERICIDADE E MAGNEISMO NOA DE AULA II Giânia 2014 1 ENERGIA POENCIAL ELÉRICA E POENCIAL ELÉRICO

Leia mais

Aula 03 Circuitos CA

Aula 03 Circuitos CA Campus I Jã Pessa Disciplina: Análise de Circuits Curs Técnic Integrad em Eletrônica Prfª: Rafaelle Felician 1. Elements de Circuits n dmíni de Fasres Intrduçã Para cmpreender a respsta de dispsitivs básics

Leia mais

AULA CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA

AULA CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA APOSTILA ELÉTRIA PARA AULA 11 MÓDULO - 1 ORRENTE ONTÍNUA E ALTERNADA Induçã Eletrmagnética Geraçã de crrente cntínua e alternada Frmas de nda - icl - Períd - Frequência lts de pic e pic-a-pic Tensã eficaz

Leia mais

Circuitos de Corrente Alternada I

Circuitos de Corrente Alternada I Institut de Física de Sã Carls Labratóri de Eletricidade e Magnetism: Circuits de Crrente Alternada I Circuits de Crrente Alternada I Nesta prática, estudarems circuits de crrente alternada e intrduzirems

Leia mais

Capítulo V. Técnicas de Análise de Circuitos

Capítulo V. Técnicas de Análise de Circuitos Capítul V Técnicas de Análise de Circuits 5.1 Intrduçã Analisar um circuit é bter um cnjunt de equações u valres que demnstram as características de funcinament d circuit. A análise é fundamental para

Leia mais

ELETRICIDADE E MAGNETISMO

ELETRICIDADE E MAGNETISMO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Prfessres: Edsn Vaz e Renat Medeirs ELETRICIDADE E MAGNETISMO NOTA DE AULA II Giânia - 2013 1 REVISÃO DE PRODUTO ESCALAR Antes

Leia mais

Profa. Dra. Silvia M de Paula

Profa. Dra. Silvia M de Paula Prfa. Dra. Silvia M de Paula Espelhs Esférics Certamente tds nós já estivems diante de um espelh esféric, eles sã superfícies refletras que têm a frma de calta esférica. Em nss ctidian ficams diante de

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do RS Faculdade de Engenharia

Pontifícia Universidade Católica do RS Faculdade de Engenharia Pntifícia Universidade Católica d S Faculdade de Engenharia LABOATÓO DE ELETÔNCA DE POTÊNCA EXPEÊNCA 4: ETFCADO TFÁSCO COM PONTO MÉDO ( PULSOS) OBJETO erificar qualitativa e quantitativamente cmprtament

Leia mais

Física FUVEST ETAPA. Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. b) A energia cinética (E c ) do meteoro é dada por:

Física FUVEST ETAPA. Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. b) A energia cinética (E c ) do meteoro é dada por: Física QUSTÃO 1 Uma das hipóteses para explicar a extinçã ds dinssaurs, crrida há cerca de 6 milhões de ans, fi a clisã de um grande meter cm a Terra. stimativas indicam que meter tinha massa igual a 1

Leia mais

CIRCUITO SÉRIE/PARALELO Prof. Antonio Sergio-D.E.E-CEAR-UFPB.

CIRCUITO SÉRIE/PARALELO Prof. Antonio Sergio-D.E.E-CEAR-UFPB. CIRCUITO SÉRIE/PARALELO Prf. Antni Sergi-D.E.E-CEAR-UFPB. Os circuit reativs sã classificads, assim cm s resistivs, em a) Circuits série. b) Circuits paralel c) Circuit série-paralel. Em qualquer cas acima,

Leia mais

Questão 46. Questão 47 Questão 48. alternativa A. alternativa B. partem do repouso, no ponto A, e chegam, simultaneamente,

Questão 46. Questão 47 Questão 48. alternativa A. alternativa B. partem do repouso, no ponto A, e chegam, simultaneamente, Questã 46 Um pequen crp é abandnad d repus, n pnt, situad a uma altura h, e atinge sl cm uma velcidade de módul v. Em seguida, mesm crp é disparad verticalmente para cima, a lng da mesma trajetória descrita

Leia mais

Um capacitor é um sistema elétrico formado por dois condutores separados por um material isolante, ou pelo vácuo.

Um capacitor é um sistema elétrico formado por dois condutores separados por um material isolante, ou pelo vácuo. Capacitores e Dielétricos Um capacitor é um sistema elétrico formado por dois condutores separados por um material isolante, ou pelo vácuo. Imaginemos uma configuração como a de um capacitor em que os

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA UNIERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCICIOS #4 () O circuit a seguir é usad cm pré-amplificadr e

Leia mais

FÍSICA 3. Capacitância e Dielétricos

FÍSICA 3. Capacitância e Dielétricos FÍSICA 3 Capacitância e Dielétricos Prof. Alexandre A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Curitiba Ementa Carga Elétrica Campo Elétrico Lei de Gauss Potencial Elétrico Capacitância Corrente e resistência Circuitos

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta ATENÇÃO: Escreva a resluçã COMPLETA de cada questã n espaç a ela reservad. Nã basta escrever resultad final: é necessári mstrar s cálculs u racicíni utilizad. Questã Uma pessa pssui a quantia de R$7.560,00

Leia mais

3 Fundamentos do Comportamento dos Hidrocarbonetos Fluidos

3 Fundamentos do Comportamento dos Hidrocarbonetos Fluidos 3 Fundaments d Cmprtament ds Hidrcarbnets Fluids 3.1. Reservatóris de Petróle O petróle é uma mistura de hidrcarbnets, que pde ser encntrada ns estads: sólid, líquid, u ass, dependend das cndições de pressã

Leia mais

Aula 4_2. Capacitores II. Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 4

Aula 4_2. Capacitores II. Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 4 Aula 4_2 apacitores II Física Geral e Experimental III Prof. láudio Graça apítulo 4 1 apacitores II arga de um capacitor Dielétrico: constante dielétrica e ruptura apacitores em série e em paralelo onservação

Leia mais

Transformadores. Transformadores 1.1- INTRODUÇÃO 1.2- PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

Transformadores. Transformadores 1.1- INTRODUÇÃO 1.2- PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Transfrmadres 1.1- INTRODUÇÃO N estud da crrente alternada bservams algumas vantagens da CA em relaçã a CC. A mair vantagem da CA está relacinada cm a facilidade de se elevar u abaixar a tensã em um circuit,

Leia mais

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa D. alternativa B. Dados: calor específico do gelo (água no estado sólido)...

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa D. alternativa B. Dados: calor específico do gelo (água no estado sólido)... Questã 46 A partir de um bjet real de altura H, dispst verticalmente diante de um instrument óptic, um artista plástic necessita bter uma imagemcnjugadadealturaigualah.nesse cas, dependend das cndições

Leia mais

1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura. 1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura

1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura. 1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A área de um triângul é dada

Leia mais

Questão 48. Questão 46. Questão 47. Questão 49. alternativa A. alternativa B. alternativa C

Questão 48. Questão 46. Questão 47. Questão 49. alternativa A. alternativa B. alternativa C Questã 46 O ceficiente de atrit e índice de refraçã sã grandezas adimensinais, u seja, sã valres numérics sem unidade. Iss acntece prque a) sã definids pela razã entre grandezas de mesma dimensã. b) nã

Leia mais

5. Lista de Exercícios - Amplificadores e Modelos TBJ

5. Lista de Exercícios - Amplificadores e Modelos TBJ 5. Lista de Exercícis - Amplificadres e Mdels TBJ. Um TBJ tend β = 00 está plarizad cm uma crrente cc de cletr de ma. Calcule s valres de g m, r e e r π n pnt de plarizaçã. Respsta: 40 ma/; 25 Ω; 2,5 kω.

Leia mais

M.Sc. Jose Eduardo Ruiz Rosero 1. ENG1116 Tópicos especiais Energia solar

M.Sc. Jose Eduardo Ruiz Rosero 1. ENG1116 Tópicos especiais Energia solar 1 ENG1116 Tópics especiais Energia slar M.Sc. Jse Eduard Ruiz Rser 2 Ementa Cnquistas e desafis da energia slar Cnceits básics Radiaçã slar Física das células slares Célula slar Cmpnentes de um sistema

Leia mais

Vantagens do Sistema Trifásico

Vantagens do Sistema Trifásico Vantagens d Sistema Trifásic Original: 6-06-03 Hmer Sette Revisã: 30-06-03 Agra que sistema trifásic chegu as amplificadres, cm advent d TRI 6000 S da Etelj, interesse pel assunt na cmunidade de áudi aumentu

Leia mais

CAPÍTULO VIII. Análise de Circuitos RL e RC

CAPÍTULO VIII. Análise de Circuitos RL e RC CAPÍTUO VIII Análise de Circuits e 8.1 Intrduçã Neste capítul serã estudads alguns circuits simples que utilizam elements armazenadres. Primeiramente, serã analisads s circuits (que pssuem apenas um resistr

Leia mais

, cujos módulos são 3N. Se F A

, cujos módulos são 3N. Se F A VTB 008 ª ETAPA Sluçã mentada da Prva de Física 0. nsidere duas frças, F A e F B, cujs móduls sã 3N. Se F A e F B fazem, respectivamente, ânguls de 60 e cm eix-x ( ângul é medid n sentid anti-hrári em

Leia mais

CAPÍTULO 2 RETIFICADORES A DIODO 2.1 - RETIFICADOR MONOFÁSICO DE MEIA ONDA A DIODO. a) Carga Resistiva Pura

CAPÍTULO 2 RETIFICADORES A DIODO 2.1 - RETIFICADOR MONOFÁSICO DE MEIA ONDA A DIODO. a) Carga Resistiva Pura CAPÍTULO ETFCADOES A DODO.1 ETFCADO MONOFÁSCO DE MEA ONDA A DODO a) Carga esistiva Pura A estrutura d retificadr mnfásic de meia nda alimentand uma carga resistiva está representada na figura.1. v D D

Leia mais

Sistemas Elétricos de Potência 1 Lista de Exercícios No. 1 Revisão de Circuitos em Corrente Alternada

Sistemas Elétricos de Potência 1 Lista de Exercícios No. 1 Revisão de Circuitos em Corrente Alternada Sistemas Elétrics de Ptência Lista de Exercícis N. Revisã de ircuits em rrente lternada Parte : Ptência em Sistemas Mnfásics. Duas cargas em paralel cnsmem respectivamente 20 W cm um fatr de ptência de

Leia mais

Como Z constitui-se claramente a hipotenusa de um triângulo retângulo, tem-se

Como Z constitui-se claramente a hipotenusa de um triângulo retângulo, tem-se UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE TENOLOGIA DEPARTAMENTO DE TECNLOGIA MECÂNICA PROF. ANTONIO SERGIO NUMEROS COMPLEXOS Os númers cmplexs representam uma imprtante ferramenta em matemática. Um númer

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa B. alternativa E. alternativa B

Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa B. alternativa E. alternativa B Questã 1 Uma pesquisa de mercad sbre determinad eletrdméstic mstru que 7% ds entrevistads preferem a marca X, 40% preferem a marca Y, 0% preferem a marca Z, 5% preferem X e Y, 8% preferem Y e Z, % preferem

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. Resposta. Resposta. Resposta. ATENÇÃO: Escreva a resolução COM- PLETA de cada questão no espaço reservado

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. Resposta. Resposta. Resposta. ATENÇÃO: Escreva a resolução COM- PLETA de cada questão no espaço reservado ATENÇÃO: Escreva a resluçã COM- PLETA de cada questã n espaç reservad para a mesma. Nã basta escrever apenas resultad final: é necessári mstrar s cálculs racicíni utilizad. Questã Caminhand sempre cm a

Leia mais

Lista de exercícios Conceitos Fundamentais

Lista de exercícios Conceitos Fundamentais Curs: Engenharia Industrial Elétrica Disciplina: Análise Dinâmica Prfessr: Lissandr Lista de exercícis Cnceits Fundamentais 1) Em um circuit trifásic balancead a tensã V ab é 173 0 V. Determine tdas as

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta. Resposta. a) calcule a área do triângulo OAB. b) determine OC e CD.

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta. Resposta. a) calcule a área do triângulo OAB. b) determine OC e CD. Questã Se Amélia der R$,00 a Lúcia, entã ambas ficarã cm a mesma quantia. Se Maria der um terç d que tem a Lúcia, entã esta ficará cm R$ 6,00 a mais d que Amélia. Se Amélia perder a metade d que tem, ficará

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO 34 4.4 Experimento 4: Capacitância, capacitores e circuitos RC 4.4.1 Objetivos Fundamentar o conceito de capacitância e capacitor; Realizar leituras dos valores de capacitância de capacitores; Associar

Leia mais

2. SISTEMA TRIFÁSICO

2. SISTEMA TRIFÁSICO 2. EMA RÁCO 2.1 ntrduçã a istema rifásic Circuits u sistemas nas quais as fntes em crrente alternada eram na mesma frequência, mas cm fases diferentes sã denminads lifásics. O circuit trifásic é um cas

Leia mais

Direção do deslocamento

Direção do deslocamento Referência: Sears e Zemansky Física I Mecânica Capítul 6: TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA Resum: Prfas. Bárbara e Márcia. INTRODUÇÃO A imprtância d cnceit de energia se baseia n princípi da cnservaçã da energia:

Leia mais

FÍSICA 3 Circuitos Elétricos em Corrente Contínua. Circuitos Elétricos em Corrente Contínua

FÍSICA 3 Circuitos Elétricos em Corrente Contínua. Circuitos Elétricos em Corrente Contínua FÍSICA 3 Circuitos Elétricos em Corrente Contínua Prof. Alexandre A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Curitiba EMENTA Carga Elétrica Campo Elétrico Lei de Gauss Potencial Elétrico Capacitância Corrente e resistência

Leia mais

Questão 11. Questão 12. Resposta. Resposta S 600. Um veículo se desloca em trajetória retilínea e sua velocidade em função do tempo é apresentada

Questão 11. Questão 12. Resposta. Resposta S 600. Um veículo se desloca em trajetória retilínea e sua velocidade em função do tempo é apresentada Questã Um veícul se deslca em trajetória retilínea e sua velcidade em funçã d temp é apresentada na fiura. a) Identifique tip de mviment d veícul ns intervals de temp de 0 a 0 s,de 0 a 30 s e de 30 a 0

Leia mais

CAPACITORES. Vestibular1 A melhor ajuda ao vestibulando na Internet Acesse Agora! www.vestibular1.com.br

CAPACITORES. Vestibular1 A melhor ajuda ao vestibulando na Internet Acesse Agora! www.vestibular1.com.br CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes, estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga. Q

Leia mais

Máquinas Eléctricas. b2 D. Sobre dois elementos de circuito dotados de resistência eléctrica ABC e ADC deriva-se um ramo ou ponte BD e

Máquinas Eléctricas. b2 D. Sobre dois elementos de circuito dotados de resistência eléctrica ABC e ADC deriva-se um ramo ou ponte BD e Labratóri de Máquinas léctricas Métd da Pnte de Wheatstne Manuel Vaz uedes Núcle de studs de Máquinas léctricas FUL NNHRI UNIVRSI O PORTO O estud experimental das máquinas eléctricas exige cnheciment d

Leia mais

Flash de máquina fotográfica

Flash de máquina fotográfica FÍSICA (Eletricidade e Eletromagnetismo) de Souza CAPACITORES Capacitor, antigamente chamado condensador, é um componente que armazena energia em um campo elétrico, acumulando um desequilíbrio interno

Leia mais

O que você deve saber sobre

O que você deve saber sobre O que você deve saber sobre Além de resistores, os circuitos elétricos apresentam dispositivos para gerar energia potencial elétrica a partir de outros componentes (geradores), armazenar cargas, interromper

Leia mais

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 2. Questão 4. Questão 3. alternativa A. alternativa B. alternativa C

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 2. Questão 4. Questão 3. alternativa A. alternativa B. alternativa C Questã TIPO DE PROVA: A de dias decrrids para que a temperatura vlte a ser igual àquela d iníci das bservações é: A ser dividid pr 5, númer 4758 + 8a 5847 deixa rest. Um pssível valr d algarism a, das

Leia mais

Diagramas líquido-vapor

Diagramas líquido-vapor Diagramas líquid-vapr ara uma sluçã líquida cntend 2 cmpnentes vláteis que bedecem (pel mens em primeira aprximaçã) a lei de Rault, e prtant cnsiderada cm uma sluçã ideal, a pressã de vapr () em equilíbri

Leia mais

Roteiro-Relatório da Experiência N o 3 RESSONÂNCIA SÉRIE E SELETIVIDADE

Roteiro-Relatório da Experiência N o 3 RESSONÂNCIA SÉRIE E SELETIVIDADE Rteir-Relatóri da Experiência N 3 1. COMPONENTES DA EQUIPE: AUNOS NOTA 1 3 4 Prf.: Cels Jsé Faria de Araúj 5 Data: / / : hs. OBJETIVOS:.1. Nesta experiência será mntad um circuit RC série ressnante, a

Leia mais

Capacitância. 4.1 Capacitores e Capacitância. 4.1.1 Capacitor de Placas Paralelas

Capacitância. 4.1 Capacitores e Capacitância. 4.1.1 Capacitor de Placas Paralelas Capítulo 4 Capacitância 4.1 Capacitores e Capacitância O capacitor é um aparelho eletrônico usado para armazenar energia elétrica. Consiste de dois condutores com um isolante entre eles. Os condutores

Leia mais

MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO

MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS ECONÔMICAS E 3/0/06 As grandezas P, T e V sã tais que P é diretamente prprcinal a T e inversamente prprcinal a V Se T aumentar 0% e V diminuir 0%, determine a variaçã

Leia mais

Um capacitor não armazena apenas carga, mas também energia.

Um capacitor não armazena apenas carga, mas também energia. Capacitores e Dielétricos (continuação) Energia armazenada num capacitor Um capacitor não armazena apenas carga, mas também energia. A energia armazenada num capacitor é igual ao trabalho necessário para

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 4

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 4 Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica Módulo 4 Faraday Lenz Henry Weber Maxwell Oersted Conteúdo 4 - Capacitores e Indutores...1 4.1 - Capacitores...1 4.2 - Capacitor

Leia mais

Lista de Eletrostática da UFPE e UPE

Lista de Eletrostática da UFPE e UPE Lista de Eletrostática da UFPE e UPE 1. (Ufpe 1996) Duas pequenas esferas carregadas repelem-se mutuamente com uma força de 1 N quando separadas por 40 cm. Qual o valor em Newtons da força elétrica repulsiva

Leia mais

Versão 14.0 Junho 2015 www.psr-inc.com Contato: sddp@psr-inc.com. Representação mais detalhada da operação em cada estágio: 21 blocos

Versão 14.0 Junho 2015 www.psr-inc.com Contato: sddp@psr-inc.com. Representação mais detalhada da operação em cada estágio: 21 blocos Versã 14.0 Junh 2015 www.psr-inc.cm Cntat: sddp@psr-inc.cm SDDP VERSÃO 14.0 Nvidades Representaçã mais detalhada da peraçã em cada estági: 21 blcs Tradicinalmente, a peraçã de cada estági (semana u mês)

Leia mais

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa D. alternativa C

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa D. alternativa C Questã 46 N instante t = 0 s, um móvel A parte d repus cm aceleraçã escalar cnstante e descreve uma trajetória retilínea. Nesse mesm instante, utr móvel B passa pr A, cm velcidade escalar cnstante, descrevend

Leia mais

FÍSICA. Prof. SÉRGIO GOUVEIA PROMILITARES AFA/EFOMM/EN MÓDULO 3 SUMÁRIO

FÍSICA. Prof. SÉRGIO GOUVEIA PROMILITARES AFA/EFOMM/EN MÓDULO 3 SUMÁRIO SUMÁRIO 1. MODELO DE UM CONDUTOR 3 2. EQUILÍBRIO ELETROSTÁTICO 3 3. TEOREMA DE FARADAY 3 4. O ELETROSCÓPIO UM INSTRUMENTO DE GRANDE SENSIBILIDADE PARA DETECTAR A PRESENÇA DE CARGAS ELÉTRICAS 4 5. PROVA

Leia mais

Vamos estudar as características e determinações do potencial da pilha e dos potenciais padrões do eletrodo e da pilha.

Vamos estudar as características e determinações do potencial da pilha e dos potenciais padrões do eletrodo e da pilha. Aula: 25 Temática: Ptenciais da Pilha Vams estudar as características e determinações d ptencial da pilha e ds ptenciais padrões d eletrd e da pilha. Uma pilha na qual a reaçã glbal ainda nã tenha atingid

Leia mais

Capacitores. Prof a. Michelle Mendes Santos michelle.mendes@ifmg.edu.br

Capacitores. Prof a. Michelle Mendes Santos michelle.mendes@ifmg.edu.br Capacitores Prof a. Michelle Mendes Santos michelle.mendes@ifmg.edu.br Capacitor Consiste em doiscondutores separados por um isolante, ou material dielétrico. Capacitores armazenam energia elétrica por

Leia mais

Capítulo 10. Transformadores. i 1. u 2. u 1

Capítulo 10. Transformadores. i 1. u 2. u 1 Capítul 0 Transfrmadres este capítul, s bjetivs sã: analisar princípi de funcinament de um transfrmadr e as relações entre tensões e crrentes; entender a imprtância prática da plaridade ds enrlaments;

Leia mais

A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações.

A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações. Taxa DI Cetip Critéri de apuraçã a partir de 07/10/2013 As estatísticas d ativ Taxa DI-Cetip Over (Extra-Grup) sã calculadas e divulgadas pela Cetip, apuradas cm base nas perações de emissã de Depósits

Leia mais

Os antigos gregos acreditavam que quanto maior fosse a massa de um corpo, menos tempo ele gastaria na queda. Será que os gregos estavam certos?

Os antigos gregos acreditavam que quanto maior fosse a massa de um corpo, menos tempo ele gastaria na queda. Será que os gregos estavam certos? Lançament vertical e queda livre Se sltarms a mesm temp e da mesma altura duas esferas de chumb, uma pesand 1 kg e utra kg, qual delas chegará primeir a chã? Os antigs gregs acreditavam que quant mair

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA EXERCÍCIOS NOTAS DE AULA I Goiânia - 014 1. Um capacitor de placas paralelas possui placas circulares de raio 8, cm e separação

Leia mais

Exercícios 5. Resp: 2-a, 1-b, 3-c

Exercícios 5. Resp: 2-a, 1-b, 3-c Exercícios 5 1) Um capacitor de armazenamento em um chip de memória de acesso randômico (RAM Random Access Memory) possui uma capacitância de 55 ff. Se o capacitor estiver carregado com 5,3 V, quantos

Leia mais

Amplificador Trifásico Etelj

Amplificador Trifásico Etelj Amplificadr Trifásic Etelj ORIGINAL 06 06 2013 Hmer Sette REVISÃO 12 06-2013 A Etelj incrpru as seus prduts uma linha de Amplificadres Trifásics. Estes prduts têm a grande virtude de nã prvcar desbalanceament

Leia mais

Saber calcular o fluxo elétrico e o campo elétrico através de uma superfície de contorno bem definida.

Saber calcular o fluxo elétrico e o campo elétrico através de uma superfície de contorno bem definida. Aula 5 LEI DE GAUSS META Mostrar a fundamental importância da lei de Gauss para a compreensão do campo elétrico e como essa lei facilita o desenvolvimento matemático de problemas complexos de eletricidade.

Leia mais

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1 OBMEP Nível 3 ª Fase Sluções QUESTÃO. Quincas Brba uniu quatr blcs retangulares de madeira, cada um cm 4 cm de cmpriment, cm de largura e cm de altura, frmand bjet mstrad na figura. A) Qual é vlume deste

Leia mais

ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GRAFICOS DE x E R.

ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GRAFICOS DE x E R. ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GAFICOS DE E. Vims cm cnstruir e utilizar s gráfics de cntrle. Agra vams estudar sua capacidade de detectar perturbações n prcess. GÁFICO de Em um julgament, veredict final será

Leia mais

Eletromagnetismo e Ótica (MEAer/LEAN) Equação de Poisson, Corrente Elétrica

Eletromagnetismo e Ótica (MEAer/LEAN) Equação de Poisson, Corrente Elétrica letromagnetismo e Ótica (Mer/LN) quação de Poisson, orrente létrica 6ª Semana Probl. 1) ois tubos cilindricos de metal, coaxiais e muito compridos, são ligados a uma bateria de forma que o cilindro interior,

Leia mais

2º Passo Criar a conexão via ODBC (Object DataBase Conection)

2º Passo Criar a conexão via ODBC (Object DataBase Conection) Prjet de Sexta-feira: Prfessra Lucélia 1º Pass Criar banc de dads u selecinar banc de dads. Ntas: Camps nas tabelas nã pdem cnter caracteres acentuads, especiais e exclusivs de línguas latinas. Nã há necessidade

Leia mais

Capítulo 6 - Medidores de Grandezas Elétricas Periódicas

Capítulo 6 - Medidores de Grandezas Elétricas Periódicas Capítul 6 - Medidres de Grandezas Elétricas Periódicas 6. Intrduçã Neste capítul será estudad princípi de funcinament ds instruments utilizads para medir grandezas (tensões e crrentes) periódicas. Em circuits

Leia mais

Estruturas de Concreto

Estruturas de Concreto Estruturas de Cncret ISSN 1519-4086 Númer 4 MODELOS DE PREVISÃO DA FLUÊNCIA E DA RETRAÇÃO DO CONCRETO JOSÉ MILTON DE ARAÚJO Editra DUNAS Estruturas de Cncret é uma publicaçã seriada cm bjetiv de abrdar

Leia mais

QUARTA EXPERIÊNCIA DO LABORATÓRIO DE ONDAS TRANSFORMADORES DE QUARTO DE ONDA EWALDO ÉDER CARVALHO SANTANA JÚNIOR EE06115-67 TURMA2

QUARTA EXPERIÊNCIA DO LABORATÓRIO DE ONDAS TRANSFORMADORES DE QUARTO DE ONDA EWALDO ÉDER CARVALHO SANTANA JÚNIOR EE06115-67 TURMA2 UNIVERSIDADE FEDERA DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOOGIA DEPARTAMENTE DE ENGENHARIA DA EETRICIDADE ABORATÓRIO DE ONDAS EETROMAGNÉTICAS QUARTA EXPERIÊNCIA DO ABORATÓRIO DE ONDAS TRANSFORMADORES

Leia mais

As propriedades do gás estelar

As propriedades do gás estelar As prpriedades d gás estelar Estrelas sã massas gassas mantidas gravitacinalmente cm uma frma quase esférica e que apresentam prduçã própria de energia. A definiçã acima, além de nã ser a mais precisa

Leia mais

Os capacitores são componentes largamente empregados nos circuitos eletrônicos. Eles podem cumprir funções tais como o armazenamento de cargas

Os capacitores são componentes largamente empregados nos circuitos eletrônicos. Eles podem cumprir funções tais como o armazenamento de cargas Os capacitores são componentes largamente empregados nos circuitos eletrônicos. Eles podem cumprir funções tais como o armazenamento de cargas elétricas ou a seleção de freqüências em filtros para caixas

Leia mais

DISCIPLINA: Matemática. MACEDO, Luiz Roberto de, CASTANHEIRA, Nelson Pereira, ROCHA, Alex. Tópicos de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006.

DISCIPLINA: Matemática. MACEDO, Luiz Roberto de, CASTANHEIRA, Nelson Pereira, ROCHA, Alex. Tópicos de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006. DISCIPLINA: Matemática 1- BIBLIOGRAFIA INDICADA Bibliteca Virtual Pearsn MACEDO, Luiz Rbert de, CASTANHEIRA, Nelsn Pereira, ROCHA, Alex. Tópics de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006. PARKIN, Michael.

Leia mais

capacitores antes de estudar o capítulo PARTE I

capacitores antes de estudar o capítulo PARTE I PARTE I Unidade B capítulo 12 capacitores seções: 121 Capacitor 122 Associação de capacitores 123 Energia potencial elétrica armazenada por um capacitor 124 Carga e descarga de um capacitor 125 Dielétricos

Leia mais

Tema: Estudo do Comportamento de Funções usando Cálculo Diferencial. Seja definida em um intervalo e sejam e pontos deste intervalo.

Tema: Estudo do Comportamento de Funções usando Cálculo Diferencial. Seja definida em um intervalo e sejam e pontos deste intervalo. Tema: Estud d Cmprtament de Funções usand Cálcul Diferencial Funções Crescentes, Decrescentes e Cnstantes Seja definida em um interval e sejam e pnts deste interval Entã: é crescente n interval se para

Leia mais

Questão 2. Questão 1. Resposta. Resposta

Questão 2. Questão 1. Resposta. Resposta Instruções: Indique claramente as respstas ds itens de cada questã, frnecend as unidades, cas existam Apresente de frma clara e rdenada s passs utilizads na resluçã das questões Expressões incmpreensíveis,

Leia mais

4.1 Representação em PU

4.1 Representação em PU UIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Análise de Sistemas Elétrics de Ptência 1 4.1 Representaçã em PU P r f. F l á v i V a n d e r s n G m e s E - m a i l : f l a v i. g m e s @ u f j f. e d u. b r E E

Leia mais

Questão 13. Questão 14. Resposta

Questão 13. Questão 14. Resposta Questã Uma empresa imprime cerca de.000 páginas de relatóris pr mês, usand uma impressra jat de tinta clrida. Excluind a amrtizaçã d valr da impressra, cust de impressã depende d preç d papel e ds cartuchs

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta Questã 1 Numa cidade d interir d estad de Sã Paul, uma prévia eleitral entre.000 filiads revelu as seguintes infrmações a respeit de três candidats A, B, ec, d Partid da Esperança (PE), que cncrrem a 3

Leia mais

ɸ E = ΣE.A (5) 14/04/2015. Bacharelado em Engenharia Civil. Física III

ɸ E = ΣE.A (5) 14/04/2015. Bacharelado em Engenharia Civil. Física III Bacharelado em Engenharia Civil Física III Prof a.: M.Sc. Mariana de Faria Gardingo Diniz FLUXO DE CAMPO ELÉTRICO Imagine que as linhas de campo da figura abaixo representem um campo elétrico de cargas

Leia mais

1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. b r

1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. b r Exercícios Capacitores e) 12,5 J 1-Capacitores são elementos de circuito destinados a: a) armazenar corrente elétrica. b) permitir a passagem de corrente elétrica de intensidade constante. c) corrigir

Leia mais

Instrumentos de Medidas Elétricas I Voltímetros, Amperímetros e Ohmímetros

Instrumentos de Medidas Elétricas I Voltímetros, Amperímetros e Ohmímetros nstrumentos de Medidas Elétricas Nesta prática vamos estudar o princípios de funcionamentos de instrumentos de medidas elétrica, em particular, voltímetros, amperímetros e ohmímetros. Sempre que surgir

Leia mais

Bacharelado em Engenharia Civil

Bacharelado em Engenharia Civil Bacharelado em Engenharia Civil Disciplina: Física III Profa.: Drd. Mariana de F. G. Diniz CAPACITÂNCIA É a propriedade que têm os corpos de manter uma carga elétrica. Portanto a capacitância corresponde

Leia mais

Aula 5: Capacitância. Curso de Física Geral III F-328 1º semestre, 2014 F328 1S2014 1

Aula 5: Capacitância. Curso de Física Geral III F-328 1º semestre, 2014 F328 1S2014 1 Aula 5: Capacitância Curso de Física Geral III F-38 º semestre, 4 F38 S4 Capacitância Capacitores Dois condutores carregados com cargas Q e Q e isolados, de formatos arbitrários, formam o ue chamamos de

Leia mais

o que se entende por lente.

o que se entende por lente. 1062.0041 As lentes esféricas e suas principais características. 1. Habilidades e cmpetências. 3. Mntagem. B ::; A términ desta atividade alun deverá ter Cas necessári cnsulte a instruçã ]992.021. cmpetência

Leia mais

Laboratório de Física UVV

Laboratório de Física UVV 1/9 arga e Descarga de apacitores Objetivos: Levantar as curvas características de carga e descarga de capacitores; Determinar a capacitância através das curvas ln( i) tempo na carga e descarga. Equipamentos:

Leia mais

SUPERFÍCIE E CURVA. F(x, y, z) = 0

SUPERFÍCIE E CURVA. F(x, y, z) = 0 SUPERFÍIE E URVA SUPERFÍIE E URVA As superfícies sã estudadas numa área chamada de Gemetria Diferencial, desta frma nã se dispõe até nível da Gemetria Analítica de base matemática para estabelecer cnceit

Leia mais

CAPACIDADE ELÉTRICA. Unidade de capacitância

CAPACIDADE ELÉTRICA. Unidade de capacitância CAPACIDADE ELÉTRICA Como vimos, a energia elétrica pode ser armazenada e isso se faz através do armazenamento de cargas elétricas. Essas cargas podem ser armazenadas em objetos condutores. A capacidade

Leia mais

Física II Eng. Química + Eng. Materiais

Física II Eng. Química + Eng. Materiais Física II Eng. Química + Eng. Materiais Carga Eléctrica e Campo Eléctrico Lei de Gauss Potencial Eléctrico Condensadores 1. Nos vértices de um quadrado ABCD, com 10 cm de lado, estão colocadas cargas pontuais

Leia mais

Questão 13. Questão 14. alternativa C

Questão 13. Questão 14. alternativa C Questã 13 O suc de laranja cncentrad da marca M cntém 20 mg de vitamina C pr 50 ml de suc cncentrad. Para ser cnsumid, deve ser diluíd cm água até que seu vlume seja 4 vezes mair que inicial. Pr utr lad,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCICIOS # () OSCILADOR PONTE DE MEACHAM O sciladr a pnte Meacham

Leia mais

8 FILTROS ATIVOS E DEFASADORES

8 FILTROS ATIVOS E DEFASADORES 8 FILTOS ATIVOS E DEFASADOES Filtrs sã circuits elétrics que permitem passagem de crrente u tensã em uma faixa de freqüências inibem a passagem em utras freqüências. Filtrs ativs cm amp p s utilizam apenas

Leia mais

CAPACITOR. Simbologia: Armazenamento de carga

CAPACITOR. Simbologia: Armazenamento de carga CAPACITOR O capacitor é um componente eletrônico capaz de armazenar cargas elétricas. É composto por duas placas de material condutor, eletricamente neutras em seu estado natural, denominadas armaduras,

Leia mais

Utilizando o Calculador Etelj Velocidade do Som no Ar

Utilizando o Calculador Etelj Velocidade do Som no Ar Utilizand Calculadr telj Velcidade d Sm n Ar Hmer Sette 8 0 0 ste utilitári permite cálcul da velcidade de prpagaçã d sm n ar C, em funçã da temperatura d ar, da umidade relativa d ar e da pressã atmsférica

Leia mais

Laboratório 7 Circuito RC *

Laboratório 7 Circuito RC * Laboratório 7 Circuito RC * Objetivo Observar o comportamento de um capacitor associado em série com um resistor e determinar a constante de tempo do circuito. Material utilizado Gerador de função Osciloscópio

Leia mais

Manual de Instruções para Aparelhos Auditivos

Manual de Instruções para Aparelhos Auditivos Manual de Instruções para Aparelhs Auditivs Índice Aparelhs Auditivs persnalizads Cnhecend seu aparelh auditiv Clcand a bateria Clcand e retirand aparelh intracanal/intra-auricular Clcand e retirand aparelh

Leia mais

AMPLIFICADOR OPERACIONAL

AMPLIFICADOR OPERACIONAL AMPLIFICADO OPEACIONAL Intrduçã O amplificadr peracinal (ampp) é um amplificadr integrad cnstruíd para facilitar a análise e a utilizaçã de amplificadres realimentads. Análise baseada em cnceits de realimentaçã

Leia mais

Lei de Coulomb: Campo Elétrico:

Lei de Coulomb: Campo Elétrico: Lei de Coulomb: Método para distribuição de cargas: Dividir a distribuição em infinitos dq Analisar feito por dq Dividir em suas componentes dfx e dfy Analisar se há alguma forma de simetria que simplifica

Leia mais

A grandeza física capaz de empurrar ou puxar um corpo é denominada de força sendo esta uma grandeza vetorial representada da seguinte forma:

A grandeza física capaz de empurrar ou puxar um corpo é denominada de força sendo esta uma grandeza vetorial representada da seguinte forma: EQUILÍBRIO DE UM PONTO MATERIAL FORÇA (F ) A grandeza física capaz de empurrar u puxar um crp é denminada de frça send esta uma grandeza vetrial representada da seguinte frma: ATENÇÃO! N S.I. a frça é

Leia mais