NORMA DE PRÉ - QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NO PORTO DE ILHÉUS

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1 NORMA DE PRÉ - QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NO PORTO DE ILHÉUS APROVADA NA REUNIÃO REALIZADA EM 18/02/2011, DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS.

2 SUMÁRIO 1. Objetivo Âmbito de Aplicação Competências Definições Condições Gerais de Habilitação Procedimentos Pedido de Pré-Qualificação Certificado de Qualificação Documentação Habilitação Jurídica Capacidade Técnica Capacidade e Idoneidade Financeira Regularidade Fiscal Documentação para Cooperativas Infrações e Penalidades Disposições Gerais

3 NORMA DE PRÉ-QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUARIO NO PORTO DE ILHEUS 1. Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos necessários à Pré-Qualificação para Operador Portuário junto à CODEBA, na qualidade de Autoridade Portuária. 2. Âmbito de Aplicação Esta Norma se aplica na área do Porto Organizado de ILHÉUS. 3. Competências Compete à CODEBA, na qualidade de Autoridade Portuária, analisar o pedido de Pré-Qualificação para Operador Portuário, bem como emitir Certificado de Qualificação, respeitadas as exigências desta Norma e da Lei 8.630/ Definições Para efeito de aplicação desta Norma, considera-se: 4.1. Operação Portuária A de movimentação, manipulação e armazenagem de mercadorias, destinadas ou provenientes de transportes aquaviário, realizadas no Porto Organizado de Ilhéus, por Operador Portuário Operador Portuário A pessoa jurídica qualificada pela CODEBA para a execução de operação portuária nas áreas do Porto Organizado de Ilhéus Categorias de Operações Portuárias Para os efeitos da pré-qualificação, o Operador Portuário é classificado para efetuar operação nas seguintes categorias: A Categoria para Movimentação de Carga Geral e/ou Contêiner e veículos montados; 3

4 B Categoria para Movimentação de Granéis Sólidos; C Categoria para Movimentação de Granéis Líquidos e Produtos Gasosos; 4.4. Cadastro de Operadores Portuários Constitui-se no registro de informações relativas à Capacidade Jurídica, Capacidade Técnica, Idoneidade e Capacidade Financeira, bem assim, Regularidade Fiscal; elaborado com a finalidade de possibilitar a habilitação dos interessados na execução da operação portuária, na área do Porto Organizado de Ilhéus, bem como, para efeito da renovação do Certificado de Qualificação, por parte da CODEBA. 5. Condições Gerais de Habilitação 5.1 Toda e qualquer pessoa jurídica, legalmente registrada no País, inclusive Cooperativa, pode ser qualificada como Operador Portuário, desde que satisfaça plenamente todas as condições desta Norma; 5.2. A pré-qualificação deverá ser solicitada pelo interessado, através de Pedido dirigido à CODEBA com indicação da(s) categoria(s) de Operador Portuário a pré-qualificar-se; 5.3. A CODEBA decidirá sobre a solicitação no prazo de 30 (trinta) dias corridos, contados da data do protocolo do Pedido. Caso a CODEBA venha solicitar diligência ou esclarecimentos sobre a documentação apresentada, ficará interrompida a contagem do prazo até o cumprimento, pelo interessado, da solicitação por parte da CODEBA; 5.4. Sendo o Pedido de pré-qualificação deferido pela CODEBA, de modo a completar o processo de certificação, o solicitante deverá apresentar cópia da Guia de Recolhimento, emitida pelo Setor Financeiro da CODEBA, da importância R$ ,00 (dez mil reais); 4

5 5.4.1 A importância acima será corrigida anualmente pelo IGP-DI, tomando por base a data da assinatura desta Norma; 5.5.Caberá ao Operador Portuário pré-qualificado, fornecer à CODEBA a documentação exigida para atualização do seu cadastro. 6. Procedimentos 6.1. Pedido de Pré-Qualificação A Pré-Qualificação será requerida mediante preenchimento do Pedido para Pré-Qualificação de Operador Portuário, conforme modelo elaborado pela CODEBA; 6.2. Certificado de Qualificação Após análise, aprovação e recolhimento da importância citada no item 5.4 do Pedido para Pré-Qualificação para Operador Portuário, será emitido o respectivo Certificado de Qualificação, conforme modelo elaborado pela CODEBA, como documento formal comprobatório da regularidade do Operador Portuário. 7. Documentação 7.1. Habilitação Jurídica A Registro Comercial, no caso de empresa individual; B Ato Constitutivo, Estatuto ou Contrato Social em vigor, devidamente registrado na Junta Comercial respectiva, em se tratando de Sociedades Comerciais e, no caso de Sociedades por Ações, acompanhados de documentos comprobatórios da última eleição de seus administradores; C Inscrição do Ato Constitutivo no Cartório de Registro Civil competente, no caso de Sociedades Civis, acompanhada de Ata de 5

6 Eleição de sua diretoria em exercício, bem como, Atestado de Regular Funcionamento. D Nos documentos mencionados nas letras A, B e C acima, deverá constar a existência do domicílio fiscal na cidade de Ilhéus, seja estabelecimento matriz ou filial Capacidade Técnica A Indicação das instalações, do aparelhamento e instrumental técnico disponível, bem como, condições de uso e conservação a serem comprovadas mediante inspeção pela CODEBA e que deverão ser observadas durante toda a vigência da qualificação. B Currículo sintético dos principais responsáveis técnicos e da pessoa jurídica, capaz de comprovar a condição de realizar as operações portuárias pretendidas. C Não sendo possuidor do próprio aparelhamento e instrumental técnico para realização das operações portuárias, o pretendente deverá apresentar documentação de empresas do setor, que, mediante aluguel ou leasing, estejam dispostas a disponibilizar os equipamentos necessários Capacidade e Idoneidade Financeira A Referencia fornecida por uma instituição bancária com matriz ou filial instalada no estado da Bahia; A.1 As empresas instaladas há menos de doze meses, devem apresentar duas referências bancárias de cada um dos seus sócios ou dirigentes, dispensado o atendimento da alínea anterior; B Apólice de Seguro Geral com cobertura para bens pessoais e instalações portuárias e equipamentos de propriedade da Autoridade Portuária envolvido nas operações de movimentação de cargas, incluindo cláusula de responsabilidade civil contra terceiros. 6

7 B.1 - Ocorrendo o vencimento do prazo de validade da Apólice de Seguro geral, o Certificado de Pré-Qualificação estará automaticamente suspenso na sua eficácia, não sendo permitida a realização de operação portuária enquanto não for apresentada para análise e aprovação pela Autoridade Portuária uma nova Apólice de Seguro Geral ou apresentação de certificado de renovação emitido pela empresa seguradora até que a nova apólice seja emitida; C Certidão Negativa do Setor Financeiro da CODEBA, relativa a débitos pendentes, de origem operacional, contratual ou financeira para as empresas que já são cadastradas no centro de custos da CODEBA. D Certidão Negativa do Órgão Gestor de Mão de Obra Avulsa do Porto Organizado de Ilhéus, relativa a débitos pendentes, de origem estatutária, operacional ou de encargos sociais, fiscais e previdenciários; E Certidão Negativa de Pedido de Falência, Concordata, ou de Execução Patrimonial, expedida pelo Cartório Distribuidor das Comarcas de domicílio sede e da cidade de Ilhéus da pessoa jurídica; F Certidão Negativa de ações civis e criminais dos titulares ou dirigentes da empresa, expedida pelo Cartório Distribuidor das Comarcas de domicílio sede e da cidade de Ilhéus da(s) pessoa(s) física(s), seu(s) dirigente(s) e administrador(es). G A pessoa jurídica que tiver em seu capital social a participação de uma ou mais pessoas jurídicas, também destas serão exigidas os documentos constantes do subitem 7.3 desta Norma; H Em caso de matriz em outro Estado e filial(is) na área de abrangência da CODEBA, exige-se a apresentação da documentação pertinente à matriz e à(s) filial(is) Regularidade Fiscal A Prova de inscrição no Cadastro Geral de Pessoas Jurídicas (CNPJ); 7

8 B Prova da existência de domicílio fiscal na cidade de Ilhéus, com a apresentação do Alvará de Licença e Funcionamento da Prefeitura de Ilhéus e respectiva Certidão de Inscrição no cadastro do ISS (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza); C Prova de quitação com as Fazendas: Federal Secretaria da Receita Federal e Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, Estadual Secretarias da Fazenda Estadual do domicílio da matriz e filial(is), Municipal - Secretarias da Fazenda Municipal do domicílio matriz e filial(is), D Documento que comprove regularidade com a Previdência Social - INSS; E Prova de Regularidade com o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço); 7.5. Documentação para Cooperativas As cooperativas formadas pelos Trabalhadores Portuários Avulsos, devidamente registrados de acordo com a Lei 8.630/93, podem se préqualificar, devendo, no entanto, apresentar: A Estatuto Social Constitutivo e prova do seu arquivamento na Junta Comercial do Estado da Bahia-JUCEB, onde deve constar a existência de estabelecimento matriz ou filial na cidade de Ilhéus; B - Ata comprovando a eleição de seus dirigentes; C Alvará de Licença e Funcionamento da Prefeitura de Ilhéus; D - Uma referência bancária de cada um dos seus titulares ou dirigentes; E Relação do pessoal inscrito na Cooperativa e devidamente cadastrado/registrado no Órgão Gestor de Mão de Obra Avulsa do Porto de Ilhéus. 8

9 F Dados Pessoais dos inscritos na Cooperativa, para efeito de cadastramento na Autoridade Portuária; G Apólice de Seguro Geral com cobertura para bens pessoais e instalações portuárias e equipamentos de propriedade da Autoridade Portuária envolvida nas operações de movimentação de cargas, incluindo cláusula de responsabilidade civil contra terceiros. G.1 - Ocorrendo o vencimento do prazo de validade da Apólice de Seguro Geral, o Certificado de Pré-Qualificação estará automaticamente suspenso na sua eficácia, não sendo permitida a realização de operação portuária enquanto não for apresentada para análise e aprovação pela Autoridade Portuária uma nova Apólice de Seguro Geral ou apresentação de certificado de renovação emitido pela empresa seguradora até que a nova apólice seja emitida; H Certidão negativa do Setor Financeiro da CODEBA, relativa a débitos pendentes, de origem operacional, contratual ou financeira para as cooperativas que já são cadastradas no centro de custos da CODEBA. I Certidão Negativa do Órgão Gestor de Mão de Obra Avulsa do Porto Organizado de Ilhéus, relativa a débitos pendentes, de origem estatutária, operacional ou de encargos sociais, fiscais e previdenciários; J Certidão Negativa de Ações Civis e Criminais dos titulares ou dirigentes da Cooperativa, expedida pelo Cartório Distribuidor da Comarca sede de domicílio da(s) pessoa(s) física(s) e seu(s) dirigente(s). K Prova de Regularidade para com a Previdência Social - INSS; L Prova de Regularidade para com o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço); M Indicação das instalações, do aparelhamento e instrumental técnico disponível, bem como, condições de uso e conservação, a serem 9

10 comprovadas mediantes inspeção pela CODEBA e que deverão ser observadas durante toda a vigência da qualificação. N Currículo sintético dos principais responsáveis técnicos e da pessoa jurídica, capaz de comprovar a condição de realizar as operações portuárias pretendidas. O Não sendo possuidor do próprio aparelhamento e instrumental técnico para realização de operações portuárias, o pretendente deverá apresentar documentação de empresas do setor que, mediante aluguel ou leasing, estejam dispostas a disponibilizar os equipamentos necessários. 8. Infrações e Penalidades 8.1. Constitui infração toda a ação ou omissão, voluntária ou involuntária que importe: A Na realização de operações portuárias com infrigência ao disposto na Lei 8.630/93, ao Regulamento de Exploração do Porto Organizado de Ilhéus, ao Plano de Segurança Pública Portuária ou à legislação ambiental e de segurança do trabalho, inclusive. B Na utilização de Mão-de-obra avulsa, que não esteja devidamente cadastrada ou registrada no Órgão Gestor de Mão de Obra Avulsa do Porto de Ilhéus e utilização de terrenos, áreas, equipamentos e instalações localizadas na área do Porto Organizado, com desvio da finalidade ou com desrespeito à Lei, normas e regulamentos Pelo cometimento de infração, a CODEBA na qualidade de Autoridade Portuária aplicará aos operadores portuários, as seguintes penalidades previstas no Artigo 38 da Lei 8.630/93, aplicáveis separadas ou cumulativamente de acordo com a gravidade da falta; I Advertência; II Multa; 10

11 III Proibição de ingresso na área do porto por período de trinta a cento e oitenta dias; IV - suspensão da atividade de operador portuário, pelo período de trinta a cento e oitenta dias; V cancelamento do credenciamento de operador portuário Aplicam-se no que couber, o Art. 19 Parágrafo Terceiro e os Artigos 40 a 44 da Lei 8.630/93; 8.4. A aplicação da penalidade não exime o operador portuário da correção imediata do desvio cometido, com o reparo e ressarcimento de possíveis danos causados pela infração; 8.5. O recolhimento antecipado do que trata o Art. 19, Parágrafo Terceiro da Lei 8.630/93, não livra o operador portuário do pagamento das multas de que trata o subitem 8.2 desta Norma; 9. Disposições Gerais 9.1. A documentação referida no item 7 desta Norma, poderá ser entregue em cópia autenticada, ou em cópia simples desde que seja apresentado o documento original à Autoridade Portuária para efeito de autenticação; 9.2. Os documentos exigidos serão apresentados em uma via, separados em pastas identificadas por Habilitação Jurídica, Capacidade Técnica, Idoneidade e Capacidade Financeira e Regularidade Fiscal; 9.3. Pela não apresentação de quaisquer dos documentos referidos no item 7 desta Norma, o Pedido será desconsiderado e devolvido ao solicitante; 9.4. Eventuais ocorrências de infrações e penalidades serão anotadas no respectivo Cadastro referido no subitem 4.4, desta Norma; 9.5. Os interessados na obtenção de alteração de seus dados cadastrais e/ou para pré-qualificação em outra categoria poderão solicitá-la formalmente à CODEBA, a qualquer tempo. Essa solicitação deverá ser encaminhada juntamente com a documentação necessária para 11

12 cumprimento de tal finalidade, adotando-se o procedimento fixado no subitem 6.1, desta Norma; 9.6. A habilitação à pré-qualificação não dispensa o operador portuário de oferecer garantias à CODEBA dos bens e equipamentos postos à sua disposição, nem ao Órgão de Gestão de Mão-de-Obra referente às obrigações assumidas perante o mesmo, nos termos da legislação pertinente; 9.7. A CODEBA emitirá um Certificado de Qualificação, nos termos desta Norma com validade de 1 (um) ano a partir da data de emissão, renovável por igual período, a pedido do operador portuário, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, observando o seguinte: A será utilizado o mesmo formulário de que trata o subitem 6.1 desta Norma registrando no campo da Documentação, que se refere à renovação, o número/ano e a data da emissão do Certificado; B Para efeito de renovação do Certificado de Qualificação caberá ao operador portuário: B.1 apresentar as pastas atualizadas da Habilitação Jurídica, Capacidade Técnica, Capacidade e Idoneidade Financeira e de Regularidade Fiscal, de que tratam os subitens 7.1, 7.2, 7.3, 7.4 e 9.2 desta Norma; B.2 será exigido para a renovação do Certificado de Qualificação o pagamento da importância de R$ 2.000,00 (dois mil reais), quando da primeira renovação. A partir de então, o pagamento se dará a cada dois anos; esse valor será corrigido de forma idêntica ao do item 5.3.1; B.2.1 o pagamento da renovação de que trata a alínea "B.2", anterior, será feito através de Guia de Recolhimento, conforme sub-item 5.3, desta Norma; C será exigida apresentação de pelo menos duas referências de usuários do porto (armadores, exportadores e/ou importadores e da fiscalização da Autoridade Portuária) ou de associações de usuários dos portos ou de 12

13 armadores que operem nos portos, com relação à qualidade dos serviços prestados pelo operador portuário, no período anterior ao do pedido da renovação do Certificado; 9.8. Eventuais ocorrências de desempenho insatisfatório dos operadores portuários e/ou infrações previstas no subitem 8.1, alíneas A e B, ensejarão nova análise da pré-qualificação dos respectivos operadores por parte da CODEBA; 9.9. Será indeferido o pedido de renovação pela CODEBA do Certificado de Qualificação, ao operador portuário que não tenha executado atividade operacional para a qual tenha sido credenciado, no período de dois anos anteriores ao pedido de renovação; Será indeferido o pedido de renovação pela CODEBA do Certificado de Qualificação aos operadores portuários que não estejam acatando deliberações aprovadas pelo Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Ilhéus; A CODEBA deverá informar ao Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Ilhéus no prazo de até 72 (setenta e duas) horas, a contar do protocolo do Pedido de Pré-Qualificação de Operador Portuário no Porto de Ilhéus, os dados da empresa pretendente, principalmente: nome da empresa, endereço na cidade de Ilhéus e seu CNPJ A CODEBA deverá encaminhar mensalmente ao CAP-Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Ilhéus relatório onde constem as seguintes informações: nome das empresas certificadas como Operador Portuário no Porto Organizado de Ilhéus, endereço na cidade de Ilhéus, CNPJ, data do protocolo do pedido, data da emissão e vencimento do Certificado, data de início e termino da vigência e o nome da empresa 13

14 emissora da apólice do seguro e sobre ocorrência de infrações e penalidades aplicadas Ficará o Operador Portuário obrigado a se associar ao OGMO-Ilhéus dentro do prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data de emissão do Certificado de Qualificação de Operador Portuário no Porto de Ilhéus, sob pena do imediato cancelamento do Certificado de Pré-Qualificação Esta Norma somente poderá ser alterada, por maioria absoluta de votos dos Blocos, em reunião do CAP Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Ilhéus, previamente convocada para tal fim Os casos omissos da presente Norma serão decididos pelo plenário do CAP-Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Ilhéus, sempre obedecidos os princípios da Legalidade, Moralidade e Igualdade de oportunidade A presente alteração entrará em vigor na data de sua aprovação. 14

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