MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

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1 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 159, de 29 de junho de O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO, no uso de suas atribuições conferidas no 3º do artigo 4º, da Lei n.º 5.966, de 11 de dezembro de 1973, no inciso I do artigo 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 1999, e no inciso V do artigo 16 da Estrutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo Decreto n 4.630, de 21 de março de 2003; Considerando a alínea f do subitem 4.2 do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, aprovado pela Resolução Conmetro nº 04, de 02 de dezembro de 2002, que atribui ao Inmetro a competência para estabelecer as diretrizes e critérios para a atividade de avaliação da conformidade; Considerando a iniciativa do Ministério do Turismo, quando da criação do Projeto de Normalização e Certificação em Turismo de Aventura, que visa identificar os aspectos críticos da operação responsável e segura do turismo de aventura, além de subsidiar o desenvolvimento de um sistema de normas para as diversas atividades que compõem o setor; Considerando que o Brasil atrai anualmente um número crescente de turistas provenientes de todas as partes do mundo, interessados em praticar esportes; Considerando a necessidade de fortalecer a inserção do Brasil nos roteiros turísticos internacionais, oferecendo informações acerca de práticas de gestão de segurança adotadas e de mecanismos que assegurem a prática do Turismo de Aventura ; Considerando o aumento contínuo, no País, de organizações interessadas em implementar as práticas de segurança em turismo de aventura, de forma sistematizada e integrada aos seus negócios; Considerando a elaboração da norma brasileira ABNT NBR Turismo de Aventura Sistema de Gestão da Segurança Requisitos; Considerando a necessidade de dispor, para as organizações interessadas em implantar as práticas de gestão de segurança em turismo de aventura, a possibilidade de ser certificada por um processo de avaliação da conformidade, regulado pelo Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC, resolve baixar as seguintes disposições: Art. 1º Aprovar o Regulamento de Avaliação da Conformidade para Sistema de Gestão de Segurança em Turismo de Aventura, disponibilizado no sitio ou nos endereços descritos abaixo: Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Inmetro Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade Dipac Rua Santa Alexandrina, 416/8º andar Rio Comprido Rio de Janeiro/RJ CEP Art. 2º Os Organismos de Avaliação da Conformidade (OAC), acreditados pelo Inmetro para atuarem na avaliação das organizações que buscarem uma certificação de terceira parte de seu Sistema de Gestão de Segurança em Turismo de Aventura, baseado na norma ABNT NBR 15331, deverão implementar o processo de avaliação da conformidade de acordo com o Regulamento de Avaliação da Conformidade, ora aprovado. Art. 3º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. JOÃO ALZIRO HERZ DA JORNADA

2 REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE PARA SISTEMA DE GESTÃO DA SEGURANÇA EM TURISMO DE AVENTURA 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para o programa de avaliação da conformidade para sistema de gestão da segurança em turismo de aventura, com foco na segurança, através do mecanismo de certificação, atendendo aos requisitos da ABNT NBR 15331, visando a diminuição de acidentes na prática de atividades de turismo de aventura. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES ABNT ISO IEC Guia 66:2001 Requisitos gerais para organismos que operam avaliação e certificação/registro de sistemas de gestão ambiental (SGA) ABNT NBR 15331:2006 ABNT NBR 15332:2006 Turismo de Aventura Sistema de Gestão da Segurança Requisitos Turismo de Aventura Sistema de Gestão da Segurança Requisitos para a competência de auditores ABNT NBR ISO/IEC 17000:2005 Avaliação da Conformidade Vocabulário e princípios gerais NBR ISO 19011:2002 Portaria Inmetro nº 73/2006 Resolução nº 4/2002 Manual de Aplicação Diretrizes para auditoria de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental Aprova o Regulamento para uso das Marcas, dos Símbolos de Acreditação e dos Selos de Identificação do Inmetro. Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade e do Regimento Interno do Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade Selo de Identificação da Conformidade 3 DEFINIÇÕES Para fins deste RAC adota-se as definições contidas na Resolução Conmetro n.º 4/2002, na ABNT NBR ISO/IEC 17000, na ABNT NBR 15331, e na ABNT NBR SIGLAS ABNT Conmetro IAF IEC Inmetro ISO NBR Associação Brasileira de Normas Técnicas Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial International Accreditation Forum International Electrotechnical Commission Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial International Organization for Standardization Norma Brasileira 1

3 OTA RAC SBAC Organismo de Certificação de Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura Regulamento de Avaliação da Conformidade Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura 5 MECANISMO DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE O mecanismo de avaliação da conformidade utilizado neste regulamento é o de Certificação. Todas as etapas do esquema de certificação devem ser conduzidas pelo OTA. Estas etapas compreendem: 5.1 Concessão O processo para concessão da Certificação do a uma organização compreende as seguintes fases: Auditoria fase 1 - Esta fase tem início com a análise crítica, pelo OTA, da solicitação da certificação e da análise da documentação. Auditoria fase 2 - Esta fase compreende a auditoria do nas instalações da organização Auditoria Fase 1 O OTA e a organização devem acordar quando e onde a análise crítica da documentação deve ser conduzida. Em todos os casos, a análise crítica da documentação deve ser completada antes do início da auditoria fase Os organismos de certificação em devem solicitar na fase de planejamento de auditoria, os seguintes documentos relacionados aos produtos turísticos cobertos pelo : a) descrição dos produtos turísticos como por exemplo, material de divulgação e promoção; b) modelo de documento de comunicação dos riscos da atividade de turismo de aventura para os clientes; c) inventário de perigos e riscos d) lista de procedimentos do ; e) planos de tratamentos de riscos; f) planos de atendimento a emergências; g) descrição de competências de condutores; h) auto-avaliação da implementação do atualizada, quando houver. Nota: A Fase 1 da auditoria deve ser baseada, mas não limitada à análise crítica da documentação relacionada acima Auditoria Fase 2 O OTA deve encaminhar à organização o plano da auditoria fase 2 e realizá-la conforme estabelecido na ABNT ISO IEC Guia O representante da organização deve assinar o plano de auditoria, concordando com os termos estabelecidos no mesmo. 2

4 A auditoria fase 2 deve ser realizada nas instalações da organização pelo OTA, para que seja avaliada a implementação do da mesma A organização certificada só poderá fazer uso da certificação após a formalização de manifestação favorável do OTA O tempo mínimo de auditoria para as fases 1 e 2 é de 1 dia e meio, excluindo-se os tempos de deslocamento Tendo sido efetuada uma auto-avaliação da implementação do, esta deve ser levada em consideração para determinar o tempo de auditoria. Nota: Dentre os fatores que podem afetar o tempo de auditoria e que convêm que sejam considerados pelo OTA, destacam-se os seguintes: a) Logística complicada envolvendo mais que uma locação onde a atividade é realizada; b) Atividades que envolvam pernoite; c) Aspectos de segurança adicionais/não usuais para o setor; d) Condições de licença/regulamento de segurança adicionais/não usuais para o setor; e) Quantidade de atividades a serem auditadas; f) Número de perigos e riscos identificados; g) Número de trabalhadores; h) Atividades realizadas em áreas remotas; i) Envolvimento de terceiros na prestação de serviços; 5.2 Manutenção Para manutenção da certificação, o OTA deve realizar,, uma auditoria por ano, contemplando todos os itens da norma ABNT NBR Na auditoria referida no subitem 7.2.1, o OTA deve verificar se o certificado continua sendo implementado, analisando, quando houver, as implicações das alterações que deram origem à certificação e confirmar o contínuo atendimento aos requisitos da norma ABNT NBR 15331, incrementando o número de itens da mesma a ser avaliado, sempre que achar necessário O organismo de certificação deve incluir em seus procedimentos prescrições que alertem as organizações certificadas quanto à necessidade de serem comunicadas sobre quaisquer alterações nas condições que deram origem à certificação, para que o OTA avalie e aprove a manutenção, extensão, redução, suspensão ou cancelamento da certificação. 6 IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE E AUTORIZAÇÃO PARA USO A identificação da conformidade, no âmbito do SBAC, tem o objetivo de indicar que o sistema de gestão da segurança em turismo de aventura da empresa está em conformidade com este regulamento e com a ABNT NBR Essa identificação da conformidade é feita através do selo de identificação da conformidade, que neste caso será utilizado em um certificado impresso. 6.1 A Autorização para o Uso do Selo de Identificação da Conformidade só deve ser concedida após a assinatura do contrato entre o OTA e a empresa solicitante, e após a consolidação e aprovação das Autorização para o Uso do Selo de Identificação da Conformidade não transfere, em nenhum caso, a responsabilidade da empresa certificada para o Inmetro e/ou OTA. 3

5 6.2 Selo de Identificação da Conformidade O Selo de Identificação da Conformidade deve estar no certificado, de forma visível, conforme estabelecido no Anexo A deste RAC O selo deve estar em conformidade com a Portaria Inmetro n.º 73/2006 e com o Manual de Aplicação do Selo de Identificação da Conformidade O OTA deve emitir um certificado para a empresa que obtiver o atendimento pleno aos critérios deste regulamento. 6.3 Concessão da autorização para uso do Selo de Identificação da Conformidade A concessão da autorização do selo de identificação da conformidade será feita através de contrato assinado entre o OTA e a empresa O Certificado deve conter, necessariamente, os seguintes dados: a) razão social, nome fantasia, endereço completo e CNPJ da organização. No caso de organizações estrangeiras, não será exigido o CNPJ das mesmas; b) razão social do OTA e seu número da acreditação; c) datas de emissão e validade; d) identificação (logomarca) da acreditação; e) referência à norma técnica para a qual a organização foi certificada; f) escopo da certificação, especificando a área geográfica em que o foi implementado e as atividades de turismo de aventura que foram contempladas no sistema; g) assinatura do responsável pelo OTA; h) identificação unívoca do Certificado (número do Certificado). 6.4 Uso Indevido do Selo de Identificação da Conformidade A empresa certificada que fizer uso indevido do Selo de Identificação da Conformidade estará sujeita às penalidades, de acordo com o estabelecido na Portaria Inmetro n 73/ QUALIFICAÇÃO DE AUDITORES 7.1 A qualificação dos auditores e especialistas deve atender aos requisitos estabelecidos nas normas ABNT NBR ISO e ABNT NBR Visando a implementação da certificação do no âmbito do SBAC, ficam estabelecidas disposições transitórias que permitam o ingresso de profissionais que não atendam a todos os critérios de qualificação para auditor do e para auditor da equipe de auditores de 7.3 Estas condições prevêem níveis crescentes de exigências a cada semestre, sendo que, após 36 meses da entrada em vigor do presente Regulamento, serão válidos apenas os requisitos descritos nas Normas ABNT NBR e NBR ISO No período de transição são aceitos profissionais que atendem aos requisitos estabelecidos nas tabelas 1 e 2 do Anexo B. 7.5 O deve atender, também, ao Código de Ética de Auditores de disposto no Anexo C. 4

6 8 OBRIGAÇOES DA EMPRESA 8.1 Atender todas as condições estabelecidas na norma ABNT NBR 15331, nas disposições legais e nas disposições contratuais referentes à obtenção e/ou manutenção da Certificação, independente de sua transcrição. 8.2 Atender as decisões pertinentes à Certificação tomadas pelo OTA, recorrendo, em última instância, ao Inmetro, nos casos de reclamações e apelações. 8.3 Facilitar ao OTA ou ao seu contratado, mediante comprovação desta condição, os trabalhos de auditoria e acompanhamento e de outras atividades de certificação previstas neste Regulamento. 8.4 Manter as condições técnico-organizacionais que serviram de base para a obtenção da certificação, informando previamente ao OTA sobre qualquer modificação que possa afetar essas condições. 8.5 Submeter previamente ao OTA todo o material de divulgação que faça referência à certificação do sistema de gestão da segurança em turismo de aventura. 8.6 A empresa deve comunicar corretamente, tanto ao público interno quanto ao externo, o significado da certificação do sistema de gestão da segurança do turismo de aventura. 8.7 A empresa não pode, em nenhuma hipótese, associar a certificação do sistema de gestão da segurança em turismo de aventura com a conformidade de outros sítios que não aqueles que foram certificados; 8.8 A empresa deve, ao fazer referência à certificação obtida, deixar claro o seu significado, isto é, que ela possui um sistema de gestão da segurança em turismo de aventura em conformidade com a norma ABNT NBR OBRIGAÇÕES DO OTA 9.1 Incluir em seus procedimentos prescrições determinando que, ao solicitar a certificação, as organizações devem ter uma declaração formal das pendências legais existentes, comprometendo-se a cumpri-las no prazo determinado com o órgão regulador pertinente; 9.2 Implementar o Programa de Avaliação da Conformidade, previsto neste Regulamento, conforme os requisitos aqui estabelecidos, dirimindo obrigatoriamente as dúvidas com o Inmetro. 9.3 Responsabilizar-se pela implementação do Programa de Avaliação da Conformidade definido neste Regulamento. 10 OBRIGAÇÕES DO INMETRO 10.1 O Inmetro se obriga a manter a regularidade e o cumprimento do Programa de Avaliação da Conformidade Criar mecanismos que permitam o integral cumprimento do presente Regulamento, como acreditação de Organismo de Certificação de Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura 10.3 Prestar os esclarecimentos necessários ao OTA e, quando necessário à empresa certificada, para a consecução dos objetivos do Programa de Avaliação da Conformidade. 5

7 ANEXO A - SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO ÂMBITO DO SBAC O selo estabelecido pelo Inmetro, contendo a identificação da conformidade no âmbito do SBAC, conforme figura abaixo, deverá ser colocado em local de fácil visualização no certificado. FIGURA 1 SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE 6

8 ANEXO B DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS TABELA 1 AUDITOR DE SISTEMA DE GESTÃO DA SEGURANÇA EM TURISMO DE AVENTURA Ano/Semestre 2006/2 2007/1 2007/2 2008/1 2008/2 2009/1 Requisito Educação Idem aos requisitos da ABNT NBR Atributos e habilidades pessoais Idem aos requisitos da ABNT NBR Experiência Profissional Idem aos requisitos da ABNT NBR Experiência Profissional 3 meses do 6 meses do 9 meses do em, segundo a ABNT NBR (nota a) Sem exigência Treinamento em auditoria e treinamento para auditores de sistemas de gestão da segurança em turismo de aventura Experiência em auditoria 1 ano do 1 ano e ½ do Curso de 40h de auditores de SGQ ou SGA mais curso de 24h sobre a norma ABNT NBR ou Curso de 40h de auditor de 20 dias 20 dias 20 dias e ter atuado em 1 auditoria em (nota b) 15 dias e ter atuado em 1 auditoria em mínimo, 5 dias (nota b) 10 dias e ter atuado em 2 em mínimo, 10 dias (nota b) 5 dias e ter atuado em 3 auditoria em mínimo 15 dias (nota b) Nota a) Nota b) Entende-se como o trabalho em operadoras, treinamento, vivência acadêmica, em pesquisas, defesa de teses, consultoria, publicação de trabalhos relacionados ao segmento a ser auditado. Participação em de é como auditor em treinamento. 7

9 TABELA 2 AUDITOR LÍDER DE SISTEMA DE GESTÃO DA SEGURANÇA EM TURISMO DE AVENTURA Ano/Semestre 2006/2 2007/1 2007/2 2008/1 2008/2 2009/1 Requisito Educação Idem aos requisitos da ABNT NBR Atributos e habilidades pessoais Idem aos requisitos da ABNT NBR Experiência Profissional Idem aos requisitos da ABNT NBR Experiência Profissional 3 meses do 9 meses do 6 meses do total em, segundo a Sem da ABNT NBR (nota exigência a) Treinamento em auditoria e treinamento para auditores de sistemas de gestão da segurança em turismo de aventura Experiência em auditoria 1 ano do 1 ano e ½ do Curso de 40h de auditores de SGQ ou SGA mais curso de 24h sobre a norma ABNT NBR ou Curso de 40h de auditor de SGA e ter atuado como em 2 de SGQ ou SGA SGA e ter atuado como em 2 de SGQ ou SGA em SGQ ou SGA e Ter atuado como em 1 auditoria de SGQ ou SGA e pelo menos 1 auditoria SGS TA mínimo, 5 dias atuando como supervisionado atuado como em pelo menos 2 mínimo, 8 dias atuado como em pelo menos 2 mínimo, 10 dias atuado como em pelo menos 3 mínimo 13 dias Nota a) Entende-se como o trabalho em operadoras, treinamento, vivência acadêmica, em pesquisas, defesa de teses, consultoria, publicação de trabalhos relacionados ao segmento a ser auditado. 8

10 ANEXO C CÓDIGO DE ÉTICA DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO DA SEGURANÇA EM TURISMO DE AVENTURA 1 Agir mente de maneira precisa e livre de tendências. 2 Empenhar-se para o aumento da competência e do prestígio da função de auditor de Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura. 3 Apoiar os colegas de trabalho ou que estiverem sob sua supervisão, no desenvolvimento de habilidades em Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura e Auditorias. 4 Não representar interesses conflitantes, bem como declarar para seus clientes ou empregadores quaisquer relacionamentos que possam influenciar os seus julgamentos. 5 Não divulgar qualquer informação relativa à auditoria, a menos que autorizado por escrito pelo auditado e pelo organismo de certificação em Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura. 6 Não aceitar qualquer incentivo, comissão, presente ou outros benefícios das organizações auditadas, de seus empregados ou de quaisquer grupos de interesse ou ser conivente com colegas que os aceitem. 7 Não comunicar intencionalmente informação falsa ou enganosa que possa comprometer a integridade de qualquer auditoria ou do processo de certificação em Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura. 8 Não agir de maneira que possa vir a prejudicar a reputação do organismo de certificação em Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura ou do processo de certificação. 9 Prestar total cooperação nas investigações, na eventualidade de descumprimento deste código. 9

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