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2 Revista de Imprensa (PT) - Açores 9 Online, , CGTP acusa Governo e troika de violação dos direitos humanos Jornal Açores (PT) - Açores 9 Online, , Comissão acusa sindicalistas de não cumprirem orientações da CGTP Jornal Açores (PT) - Açores 9 Online, , Regulamento de acordo de trabalho a funcionários públicos não sindicalizados Jornal Açores (PT) - Diário Digital Castelo Branco Online, , Município participa em conferência sobre produção e emprego 5 5. (PT) - Geice FM Online, , Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros revoltada com mudança de discurso do Sindicato dos Metalúrgicos 6 6. (PT) - Geice FM Online, , Estaleiros: Comissão de Trabalhadores reúne hoje com líder da CGTP 7 7. (PT) - i Online, , Catarina Martins diz que o governo está a levar o "medo" às empresas 8 8. (PT) - Porto Canal Online, , CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante 9 9. (PT) - Porto Canal Online, , Comissão de trabalhadores dos ENVC acusa sindicalistas de não cumprirem orientações da CGTP (PT) - Portugal News - Better News Online, , CGTP acusa Governo e troika de violação dos direitos humanos (PT) - Público Online, , Governo aprova critérios para os despedimentos sem acordo da UGT e da CIP (PT) - Açores 9 Online, , Regulamento extensão de acordo de trabalho a funcionários públicos não sindicalizados Jornal Açores (PT) - Baluarte de Santa Maria Online, , Governo dos Açores regulamenta extensão de acordo de trabalho a funcionários públicos não sindicalizados (PT) - Bola Online, , Pires de Lima participa em conselho estratégico empresarial (PT) - Cidade Viva Online, , Conselho Estratégico Empresarial tem esta 4ª a sua primeira reunião (PT) - Correio da Manhã Online, , Concertação: Mudanças na lei para despedir (PT) - Destak.pt, , CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante (PT) - Diário Digital Online - Dinheiro Digital Online, , CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante Economia Dinheiro Digital (PT) - Empresa Directo.com, , CGTP acusa Governo e troika de violação dos direitos humanos (PT) - Expresso Online, , CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante (PT) - Jornal Diário.com, , Acordo estende-se aos não sindicalizados 22

3 22. (PT) - Local.pt Online, , Governo dos Açores regulament?a extensão de acordo de trabalho a funcionári?os públicos não sindicaliz?ados (PT) - MSN Online, , CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante (PT) - Notícias ao Minuto Online, , Noticias ao Minuto - CGTP acusa Governo e troika de violação dos direitos humanos (PT) - Notícias ao Minuto Online, , Noticias ao Minuto - CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante (PT) - Notícias ao Minuto Online, , Noticias ao Minuto - Comissão acusa sindicalistas de não cumprirem orientações da CGTP (PT) - Notícias ao Minuto Online, , Noticias ao Minuto - Conselho Empresarial tem um ano para mostrar resultados (PT) - Portal do Governo dos Açores Online, , Governo dos Açores regulamenta extensão de acordo de trabalho a funcionários públicos não sindicalizados (PT) - Público Online, , Conselho Estratégico Empresarial tem um ano para mostrar resultados em Sintra (PT) - Público Online, , CT dos Estaleiros reabre guerra com o ministro da Defesa à margem dos sindicatos (PT) - Público Online, , Mercado de trabalho mantém "deterioração profunda", diz CGTP (PT) - Rádio Ocidente.pt, , CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante (PT) - Rádio Ocidente.pt, , Pires de Lima no próximo Conselho Estratégico Empresarial de Sintra (PT) - Rádio RDS-87.6FM Online, , Câmara de Sintra junta empresários e sindicatos para facilitar investimento (PT) - RTP Online, , CGTP convoca marcha de protesto para 27 de fevereiro (PT) - RTP Online, , CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante (PT) - Sapo Online, , CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante (PT) - SIC Notícias Online, , CGTP acusa o Governo e a troika de violação dos direitos humanos (PT) - SIC Notícias Online, , CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante (PT) - TVI 24 Online, , CGTP acusa Governo e troika de violação dos direitos humanos (PT) - Visão Online, , CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante 43

4 A1 CGTP acusa Governo e troika de violação dos direitos humanos Jornal Açores 9 Tipo Internet Data Publicação: Açores 9 Online A CGTP acusou hoje o Governo português e a 'troika' de violarem os direitos humanos ao imporem uma austeridade que retira à população condições de vida dignas e apelou à participação nas manifestações que estão marcadas para dia h59-05 de Fevereiro de 2014 "Assistimos a um problema muito complicado em Portugal: a violação dos direitos humanos", disse em conferência de imprensa o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos. Arménio Carlos referiu que Portugal ratificou a Declaração dos Direitos Humanos, que estipula que todas as pessoas devem ter um mínimo de condições para ter uma vida digna, mas não a cumpre, pois atualmente muitas crianças vão para a escola com fome, muitos desempregados não têm qualquer proteção social e muitos idosos não têm dinheiro para medicamentos". "Ao violarem reiteradamente os direitos fundamentais consagrados na Constituição da República Portuguesa, muitas medidas do Governo afrontam também, direta ou indiretamente, pelas suas consequências, instrumentos jurídicos internacionais a que o país se encontra veiculado", disse o sindicalista, reafirmando a necessidade de demissão do executivo. Arménio Carlos prometeu que no próximo encontro com a 'troika', no âmbito da próxima avaliação a Portugal, a CGTP dará conta da sua posição à Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional. "Iremos dizer-lhes que as políticas impostas pela 'troika' e pelo Governo estão a violar os direitos humanos, porque o não acesso a cuidados de saúde, à proteção social e a uma alimentação digna representa um crime contra a humanidade", disse aos jornalistas. O sindicalista apelou aos portugueses para que não se resignem e exijam novas políticas para o país, participando nas marchas de protesto que se realizam em Lisboa e no Porto no dia 27. Página 1

5 A2 Comissão acusa sindicalistas de não cumprirem orientações da CGTP Jornal Açores 9 Tipo Internet Data Publicação: Açores 9 Online Os elementos da Comissão de Trabalhadores (CT) dos estaleiros de Viana reúnem-se quinta-feira com o secretário-geral da CGTP, acusando os representantes sindicais locais, que têm negociado com a tutela, de não seguirem as orientações da intersindical. 18h26-05 de Fevereiro de 2014 Em causa estão contactos, nos últimos dias, entre os dirigentes da União de Sindicatos de Viana do Castelo (USVC) e do Sindicato dos Metalúrgicos, afetos à CGTP, com o ministro da Defesa, mandatados pelos trabalhadores, descritos como uma tentativa de minimizar o impacto social do fecho da empresa. "Nós, trabalhadores, ficámos completamente estupefactos com a atitude dos dirigentes sindicais nas reuniões que eles tiveram com o ministro da Defesa. O sindicato precisa de pessoas que lutem pelas empresas e pelo posto de trabalho e que sigam a orientação da sua intersindical e isso não aconteceu", disse hoje o coordenador da CT dos estaleiros. António Costa afirma que no plenário de 27 de janeiro, estes representantes sindicais, liderados por dois trabalhadores da empresa, foram "legitimados" para "simples reuniões de abordagem" e "não negociações como as que se vieram a concretizar". "Os trabalhadores sentem-se traídos", afirma o responsável pela CT dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC). Já Branco Viana, coordenador da USVC e que nos últimos dias tem liderado estes contactos, recorda que a intervenção sindical resultou de uma moção aprovada em plenário de trabalhadores dos ENVC, com "toda a transparência" e "apenas" dois votos contra e quatro abstenções. "Fomos mandatados pelos trabalhadores para o fazer e esta posição só demonstra que o senhor António Costa não aceita a democracia dentro da empresa. Não é por acaso que dois membros da CT já se demitiram", acusou Branco Viana, em declarações à Lusa. Entretanto, o plano social lançado pela administração dos estaleiros, no âmbito do encerramento da empresa e do despedimento dos 609 trabalhadores, acaba de ser revisto e prolongado até 21 de fevereiro, incorporando sugestões apresentadas pelos representantes sindicais à tutela. Estes "desenvolvimentos", de acordo com António Costa, serão discutidos em Lisboa, esta quintafeira, a partir das 15:00, com o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, e com os serviços jurídicos da intersindical. A CT convocou ainda para a próxima segunda-feira, às 15:30, um plenário de trabalhadores, a realizar na empresa, para, entre outros assuntos, discutir este caso. "Deixámos bem claro que a CT está aqui para lutar pelos direitos dos trabalhadores e pela manutenção dos estaleiros no setor empresarial do Estado. É esse o caminho que os trabalhadores vão continuar a fazer", enfatizou António Costa, apelando à demissão destes elementos sindicais. Durante a tarde, a CT recebeu representantes sindicais de Lisboa, liderados pelo coordenador da Página 2

6 comissão de trabalhadores da Auto Europa, António Chora, que se mostraram "solidários" com a "luta" pela manutenção dos ENVC enquanto empresa pública, contestando igualmente a subconcessão ao grupo Martifer. Página 3

7 A4 Regulamento de acordo de trabalho a funcionários públicos não sindicalizados Jornal Açores 9 Tipo Internet Data Publicação: Açores 9 Online O Governo dos Açores já concluiu o projeto de regulamento de extensão visando estender aos trabalhadores não sindicalizados da Administração Regional os acordos coletivos de trabalho que celebrou com o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA), filiado na CGTPIN. 09h03-05 de Fevereiro de 2014 Logo que estes acordos sejam publicados no Diário da República e, consequentemente, entrem em vigor, o projeto de regulamento de extensão, seguindo os trâmites legais, será disponibilizado publicamente durante 15 dias no Diário da República, a fim de se salvaguardar a consulta pública pelos interessados com legitimidade para o efeito. Depois desta formalidade, e não havendo oposição, o regulamento de extensão será de imediato publicado, ficando então os trabalhadores não filiados naquela ou em qualquer outra organização sindical igualmente abrangidos pelos acordos coletivos de trabalho entretanto celebrados. Com esta medida, e conforme compromisso publicamente assumido, o Governo dos Açores assegura que os trabalhadores da Administração Pública Regional que não sejam sindicalizados possam aderir individualmente ao acordo coletivo de trabalho celebrado com o STFPSSRA e assim beneficiarem automaticamente deste acordo. Nos termos dos acordos firmados a 27 de janeiro, os trabalhadores da Administração Pública Regional retomarão o horário de 35 horas semanais, tendo ficado também definido que, até ao limite das 200 horas por ano, a Administração Pública Regional possa assegurar que os trabalhadores ultrapassem as sete horas de trabalho por dia para fazer face a aumentos pontuais ou sazonais de horário, sem pagamento de horas extraordinárias, sendo o aumento de trabalho diário compensado com a correspondente redução adicional de horas de trabalho em períodos de menor necessidade de recursos humanos. Estas medidas permitem aos trabalhadores assegurar um horário de trabalho semanal que, no conjunto do ano, não será superior a 35 horas semanais e asseguram à administração pública dos Açores uma gestão mais flexível, eficaz e eficiente dos recursos humanos, sem acréscimo de encargos. Página 4

8 A5 Município participa em conferência sobre produção e emprego Tipo Internet Data Publicação: Diário Digital Castelo Branco Online A Escola Superior de Gestão do IPCB, em Idanha-a-Nova, acolheu na semana passada uma sessão da Conferência "Produção e Emprego - O Futuro do Distrito de Castelo Branco". A ação foi promovida pela União dos Sindicatos de Castelo BrancoCGTP-IN que, no âmbito da preparação do seu 7º Congresso, tem recolhido contributos para definição de orientações para o desenvolvimento do distrito. Esta iniciativa de reflexão contou com a participação de Luís Garra, coordenador da União dos Sindicatos, de António Fernandes de Matos, docente do departamento de Gestão e Economia da Universidade da Beira Interior, de António Gil em representação da CDU, e da vice-presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Idalina Costa, convidada para proferir a primeira intervenção após a abertura dos trabalhos. A autarca refletiu sobre a situação económica e social da região para, em seguida, perspetivar as principais linhas de orientação para o futuro. "Estamos numa região fortemente penalizada pelas grandes assimetrias entre litoral e interior, ainda mais fragilizada pela visão numérica do nosso Estado", referiu Idalina Costa, realçando o encerramento de vários serviços públicos tendo por base a estatística da sua utilização. A autarquia luta, porém, por "contrariar estas realidades" e incentivar a produção, de modo a criar "riqueza e emprego", continuou a vice-presidente da Câmara de Idanha-a-Nova. Implementar políticas que propiciem a criação de emprego, apoiar as micro, pequenas e médias empresas, valorizar e aproveitar os recursos naturais da região, apoiar as áreas da agricultura, pecuária, artes, ensino e cultura são algumas das estratégias do município para combater a crise e a falta de emprego. Idalina Costa deu o exemplo de projetos como a Incubadora de Empresas de Base Rural, que alberga 45 novos empresários, e o Centro Logístico Agroalimentar do Ladoeiro que lhe serve de complemento. Foram também destacadas a Incubadora de Indústrias Criativas, o sector do turismo e a iniciativa Terras de Idanha, marca registada pela autarquia para promover os produtos típicos do concelho. Página 5

9 A6 Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros revoltada com mudança de discurso do Sindicato dos Metalúrgicos Tipo Internet Data Publicação: Geice FM Online Esta quarta-feira, António Costa, porta-voz da Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, mostrou-se revoltado com a mudança de discurso do Sindicato dos Metalúrgicos de Viana, que é dirigido por Branco Viana, sindicalista que acumula ainda a função de líder da União de Sindicatos vianense. "Ficamos completamente estupefactos com a atitude dos dirigentes sindicais do Sindicato dos Metalúrgicos de Viana do Castelo, nas reuniões que eles tiveram com o Ministro da Defesa", admitiu o líder da Comissão de Trabalhadores". "Nada daquilo era expectável", admite o responsável, dizendo que os trabalhadores apenas tinham mandatado o Sindicato dos Metalúrgicos para "simples reuniões de abordagem" com José Pedro Aguiar-Branco, e não "reuniões negociais". Por isso, garante que a Comissão de Trabalhadores continua a lutar pelos ENVC como empresa do Estado. "Os trabalhadores sentem-se traídos", afirma. Recorde-se que, na passada semana, Branco Viana, líder do Sindicato dos Metalúrgicos vianense, reuniu duas vezes com o Ministro da Defesa e um desses encontros serviu para apresentar sugestões para a elaboração de um Plano Social que faz parte das rescisões amigáveis em curso. À Geice, depois do primeiro encontro com o Ministro, Branco Viana disse que José Pedro Aguiar-Branco referiu que "a situação é irreversível, a subconcessão está feita" e a extinção dos Estaleiros "é um caso arrumado". Depois, no segundo encontro, o dirigente sindical negociou algumas condições do Plano Social com o governante, incluindo apoios adicionais para os trabalhadores mais jovens, os trabalhadores deficientes ou com filhos deficientes, e ainda os casais. António Costa mostra-se revoltado com o facto de o Sindicato de Metalúrgicos ter entrado em negociações com o Ministro enquanto a Comissão de Trabalhadores estava em Bruxelas a reunir com representantes do Comissário Europeu da Concorrência, Joaquín Almunia. Por isso mesmo, o representante dos trabalhadores acredita que o dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos "se tivesse dignidade" deveria ter colocado o lugar à disposição. Acusa Branco Viana de não estar a lutar pelos postos de trabalho e de não estar a respeitar as indicações da CGTP. António Costa diz que o Sindicato dos Metalúrgicos agiu em "total dissonância" com as orientações da intersindical e vai dizer isso mesmo a Arménio Carlos, numa reunião agendada para esta quinta-feira. Um elemento da Comissão de Trabalhadores dos ENVC pediu esta terça-feira a demissão como membro da Comissão de Trabalhadores e também da função de delegado sindical, por causa destas divergências. António Costa garante, apesar de tudo, que não há divisão entre os trabalhadores. Na próxima segunda-feira, a Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros promove um plenário geral de trabalhadores para falar sobre estes novos desenvolvimentos. Página 6

10 A7 Estaleiros: Comissão de Trabalhadores reúne hoje com líder da CGTP Tipo Internet Data Publicação: Geice FM Online Esta quinta-feira, pelas 15 horas, a Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) reúne em Lisboa com Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP. António Costa, portavoz da Comissão de Trabalhadores da empresa de construção naval, afirma que vai confrontar Arménio Carlos com a mudança de atitude do Sindicato dos Metalúrgicos de Viana, que é dirigido por Branco Viana, sindicalista que acumula ainda a função de líder da União de Sindicatos vianense. O trabalhador diz ter ficado estupefacto com o facto de Branco Viana ter negociado com o Ministro da Defesa algumas das condições do Plano Social que foi criado pela administração dos ENVC, para incentivar as rescisões amigáveis. "Nada daquilo era expectável", acusou António Costa, dizendo que os trabalhadores apenas tinham mandatado o Sindicato dos Metalúrgicos para "simples reuniões de abordagem" com José Pedro Aguiar-Branco, e não "reuniões negociais". Acusa Branco Viana de não estar a lutar pelos postos de trabalho e de não estar a respeitar as indicações da CGTP. Na sexta-feira de manhã, uma delegação do Bloco de Esquerda visita a empresa vianense. Depois, na próxima segunda-feira, pelas 15:30, realiza-se novo plenário geral de trabalhadores. António Costa acredita que ainda é possível reverter o processo de subconcessão dos Estaleiros Navais de Viana. "Há muitas coisas que podem pôr em causa este processo da subconcessão", referiu o trabalhador, referindo-se, por exemplo, à Comissão de Inquérito que vai analisar todo o processo. "Os trabalhadores querem trabalho, não querem indemnizações", rematou. Página 7

11 A8 Catarina Martins diz que o governo está a levar o "medo" às empresas Tipo Internet Data Publicação: i Online Por publicado em 1 Fev :14 A CGTP-IN promove hoje manifestações em todos os distritos do país em protesto contra o agravamento da austeridade e o empobrecimento da população A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, que esta tarde participou na manifestação da CGTP-IN, em Lisboa, disse à agência Lusa que o Governo está a levar o "medo" aos locais de trabalho. "O que nós vemos é que o programa de ajustamento é uma desculpa da direita para retirar direitos ao trabalho e hoje, quando o Governo faz propostas atrás de propostas para que os despedimentos sejam sem justa causa - tal como conhecemos -, há essa nova proposta sobre a avaliação de desempenho que nem sequer existe na maior parte das empresas", disse Catarina Martins. Para a dirigente do BE, isto significa que, "de uma forma arbitrária e em função do chefe do momento, voltamos ao baixo salário e à época do medo em que não há democracia nos locais de trabalho". Segundo Catarina Martins, continuam a ser destruídos postos de trabalho de 35 e 40 horas semanais e os "únicos postos que estão a crescer" são os estágios, e o subemprego. "O Governo e a 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia) disseram que era preciso um programa de ajustamento para resolver os problemas estruturais do país e a verdade é que chegamos agora - quase três anos depois - e nenhum problema estrutural foi resolvido. Pelo contrário, todos se agravaram", acrescentou. Catarina Martins disse, ainda, que a precariedade é a regra, que muita gente é obrigada a emigrar. "Portugal tem hoje maior défice de educacional do que tinha, tem hoje menos emprego e menos salários, tem menor proteção social, tem mais desigualdade e o que o programa de ajustamento fez foi destruir em menos de três anos o equivalente a quase uma década", disse à Lusa a dirigente do BE que acompanhou a marcha da CGTP-IN em Lisboa. A marcha, na capital, em que participaram milhares de pessoas já chegou junto do palco que está instalado na Praça dos Restauradores, uma hora depois de ter deixado o ponto de concentração no Cais do Sodré. A CGTP-IN promove hoje manifestações em todos os distritos do país em protesto contra o agravamento da austeridade e o empobrecimento da população e para exigir novas políticas económicas e sociais. Página 8

12 A9 CGTP diz que desemprego continua a ser preocupante Tipo Internet Data Publicação: Porto Canal Online Lisboa, 05 fev (Lusa) -- A CGTP considerou hoje que o desemprego continua a ser preocupante em Portugal e que os dados do INE relativos ao último trimestre de 2013 devem ser contextualizados, tendo em conta a destruição de emprego verificada ao longo do ano. "Quando se fala em desemprego não se deve ficar só pela avaliação dos dados do último trimestre, pois ao longo de 2013 houve uma significativa destruição de emprego. Não estamos perante uma situação vantajosa porque não há criação líquida de emprego", disse o secretário-geral da Intersindical, Arménio Carlos, em conferência de imprensa. Segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de desemprego em Portugal foi de 15,3% no quarto trimestre do ano passado, 0,3 pontos percentuais abaixo do trimestre anterior e menos 1,6 pontos que no mesmo período de De acordo com os mesmos dados, entre outubro e dezembro de 2013 a população desempregada era de 826,7 mil pessoas, o que representa uma diminuição homóloga de 10,5% e uma diminuição trimestral de 1,4% (menos 96,5 mil e menos 11,9 mil pessoas, respetivamente). Neste período, a população empregada era de 4,56 milhões de pessoas, o que traduz um aumento homólogo de 0,7% e um aumento trimestral de 0,2% (mais 29,7 mil e mais 7,9 mil pessoas, respetivamente). Para a CGTP, os dados divulgados pelo INE não contrariam a "deterioração profunda no mercado de trabalho", registada nos últimos anos. Segundo a central sindical, cujos cálculos se basearam em dados do INE, entre 2008 e 2013 perderam-se 685 mil empregos. RRA ATR LusaFim Página 9

13 A10 Comissão de trabalhadores dos ENVC acusa sindicalistas de não cumprirem orientações da CGTP Tipo Internet Data Publicação: Porto Canal Online Comissão de trabalhadores dos ENVC acusa sindicalistas de não cumprirem orientações da CGTP Os elementos da Comissão de Trabalhadores (CT) dos estaleiros de Viana reúnem-se quinta-feira com o secretário-geral da CGTP, acusando os representantes sindicais locais, que têm negociado com a tutela, de não seguirem as orientações da intersindical. Em causa estão contactos, nos últimos dias, entre os dirigentes da União de Sindicatos de Viana do Castelo (USVC) e do Sindicato dos Metalúrgicos, afetos à CGTP, com o ministro da Defesa, mandatados pelos trabalhadores, descritos como uma tentativa de minimizar o impacto social do fecho da empresa. "Nós, trabalhadores, ficámos completamente estupefactos com a atitude dos dirigentes sindicais nas reuniões que eles tiveram com o ministro da Defesa. O sindicato precisa de pessoas que lutem pelas empresas e pelo posto de trabalho e que sigam a orientação da sua intersindical e isso não aconteceu", disse hoje o coordenador da CT dos estaleiros. António Costa afirma que no plenário de 27 de janeiro, estes representantes sindicais, liderados por dois trabalhadores da empresa, foram "legitimados" para "simples reuniões de abordagem" e "não negociações como as que se vieram a concretizar". "Os trabalhadores sentem-se traídos", afirma o responsável pela CT dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC). Já Branco Viana, coordenador da USVC e que nos últimos dias tem liderado estes contactos, recorda que a intervenção sindical resultou de uma moção aprovada em plenário de trabalhadores dos ENVC, com "toda a transparência" e "apenas" dois votos contra e quatro abstenções. "Fomos mandatados pelos trabalhadores para o fazer e esta posição só demonstra que o senhor António Costa não aceita a democracia dentro da empresa. Não é por acaso que dois membros da CT já se demitiram", acusou Branco Viana, em declarações à Lusa. Entretanto, o plano social lançado pela administração dos estaleiros, no âmbito do encerramento da empresa e do despedimento dos 609 trabalhadores, acaba de ser revisto e prolongado até 21 de fevereiro, incorporando sugestões apresentadas pelos representantes sindicais à tutela. Estes "desenvolvimentos", de acordo com António Costa, serão discutidos em Lisboa, esta quinta-feira, a partir das 15:00, com o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, e com os serviços jurídicos da intersindical. A CT convocou ainda para a próxima segundafeira, às 15:30, um plenário de trabalhadores, a realizar na empresa, para, entre outros assuntos, discutir este caso. "Deixámos bem claro que a CT está aqui para lutar pelos direitos dos trabalhadores e pela manutenção dos estaleiros no setor empresarial do Estado. É esse o caminho que os trabalhadores vão continuar a fazer", enfatizou António Costa, apelando à demissão destes elementos sindicais. Durante a tarde, a CT recebeu representantes sindicais de Lisboa, liderados pelo coordenador da comissão de trabalhadores da Auto Europa, António Chora, que se mostraram "solidários" com a "luta" pela manutenção dos ENVC enquanto empresa pública, contestando igualmente a subconcessão ao grupo Martifer. Página 10

14 A11 CGTP acusa Governo e troika de violação dos direitos humanos Tipo Internet Data Publicação: Portugal News - Better News Online O sindicalista apelou aos portugueses para que não se resignem e exijam novas políticas para o país, participando nas marchas de protesto que se realizam em Lisboa e no Porto no dia 27 A CGTP acusou hoje o Governo português e a 'troika' de violarem os direitos humanos ao imporem uma austeridade que retira à população condições de vida dignas e apelou à participação nas manifestações que estão marcadas para dia 27. "Assistimos a um problema muito complicado em Portugal: a violação dos direitos humanos", disse em conferência de imprensa o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos. Arménio Carlos referiu que Portugal ratificou a Declaração dos Direitos Humanos, que estipula que todas as pessoas devem ter um mínimo de condições para ter uma vida digna, mas não a cumpre, pois atualmente muitas crianças vão para a escola com fome, muitos desempregados não têm qualquer proteção social e muitos idosos não têm dinheiro para medicamentos". "Ao violarem reiteradamente os direitos fundamentais consagrados na Constituição da República Portuguesa, muitas medidas do Governo afrontam também, direta ou indiretamente, pelas suas consequências, instrumentos jurídicos internacionais a que o país se encontra veiculado", disse o sindicalista, reafirmando a necessidade de demissão do executivo. Arménio Carlos prometeu que no próximo encontro com a 'troika', no âmbito da próxima avaliação a Portugal, a CGTP dará conta da sua posição à Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional. "Iremos dizer-lhes que as políticas impostas pela 'troika' e pelo Governo estão a violar os direitos humanos, porque o não acesso a cuidados de saúde, à proteção social e a uma alimentação digna representa um crime contra a humanidade", disse aos jornalistas. O sindicalista apelou aos portugueses para que não se resignem e exijam novas políticas para o país, participando nas marchas de protesto que se realizam em Lisboa e no Porto no dia 27. *Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa Agência Lusa Ler mais: CGTP acusa Governo e troika de violação dos direitos humanos Página 11

15 A12 Governo aprova critérios para os despedimentos sem acordo da UGT e da CIP Tipo Internet Data Publicação: Público Online Autores: Raquel Martins O Governo aprova esta quinta-feira uma nova proposta com os critérios que devem ser utilizados pelas empresas quando pretendem despedir um trabalhador por extinção de posto de trabalho. Ao que o PÚBLICO apurou, uma das alterações feitas ao documento passa por clarificar o critério da avaliação de desempenho - uma das exigências da UGT - mas ontem ao final do dia a perspectiva de um acordo com todos os parceiros sociais que assinaram o acordo de concertação de 2012 não era clara. Em cima da mesa está a reformulação do artigo que estabelece os requisitos do despedimento por extinção de posto de trabalho. A proposta que saiu da concertação social é que a empresa, quando extingue um posto de trabalho e tem de escolher o trabalhador a despedir, observe seis critérios, respeitando uma ordem. O primeiro critério tem em conta a pior avaliação de desempenho. Seguemse depois as menores habilitações académicas e profissionais; o maior custo pela manutenção do vínculo laboral do trabalhador para a empresa; a menor experiência na função; a menor antiguidade na empresa e a menos débil situação económica e familiar. Porém, a UGT exigia a clarificação do primeiro critério e fazia depender o seu acordo da exclusão do custo e da situação económica e familiar. Já a Confederação Empresarial de Portuga (CIP) defendia a primeira versão do artigo, em que não havia qualquer hierarquia e exigia a discussão de outras matérias, como o pagamento do trabalho extraordinário. O objectivo da CIP era repor o equilíbrio do acordo de concertação assinado em 2012, "posto em causa pelo acórdão do Tribunal Constitucional" que chumbou a norma do Código do Trabalho que previa que o empregador podia decidir os critérios desde que fossem relevantes e não discriminatórios. Ontem, ao final do dia, fonte da UGT disse ao PÚBLICO que não havia condições para um acordo, sinalizando que nem todas as reivindicações foram atendidas. Posição semelhante tinha António Saraiva, presidente da CIP. Em declarações ao PÚBLICO, o dirigente da confederação destacou que as conversas bilaterais que ocorreram nos últimos dias não permitiram chegar a um compromisso. "Enquanto a UGT estava preocupada com os critérios, a CIP entende que os critérios são importantes, mas não são matéria essencial". Para António Saraiva deviam ter sido discutidos outros temas igualmente chumbados pelo Tribunal Constitucional e que têm um impacto "significativo" e "permanente" na vida das empresas, como é o caso do pagamento do trabalho extraordinário, que em Agosto volta a obedecer às tabelas previstas nos contratos colectivos. No final da reunião de concertação social da semana passada, apenas a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal se pronunciou sobre a proposta do Governo, manifestando-lhe o seu apoio. As restantes confederações não tomaram posição pública e a CGTP, que não assinou o acordo de 2012, opõe-se à proposta, por considerar que deve manter-se em vigor a norma que determina que o critério para a esoclha do trabalhador deve ter por base a antiguidade :16 Raquel Martins Página 12

16 A13 Regulamento extensão de acordo de trabalho a funcionários públicos não sindicalizados Jornal Açores 9 Tipo Internet Data Publicação: Açores 9 Online O Governo dos Açores já concluiu o projeto de regulamento de extensão visando estender aos trabalhadores não sindicalizados da Administração Regional os acordos coletivos de trabalho que celebrou com o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA), filiado na CGTPIN. 09h03-05 de Fevereiro de 2014 Logo que estes acordos sejam publicados no Diário da República e, consequentemente, entrem em vigor, o projeto de regulamento de extensão, seguindo os trâmites legais, será disponibilizado publicamente durante 15 dias no Diário da República, a fim de se salvaguardar a consulta pública pelos interessados com legitimidade para o efeito. Depois desta formalidade, e não havendo oposição, o regulamento de extensão será de imediato publicado, ficando então os trabalhadores não filiados naquela ou em qualquer outra organização sindical igualmente abrangidos pelos acordos coletivos de trabalho entretanto celebrados. Com esta medida, e conforme compromisso publicamente assumido, o Governo dos Açores assegura que os trabalhadores da Administração Pública Regional que não sejam sindicalizados possam aderir individualmente ao acordo coletivo de trabalho celebrado com o STFPSSRA e assim beneficiarem automaticamente deste acordo. Nos termos dos acordos firmados a 27 de janeiro, os trabalhadores da Administração Pública Regional retomarão o horário de 35 horas semanais, tendo ficado também definido que, até ao limite das 200 horas por ano, a Administração Pública Regional possa assegurar que os trabalhadores ultrapassem as sete horas de trabalho por dia para fazer face a aumentos pontuais ou sazonais de horário, sem pagamento de horas extraordinárias, sendo o aumento de trabalho diário compensado com a correspondente redução adicional de horas de trabalho em períodos de menor necessidade de recursos humanos. Estas medidas permitem aos trabalhadores assegurar um horário de trabalho semanal que, no conjunto do ano, não será superior a 35 horas semanais e asseguram à administração pública dos Açores uma gestão mais flexível, eficaz e eficiente dos recursos humanos, sem acréscimo de encargos. Página 13

17 A14 Governo dos Açores regulamenta extensão de acordo de trabalho a funcionários públicos não sindicalizados Tipo Internet Data Publicação: Baluarte de Santa Maria Online Governo dos Açores regulamenta extensão de acordo de trabalho a funcionários públicos não sindicalizados O Governo dos Açores já concluiu o projeto de regulamento de extensão visando estender aos trabalhadores não sindicalizados da Administração Regional os acordos coletivos de trabalho que celebrou com o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA), filiado na CGTPIN. Logo que estes acordos sejam publicados no Diário da República e, consequentemente, entrem em vigor, o projeto de regulamento de extensão, seguindo os trâmites legais, será disponibilizado publicamente durante 15 dias no Diário da República, a fim de se salvaguardar a consulta pública pelos interessados com legitimidade para o efeito. Depois desta formalidade, e não havendo oposição, o regulamento de extensão será de imediato publicado, ficando então os trabalhadores não filiados naquela ou em qualquer outra organização sindical igualmente abrangidos pelos acordos coletivos de trabalho entretanto celebrados. Com esta medida, e conforme compromisso publicamente assumido, o Governo dos Açores assegura que os trabalhadores da Administração Pública Regional que não sejam sindicalizados possam aderir individualmente ao acordo coletivo de trabalho celebrado com o STFPSSRA e assim beneficiarem automaticamente deste acordo. Nos termos dos acordos firmados a 27 de janeiro, os trabalhadores da Administração Pública Regional retomarão o horário de 35 horas semanais, tendo ficado também definido que, até ao limite das 200 horas por ano, a Administração Pública Regional possa assegurar que os trabalhadores ultrapassem as sete horas de trabalho por dia para fazer face a aumentos pontuais ou sazonais de horário, sem pagamento de horas extraordinárias, sendo o aumento de trabalho diário compensado com a correspondente redução adicional de horas de trabalho em períodos de menor necessidade de recursos humanos. Estas medidas permitem aos trabalhadores assegurar um horário de trabalho semanal que, no conjunto do ano, não será superior a 35 horas semanais e asseguram à administração pública dos Açores uma gestão mais flexível, eficaz e eficiente dos recursos humanos, sem acréscimo de encargos. Página 14

18 A15 Pires de Lima participa em conselho estratégico empresarial Tipo Internet Data Publicação: Bola Online O ministro da Economia, Pires de Lima, vai participar no próximo dia 26 no Conselho Estratégico Empresarial de Sintra. O governante é o primeiro convidado da iniciativa, que realizou esta quarta-feira a primeira reunião com mais de duas dezenas de empresários, representantes da UGT e CGTP e o presidente da câmara municipal, Basílio Horta. Questões de âmbito nacional e regional vitais para o desenvolvimento socioeconómico do concelho vão estar em cima da mesa na próxima reunião do órgão consultivo presidido pelo empresário João Talone. Sentimos muito o desemprego em Sintra e a necessidade da ação social centrar-se na criação de emprego, a qual só será possível através do investimento produtivo. A par dos apoios concedidos no âmbito da solidariedade social, é de maior importância que os munícipes, principalmente os jovens, garantam um salário que lhes dá poder de compra e dignidade, revelou Basílio Horta. Página 15

19 A Conselho Estratégico Empresarial tem esta 4ª a sua primeira reunião Tipo Internet Data Publicação: Cidade Viva Online Pedro Pires da UDIFAR, Pedro Falcão e Cunha da Magpower, Vicente Paulo da Cooperativa Agrícola de Sintra, Alípio Magalhães da Pinto e Bentes ou Francisco Estevão Salvador da Estêvão Luís Salvador, são alguns dos empresários presentes. A primeira reunião do Conselho Estratégico Empresarial (presidido por João Talone), que vai juntar à mesa o presidente da Câmara Municipal de Sintra com 20 empresários e representantes da CGTP e UGT decorre esta quarta-feira, pelas às 17h, no Palácio Valenças, em Sintra. O Conselho Estratégico Empresarial vai juntar à mesa, regularmente os empresários. Fazem parte integrante deste conselho empresários representantes de empresas instaladas em Sintra como; Pedro Pires da UDIFAR, Pedro Falcão e Cunha da Magpower, Vicente Paulo da Cooperativa Agrícola de Sintra, Alípio Magalhães da Pinto e Bentes ou Francisco Estevão Salvador da Estêvão Luís Salvador, entre outros. Além daqueles membros fazem integrante ainda deste conselho outros representantes de empresas multinacionais como Jörg Heinermann da Mercedes Portugal, Nunes dos Santos da Tabaqueira, ou de grnade grupos portugueses como António Mota do grupo Mota Engil, e Rebelo Silva do grupo Vila Galé. Para além dos empresários está confirmada também a presença de representantes da CGTP e da UGT. Página 16

20 A17 Concertação: Mudanças na lei para despedir Tipo Internet Data Publicação: Correio da Manhã Online Autores: Paulo Pinto Mascarenhas Hoje, 13h49 Pedro Nunes Lusa O líder da UGT, Carlos Silva (à dir.), tem sido ouvido nas suas reivindicações Tamanho Letra Imprimir Comentar Enviar Partilhar Ler Comentários COMENTÁRIO MAIS VOTADO Alterações ao código laboral vão a conselho de ministros Concertação: Mudanças na lei para despedir Exigências da UGT são aceites. PedroMota Soares quer um consenso rapidamente. Hoje, 13h49 Nº de votos (0) Comentários (0) Por: Paulo Pinto Mascarenhas A exigência da UGT de eliminação do custo do trabalhador e da situação económica e familiar como critérios para despedimento vai ser aceite pelo Governo. O CM sabe que o ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Mota Soares, quer atingir um consenso o mais rapidamente possível com a central sindical liderada por Carlos Silva, até para contrariar o que tem chamado de "intransigência negocial" da CGTP. A intenção do Executivo é aprovar já no Conselho de Ministros de amanhã as alterações ao Código do Trabalho, e, para isso, tem mantido contactos permanentes com a UGT e com as confederações patronais. A chamada "avaliação de desempenho" é o primeiro critério proposto, seguindo-se as habilitações académicas e profissionais - e o maior custo pela manutenção do vínculo laboral do trabalhador para a empresa, critérios contestados pela UGT. Por:Paulo Pinto Mascarenhas Página 17

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