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1 Índice 1 Sumário Introdução Plataforma de Gestão de Conteúdos Sharepoint Documentum FileNet Content Manager OpenText HummingBird QuarkDMS Considerações comparativas Motor de Workflow Ultimus Staffware FileNet Business Process Manager PegaSystems Metastorm Considerações comparativas Linguagem de Programação VB.NET C# (C Sharp) PHP Java Considerações comparativas Meio de Integração Web Services Componentes.Net Corba EAI Considerações comparativas Base de Dados SQL Server Oracle 9i Database DB Considerações comparativas Conclusão Referências

2 Índice de Figuras Figura 1 Exemplo de portal criado pelo Sharepoint Portal Server... 5 Figura 2 Criação de um portal através de Web Parts... 5 Figura 3 Arquitectura do Sharepoint Portal Server... 6 Figura 4 Arquitectura do Documentum ECM... 7 Figura 5 Arquitectura do FileNet Content Manager... 8 Figura 6 Arquitectura do LiveLink Figura 7 Arquitectura do HummingBird Portal Figura 8 Arquitectura do Quark DMS Figura 9 Estudo da Gartner sobre Soluções IDM de 2003 (Quadrante Mágico) Figura 10 Arquitectura do Ultimus BPM Suite Figura 11 Criação de processos no Ultimus Figura 12 Controlo de Fluxo em processos Ultimus Figura 13 Criação de formulários no Ultimus Figura 14 Arquitectura do Staffware Process Suite Figura 15 Arquitectura FileNet Business Process Manager Figura 16 Componentes PegaSystems Figura 17 Plataforma e-work com Web Services Figura 18 Arquitectura Metastorm BPM Figura 19 Estudo da Gartner sobre Soluções BPM de 2003 (Quadrante Mágico) Figura 20 Arquitectura de base de dados SQL Server 2000 baseada em XML Figura 21 Arquitectura de funcionalidades XML em Oracle 9i Figura 22 Estudo da Gartner sobre Soluções de SGBD de 2003 (Quadrante Mágico)56 Índice de Tabelas Tabela 1 Resultados de estudo sobre utilização de linguagens de programação Tabela 2 Comparação de Linguagens em cada característica Tabela 3 Comparação de linguagens através das suas funcionalidades Tabela 4 Requisitos de Hardware do SQL Server Tabela 5 Plataformas que suportam o SQL Server Tabela 6 Preço do SQL Server 2000 por número de CPUs Tabela 7 Capacidades da linguagem própria (T-SQL) do SQL Server Tabela 8 Limitações do SQL Server Tabela 9 Requisitos de Hardware do Oracle 9i em Windows Tabela 10 Requisitos de Hardware do Oracle 9i em Linux Tabela 11 Plataformas que suportam o Oracle 9i Tabela 12 Preço do Oracle 9i por número de CPUs Tabela 13 Capacidades da linguagem própria (PL/SQL) do Oracle 9i Tabela 14 Limitações do Oracle 9i Tabela 15 Requisitos de Hardware do DB2 em Windows Tabela 16 Requisitos de Hardware do DB2 em Unix Tabela 17 Plataformas que suportam o DB Tabela 18 Preço do DB2 por número de CPUs Tabela 19 Capacidades da linguagem própria (DB2 SQL dialect) do DB Tabela 20 Limitações do DB Tabela 21 Top 10 de performances de SGBD em diferentes ambientes Tabela 22 - Escolhas para o projecto idocument

3 1 Sumário O presente relatório pretende distinguir soluções das tecnologias a utilizar no projecto idocument. O estudo encontra-se no âmbito do ECM, e compreende: plataforma de gestão de conteúdos, motor de workflow, linguagem de programação, meio de integração e base de dados. 2 Introdução Inicia-se este documento com a referência ao facto de as tecnologias principais a utilizar no projecto idocument já estarem definidas. Essa definição tem origem na instituição de acolhimento a Case sendo, portanto, um assunto sem tratamento aprofundado neste documento. A escolher restam a linguagem de programação (dentro do âmbito.net) e o meio de integração, com a liberdade permitida pela plataforma de gestão de conteúdos e pelo motor de workflow. Este relatório tem como intenção a exposição de tecnologias a utilizar no projecto idocument. Não se pretende analisar exaustivamente cada uma das soluções apresentadas, mas apenas mostrar o que se considera relevante para o projecto, e devem ter-se em conta as restrições de tempo, conhecimento e apoio que envolveram o processo. O objectivo principal do estudo é a aprendizagem, seguindo a lógica de inserção no tema que rodeia a primeira parte do projecto. 3

4 3 Plataforma de Gestão de Conteúdos 3.1 Sharepoint O SharePoint Portal Server 2003, a nova versão do produto da Microsoft, tem lançamento previsto para o fim de Como tal, a análise feita a este produto baseiase muito na performance do seu antecessor, bem como nas expectativas criadas para esta nova versão. O SharePoint é um gestor de portais que permitem a concentração num único local de: sites, informação e aplicações empresariais. Oferece funcionalidades out-of-the-box, é user-friendly e dispõe de óptimas performances em pesquisas, baseadas no módulo Microsoft Search. O SharePoint Portal Server é uma ferramenta colaborativa que, devido às suas características muito especificas, acaba por disponibilizar ferramentas básicas de Gestão Documental (versionamento, check-in/check-out, publicação, mecanismo básico de Aprovação). O SharePoint facilita a ligação entre colaboradores, grupos de trabalho e partilha de conhecimento. Alguns requisitos como a integração com um servidor de fax ou de scanner, são essenciais num sistema de Gestão Documental, e que no Sharepoint Portal Server não está disponível. Em termos práticos, o SharePoint Portal Server tem muitas potencialidades, mas a sua plataforma não está especificamente direccionada para ser um produto unicamente de Gestão Documental. Este é um produto com múltiplas funcionalidades, sendo visto pelas organizações como uma óptima ferramenta de integração e colaboração. A sua mais valia reside no conceito que está na base do SharePoint, que é uma plataforma de suporte a actividades de informação e colaboração no seio da organização. Em termos de Gestão Documental, o Sharepoint não é uma solução interessante, e não concorre nesse mercado, mas como base para um produto de Gestão Documental apresenta-se como uma alternativa poderosa, por ser uma solução completa na gestão de conteúdos e na gestão de trabalho colaborativo. A flexibilidade, a escalabilidade (melhorando significativamente em relação à versão anterior), a performance, a integração com tecnologia Microsoft e o preço são as principais características que tornam o SharePoint um produto com fortes potencialidades no mercado dos sistemas de informação da sua área. 4

5 Figura 1 Exemplo de portal criado pelo Sharepoint Portal Server Figura 2 Criação de um portal através de Web Parts 5

6 Como demonstram as figuras anteriores, a aplicação tem um interface intuitivo e simples, seguindo no sentido da política da Microsoft no respeitante à facilidade de uso. Figura 3 Arquitectura do Sharepoint Portal Server O Sharepoint tem uma arquitectura dependente da plataforma (Windows Server 2003), e com base na tecnologia Microsoft.NET que é, para muitos, a plataforma de programação mais avançada e voltada para a era da Internet. O interface com utilizador acontece, out-of-the-box através de browser e Microsoft Office, mas é possível aceder às funcionalidades internas do Sharepoint por código e criar interfaces alternativas. Fontes: [1] [2] [3] [4] [5] 6

7 3.2 Documentum Documentum ECM (Enterprise Content Management) é uma solução de gestão de conteúdos que permite a gestão dos seus conteúdos (documentos) e processos de negócio de uma aplicação. Este sistema pretende suportar os processos da empresa, desde a sua discussão inicial e planeamento, ao desenho, produção, marketing, vendas, serviços e administração, permitindo a criação, gestão, entrega e arquivo de conteúdos associados aos processos de negócio, gestão de s, páginas de internet e ficheiros multimédia. Figura 4 Arquitectura do Documentum ECM Os três elementos fundamentais da arquitectura do Documentum são: - Content Repository disponibiliza um repositório de conteúdos com capacidade para gerir todos os tipos de conteúdos incluindo documentos, imagens digitalizadas, páginas de internet, XML, ficheiros multimédia, etc, graças à sua arquitectura de modelo objectrelational, ou seja, combina o poder das bases de dados relacionais e guarda toda a informação como objectos. Este modelo permite a criação de um número ilimitado de objectos sem perda de performance, e garante a resposta a questões importantes como o desempenho de sistemas, a descentralização ou a segurança da informação. - Content Services - O Documentum Content Server assegura todos os Content Services disponibilizados pelo Documentum e apresenta uma grande variedade de Content Services comum a todos os tipos de conteúdos - armazenamento de diversos tipos de conteúdos, controlo de acesso, versionamento, pesquisa, workflow, e muitos outros serviços. Content Services adicionais são disponibilizados através do Content Services extensions (Content Intelligence Services, Content Distribution Services, Inter- Enterprise Workflow Services, Trusted Content Services, Media Services, etc.). Este produtos adicionais acrescentam à estrutura base do produto capacidades como categorização de conteúdos, distribuição de conteúdos, transformação de conteúdos, etc. - Content Applications para aceder aos conteúdos do Documentum Content Repository e aos Documentum Content Services, o Content Applications apresenta o Documentum API. Em conjunto com outros Developper Services, o Documentum API proporciona aos integradores um ambiente simples para construir ou personalizar as Content Applications que eles desenvolveram sobre a plataforma do Documentum. Fontes: [5] [6] 7

8 3.3 FileNet Content Manager Este produto encontra-se em posição de liderança no mercado dos sistemas de gestão documental, e combate como um dos mais completos produtos desse mercado. É parte integrante de uma arquitectura conjunta de ECM, a P8 (composta por quatro componentes: Content Manager, Web Content Manager, Image Manager e Business Process Manager). Esta arquitectura confere-lhe a vantagem de facilitar a integração nas diversas áreas abrangidas pelos quatro componentes, originando uma solução completa e estável para gestão de toda a informação e processos de uma organização. É uma solução construída por uma empresa com raízes na produção de imagens electrónicas em grandes quantidades, e que se tem vindo a afirmar também pelas suas soluções de workflow, ao mesmo tempo que aumenta a qualidade das funções que permite realizar sobre documentos em formato electrónico. Pode-se afirmar, portanto, que se trata de uma empresa conhecedora do tema gestão documental. A arquitectura deste produto P8, está construída com base em J2EE e pretende abraçar as tecnologias Java e.net, principais linguagens de construção de sistemas do momento. Figura 5 Arquitectura do FileNet Content Manager Uma grande vantagem deste sistema é a capacidade de integração com outros sistemas third-party, realizável de diversas formas, entre as quais: integração com desktop productivity tools (como o Microsoft Office), aplicações que suportem o standard WebDAV, SOAP e XML, servidores EAI, pode incluir uma extensão chamada Virtual Content Manager que permite aceder a repositórios de informação externos. 8

9 Conta-se também como vantagem importante o facto de a arquitectura do sistema ser escalável, o que se reconhece ser interessante para qualquer organização que adopte o sistema, não ficando limitada na quantidade de informação ou acessos que o sistema permite tratar. Como grandes desvantagens na implementação deste sistema contam-se essencialmente o custo bastante alto, e a sua elevada complexidade. Fontes: [5] [7] [8] [9] 9

10 3.4 OpenText A OpenText é uma das empresas líderes no mercado da Gestão Documental. O Livelink s é um dos produtos mais capacitados, constituindo-se como um dos principais rivais do Documentum, do FileNet, do IBM/Lotus e do Hummingbird, que formam no conjunto os sistemas de referência. O Livelink s centra o suas principais competências na Gestão de Conhecimento, na forma em como esta desempenha um papel fundamental no sucesso de qualquer organização. O objectivo da OpenText passa por prover esta ferramenta de novas funcionalidades, no sentido de a tornar numa plataforma mais completa, mais adaptada às necessidades de informação e partilha de conhecimento, ou seja, a Livelink s deve ser um sistema mais colaborativo, recorrendo para tal aos portais e a técnicas de gestão de conhecimento. Recentemente, a OpenText adquiriu o portal Corechange, adquirindo deste modo novas competências técnicas. Os conhecimentos adquiridos na área dos portais colaborativos são uma mais valia no trajecto para alcançar os objectivos da OpenText. A OpenText desde cedo adoptou um modelo colaborativo, mas sempre se manteve fiel à missão de suporte à gestão empresarial de conhecimento. A grande força da Opentext baseia-se numa visão clara do mercado, bem como do papel a desempenhar pelo Livelink s nesse mercado, e também a forte resistência em entrar por caminhos fáceis, que no entanto são inadequados às competências da organização. Estabelecer um caminho objectivo, e ser pragmático na sua execução é um bom indicador para alcançar o sucesso. Relativamente ao preço, o Livelink s é mais acessível do que produtos rivais como o da FileNet ou da Documentum, sendo que estes estão num nível pouco superior. Relativamente a todos os outros produtos, o Livelink s apresenta-se como sendo o produto líder. Em termos de competências, o Livelink s encontra-se no mesmo patamar que os restantes produtos lideres de Gestão Documental. É norma standard que todos os sistemas de Gestão Documental contenham um conjunto de funcionalidades core de gestão de conteúdos tais como o imaging, gestão de registo e audite. A OpenText sempre se caracterizou por ser uma empresa visionária, mantendo-se sempre na vanguarda das novas tecnologias e das novas necessidades. Deste modo, o Livelink s esteve sempre um passo à frente de outros rivais, permitindo à organização estabelecer fundações fortes no mercado da Gestão Documental. O produto Livelink s é modular, possibilitando ao cliente escolher os módulos de que necessita. Esta componente constitui uma mais valia para o cliente, o qual pode ter um conjunto de ferramentas úteis numa só, ou o contrário caso o deseje. Numa fase de forte concorrência de mercado, a possibilidade de oferecer uma ferramenta integrada de Gestão Documental com uma de workflow representa uma grande vantagem em relação aos outros produtos. 10

11 Figura 6 Arquitectura do LiveLink Uma das grande diferenças do Livelink s relativamente a outros produtos é o seu curto período de implementação, sendo visto, como uma grande valia por parte dos clientes. Fontes: [5] [10] [11] 11

12 3.5 HummingBird HummingBird Portal é uma plataforma que permite apoiar as organizações no desenvolvimento de soluções específicas para o seu negócio. Esta plataforma oferece soluções de gestão de documentos e conteúdos, business intelligence, ferramentas de colaboração, gestão de intranet e integração de dados e disponibiliza um completo e costumizável workspace, web-based, permitindo aos utilizadores, através de ferramentas específicas, aceder, extrair, analisar, partilhar e actuar sobre a informação de que necessitem. Os atributos-chave do produto da HummingBird são os seguintes: Pesquisa avançada e Categorização: Estas características do Hummingbird Portal permitem aos utilizadores perquisar através dos conteúdos estruturados e não estruturados através de uma mesma pesquisa. Os utilizadores podem, além de pesquisar conteúdos nas fontes internas de informação, podem também pesquisar em fontes externas, através do Portal. Podem ser aplicadas opções de pesquisa flexíveis e poderosas, inclusivé pesquisa por autor, título, assunto, palavra-chave, data e tamanho. Os utilizadores podem também pesquisar por relevância, fonte e conceito, permitindolhes obter resultados significantes segundo o contexto. Resumos de documentos, realce do termo de pesquisa, suporte de documentos em várias línguas, pesquisa pré-definida, entre outros, fazem com que o acesso à informação no Portal seja bastante bom. Modelo de Segurança excepcional: O Hummingbird Portal apresenta um modelo de segurança extremamente robusto para controlar o acesso a aplicações e recursos dentro do Portal. Possibilita ainda que a organização utilize o seu modelos de segurança, como por exemplo, LDAP, NTLM, NDS e Netegrity SiteMinder, para estabelecer os perfis de utilizador para o Hummingbird Portal. Fortes Capacidades de Administração: O administrador podem controlar o acesso, a um nível granular, através de um interface directo. O Hummingbird Portal permite ao administrador criar, consultar, actualização e atribuir permissões e direitos de acesso às aplicações, fontes, comunidades do Portal e, até mesmo, documentos através de uma matriz de perfis intuitiva. Outra capacidade sem igual do Hummingbird Portal é a criação de ficheiros de log que guardam elementos como tempos de sessão, acesso da comunidade, documentos descarregados e conteúdos consultados. O administradores também podem correr atividade de usuário informa para permitir análise e medida de implementações de portal. Customização flexível: O aspecto do Hummingbird Portal é completamente customizável, permitindo às organizações alterar os interfaces, quer em termos de desenho quer em funcionalidades, à sua medida. Plataforma de Colaboração única: O Hummingbird Portal disponibiliza uma plataforma de colaboração única que permite integrar todas as aplicações Hummingbird que a organização utilize. Permite ainda integração com sistemas de informação externos como Siebel e SAP. 12

13 Figura 7 Arquitectura do HummingBird Portal Fontes: [5] [12] 13

14 3.6 QuarkDMS Trata-se de uma empresa com nome: a Quark, que construiu o QuarkXPress, usado por mais de 3 milhões de utilizadores em todo o mundo. O QuarkXPress e o QPS são usados em conjunto como content managers mas a Quark apresenta uma solução que melhora o desempenho e explora melhor o âmbito - Quark Content Manager. É baseado no poder do Quark Digital Media Server, um servidor de Content Management robusto e escalável, que se encontra em funcionamento em muitas organizações por todo o mundo. Este produto não é completamente independente da indústria, adapta-se melhor a uma implementação em organizações pertencentes aos mercados de publicidade, retalho, financeiro, farmacêutico, automóvel. É multiplataforma: funciona em Mac e Windows. A integração com outros sistemas pode fazer-se com base em XML, por Web Services, através de CORBA, ou pela utilização de uma API baseada em open-standards. No entanto, está dependente de uma base de dados Oracle. A sua arquitectura é modular e escalável. Figura 8 Arquitectura do Quark DMS 14

15 A interacção com o sistema de gestão de conteúdos pode ser realizada a partir de aplicações familiares como o Microsoft Word ou Adobe Photoshop, ou através de aplicações cliente, que podem ser Web ou não. A extensão de funcionalidades ao sistema (servidor e aplicações cliente) pode ser realizada a partir do QuarkDMS XTensions Developers Kit. Os módulos mais importantes são os seguintes: Quark Digital Media Server Organiza e centraliza conteúdos Quark Workflow Engine Cria e gere processos básicos e centrados no documento Quark Media Manager Guarda, pesquisa, organiza e re-utiliza qualquer tipo de ficheiro Quark Media Portal Providencia o acesso simples, por browser a utilizadores de todos os níveis. Quark Review Manager Permite revisão e ciclos de aprovação colaborativos. Quark Brand Manager Permite customizar documentos sem sacrificar o design pré-definido Quark Web Content Manager Permite gerir conteúdos para a Web através de um único ponto Quark SOAP Integration Framework Quark Data Integration Toolkit Quark Web Application Framework Módulos de integração com outros sistemas, bases de dados entre outras, utilizando mecanismos standard Trata-se de uma solução sem capacidade para lutar pela liderança do mercado, mas apresenta-se como uma alternativa credível e com aplicação em pequenas e médias empresas. Fontes: [13] [14] 15

16 3.7 Considerações comparativas Como meio de comparação das plataformas de gestão de conteúdos, foi considerado o último estudo da Gartner sobre IDM, do qual resultou uma especificação de quadrante mágico para esta tecnologia. O estudo centra-se na visão e habilidade de execução para os produtos mais importantes do mercado, e representa os resultados na forma de quadrantes, nos quais se destaca o quadrante dos líderes, sobre os quais incidiu a descrição apresentada nos pontos anteriores. O Quark DMS é uma ferramenta com pouca expressão no mercado. Este facto não a impede de ser uma opção a considerar, pois tem na sua base conceitos sólidos e testados, razão pela qual foi incluída no estudo. O Sharepoint concorre como produto da Microsoft e apresenta-se como um produto de nicho de mercado, com funcionalidades específicas, no caso, como ferramenta de trabalho colaborativo e gestão documental simples. Todos os líderes apresentam soluções mais completas. Esta foi uma das razões pelas quais o Sharepoint é a ferramenta de gestão de conteúdos escolhida: é um produto com fragilidades na gestão documental mas que proporciona uma forte base para um produto com esse intuito. Figura 9 Estudo da Gartner sobre Soluções IDM de 2003 (Quadrante Mágico) 16

17 4 Motor de Workflow 4.1 Ultimus O Ultimus é dos motores de Workflow mais completos do mercado, sendo continuadamente desenvolvido por uma equipa exclusivamente dedicada ao desenvolvimento deste tipo de tecnologia. Trata-se, portanto, de uma alternativa muito interessante, na medida em que disponibiliza funcionalidades suficientes e poderosas para gestão de workflow numa organização, e tem um preço baixo relativamente à concorrência. É constituido por uma arquitectura aberta e escalável na automação de processos. Figura 10 Arquitectura do Ultimus BPM Suite 17

18 Os módulos constituintes desta Suite são: Workflow Server Designer Org Chart Administrator Reports Flobots FloStation Client - Controla a execução de processos de workflow. Tem características de arquitectura que o tornam escalável e integrável com funcionalidades relativas a serviços e a redes do Windows. - Trata-se de um IDE para desenho gráfico de processos, sem necessidade de recorrer a scripting ou programação. Inclui ferramentas de criação de mapas de processo, e-forms sofisticados, tratamento de variáveis com base em folhas de cálculo, ligação com bases de dados externas (SQL Server e Oracle). - Permite a criação de organigramas da organização, permitindo definir departamentos, postos de trabalho e relações. Esta definição permite o desenho de processos de uma forma mais abstrata, com recurso a relações e postos de trabalho, sem obrigatoriedade de assignar tarefas a nomes de pessoas. - Integra-se com a Active Directory. - Permite instalação de processos, administração remota, controlo de versões de processos, monitorização do estado de processos, geração de métricas de workflow e gestão de excepções. - Baseado na tecnologia MMC (Microsoft Management Console). - Os administradores podem criar relatórios web-based para avaliar e melhorar a performance do processos em execução. - É um conceito criado pela Ultimus, originada pela expressão workflow robots. São tarefas desempenhadas por aplicações thirdparty. O mecanismo requer o treino do Flobot (definir o seu comportamento) antes da sua utilização automática. Existem Flobots Word, Excel, XML, Base de Dados, , Script, Ficheiro e ASCII. Adicionalmente, podem construir-se outros Flobots com recurso à API disponibilizada. - Servidor que permite a execução(local ou remota) de Flobots. Pode ser constituida uma arquitectura de clusters para melhorar o desempenho. - O acesso dos utilizadores regulares (outros que não desenhadores de processos) faz-se através deste módulo. Integra funcionalidades de mostrar lista de tarefas por realizar pelo utilizador, mostrar processos que se podem iniciar, monitorar estado de tarefas, execução de tarefas, entre outras. Por opções de Client para a Ultimus BPM Suite contam-se: cliente Internet Explorer, cliente Outlook 2000, cliente Thin (apenas html do lado do cliente), ou a possibilidade de criação de um módulo cliente integrado numa aplicação third-party. 18

19 Na figura abaixo pode ver-se um processo criado a partir do Designer. Os processos são construídos recorrendo a: User Steps tarefas a desempenhar por um indivíduo ou grupo através de um formulário Ultimus. Flobot Steps tarefas a desempenhar por aplicações third-party. Junctions utiliza-se para juntar vários Links num único Step. Maplet Steps Sub-processo (utilizado para diminuir a complexidade quando se vê e desenha um processo) Links ligações entre Steps Figura 11 Criação de processos no Ultimus 19

20 O Ultimus tira partido do Distributed Spreadsheet Model para controlo da execução dos processos. Aravés deste sistema são criadas e tratadas variáveis associadas aos processos. Figura 12 Controlo de Fluxo em processos Ultimus 20

21 Os formulários são a parte visível do Ultimus para os utilizadores finais. É através deste interface que os utilizadores executam as tarefas que lhes estão incumbidas. O Ultimus oferece um mecanismo poderoso de construção de formulários. Através de clicks o desenhador do processo pode construir formulários que irão aparecer ao utilizador final, e podem integrar todo o tipo de componentes. Figura 13 Criação de formulários no Ultimus Fontes: [15] [16] [17] [18] 21

22 4.2 Staffware A Staffware, que desenvolve o Staffware Process Suite, é uma empresa que até há pouco tempo se dedicava à gestão de workflows, e que se iniciou em força no mercado do BPM. Segundo números da Gartner e do Giga, a empresa tem uma quota de mercado de 26% a nível mundial. É uma empresa consciente das necessidades e limitações do mercado português e, pelas palavras de Robin Martin, Chief Operating Officer da Staffware, haverá uma discriminação positiva para Portugal e, apesar de confirmar que uma solução de BPM é cara, admite que são criadas condições especiais de adopção da tecnologia. O negócio pode envolver o faseamento da implementação, consoante as necessidades e pode surgir a possibilidade de um acordo de transferência, para a Staffware, de conhecimento resultante da implementação da solução, havendo contrapartidas nos custos. É apontada a FileNet como principal concorrente, mas Robin Martin define o Staffware Process Suite como uma solução que cobre melhor o BPM, mas reconhece as capacidades de gestão documental do concorrente. O Staffware Process Suite é uma solução de BPM baseada em tecnologia de workflow, EAI e Business Intelligence. Diferencia-se pelos factores: flexibilidade de configuração motor de predição, capaz de prever a necessidade de recursos, prazos estimados de conclusão, entre outros. forte aposta no suporte ao produto Baseado numa arquitectura multi-componente, com um conjunto de módulos aplicacionais, o Staffware Process Suite foi desenvolvido para disponibilizar à organização uma solução completa de gestão de processos que pode ser facilmente integrada com as tecnologias que a organização já utilize. A arquitectura estruturada em 6 camadas apresenta 11 componentes, dos quais se destacam quatro: iprocess Engine, Process Monitor, Process Integrator and Relationship Manager. 22

23 Figura 14 Arquitectura do Staffware Process Suite Camada 1: Executar Processos A camada inferior do SPS é representada por dois motores de automatização de processos responsáveis por executar e gerir os processos de negócio. O volume de processos e a proporção de intervenções humanas que os processos implicam determinam o tipo de solução a implementar na organização. O Staffware Process Engine disponibiliza uma plataforma rica para automatizar os processos de negócio chave da organização procurando eficiência e ganhos de produtividade. O Staffware iprocess Engine foi especificamente desenhado para organizações que precisam de controlar grandes volumes de transacções críticas enquanto mantém a integridade das transacções individuais. Camada 2: Modelar Processos O Staffware Process Definer (SPD) permite que o pessoal não pertencente à área das tecnologias de informação e os gestores possam desenhar os processos de negócio da organização. O SPD apresenta um interface amigável e permite integrar as pessoas, os processos e as aplicações. Com o pessoal de todas as áreas a trabalhar em conjunto na construção do mapa de processos de negócio da organização, há uma avaliação muito mais profunda de como uma companhia trabalha e, consequentemente, um melhor resultado. Camada 3: Administrar Processos A Staffware apresenta duas visões sobre a administração de processos de negócio - uma visão em termos de infra-estrutura tecnológica e uma visão de nível operacional. O administrador dos processos disponibiliza ao departamento tecnológico uma ferramenta robusta para supervisionar a implementação e o desenvolvimento automatizado dos 23

24 processos. O Staffware Processo Monitor (SPM) representa uma ferramenta sofisticada para monitorar a eficácia e eficiência dos processos de negócio, permitindo ao gestor estabelecer indicadores de desempenho para que os processos de negócio estejam em constante melhoria.o Staffware Work in Progress (SWIP) reporting tool é uma ferramenta complementar ao SPM e permite ao gestor ter uma visão, em tempo real, do estado dos processos, organizados em filas de trabalho. Camada 4: Integrar pessoas, processos e aplicações Esta camada é o ambiente de desenvolvimento das aplicações e interfaces para os processos. O Staffware Process Suite inclui o Staffware Process Objects (SPO) e o Staffware Process Developers Kit (SDK), enquanto que o opcional Staffware Process Integrator (SPI) pode ser acrescentado para aumentar as funcionalidades de integração de aplicações. Os elementos principais do SPI são o Staffware Integration Broker e o Actional Control Broker for Staffware (ACBS). O Process Integrator disponibiliza uma integração directa a outros sistemas de informação, como o SAP, Siebel e Peoplesoft, além das principais tecnologias de EAI. Camada 5: Ligar os Clientes finais Esta camada do Staffware Process Suite disponibiliza ligações a todas as funcionalidades do Staffware. Staffware Process Relationship Manager (SRM) vai além de um sistema de CRM e disponibiliza um ambiente robusto para desenvolver CRM, eprocurement, cadeias de abastecimento, baseado na metodologia Rapid Application Development (RAD). SRM apoia a automatização de processo segundo os seus componentes de negócio, o que combina a definição de dados, a camada de apresentação e a lógica empresarial. A abordagem do SRM permite ao gestor conhecer as relações da sua empresa com os clientes, parceiros, fornecedores e empregados. Camada 6: Últimos retoques Esta última camada do Staffware Process Suite permite a customização das aplicações segundo as necessidades do cliente final. Fontes: [18] [19] [20] [21] 24

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