INTERAÇÕES VIRTUAIS: O REFLEXO DA ORALIDADE NA ESCRITA E A SUA TRANSPOSIÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTERAÇÕES VIRTUAIS: O REFLEXO DA ORALIDADE NA ESCRITA E A SUA TRANSPOSIÇÃO"

Transcrição

1 Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery - ISSN Curso de Pedagogia - N.7, JUL/DEZ 2009 INTERAÇÕES VIRTUAIS: O REFLEXO DA ORALIDADE NA ESCRITA E A SUA TRANSPOSIÇÃO Mariana de Carvalho Halfeld 1 RESUMO O presente trabalho objetiva mostrar como a linguagem oral é transposta para as interações virtuais da internet em um programa de bate-papo: o MSN. Dessa forma, mostraremos, valendo-nos de uma pesquisa acadêmica, ferramentas orais de que os usuários dispõem para construir seus discursos nesse contexto textual, e também, o reflexo desse ambiente virtual no ambiente escolar. PALAVRAS-CHAVE: Escola. Linguagem oral e escrita. Internet. MSN. ABSTRACT The research intends to show how the oral language is translated to virtual interactions in online chat software: MSN. In this way, we will show exploring a scientific study the oral tools used to construct speeches in this textual context. We are going to see too the impacts of this virtual experience in classroom. KEYWORDS: School. Oral and written Language. Internet. MSN. INTRODUÇÃO Presencia-se hoje, em uma sociedade em plena fase eletrônica e on-line, uma explosão de novos gêneros e novas formas de comunicação, verificáveis tanto na oralidade como na escrita. Entretanto, mesmo em ambientes escritos, a fala continua permeando essas práticas sociais, até mesmo em ambientes da internet como o MSN. A escrita é usada em contextos sociais básicos da vida cotidiana, em paralelo direto com a oralidade, e em um cada desses contextos, as ênfases e objetivos do uso da escrita são diversos e variados. Por isso o interesse de analisar o comportamento da escrita em contextos novos, que é atualizada constantemente pela necessidade do seu usuário. 1 Professora graduada em Letras e pós-graduada, título de especialista, em Ensino de Língua Portuguesa pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

2 Assim, este artigo objetiva evidenciar como as interações na internet, em específico, no ambiente virtual de bate-papo MSN, podem ser utilizadas, através do processo de retextualização, como texto base para o aprendizado de Língua Portuguesa.

3 A ESCRITA X A ORALIDADE? Segundo Matencio, em sua obra Leitura, Produção de textos e a escola (1994, p. 43), o acesso à palavra escrita é cultural e dependente do valor associado às práticas de leitura e escrita ao longo da socialização dos falantes. Dessa forma, em uma comunidade como a nossa, em que a escrita permeia todas as práticas sociais, ela será muito mais valorizada em relação a uma comunidade ágrafa. Em nossa sociedade, a escrita é usada em contextos sociais básicos da vida cotidiana em paralelo direto com a oralidade e em cada desses contextos. O conflito entre a escrita e a oralidade, existente no domínio escolar, é fundamentado pela não-consciência, tanto por parte do professor quanto por parte do aluno, da transição do domínio particular lar para o domínio público sala de aula e, consequentemente, da transição de uma cultura predominantemente oral para uma cultura permeada pela escrita, agravada ainda por uma interação preconceituosa a serviço das classes privilegiadas, cujos padrões linguísticos são usados e reproduzidos, estigmatizando a oralidade presente no papel social do aluno. (SOARES, 2006) Segundo Bagno (2003), Preconceito lingüístico o que é, como se faz essa interação preconceituosa está fundamentada por um mito: o domínio da norma culta como um instrumento de ascensão social. Esse mito tem uma conotação social por estar ligado aos poderes político e econômico. Afirma ainda, que não adianta tentar endireitar a língua distorcida de um falante do português não-padrão (p. 69); com essa atitude ataca-se apenas o efeito e não a causa que impede o acesso, desse falante, à norma culta. A prática da escrita nas escolas brasileiras tem sido dissociada de suas determinações sociais e sócio-linguísticas, evidenciando, por parte dos alunos, o nãoestabelecimento de interação entre os papéis sociais construídos pelo uso da linguagem, ou seja, os alunos não reconhecem os gêneros textuais como práticas sociais, principalmente o gênero redação, acarretando a não-interação entre os interlocutores (autor/leitor). (MARTENCIO, 1994) O GÊNERO TEXTUAL Os gêneros textuais são fenômenos históricos, profundamente vinculados à vida cultural e social (MARCUSCHI, 2005b). São entidades sócio-discursivas não

4 estanques e enrijecedoras da ação criativa humana, pelo contrário, são altamente maleáveis à necessidade sócio-cultural, construindo sempre um mundo novo ao seu redor. Este novo gênero textual, MSN, se caracteriza pela troca de mensagens instantâneas entre os usuários, e é especialmente interessante pela inovação na linguagem que é produzida redução das palavras, abreviações, prolongamento das letras, eliminação dos acentos à medida que esse gênero se constituiu como uma estrutura híbrida, com características que o fazem semelhante à fala, embora seja reproduzido no código escrito. Alguns estudiosos analisam essa característica como o resultado da atualidade: a pressão exercida pela simplicidade, velocidade e informalidade desse novo código e a consequente utilização dele em todas as situações em que o jovem precise se comunicar por escrito. Adotando-se a perspectiva de que à escola cabe o papel de lidar com o novo, e não negá-lo, e de que é sua função respeitar os diversos discursos de seus indivíduos, ajudando-os a consolidá-los, e também, ajudando-os na compreensão dos ajustes para a variedade de intenções sociais que eles possam demonstrar, a escola precisa, então, aprender a lidar com isso. E para isso, propõe-se o trabalho com retextualização, visando um contínuo entre a escrita e a oralidade. O HIBRIDISMO ENTRE ESCRITA E FALA: MOSTRANDO O GÊNERO A elaboração da conversa no MSN acontece por escrito, por força das características do meio eletrônico usado (computador), mas os interlocutores sentem-se numa interação falada, e é esse novo estabelecimento interacional que se torna profundamente interessante como objeto de estudo, posto que confirma que o texto é um produto social, que nasce da necessidade comunicativa, tornando cada característica particular, principalmente o código reduzido. (HILBERT, 2000) Portanto, a característica observada foi o código reduzido utilizado, pois um dos aspectos mais essenciais da mídia virtual é a centralidade da escrita, pois a tecnologia digital depende totalmente da escrita, como já foi mencionado.

5 Assim, nessa nova era eletrônica, não se pode mais postular como propriedade típica da escrita a relação assíncrona, caracterizada pela defasagem temporal entre produção e recepção, pois a interação, no caso no MSN, é síncrona, já que a interação se dá em um tempo concomitante (HILBERT, 2000). E é devido a essa mudança de relação tempo-espacial, que o MSN vem estabelecendo novos aspectos textuais: (i) do ponto de vista dos usos da linguagem, tem-se uma pontuação minimalista, uma ortografia reduzida, abundância de siglas, abreviaturas não-convencionais, estruturas frasais pouco ortodoxas e uma escrita semi-alfabética; A diz: ki horas +- vc devi ir?? B diz: 7 devo fik ate umas 233 (ii) do ponto de vista da natureza enunciativa dessa linguagem, tem-se a integração de semioses; B diz: S22* A diz: Tbm**...vo t espera...bjoooooooooz... * coração ** tudo bem e (iii) do ponto de vista da construção textual, tem-se novas formas dêiticas, formação de diferentes pares adjacentes, referências metalinguísticas. A diz; OI NEM Q FALAR COMIGO B diz; Oiii s22 A diz: tbm...vo t espera...bjoooooooooz... B diz: Volteiiii

6 PROPOSTAS PARA O TRABALHO DESTE GÊNERO TEXTUAL NA SALA DE AULA Segundo Matencio (1994), a escola foi constituída como locus de aprendizado da prática da escrita (letramento), o que faz com que ocorra uma grande valorização desta em detrimento daquela. Portanto, é essencial que o professor de Língua Portuguesa oriente os alunos quanto aos usos dos diferentes gêneros textuais e que considere que o computador já faz parte da sala de aula. Para tanto, o arcabouço teórico de Marcuschi postulado em sua obra, Da Fala para Escrita: Atividades de retextualização (2005a) permite, com base em seus estudos e análise, introduzir em sala de aula atividades de reescrita com o intuito de mostrar aos alunos características típicas de cada gênero e de desenvolver estratégicas de reescritas no uso cotidiano da linguagem. O professor atento ao novo gênero textual MSN trata-o como um objeto de estudo e trabalho utilizando-o como texto base para o processo de retextualização e não como um texto marginalizado. Para isso, compreende-se que no gênero MSN a modalidade falada e a escrita mantêm certas relações de semelhanças e de diferenças que não se esgotam no código, indo muito além, mudando a perspectiva da visão que sai da superfície das formas para a dos processos de construção de discurso. Diante dessa nova perspectiva de trabalho, o professor tem que avaliar algumas variáveis relevantes, como, (i) o propósito ou objetivo da retextualização, pois dependendo da finalidade da transformação, haverá mudanças no nível da linguagem do texto; (ii) a relação entre o produtor do texto original e o transformador, pois sendo a mesma pessoa produtora e transformadora, provoca transformações mais drásticas, e pessoas diferentes, uma produtora e outra transformadora, as mudanças são menores, ocorrendo uma preservação do conteúdo e uma pequena mudança na forma, porque há um certo respeito pelo original; (iii) a relação tipológica entre o gênero textual original e o gênero da retextualização, pois quando se trata do mesmo gênero, ocorrem modificações menores e quando são gêneros diferentes, as modificações são maiores e (iv) os processos de formulação típicos de cada modalidade, que são estratégicas de produção vinculadas a cada modalidade. (MARCUSCHI, 2005a) Essa prática escolarizada facilita ao professor perceber como se encontra seu aluno no que se refere à organização textual, ou seja, que habilidades ele apresenta e quais ele

7 precisa aprender para elaborar adequadamente seu texto. Permite, também, imprimir ao ensino de língua maior dinamismo e produtividade, uma vez que será levado em conta, de maneira sistemática, o aspecto textual-discursivo e não apenas as estruturas formais, como por exemplo: adequação linguística, estabelecimento interacional, intenção comunicativa, etc. (MARCUSCHI, 2005b) Outra possível observação se daria no nível de variedade linguística, a variedade de dialeto e de registro, indicando uma possibilidade para que os alunos possam compreender as diferenças socioeconômicas envolvidas entre as variantes de mais prestígio e de menos prestígio, e/ou mais formal e menos formal. E, finalmente, quando o professor pede para que o aluno reescreva um texto, este aluno deve avaliar a adequação do vocabulário e toda estrutura gramatical, o que contribui para que ele se torne revisor do seu próprio texto. CONSIDERAÇÕES FINAIS A atividade de retextualização permite ao professor uma visão mais clara da dificuldade do aluno na produção textual, à medida que, no processo, evidenciam-se lacunas entre o texto base e o texto produto, possibilitando exemplificações para um ensino da língua portuguesa mais dinâmico e produtivo, uma vez que leva em conta, de maneira sistemática, o aspecto textual-discursivo e não apenas estruturas formais. A utilização desse processo de retextualização, tendo por base textos do meio eletrônico MSN, em ambiente escolar, provocaria nos alunos uma maior clareza na distinção dos contextos situacionais (internet/escola), possibilitando um uso adequado da oralidade e da escrita. REFERÊNCIAS HILGERT, J. G. A construção do texto falado por escrito na Internet. In: PRETI, D. (org.). Fala e escrita em questão. São Paulo: Humanitas, MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da Fala para Escrita: Atividades de retextualização. 6ªed. São Paulo: Cortez, 2005ª.

8 MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONISIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A.(Org.) Gêneros Textuais & Ensino. 4ª ed. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, B MATENCIO, Maria de Lourdes Meirelles. Leitura Produção de Textos e a Escola: Reflexões sobre o Processo de Letramento. Campinas, SP: Mercado de Letras, SOARES, Magda. Linguagem e Escola: Uma perspectiva social. 17ª ed. São Paulo, SP: Ática, (Série Fundamentos).

INTERNET, HIPERTEXTO E GÊNEROS DIGITAIS: NOVAS POSSIBILIDADES DE INTERAÇÃO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo (UNIGRANRIO) elainevasquez@ig.com.

INTERNET, HIPERTEXTO E GÊNEROS DIGITAIS: NOVAS POSSIBILIDADES DE INTERAÇÃO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo (UNIGRANRIO) elainevasquez@ig.com. INTERNET, HIPERTEXTO E GÊNEROS DIGITAIS: NOVAS POSSIBILIDADES DE INTERAÇÃO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo (UNIGRANRIO) elainevasquez@ig.com.br 1. Introdução A rede mundial tem permitido novas práticas

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos UMA ANÁLISE DOS GÊNEROS DIGITAIS PRESENTES NOS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO MÉDIO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo elainevasquez@ig.com.br RESUMO Este artigo discute os gêneros digitais que são abordados

Leia mais

O QUE É ENSINAR LÍNGUA PORTUGUESA? CONCEPÇÕES DE EDUCADORES DO ENSINO FUNDAMENTAL DE TEIXEIRA DE FREITAS

O QUE É ENSINAR LÍNGUA PORTUGUESA? CONCEPÇÕES DE EDUCADORES DO ENSINO FUNDAMENTAL DE TEIXEIRA DE FREITAS O QUE É ENSINAR LÍNGUA PORTUGUESA? CONCEPÇÕES DE EDUCADORES DO ENSINO FUNDAMENTAL DE TEIXEIRA DE FREITAS Helania Thomazine Porto Veronez Em 2002 foi realizada uma pesquisa intitulada: A prática pedagógica

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação.

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação. Karen Alves de Andrade 1 RESUMO A inserção dos gêneros textuais no ensino vem mudando a dinâmica da educação em língua portuguesa em nosso país. A importância de se trabalhar a língua em uso, através de

Leia mais

Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15

Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15 C U R S O D E E N G E N H A R I A C I V I L Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15 Componente Curricular: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Código: ENG. 000 Pré-requisito: ----- Período Letivo:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec:Paulino Botelho/ Professor E.E. Arlindo Bittencourt (extensão) Código: 092-2 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS. Palavras-chave: texto, e-mail, linguagem, oralidade, escrita.

O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS. Palavras-chave: texto, e-mail, linguagem, oralidade, escrita. Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 191 195 O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS MARQUES, Fernanda Vieira ANDRADE, Antonio Carlos Siqueira de Palavras-chave: texto,

Leia mais

PRODUÇÃO TEXTUAL VIRTUAL: CONTRIBUIÇÕES E IMPLICAÇÕES DOS VERIFICADORES E EDITORES DE TEXTOS

PRODUÇÃO TEXTUAL VIRTUAL: CONTRIBUIÇÕES E IMPLICAÇÕES DOS VERIFICADORES E EDITORES DE TEXTOS PRODUÇÃO TEXTUAL VIRTUAL: CONTRIBUIÇÕES E IMPLICAÇÕES DOS VERIFICADORES E EDITORES DE TEXTOS Autor Júnior Alves Feitosa Faculdades Integradas de Patos Alvesjunior338@gmail.com coutora Prof.ª Ms.Maria do

Leia mais

A Formação do Leitor no Contexto da Instituição Escolar. Palavras chave: leitura-leitor-texto-ensino-aprendizagem. Considerações Iniciais

A Formação do Leitor no Contexto da Instituição Escolar. Palavras chave: leitura-leitor-texto-ensino-aprendizagem. Considerações Iniciais A Formação do Leitor no Contexto da Instituição Escolar Palavras chave: leitura-leitor-texto-ensino-aprendizagem Considerações Iniciais Este artigo trata da formação do leitor-proficiente: aquele que,

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA INTERNET: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO LIVRO DIDÁTICO DO ENSINO MÉDIO

PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA INTERNET: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO LIVRO DIDÁTICO DO ENSINO MÉDIO PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA INTERNET: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO LIVRO DIDÁTICO DO ENSINO MÉDIO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo (UNIGRANRIO) elainevasquez@ig.com.br RESUMO Este artigo discute

Leia mais

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente BARCELOS-COELHO, Lenir de Jesus 155* BUENO, Ivonete 156** RESUMO: No contexto atual são patentes as dificuldades relacionadas

Leia mais

Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Plano de Trabalho Docente 2015 ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSÃO)

Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Plano de Trabalho Docente 2015 ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSÃO) Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSÃO) Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA?

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA? 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENSINO DE

Leia mais

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA E O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA E O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Pedagogia - N. 4, JAN/JUN 2008 DIVERSIDADE LINGUÍSTICA E O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM Andreia Rezende

Leia mais

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS Aline Almeida de Araújo 1 RESUMO A sociolinguística estuda as variações do meio social, procura entender e explicar as várias maneiras de expressão dos falantes.

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Inglês Instrumental Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Módulo:

Leia mais

Palavras-chave: Variação linguística. Preconceito linguístico. Escola. Professor.

Palavras-chave: Variação linguística. Preconceito linguístico. Escola. Professor. ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: RECONHECIMENTO DO PRECONCEITO E POSSIBILIDADE DE TRABALHO 379 COM A VARIEDADE PADRÃO Andreia Rezende Garcia Reis* andreiargarcia@yahoo.com.br Mariana Altomar Barbosa** marialtomarbarbosa@gmail.com

Leia mais

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO Extensão, docência e investigação. Danielle Gomes Mendes Theciana Silva Silveira Orientadora: Prof.ª Dr.ª Marize Barros Rocha

Leia mais

TUTOR EM EAD. Quem é? - Tutor/Educador. Educação à Distância - Profissional que acompanha o aluno nas aulas virtuais.

TUTOR EM EAD. Quem é? - Tutor/Educador. Educação à Distância - Profissional que acompanha o aluno nas aulas virtuais. TUTOR EM EAD Quem é? - Tutor/Educador - Competência em Educação à Distância - Profissional que acompanha o aluno nas aulas virtuais. SURGIMENTO Com a implantação da EAD surgiu a necessidade de um educador/tutor

Leia mais

Faculdade de Belford Roxo-RJ (FABEL). Professor do Ensino Fundamental e Médio das redes Municipal e Estadual do Rio de Janeiro.

Faculdade de Belford Roxo-RJ (FABEL). Professor do Ensino Fundamental e Médio das redes Municipal e Estadual do Rio de Janeiro. GÊNEROS TEXTUAIS EM AMBIENTE VIRTUAL Victor Luiz da Silveira 1 Marise Ferreira da Motta 2 Introdução Atualmente temos observado o surgimento de novas modalidades comunicativas, as quais se refletem nas

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Prof. Juliana Pinto Viecheneski

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Prof. Juliana Pinto Viecheneski Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Prof. Juliana Pinto Viecheneski LIVRO DIDÁTICO ONTEM E HOJE A escola tem um papel fundamental para garantir o contato com livros desde a primeira infância:

Leia mais

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA Fernanda Mara Cruz (SEED/PR-PG-UFF) Introdução Os processos de ensinar e aprender estão a cada dia mais inovadores e com a presença de uma grande variedade

Leia mais

ORALIDADE E ESCRITA: UMA QUESTÃO DE LETRAMENTO RESUMO

ORALIDADE E ESCRITA: UMA QUESTÃO DE LETRAMENTO RESUMO ORALIDADE E ESCRITA: UMA QUESTÃO DE LETRAMENTO Autor: Gercleide Gomes da Silva Departamento de Letras e Artes UnP / UFRN RESUMO O presente trabalho, intitulado Oralidade e escrita: uma questão de letramento

Leia mais

GÊNEROS DIGITAIS E LETRAMENTO: UMA MULTIRRELAÇÃO Margareth Maura dos Santos (UNIGRANRIO) mfhletras@hotmail.com

GÊNEROS DIGITAIS E LETRAMENTO: UMA MULTIRRELAÇÃO Margareth Maura dos Santos (UNIGRANRIO) mfhletras@hotmail.com GÊNEROS DIGITAIS E LETRAMENTO: UMA MULTIRRELAÇÃO Margareth Maura dos Santos (UNIGRANRIO) mfhletras@hotmail.com 1. Introdução Com o advento da globalização em sua ampliação nos últimos a- nos a partir da

Leia mais

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Paula Botelho Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG. Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos (GEPES),

Leia mais

Reflexões sobre a Língua Portuguesa. Kátia França

Reflexões sobre a Língua Portuguesa. Kátia França Reflexões sobre a Língua Portuguesa Kátia França Níveis de aprendizagem dos alunos Abaixo do básico: os alunos demonstram que não desenvolveram as habilidades básicas requeridas para o nível de escolaridade

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico.

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico. 7.00.00.00-0 - CIÊNCIAS HUMANAS 7.08.00.00-6 Educação A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA: A LINGUAGEM ORAL DOMINADA E SUA CORRELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM DA ESCRITA GIOVANNA GAGGINI RODON Curso de Pedagogia

Leia mais

1) A prática e o aprofundamento das habilidades comunicativas específicas que serão avaliadas nos exames.

1) A prática e o aprofundamento das habilidades comunicativas específicas que serão avaliadas nos exames. C U R S O S ESPECIAIS I n s t i t u t o C e r v a n t e s d e B r a s i l i a CURSOS ESPECIAIS O Instituto Cervantes de Brasília dispõe de uma ampla oferta de cursos especiais para se adaptar as necessidades

Leia mais

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br CONSIDERAÇÕES INICIAIS A língua, na concepção da sociolingüística, é intrinsecamente

Leia mais

ESTUDOS DE LETRAMENTO ACADÊMICO

ESTUDOS DE LETRAMENTO ACADÊMICO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ESTUDOS DE

Leia mais

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA E ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: O TRABALHO COM ALUNOS DA EJA 1

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA E ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: O TRABALHO COM ALUNOS DA EJA 1 Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Pedagogia - N. 13, JUL/DEZ 2012 DIVERSIDADE LINGUÍSTICA E ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: O TRABALHO

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS A língua é um sistema que se estrutura no uso e para o uso, escrito e falado, sempre contextualizado. (Autor desconhecido)

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

INTERCÂMBIO ENTRE ORALIDADE E ESCRITA EM PRÁTICAS DISCURSIVAS ESCOLARES Ana Maria Pires Novaes UNISUAM / UNESA profananovaes@hotmail.

INTERCÂMBIO ENTRE ORALIDADE E ESCRITA EM PRÁTICAS DISCURSIVAS ESCOLARES Ana Maria Pires Novaes UNISUAM / UNESA profananovaes@hotmail. INTERCÂMBIO ENTRE ORALIDADE E ESCRITA EM PRÁTICAS DISCURSIVAS ESCOLARES Ana Maria Pires Novaes UNISUAM / UNESA profananovaes@hotmail.com As diferenças entre oralidade e escrita não podem ser estabelecidas

Leia mais

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS Ana Letícia Vaz Pereira 1 Natália Canuto do Nascimento 2 Orientador Prof. Ms. Artarxerxes Modesto RESUMO: Este trabalho tem como objetivo analisar

Leia mais

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM Daniela Fidelis Bezerra Túlio Cordeiro de Souza Maria Elizabete

Leia mais

A RETEXTUALIZAÇÃO E O USO DO INTERNETÊS COMO PRÁTICA ESCOLAR

A RETEXTUALIZAÇÃO E O USO DO INTERNETÊS COMO PRÁTICA ESCOLAR A RETEXTUALIZAÇÃO E O USO DO INTERNETÊS COMO PRÁTICA ESCOLAR SOUTO, Alex de Araújo e SILVA, Sheila Maria Tabosa (UFCG) RESUMO O presente artigo tem por objetivo endossar a inclusão da retextualização como

Leia mais

Da Teoria à Prática: um Olhar sobre a Oralidade na Sala de Aula

Da Teoria à Prática: um Olhar sobre a Oralidade na Sala de Aula Revista Internacional d Humanitats 21 jan-jun 2011 CEMOrOc-Feusp / Univ. Autònoma de Barcelona Da Teoria à Prática: um Olhar sobre a Oralidade na Sala de Aula Mônica de Souza Serafim 1 Resumo: Este texto

Leia mais

VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA, ORALIDADE E LETRAMENTO EM UMA TURMA DE PRÉ-ESCOLAR (CRECHE), EM TERESINA.

VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA, ORALIDADE E LETRAMENTO EM UMA TURMA DE PRÉ-ESCOLAR (CRECHE), EM TERESINA. VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA, ORALIDADE E LETRAMENTO EM UMA TURMA DE PRÉ-ESCOLAR (CRECHE), EM TERESINA. Maria de Fátima Silva Araújo (bolsista do PIBIC/ UFPI), Catarina de Sena Sirqueira Mendes da Costa (Orientadora,

Leia mais

Nos últimos anos, ocorreram várias discussões, debates e publicação de obras

Nos últimos anos, ocorreram várias discussões, debates e publicação de obras O TRATAMENTO DO CONCEITO DE GRAMÁTICA NOS LIVROS DIDÁTICOS Clécio Bunzen * Resumo: Este trabalho pretende investigar qual o conceito de gramática subjacente em três coleções de livros didáticos e como

Leia mais

SALA DE AULA VIRTUAL DE MATEMÁTICA

SALA DE AULA VIRTUAL DE MATEMÁTICA SALA DE AULA VIRTUAL DE MATEMÁTICA GT 02 Educação Matemática no Ensino Médio e Ensino Superior Jorge Luis Palacios Felix URI jlpfelix@urisan.tche.br Resumo: O presente trabalho traz uma motivação da maneira

Leia mais

Anais do X Seminário de Iniciação Científica SóLetras CLCA UENP/CJ - ISSN 18089216 UM MODELO DIDÁTICO/TEÓRICO DO GÊNERO REDAÇÃO DE VESTIBULAR

Anais do X Seminário de Iniciação Científica SóLetras CLCA UENP/CJ - ISSN 18089216 UM MODELO DIDÁTICO/TEÓRICO DO GÊNERO REDAÇÃO DE VESTIBULAR UM MODELO DIDÁTICO/TEÓRICO DO GÊNERO REDAÇÃO DE VESTIBULAR Marta Aline Buckta (G-CLCA-UENP/CJ) Marilúcia dos Santos Domingos Striquer (Orientadora CLCA-UENP/CJ) Introdução Motivada pelo desejo e pela necessidade,

Leia mais

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental Rosangela Balmant; Universidade do Sagrado Coração de Jesus- Bauru-SP. rosangelabalmant@hotmail.com Gislaine Rossler

Leia mais

Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa

Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa Silvio Profirio da Silva¹ Durante décadas, o ensino de Língua Portuguesa desenvolvido em nossas escolas limitou - se à análise e à classificação

Leia mais

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF 1 SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF Fortaleza CE Junho/2009 Karla Angélica Silva do Nascimento - Faculdade Integrada da Grande Fortaleza karla@fgf.edu.br

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013.

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013. 122 Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos LER, ESCREVER E REESCREVER NO ENSINO MÉDIO POR MEIO DOS CLÁSSICOS DA LITERATURA BRASILEIRA José Enildo Elias Bezerra (IFAP) enildoelias@yahoo.com.br

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa.

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa. LEITURA E ESCRITA COMO PROCESSO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA PERSPECTIVA SÓCIO-COGNITIVA E INTERATIVA Marta Oliveira Barros¹ Josias Silvano Barros² ORIENTADORA: Dra. Maria de Lourdes da Silva Leandro³ RESUMO

Leia mais

Considerações iniciais

Considerações iniciais A produção do gênero textual relatório pelo aluno pesquisador no âmbito do Projeto Bolsa Alfabetização Ana Paula P. R. Germanos Fátima Aparecida de Souza Este trabalho é resultado de pesquisa acerca da

Leia mais

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO INTERNO E EXTERNO PARA PEDAGOGIA. N 2015/05 18 de NOVEMBRO A 10 DE DEZEMBRO

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO INTERNO E EXTERNO PARA PEDAGOGIA. N 2015/05 18 de NOVEMBRO A 10 DE DEZEMBRO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO INTERNO E EXTERNO PARA PEDAGOGIA N 2015/05 18 de NOVEMBRO A 10 DE DEZEMBRO Dispõe sobre o TESTE SELETIVO INTERNO E EXTERNO para PROFESSOR integrante da carreira docente das

Leia mais

DA FOLHA DE PAPEL À TELA DIGITAL: CENAS DE LETRAMENTO EM OFICINAS DE TIRINHAS

DA FOLHA DE PAPEL À TELA DIGITAL: CENAS DE LETRAMENTO EM OFICINAS DE TIRINHAS DA FOLHA DE PAPEL À TELA DIGITAL: CENAS DE LETRAMENTO EM OFICINAS DE TIRINHAS Luiza Alice Lima Rocha 1 (UFC) Resumo: Frente ao avanço das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), buscamos inseri-las

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO Neusa Kreuz 1 RESUMO: É indiscutível a grande importância da linguagem oral no processo interacional humano. Trata-se da primeira

Leia mais

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO: CONTRIBUIÇÕES DA SOCIOLINGUÍSTICA PARA A SALA DE AULA

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO: CONTRIBUIÇÕES DA SOCIOLINGUÍSTICA PARA A SALA DE AULA 1 VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO: CONTRIBUIÇÕES DA SOCIOLINGUÍSTICA PARA A SALA DE AULA INTRODUÇÃO Ariosvaldo Leal de Jesus (FSLF) 1 Considerando que não é mais possível pensar o ensino de uma língua, hoje,

Leia mais

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES RESUMO Cleuma Regina Ribeiro da Rocha Lins (UEPB) cleumaribeiro@yahoo.com.br Orientador: Prof. Dr. Juarez Nogueira

Leia mais

Base Nacional Comum Curricular

Base Nacional Comum Curricular Área de Linguagens: Componente Curricular Língua portuguesa SEC/UEFS Para que se dá aulas de Português a falantes nativos do Português? Desenvolver a competência comunicativa dos usuários da língua (progressiva

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

O USO DOS GÊNEROS TEXTUAIS NA ALFABETIZAÇÃO: CRENÇAS QUE NORTEIAM A PRÁTICA DOCENTE

O USO DOS GÊNEROS TEXTUAIS NA ALFABETIZAÇÃO: CRENÇAS QUE NORTEIAM A PRÁTICA DOCENTE O USO DOS GÊNEROS TEXTUAIS NA ALFABETIZAÇÃO: CRENÇAS QUE NORTEIAM A PRÁTICA DOCENTE Lenir de Jesus Barcelos-Coelho 1 Ivonete Bueno 2 RESUMO: No contexto atual são patentes as dificuldades relacionadas

Leia mais

SOCIOLINGÜÍSTICA EDUCACIONAL: TEORIA E PRÁTICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

SOCIOLINGÜÍSTICA EDUCACIONAL: TEORIA E PRÁTICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA SOCIOLINGÜÍSTICA EDUCACIONAL: TEORIA E PRÁTICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA SGARBI, Nara M. Fiel de Quevedo(UNIGRAN) * RONCÁLIA,Franciane de Lima (UNIGRAN) ** RESUMO: O objetivo deste texto é conduzir

Leia mais

CURSO DE EXTENSÃO A DISTÂNCIA SECADI/UFC AULA 02: EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA TÓPICO 03: CARACTERÍSTICAS DO ENSINO A DISTÂNCIA VERSÃO TEXTUAL Antes de iniciar este curso, você deve ter refletido bastante sobre

Leia mais

Texto para as questões 33 e 34 A seguir, apresenta-se uma tirinha do personagem Chico Bento, de Maurício de Sousa.

Texto para as questões 33 e 34 A seguir, apresenta-se uma tirinha do personagem Chico Bento, de Maurício de Sousa. Un/ESPE SEU/E 10 QUESTÃO 31 ada criança ou jovem brasileiro, mesmo de locais com pouca infraestrutura e com condições socioeconômicas desfavoráveis, deve ter acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente

Leia mais

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA. AÇÕES DO PIBID/CAPES UFG (SUBPROJETO: LETRAS: PORTUGUÊS) NO COLÉGIO ESTADUAL LYCEU DE GOIÂNIA Bolsistas: SILVA, Danila L.; VAZ, Paula R. de Sena.;

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos UMA REFLEXÃO SOCIOLINGUÍSTICA DA LÍNGUA EM USO NO MEIO VIRTUAL E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA Marcelo Leal Lima (UFAC) marceloleal16@gmail.com Vicente Cruz Cerqueira (UFAC) 1.

Leia mais

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa 7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa As críticas ao ensino tradicional de língua portuguesa não são recentes. Nos anos trinta, Olavo Bilac já se posicionava contra o

Leia mais

PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS. Palavras Chaves: Alfabetização, Letramento e Gêneros Literários.

PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS. Palavras Chaves: Alfabetização, Letramento e Gêneros Literários. PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS Zeni Aguiar do Nascimento Alves i Zênio Hélio Alves ii O SESC LER Zona Norte de Natal desenvolve atividades que evidenciam a questão da

Leia mais

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO)

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) Processo Avaliativo Unidade Didática PRIMEIRA UNIDADE Competências e Habilidades Aperfeiçoar a escuta de textos orais - Reconhecer

Leia mais

Práticas de Linguagem e Design: algumas questões de usabilidade no contexto da web social

Práticas de Linguagem e Design: algumas questões de usabilidade no contexto da web social Práticas de Linguagem e Design: algumas questões de usabilidade no contexto da web social Fernanda Maria Pereira Freire ffreire@unicamp.br Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED) André Constantino

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS S DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Leitura e compreensão de textos. Gêneros textuais. Linguagem verbal e não verbal. Linguagem

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

POR UMA VIDA MELHOR : ABORDAGEM DA VARIAÇÃO LINGUISTICA NO LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS

POR UMA VIDA MELHOR : ABORDAGEM DA VARIAÇÃO LINGUISTICA NO LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS POR UMA VIDA MELHOR : ABORDAGEM DA VARIAÇÃO LINGUISTICA NO LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS Sueilton Junior Braz de Lima (Graduando do Curso Letras/Língua Portuguesa - UERN) Maria Leidiana Alves (Professora

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: : Gestão e Negócios MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Curso Superior em Administração/Bacharelado FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( x

Leia mais

Disciplina: Ambientes Sociotécnicos para Ensino/Aprendizagem de Línguas Professora: Dra. Maria Raquel de A. Bambirra Aluna: Ednalva Pereira da Silva

Disciplina: Ambientes Sociotécnicos para Ensino/Aprendizagem de Línguas Professora: Dra. Maria Raquel de A. Bambirra Aluna: Ednalva Pereira da Silva Disciplina: Ambientes Sociotécnicos para Ensino/Aprendizagem de Línguas Professora: Dra. Maria Raquel de A. Bambirra Aluna: Ednalva Pereira da Silva O uso Wallwisher/Padlet no ensino de L2 e sua complexidade

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

BLOCO 8. Por que o PROFESSOR DEVE ESCREVER pelos alunos?

BLOCO 8. Por que o PROFESSOR DEVE ESCREVER pelos alunos? BLOCO 8 Por que o PROFESSOR DEVE ESCREVER pelos alunos? Texto 23: Práticas de escrita orientações didáticas Fonte: Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil - Volume 3 / Conhecimento do

Leia mais

LETRAMENTO DIGITAL: CONCEPÇÕES, DESAFIOS E PRÁTICAS

LETRAMENTO DIGITAL: CONCEPÇÕES, DESAFIOS E PRÁTICAS 1 LETRAMENTO DIGITAL: CONCEPÇÕES, DESAFIOS E PRÁTICAS Autora Prof.ª Ms.Maria do Socorro de Lucena Silva Faculdades Integradas de Patos maryhelpbrim@bol.com.br Coautor Júnior Alves Feitosa Faculdades Integradas

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos A ORALIDADE NO LIVRO DIDÁTICO PORTUGUÊS LINGUAGENS 1 Edineia Barros Santos (UESB) neia-barros18@hotmail.com Elane Marques de Jesus (UESB) RESUMO Este estudo tem como objetivo analisar o lugar do texto

Leia mais

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO 1 POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO SOUSA, Grazielle de Jesus Leal de 1 RESUMO O ensino de língua portuguesa ainda é visto por muitas pessoas como um ensino mecânico, cheio de regras e

Leia mais

Olimpíada de LP Escrevendo o futuro

Olimpíada de LP Escrevendo o futuro Olimpíada de LP Escrevendo o futuro QUATRO GÊNEROS EM CARTAZ: OS CAMINHOS DA ESCRITA Cristiane Cagnoto Mori 19/03/2012 Referências bibliográficas RANGEL, Egon de Oliveira. Caminhos da escrita: O que precisariam

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru Curso: Licenciatura em Pedagogia Departamento: Educação-FC IDENTIFICAÇÃO Código: 4419 Disciplina: CONTEÚDOS E METODOLOGIA DO

Leia mais

Língua(gem), Tecnologia e Informação

Língua(gem), Tecnologia e Informação Língua(gem), Tecnologia e Informação Língua, Tecnologia e Informação A Ciência da Informação estuda vários aspectos sobre o acesso ao registro, acesso ideal de maneira eficiente e eficaz O registro de

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

Educação, Tecnologias de Comunicação e Formação Docente

Educação, Tecnologias de Comunicação e Formação Docente Educação, Tecnologias de Comunicação e Formação Docente Espaços de fluxo das TICs Fluxo Tecnológico Sistema Produtivo Sociedade Inovação Realimentação Flexibilidade Equipes Extrema velocidade das mudanças

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Área de conhecimento: LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular: LÍNGUA ESTRANGEIRA

Leia mais

ALFABETIZAR LETRANDO: DESAFIOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA ALFABETIZADORA

ALFABETIZAR LETRANDO: DESAFIOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA ALFABETIZADORA ALFABETIZAR LETRANDO: DESAFIOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA ALFABETIZADORA Georgyanna Andréa Silva Morais ¹ RESUMO O presente artigo é parte integrante das discussões empreendidas na pesquisa do Mestrado em Educação

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Informação-Prova de Equivalência à Frequência ENSINO SECUNDÁRIO PROVA ESCRITA E ORAL Prova de Equivalência à Frequência de Espanhol, 11º ano (Iniciação) Prova 375 (ter como referência quadro III do Desp.Norm.5/2013)

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2º Semestre/2014. Ensino Técnico. Professor: ELZA CEDRO DE ANDRADE

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2º Semestre/2014. Ensino Técnico. Professor: ELZA CEDRO DE ANDRADE PLANO DE TRABALHO DOCENTE º Semestre/04 Ensino Técnico Código: 06 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Inglês Instrumental Eixo Tecnológico: Ambiente, saúde e segurança

Leia mais

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades.

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades. ANEXO I - PROGRAMA DAS PROVAS DE CONHECIMENTOS GERAIS E DE REDAÇÃO Prova (Todos os Cursos) Trabalhando em consonância com as diretrizes curriculares nacionais, o UNIFEMM entende que as avaliações do processo

Leia mais

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE SÃO VICENTE AUTOR(ES): MARIA DE FATIMA

Leia mais

(RE) SIGNIFICAR A PROPOSTA CURRICULAR NA LEITURA E ESCRITA DA EDUCAÇÃO INFANTIL

(RE) SIGNIFICAR A PROPOSTA CURRICULAR NA LEITURA E ESCRITA DA EDUCAÇÃO INFANTIL (RE) SIGNIFICAR A PROPOSTA CURRICULAR NA LEITURA E ESCRITA DA EDUCAÇÃO INFANTIL CECÍLIA RIBEIRO DA SILVA SANTOS (UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO). Resumo O currículo é concebido apenas como uma relação

Leia mais

A PRÁTICA DA LEITURA, PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO PARA GRADUANDOS DE DIREITO

A PRÁTICA DA LEITURA, PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO PARA GRADUANDOS DE DIREITO 112 A PRÁTICA DA LEITURA, PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO PARA GRADUANDOS DE DIREITO FAILI, Valmir Rogério 1 Aula de Português Carlos Drummond de Andrade A linguagem na ponta da língua, tão fácil de

Leia mais

A REESCRITA COLETIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

A REESCRITA COLETIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO A REESCRITA COLETIVA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Lilian Rabelo dos Santos (UFS) Izabela de Lima Carlos (UFS) O presente trabalho trata da importância da reescrita coletiva no processo de alfabetização,

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE T.I.C. 8.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE T.I.C. 8.º ANO DE T.I.C. 8.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO O aluno deve ser capaz de: - desenvolver capacidades na utilização das tecnologias de informação e comunicação que permitam uma literacia digital

Leia mais

O CONTINUUM FALA, ESCRITA E VOIP: ELEMENTOS QUE SE INTERPENETRAM NA FUNÇÃO SOCIAL DE SE COMUNICAR

O CONTINUUM FALA, ESCRITA E VOIP: ELEMENTOS QUE SE INTERPENETRAM NA FUNÇÃO SOCIAL DE SE COMUNICAR O CONTINUUM FALA, ESCRITA E VOIP: ELEMENTOS QUE SE INTERPENETRAM NA FUNÇÃO SOCIAL DE SE COMUNICAR Emanuela Francisca Ferreira Silva* assismusic@bol.com.br http://lattes.cnpq.br/27080044645269 Flávio da

Leia mais

OS RECURSOS TECNOLÓGICOS E O ENSINO DA ORALIDADE. Fernanda Landucci Ortale (UNESP) ortalefl@uol.com.br

OS RECURSOS TECNOLÓGICOS E O ENSINO DA ORALIDADE. Fernanda Landucci Ortale (UNESP) ortalefl@uol.com.br OS RECURSOS TECNOLÓGICOS E O ENSINO DA ORALIDADE Fernanda Landucci Ortale (UNESP) ortalefl@uol.com.br Fábio Roberto Fernandes (UNESP) fabio-ibilce@ig.com.br Raul Aragão Martins (UNESP) raul@ibilce.unesp.br

Leia mais

Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa

Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa Propostas para aquisição da língua escrita. Oralidade e comunicação. A escola e o desenvolvimento da linguagem. O ensino da escrita.

Leia mais

VI Seminário de Iniciação Científica SóLetras - 2009 ISSN 1808-9216

VI Seminário de Iniciação Científica SóLetras - 2009 ISSN 1808-9216 O EMPREGO GRAMATICAL NO LIVRO DIDÁTICO Desiree Bueno TIBÚRCIO (G-UENP/campus Jac.) desiree_skotbu@hotmail.com Marilúcia dos Santos Domingos Striquer (orientadora-uenp/campus Jac.) marilucia.ss@uol.com.br

Leia mais