Análise: Pesquisa Qualidade de Vida 2013 Fase 2 e 3

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1 Análise: Pesquisa Qualidade de Vida 2013 Fase 2 e 3 Resumo: A pesquisa de Qualidade de Vida é organizada pela ACIRP e pela Fundace. Teve início em 2009, inspirada em outros projetos já desenvolvidos em grandes centros no Brasil e no mundo. Os objetivos gerais são apresentar a percepção da população sobre: a Qualidade de Vida na cidade, avaliação dos serviços públicos e confiança nas instituições. Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto 20/12/2013

2 FASE PÁGINA 2/ 3 2 EDIÇÃO 5 INÍCIO: ATUAL: 2013 PESQUISA DE QUALIDADE DE VIDA 2013 PESQUISA DE QUALIDADE DE VIDA /12/ Objetivos específicos da Pesquisa: Nesta edição 1 Objetivos específicos da pesquisa 2 Mensagem do presidente 3 Introdução 4 Caracterização da amostra 5 Conceito de Qualidade de Vida 6 Principais Resultados da 2ª fase Os objetivos específicos da Pesquisa de Qualidade de Vida são: Avaliar a qualidade dos serviços prestados com recolhimento do lixo domiciliar; limpeza de ruas e avenidas; controle de enchentes; abastecimento de água; estabilidade da rede elétrica; segurança pública; serviços de saúde pública; iluminação pública; transporte coletivo; educação pública. Avaliar a aplicação dos recursos públicos no município, assim como a expectativa da população quanto à melhoria da cidade em termos infraestruturais. Avaliar a confiança da população com relação às instituições de Ribeirão Preto. Os aspectos relacionados às diferenças estatísticas são destacados em relação ao gênero, faixa etária, escolaridade e nível de renda. Sabemos que as pesquisas são muito importantes para o planejamento das empresas José Carlos Carvalho, Presidente ACIRP. 2. Mensagem do presidente: Sabemos que as pesquisas são muito importantes para o planejamento das Empresas e esta, trata especialmente de um tema que envolve a vida dos cidadãos, por isso, nós, da ACIRP, desenvolvemos e executamos todos os anos esta Análise de Qualidade de Vida. Através destes dados, os órgãos públicos podem ter acesso à percepção dos cidadãos e suas expectativas, além dessa função, esta pesquisa atende também aos empresários de Ribeirão Preto que podem planejar e projetar ações para o futuro de sua empresa e bem-estar de seus consumidores. Assim, a ACIRP está sempre presente no desenvolvimento de Ribeirão Preto. José Carlos Carvalho Presidente Acirp

3 Fundamental Médio Superior PESQUISA DE QUALIDADE DE VIDA 2013 PÁGINA 3 3. Introdução: Num mundo moderno, entender como os habitantes de um determinado lugar vivem suas carências e seus pontos fortes e suas satisfações ou insatisfações com o meio que o cerca é fundamental para que se possam programar ações transformadoras. Qualidade de Vida se manteve estável em 2013 em relação ao resultado de 2012 com 7,64 pontos. 8 7,8 7,6 7,4 7,2 7 7,37 7,56 7,92 Nesse sentido, a pesquisa de qualidade de vida no seu quinto ano de divulgação em Ribeirão Preto procura encontrar parâmetros que se consolidem como informações consistentes para toda a sociedade e que auxiliem tanto a iniciativa pública, quanto a privada como todas as instituições de forma geral a procurarem trabalhar seus hábitos e atitudes na construção de uma sociedade mais justa. Essa pesquisa faz parte de um conjunto de indicadores divulgados periodicamente pela ACIRP - Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto, em parceria com a FUNDACE - Fundação para a pesquisa e desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia, e tem como objetivo medir o nível de percepção da população com a qualidade de vida na cidade. 4. Caracterização da Amostra: Na presente pesquisa, foram efetuados 391 (trezentos e noventa e um) questionários com a população de Ribeirão Preto. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 4,9pp para mais ou para menos. 8,5 8 7,5 7 6,5 6 6,92 até 2 SM 7,73 7,78 de 2 a 5 SM 8,21 de 5 a mais de 10 SM 10 SM Qualidade de Vida apresenta relação direta com nível de escolaridade e nível de renda. A presente amostra apresenta um perfil compatível com a verdadeira caracterização da população em relação ao gênero e em relação às faixas etárias, aspectos primordiais para que haja um resultado satisfatório no contexto de pesquisa por amostragem. Os resultados estão subdivididos em três fases distintas e abordam de forma confiável a opinião da população sobre questões fundamentais para o desenvolvimento econômico da cidade no longo prazo. 5. Conceito de Qualidade de Vida: A qualidade de vida de um grupo pode ser mensurada por diversos ângulos e por percepções relativas ao indivíduo e/ou por toda a sociedade. Nesse contexto, podem-se dividir tais sentimentos e percepções a nível individual e a nível coletivo. No primeiro caso, identificam-se situações tais como estar bem empregado, ter uma situação financeira confortável, ter mais diversão e lazer e ter mais tempo livre de grande importância para o indivíduo. No segundo caso, a qualidade de vida está ligada a questões de natureza infraestrutural, especialmente aquelas que determinam serviços públicos de qualidade e acesso a bens e serviços que proporcionem aumento do bem estar. Como vivemos numa economia capitalista e individualista, é natural que o processo de concentração de renda e poder gere situações de desconforto e injustiça social, o que deve ser minimizado por uma sociedade engajada na causa de reduzir tais distorções.

4 PÁGINA 4 PESQUISA DE QUALIDADE DE VIDA Principais Resultados da 2ª fase: Em relação à avaliação dos serviços públicos na cidade de Ribeirão Preto em 2013, houve poucas mudanças em termos de grandeza das notas atribuídas aos serviços. A tabela 1 trás o ranking por ordem decrescente, segundo a avaliação da população da cidade: FIGURA 1. Avaliação dos serviços prestados pelas instituições na Pesquisa Qualidade de Vida/2013 em Ribeirão Preto: 7,92 7,34 1º) Estabilidade da Rede Elétrica 2º) Abastecimento de Água. 7,04 3º) Iluminação Pública. 6,95 4º) Recolhimento do Lixo Domiciliar 6,75 5º) Controle de Enchentes Dentre dez itens infraestruturais analisados pela população, saúde pública teve a menor nota média com 4,84 pontos. 6,06 5,77 4,84 10º) Saúde Pública 9º) 5,56 Transporte Coletivo 5,63 8º) Segurança Pública 7º) Limpeza de Ruas e Avenidas 6º) Educação Pública A importância do entendimento da percepção da população na análise dos itens listados na figura 1 é a de desnudar as deficiências existentes na nossa sociedade e demonstrar que há muito que fazer para qualificar a prestação de serviços no que se refere a demandas coletivas. Em especial no que se refere à necessidade de melhorias nos serviços de saúde e educação pública Essa análise tem como objetivo mostrar a evolução de algumas variáveis que são importantes para entender o porquê da estagnação na qualidade de serviços públicos essenciais para a população nos últimos anos. Enquanto nos últimos anos tivemos uma evolução crescente e ascendente do número de habitantes em Ribeirão Preto, o mesmo não aconteceu com o crescimento do número de funcionários contratados no setor de saúde, especialmente na quantidade de médicos, enfermeiros e cirurgião dentista conforme podemos ver na tabela 1:

5 PESQUISA DE QUALIDADE DE VIDA 2013 PÁGINA 5 Tabela 1 Evolução da população ribeirão-pretana e da quantidade de profissionais no setor de saúde. Ribeirão Preto Pop RP Totais Funcionários Totais Médicos Totais Enfermeiros Total Cirurgião Dentista e ACD * Fonte: SEADE / Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto, dez/2013. Dados de 2013 referem-se à média dos dois primeiros quadrimestres. Tais números demonstram que houve redução do efetivo de funcionários nesse importante setor da sociedade. Em 2009 tínhamos um funcionário para cada 150,8 habitantes. Essa mesma relação passou a ser de um funcionário para cada grupo de 186,2 pessoas em Em relação aos médicos, enfermeiros e cirurgiões dentistas e ACD, a relação passou de um médico para cada grupo de 907,8 pessoas em 2009 para um médico para cada grupo de 1.042,8 pessoas em 2013; um enfermeiro para grupo de 2.248,9 pessoas em 2009 para um enfermeiro para cada grupo de 2.422,5 pessoas em 2013; e um cirurgião dentista e ACD para cada grupo de 1.890,8 pessoas em 2009 para um cirurgião e ACD para cada grupo de 2.012,3 pessoas em No setor de Saúde, a medida em que a população cresce, aumenta a necessidade de contratar profissionais especializados. Ocorre que sabemos que muitas pessoas tem plano de saúde e, do total da população, muitas pessoas não acessam os serviços de saúde pública. Portanto, para termos uma noção mais exata da necessidade de se investir em saúde na medida em que a população cresce, da tabela 1, vamos excluir a parte da população que tem plano de saúde, conforme podemos verificar na tabela 2: Tabela 2 Evolução da população ribeirão-pretana e da quantidade de profissionais no setor de saúde. Ribeirão Preto Pop RP (1) Pop PS (2) Pop Liq (1-2) Médicos Enfermeiros * Fonte: SEADE / Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto, dez/2013. Dados de 2013 referem-se à média dos dois primeiros quadrimestres. Os dados da tabela 2 mostram que em 2009 existiam um médico a cada grupo de 536 pessoas que não tem plano de assistência médica. Em 2013, essa relação passou a ser de um médico para cada grupo de 575,6 pessoas. Em relação aos enfermeiros, em 2009 era um enfermeiro para cada grupo de 1.327,8 pessoas, relação essa que passou a ser em 2013 de um enfermeiro para cada grupo de 1.337,2 pessoas. Se considerarmos a existência de uma população flutuante no entorno da cidade e que parte dessas pessoas acessam os serviços de saúde pública na cidade de Ribeirão Preto, o problema se torna mais grave. Na avaliação dos serviços de saúde, a estagnação da nota dos usuários nos últimos anos justifica-se devido à queda do número de profissionais qualificados disponíveis para atendimento.

6 PÁGINA 6 PESQUISA DE QUALIDADE DE VIDA 2013 Portanto, quando analisamos a nota da saúde pública dentre os dez itens de serviços qualificados pela população, entendemos que há a necessidade de alocação de recursos em profissionais que atendam as necessidades do povo para que haja melhoria na avaliação das próximas pesquisas de Qualidade de Vida. Em relação a educação pública, há necessidade de qualificação dos serviços prestados, segundo avaliação da população. Em relação a eficiência econômica do setor, se considerarmos a quantidade de alunos que são atendidos no ensino infantil, fundamental e médio na administração municipal, temos um gasto médio por aluno em 2011 e 2012 conforme tabela 3: Tabela 3 Evolução do gasto médio com alunos na rede pública municipal nos anos de 2011 e 2012 na cidade de Ribeirão Preto. Ribeirão Preto Infantil* (R$) Fundamental (R$) Médio (R$) ,46 6,553, , , , ,32 Fonte: SIOPE Sistema de Informações sobre orçamentos públicos em Educação, dez/2013 FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Ministério da Educação. *Custo proporcional a Pré-Escola. Esse valor médio de gasto em relação à quantidade de alunos que são atendidos faz com que haja despesa total crescente, de acordo com a obrigação constitucional de se investir um percentual mínimo na educação e na medida em que quantidade de alunos atendidos cresce, refletindo o aumento da necessidade da população carente. De A tabela 4 mostra a evolução da quantidade de alunos atendidos e o total da despesa por fase de ensino: Tabela 4 Evolução do número de alunos atendidos e do gasto total com alunos na rede pública municipal nos anos de 2011 e 2012 na cidade de Ribeirão Preto Ribeirão Preto Alunos Despesas (R$ mi) Alunos Despesas (R$ mi) Infantil Pré-Esc , ,59 Fundamental , ,80 Médio 163 0, ,76 Fonte: SIOPE Sistema de Informações sobre orçamentos públicos em Educação, dez/2013 FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Ministério da Educação / Secretaria Municipal de Educação, dez/2013. Em Ribeirão Preto, o gasto médio com aluno da rede pública municipal aumentou em 16,4%, 16,6% e 19,3% nos ensino Infantil (Pré- Escola), Fundamental e Médio de 2011 para Porém, se fosse possível atender todas essas crianças e adolescentes através de escolas privadas, considerando que a iniciativa privada atua no setor visando o lucro, teríamos um valor de receita possível de ser alcançada pelas escolas particulares, que significaria aumento do lucro da rede privada e nos daria uma noção de eficiência do setor público em relação às despesas médias que são gastas em cada nível de ensino. Portanto, o que demonstraremos a partir de agora através de metodologia desenvolvida pelo Professor Doutor Valmor Slomski da FEA-USP é que nem sempre há eficiência econômica na aplicação dos recursos pela administração pública e que, guardadas as devidas limitações da análise, há necessidade de melhorias na gestão dos recursos aplicados na educação pública municipal. A partir das pesquisas de preços do IPC-ACIRP-FIPE (Índice de Preços ao Consumidor) desenvolvidas pela Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto temos acesso aos valores médios aplicados no mercado em relação ao valor das mensalidades das escolas particulares.

7 PESQUISA DE QUALIDADE DE VIDA 2013 PÁGINA 7 Esses valores nos dão um parâmetro importante do que seria um valor médio de mensalidade que estaria acessível à população carente, caso essa tivesse condições de investir na educação dos seus filhos. Portanto, para os anos de 2011 e 2012, aplicamos a média da mensalidade privada ao total de alunos matriculados no ensino público municipal e temos um valor de receita econômica que confrontado com o valor total de despesas na educação publica nos dá um parâmetro de eficiência do ensino nos seus diversos níveis. A tabela 5 nos mostra tais montantes para os anos de 2011 e 2012: Tabela 5 Análise de Rentabilidade do gasto com alunos na rede pública municipal no setor de Educação nos anos de 2011 e 2012 na cidade de Ribeirão Preto Ribeirão Preto Infantil 2011 Infantil 2012 Fundamental 2011 Fundamental 2012 Médio 2011 Médio 2012 Custo Aluno (R$ mi) 3,59 4,17 6,55 7,64 4,80 5,72 Quantidade Aluno Mensalidade 377,00 423,47 558,30 608,14 875,34 921,04 Receita Econômica (R$ mi) 41,30 53,07 137,80 150,65 1,71 1,46 (-) Custos (R$ mi) 32,74 43,59 134,79 157,80 0,78 0,76 Resultado Econômico (R$ mi) +8,56 +9,48 +3,01-7,14 +0,93 +0,70 Fonte: SIOPE Sistema de Informações sobre orçamentos públicos em Educação, dez/2013 FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Ministério da Educação / Secretaria Municipal de Educação, dez/2013. Essa análise é uma aproximação (Proxy) da metodologia criada pelo Professor Doutor Valmor Slomswi FEA/USP. Como não temos os custos fixos e variáveis das despesas com alunos, à estimativa foi feita em cima do total da despesa média com alunos, o que pode constituir-se em algum grau de arbitrariedade em relação à formação dos itens de custo na despesa total. Porém, essa análise trás um parâmetro de rentabilidade da atividade, caso os alunos fossem atendidos pela iniciativa privada, o que funciona como um indicador de eficiência. Analisando os resultados obtidos, verifica-se que economicamente falando, somente no ensino infantil teríamos uma elevação do resultado liquido de 2011 para 2012 de R$8,56 milhões para R$9,48 milhões. Porém, mesmo nessa base de comparação, a rentabilidade seria menor, passando de 20,7% em 2011 para 17,86% em Para o ensino fundamental, tivemos o pior resultado passando de R$3,01 milhões em 2011 para R$7,14 milhões em Isso significa que a rentabilidade saiu de 2,18% em 2011 para -4,74% em Portanto, com essa estrutura de custos do ensino fundamental, a iniciativa privada teria prejuízo no investimento nesse nível de ensino em Para o ensino médio, o resultado seria de R$0,93 milhões em 2011 e de R$0,70 milhões em 2012, com a rentabilidade passando de 54,39% em 2011 para 47,95% em As despesas com a área de educação nos ensinos infantil, fundamental e médio na rede pública municipal evoluíram mais do que o reajuste das mensalidades das escolas particulares, comparando os anos de 2011 com Fred Guimarães Economista ACIRP CORECON/SP nº (016) Ramal 8023

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